A ‘lei do silêncio’ não permite que se diga que o crime é a polícia…ou melhor: não permite dizer que as policiais estaduais são as maiores ORCRIMs do Brasil…( Quem não rouba nem mata deixa o “irmãozinho” roubar ou matar ! ) 1

A ‘lei do silêncio’ não permite que se diga que o crime é a polícia

POR FERNANDO BRITO · 12/03/2019

Evidente que não se fala que todo policial é criminoso.

Muitos não são, mas sabem que a estrutura é e, por isso, melhor calar.

Mas é simplesmente inaceitável ler em O Globo que “ninguém jamais havia investigado Ronnie Lessa [0 sargento apontado como o executor de Marielle Franco].

“Embora os corredores das delegacias conhecessem a fama do sargento reformado, de 48 anos, associada a crimes de mando pela eficiência no gatilho e pela frieza na ação, Lessa era até a operação desta quarta-feira um ficha limpa”.

O cara sofre um atentado a bomba acionada por controle remoto via celular, andando numa Toyota blindada e ninguém investigou a razão, sendo aceitável que ele era “segurança” (ou ex-segurança) de bicheiro e vida que segue?

O sujeito mora em um condomínio de luxo na Barra, tem casa com lancha num outro, de luxo, em Angra dos Reis, desfila num automóvel blindado Infinity que, se tiver sete ou oito anos de uso custa mais de R$ 120 mil, tudo isso com uma aposentadoria da PM que fica pouco acima de R$ 7 mil, e ninguém desconfia de nada?

E vejam que era um mero sargento, nem mesmo um oficial. Será que nem nestes há o brio de, vivendo modestamente, não investigar porque há tantos “colegas” podres de ricos?

Como isso é possível sem cumplicidade e muita?

Há uma estrutura criminosa dentro de nossas polícias e a “licença para matar” que já lhe é dada há muito tempo só a faz prosperar, inclusive agenciando as atividades dos “bandidos-bandidos”, com seus arreglos e proteção.

Meses atrás o ministro da Justiça, Torquato Jardim, disse que comandantes de batalhão da PM do Rio eram “sócios do crime organizado” e nada aconteceu.

Vivi, de perto, as dificuldades de um governo, o de Brizola, que se dispôs a enfrentar os desvios da polícia. A sério, sem aquelas demagogias de escolher meia-dúzia para expulsar e continuar “deixando a festa rolar”. A imprensa fazia coro ao “não deixam a polícia trabalhar”.

Vê-se agora o quanto trabalham. Deve realmente ser trabalhoso não ver um mercenário milionário bem diante dos seus olhos.

Haverá, nos jornais, quem faça a básica pergunta de como isso foi possível?

http://www.tijolaco.net/blog/a-lei-do-silencio-nao-permite-que-se-diga-que-o-crime-e-a-policia/

No meu tempo policial militar não se incomodava com gay, lésbica , folião cachaceiro , nem mesmo com traveco de avenida…A juventude policial está mudada, em vez de quebrar ladrão quebram mulheres, idosos, meninos delicados e pingão indefeso…Dos PCC – salvo a ROTA – a maioria dos bombadões corre de medo! 6

Imagens mostram policiais agredindo folião em bloco de SP

Publicitário foi cercado e atacado por agentes, que foram afastados das funções neste domingo. Medidas legais estão sendo tomadas, diz vítima

Redação, O Estado de S.Paulo

10 de março de 2019 | 22h26

SÃO PAULO – Imagens divulgadas na noite deste domingo, 10, pela TV Globo mostram o momento em que cinco policiais cercam e ao menos um deles agride um folião durante um bloco de pós-carnaval neste sábado, 9, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. A vítima, o publicitário Guilherme Kieras, de 29 anos, ficou ferido e relatou em redes sociais que foi perseguido e levado para uma rua afastada, onde foi agredido até com cassetetes.

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A gravação mostra cinco policiais segurando o homem e o colocando entre viaturas estacionadas Foto: Reprodução/TV Globo

A gravação mostra cinco policiais segurando o homem e o colocando entre viaturas estacionadas. Ao menos um soco parte do policial e o restante da cena não é possível visualizar. Kieras disse que tudo começou quando, em razão da chuva, tentou se abrigar na mesma marquise em que estavam os policiais, na Avenida Marquês de São Vicente. Ele foi impedido, segundo conta, e se dirigiu a uma árvore próxima.

