A POLÍCIA DE AVILÃ.

E quanto a anterior gestão do Deinter-6, além das humilhações a mim infligidas, me cabe dizer que assumiram os cargos nos tomando “por amadores” e coniventes com a criminalidade.Humilharam todos nós da Baixada…estou mentindo? Nos olhavam como se fossemos sócios do traficante NALDINHO, cuja prisão em nada diminuiu o tráfico e o consumo de drogas na baixada. E , jocosamente, referiam-se ao órgão como “República dos Investigadores”, mas o transformaram em republiqueta: a Avilã do Ravengar. Assinar ninguém assinará, entretanto a conversa era dinheiro pra campanha deste, daquele, pro Diretor daqui, para o Diretor de lá, também para o Corregedor do Detran, para o Divisionário do Detran; e por aí afora. Quem não pagou e não tinha corrida deu a vaga pra outro…não fosse o bastante monopolizaram a corrupção criando, “INFORMALMENTE” , Delegacias “especializadas”, como o GERCO e ROUBO DE CARGAS. Com a criação desses órgãos toda ocorrência de relevo era direcionada, esvaziando-se as atribuições da Delegacia Territorial. O Gerco fiscalizava postos de combustíveis, revendas de automóveis e supermercados. O resultado: corrupção. O setor de roubo de cargas não afundou na lama, apenas, em razão de ser chefiado por Delegados desta região; compromissados com a coletividade. O “apanha”( a cobrança ) de propina dos “bicheiros”, dos “maquineiros”, “bingueiros” e Ciretrans foi centralizado no Departamento. Gente muito voraz da Capital. Para piorar veio a mudança do Delegado Seccional, o atual com o apoio político local. Todavia, em relação ao critérios de escolha do investigar-chefe…os critérios são um tanto obscuros… Maiores detalhes darei aos poucos…para não prejudicar as investigações.

AS MENTIRAS DO DELEGADO DIRETOR( o princípio da presunção da inocência só respeita quando lhe interessa).

20/07/2005 – 19h50
Corregedoria afasta policiais ao achar maconha em delegacia de Cubatão
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da Folha Online

A Corregedoria da Polícia Civil afastou o delegado, três investigadores e o escrivão do 2ºDP de Cubatão (Baixada Santista) por denúncias de irregularidades. No local, foi encontrada uma porção de maconha debaixo de um sofá. A droga foi achada após um telefonema anônimo.

Segundo o delegado-titular da Deinter-6 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), Everardo Tanganelli, toda a equipe foi transferida para a delegacia seccional de Santos –os policiais irão assumir cargos em DPs diferentes.

De acordo com Tanganelli, existe a possibilidade de que a droga tenha sido colocada no local para prejudicar os policiais.

“Recebi uma ligação dizendo que havia drogas na delegacia. Achei estranho encontrarmos maconha exatamente no ponto que havia sido indicado. Mas, por causa disso, consideramos que era melhor afastar o pessoal. Agora a Corregedoria irá abrir inquérito para investigar melhor o caso”, disse.

O delegado também afirmou que todos os casos em aberto da delegacia serão reavaliados. “Iremos abrir todos os livros e analisar todos os papéis que constam no acervo no distrito.”

O CONTROLE EXTERNO É IMPRESCINDÍVEL E SÓ FORTALECERÁ A POLÍCIA

28/05/2007 – 19h38
Delegados da PF contestam controle externo de polícias

Brasília – O Ministério Público e a Polícia Federal estão em rota de colisão. A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) estuda mover ação de inconstitucionalidade contra a resolução, aprovada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), que prevê o controle externo da atividade policial por procuradores da República. “O MP usurpou poderes do Congresso e do Judiciário para se conceder uma prerrogativa que é específica da polícia, a de investigar crimes”, criticou o delegado Sandro Avelar, presidente da associação.

Para o dirigente, o controle externo da polícia está previsto na Constituição e é um instrumento democrático, mas a medida deve vir por projeto de lei, aprovado no Congresso, não por resolução de uma corporação, nem pode servir de pretexto para que MP avance sobre o poder investigatório, típico de policiais. “A medida é arbitrária e joga uma instituição contra a outra, provocando um conflito artificial justo no momento em que as duas vinham trabalhando em harmonia”, observou.

Institucionalmente, a Polícia Federal evitou comentar o assunto, até porque a extensão da resolução não está clara. “Não vi o texto e só vou me manifestar após ter clareza sobre como o MP se propõe a exercer sua prerrogativa de controle externo”, disse o diretor-geral da PF, Paulo Lacerda. Mas a medida deixou as entidades de representação dos policiais em alerta porque há uma antiga disputa entre as duas categorias sobre a quem compete o poder de investigar.

