TROPA DE ELITE – “ÓSCAR DA VERDADE"


Ainda não li uma linha sequer sobre o filme Tropa de Elite.

Não sei se a comercialização de cópias piratas, e disponibilização pela Internet,
resulta de crime ou se faz parte de uma grande campanha de marketing.

Uma pré-realização; “made in tabajara” e vendida em qualquer “silvio-santos” por R$2,00(dois reais), aqui na baixada santista.

Também, pouco me interessarão as manifestações das autoridades do Estado do
Rio de Janeiro.
E nada sei acerca dos critérios para recrutamento e sobre os métodos de treinamento do BOPE – BATALHÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS ESPECIAIS.
Importa, para mim, a verdade revelada pela obra.
A polícia é formada pela elite da escória.
Nossa missão é manter a escória, da qual somos membros, numa distância segura da elite econômica.

E todas as polícias brasileiras são empresas.

Estão muito longe daquilo que poderíamos chamar de Instituição, ou seja, um instrumento da coletividade para manutenção e defesa dos direitos e garantias da pessoa humana.

“O policial ou se omite, ou se corrompe ou vai pra guerra.”
O BOPE – dentro da organização policial – é apenas um pano de chão úmido.

A torneira não se conserta.

Deixando-se a água pingar; e para não molhar todo o chão se usa o pano.
A “burguesia fede”, fuma e cheira.
E o “Papa continua Pop”(com a proteção do BOP).
Para aliviar a culpa se faz caridade e serviços em ONGs.
Só protestam quando a desgraça vem bater na sua porta; cobrando-lhe pela omissão e participação nos lucros do sistema.
A violência é ouro.
“As polícias são organizações corruptas, constituídas por corruptos, chefiadas por corruptos protegidos e escolhidos por políticos corruptos.
Os honestos são mera figuração”.
(investigador M. G.)
Um entrave, não fosse o papel de “verniz” da credibilidade.
A expressão “na polícia quem trabalha direito sempre se fode de um jeito ou de outro” não é mero enredo.
É uma das “máximas” policiais.

Verdadeiro axioma, deduzido através daquele velho: “ honesto só se fode”.
Outras verdades: “sem a corrupção a polícia pára” , “primeiro se rouba pra polícia” e ” quem rouba pra polícia depois acaba roubando pra levar pra casa”.
“Na Polícia o sistema protege os corruptos.”
E a inteligente passagem demonstrando que “estatística policial não passa de numerologia”.
E reveladora a cena da negociação envolvendo comandantes e político.

A compra de promoção para “aquisição” de mais um batalhão.

O diálogo: quanto vai render?
Dirão que é ficção, mas não é ficção.
Muitas promoções são compradas.
Querem um indício?
Para o maior posto, tanto na polícia civil quanto na polícia militar, promoção “apenas por merecimento”.
Mas que “merecimento”.
O mérito da indicação interna ou externa.
Sob o compromisso de fidelidade ao sistema.
E quando não se paga com dinheiro, se paga com subserviência.
E as polícias são idênticas: civil, militar e federal.
Assistam ao filme nas salas de cinema.
A produção merece dos policiais a maior bilheteria da história cinematográfica brasileira.
Não existe mistificação; não faz proselitismo ao banditismo, tampouco a violência policial.
Mostra a realidade como ela é.
Uma sociedade corrupta que se deixa governar por corruptos e incompetentes.
E para a moçada chegada num “baseado” e numa “carreira”, os qualificativos “veados” e “vagabundas” é elogio.
São conscientes genocidas.
Não são vítimas.

São parceiros dos traficantes.

O Tropa de Elite merece um prêmio Oscar.

Uma obra- prima da verdade.
E apesar dos pesares todas as Polícias do Brasil são merecedoras de todas as honrarias.

Parcela dos seus componentes faz muito mais do que podem.
Melhor: estão fazendo mais do que deveriam fazer.
São a elite da escória.

A única elite.

E salvo as crianças, tudo mais não passa de escória.

“Chegou a Tropa de elite, osso duro de roer
Pega um, pega geral, também vai pegar você!
Tropa de elite, osso duro de roer
Pega um, pega geral e também vai pegar você!
Tropa de elite, osso duro de roer
Pega um, pega geral, também vai pegar você!
Tropa de elite, osso duro de roer

Pega um, pega geral e também vai pegar você!”

Estava o Guerra no seu lugar Resposta

Parece uma música que meu filho gosta:
Avó a bordar…..
Estava a avó a bordar….. veio a mosca lhe cutucar….
A mosca na avó, a avó a bordar…….
Estava a mosca em seu lugar……..
veio a aranha lhe cutucar…
A aranha na mosca, a mosca na avó, a avó a bordar…..
Estava a aranha no seu lugar, veio o rato lhe cutucar…..
O rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na avó, a avó a bordar……
Estava o Guerra no seu lugar, veio o Big lhe cutucar…….
O Big no Guerra, o Guerra no Tanga, o Tanga no Corazza…..
e a PC a rodar….
Brincadeira hein !!!! (AN)

(gostei da brincadeira , merece profunda reflexão)