“Nisso um policial começou a gritar dizendo que ali também não podíamos ficar, eu questionei porque não havia motivo aparente para não poder, fomos em seguida perseguidos por 4 a 5 PMs que nos batiam com cassetetes, chegando a me perseguir na rua, me levar a força para uma rua afastada, onde levei socos, chutes e fui desacordado por uma mata-leão”, relatou. “A última coisa que lembro antes de perder a consciência foi de pedir para não morrer, e segundos após acordar, me recordo de pedir pra ir embora. Fui chutado para a rua, onde, sangrando muito pela boca e rosto, saí em busca de ajuda”, completou.

Ao Estado, a Secretaria da Segurança Pública confirmou o afastamento dos envolvidos “até a conclusão das investigações”. “A Polícia Militar informa que, assim que tomou conhecimento das imagens, instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar toda a ocorrência”, declarou a corporação em nota. “Mais de 10 mil policiais militares estiveram nas ruas da capital paulista neste fim de semana para garantir a segurança dos foliões e o cumprimento da lei. A PM não compactua com desvios de conduta de seus agentes e este episódio, que não representa o trabalho da corporação, será rigorosamente apurado.”

“Fazemos um escândalo e lutamos com fogo nos olhos. O afastamento dos policiais é apenas o início. Todas as medidas legais estão sendo tomadas. Vamos lutar em nome de todos os que sofrem com isso diariamente e não têm voz!”, acrescentou o publicitário em nova postagem.

Na semana passada, o Estado mostrou que policiais militares usaram bombas e balas de borracha contra foliões no mesmo bairro, deixando ao menos três pessoas feridas. As vítimas relataram que o bloco do qual participavam já tinha se dispersado e poucas pessoas permaneciam nas ruas da região quando foram surpreendidas pela ação, que classificaram como truculenta. Ao pedir providências no batalhão depois de ser ferida, uma mulher foi ameaçada por um policial militar, que disse que não tinha “cerimônia para quebrar cara de mulher” . O agente foi afastado e o governador Doria (PSDB) reconheceu o excesso.

Sargentos da PM – se dizendo policiais civis – presos por extorsão para restituição de veículo roubado…Há suspeita de que eles mesmos roubam veículos e depois contatam os proprietários exigindo resgate 2

Sargentos da PM são presos por tentar extorquir vítima de roubo em BH

Os dois militares, sendo um aposentado e outro da ativa, teriam se passado por policiais civis. Eles ligaram para uma vítima de roubo de carro e pediram dinheiro para fazer a devolução do veículo


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Um caso de tentativa de extorsão terminou na prisão de dois sargentos da Polícia Militar (PM)em Belo Horizonte. Uma vítima de roubo de carro recebeu ligação dos militares que pediram R$ 30 mil para devolver o veículo. A suspeita é que eles mesmos tenham levado o automóvel. Na conversa com o proprietário, se passaram por policiais civis. A corregedoria da PM e a Polícia Civil investigam o fato.

A ocorrência aconteceu nessa sexta-feira. Equipes da Polícia Civil começaram a investigar o caso depois que receberam denúncias de que pessoas se passando por policiais civis estariam ameaçando outras com objetivo de receber dinheiro.

O proprietário que teve o carro roubado, um C3, informou aos policiais civis que os sargentos teriam se apropriado do veículo dele e cobravam propina para fazer a devolução. O valor seria R$ 30 mil. Como se identificaram como policiais civis, a vítima entrou em contato com a corporação para esclarecer tal fato.

Enquanto conversava com os investigadores, recebeu uma nova ligação dos sargentos. Desta vez, eles teriam pedido R$ 15 mil. O dinheiro deveria ser depositado pela vítima em uma caçamba de lixo. Uma operação foi montada por equipes da Polícia Civil e os autores foram presos.

Um dos sargentos presos é do Comando de Aviação do Estado (Comave) da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o outro seria aposentado. Os nomes não foram divulgados. Os dois sargentos foram autuados pelo crime de extorsão e entregues à Corregedoria da Polícia Militar para as medidas cabíveis.

Por meio de nota, a A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) afirmou que não coaduna com desvios de conduta e que a Corregedoria da Instituição acompanha o fato desde o momento da prisão dos policiais. Informou, ainda, que está adotando todas as medidas legais cabíveis ao caso, “respeitando o direito da ampla defesa e do contraditório dos envolvidos”. Os presos estão recolhidos em unidades da PM, em Belo Horizonte, à disposição da Justiça.