“Temo que se queira introduzir uma mordaça disfarçada para intimidar e limitar a atividade policial”, disse o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Vinício Wink. Para ele, a Constituição reserva ao MP a prerrogativa de participar da investigação e controlar a ação policial, mas não substitui procurador por policial. “O MP faz investigação seletiva, quero ver na hora de subir o morro e trocar bala com bandido”, exemplificou o dirigente.

Avelar, por sua vez, criticou também o que considera uma tentativa do MP de usurpar as funções da corregedoria da polícia. “A corregedoria da PF é séria, exemplar e não tem medo de cortar na carne”, disse o dirigente, referindo-se aos mais de 70 policiais punidos pela PF nos últimos três anos. Ele desafia outras instituições, inclusive o MP a mostrar se alguma pune seus maus agentes com tanto rigor como a PF.

O controle externo da atividade das polícias federal, civil, militar e legislativa pelo MP está prevista na Constituição, mas ainda não foi regulamentado. A decisão do CNMP estabeleceu normas para uniformizar o exercício desse controle pelos membros do MP onde já existe legislação e suprir a lacuna onde ainda não há regulamentação. O objetivo é suprir omissões, em respeito aos direitos e garantias dos cidadãos.

Conforme o MP, a Constituição impõe o controle externo a todas as funções típicas de estado, o que significaria a aplicação da fórmula jurídica, prevista no estado de direito democrático, dos freios e contrapesos, pelo qual uma instituição pondera, fiscaliza e pune os excessos da outra. O próprio MP é submetido ao controle externo do Judiciário, que por sua vez é controlado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Vannildo Mendes

A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL É MONOPÓLIO DO ESTADO;DEVENDO SER EFETIVADA PELOS DELEGADOS DE POLÍCIA, PELOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO E, NA DEPENDÊNCIA DE DISPOSIÇÃO LEGAL, ATÉ PELA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL.

D.P. , ou seja, despesas pessoais.

POLÍCIA

Corregedoria apura ligação de policiais com caça-níqueis
ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

A Corregedoria da Polícia Civil investiga possível esquema de corrupção que envolve donos de máquinas caça-níqueis e policiais de todo o Estado. A peça-chave do caso é o advogado Jamil Chokr, 34, internado desde sexta-feira após se envolver em um acidente de carro.
Especialista na defesa dos interesses de donos de bingos e de empresas que montam e distribuem caça-níqueis no país, Chokr, segundo PMs que o socorreram na sexta, transportava R$ 38 mil em dinheiro e placas usadas nas máquinas no porta-malas de seu Vectra blindado.
À polícia, Chokr disse que perdeu o controle do carro e bateu em um ônibus, na marginal Tietê, após ter sido seguido por um motoqueiro.
Após o acidente, Chokr operou o tornozelo e está internado, sob escolta policial.
Cerca de R$ 18 mil (dos R$ 38 mil apreendidos) estavam em 31 envelopes e, neles, haviam alguns números e, na seqüência, as letras “D” e “P”, o que levou os PMs a desconfiar que poderiam ser abreviações de distrito policial ou delegacia de polícia.

Autoridades

Após a apreensão do dinheiro, de alguns bilhetes com o nome de autoridades policiais e das peças para caça-níqueis, o delegado José Antonio Ayres de Araújo, da Corregedoria, disse que as letras poderiam significar “departamento pessoal” ou “despesa pessoal.”
Ontem, Chokr prestou dois depoimentos à Corregedoria. Um sobre a tentativa de assalto e o outro, sobre o dinheiro. Mas a polícia só divulgou informações sobre o suposto assalto. Segundo a assessoria da Secretaria da Segurança Pública, a delegada Cintia Maria Quaggio, responsável por apurar o envolvimento de policiais com o caso, “não teve tempo de ler o depoimento dele”.

ESTAMOS, CADA VEZ MAIS, TODOS CORRUPTOS.

30/05/2007 – 04h01
Suposta lista de propinas provoca guerra entre polícias

São Paulo – As cúpulas das Polícias Civil e Militar de São Paulo estão em pé de guerra por causa do vazamento de notícias sobre uma suposta lista de propinas paga a distritos policiais. A polêmica esquentou ontem (29), com a reação dos militares à acusação, feita pela Polícia Civil, de que um PM admitiu ter fraudado a suposta lista. O comandante da PM, coronel Roberto Diniz, ligou logo cedo para o secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, contrariado com a divulgação do episódio pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O chefe da Polícia Civil, Mário Jordão Toledo Leme, manteve pela manhã a versão de que a fraude era um fato grave: “Aquilo era coisa do policial (militar) envolvido na ocorrência.” (“sic”, absurdamente).

