A comarquinha mais cara do mundo se supera e tenente dá habeas corpus pra tenente 6

Decisão encomendada, completamente dissociada de qualquer interesse público, mormente dos hipossuficientes das periferias pobres das cidades.

Por: amigo do 9. andar da Brigadeiro Tobias

Interessante a dinâmica desse HC concedido aos oficiais da Polícia Militar através da “Defenda PM”.

Inicialmente, a ação foi proposta por um Coronel da Reserva, hoje advogado da entidade, que foi ex comandante da região de São José do Rio Preto, passando boa parte da carreira, AZORETANDO a Polícia Civil sobre atribuição institucional para apuração de determinadas infrações penais.

Se não bastasse isso, a decisão foi prolatada por magistrado da justiça especial(Justiça Militar Estadual) que foi oficial de carreira da PM.

Entende?

A argumentação é sempre a mesma: “Assassinar um cidadão é crime militar se o PM estiver de serviço ou praticar o crime com arma da PM”, por isso é prata da casa que deve investigar.

Imagina se testemunhas de um homicídio perpetrado por PM, de madrugada, em comunidade pobre da periferia, vão se sentir a vontade em dizer o que viram quando forem depor sobre o fato na casa do algoz.que o perpetrou?

Excelência, me ajuda aí!

Presidente da ADPESP continua com a velha ladainha oposicionista esquecendo que o enfraquecimento da Polícia Civil se deve , muito mais, à cultural corrupção dos seus dirigentes…( Vocês não apoiaram o Márcio França e o seu vai um verde? ) Resposta

‘Balde de água fria’, diz delegado da Polícia Civil sobre governo Doria

Para Gustavo Mesquita, presidente da Adpesp, descumprimento de promessas de campanha gera crise e debandada na categoria

Policiais civis estão insatisfeitos com governo de SP

Policiais civis estão insatisfeitos com governo de SP

Reprodução/Redes Sociais

O delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno, presidente da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), comparou a sensação dos policiais civis com o governo de João Doria (PSDB) com um “banho de água fria” em razão do tratamento dispensado à categoria — e às políciais, de forma geral —, que vive uma crise provocada por baixos salários, sobrecarga de trabalho e aumento da alíquota de impostos, ocorrida após a aprovação da reforma previdenciária dos servidores públicos paulistas.

“Ele afirmou que os policiais paulistas seriam os mais bem pagos da federação. Já no final do ano passado, anuncia aumento pífio de 5% que representou literalmente um balde de água fria. A sensação é de um filme que já vimos muitas vezes e que não termina bem. Tudo não passa do campo da retórica para o campo da ação”, criticou o presidente da Adpesp.

Leia também: Sindicato prevê ‘apagão’ na Polícia Civil com nova previdência estadual

A metáfora empregada pelo delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno revela um sentimento de profunda instatisfação de boa parte dos servidores da instituição que, segundo ele, está “desmoralizada” pelos piores salários da federação e necessitada da implementação das medidas prometidas pelo governador durante a campanha eleitoral — e reforçadas no início do mandato — para valorizar e fortalecer as forças de segurança.

“A melhor maneira dele [Doria] garantir o bom funcionamento das suas polícias e que os seus policiais ajam de acordo com os direitos humanos é conferir um tratamento digno por parte do governo, dar condição digna de vida e justa valorização para que possam receber do governo aqueles direitos que devem aplicar na sua missão”, enfatizou o delegado.

A reportagem do R7 procurou o governo de São Paulo, nesta sexta-feira (10), por e-mail e telefone, mas não conseguiu contato. O espaço está aberto para manifestação e o posicionamento será adicionado à reportagem.

Efetivo reduzido

O delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno revelou que a defesagem do efetivo da Polícia Civil está em torno de 10 mil servidores e gera sobrecarga em um quadro já desmotivado por outras carências trabalhistas. Para Gustavo Mesquita Galvão Bueno, o cenário atual desencadeia uma espiral de problemas que podem levar o policial civil ao cometimento de atitudes extremadas.

“É um déficit muito grande que faz com que esse policial civil já desmotivado, que ganha mal, não valorizado, tem que, inevitavelmente, trabalhar por dois ou três [funcionários]. Disso, decorrem problemas das mais diversas ordens, até chegar ao mais grave, que é o suicídio. A taxa de suicídio [entre os policiais civis] é maior que da Polícia Militar”, revelou.

De acordo com números repassados pela Adpesp, relativos ao ano de 2019, a taxa média é de 30,3 suicídios para cada 100 mil policiais por ano — três vezes o índice aceitável pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que considera situação de epidemia a partir de 10 suicídios a cada 100 mil.

Pandemia

Gustavo Mesquita Galvão Bueno destacou também que o desgate entre a gestão pública e a categoria aumentou após o início da pandemia do novo coronavírus em razão de ações desencontradas das autoridades do município e do estado de São Paulo, caso do rodízio ampliado de veículos na capital paulista, revogado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) após não ter proporcionado o resultado esperado, entre outros.

Delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno

Delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno

Reprodução/Instagram @gustavo_mesquita

“O policial civil só vem sofrendo e pagando uma conta que não lhe pertence. A Polícia Civil continua trabalhando normalmente [na pandemia]. Não houve contingenciamento e não tem home office. [Os policiais civis] continuam se expondo ainda mais aos riscos já inerentes à função”, frisou o delegado e presidente da entidade de classe.

A demora para a aquisição de equipamentos de proteção individual, criação de barreiras físicas em unidades policiais para evitar o contágio do vírus e a realização de testes em funcionários também gerou cobranças do delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno.

“[Hoje] a testagem é satisfatória, Um pouco lenta, mas esperamos que agora avance com rapidez. Mas sentimos ainda falta de planejamento do governador em relacao à Polícia Civil. Falta maior transparência e maior preocupação com a vida dos policiais. Sugerimos medidas rotineiras e constantes de desinfecção das delegacias, barreiras físicas, algo que depende do governo. Mas nada foi feito”, completou.

De acordo com dados coletados pela Adpesp, foram efetuados 9.902 testes em policiais civis do estado de São Paulo até o dia 30 de junho, sendo 6.408 na capital e outros 1.146 realizados na Acadepol (Academia de Polícia do Estado de São Paulo), localizada na zona oeste paulistana.