Mudança da Polícia Civil Resposta

14/09/07 – Mudança da Polícia Civil

14/09/2007 às 11:17 por
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
Decretos de 13-9-2007
Dispensando:
Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente;
Kleber Antonio Torquato Altale, RG 8.738.560, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 9 – Deinter 9, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente;
Marco Antonio Desgualdo, RG 3.893.141, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente;
Nelson Silveira Guimarães, RG 3.502.944, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo – Demacro, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” rrespondente;
Massilon José Bernardes Filho, RG 3.396.466, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil – Dipol, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente.Designando:
nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa:
Carlos José Paschoal de Toledo, RG 11.673.737, vaga em decorrência da dispensa de Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Qua dro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 9 – Deinter 9 Piracicaba: José Carneiro de Campos Rolim Neto, RG 7.673.418, vaga em decorrência da dispensa de Kleber Antonio Torquato Altale, RG 8.738.560; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade
com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”: Tabajara Novazzi Pinto, RG 4.275.640, vaga em decorrência da dispensa de Marco Antonio Desgualdo, RG 3.893.141; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo – Demacro: Elson Alexandre Sayão, RG 5.535.522, vaga em decorrência da dispensa de Nelson Silveira Guimarães, RG 3.502.944; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro
da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Inteligência da Polícia Civil: Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295, vaga em decorrência da dispensa de Massilon José Bernardes Filho, RG 3.396.466, ficando dispensado da função que exercia de Delegado de Polícia Diretor do Departamento de
Homicídios e Proteção à Pessoa, e em conseqüência cessado o “pro-labore” correspondente; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade
com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Inteligência da Polícia Civil: Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295, vaga em decorrência da dispensa de Massilon José Bernardes Filho, RG 3.396.466; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 2 – Deinter 2 – Campinas: Kleber Antonio Torquato Altale, RG 8.738.560, vaga em decorrência da dispensa de Paulo Afonso Bicudo, RG 3.001.004 (D.O. 13-9-2007). nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Identificação e Registros Diversos: Pedro Herbella Fernandes, RG 2.437.620, vaga em decorrência da dispensa de Maurício José Lemos Freire

FAMOSO JORNALISTA E POLÍTICO É EXECUTADO EM SÃO VICENTE

Jornalista é executado no interior paulista
SÃO PAULO –

O jornalista e ex-vereador de São Vicente, no litoral sul de São Paulo, Ricardo Gonçalves Rocha, de 72 anos, foi morto com três tiros à queima-roupa – dois no tórax e um no pescoço – na manhã de ontem(30 de março de 2005), a poucos metros de sua casa, na Praia do Gonzaguinha. Rochinha, como é conhecido, dirigia seu carro quando foi alvejado por um motoqueiro. O jornalista passava por aquela rua todos os dias, no mesmo horário, a caminho do Jornal Vicentino, onde era diretor-presidente.
Segundo o delegado Niêmer Nunes Júnior, a vítima foi executada. “Foi um homicídio. A tese de latrocínio está descartada, já que todos os pertences dele, como relógio e carteira foram encontrados dentro do veículo”, explicou o delegado. “Por ser uma figura polêmica na cidade, nem todos gostavam dele. Temos de apurar com calma para descobrir quem o matou e com que motivação.”
Nunes Júnior disse que seria precipitado afirmar que o crime teve motivação política. “Mas é certo que quem o matou estava determinado a fazê-lo.” Rochinha teve dois mandatos de vereador em São Vicente, entre as décadas de 50 e 60. Seu filho, Roberto Rocha, cumpre seu sexto mandato como vereador e é o atual líder do prefeito Tércio Garcia na Câmara.
Em outubro de 2003, Rochinha foi preso por tentativa de homicídio. Ele feriu com um canivete Domingos Raimundo da Paz, o Mingão, durante a inauguração da sede do PMDB em Santos. Mingão é dono do jornal Clarim, que também é distribuído em São Vicente.
Antes do fato, os donos dos dois jornais rivais utilizavam, um contra o outro, as edições com propósito provocador. Rochinha ficou preso por pouco tempo. Após ter uma crise de hipertensão na cela, teve de ser hospitalizado.

Apenas para lembrar faz três anos e meio o brutal homicídio. A ilustre autoridade que iniciou as investigações – hoje na DIG de Santos – deveria demonstrar o seu talento e competência esclarecendo os motivos e a autoria do crime. O problema será o Delegado vir descobrir que a execução se deu a mando de um dos seus “irmãos ou padrinhos”, pois no caso em questão tudo e todos são suspeitos. E desde o início seria um crime para ser investigado pela DIG ou até pelo DHPP, mas o também falecido Seccional de Santos – suposto suicídio três meses depois – parece que primeiro “esperaria a poeira baixar”; e só depois avocaria e remeteria as investigações para o mais longe possível do palco dos acontecimentos. Assim, a tentativa de homicídio do Prefeito Clermont Castor de Cubatão e o homicídio do Jornalista Ricardo G. Rocha foram para o rol dos insolúveis.

Quaisquer informes, especialmente em relação ao Senhor Rochinha, garanto total sigilo da fonte.

E SEGUE UMA PISTA:
“Dr. Guerra…. O Sr. Wilson, conhecido por “gordo” e também por “rocambole” no meio policial, também mantém uma milícia armada em escolta de dinheiro na Viação Piracicabana composta por policias de Praia Grande. Quando da reforma das viaturas do GOE, consta que foi êle quem pagou, e nessa época, circulou entre seus “funcionários” lá pela Praia Grande, que êle conseguiu aumentar em 50% a grana arrecadada para o Deinter. O conhecí quando trabalhei em um D.P. de Santos; êle deixa bem claro…. -Sou afiliado do Michel Temer, Presidente Nacional do PMDB.Quanto à Viação, consta que êle recebe por hora trabalhada de cada policial uma quantia exorbitante, pagando apenas R$ 7,00; êle tira o dele e o resto vai para o caixa do PMDB da região. Ocorre que êle tb é o responsável por alimentar o caixa do diretório do PMDB na Baixada Santista, onde diretores do Grupo Áurea, são políticos já eleitos e estão Brasília. A coisa é realmente enorme. Cada região deste país tem um “Gordo” para alimentar a sede de poder desses caras.Um abraço.Por favor não tenho forças para suportar uma retaliação por conta dessas informações. Mantenha-me em sigilo”.

E a existência de milícia composta por policiais, ex-policiais , gansos e simpatizantes nunca foi nenhuma novidade. A mais notória foi criada e estabelecida em São Vicente na década de 70; sendo a ramificação local do ESQUADRÃO DA MORTE da Capital. Foi muito atuante até o meado da década de 90, quando o grupo Viação Santos-São Vicente trocou de mãos. A maioria dos policiais que se envolveram nas atividades do grupo Viação acabou muito mal. E a grande parte dos desaparecimentos e execuções de pessoas na Baixada Santista foram praticadas por integrantes dessa milícia. Atualmente, os mantenedores remanescentes do referido esquadrão da morte se dedicam a prestação de serviços junto ao Poder Público.
Absurdamente quem era Malufista roxo se converteu ao Marxismo; prestando serviços ao PT, inclusive.
E onde se encontrar um petista dessa espécie – convertido por interesses inconfessáveis – serão encontradas todas as modalidades de fraudes na Administração Pública e, obviamente, “assassinatos por encomenda” para calar o denunciante. Outro ponto em comum: empresas de ônibus “versus” perueiros “versus” o interesse público.