Na sexta-feira, PMs encontraram envelopes com R$ 27 mil no carro do advogado Jamil Chokr, que bateu num poste ao tentar fugir de um ladrão de motocicleta na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo. Chokr é ligado a empresas de caça-níqueis. Nos envelopes e numa lista à parte, estavam relacionados números que coincidem com os de DPs da capital.

Na noite de segunda-feira, três delegados de classe especial, posto mais alto da hierarquia da Polícia Civil, procuraram a reportagem. Queriam informar sobre a “confissão” de um policial militar, que admitiu ter “fraudado a lista”. Disseram que a Corregedoria da PM tinha detido o acusado. Na verdade, ele havia sido ouvido pela Corregedoria da Polícia Civil e liberado após o depoimento. As informações são de O Estado de S.Paulo

NÃO HÁ CORRUPTOS NA POLÍCIA CIVIL…apenas ingênuos e cegos.

Pensando melhor há apenas um corrupto: Eu.
Os demais Delegados…Todos impolutamente corretos. Não há propina para os Delegados de Polícia e investigadores encarregados de distritos. Delírios de gente ressentida e invejosa, assim como eu. O policial militar fraudou as listas…ou melhor fraudou os envelopes quando apôs em cada um deles os valores respectivamente neles encontrados. Transformaram o órgão numa quase organização criminosa.Todavia, estão esquecendo de um pequeno detalhe: não somos Senadores ou Deputados. Ficaremos sem salário e sem a propina; paguem para ver…Eu aposto.

OBRIGADO.

Em virtude da honrosa remoção no interesse do serviço para a cidade de HortolândiaDeinter-9 – deixo aqui os meus sinceros agradecimentos pelas palavras de conforto proferidas pelos amigos. Quanto ao que foi dito, ou melhor escrito, não tenho motivos para arrependimentos, salvo ,como anteriormente me manifestei, a involuntária ofensa a pessoas de bem, em face da generalização; e, também, pela leitura fora do debate em que os comentários foram proferidos. Verdadeiramente o nepotismo e o fisiologismo são marcantes na Seccional de Santos, agora beirando a imoralidade. Certo que ninguém admite e quando obrigados a fornecer explicações empregam o velho chavão: “ordens superiores”. Ninguém assume o que faz. Os comentários sempre os mesmos “fulano” colaborou com a campanha do candidato “Beltrano”, este parente daquele, casado com aquela que é filha do “ex”. Outro a filha namora com ciclano; assim vai. E assim irá até que um dia toda a Polícia desmoralizada não tenha para onde ir. Apurar e corrigir não se quer. A desculpa é de que não sobraria quase ninguém na Polícia Civil, caso a Corregedoria fosse bem aparelhada humana e materialmente para exercer o controle interno do órgão. Nós não fazemos; então o Ministério Público fará. Por outro aspecto é insuportável ouvir todos os dias que bons funcionários perdem cargos de chefia pelo fato de não concordarem em “pagar pela cadeira”, ou seja, o sistema ou determinado grupo de poder mercadeja a corrupção. Assim, pelo fato de ter pago pela cadeira, cobra-se do subordinado. Parece ser este o quadro atual: “quanto mais corrupto melhor”. Roube e divida com o seu chefe; será considerado excelente profissional e tratado como dileto amigo. Para os incomodados a porta da rua. Estou incomodado e inconformado verdadeiramente, pois não prestei concurso para órgão em que os cargos são loteados conforme os interesses pessoais de determinadas pessoas. Entretanto, muito mais que incomodado, só posso ter incomodado gente que não possui vergonha na cara. Não roubei…Não matei…Não cometi agressões físicas…Nunca fui denunciado criminalmente… E NÃO MENTI . A ordem continua a mesma da ditadura militar: simplificar as coisas pela eliminação dos opositores. ( Flit, 31 de maio de 2007

PERDÃO.