As demais cidades paulistas onde foram realizados exames para a detecção da Sars-Cov-2 em policiais civis foram: Sorocaba (228), Campinas (347), Ribeirão Preto (128), Presidente Prudente (224), São José dos Campos (223), São José do Rio Preto: (173), Bauru (148), Piracicaba (146), Guarulhos (5), Araçatuba (94), Santos (122), Osasco (73), Mogi das Cruzes (85), Araraquara (38), São Carlos (67), Botucatu (62), Votuporanga (73), Barretos (21), Registro (51) e Bebedouro (40).

Confira todas os temas abordados na entrevista concedida ao R7 pelo delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno, presidente da Adpesp:

R7 — Qual o sentimento dos policiais civis paulistas em relação à atuação do governador João Doria (PSDB), especialmente em ações tomadas na área da segurança pública?

Gustavo Mesquita Galvão Bueno — Há uma insatisfação muito grande e decorrente de mais de duas décadas de governantes do PSDB, que enfraqueceram a instituição. Desmoralizaram a Polícia Civil, pagando os piores salários da federação aos seus delegados. O governador Doria assumiu [o mandato] com promessas e compromissos muito claros de fortalecer as forças de segurança, foi eleito nesses pilares. E o que acontece é que, desde a sua posse, não tivemos nada de efetivo em relação ao fortalecimento do ser humano policial. Investir em instalações é importante, mas entendemos que o investimento deve começar na valorização do material humano. Até porque, por meio dessa valorização, teremos uma polícia motivada e que se mantenha na carreira. E isso reflete na qualidade do serviço prestado, na medida que o policial, ao defender o direito do cidadão, tem que se ver nesses direitos. Ele vai estar mais tranquilo para aplicar [as leis] e defender os direitos do cidadão. Ele [Doria] vai reafirmando esse compromisso. E falamos de um período pré-pandemia. Afirmou que os policias paulistas seriam os mais bem pagos da federação. Já no final do ano passado, anuncia aumento pífio de 5% que representou literalmente um balde de água fria. A sensação é de um filme que já vimos muitas vezes e não que termina bem. Tudo não passa do campo da retórica para o campo da ação.

R7 — Quais os principais problemas enfrentados pela categoria, além dos salários considerados baixos?

Gustavo Mesquita Galvão Bueno — No final do ano passado, se inicia a reforma previdenciária dos funcionários públicos, aprovada no inicio do ano que, no caso dos policiais civis, eleva a alíquota previdenciária de 11% para 16%. So aí o aumento foi absorvido. Contando a desavalorização monetária e o periodo de inflação, podemos concluir que os policiais tiveram um decréscimo [nos vencimentos]. Disso decorre uma insatisfação natural, um sentimento de revolta que reina na classe. Inclusive esse tratamento distinto entre policiais civis e militares. Posteriormente, já [no período] pós-pandemia, tivemos a lei federal aprovada que proíbe para o funcionalismo qualquer aumento de salário por dois anos. O pior não é o congelamento dos salários. mas essa mesma lei veda a contagem de tempo para muitos direitos trabalhistas.

R7 — Como a pandemia do novo coronavírus atingiu a Polícia Civil?

Gustavo Mesquita Galvão Bueno — O policial civil só vem sofrendo e pagando uma conta que não lhe pertence. A Polícia Civil continua trabalhando normalmente. Não houve contingenciamento e não tem home office. [Os policiais civis] continuam se expondo ainda mais aos riscos já inerentes à função. Há uma tolerância natural de todos em relação à crise econômica gerada pela pandemia. Entedemos [a necessidade de] arrocho fiscal, déficit nas contas públicas. Mas entendemos que o governador não perca de vista essa promessa de compromisso dele de valorizar a Polícia Civil, que deve priorizar o material humano, que é insubstituível. Esse material continua sendo prejudicado.

Creio que, enquanto policiais civis e cidadãos, acabamos ficando bastante incomodados com a falta de planejamento. medidas anunciadas que voltaram atrás, como o rodízio de veículos. As medidas são desencontradas e denotam falta de planejamento. No caso da Polícia Civil, gracas ao trabalho da Delegacia-Geral, conseguimos nos adaptar. Ampliamos o rol de crimes registrados pela delegacia eletrônica para diminuir o trânsito de pessoas nas delegacias e diminuindo as aglomoerações, entre outras medidas. Nós da Adpesp colaboramos com a realização de campanhas de doação de material de proteção individual, vacinação prioritária de gripe, testagem. Precicamos entrar com ação judicial, porque iriam testar somente a PM. A testagem é satisfatória, Um pouco lenta, mas esperamos que agora avance com rapidez.

Mas, sentimos ainda falta de planejamento do governador em relação à Polícia Civil. Falta maior transparência e maior preocupação com a vida dos policiais. Sugerimos medidas desinfecção rotineiras e constantes das delegacias, barreiras físicas nas unidades policiais, algo que depende do governo, mas nada foi feito.

Com relação às barreiras, os policiais tiveram que criar um sistema de barreiras fisicas e de proteção sem o devido amparo do governo. O governador deveria mostar a mesma preocupação com o isolamento social em relação aos seus policiais, cujo serviço preserva a vida em sociedade.

R7 — Outra reclamação recorrente das entidades de classe da Polícia Civil é a defasagem no efetivo da instituição. O problema persiste?

Gustavo Mesquita Galvão Bueno — Temos um déficit em torno de 10 mil policiais. São 28 mil policiais civis no estado. A contagem do governo exclui os cargos de carcereiro, entre três e quatro mil, que foram extintos. Com os carcereiros, 14 mil é o déficit. É muito grande e faz com que esse policial civil já desmotivado, que ganha mal, não valorizado, tem que inevitavelmente trabalhar por dois ou três [funcionários], com sobre sobrecarga de trabalho. Disso decorrem problemas das mais diversas ordens. Até chegar ao mais grave, que é o suicídio. A taxa de suicídio [entre os policiais civis] é maior que da Polícia Militar. Tem muitos deveres, corre risco de vida e não tem qualquer contrapartida por parte do estado. Não se vê sujeito aqueles direitos [que os cidadãos comuns têm].