AS MILÍCIAS DA BAIXADA SANTISTA Resposta

“Dr. Guerra….

O Sr. Wilson, conhecido por “gordo” e também por “rocambole” no meio policial, também mantém uma milícia armada em escolta de dinheiro na Viação Piracicabana composta por policias de Praia Grande.

Quando da reforma das viaturas do GOE, consta que foi êle quem pagou, e nessa época, circulou entre seus “funcionários” lá pela Praia Grande, que êle conseguiu aumentar em 50% a grana a arrecadada para o Deinter.

Quanto à Viação, consta que êle recebe por hora trabalhada de cada policial uma quantia exorbitante, pagando apenas R$ 7,00.”

A existência de milícia compostas por policiais, ex-policiais , gansos e simpatizantes nunca foi nenhuma novidade. A mais atuante foi criada e estabelecida em São Vicente na década de 70; sendo a ramificação local do ESQUADRÃO DA MORTE da Capital.

Foi muito atuante até o meado da década de 90, quando o grupo Viação Santos-São Vicente trocou de mãos.

A maioria dos policiais que se envolveram nas atividades do grupo Viação acabou muito mal.

E a grande parte dos desaparecimentos e execuções de pessoas na Baixada Santista foram praticadas por integrantes dessa milícia.

 

 

CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA (INDEPENDÊNCIA PARA A CORREGEDORIA OU MORTE)

Os colegas, preliminarmente, antes de outras providências buscando-se a valorização salarial e funcional, deverão, salvo melhores e abalizados entendimentos, efetuar o levantamento de todas as irregularidades e crimes funcionais envolvendo policiais e autoridades da respectiva Unidade, Secional e Departamento. Faremos AUTÓPSIA DA CORRUPÇÃO. Apurando-se os policiais que apenas fazem a recolha das propinas, de regra aqueles encostados nas chefias e assistências. Verificando-se, também, aqueles apadrinhados por políticos desonestos, etc. Cuidando-se para não se tomar uma indicação legítima por aquelas fundadas apenas no nepotismo e fisiologismo. Há as indicações políticas fundadas na justiça, ou seja, a pessoa certa no local certo, especialmente no interior do Estado. Deverão efetuar o levantamento, buscando informes junto de pessoas confiáveis, os valores das propinas eventualmente oferecidas pelas chefias das Unidades, a forma e o local da recolha, em que Delegacia ou lugar confeccionam os envelopes – caso as propinas sejam distribuídas em envelopes. Atentando-se que a divisão é feita pelas chefias, os corruptores fazem remessa da totalidade da prestação em dinheiro acertada nos recônditos. Dentro do órgão é feita à divisão cabível para o departamento, secional, município e distrito – em ordem decrescente é claro. Há também as fontes peculiares à cada Unidade. Os apadrinhados políticos recebem, rotineiramente, visitas de assessores que coletam o dinheiro para o detentor de mandato ou cargo na administração superior. As datas onde é efetuado o envelopamento e local em que é feito: Unidade, escritório, outros. Deverão coletar o mais precisamente possível o quanto cada titular recebe, todos os assistentes, seccional e diretor, claro desde que trabalhem em regiões e com superiores corruptos. O inimigo é o sistema, não as pessoas. As eventuais denúncias serão formuladas sem indicação dos nomes, visando apenas demonstrar como a corrupção afeta as nossas pretensões salariais e como ela é operada sistemática e organizadamente, também como os mais novos acabam tentados a aderir ao “envelopinho limpo” da chefia. Os diretores de Ciretran podem fazer levantamentos dos veículos de propriedade dos corruptos e familiares. Verificando-se a existência de veículos com “queixa”, possível indício de estelionato contra seguradora. Prática comum entre tais policiais. Existindo colaborador de confiança filmar e fotografar as atividades. Efetuar o levantamento do número de banqueiros e pontos de apostas, os exploradores das máquinas caça-níqueis, as quantidades de máquinas, bingos, cassinos e prostíbulos na circunscrição. Para a jogatina eletrônica há os providenciais laudos da “polícia científica”. Os desvios de verbas, de combustível, inclusive. O emprego irregular das viaturas descaracterizadas. O padrão de vida desproporcionalmente elevado de autoridades e policiais, os sinais exteriores de riquezas; veículos, embarcações, propriedades rurais, casas de praia e de campo. Além de outras informações que os colegas entenderem pertinentes, como promoções adquiridas mediante pagamento para deputados ou superiores. Todo o material deverá ser coletado até para instrução de CPI, remetendo-se, se necessário, para os partidos de oposição: no caso o PT, em face de o PSDB governar desde 1995. E neste período observar-se o recrudescimento da corrupção, principalmente de 2001 até dezembro de 2006. Posto, ainda, ser intempestivo falar-se em desfavor da atual gestão. Coletar todas as informações publicadas em desfavor dos ocupantes dos escalões superiores da Polícia, da mais remota a mais atual. Lembrando-se que o futuro do colega pode depender da quantidade de informes que dispuser. Outrossim, na Polícia todos foram responsáveis pela corrupção que se instalou: quem não põe o dinheiro no bolso, finge que não vê e negam a existência, Todos: do auxiliar de necropsia ao Governador. Todavia, não será necessário caminhar mais do que cem metros de uma Unidade, nas maiores cidades, para se deparar com um “estabelecimento criminoso”, sejam de jogos, tráfico, pirataria e desmanches etc. ESTAMOS TODOS CORRUPTOS.(no site da Adpesp no dia 1 de abril de 2004 – mas não era mentira).

