1. esse rasil esta uma vergonha so gente morrendo e o Presidente gastando bastante no cartao ________________________________

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  2. Meu Deus ! No que se tornou esse Blog! Lamentável. Não dá mais pra aguentar tanto radicalismo e ignorância! Cancelando a newsletter em 3..2…1…Bye!

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  3. Quem acompanha o noticiário e teve acesso aos depoimentos na íntegra sabe – sem hipocrisia de defender este ou aquele lado – que generais são mentirosos e bandidos a contrario senso da frase do Mourão.

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  4. Bolso paralisante! a policiai civil jogada as traças, pior salário, um tal de segurar a cadeira e o que era para ser um elo de comunicação policial, virou uma ” picuinha politica pessoal federal”

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  5. Fora Bolsonaro! Assume logo Mourão. As Forças Armadas irão perder a credibilidade se continuarem a apoiar o capitão genocida miliciano.

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  6. O Auschwitz da “retomada”: exército levando pais e mães de operários
    POR FERNANDO BRITO · 14/05/2020

    O Ministério da Economia e o Governo têm, afinal, um plano para recuperar a economia da crise do novo coronavírus.

    Bem poderia ser chamado Plano Auschwitz, em homenagem ao tristemente famoso campo de concentração (na verdade, três deles, próximos) da Alemanha nazista, onde sobre o portão de ferro escreveu-se “Arbeit macht frei”, o trabalho liberta, em alemão.

    Exagero? Leia o que se escreve na Folha, hoje (lá no final do texto, porque os repórteres, talvez pela juventude, não perceberam a gravidade do que se planeja, e que eu sublinho no texto:

    O controle [da retomada] seria garantido por um protocolo a ser definido pelo Ministério da Saúde com os procedimentos necessários (adaptações de linhas de montagem, como distanciamento entre funcionários) para evitar contágios. Para isso, seriam exigidos testes em massa.
    Outra ideia em curso seria retirar a população que faz parte do grupo de risco, como idosos, da casa desses trabalhadores, especialmente os mais carentes.
    Pessoas que participam das discussões na Economia afirmam que uma proposta em análise na Casa Civil prevê seleção de idosos, especialmente nos grandes centros urbanos, e transferência para hotéis que, neste momento, estão fechados.
    A organização dessa força-tarefa ficaria a cargo do Exército.

    Veja o que isso quer dizer: para que o jovem possa voltar ao trabalho “em segurança”, uma tropa do exército (ou da polícia) vai à sua casa e “remove” a sua mãe, uma senhora de 65 anos, e a leva, numa viatura, até um hotel guarnecido de soldados, de onde não pode sair e será colocada ao lado de quem ela nunca viu na vida, sem visitas e com a suprema concessão de poder olhar pela janela de um quarto minúsculo (é claro que não serão os “cinco estrelas” os hotéis escolhidos).

    No final do século 18, a palavra iídiche pogrom passou a designar a perseguição a judeus (e depois a eslavos, ciganos, protestantes…). O governo brasileiro quer, agora, fazer o pogrom dos “coroas”, carregando os pais e mães de operários para a clausura, a fim de que seus filhos possam ser carne para as máquinas de fazer dinheiro.

    Isso está em estudos, diz o jornal, na Casa Civil do General Braga Netto.

    Estamos diante de nazistas, de gente que – talvez não o perceba, no que não as isenta – considera seres humanos apenas máquinas de produzir e que acha que em nome disso, pode ter pais e mães arrancados de casa e depositado em cubículos, para que o mecanismo do capital possa voltar a rodar.

    Nem que isso seja à custa de levar, com um cabo e um soldado, nossas mães e nossos pais.