R7 — Uma preocupação adicional do governo João Doria seria o crescimento do bolsonarismo nas forças de segurança. O senhor acredita que preferências políticas ou partidárias influenciem o trabalho dos policiais civis de São Paulo?

Gustavo Mesquita Galvão Bueno — Acredito que todo cidadão tem o direito de ter a sua posição, ideologia política-partidária em relação a este ou aquele governo. É natural do estado democrático de direito e garantido pela Constituição. Os policiais civis, em sua grande maioria, tratam-se de profissionais capacitados, treinados e que atuam sob a estrita observância dos preceitos técnicos. Na atividade, o bom profissional não vai se deixar levar pela sua posição política como cidadão. A grande maioria dos policiais civis atua nesse sentido e exerce a sua missão de preservar vidas, famílias e direitos.

Sinceramente, não acredito que o discurso do governo em relação ao crescimento do bolsonarismo se deva em relação ao trabalho policial. Se existe, é decorrente de uma disputa entre o governador e o presidente da República. Acho inadequado e impróprio considerar que o bolsonarismo dentro das polícias seria responsável por um eventual aumento da violência policial. Discordo dessa afirmação. Doria também fez declarações que poderiam incitar os policiais. Não concordo com que essa alegação do governador de preocupação com o bolsonarismo nas polícias sob o pretexto do aumento da violência.

R7 — O principal receio do governo estadual seria com a possibilidade de desobediência por parte da tropa.

Gustavo Mesquita Galvão Bueno — Aos policiais militares, tradicionalmente, por definição mais de governo, naturalmente cabe um respeito ao comando do governador. Os bons policiais sabem respeitar esse comando e não vão deixar com que esses fatores alterem paradigmas de disciplina dentro da instituição. E vale para a Polícia Civil. Não tenho essa preocupação. Não vejo, seja na PM ou na Polícia Civil, qualquer caso prático de atuação indevida que possa ser relacionada à interferência política de um lado ou outro de outro [governante].

100 % – PM pede mandados ao GAECO e fecha dois bingos em Santos 5

Operação policial fecha dois bingos clandestinos em Santos

Um dos bingos ficava na Rua Euclides da Cunha, no Gonzaga. Já outro era na Rua da Paz, no Boqueirão

Dois bingos clandestinos foram fechados, na tarde desta quinta-feira (9), em Santos. Na operação, que contou com o apoio da Polícia Militar e foi comandada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão ligado ao Ministério Público, foram apreendidos cerca de R$ 65 mil e 70 máquinas caça-níqueis.

Em um dos imóveis, na Rua Euclides da Cunha, no Gonzaga, uma placa apontava o funcionamento de um salão de beleza. Contudo, no local havia cerca de arame farpado, câmeras de segurança e portas com vedação e isolamento acústico. Tudo para esconder 60 aparelhos de jogo, apreendidos juntamente com R$ 47 mil. Trinta pessoas faziam apostas quando o Gaeco e a PM chegaram.

Na outra residência que foi alvo da operação, na Rua da Paz, no Boqueirão, três pessoas estavam apostando quando as autoridades policiais descobriram a existência de dez máquinas caça-níqueis. Elas acabaram levadas, assim como R$ 18 mil. A polícia apura se os dois bingos clandestinos têm relação e todos que estavam nas duas casas precisaram prestar depoimento. Ninguém foi preso.

Pandemia

Agravando a situação, nos dois bingos, que funcionavam em ambientes fechados e com ar-condicionado ligado, 90% dos flagrados eram idosos, que fazem parte do grupo de risco do novo coronavírus e devem evitar ambientes nessas condições para diminuir o risco de contágio pela Covid-19.

“Além da contravenção penal por exploração de jogo de azar, as investigações vão buscar a identificação dos proprietários dos estabelecimentos, apurar eventual delito de lavagem de dinheiro e o crime contra a saúde pública, por expor terceiros a perigo, em locais fechados, com ar-condicionado e sem uso de máscaras”, resumiu o promotor de Justiça Vinicius Rodrigues França à TV Tribuna.

 

Coronel da PM diz que Bolsonaro é ‘falastrão’ e renuncia à entidade de Oficiais 15

Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva em Brasília -

Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva em Brasília

Marcelo Godoy e Paulo Roberto Netto

Do Esdadão Conteúdo, em São Paulo

08/07/2020 17h58

O coronel da reserva da PM (Polícia Militar) de São Paulo Glauco Carvalho apresentou hoje sua renúncia ao cargo de vice-presidente da Associação de Oficiais da PM em razão de discordar da maioria dos demais associados, que apoiam o presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada após reunião da diretoria, na qual Glauco expôs seus motivos.

Em carta entregue aos colegas, ele disse: “É a decisão mais coerente que eu poderia tomar. Se apregoo e defendo a democracia, nada mais justo e lícito que pedir minha saída, uma vez que o eleitorado da Associação de Oficiais é majoritariamente bolsonarista”, afirmou.

Glauco comandou o policiamento da capital do Estado antes de passar para a reserva. Em janeiro, em entrevista ao Estadão, disse que se sentia envergonhado como militar diante de “tantas ações atabalhoadas, extravagantes, ridículas e mesquinhas” do governo Bolsonaro. Na carta entregue nesta quarta, o coronel volta à carga contra o presidente.

“Convivi com um jovem deputado chamado Jair Messias Bolsonaro no inicio dos anos 90. Ele é a antítese do que é um militar na acepção lata da palavra”, afirmou.

“Como todo espertalhão, prega a ordem, mas descumpriu a ordem estabelecida em normas legais no final dos anos 80. Como todo falastrão, defende o militarismo, mas foi um indisciplinado por excelência. Como todo estelionatário, prega moralismos, mas é useiro e vezeiro em transgredir preceitos éticos públicos. Como todo incauto, despreza e desdenha da doença e da dor alheias. Como todo insensato, cria confusões e disputas em torno de problemas que na realidade não existem. Como todo radical, agride verbalmente e ofende seus adversários. Como todo imaturo, não pode ser contrariado. Como todo estulto, quer valer-se das armas para depor os mecanismos pelos quais ele foi alçado ao poder. Como todo arrivista, quer o poder pelo poder”, disse Glauco.