A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE !

A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE !
29/09/2006

O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, “explicáveis” demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece.
Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe.

Arnaudo Jabour a respeito do mensalão, também aplicável a tudo mais nesta terra: da ANAC a RENAN; de FHC a LULA.

E NO CASO DA POLÍCIA – O DEINTER-6 – DE SANTOS.
A corrupção do seu Diretor e do Seccional!
Ser sogro de Deputado Estadual deve dar direito ao enriquecimento ilícito.

NINGUÉM SABIA DE NADA – NUNCA OUVIRAM FALAR DE PROPRINA NA POLÍCIA CIVIL

TOCA PAU, MEU AMIGO ! NADA DE INJUSTIÇAS !
CASSINO FUNCIONANDO E O DIRETOR E O SECCIONAL NÃO SABIAM ?
60 MÁQUINAS APREENDIDAS E A VERGONHA DO GAERCO TER QUE CHAMAR A PM PORQUE SE AVISA A CIVIL ERA CAGUETAGEM NA CERTA !
MANDA VER !

JORNAL A TRIBUNA
Sexta-Feira, 14 de Setembro de 2007, 07:08
Estourado cassino na Espírito Santo
Da Redação
Dissimulado sob a fachada de um imóvel sem qualquer identificação e cuja entrada era controlada por meio de câmera, interfone e seguranças, um verdadeiro cassino foi descoberto na Rua Espírito Santo, 99, no Campo Grande, às 23h20 de quarta-feira. No local havia cerca de 60 máquinas de caça-níqueis em operação. Na condição de apostadores, aproximadamente 50 pessoas, todas adultas e a maioria do sexo feminino, foram identificadas e conduzidas ao 7º DP como testemunhas. Após o registro de boletim de ocorrência, o grupo foi liberado. O promotor de justiça Cássio Roberto Conserino comandou a operação e disse que ela foi motivada por uma denúncia anônima. Para checá-la, ele contou com o apoio de policiais da Força Tática do 6º BPM/I. Posteriormente, dois delegados das polícias Civil e Federal foram acionados ao cassino clandestino. Responsável pelo Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), do Ministério Público, Conserino instaurou procedimento investigativo para apurar a máfia dos caça-níqueis na região, a partir de denúncias disparadas pelo delegado Roberto Conde Guerra. Por meio de seu blog (diário eletrônico) denominado Flit Paralisante, Guerra revelou supostos esquemas de corrupção que dariam guarida à máfia dos jogos. No último dia 4 de julho, ele depôs durante cerca de três horas e meia ao promotor de justiça na sede do Gaerco, no Centro de Santos.DINHEIROApontado como um dos dois donos da casa clandestina de jogos do Campo Grande, Osvaldo Eduardo Maricato Pitta, de 41 anos, foi detido no local, mas também foi liberado após o registro do BO, porque a infração apurada — contravenção penal de jogo de azar — é considerada de menor potencial ofensivo. Porém, a apuração de outros crimes está sendo investigada, como contrabando e delitos contra a ordem econômica. Por esse motivo, o delegado Cássio Nogueira, da Polícia Federal, foi acionado pelo promotor. O delegado Otávio Augusto Carvalho, que estava de plantão no 7º DP, também se dirigiu ao local. Proveniente de apostas, a quantia de R$ 26.398,75 foi apreendida, bem como anotações supostamente ligadas à contabilidade da atividade clandestina e documentos que podem ter relação com o esquema. Madeiras e materiais de informática para a confecção de caça-níqueis também foram recolhidos.

Pelo menos eu me sinto vingando dos R$ 1.238,05 que me foram suprimidos neste pagamento; vai custar caro para os dois ímprobos.

FLIT PARALISANTE – contra o $istema Corrupto.] ERA UMA VEZ… Polícia, Corrupção e Política

ERA UMA VEZ… Polícia, Corru…

Era uma vez um Governador que sonhou com uma nova Polícia Civil; escolheu o melhor membro para chefiá-la(Dr. Maurício Henrique Guimarães Pereira).

Concordou com a eleição de conselheiros.

Reconheceu o direito de contagem de até 5 anos de advocacia para todos os fins e aposentadoria compulsória após 5 anos da classe especial.

Mas, não era isso que os que se acham donos do órgão queriam.

Não queriam uma nova Polícia e, em poucos meses, a velha polícia ganhou.

E a velha polícia foi apoiar Jânio Quadros para Prefeito; depois Paulo Maluf para Governador e novamente Paulo Maluf… E Maluf… E Maluf.

Não pelo fato de serem leais ao regime antigo…

É que o Maluf eles já conheciam; assim não seriam surpreendidos pelo novo.

O apoio foi inútil.

Mas qual o quê!

O Novo se mostrou muito mais auspicioso, generoso, rendoso e seguro.
Afinal, que duvidaria da elite policial chefiada e escolhida por membros do Ministério Público.
Nascendo a Polícia, Corrupção e Política.

Ingredientes do paraíso da impunidade…
Com esta introdução pretendo demonstrar – paulatinamente – a veracidade da postagem de 1º de abril do corrente no site da ADPESP; denominada ESTAMOS TODOS CORRUPTOS!

(2a. postagem neste blog).

E sou obrigado a tal demonstração apenas para exercer o meu direito de defesa.
Uma vez que não sou eu quem merecia estar sendo processado sob pena de demissão; também não merecia – uma vez mais – que parcela dos meus vencimentos fosse suprimida pela administração; em razão de dois superiores bandalhos que, ainda, permanecem em seus cargos por conta daquilo que eu chamo “corporativismo mafioso”.
Basta de bandido vitorioso neste país; e basta de jornalista comendo das mãos de autoridades corruptas.



Postado por roberto conde guerra no FLIT PARALISANTE – contra o $istema Corrupto. em 9/14/2007 06:20:00 PM


roberto conde guerra

ERA UMA VEZ… Polícia, Corrupção e Política – Ingredientes do paraíso da impunidade.