Os policiais militares de todo o Brasil devem desculpas à sociedade: A PM MATOU MARIELLE várias vezes…E quando você for assaltado cuidado para quem você pede socorro, o polícia pode ser sócio do ladrão ! 11

Caso Marielle Franco: quem são os dois presos e o que falta saber sobre os assassinatos

Ronnie Lessa e Elcio QueirozDireito de imagem POLÍCIA CIVIL DO RJ
IOs ex-PMs Ronnie Lessa (à esq.) e Elcio Vieira de Queiroz foram denunciados como executores do crime contra Marielle e Anderson

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público do Estado anunciaram nesta terça-feira a prisão de dois suspeitos pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e do motorista dela, Anderson Gomes, em março de 2018.

O policial militar reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-policial militar Elcio Vieira de Queiroz, de 46, foram denunciados pelos crimes de homicídio qualificado de Marielle e Anderson e por tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao ataque.

Segundo os investigadores, Lessa efetuou os disparos contra Marielle e Anderson, enquanto Queiroz dirigiu o veículo de modelo Cobalt usado durante o ataque.

Os investigadores ainda não sabem, no entanto, qual foi a motivação para o crime e quem teria sido o mandante, se é que houve algum. Essas questões serão objeto de uma segunda etapa da investigação, que já está em andamento.

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, o governador do Rio, Wilson Witzel, disse que os suspeitos poderão fazer uma delação premiada, se assim quiserem.

Lessa foi preso em sua casa, no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca – mesmo local onde o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem casa. Segundo os investigadores, o fato não foi relevante para esta etapa da investigação.

Marielle FrancoDireito de imagemMÁRIO VASCONCELLOS/CMRJ
Image captionSegundo investigadores, ataque que vitimou Marielle Franco e Anderson Gomes foi planejado ao longo de 3 meses

Quem são os presos

Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, Giniton Lages, chefe da Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pela investigação, disse que os autores dos assassinatos cometeram “um crime perfeito”, o que fez os investigadores concentrarem sua atenção em pessoas que teriam a capacidade técnica de cometê-lo.

Lessa, acusado de efetuar os disparos, é policial reformado. Também trabalhou na Polícia Civil e foi membro do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope), segundo Lages. Por sua experiência, avalia o delegado, era capaz de cometer um crime sofisticado.

Durante a investigação, diz Lages, observou-se que Lessa tem “obsessão por personalidades que militam à esquerda”. “Numa análise do perfil dele, você percebe ódio e desejo de morte, você percebe alguém capaz de resolver diferenças dessa forma (matando)”, diz o delegado.

Ainda que não seja possível afirmar qual foi a razão para o crime, o delegado a descreve como “motivo torpe”.

A investigação foi feita com a quebra de dados do celular de Lessa. Segundo o delegado, ele fazia buscas por informações ligadas a Marcelo Freixo e também ao general Richard Nunes, então secretário de Segurança Pública do Rio.

Segundo o delegado, a confirmação de que de fato era Lessa no carro foi possível por métodos que não serão divulgados.

Em nota, a PM-RJ afirmou que Lessa ingressou na corporação em 1991 e, a partir de 2003, atuou como adido na Polícia Civil, onde permaneceu até sofrer um atentado que o afastou das atividades policiais, em 2010.

“Em decorrência de sua prisão na manhã desta terça-feira, a Corregedoria Interna da Polícia Militar do Rio de Janeiro já se colocou à disposição da DHC (Delegacia de Homicídios da Capital) e do Gaeco para colaborar no que for possível em relação ao inquérito que resultou na Operação Lume. A Corregedoria aguardará o envio de informações sobre o envolvimento do sargento para adoção de medidas disciplinares cabíveis.”

Queiroz, que seria o motorista do carro, foi expulso da PM-RJ em 2015, após se tornar réu na Operação Guilhotina, realizada pela Polícia Federal, em 2011, e voltada contra policiais fluminenses acusados de corrupção. Segundo a PM-RJ, Queiroz foi expulso em razão de envolvimento “em atividade ilegal de exploração de jogos de azar” e não tem mais qualquer vínculo com a corporação.