O coronel também criticou a aproximação de Bolsonaro com o ‘centrão’, afirmando que o Planalto hoje ‘depõe sua confiança em parte do estamento político contra o qual fez toda sua campanha’, como Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto. “Suas relações incestuosas com a família Queiroz são o retrato mais aparente da prática delituosa da família Bolsonaro”, afirmou Glauco.

Segundo ele, a oficialidade cometeu ‘grave erro, um erro histórico’ devido a integrantes que, ‘por um engodo, tem feito uma opção que julgo não ser a mais adequada’. “Temos que analisar o quadro desprovido das lentes da ideologia, que esse governo tanto apregoa. Não podemos agir como torcida organizada. O fim do campeonato nem sempre pode nos ser benéfico”

É por essas e outras que Hélio Schwartsman tem razão. Se esse indivíduo morrer, mesmo sendo uma vida humana, o país ficaria melhor ( Leitora da Folha de São Paulo ) 4

Bolsonaro veta obrigação de governo fornecer água potável, higiene e leitos hospitalares a indígenas

Projeto trata sobre medidas de proteção social para prevenção do contágio e da disseminação da Covid-19 nas aldeias

BRASÍLIA

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou com vetos projeto que trata de medidas de proteção social para prevenção de contágio e disseminação da Covid-19 em territórios indígenas.

Dentre os vetos publicados no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (8), estão a obrigação de o governo fornecer água potável, higiene e leitos hospitalares a indígenas.

O texto, que ressalta que indígenas, quilombolas e povos tradicionais são “grupo em extrema situação de vulnerabilidade”, foi aprovado no Senado em 16 de junho. Como já havia sido aprovado pela Câmara, estava desde então sobre a mesa de Bolsonaro.

São 14 os trechos vetados pelo presidente depois de ouvidos os Ministérios da Saúde, da Justiça, da Economia e o da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, segundo consta no despacho publicado na madrugada desta quarta. Os vetos presidenciais ainda serão apreciados pelo Congresso, que decide se os mantêm ou se os derruba.

Bolsonaro diz que, por contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade, decidiu vetar parcialmente o projeto que trata sobre medidas de proteção social para prevenção do contágio e da disseminação do coronavírus nos territórios indígenas, cria o plano emergencial para enfrentamento da Covid-19 nestes espaços, estipula medidas de apoio às comunidades quilombolas, aos pescadores artesanais e aos demais povos e comunidades tradicionais para o combate à doença e altera uma lei de 1980 para assegurar aporte de recursos adicionais em situações emergenciais e de calamidade pública.

Fica de fora a obrigação de que o governo garanta acesso universal a água potável; distribuição gratuita de materiais de higiene, de limpeza, e de desinfecção de superfícies para aldeias ou comunidades indígenas, oficialmente reconhecidas ou não, inclusive no contexto urbano; oferta emergencial de leitos hospitalares e de unidade de terapia intensiva (UTI), bem como a aquisição ou disponibilização de ventiladores e de máquinas de oxigenação sanguínea.

A lista de vetos também inclui os trechos que previam que a União disponibilizaria, de forma imediata, recursos emergenciais com o objetivo de priorizar a saúde indígena em razão da emergência de saúde pública decorrente da pandemia.

Parágrafo deste artigo vetado também previa que as despesas do plano emergencial para enfrentamento à Covid-19 nos territórios indígenas correriam à conta da União, por meio da abertura de créditos extraordinários. Foi vetado ainda o parágrafo que dizia que a União transferiria a estados e municípios os recursos para apoio financeiro ao plano emergencial.

Ficou de fora o trecho segundo o qual a União instituiria mecanismo de financiamento específico para estados e municípios sempre que houvesse necessidade de atenção secundária e terciária fora dos territórios indígenas.

O texto parcialmente vetado também previa que em situações emergenciais e de calamidade pública o governo deveria assegurar aporte adicional de recursos não previstos nos planos de saúde dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIS) ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, bem como deveria garantir a inclusão dos povos indígenas nos planos emergenciais para atendimento dos pacientes graves das secretarias municipais e estaduais de Saúde.

Foram vetados ainda os trechos que estabeleciam a elaboração e distribuição, com participação dos povos indígenas ou de suas instituições, de materiais informativos sobre os sintomas da Covid-19, o provimento de pontos de internet nas aldeias ou comunidades, a fim de viabilizar o acesso à informação e de evitar o deslocamento de indígenas para os centros urbanos.

Vetados também a distribuição, pela União, de cestas básicas, sementes e ferramentas agrícolas diretamente às famílias indígenas, quilombolas, de pescadores artesanais e dos demais povos e comunidades tradicionais; a criação de um programa específico de crédito para povos indígenas e quilombolas para o Plano Safra 2020; a inclusão das comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Cultural Palmares como beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), assegurado o cadastramento das famílias na relação de beneficiários, para acesso às políticas públicas.

Ficaram de fora também elaboração, no prazo de dez dias, dos planos de contingência para situações de contato para cada registro confirmado de indígenas isolados oficialmente reconhecidos pela Funai e dos planos de contingência para surtos e epidemias específicos para cada povo de recente contato.

O projeto também previa que, em áreas remotas, a União adotaria mecanismos que facilitassem o acesso ao auxílio emergencial e a benefícios sociais e previdenciários, de maneira que povos indígenas, quilombolas, pescadores e outros povos tradicionais não precisassem sair de suas comunidades.

A maioria dos vetos traz como justificativa a argumentação de que o texto criava despesa obrigatória sem demonstrar o “respectivo impacto orçamentário e financeiro, o que seria inconstitucional”.

O País do atraso – O ministro André Mendonça é um exemplo de que evangélicos distorcem a bíblia e a legislação para cercear a liberdade alheia 5

Colunista que torce pela morte de Bolsonaro será investigado pela PF

O ministro André Mendonça abrirá inquérito para investigar o colunista Hélio Schwartsman, da Folha de S.Paulo, após artigo controverso

Por iG Último Segundo 

Presidente Jair Bolsonaro de máscara
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro confirmou hoje (7) que está com a Covid-19

O atual ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, abrirá inquérito junto à Polícia Federal (PF) para investigar o colunista Hélio Schwartsman, que publicou nesta terça-feira (7) o  artigo “Por que torço para que Bolsonaro morra” na Folha de S.Paulo.