Em virtude dos comentários suscitados pela suposta ofensa irrogada no site da ADPESP, gostaria de informar aos colegas que as inferências feitas não são frutos de abstrações ou alucinações do signatário. Tem como sustentação a nossa realidade… a nossa experiência diária, além de um fato aqui, uma circunstância acolá e despretensiosos comentários de colegas e funcionários. Todavia, os Srs. devem ter observado existirem Delegados que possam assumir, e muito bem, a titularidade do município do Guarujá e da Ciretran do Cubatão; esta acumulada há mais de um ano pelos titulares do Município. Não fiz referência específica ao atual titular de Cubatão, que pegou o barco andando há pouco meses. Entretanto, há Delegado de 2a. Classe como mero plantonista naquele município e Delegados de 3ª classe que, com simples remanejamento local, poderiam assumir a Ciretran, passando a receber pelo comissionamento em classe superior. Não me digam da falaciosa regra de “quem pode o mais pode o menos”, pois se assim fosse 1ªs classe e classe especial deveriam figurar nos plantões. Também, não acredito que um colega antigo, bem estruturado funcional e economicamente, pretenda economizar o dinheiro do Estado, impedindo o comissionamento de um colega mais novo e necessitado de melhores vencimentos. A fonte de todo o mal no mundo e na Polícia é a mesma: querer apenas para si. Fonte, também, de todas as invejas e de todas as nossas desgraças. Não tenho nenhum, entre as centenas que carrego, dos dois defeitos. Gostem ou não dos meus atos, concordem ou não, os colegas são conhecedores da realidade e da conduta de alguns personagens que nos cercam. Com efeito, a relação de ter mencionado o investigador-chefe do Guarujá: Sr. HUGO DE PAIVA Jr., como investigador predileto do Dr. SPAGNA LAPORTE – deveu-se por ter aceitado e depois guindado o mencionado investigador às funções de encarregado da Ciretran de Cubatão. Todavia, certa feita ingressa na minha sala, dias depois de propalar irregularidade ocorrida na Ciretran, cuja publicidade nacional por pouco não me derruba da cadeira( não derrubou por que o Dr. ALBERTO CORAZZA foi um Diretor correto e justo), “com uns uísques a mais” me dizendo: pensam que eu sou homem do Dr. Spagna, não sou… trabalhei com cinco ex-diretores da Ciretran de Santos antes dele…. O Dr. Spagna é muito esquisito….além de dar geral nas minhas gavetas procurando dinheiro, rotineiramente – pasmem – vivia dizendo que “seria muito bom se a sua esposa morresse….fosse morta a caminho do trabalho, pois lhe daria muito lucro”. Após ,ouvir estarrecido tais comentários, não demorei a desligar o Sr. HUGO PAIVA; posto ter tomado as dores do colega SPAGNA LAPORTE… não acreditando numa só palavra do que ouvira. Errei? Tais fatos relatei, apenas, aos investigadores superiores do Sr. HUGO, quando da indagação acerca dos motivos do desligamento. Errei de novo: deveria ter posto no papel e remetido cópia para a esposa do colega, inclusive. Pois, de uma só vez fiz dois inimigos: o Sr. Hugo e o Dr. Spagna, desconhecia a intimidade dos dois. Estou divulgando calúnias? O tempo ….sempre o tempo….fez-me conhecer RAVENGAR. E bom exemplo de bruxaria em desfavor da Carreira e do órgão é o fato de há mais de dois meses freqüentar o curso para promoção para classe especial – embora esteja anos luz de poder concorrer a promoção – acumulando de fato a titularidade do município do Guarujá, embora formalmente o colega de Bertioga responda pelas duas cidades. O digno e querido colega de Bertioga, no ano passado, também completou o curso superior de polícia; entretanto, imediatamente, outro colega assumiu o seu claro, fazendo “jus” ao comissionamento. Qual a razão da vacância? Será a inutilidade do cargo de Titular de Município? Acredito que não. E o lastimável incidente envolvendo o citado investigador ao matar o carcereiro comprometeu a todos nós da Polícia Civil de Santos; disso resultando escândalo público, os comentários , as inferências fundadas na nossa ordinária experiência e, principalmente, informes que nos foram transmitidos por policiais e colegas. O Investigador matar Carcereiro nos esculhambou e avacalhou perante a opinião pública. Estou errado? Outro fato: as duas vacâncias estão prejudicando inúmeros Delegados impedidos de ascender. Eu sou um deles; e muito mais experiente que o Dr. Spagna, além de mais antigo na Carreira, embora mero 2a. classe. E certas coisas na vida e na Polícia….Vou me permitir absurda comparação…Estão para a realidade tal qual o Criador…Independentes de prova. E quanto a anterior gestão do Deinter-6, além das humilhações a mim infligidas, me cabe dizer que assumiram os cargos nos tomando “por amadores” e coniventes com a criminalidade.Humilharam todos nós da Baixada…estou mentindo? Jocosamente referiam-se ao órgão como “República dos Investigadores”, mas o transformaram em republiqueta: a Avilã do Ravengar. Assinar ninguém assinará, entretanto a conversa era dinheiro pra campanha deste, daquele, pro Diretor daqui, para o Diretor de lá, também para o Corregedor do Detran, para o Divisionário do Detran; e por aí afora. Quem não pagou e não tinha corrida deu a vaga pra outro. E há quem, absurdamente, fale mal do Sr. José Maria. Mas, eu nunca paguei nada, nunca me exigiram nada. Nem aqui, nem no Detran, em lugar algum. E , da mesma forma, naquela gestão do Dr. Corazza — o qual sempre inteligentemente para não atemorizar a população evitava delírios acerca do PCC e Ciª — houve eleições para Deputado, Governador e Presidente. Eu nunca poderei provar(ou poderei), mas vocês precisam de provas? E da anterior gestão para a do Dr. Waldomiro Bueno Filho, em apenas dois dias de gancho, já percebi grande diferença: não vi corriola de “capas desocupados” segurando as paredes do 2º andar. Por último: os policiais do Dr. Mestre são e foram muito decentes comigo… POLÍCIA maiúscula. Especialmente o chefe: Sr. Gregório, a ele e aos seus as minhas desculpas , pois quando se fala genericamente se acaba ofendendo pessoas de bem. A quem eu dever perdão pedirei humildemente. Ao restante…darei restos.