Os promotores e policiais não descartam a possibilidade de que houvesse uma terceira pessoa no veículo, algo que será avaliado na próxima etapa da investigação.

Como foi o ataque, segundo as autoridades

“A empreitada criminosa (contra Marielle e Anderson) foi meticulosamente planejada durante os três meses que antecederam o atentado”, diz em nota o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ).

A operação foi batizada de Lume – uma referência ao Buraco do Lume, onde Marielle atuava num projeto chamado Lume Feminista.

“É inconteste que Marielle Francisco da Silva [nome de batismo da vereadora] foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”, diz a denúncia, que classificou o atentado como um “golpe ao Estado Democrático de Direito”.

Os investigadores dizem que os assassinos sabiam onde Marielle estaria, em um compromisso na Casa das Pretas, na Lapa, e tinham informações sobre o carro que a levava.

Eles reconstituíram, por meio de imagens de câmeras de rua, a viagem de cerca de uma hora feita pelo carro, da Barra da Tijuca até o endereço onde estava Marielle. A identificação do veículo foi possível, segundo o delegado, porque ele tinha um “defeito traseiro inconfundível”.

Ao chegarem ao endereço, não encontraram o carro do motorista Anderson, então deram uma volta no quarteirão. Na segunda volta, toparam com o veículo e estacionaram próximo a ele. Ficaram lá por duas horas, até que Marielle deixou o local.

Os assassinos seguiram o carro e efetuaram os disparos a alguns quilômetros dali.

Além das prisões, a operação realiza mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.

Os promotores do Gaeco/MPRJ concederão uma entrevista coletiva sobre a operação na tarde desta terça-feira. Desde o fim da manhã, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e policiais civis envolvidos na investigação também estão dando detalhes da operação a jornalistas.

Além dos pedidos de prisão, o Ministério Público pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa, além da indenização por danos morais aos parentes das vítimas e do pagamento de uma pensão ao filho de Anderson até que ele complete 24 anos.

Repercussão

A prisão da dupla teve grande repercussão nas redes sociais – o termo #MarielleFranco entrou na lista dos trending topics globais no Twitter.

Muitos, porém, cobravam a identificação dos mandantes do ataque – e não apenas dos executores -, além da elucidação dos motivos do crime.

Os pedidos pela responsabilização dos mandantes foram endossados pela arquiteta Mônica Benício, viúva de Marielle.

“Parabéns às promotoras, e a todos os envolvidos. Espero poder ter acesso aos detalhes para que sinta segurança nesse resultado. Mas ainda falta a resposta mais urgente e necessária de todas: QUEM MANDOU MATAR Marielle? Espero não ter que aguardar mais um ano para saber”, ela escreveu no Twitter.

Em nota, a ONG Anistia Internacional pediu que um grupo independente de especialistas possa acompanhar as investigações. “A organização reitera que ainda há muitas perguntas não respondidas e que as investigações devem continuar até que os autores e os mandantes do assassinato sejam levados à Justiça”, diz a ONG.

Outra ONG, a Human Rights Watch, afirmou que a detenção dos suspeitos, “se confirmadas as evidências sobre seu envolvimento, é um passo muito importante na eludicação deste grave crime que chocou o Brasil e o mundo”.

“Para além disso, permanece o desafio fundamental de que os investigadores da polícia e o Ministério Público avancem no inquérito que visa identificar os mandantes do assassinato. A sociedade precisa saber não só quem apertou o gatilho, mas quem mandou matar e o porquê”, diz a organização


Há um ano, neste site e em todas as mídias do Brasil, policiais militares de todos os estados indignados com as primeiras suspeitas dando conta de que o crime de mando teria a participação de PMs, a grita foi geral.

Ocorre que , a grande maioria, em vez de atacar a generalização criminosa preferiram atacar a honra da morta.

O que fazem até hoje ; com comparações levianas , inclusive!

Como se uma morte de “uma pessoa de bem” fosse mais importante do que a morte de uma vereadora negra lésbica militando em defesa dos direitos de minorias ; pessoa de bem na ótica deles! 

Aí está a denúncia apontando para os executores: DOIS POLICIAIS MILITARES E MILICIANOS! 

Como se diz na PM, para os expulsos e aposentados ,  não existe ex-soldado…

E os aposentados continuam com funcional e direito a porte de arma. 