Era uma vez um Governador que sonhou com uma nova Polícia Civil; escolheu o melhor membro para chefiá-la.

Concordou com a eleição de conselheiros.

Reconheceu o direito de contagem de até 5 anos de advocacia para todos os fins e aposentadoria compulsória após 5 anos da classe especial.

Mas, não era isso que os que se acham donos do órgão queriam.

Não queriam uma nova Polícia e, em poucos meses, a velha polícia ganhou.

E a velha polícia foi apoiar Jânio Quadros para Prefeito; depois Paulo Maluf para Governador e novamente Paulo Maluf… E Maluf… E Maluf.

Não pelo fato de serem leais ao regime antigo…

É que o Maluf eles já conheciam; assim não seriam surpreendidos pelo novo.

O apoio foi inútil.

Mas qual o quê!

O Novo se mostrou muito mais auspicioso, generoso, rendoso e seguro.
Afinal, que duvidaria da elite policial chefiada e escolhida por membros do Ministério Público.
Nascendo a Polícia, Corrupção e Política.

Ingredientes do paraíso da impunidade…
Com esta introdução pretendo demonstrar – paulatinamente – a veracidade da postagem de 1º de abril do corrente no site da ADPESP; denominada ESTAMOS TODOS CORRUPTOS!

(2a. postagem neste blog).

E sou obrigado a tal demonstração apenas para exercer o meu direito de defesa.
Uma vez que não sou eu quem merecia estar sendo processado sob pena de demissão; também não merecia – uma vez mais – que parcela dos meus vencimentos fossem suprimidas, pela administração, por conta de dois superiores bandalhos que, ainda, permanecem em seus cargos por conta daquilo que eu chamo “corporativismo mafioso”.
Basta de bandido vitorioso neste país; e basta de jornalista comendo das mãos de autoridades corruptas.

na hora do perigo de quem lembramos: do 190

Re: SOBRE A PM, EU ACHO QUE O GUERRA TEM RAZÃO
guerra :
CARO JOÃO; a lucidez que lhe sobra parece faltar para alguns colegas.
Que se tenha a pior imagem e opinião sobre quem ou aquilo que quiser; mas não tem cabimento dois Delegados, enquanto há pessoas politicamente comprometidas em nossa defesa, empregar tratamento tão repugnante aos Oficiais da PM.
A Carta da Associação dos Oficiais foi até comedida: fez menção apenas ao desequilíbrio do Gama e da conduta da Adpesp ao lhe dar publicidade.
Eu cumpri a minha obrigação para com a classe censurando primeiro a carta do Gama e depois a do Senhor Emanuel, o qual – conforme se vê neste grupo – noutras manifestações acerca da carta me deu total razão.
E o Sr. Emanuel inconformado, primeiramente, me ofendeu com uma graçinha neste grupo e, depois, no grupo delegados plantonistas, do qual não participo não podendo me defender da ambígua “tem coleguinha que adora oficial”, além das empulhações que escreveu tentando refutar fatos documentados através de consecutivos Decretos e Tabelas de vencimentos.
Ninguém é obrigado a conhecer a história policial, mas quando se pretende discutir disputas tão antigas se deve ir aos seus fundamentos.
Ofensas ao alheio como as feitas pelo Sr. Emanuel, ainda mais graves que as do Dr. Gama, farão com que muitos parlamentares nos virem as costas.
Além de acirrar a animosidade entre a PM e a PC.
E nós que não estamos aquartelados no DHPP – que dependemos da colaboração diuturna da PM – acabaremos sofrendo.
Ele não sabe do outro mundo policial: no qual figuram apenas um Delegado, um Escrivão, um agente ou funcionário municipal e os “BOTA PRETA”.
E na hora do perigo de quem lembramos: do 190.
Eles no antendem…
E até alimento nos trazem.
Apenas por respeito e camaradagem.

Novo delegado- geral da Polícia Civil – vamos apoiá-lo de forma absoluta; fiéis aos seus princípios e ações

Mário Jordão coloca o distintivo em Freire
O novo delegado geral da Polícia Civil, Maurício Lemos Freire, destacou, na cerimônia de posse realizada na manhã de hoje (13), no Espaço Cultural do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), que uma ação preventiva da Corregedoria e cursos de aperfeiçoamento na Academia de Polícia estarão na pauta da corporação. A Corregedoria preventiva é aquela que vai atuar ao perceber que algum policial está tendo algum tipo de desvio de conduta, providenciando o tratamento antes que ele cometa algum delito”, explicou. A solenidade, que também deu posse ao delegado geral adjunto da Polícia Civil, Paulo Bicudo, marcou o fim da gestão de Mário Jordão Toledo Leme, que exerceu o cargo de delegado geral por nove meses e se licencia da carreira policial para assumir a Subprefeitura da Sé.Durante o evento, o secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, elogiou a gestão de Mário Jordão, desejando-lhe sorte na nova empreitada, e ressaltou as qualidades do novo delegado geral. “O delegado Maurício tem conhecimentos teóricos e práticos que fazem com que ele esteja à altura do cargo, para garantir os direitos individuais à segurança e para trabalhar na substituição sempre que possível da força pela inteligência”, afirmou o secretário.Freire também ressaltou a necessidade de se aprimorar o uso da inteligência policial em detrimento do uso da força. “As pessoas que se socorrem a uma delegacia de polícia têm o direito de ser bem atendidas e assim serão. Cada vez mais, a formação e o aperfeiçoamento dos policiais civis têm que ser entendidos como prioridade”, disse o novo delegado geral, que defendeu ainda a integração entre as forças policiais e a sociedade civil.O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também defendeu o trabalho em conjunto com a polícia para garantir a segurança da população. “A Prefeitura faz parte desse grupo de trabalho de que a cidade é beneficiária”. Em entrevista coletiva, após a posse, Maurício Lemos Freire afirmou que está em andamento uma radiografia dos departamentos da Polícia Civil e que por enquanto não há previsão de mudanças. O delegado geral adjunto, Paulo Bicudo, afirmou à imprensa o apoio a Lemos Freire. “Em todos os momentos, em todas as situações, nós vamos apoiar o delegado de forma absoluta e fiel aos princípios e às ações dele. Essa será a nossa missão: dar apoio ao dr. Maurício de forma integral”, declarou.
Bárbara Mayumi

QUEM TEM COLEGUINHA É VEADO, PUTA e TIRA RALÉ!