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  7. É repugnante, vergonhoso assistir um general de exército, depois de dedicar sua vida à defesa da pátria, faltar a verdade para acobertar desmandos de um descompensado que pode a todo instante implodir o país.
    O general disse, depois desdisse, não foi bem o que disse, ratificou o que não disse, e, ao final, disse que não se lembra.
    Segundo consta, o descompensado, descontente com a segurança da família no RJ, cobrou do Ministro da Justiça providências, sob pena da perda do cargo dele, do Diretor Geral da PF e do Superintendente do RJ, quando é sabido que a segurança pessoal de sua família não é atribuição da Polícia Federal. A cobrança deveria ser feira para seu amigo, general Heleno,Ministro da Segurança Institucional, tipo aquela segurança do avião presidencial cujo integrante levou algumas dezenas de cocaína para a Espanha.
    O exonerado a pedido disse que não pediu. O Ministro da Justiça disse que não assinou o ato de exoneração, embora seu nome tenha constado do ato publicado no DO da União.
    PGR escolhido por “afinidade” com o descompensado, fora da lista tríplice da instituição, acha que vai denunciá-lo?
    Tá molhando a mão do centrão com vários cargos no 1º e 2º escalões da administração, acha que vão aprovar a abertura de processo?
    Tudo regado com a enorme indiferença pelos milhares de brasileiros que estão nos deixando de mãos dadas com a covid-19, face a completa falta de identidade de propósitos entres os governantes responsáveis em combatê-la.
    E a fome ainda nem chegou, virá em seguida, a galope, para varrer o que a covid-19 não conseguiu levar.
    Filme triste Brasil.

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  8. Pode ser tudo que tá no texto mas que está dando um baile gostoso na velha mídia parasita tá. Protelou até onde deu a divulgação de seus exames só para os idiotas ficarem com cara de burros. Alguém pode até dizer que os exames são fraudados mas vem cá quem vai ter coragem de pedir novos exames e levar outra invertida? Tenho para mim que o sujeito e muito habilidoso e está batendo em todos com uma das mais amarradas sua popularidade só faz crescer enquanto e de outros nem no fundo do poço está mais visto que ao chegar lá continuam cavando.

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  9. Meu Deus do céu…..
    As FFAA perder a credibilidade ou acabar é o fim da picada.
    Mesmo que acabarem com o Brasil, os últimos a sairem serão os das FFAAs, e assim mesmo, estarão de PÉ E À ORDEM.
    Deixa o pessoal trabalhar caramba, só ficam na bota dos caras.
    O “Seu irmão filho da puta” disse tudo.
    Alguém tem duvida da habilidade do Bozo, santa ingenuidade! O crime dele, Não deixar roubar.

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  10. O Brasil deveria extinguir o serviço militar obrigatório e limitar ao mínimo (em torno de 50 mil tropas Exercito, 30 mil marinha e 20 mil Força Aérea) os efetivos das forças armadas, todos profissionais. Temos militares de mais e soldados de menos. Temos tantos militares sem ter o que fazer que o presidente levou para o governo federal dezenas de oficiais generais e milhares de outros oficiais e não fez falta nenhuma para as forças armadas.
    .
    Gastamos bilhões de reais por ano com serviço militar obrigatório para mantermos jovens em início de idade profissional varrendo quartéis, carpindo e pintando guias, ou servindo de faxineiros em casas de oficiais.
    .
    O brasileiro médio é ignorante, violento, desonesto e não liga para a própria história. Nosso exercito (o mais golpista das Forças) sempre esteve envolvido em política, apoiando a classe dominante ou dando golpes. Com exceção da Guerra do Paraguai, nosso exercito matou mais brasileiros do que estrangeiros. Só a ignorância e a ausência de guerras explica a popularidade do Exercito.

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    • “O brasileiro médio é ignorante, violento, desonesto e não liga para a própria história.”.
      Penso o mesmo, faz tempo.
      E o brasileiro médio é a esmagadora maioria.
      Quanto ao outro comentário, de serem os militares inativos/da reserva ou aposentados: forma de aumentar a remuneração… Em vez de valorizar o funcionário de carreira dos próprios órgãos…

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  11. Vitima da pandemia e do pandemonio?

    Um policial militar de Guarujá foi vítima de complicações causadas pelo coronavírus nesta quinta-feira (14). O cabo Ricardo Valentim da Silva, de 47 anos, atuava no 21° Batalhão da Polícia Militar e se posicionava nas redes sociais contra o isolamento social e medidas de prevenção à pandemia de Covid-19 impostas pelo governo e Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O cabo da PM faleceu após ter sido internado no Hospital Santo Expedito, em Santos, e foi confirmado que ele estava com coronavírus dias depois da entrada na unidade de saúde. A família e amigos de Guarujá lamentaram a morte do policial, que deixou esposa e um filho.

    Contra o isolamento

    Ricardo tinha opiniões fortes contra o regime de isolamento, e criticava a decisão do infectologista David Uip de não revelar os medicamentos usados em sua recuperação ao ter contraído Covid-19 em abril.