AO ANÔNIMO DE PAI ANÔNIMO: eu sempre exijo o meu osso; e devo ter repartido com você…tu me conhece.

Moleque Maravilhoso
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas e Paulo Coelho
Eu nunca cometo pequenos erros
Enquanto eu posso causar terremoto
E das tempestades já não tenho medo
Acordo mais cedo
Eu nunca me animo de ir ao trabalho
Eu sou o coringa de todo baralho
Sou carta marcada em jogo roubado
A morte ao meu lado
Eu sou o moleque maravilhoso
Num certo sentido o mais perigoso
Moleque da rua, moleque do mundo, moleque do espaço
Quebrando vidraças do velho Ricardo
Nesta vizinhança sou filho bastardo
Com o meu bodoque sempre no pescoço
Eu exijo meu, eu exijo meu, eu exijo meu osso
eu exijo meu osso
eu sou o moleque maravilhoso

DO ANONIMATO!

Meus amigos anônimos – sim amigos, pois demonstram certa intimidade; mesmo ursos empresto-lhes o tratamento de amigos – obrigado por seus comentários edificantes. Palavras construtivas vindas de pessoas da melhor qualidade. Da mesma espécie – se não os mesmos – daqueles que postaram as denúncias anônimas e “intrujaram as substâncias” na Unidade do Casqueiro. São todos honrados anônimos… filhos de pais anônimos. Sem hipocrisia meus caros: eu sou apenas aristotelicamente honesto! Não entenderam, um pouco de leitura não lhes fará mal. E tu “Leão” és verdadeiramente contra o “bicho” na Polícia, tanto que fica com quase tudo no teu bolso. És da panela que não quer dividir com os irmãos. E tu “Papagaio de Pirata” não escreva bobagem: eu não brigo com Delegado, com Promotor; com ninguém. Eu brigo com gente como você que se acha muito esperta e com o direito de me atropelar. Apenas com quem cospe na minha cara, pisa nos meus calos e mete a mão no meu bolso. E sede de poder…Amigo anônimo tu que és o louco, a minha sede é por dignidade , independência e orgulho de ser como sou…Honra! Se eu quisesse poder e dinheiro seria como tu: servil…um ser vil. Nunca quis ser herói de nada e ninguém, tampouco bom rapaz. Aqui mocinho é quem vai pra cadeia ou morre. O que está me matando é o convívio com tantos valentes, mas bastou umas palavrinhas assinadas e ficaram todos tremendo…Medo, qual a razão? Se eu sou baixinho. Ou tremem por sadismo querendo a desgraça alheia. Desejo melhor sorte para os seus filhos; que eles não sejam filhos de pais anônimos, tal qual os amigos. Vocês registraram suas crianças? E para o amigo que falou do advogado (ex-investigador) que possui Audi, respondo: se ele pagou ao canalha foi muito idiota…trabalhou no meu escritório; se eu fosse de acertamentos falaria diretamente comigo. Mas sabem como é uma vez tira desonesto , sempre desonesto… e sempre querendo fazer o alheio de trouxa; os clientes, inclusive. E se um dia eu vier a fazer concerto com matador, tenha a certeza, será com o teu; talvez eu ainda tire algum do bolso como prêmio por poupar o mundo da tua presença: lixo anônimo. E tu sabe do valor. Sabe também que eu não levei nenhum. Quanto foi a tua parte? E “vagabundo anônimo” quando olhar pra tua prole lembre-se de mim, mas acho melhor que não dê teu nome…Antes ser filho de pai desconhecido, do que ter como pai alguém da tua laia. Em tempo: rotineiramente bisbilhotem este blog, prometo boas surpresas.

