1. O Villa ainda está vivo?

    😂🤣

    Mas olha só…ganhou “mil continho”…

    Tá ótimo.

    Acho esse velho um barato.
    Sempre o vi como comediante…muito divertido.

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  2. O comentarista do Jornal da Cultura, Ricardo Sennes, também está sendo assediado processualmente.
    Villa, Sennes, Dr. Guerra…

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  3. Mas que ode ao cinismo, hein?! O sujeito é um dos responsáveis pela ascenção das criaturas do esgoto que efluíram e ganharam protagonismo na sociedade. Foi um dos que conceberam, gestaram e pariram esses seres das trevas, esses crocodilos que, agora, ameaçam lhe devorar. Merece todo esse suplício. E ainda é pouco!

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  4. Não existe assédio judicial pois se admitida a hipótese então deveríamos fazer o seguinte: fechar o judiciário e resolver qualquer pendenga na bala admitindo que o sobrevivente não poderia ser punido. O que existe mesmo e choradeira de quem é acionado e corre risco real de levar uma paulada visto que não tem convicção plena da correção dos atos que prática. O ditado e atingo e proprio para a situacao : quem nao deve nao teme.

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    • Andarilho da vida, existe sim:

      Por uma lei anti-SLAPP – O Brasil necessita de lei contra ações judiciais intimidatórias promovidas por organizações , partidos políticos , agentes e personalidades públicas Resposta
      por Flit Paralisante • Sem-categoria
      Ação Estratégica contra Participação Pública, Strategic Lawsuit against Public Participation (SLAPP), diz respeito ao emprego de ações penais e civis por meio das quais o autor processa uma organização ou pessoa com a finalidade de silenciar, amordaçar , intimidar ou punir manifestos e protestos contra o requerente ( interessado-autor ).

      Nos Estados Unidos as Slapps eram dirigidas contra indivíduos e grupos que se manifestaram em fóruns públicos sobre uma grande variedade de questões, particularmente contra o desenvolvimento imobiliário, as ações dos agentes públicos, partidos políticos , danos ambientais , poluição, uso nocivo na propriedade e do solo.

      Também foram usadas contra aqueles que trabalham publicamente em defesa dos direitos dos consumidores, trabalhadores, mulheres, homossexuais , minorias e outros.

      Em razão do uso nocivo do Poder Judiciário ( abuso do direito de ação ) , de regra , com o abuso do poder econômico pela parte autora , vários estados americanos aprovaram leis destinadas a impedir Slapps e proteger o direito ao ativismo público; à liberdade de manifestação e livre circulação de informação.

      Washington foi primeiro estado a aprovar uma lei anti-SLAPP em 1989.

      Posteriormente, Califórnia, Delaware, Massachusetts, Minnesota, Nebraska, Nevada, New York e Rhode Island – aprovaram tais leis.

      O Brasil não possui um conceito específico sobre o que seria uma ação estratégica contra a participação pública; muito menos um termo técnico e uma legislação específica abordando tal assunto.

      Entretanto – sem qualquer rigor científico – poderíamos conceituar como uma ação orquestrada e massificada contra uma mesma pessoa, grupo de pessoas e de profissionais ou instituição ; com a finalidade de silenciar a liberdade de expressão e impedir o ativismo .

      Ou seja, calar e imobilizar o demandado.

      Neste país embora inexista um termo técnico definido , tampouco conceito jurídico sobre tal procedimento , a pratica é antiga e rotineira; ganhou a denominação genérica nos meios forenses de Assédio Judicial.

      Podemos exemplificar mencionando o caso dos fieis da Igreja Universal do Reino de Deus que, instrumentalizados pela organização , ingressaram com centenas de ações , em diversos locais do Brasil , contra jornalistas . ( leia mais no Conjur )

      Mas a Universal não está sozinha, outro exemplo eloquente é o daquele deputado que ficou conhecido como Dono do Castelo.

      O deputado Edmar Moreira processou 15 jornais, sendo que apenas um deles foi demandado por 12 vezes.

      Também serve de exemplo a recente instrumentalização de centenas de policiais militares – instrumentalização promovida por entidades classistas – contra o jornalista Ricardo Boechat.

      E nessa esteira segue o Partido dos Trabalhadores; que agora deu para ameaçar com processos jornalistas e participantes de debates em blogs e redes sociais.

      Urge uma legislação específica com a finalidade de que o Poder Judiciário, ao receber petição inicial , representação ou queixa-crime , verificando indicativos dessa ação estratégica de amordaçamento, de plano possa colocar fim na pretensão do interessado – que jamais admitirá em juízo que a sua intenção era apenas censurar, intimidar ou silenciar seus críticos – responsabilizando autores e advogados com pesadas multas e penalidades.

      Verdadeiramente, os atos abusivos devem ser antecipadamente rechaçados pelo Juiz; independentemente do chamamento da parte contrária.

      Obviamente, com as cautelas e garantias legais para os autores de boa-fé..

      De se levar em conta que o autor desse verdadeiro assédio judicial não quer ver seu eventual direito reconhecido – aliás , que não possui – apenas busca impor gravames à parte contrária, tais como: contratação e pagamento de advogados, despesas com documentos , despesas com deslocamento para audiências.

      O autor típico da SLAPP, normalmente, não espera ganhar a ação judicial.

      Os objetivos do autor são direcionados a fazer com que o réu sucumba ao medo, a intimidação, ao montante de custos legais ou de simples cansaço; de forma que abandone as críticas ou ao ativismo.

      A SLAPP também pode intimidar a que outros deixem de participar do debate ou da defesa de uma causa de interesse coletivo.

      Em certa medida o Flit Paralisante foi objeto de um conjunto de procedimentos semelhantes a SLAPP, pois além das tentativas de silenciar o subscritor, sempre buscaram que leitores abandonassem a ativa participação neste blog.

      A SLAPP é muitas vezes precedida por uma notificação judicial ou extrajudicial no sentido de que o notificado faça ou deixe de fazer aquilo que o notificante entende como atentatório aos seus direitos; sob pena de – ameaça legal – de requerimento de inquéritos na Delegacia , processos criminais por crime contra a honra e indenizações por danos morais.

      Em outros casos a ameaça legal é precedida até por uma nota paga nos jornais ou uma lista negra, tal como fez ALBERTO CANTALICE , nomeando expressamente Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes, Diogo Mainardi, Lobão, Gentili, Marcelo Madureira entre outros menos votados , “como arautos do caos” e “propagadores do ódio”…que “diuturnamente lançam vitupérios, achincalhes e deboches contra os avanços do país visando desgastar o governo federal e a imagem do Brasil no exterior. Inimigos que são das políticas sociais, políticas essas que visam efetivamente uma maior integração entre todos os brasileiros pregam seu fim”…

      Típico prenuncio de uma SLAPP ou assédio judicial.

      Enfim, o sagrado direito de ação não pode ser transmudado em instrumento de censura.
      https://flitparalisante.wordpress.com/2014/06/19/por-uma-lei-anti-slapp-o-brasil-necessita-de-lei-contra-acoes-judiciais-intimidatorias-promovidas-por-organizacoes-partidos-politicos-agentes-e-personalidades-publicas/

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  5. Esses caras que ajudaram o bozo subir ao poder, chamavam o Lula de ditador e agora estão se ferrando justamente por criticarem o coiso. Aquela sherazade do SBT é outra. SS deu um belo pé na bund@ dela bem no dia do seu niver… kkk … chupa!

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