    Em outra publicação, ele escreveu: “Fica em casa que a Sabesp e a CPFL vem te lembrar com servidores da empresa cortando os mesmos”. O PM chamou as medidas de isolamento social de ‘jogo político’ em mais de uma publicação.

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  12. Enquanto milhares de famélicos e falidos cidadãos brasileiros aguardam a análise para recebimento do auxilio emergencial, outros milhares de militares, sem qualquer risco de perderem o emprego e os salários, imoral e fraudulentamente receberam o auxílio.

    Estado de emergência tem servido como pano de fundo para todo tipo de roubalheira que se possa imaginar. Estão pagando por respirador R$ 130.000,00, preço de uma Mercedes zero quilometro. E o que impressiona é que se tratam dos mesmos ladravazes envolvidos nas roubalheiras da Lavajato.

    E o cartão corporativo “bombado” da presidência?

    Ao final, na calada da noite, MP do liberou geral. “Vamu robá” a vontade que não vai dar em nada.

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  13. TIRA VEIO,
    .
    Não são todos da ativa, no primeiro escalão o BRAGA NETO, RAMOS e o sub do ministro da saúde são generais da ativa, e nos cargos de segundo escalões, onde estão a maioria dos militares, grande parte é da ativa, só no ministerio da saúde são treze.
    .
    E o nosso ministro da ciência e tecnologia, dar dó dele. Era mais útil quando vendia travesseiros da NASA.
    .
    Não é a toa que o termo CORONELISMO é sinônimo de política ruim.

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    • Até concordo em partes Dr., em todos os governos foram aproveitados militares.
      Isso não foi novidade implantada pelo Bolsonaro.
      Só acho q estão batendo demais no Presidente ao invés de colocar o barco para andar, não vai levar a nada.
      Não consigo enxergar nada q ele faça q atrapalhe o País, até porque ele não consegue fazer nada.
      Até porque acabou a Tripartição dos Poderes, todo mundo manda, menos ele.

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      • Ele não consegue fazer nada porque só pensa na figura do decreto. Ele quer contrariar a CF por decreto, mudar lei por decreto… Na cabeça dele o decreto atual seria igual ao decreto-lei que vigia antes de 88.
        É ignorante (ignora o básico), mal assessorado ou, quando bem assistido, dá de ombros.
        Não consegue fazer nada porque vive tentando romper limites que exigem defesa por parte de outros poderes.
        Quem votou nele para executar (presidente) também votou em deputados e senadores (legislstivo) para dizer e escolher o quê seria executado pelo presidente. E se quiser contornar isso, vai esbarrar no Judiciário, que age provocado.
        Quem não entende isso não molha nem a canela na água. O barco vai encalhar, mesmo.

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        • Já encalharam vc quis dizer né! E vou além, todos já estão com a canela molhada, e é isso que os governadores e legisladores querem para poder navegar no mar de almirante só eles.
          Não concordo que ele só pense na figura do Decreto, o que vejo é a câmara o senado e o judiciário “legislarem” contra qualquer coisa que possa lhe ajudar.
          Ademais, não são palavras minhas. Assista a entrevista do FHC com o Datena onde ele diz, nas entrelinhas, que para ser Presidente tem que dar um afago para poder governar. (Me ajude que eu te ajudo).

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          • Até nisso ele é inapto.
            Se Camara e Senado estão legislando “contra” ele é porque ele não se apercebeu que é assim. O povo elegeu legisladores para que o Executivo execute o que foi legislado pelos eleitos deputados e senadores.
            O povo encarregou “engenheiros arquitetos” para fazerem o projeto (legislativo= Câmara e Senado) e contratou um pedreiro para executar o projeto (Presidente). Quem não entende que cumprir a lei é seguir ato do legislativo=Câmara e Senado é um total despreparado para o cargo.
            Na vida cotidiana, família, trabalho, relações sociais “ser político” é qualidade atribuída a alguém versátil, sociável, preparado para alguma atividade… Portanto, qualidade de quem sabe agregar, reunir, agir obtendo consenso…
            Mas aí alguém aciona uma estranha chavinha na mente da população e esta população passa a entender que as qualidades do “ser político” viram características nocivas…
            Atividade política é algo profissional. O sujeito precisa ter passado por todos os departamentos da “empresa” até conseguir ser chefe (Prefeito, Governador, Presidente).
            O cara não quer ser operado por médico novato, quer que sua causa seja cuidada por advogado experimentando, decidida por juiz já maduro na lida… mas acha normal eleger Presidente alguém sem expressão, sem experiência executiva anterior, “sangue novo”… É piada.