Em seu perfil no Twitter, Mendonça afirmou que, entre os “princípios básicos do Estado de Direito”, está a liberdade de expressão da imprensa como “direito fundamental”. No entanto, “tais direitos são limitados pela lei”.

“Diante disso, quem defende a democracia deve repudiar o artigo ‘Por que torço para que Bolsonaro morra’”, afirmou o ministro na rede social. As postagens foram replicadas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O ministro afirma que as declarações feitas na coluna de Schwartsman violam os artigos 31, IV; e 26 da Lei de Segurança Nacional.

No artigo, o colunista afirma que a morte de Bolsonaro teria significado acentuado em relação a um presidente que tem minimizado a pandemia do novo coronavírus e “sabotando” medidas para enfrentá-la.

“Isso salvaria vidas? A crer num estudo de pesquisadores da UFABC, da FGV e da USP, cada fala negacionista do presidente se faz seguir de quedas nas taxas de isolamento e de aumentos nos óbitos”, escreveu Schwartzman.

Ele afirma ainda que, se Bolsonaro vier a óbito em decorrência da Covid-19 , passará uma mensagem a “governantes irresponsáveis” que pensarem em “imitar seu discurso e atitudes, o que presumivelmente pouparia vidas em todo o planeta”. “Bolsonaro prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida”, conclui

Fonte: undefined – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-07/colunista-que-torce-por-morte-de-bolsonaro-sera-investigado-pela-pf.html

Portaria DGP – 29, de 7-7-2020 – Disciplina o uso de redes sociais por policiais civis do Estado de São Paulo…( Escrever não pode, enriquecer ilicitamente pode ! ) 8

DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA DR. MAURÍCIO
HENRIQUE GUIMARÃES PEREIRA
Portaria DGP – 29, de 7-7-2020
Disciplina o uso de redes sociais por policiais civis
do Estado de São Paulo
Considerando a necessidade de disciplinar no âmbito da
Polícia Civil de São Paulo o uso das redes sociais;
Considerando a peculiaridade da condição de Policial Civil
ininterrupta e que o regime jurídico a que está submetido
impõe-lhe restrições e exigências pessoais distintas das acometidas aos servidores públicos em geral;
Considerando que os direitos fundamentais de manifestação de pensamento e da liberdade de expressão não são absolutos e devem se harmonizar com os demais direitos, garantias
e princípios constitucionais;
Considerando a proibição de divulgação de informações
sobre atos investigatórios, prevista no artigo 2º da Portaria DGP
30/97, que disciplina a prestação de informações no exercício da
atividade policial civil;
Considerando eventuais impactos negativos que a conduta
individual do Policial Civil nas redes sociais pode ocasionar à
Polícia Civil de São Paulo, quanto à segurança, imagem, credibilidade, respeitabilidade e confiança pelos cidadãos;
Considerando as condutas exigidas do Policial Civil prevista
na Lei Complementar Estadual 207/79, em especial em seus
artigos 62, II, III, VII, IX, XIV, XVII e 63, I, XIX, XXII, XXIII, XXVI,
XXVII, XXX, XXXIV, XLVI;
Considerando que a Constituição Federal de 1988 e, no
âmbito da Polícia Civil de São Paulo, a Portaria DGP 18/98,
garantem a preservação dos direitos à imagem, ao nome, à privacidade e à intimidade das pessoas submetidas à investigação
policial e a violação dessas garantias configura crime de abuso
de autoridade, nos moldes da Lei 13.869/19, Determina:
Art. 1.º Esta Portaria estabelece parâmetros para o uso de
redes sociais por policiais civis de São Paulo.
Parágrafo único. Consideram-se rede social todos os sítios
da internet, plataformas digitais e aplicativos de computador
ou dispositivo eletrônico móvel voltados à interação pública e
social, que possibilitem a comunicação, a criação ou o compartilhamento de mensagens, de arquivos ou de informações de
qualquer natureza.
Art. 2.º É vedada a criação de perfil funcional nas redes
sociais, relacionado ao trabalho de natureza policial, exceto os
perfis utilizados pela Polícia Civil, administrados pela Assistência
Policial da Comunicação Social da Delegacia Geral de Polícia
Adjunta, ou aqueles autorizados por esta.
Art. 3.º É livre a criação de perfis pessoais nas redes sociais,
devendo, entretanto, o policial abster-se de:
I – usar na identificação pessoal (nome do usuário) o nome
da Polícia Civil de São Paulo, ou fração dele, seja por extenso ou
sigla, bem como o cargo que ocupa;
II – usar o brasão, banner ou qualquer outro símbolo oficial
da Polícia Civil de São Paulo, isolado ou cumulativamente com
outros elementos visuais, como forma de identificação pessoal;
III – registrar-se usando endereço de e-mail institucional;
IV – usar elementos visuais ou textuais como forma de
identificação pessoal que possam induzir o usuário a acreditar
que se trata de perfil funcional.
Art. 4.º Constituem, ainda, condutas vedadas aos policiais
civis nas redes sociais:
I – expressar opiniões ou compartilhar informações que
possam trazer descrédito à Polícia Civil ou prejudicar a imagem
da instituição;
II – manter indevida interação virtual com pessoas que sabe
ou deveria saber estejam envolvidas em atividades criminosas,
salvo por motivo de serviço;
III – expressar opinião de cunho pessoal que possa ser
interpretada como posição oficial da Polícia Civil de São Paulo;
IV – manifestar juízos depreciativos a decisões e atos de
polícia judiciária praticados por Delegado de Polícia ou emanar
qualquer outra manifestação que desrespeite sua independência
funcional;
V – compartilhar ou manifestar apoio a conteúdo ou informações inverídicas (“fake news”);
VI – emitir ou compartilhar opinião que caracterize ou
demonstre tolerância a discurso discriminatório ou de ódio, ou
que expressem preconceitos de qualquer natureza;
VII – expressar opinião que atente contra os valores consagrados pela Constituição Federal de 1988, em especial, do Estado Democrático de Direito, seus fundamentos e dos objetivos
fundamentais da República Federativa do Brasil;
VIII – expressar-se de forma a constituir injúria, calúnia ou
difamação;
IX – violar sigilo profissional, publicando ou compartilhando
quaisquer informações ou documentos dos quais teve conhecimento no exercício do cargo e que não sejam de conhecimento
público, em especial que digam respeito a:
a) operações policiais, em qualquer fase (planejamento,
execução ou conclusão), e seus resultados, salvo após publicação oficial da Polícia Civil e dentro dos limites desta ou devidamente autorizado nos termos da Portaria DGP 30/97;b) investigações da Polícia Civil, concluídas ou em curso,
métodos e procedimentos investigativos empregados, bem como
seus resultados, salvo após publicação oficial da Polícia Civil e
dentro dos limites desta;
c) estrutura da Polícia Civil de São Paulo, pessoal e material,
incluindo efetivo, equipamentos, armamentos e ferramentas
informatizadas, salvo se for instrutiva ou educativa, e devidamente autorizado;
d) doutrina e prática de técnicas e procedimentos operacionais e investigativos utilizados pela Polícia Civil de São Paulo;
e) conteúdos ministrados na Academia de Polícia Dr. Coriolano Nogueira Cobra, de quaisquer cursos, incluindo as didáticas
e os materiais utilizados.
X – comercializar ou divulgar produtos ou serviços, ou
patrocinar postagens com o intuito comercial, salvo nas hipótese
do art 44, II, “a” e “b” da Lei Complementar Estadual 207/05 e
contanto que não vincule a postagem à Polícia Civil;
XI – publicar filmagens ou fotografias de ações policiais,
produzidas por Policiais Civis, participante ou não das ações,
salvo quando se tratar de publicação oficial da Polícia Civil de
São Paulo ou quando estiver devidamente autorizado;
XII – publicar ou compartilhar vídeos ou fotografias que
contenham vítimas, testemunhas, pessoas investigadas ou sob
custódia da Polícia Civil de São Paulo, visando a submetê-las
a situação vexatória ou constrangimento não autorizados em
lei, satisfazer a curiosidade pública ou a promoção pessoal do
policial civil responsável pela produção da imagem, publicação
ou compartilhamento;
XIII – usar brasão, uniforme, armamentos, equipamentos ou
qualquer outro símbolo oficial da Polícia Civil de São Paulo, em
vídeos, fotos ou montagens que não sejam oficiais da Polícia
Civil ou sem a devida autorização;
XIV – produzir ou compartilhar arquivos nos quais haja o uso
de brasão, uniforme ou qualquer outro símbolo oficial da Polícia
Civil de São Paulo, em vídeos, fotos ou montagens, de forma a
menosprezar ou colocar em dúvida a seriedade da instituição e
de seus agentes;
XV – publicar fotos, vídeos ou manifestação escrita, de comportamento pessoal que, embora versem sobre fato praticado
fora de serviço e não vinculado à instituição, afetem a respeitabilidade do policial e sejam suscetíveis de macular o prestígio da
função policial que exerce.
Art. 5.º Caberá, ainda, ao policial civil:
I – evitar comportamentos que indiquem a busca de
reconhecimento social para si ou que visem exclusivamente a
promoção pessoal;
II – cuidar da segurança de acesso às suas contas, dos parâmetros de privacidade e do teor de suas publicações, de modo a
não se expor a risco, pessoal ou virtual;
III – observar sempre o decoro e a discrição na linguagem
das postagens e atitudes nas redes sociais, tendo em mente a
responsabilidade imposta pelo cargo.
Art. 6.º Os policiais civis que já possuírem perfis em redes
sociais deverão adequá-los às exigências desta Portaria no prazo
de 1 mês, contados da data de sua publicação.
Art. 7.º O disposto nesta Portaria aplica-se também aos
policiais em afastamentos regulares, ainda que o afastamento
seja com prejuízo de seus vencimentos.
Art. 8.º As vedações previstas nesta Portaria não se aplicam
aos policiais civis que exerçam mandatos políticos, tampouco
aos representantes de entidades e associações de classe, quando a manifestação nas redes sociais visar à representação dos
interesses dos associados e à defesa dos interesses dos policiais
civis em geral, da Polícia Civil ou da sociedade.
Art. 9.º Caberá à Delegacia Geral de Polícia Adjunta expedir
as autorizações de que trata esta Portaria, mediante solicitação encaminhada pelo interessado por meio das Autoridades
Policiais indicadas no artigo 5º da Portaria DGP 30/97 para a
Assistência Policial de Comunicação Social, que se manifestará
conclusivamente a respeito.
Art. 10. A Academia de Polícia deverá inserir nos conteúdos
programáticos dos cursos de formação palestra sobre o uso de
redes sociais pelos policiais.
Art. 11. Esta Portaria entrará em vigor na data de sua
publicação