CRÔNICA: AMOR PELA CADEIRA? 1

por robertocguerra em 17/05/2007 às 17:52
Não é amor pela cadeira, muito menos pela carreira… É amor pelos 1530 limpinhos que os respectivos chefes de investigadores providenciam religiosamente. Não fosse isso a maioria já estaria encostada em suas confortáveis poltronas residenciais, em vez de incrustada nas titularidades em geral. Se bem que, policialmente falando, a maior parte sempre foi do encosto… Encosto no sofá…No balcão…Nos subalternos…Nas bolas dos superiores…E um encosto na vida dos colegas sérios e competentes, os quais deixam para trás rapidinho.Pois quem trabalha não tem tempo para roubar e fazer politicalha. Gostaria de lembrar o nome de um colega que por volta de 1998, distribuiu um manifesto acerca da venda da Carreira, em face das promoções imerecidas, alertando para os efeitos deletérios em curto prazo. Quem lembrar e buscar cópia favor publicar… eu não encontro o documento. Sempre assim… quando quero não acho; só não procuro dinheiro já que não tenho guardado em lugar algum…rsss. O amor a cadeira é tanto que a Seccional de Santos se acha esculhambada; todos aqui se dizem afilhados do Coronel Erasmo Dias ou de familiares do Mário Covas; além de familiares de deputado recentemente eleito. Então fazem aquilo que bem entendem: titular do Guarujá acumula o município com o Curso Superior de Polícia… nesse ínterim seu tira favorito bêbado – que foi, por pouco tempo, meu encarregado em CIRETRAN – mata carcereiro. Pouco antes o titular vindo da Academia estava despachando em botequim na companhia do “chefe de confiança”. E falo do Dr. Spagna Laporte sem nenhum rancor pessoal. Está acumulando o Curso para classe especial e a sede do Guarujá com o consentimento de outrem… como sou um sujeitinho pérfido… vislumbro, também, o acúmulo de dinheiro. O Guarujá “é boca rica”. Aqui nada é de graça; é a regra… às exceções, desde já, o meu perdão. Ou será que o Curso Superior de Polícia foi tão avacalhado que não há necessidade de dedicação exclusiva por cerca de oito meses… O meu perdão aos cegos, inclusive. Em Cubatão o Titular do Município acumula a CIRETRAN… coisa impensável e abominável anos atrás. Mas implementada sob a batuta do Dr. Tanganelli…autoridade muito rigorosa: com os “zezinhos” como eu. Deve ter quase dois metros, mas não me chamou para dizer na minha cara “que eu chefiava uma quadrilha”. Quadrilha esse Senhor trouxe e deixou por cá; e depois, ainda, levou gente boa para o Denarc…levando parcela do seu lixo também. Gente séria… muito profissional “em merchandising”. E, especialmente, na concussão via GERCO. Dirão: despeitado filho de uma puta e cagüeta… Se fosse, ainda sim, seria natural da minha parte. Pois se é para roubar: a todos a parte que lhes é devida. As minhas razões não importam, interessam os fatos. Não querem greve e muito menos “o chio”. E, menos ainda, que se desmontem os grandes esquemas de corrupção. Assim, acabam com o Fórum mentindo desavergonhadamente. E velho mentiroso e sem vergonha é o fim da picada…digo velhos….a palavra idoso emprego para gente respeitável. E Santos é sede de Departamento… presumindo-se seguir o uso e costume da DGP, posto a legislação não seja obedecida. Assim, posso acreditar não ser diferente noutros Departamentos. O Senhor Governador deveria conhecer a Polícia, ou então deixar o seu suposto projeto de chegar a Presidência para outra encarnação. E como há diletantes nesta Carreira… Trabalhando por amor….Por espírito público….Gente rica….Empresários bem sucedidos….Herdeiros….herdeiros de Delegados. Mas qual o tipo de Delegado que deixa fortuna para os filhos? Podem me fornecer a receita?