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            • Perfeito, apenas pensamos diferente em alguns aspectos.
              Mas, concordo que tenham que ter passado por todos os departamentos da “empresa”, aí pergunto. – Maia, Alcolumbre, Dória, Covas Neto, Witzel………….. Ao que sei, o Presidente foi desde Vereador, Dep. Estadual, Federal até a Presidência e os outros?
              Qto ao Judiciário, – Juízes maduros, quais? do STF? Aqueles enfiados lá? Sei, sei

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              • Desculpe, o seu fanatismo bolsonarista te impede de ser racional e razoável.
                Você sabe separar as coisas, tem discernimento… Mas está afetado pelo fanatismo bolsonarista.
                Talvez até envergonhado e, por isso, buscando justificativas para a má escolha…
                Vai passar.

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            • Parabéns, Eduardo, pelo texto! Só que acho que vc está distribuindo em vão pérolas à récua apoiadora do Boçalnaro, um eterno medíocre – tanto como miliar como político – eleito por uma onda de anti-tudo-que-está-aí, sem que se percebesse que o tosco, indisciplinado e despreparado capitão não passava de mais do mesmo.Mas, como dizia meu sábio pai:: discutir política com barbeiro, taxista, policia e corretor de imóvel é pura perda de tempo…

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              • Ebunger
                Por qué no te callas !
                Dobre a língua para falar dessas categorias, seu pai e você deveriam estar no Congresso e não em um Blog Policial desferindo esses despautérios.
                Seu pai deveria ser da alta cúpula ou um socialista frustrado.
                Deprimente!!!
                Ademais, “não é possível fazer alguém mudar sua opinião através da razão, se esta opinião não foi adquirida pela razão”
                – Theodore Dalrymple
                Papai era formado em que mesmo? Ciências ocultas e Letras apagadas?

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                • Eu não falei que discutir política com policial, barbeiro, etc…. Aproveitando, do seu citado Anthony Daniels: “(…)os redentores políticos são charlatães, canalhas ou loucos. Temos sorte se forem seres humanos razoavelmente decentes. Mas os demagogos sempre têm seus seguidores(…)”. Típico de gado boçalnarista…

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  14. STF manda citar Bolsonaro em ação sobre impeachment

    Publicado em 16 maio, 2020

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    O Supremo Tribunal Federal (STF), por determinação do ministro Celso de Mello, ‘citou’ o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acerca de uma ação (mandado de segurança) visando obrigar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a analisar um pedido de impeachment.

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    Prevista no artigo 238 do CPC, a citação é definida como “o ato pelo qual são convocados o réu, o executado ou o interessado para integrar a relação processual”. A citação do réu ou executado é pressuposto de validade do processo, podendo resultar em nulidade do processo, caso não seja executada.

    Impetrado por um grupo de advogados, o mandado de segurança, além pedir a abertura do impeachment, também quer que o Supremo determine ao presidente Jair Bolsonaro uma série de medidas em meio à pandemia do coronavírus.

    Celso de Mello, em sua decisão, permitiu que Bolsonaro, se quiser, faça a contestação da ação.

    Esse grupo de advogados recorreu ao STF a fim de obrigar Maia a analisar a denúncia por crime de responsabilidade – pela Constituição, cabe à Câmara autorizar o procedimento para verificar se houve crime do presidente.

    Os impetrantes querem, por exemplo, que o presidente seja impedido de promover e participar de aglomerações e que seja obrigado a entregar cópia dos exames que fez para detectar a doença. Segundo os exames apresentados pela Advocacia-Geral da União, os testes aos quais Bolsonaro se submeteu resultaram negativo.

    “O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, manda que o Oficial de Justiça cite o excelentíssimo Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, com endereço no Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, Brasília/DF, para, na condição de litisconsorte passivo necessário, integrar a relação processual e, querendo, contestar o pedido. DADO E PASSADO na Secretaria do Supremo Tribunal Federal, em 13 de maio de 2 “, diz um trecho do mandado de segurança.