Todo esse enredo tem apenas o objetivo principal de impedir críticas aos Delegados de Polícia, especialmente aos membros da cúpula…

Uma grande parcela que sempre fez uso da estrutura policial para se locupletar ilicitamente, seja extorquindo, seja desviando verbas ou mesmo prestando serviços privados de segurança empregando material e pessoal do Estado. 

De resto , a vingar essa portaria aconselho aos policiais civis a abandonarem as redes sociais para que não sejam punidos “por qualquer coisa”.

Rasguem as suas funcionais e nunca digam a ninguém que são policiais civis. 

Você é apenas um merda muito mal pago!

Nem sequer o direito ao orgulho de fazer o que faz você possui!

Sem Censura – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

Por que torço para que Bolsonaro morra…Torço para que o quadro se agrave e ele morra. Nada pessoal 2

Por que torço para que Bolsonaro morra

O presidente prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida

Como já escrevi aqui a propósito desse mesmo tema, embora ensinamentos religiosos e éticas deontológicas preconizem que não devemos desejar mal ao próximo, aqueles que abraçam éticas consequencialistas não estão tão amarrados pela moral tradicional. É que, no consequencialismo, ações são valoradas pelos resultados que produzem. O sacrifício de um indivíduo pode ser válido, se dele advier um bem maior.

A vida de Bolsonaro, como a de qualquer indivíduo, tem valor e sua perda seria lamentável. Mas, como no consequencialismo todas as vidas valem rigorosamente o mesmo, a morte do presidente torna-se filosoficamente defensável, se estivermos seguros de que acarretará um número maior de vidas preservadas. Estamos?