“GENTE…..OLHA O ABSURDO Emanuel
DIANTE DO ABSURDO, NÃO HÁ ARGUMENTOS.
OFICIAIS DA PM QUEREM SE EQUIPARAR A CARREIRA JURÍDICA;
ISSO SOA TÃO ABSURDO QUE FICA ATÉ DIFÍCIL DE ARGUMENTAR.
DÁ VONTADE DE XINGAR.
E TEM COLEGUINHA QUE ADORA OFICIAL.
EMANUEL LOPES “(
nos grupos delpol PC e delegados plantonistas)

Você está sendo perniciososo doutor Emanuel; para o Senhor – que deve ter ranço de ex-tira – é muito fácil ficar comparando oficiais com “patrulheiros”.
O Senhor não presta serviço em plantão policial. Está escondido no DHPP.
Tenho certeza que nunca dirá o que escreveu na cara de um deles.
O Senhor é leviano. E quer ser representante da classe fazendo mais inimigos?
Certas opiniões sobre o trabalho e função alheia não nos permitimos fazer.
E por favor não baixe o nível.
Não sou seu “coleguinha”: não sou veado, não sou puta e não fui tira.
Quem tem coleguinha é veado, prostituta e tira ralé…

Ralé, pois Polícia não se permite tal tratamento(“coleguinha”).
E lhe agradeço por ter retirado o FLIT da lista dos seus links… Nunca lhe pedi para colocar; eu coloquei o do Sr. na minha lista espontaneamente sem pretender reciprocidade.
Na minha região – litoral – tal melindre e atitude como a sua não é coisa de homem.
Lembre-se da lição de Voltaire ; ou está no seu blog para enfeite.
Constar ou não constar da sua lista não me diz nada. Eu não criei Blog – como o Senhor – apenas para concorrer a ADPESP.
E também não sou dado a copiar as idéias e propostas alheias; especialmente as péssimas idéias e manifestações.

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Emanuel

Caros colegas,
Para quem ainda não teve conhecimento, reproduzo abaixo os comentários feitos pelo colega Roberto Conde Guerra (flitparasilante.blogspot.com) a respeito da mensagem que enviei ao Presidente da ADPESP sobre a carta da AOPM.
Aliás, estava mesmo estranhando o fato do colega Roberto não ter feito nenhuma manifestação a respeito da carta-cobrança da Associação dos Oficiais.
Quero aqui fazer algumas considerações a respeito das afirmativas que ele fez abaixo, em especial a respeito da sua ingenuidade (ou outro interesse talvez) em acreditar que podemos ter nos oficiais alguma amizade ou mesmo aliança por supostos “interesses comuns”.
Não estou cultivando inimigos externos, até porque não fui eu quem os criou, mas vejo muitos inimigos internos a serviço dos externos em nossa instituição.
O fato é que muito se ilude quem acredita em qualquer boa intenção que possa haver da parte do oficialato da PM, pois eles desejam apenas a nossa extinção.
Essa história de integração é “conversa para boi dormir”. Nunca houve, nem nunca haverá. O que há, na realidade, é o desejo de aproximação deles para nos controlar e suplantar. Esse famigerado curso superior de polícia integrado serve apenas para criar nos colegas mais novos a ilusão de que oficiais superiores teriam alguma ascensão sobre os Delegados, porque se “equiparam” a Delegados de Classe Especial. Infelizmente há muito colega agindo com subserviência em relação a oficiais mais graduados, esquecendo-se de que a graduação militar somente se aplica no quartel.
Não podemos esquecer que para a atividade ostensiva preventiva, pouco importa a diferença entre coronel e soldado; todos são agentes da autoridade e patrulheiros sim senhor, pois possuem esta missão legal. Se os oficiais têm vergonha disso e querem se equiparar à autoridade policial, que cursem faculdade de Direito e prestem concurso público de provas e títulos para Delegado de Polícia.
O colega iludido parece que nunca trabalhou na linha de frente nos plantões policiais da vida, porque não se deu conta de como eles nos tentam manipular e desautorizar de todas as maneiras.
Os únicos que cumprem sua missão legal na P.M. são as praças, enquanto que os oficiais se portam como se fossem uma espécie de nobreza tupiniquim. Por isso, muito bem disse o Dr. Gama quando definiu a atuação deles, nos seguintes termos: “(…) vive de bisbilhotices absurdas que servem apenas para a defesa da própria PM. Ainda ironizam esta crítica. Por que não levantaram que o crime organizado mataria tantos policiais civis, praças e até cidadãos comuns, como ocorreu recentemente?”