    Na terça-feira (12), Rodrigo Maia defendeu no STF que não há prazo na legislação que o obrigue a analisar um pedido de impeachment de Bolsonaro.

    A despeito de Bolsonaro ser um recordista dos pedidos de impeachment, Maia não queria tratar do assunto enquanto não houvesse um sinal mais claro do STF. “Acho que todos esses processos precisam ser pensados com muito cuidado”, disse no início de semana.

    Maia também afirmou que Lei 1.079, de 1950, que trata dos crimes de responsabilidade, e o regimento da Câmara não determinam prazo para que os pedidos de impeachment sejam analisados.

    Segundo ele, a norma contida no artigo 218 do Regimento da Câmara não deixa dúvidas sobre a competência do presidente da Câmara para receber ou não a denúncia por crime de responsabilidade, mas não estabelece um “prazo certo”.

    Diante do impulso inicial provocado no Supremo pelo grupo de advogados, tanto Bolsonaro quanto Maia terão de se manifestar sobre um dos pedidos de impeachment que já tramitam na Câmara. Note o caríssimo leitor que Jair Bolsonaro é o recordista de pedidos impeachment protocolados. Eram mais de 31 na sexta-feira, dia 15 de maio.

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    Paulo Guedes agride, de novo, servidores públicos: ‘inaceitável saquear o País’

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, aproveitou a coletiva de balanço de 500 dias de governo Bolsonaro para atacar novamente servidores públicos. O encontro ocorreu no início da noite desta sexta-feira (15) no Palácio do Planalto.

    Preocupado em transferir o orçamento e os ativos da União para os bancos privados, Guedes reproduziu a grosseria que marca sua passagem pelo governo –antes de sua ida definitivamente para a Papuda [presídio de Brasília].

    A filosofia futebolista assegura que a melhor defesa é o ataque, portanto, foi isso que fez o ministro da Economia:

    “Na hora em que estamos fazendo esse sacrifício, que o Brasil está no chão, é inaceitável que tentem saquear o gigante que está no chão, que usem a desculpa da crise da saúde para saquear o Brasil na hora em que ele cai. Nós queremos saber o que podemos fazer de sacrifício para o Brasil nesta hora. E não o que o Brasil pode fazer por nós”, atacou.

    Guedes ainda insistiu em chamar servidores de mercenários, elogiou as empresas privadas e disse que a venda de estatais é a melhor saída para o País.

    “Nossos heróis não são mercenários. Que história é essa de pedir aumento de salário porque um policial vai exercer sua função? Ou porque um médico vai à rua exercer a sua função. Se ele trabalhar mais por causa do coronavírus, ótimo. Ele recebe hora extra. Mas dar medalhas antes da batalha? As medalhas vêm depois da guerra”, disparou o ministro dos bancos.

    Paulo Guedes afirmou que o congelamento evitaria que centenas de bilhões sejam transferidos para rentistas. “O dinheiro continua tranquilo, mas pode ser empregado para investimentos em saneamento, por exemplo. O Brasil virará uma força movida pelo empreendedorismo”, discursou, escondendo que ele gosta mesmo é de banqueiro.

    O ministro da Economia mentiu ao dizer que a depressão alcançou o País somente durante a pandemia de coronavírus.

    “A reconstrução de um país leva anos. Passamos um ano e meio tentando reconstruir. Quando estamos começando a decolar, somos atingidos por uma pandemia. Vamos nos aproveitar de um momento deste, da maior gravidade de uma crise de saúde, e vamos subir em cadáveres para fazer palanque? Vamos subir em cadáveres para arrancar recursos do governo?”

    O leitor do Blog do Esmael sabe, há mais de um ano, que os índices macroeconômicos apontavam para a depressão econômica. Logo, Paulo Guedes se escora na doença para continuar sua política de sanguessuga do erário.

    O ataque do ministro aos servidores públicos, novamente, visa distrair a atenção da sociedade enquanto ele mesmo saqueia o orçamento da União para transferi-lo aos bancos e rentistas.

    Paulo Guedes poderia empregar essas mesmas palavras para Paulo Guedes:

    “É inaceitável que tentem saquear o gigante que está no chão. As medalhas são dadas após a guerra, não antes da guerra”, disse. “Que história é essa de pedir aumento antes porque policial vai trabalhar mais? Se policial trabalhar mais, ótimo, recebe hora extra.”