O presidente Jair Bolsonaro anuncia que exame deu positivo e que está com Covid-19
O presidente Jair Bolsonaro anuncia que exame deu positivo e que está com Covid-19 – Reprodução/TV Brasil

No plano mais imediato, a ausência de Bolsonaro significaria que já não teríamos um governante minimizando a epidemia nem sabotando medidas para mitigá-la. Isso salvaria vidas? A crer num estudo de pesquisadores da UFABC, da FGV e da USP, cada fala negacionista do presidente se faz seguir de quedas nas taxas de isolamento e de aumentos nos óbitos. Detalhe irônico: são justamente os eleitores do presidente a população mais afetada.

Bônus políticos não contabilizáveis em cadáveres incluem o fim (ou ao menos a redução) das tensões institucionais e de tentativas de esvaziamento de políticas ambientais, culturais, científicas etc.

Numa chave um pouco mais especulativa, dá para argumentar que a morte, por Covid-19, do mais destacado líder mundial a negar a gravidade da pandemia serviria como um “cautionary tale” de alcance global. Ficaria muito mais difícil para outros governantes irresponsáveis imitarem seu discurso e atitudes, o que presumivelmente pouparia vidas em todo o planeta. Bolsonaro prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida.

Hélio Schwartsman

Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de “Pensando Bem…

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2020/07/por-que-torco-para-que-bolsonaro-morra.shtml


Texto sublime do Hélio Schartsman!

Se torcida influir no resultado, Bolsonaro já estaria morto…

O mundo inteiro torce para que esse canalha desapareça da face da terra.

Infelizmente, não influi em nada! O que influirá em seu pronto restabelecimento é toda a estrutura de saúde à disposição da presidência.

Ele ficará bom e matará outras dezenas de milhares de pobres e honestos brasileiros ; que infectados terão apenas a cloroquina para matá-los sem delongas e custos! 

 

CENSURA PRÉVIA – A Polícia Civil continua fazendo prova de ser um órgão pestilento que protege a corrupção reprimindo a liberdade de expressão de seus funcionários – João Doria deveria exonerar o Delegado Geral 54

Polícia Civil de SP regula atuação de funcionários nas redes sociais

Portaria estabelece parâmetros para postagens e proíbe perfis funcionais, entre outras regras, para evitar danos à imagem e credibilidade da instituição

Comportamento de policiais civis nas redes sociais será disciplinado

Comportamento de policiais civis nas redes sociais será disciplinado

Reprodução/Google Maps

A Polícia Civil de SP lançou uma portaria nesta terça-feira (7) com normas disciplinares para regular o comportamento de agentes públicos nas redes sociais. O documento, assinado pelo delegado geral, Ruy Ferraz Fontes, estabelece parâmetros para postagens e proíbe perfis funcionais com a finalidade de evitar danos à imagem, segurança, credibilidade e respeitabilidade da instituição, entre outros aspectos.

O texto elaborado pela cúpula — que deverá entrar em vigor nesta quarta-feira (8), após a sua publicação no Diário Oficial do Estado — ressalta a peculiaridade da condição de policial civil ininterrupta e que o regime jurídico a que está submetido impõe restrições e exigências pessoais distintas das acometidas aos servidores públicos em geral.

A portaria também esclarece ao policial civil que os direitos fundamentais de manifestação de pensamento e da liberdade de expressão não são absolutos e devem se harmonizar com os demais direitos, garantias e princípios constitucionais.

Desta forma, agentes estão proibidos de divulgar informações sobre investigações, usar o nome, cargo, brasão, banner ou qualquer outro símbolo oficial da Polícia Civil de forma isolada ou cumulativamente com outros elementos visuais como forma de identificação pessoal em seus perfis.

Também estão vedados o registro de endereço de e-mail institucional e a utilização de elementos que possam induzir o usuário a acreditar que se trata de um perfil funcional. Estão liberados somente os perfis utilizados pela Polícia Civil, administrados pela comunicação social da instituição ou outros autorizados.

Entre as principais condutas impróprias aos servidores nas redes sociais, estão: opinar ou compartilhar informações que possam trazer descrédito à Polícia Civil; interagir com suspeitos de atividades criminosas (salvo razões de serviço); expressar opinião que seja interpretada como oficial, compartilhar ou apoiar conteúdos inverídicos (fake news); postar ou compartilhar opiniões que apoiem discursos discriminatórios, de ódio ou que expressem preconceitos de qualquer natureza; evitar comportamentos que indiquem promoção pessoal.

Os policiais que já possuem perfis em redes sociais deverão adequá-los às exigências do comando da instituição em até um mês a partir da entrada em vigor da portaria.


Na verdade o que se quer  impedir são as críticas aos delegados de polícia, especialmente a histórica arrogância e prepotência no trato com os subordinados. ( de se conferir a portaria na postagem abaixo ) 

Além da suposta promoção pessoal e funcional de algumas autoridades que divulgam os feitos de suas respectivas unidades e comandados.

Certamente deve haver algum classe especial – dono de perfil – cotado para assumir cargo no Conselho e, futuramente, a própria DGP. 

Enfim, a portaria denota a linha invejosa e autoritária encravada na Polícia Civil , onde a Democracia ainda não chegou e nunca chegará.

Nota de Repúdio a censura literária do Governo e Seduc | Tudo ...

 

Vamos moralizar o Brasil, avante Presidente Mourão! – Morra logo , Bolsonaro ! 10

Não dá pra entender certos policiais sectários do Bolsonaro , querem moralizar o País com um peculatário na presidência da República…

Pessoal, rachadinha é grave crime contra o Erário…É mais grave do que receber dinheiro do jogo de bicho e de outras jogatinas!

O cara se locupletou ilicitamente por quase 30 anos como membro do Poder Legislativo ; vocês acreditam que , depois de eleito presidente , ele se tornou ex-corrupto ?

 

Historiador prevê o que seria escrito no dia da morte de Bolsonaro

Viés assassino – Associação Brasileira de Imprensa diz que Bolsonaro agiu de forma criminosa 3

BI: Bolsonaro comete mais um crime

Mesmo informado de que estava infectado com o Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro continua agindo de forma criminosa e pondo em risco a vida de outras pessoas. Nesta terça-feira, rompendo o isolamento recomendado pelos médicos, recebeu jornalistas de veículos que considera alinhados com suas políticas para informar pessoalmente que está contaminado com o coronavírus. Na ocasião, o presidente esteve próximo dos jornalistas e chegou a retirar a máscara.