ESTAMOS TODOS CORRUPTOS

Os colegas, preliminarmente, antes de outras providências (GREVE) buscando-se a valorização salarial e funcional, deverão, salvo melhores e abalizados entendimentos, efetuar o levantamento de todas as irregularidades e crimes funcionais envolvendo policiais e autoridades da respectiva Unidade, Secional e Departamento. Faremos AUTÓPSIA DA CORRUPÇÃO. Apurando-se os policiais que apenas fazem a recolha das propinas, de regra aqueles encostados nas chefias e assistências. Verificando-se, também, aqueles apadrinhados por políticos desonestos, etc. Cuidando-se para não se tomar uma indicação legítima por aquelas fundadas apenas no nepotismo e fisiologismo. Há as indicações políticas fundadas na justiça, ou seja, a pessoa certa no local certo, especialmente no interior do Estado. Deverão efetuar o levantamento, buscando informes junto de pessoas confiáveis, os valores das propinas eventualmente oferecidas pelas chefias das Unidades, a forma e o local da recolha, em que Delegacia ou lugar confeccionam os envelopes – caso as propinas sejam distribuídas em envelopes. Atentando-se que a divisão é feita pelas chefias, os corruptores fazem remessa da totalidade da prestação em dinheiro acertada nos recônditos. Dentro do órgão é feita à divisão cabível para o departamento, secional, município e distrito – em ordem decrescente é claro. Há também as fontes peculiares à cada Unidade. Os apadrinhados políticos recebem, rotineiramente, visitas de assessores que coletam o dinheiro para o detentor de mandato ou cargo na administração superior. As datas onde é efetuado o envelopamento e local em que é feito: Unidade, escritório, outros. Deverão coletar o mais precisamente possível o quanto cada titular recebe, todos os assistentes, seccional e diretor, claro desde que trabalhem em regiões e com superiores corruptos. O inimigo é o sistema, não as pessoas. As eventuais denúncias serão formuladas sem indicação dos nomes, visando apenas demonstrar como a corrupção afeta as nossas pretensões salariais e como ela é operada sistemática e organizadamente, também como os mais novos acabam tentados a aderir ao “envelopinho limpo” da chefia. Os diretores de Ciretran podem fazer levantamentos dos veículos de propriedade dos corruptos e familiares. Verificando-se a existência de veículos com “queixa”, possível indício de estelionato contra seguradora. Prática comum entre tais policiais. Existindo colaborador de confiança filmar e fotografar as atividades. Efetuar o levantamento do número de banqueiros e pontos de apostas, os exploradores das máquinas caça-níqueis, as quantidades de máquinas, bingos, cassinos e prostíbulos na circunscrição. Para a jogatina eletrônica há os providenciais laudos da “polícia científica”. Os desvios de verbas, de combustível, inclusive. O emprego irregular das viaturas descaracterizadas. O padrão de vida desproporcionalmente elevado de autoridades e policiais, os sinais exteriores de riquezas; veículos, embarcações, propriedades rurais, casas de praia e de campo. Além de outras informações que os colegas entenderem pertinentes, como promoções adquiridas mediante pagamento para deputados ou superiores. Todo o material deverá ser coletado até para instrução de CPI, remetendo-se, se necessário, para os partidos de oposição: no caso o PT, em face de o PSDB governar desde 1995. E neste período observar-se o recrudescimento da corrupção, principalmente de 2001 até dezembro de 2006. Posto, ainda, ser intempestivo falar-se em desfavor da atual gestão. Coletar todas as informações publicadas em desfavor dos ocupantes dos escalões superiores da Polícia, da mais remota a mais atual. Lembrando-se que o futuro do colega pode depender da quantidade de informes que dispuser. Outrossim, na Polícia todos foram responsáveis pela corrupção que se instalou: quem não põe o dinheiro no bolso, finge que não vê e negam a existência, Todos: do auxiliar de necropsia ao Governador. Todavia, não será necessário caminhar mais do que cem metros de uma Unidade, nas maiores cidades, para se deparar com um “estabelecimento criminoso”, sejam de jogos, tráfico, pirataria e desmanches etc. ESTAMOS TODOS CORRUPTOS