    Resta saber se os servidores irão reagir à altura ou deixarão por isso mesmo.

    Lembro aos agredidos que não adianta bater no cachorro é preciso chutar o dono do cachorro, que, na política, atende pelo nome Bolsonaro. Portanto, prepare a garganta e grite todos os dias: Fora, Bolsonaro!

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  15. PGR pede para Polícia Federal ouvir Paulo Marinho em inquérito sobre Bolsonaro
    Inquérito no STF apura se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na PF. Em entrevista a jornal, empresário disse que Flávio Bolsonaro foi avisado por delegado da PF de operação policial.
    Por TV Globo

    17/05/2020 21h43 Atualizado há 4 minutos

    PF afirma que investigará se houve vazamento de informações a Flávio Bolsonaro
    PF afirma que investigará se houve vazamento de informações a Flávio Bolsonaro

    A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu neste domingo (17) que a Polícia Federal colha o depoimento do empresário Paulo Marinho no âmbito do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na PF.
    Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o empresário afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PSL) foi avisado com antecedência por um delegado da PF sobre a deflagração da Operação Furna da Onça, que culminou na prisão de diversos parlamentares do estado do Rio em novembro de 2018.

    O ofício enviado à delegada Christiane Correa Machado, do Serviço de Inquéritos Especiais da PF no STF, pedindo a coleta de depoimento foi assinado pelo procurador João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, que é membro auxiliar do gabinete do procurador-geral da República, Augusto Aras.

    No pedido, Tavares também requer que a PF colha o depoimento de Miguel Ângelo Braga Grillo, chefe de gabinete de Flávio. Ele solicitou ainda, em meio digital, a cópia integral do inquérito da PF que apurou supostos vazamentos relacionados à operação Furna da Onça.

    Paulo Marin
    ho, de 68 anos, foi um dos principais apoiadores da campanha presidencial de Bolsonaro e é suplente de senador de Flávio.

    Segundo ele, um delegado da Polícia Federal tentou entrar em contato com o senador Flávio Bolsonaro por meio de telefone. O empresário, no entanto, não revelou o nome do delegado.

    Ainda de acordo com as informações de Marinho, o coronel Miguel Braga, acompanhado do advogado Victor Alves e de Val Meliga, ex-presidente do PSL no Rio e irmã de dois milicianos, encontraram o delegado na porta da Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, na Praça Mauá, Zona Portuária da cidade.

    Segundo Marinho, o delegado saiu da superintendência, encontrou os três na calçada e fez a seguinte afirmação:

    “Vai ser deflagrada a operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio. Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz (Nathalia), que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro (que ainda era deputado federal) em Brasília”. “Nós vamos segurar essa operação para não detoná-la agora, durante o segundo turno, porque isso pode atrapalhar o resultado da eleição (presidencial) ”, teria dito o delegado, segundo Marinho.

    O empresário afirma na entrevista que o delegado, identificando-se como adepto e simpatizante da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, recomendou providências e essas vieram na forma das demissões de Queiroz e sua filha, ambos exonerados no dia 15 de outubro de 2018.

    Nathalia foi exonerada do cargo no gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados no mesmo dia em que Fabrício José Carlos de Queiroz foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
    Jair Bolsonaro venceu as eleições no dia 28 de outubro e a Operação Furna da Onça foi deflagrada no dia 8 de novembro.
    De acordo com Marinho, as revelações foram feitas a ele pelo próprio Flávio, em 13 de dezembro de 2018, quando a Furna da Onça já havia sido realizada.

    Em nota, Flavio Bolsonaro negou as acusações:

    “O desespero de Paulo Marinho causa um pouco de pena. Preferiu virar as costas a quem lhe estendeu a mão. Trocou a família Bolsonaro por Dória e Witzel, parece ter sido tomado pela ambição. É fácil entender esse tipo de ataque ao lembrar que ele, Paulo Marinho, tem interesse em me prejudicar, já que seria meu substituto no Senado. Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão. E por que somente agora inventa isso, às vésperas das eleições municipais em que ele se coloca como pré-candidato do PSDB à Prefeitura do Rio, e não à época em que ele diz terem acontecido os fatos, dois anos atrás? Sobre as estórias, não passam de invenção de alguém desesperado e sem votos”.

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