Muito se engana, também, o Dr. Roberto quando afirma que sempre tivemos salários equiparados com os oficiais. Essa excrescência teve início no final do governo Quércia, por iniciativa do então Secretário da Segurança Fleury (ex-oficial da PM). O mesmo Fleury, quando governador, nos fez o favor de criar o curso superior de polícia integrado, portanto, década de 90 e não de 70, como equivocadamente afirmado pelo colega.
Antes disso, salário inicial de oficial era menor do que o de Investigador, como deveria ser mesmo, já que para ingressar no “Barro Branco” não era necessário sequer o 2º grau completo. Atualmente, a partir do Governo Mário Covas, passou-se a exigir o 2º grau com aprovação em mero exame vestibular, tirando dos oficiais o controle sobre o ingresso no oficialato. Lá sim entra qualquer um, basta dar sorte na múltipla escolha.
O fato que não mudou, tanto antes como hoje, é que eles continuam saindo de lá ainda meninotes sem nenhuma experiência de vida ou de polícia e tampouco grau acadêmico.
Por tudo isso, muito me estranha a afirmativa do colega Roberto, ao enaltecê-los nos seguintes termos: “O Oficialato, por sua vez, manteve o seu perfil e doutrina; enquanto nós continuamos caldeados: ingressa qualquer um que possua faculdade de direito.”
Felizmente, a nossa instituição é civil (para desconforto de alguns colegas frustrados) e nosso cargo é privativo de bacharel em Direito, tal qual acontece nas demais carreiras jurídicas, como, por exemplo, no Ministério Público, Magistratura, Defensoria Pública, Procuradorias etc. São nessas instituições que devemos nos espelhar e comparar.
A nossa instituição começou a decair a partir das más influências do regime militar; época, aliás, em que foi criada a Polícia Militar (antiga força pública) com a incorporação dos recursos materiais e humanos da extinta Guarda Civil, fato ocorrido em 08 de abril de 1970 com o advento do Decreto-Lei Estadual n. 217, outorgado em conformidade com os Decretos-Lei Federais n. 667 de 02/071969 e n. 1072 de 30/12/1969.
Como se pode constatar, a Polícia Militar, ao contrário do que eles aleivosamente afirmam, possui história bastante recente e nasceu no auge do regime ditatorial.
Com o passar dos anos e com a cada vez maior aproximação com a PM é que nossos dirigentes passaram a valorizar mais o Delegado “operacional” em desfavor daquele que preside de fato e com seriedade as investigações e os Inquéritos Policiais. Essa tarefa, mais intelectual e importante, passou a ser relegada a segundo plano, a ponto de muitos sentirem-se diminuídos por desempenhá-la.
De fato, ao subir na carreira, os Delegados se afastam da presidência dos Inquéritos e passam a exercer apenas funções administrativas, passando a idéia aos demais que nossas atribuições constitucionais não são importantes e podem ser delegadas. Além disso, desviam nossos recursos para formação de grupos uniformizados que disputam com a P.M. o patrulhamento ostensivo, sem falar da realização das chamadas mega-operações sensacionalistas e mirabolantes, às vezes em conjunto com a PM, às vezes disputando espaço com ela. Que decadência…
Por fim, peço desculpas aos colegas pelo meu desabafo e pelas minhas incisivas colocações, mas jamais aceitarei essa falsa e forçada integração, que alguns “especialistas de plantão” passaram equivocadamente a considerar a grande solução para todos os problemas da segurança pública de nosso país. A realidade demonstra o quão impossível é essa integração e como ela tem colaborado com o desmantelamento de nossa instituição, ocasionando a total falta de perspectivas profissionais de nossa classe, especialmente para aqueles que estão em início de carreira.
Atenciosamente,
Emanuel M. Lopes—– Original Message —–
From: http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&mailto=emanuel-lopes@uol.com.br&ID=IRqAVU8lv5aRJLetrhIodAQuQepgfMkLHgC8n&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=1189714288.873211.10179%2C137317.cosmoledo.hst.terra.com.br&Body=0
To: http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&mailto=delegadosplantonistas@grupos.com.br&ID=IRqAVU8lv5aRJLetrhIodAQuQepgfMkLHgC8n&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=1189714288.873211.10179%2C137317.cosmoledo.hst.terra.com.br&Body=0
Sent: Thursday, September 13, 2007 11:54 AM
Subject: [delegadosplantonistas] GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM
Re: Res: [DELEGADOS] GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM
guerra
O Dr. Emanuel, além de leviano, é ignaro nestas questões.
Primeiro: o “patrulhamento” – até a unificação das polícias – era exercido pela Polícia Civil e Guarda Civil. Enquanto para a Força Pública cabia a parte mais pesada: o policiamento das regiões periféricas através da Cavalaria.
Ainda em 1969, pelo Decreto-Lei nº 141, de 24 de julho, foi criado o Dicom,responsável pela instalação, operação e manutenção das redes de telecomunicações da Polícia Civil, incluindo o Cepol, Centro de Operações e Comunicações da Polícia Civil. Desaparecia, então, a denominação Departamento de Comunicações e Serviço de Rádio Patrulha – Rádio Patrulha que passou a pertencer à Polícia Militar”. (história da Polícia Civil, basta conferir no site governamental).
Nós fomos “patrulheiros” Emanuel, ou melhor, o Sr. como ex-investigador teria trabalhado como patrulheiro”.

Também, a equiparação não teve início no governos Quércia- Fleury como ele quer demonstrar, tampouco o Curso Superior de Polícia integrando Delegados e Oficiais foi criação do governo Fleury. As duas políticas governamentais datam mais de três décadas; foram adotadas no meado dos anos 70(setenta).

Não foi pesquisar. E quer refutar de improviso.
Tenho muito mais tempo de plantão do que o Senhor e, tenha a certeza, já atendi e esclareci mais homicídios do que o Senhor no DHPP.
Como disse um colega de tempos para cá elitizado não pela competência, mas pela condescendência com aqueles que não querem dar a cara para bater nos plantões.
O Senhor – conforme deixei bem claro – deve ler os repositórios de legislação policial: na biblioteca da Adpesp ou da Academia.
Depois retorne e discutiremos em alto nível. Embora eu ache difícil qualquer discussão de alto nível com Vossa Senhoria.
Também, hierarquicamente, lhe sou superior, embora tal fato não tenha quaisquer significados dentro deste debate.
Faça campanha populista contra a Polícia Militar. O Senhor receberá muitos votos e nos enterrará ainda mais.
E por fim; não faço proselitismo com a Polícia Militar.
Mas, a minha experiência me fez ver quem é verdadeiro inimigo. E os inimigos estão sempre entre os acusadores da PM e do MP e, também, dos Peritos.
Nós não nos mobilizamos para nada construtivo, depois buscamos culpados nas outras Carreiras.