Com essa atitude, infringiu o Código Penal, que, em seu artigo 131, que diz: “Praticar, com o fim de transmitir a outrem moléstia grave de que está contaminado, ato capaz de produzir o contágio. Pena: reclusão, de um a quatro anos, e multa.”

Bolsonaro infringiu também o artigo 132 do mesmo código, que prevê pena de detenção de três meses a um ano para quem expuser “a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”.

Não é possível que o país assista sem reação a sucessivos comportamentos que vão além da irresponsabilidade e configuram claros crimes contra a saúde pública.

Diante dessa situação, a ABI está entrando com uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal contra o presidente.

Paulo Jeronimo – Presidente da ABI

Foda-se, Bolsonaro assassino! – Todo mundo vai morrer um dia , nos faça o grande favor de morrer após sofrer bastante…Leve consigo todos os seus sectários! 7

Jair Bolsonaro testa positivo para covid-19

Jair Bolsonaro informa resultado de teste do coronavírus - Reprodução/TV Brasil

 

Jair Bolsonaro informa resultado de teste do coronavírus Imagem: Reprodução/TV Brasil

Do UOL, em São Paulo

07/07/2020 12h14

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo para covid-19. A revelação foi feita hoje pelo próprio chefe do Executivo, em entrevista à TV Brasil. Ontem, ele sentiu alguns sintomas da doença e fez o exame em Brasília. O resultado foi divulgado no fim desta manhã.

“Começou domingo, com uma certa indisposição, se agravou na segunda-feira, com cansaço, indisposição e febre de 38 graus. O médico da presidência, apontando a contaminação por covid-19, fui fazer uma tomografia no hospital. Equipe médica decidiu dar hidroxicloroquina e aztromicina. Como acordo muito durante a noite, depois da meia-noite senti uma melhora, às 5 da manhã tomei a segunda dose e estou me sentindo bem”, disse Bolsonaro.

Em nota oficial, a Secretaria Especial de Comunicação Social disse que o estado de saúde do presidente é “bom”.

“O resultado do teste de covid-19 feito pelo presidente Jair Bolsonaro na noite dessa segunda-feira, 6, e disponibilizado na manhã de hoje, 7, apresentou diagnóstico positivo. O presidente mantém bom estado de saúde e está, nesse momento, no Palácio da Alvorada”, disse o comunicado.

Nomes do governo que tiveram contato com o presidente nos últimos dias também fizeram exames para detectar a doença. O ministro da defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, estão entre os que realizaram os testes.

No último sábado, Bolsonaro participou de um almoço ao lado do embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, em Brasília. Ele foi acompanhado por ministros e posaram para fotos sem máscara. O governo dos EUA confirmou que Chapman passará por teste para verificar se está com covid-19.

Desde que retornou dos Estados Unidos, em março, o presidente e sua comitiva fizeram exames para covid-19. O grupo que acompanhou o presidente aos EUA teve mais de 20 pessoas infectadas.

A covid-19 atacou até mesmo o principal conselheiro político do presidente brasileiro, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno. O primeiro a ser detectado com a doença foi o secretário de Comunicação do Planalto, Fábio Wajngarten.

Bolsonaro chegou a fazer três exames para a doença na ocasião e, durante meses, resistiu a divulgar os resultados. Somente em maio, após uma ação movida pelo jornal O Estado de S.Paulo, Bolsonaro revelou que usou pseudônimos para realizar os exames, que teriam atestado negativo.

É ruiva ou é tinta ? – Carla Zambelli está desinformada quanto a apuração de crimes contra o Erário e a Administração Pública em geral; insinuando que o DPPC é um departamento corrupto a serviço do governo do estado 18

A atribuição exclusiva do DPPC para apuração de crimes contra a Administração Pública que causem prejuízos aos cofres públicos  diz respeito , apenas , aos crimes ocorridos na Capital.

Fora da Capital o DPPC não pode agir sem previa requisição superior.

No interior , conforme o caso , a atribuição pode ser da Delegacia do Município ou Seccional de Polícia .

O registro de ocorrência pode ser elaborado em qualquer delegacia e por qualquer pessoa; nestes casos , não sendo atribuição da delegacia que efetuou o registro ( DP ) , deverá ser encaminhado,  no dia seguinte,  ao departamento.

O policial civil que , durante diligências ou atos de inquérito , tomar conhecimento de crimes contra a Fazenda Pública , em vez de lavrar boletim der ocorrência , deverá elaborar relatório a ser encaminhado ao superior hierárquico; este , se for o caso, fará a comunicação ao Departamento.

Todos os atos são documentados.

A divisão de “competências” tem por objetivo a melhor organização das tarefas; evitando-se tumulto nas investigações, misturando-se crimes comuns com crimes funcionais.

Além de EVITAR A CORRUPÇÃO POLICIAL!

Deputada , a Sra. é muito ingênua , se um policial tomar conhecimento de um crime praticado por algum político – até pela Senhora – ele irá lhe extorquir.

Não irá lavrar boletim , muito menos relatar o fato ao superior.

Irá lhe procurar para uma conversa, entende?

Fará uma investigação de gaveta, não havendo acerto vai esquentar o papel , de regra, fazendo escândalo por meio da imprensa.

No melhor estilo bolsonarista!

Deputada, vai cuidar dos seus afazeres em Brasília e deixe de ouvir gente que , certamente, anda atrás de uma boquinha lá no DPPC.

Minha cara, policial civil nem sequer investiga o bicheiro da esquina, você acha que vai investigar “parada alta” de políticos? Nem do PSDB, nem do PT ; nem do PCC!

Sabe o que aconteceria se todo policial civil pudesse apurar crimes contra a Fazenda?

Seriam todos “fiscais de tributos” , fazendo blitz para verificar transporte de mercadorias e respectivas notas fiscais.

Para tomar uma graninha fácil e boa!

Ninguém iria investigar furto, roubo, tráfico , homicídios; etc.

Por fim, uma boa parcela dos policiais civis , são iguais a Vossa Excelência: nem sequer sabem interpretar um Decreto ; o que dizer de um processo de licitação!