A GÊNESE DA COVARDIA E DA CORRUPÇÃO – A DITADURA E A DESTRUIÇÃO DO PERFIL FUNCIONAL DO DELEGADO DE POLÍCIA. 5

Entre 1964 e 1984, a ditadura destruiu a economia, institucionalizou a corrupção e fez da tortura e da execução sumária, práticas políticas. Envileceu os órgãos policiais e, principalmente, destruiu o perfil do Delegado de Polícia, até então, mais que um cargo policial: verdadeira Instituição. Não encontrando o apoio das autoridades Paulistas – elite moral e intelectual, ainda que conservadora, as quais veementemente repudiaram a criminosa perseguição de cunho ideológico, enredada pelos militares e colaboradores – aniquilaram a hierarquia mediante a nomeação, pura e simples, de homens descompromissados com os princípios do direito e justiça. Homens motivados por interesses e ambições pessoais inconfessáveis; de fácil manobra e totalmente subserviente ao grupo de poder. A quantidade dos cargos foi multiplicada; tornando a carreira heterogênea, caldeando-se humanistas com bestas, letrados com ignaros, vez que, após o golpe, pulularam as faculdades virtuais(cursos final de semana). O Delegado de Polícia de São Paulo, de elevado padrão moral e profissional, após o golpe militar foi transformado num pigmeu. Aos tronos da carreira foram guindados aquilo que de pior existia noutros quadros(guarda civil, polícia marítima, investigadores corruptos e truculentos). A “elite” policial, os mais comprometidos com a perseguição ideológica, ocupou os quadros e instalações do DEOPS, órgão que – além do prestígio político – pelas atribuições administrativas acometidas: polícia de estrangeiros, emissão de passaportes, fiscalização de navios, etc., passou a captar vantagens ilícitas. Paradoxalmente, até o golpe militar, o DEOPS era o órgão defensor da economia popular; detestado, principalmente, pelo empresariado desonesto, pelos monopólios agropecuários e pelos especuladores imobiliários(locadores de imóveis). Neste ponto da história policial o Delegado se prostrou estereotipado: “bêbados truculentos” ou “filhotes da ditadura, bem nascidos, mas intelectualmente despreparados”. O Delegado de Polícia Judiciária foi banido, dando lugar ao Delegado do governo: personificado como o operacional, o polícia de rua, bom de tiro e de “porrada”. Destes como ícone maior um mero “guarda civil truculento”, para o qual os militares deram título e poderes de autoridade policial. Desqualificados e desequilibrados, ávidos por poder e riqueza, destruíram vidas e mancharam a tradição legalista dos Delegados de carreira. A seleção para provimento dos cargos invertida: primeiramente nomeava-se na condição de Delegado de Polícia substituto; depois de dois anos, aqueles que quisessem submetiam-se às provas para efetivação na Carreira. Muitos, exercendo a função por “status” ou segundo emprego, nunca se submeteram às provas; aposentando-se, ao final, na 4ª classe, com todas as vantagens asseguradas. A formação intelectual, de 1966 a 1982, praticamente foi suprimida… um entrave, vez que o bom Delegado não podia pensar. Dos selecionados se exigia a interpretação estrita da legislação penal – rejeitando-se interpretações doutrinárias, jurisprudenciais e, especialmente, a pessoal consciência jurídica do candidato, requisitos para doutos – vedados para policiais submetidos ao comando militar. Aqueles que não contribuíram para a configuração da ideologia que o golpe aplicou, ministrando a tortura e ignorando totalmente os direitos humanos, foram perseguidos e funcionalmente postos de lado. Muitos heróis, espontaneamente, sepultaram suas carreiras, mantendo-se firmes quanto ao ideal de reprimir crimes, nunca pessoas e ideias. A maioria, entretanto, mesmo sem colocar a mão na sujeira, foi omissa: “meros subscritores de ordens de recolha”(prisões para averiguações, tolerada mediante distorcida interpretação da constituição) e dos autos e documentos produzidos pelos cartórios e pela “tiragem”. Os “contínuos e tiras engravatados” passaram a dirigentes da nova Polícia Civil; e transformando-se o Delegado de Polícia autêntico em figurante “para inglês ver”, o órgão acabou estruturalmente corrompido. Posto isto, ainda que sinteticamente, os Delegados de Polícia mais jovens – na instituição e na carreira de 1988 até a presente data, ainda que movidos por uma revolta contra a desvalorização funcional, realimentada por políticas governamentais – permanecem alheios ou indiferentes às causas determinantes do desprestígio do cargo, muito maior neste do que em outros Estados. No estado de São Paulo, parcela dos Delegados de Polícia, especialmente a maioria dos ocupantes das classes finais e funções de comando, ingressaram durante ou ao final da ditadura militar – antes de l985 – conservando-se naquele cercadinho intelectual; cujo imperativo é a auto preservação. Ainda há ranço do militarismo na Carreira e, muito, poderoso. Provavelmente estes remanescentes, muitos apenas por inconsciente cultura conservadora, sejam o maior obstáculo para que os mais novos reconquistem o perfil e reconhecimento legal como operadores do direito . As esperanças da grande maioria das autoridades estão voltadas para o Governador José Serra , político de formação humanista.