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Resposta

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Emanuel Caros colegas, Para quem ainda não teve conhecimento, reproduzo abaixo os comentários feitos pelo colega Roberto Conde Guerra (flitparasilante.blogspot.com) a respeito da mensagem que enviei ao Presidente da ADPESP sobre a carta da AOPM. Aliás, estava mesmo estranhando o fato do colega Roberto não ter feito nenhuma manifestação a respeito da carta-cobrança da Associação dos Oficiais. Quero aqui fazer algumas considerações a respeito das afirmativas que ele fez abaixo, em especial a respeito da sua ingenuidade (ou outro interesse talvez) em acreditar que podemos ter nos oficiais alguma amizade ou mesmo aliança por supostos “interesses comuns”. Não estou cultivando inimigos externos, até porque não fui eu quem os criou, mas vejo muitos inimigos internos a serviço dos externos em nossa instituição. O fato é que muito se ilude quem acredita em qualquer boa intenção que possa haver da parte do oficialato da PM, pois eles desejam apenas a nossa extinção. Essa história de integração é “conversa para boi dormir”. Nunca houve, nem nunca haverá. O que há, na realidade, é o desejo de aproximação deles para nos controlar e suplantar. Esse famigerado curso superior de polícia integrado serve apenas para criar nos colegas mais novos a ilusão de que oficiais superiores teriam alguma ascensão sobre os Delegados, porque se “equiparam” a Delegados de Classe Especial. Infelizmente há muito colega agindo com subserviência em relação a oficiais mais graduados, esquecendo-se de que a graduação militar somente se aplica no quartel. Não podemos esquecer que para a atividade ostensiva preventiva, pouco importa a diferença entre coronel e soldado; todos são agentes da autoridade e patrulheiros sim senhor, pois possuem esta missão legal. Se os oficiais têm vergonha disso e querem se equiparar à autoridade policial, que cursem faculdade de Direito e prestem concurso público de provas e títulos para Delegado de Polícia. O colega iludido parece que nunca trabalhou na linha de frente nos plantões policiais da vida, porque não se deu conta de como eles nos tentam manipular e desautorizar de todas as maneiras. Os únicos que cumprem sua missão legal na P.M. são as praças, enquanto que os oficiais se portam como se fossem uma espécie de nobreza tupiniquim. Por isso, muito bem disse o Dr. Gama quando definiu a atuação deles, nos seguintes termos: “(…) vive de bisbilhotices absurdas que servem apenas para a defesa da própria PM. Ainda ironizam esta crítica. Por que não levantaram que o crime organizado mataria tantos policiais civis, praças e até cidadãos comuns, como ocorreu recentemente?” Muito se engana, também, o Dr. Roberto quando afirma que sempre tivemos salários equiparados com os oficiais. Essa excrescência teve início no final do governo Quércia, por iniciativa do então Secretário da Segurança Fleury (ex-oficial da PM). O mesmo Fleury, quando governador, nos fez o favor de criar o curso superior de polícia integrado, portanto, década de 90 e não de 70, como equivocadamente afirmado pelo colega. Antes disso, salário inicial de oficial era menor do que o de Investigador, como deveria ser mesmo, já que para ingressar no “Barro Branco” não era necessário sequer o 2º grau completo. Atualmente, a partir do Governo Mário Covas, passou-se a exigir o 2º grau com aprovação em mero exame vestibular, tirando dos oficiais o controle sobre o ingresso no oficialato. Lá sim entra qualquer um, basta dar sorte na múltipla escolha. O fato que não mudou, tanto antes como hoje, é que eles continuam saindo de lá ainda meninotes sem nenhuma experiência de vida ou de polícia e tampouco grau acadêmico. Por tudo isso, muito me estranha a afirmativa do colega Roberto, ao enaltecê-los nos seguintes termos: “O Oficialato, por sua vez, manteve o seu perfil e doutrina; enquanto nós continuamos caldeados: ingressa qualquer um que possua faculdade de direito.” Felizmente, a nossa instituição é civil (para desconforto de alguns colegas frustrados) e nosso cargo é privativo de bacharel em Direito, tal qual acontece nas demais carreiras jurídicas, como, por exemplo, no Ministério Público, Magistratura, Defensoria Pública, Procuradorias etc. São nessas instituições que devemos nos espelhar e comparar. A nossa instituição começou a decair a partir das más influências do regime militar; época, aliás, em que foi criada a Polícia Militar (antiga força pública) com a incorporação dos recursos materiais e humanos da extinta Guarda Civil, fato ocorrido em 08 de abril de 1970 com o advento do Decreto-Lei Estadual n. 217, outorgado em conformidade com os Decretos-Lei Federais n. 667 de 02/071969 e n. 1072 de 30/12/1969. Como se pode constatar, a Polícia Militar, ao contrário do que eles aleivosamente afirmam, possui história bastante recente e nasceu no auge do regime ditatorial. Com o passar dos anos e com a cada vez maior aproximação com a PM é que nossos dirigentes passaram a valorizar mais o Delegado “operacional” em desfavor daquele que preside de fato e com seriedade as investigações e os Inquéritos Policiais. Essa tarefa, mais intelectual e importante, passou a ser relegada a segundo plano, a ponto de muitos sentirem-se diminuídos por desempenhá-la. De fato, ao subir na carreira, os Delegados se afastam da presidência dos Inquéritos e passam a exercer apenas funções administrativas, passando a idéia aos demais que nossas atribuições constitucionais não são importantes e podem ser delegadas. Além disso, desviam nossos recursos para formação de grupos uniformizados que disputam com a P.M. o patrulhamento ostensivo, sem falar da realização das chamadas mega-operações sensacionalistas e mirabolantes, às vezes em conjunto com a PM, às vezes disputando espaço com ela. Que decadência… Por fim, peço desculpas aos colegas pelo meu desabafo e pelas minhas incisivas colocações, mas jamais aceitarei essa falsa e forçada integração, que alguns “especialistas de plantão” passaram equivocadamente a considerar a grande solução para todos os problemas da segurança pública de nosso país. A realidade demonstra o quão impossível é essa integração e como ela tem colaborado com o desmantelamento de nossa instituição, ocasionando a total falta de perspectivas profissionais de nossa classe, especialmente para aqueles que estão em início de carreira. Atenciosamente, Emanuel M. Lopes