 

UBER” PC – Enquanto alguns privilegiados recebem sem trabalhar, vejam a situação precária dos policiais civis Seccional de Mogi Guaçu 41

Sou policial  lotado em um dos municípios da subregião,  gostaria de pedir ajuda a esse conceituado meio de comunicação, em relação a várias situações de irregularidade e abusos cometidos que ferem a própria dignidade de nós funcionários com prejuízo à qualidade de serviço a população.
 
Estamos sendo obrigados a participar tanto em escalas de plantões(algumas 24h, etc) como também realizar trabalhos em expediente(horário comercial), escoltas de presos, audiências de custódia, escalas de motorista para delegados(“UBER” PC), entre outras situações que poderíamos expor posteriormente.
No aguardo, subscrevo-me

ATENTADO INDIRETO CONTRA A LIBERDADE DE IMPRENSA – Bolsonaristas pagam site sujo para produzir fake news como mote para o Presidente esconder as falcatruas do filho , amigos e apadrinhados 20

Bolsonaro usa declaração falsa para atacar imprensa

Presidente usa texto de site que atribuiu falsamente frase a repórter do ‘Estado’ para criticar cobertura sobre o filho e senador Flávio Bolsonaro

Redação, O Estado de S. Paulo

10 de março de 2019 | 21h39
Atualizado 11 de março de 2019 | 17h19

O presidente Jair Bolsonaro atacou a imprensa valendo-se de informações falsas divulgadas ontem por um site que reúne colunistas conservadores e favoráveis ao governo. No Twitter, Bolsonaro endossou tese levantada pelo site Terça Livre, que falsamente atribuiu a uma jornalista do Estado a declaração de que teria “intenção” de “arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”.

A suposta declaração, que aparece entre aspas no título do texto do Terça Livre, foi atribuída pelo site à repórter Constança Rezende. A frase teria sido dita, segundo “denúncia” de um jornalista francês citado pelo Terça Livre, em uma conversa gravada em que a repórter fala da cobertura jornalística das movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

A gravação do diálogo, porém, mostra que Constança em nenhum momento fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas. Só trechos selecionados foram divulgados. Em um deles, a repórter avalia que “o caso pode comprometer” e “está arruinando Bolsonaro”, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido.

Allan Santos, editor do Terça Livre, no entanto, expôs a conversa como evidência de suposta irregularidade. “Bomba!!!!! Jornalista do Estadão confessa: “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”. A frase jamais foi dita.

Estimulados pelas informações, grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusaram o Estado de “mentir” na cobertura do caso Flávio Bolsonaro. Às 20h51min, o próprio presidente publicou o seguinte texto no Twitter: “Constança Rezende, do ‘O Estado de SP’ diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o Impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Ela é filha de Chico Otavio, profissional do O Globo. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos.”

A postagem de Bolsonaro foi ilustrada com um vídeo do Terça Livre, que expôs a foto de Constança Rezende e o áudio de um trecho da conversa gravada. A gravação foi divulgada primeiro por um site francês, em um texto de Jawad Rhalib, que se apresenta como jornalista. Rhalib também expõe a tese de que a gravação seria prova de que a imprensa distorce fatos para comprometer Bolsonaro.

Constança não deu entrevista ao jornalista francês nem dialogou com ele. Suas frases foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex MacAllister, suposto estudante interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

O Terça Livre, com base na “denúncia” de Jawad Rhalib, também falsamente atribuiu à repórter a publicação da primeira reportagem sobre as investigações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) a respeito da movimentação de R$ 1,2 milhão nas contas de Queiroz. O autor da primeira reportagem foi Fabio Serapião, também do Estado.

“Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho”, diz o texto do site. “Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque.”

As informações publicadas pelo jornal se baseiam em fatos e documentos oficiais. O Ministério Público apura se Fabrício Queiroz recebeu indevidamente depósitos de funcionários da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj)

PM preso com 900 kg de cocaína e R$ 1 milhão é transferido para o Romão Gomes 46

Por José Claudio Pimentel, G1 Santos

 


Tabletes de cocaína e armamento foram apreendidos com dupla em Guarujá, SP — Foto: G1 SantosTabletes de cocaína e armamento foram apreendidos com dupla em Guarujá, SP — Foto: G1 Santos

Tabletes de cocaína e armamento foram apreendidos com dupla em Guarujá, SP — Foto: G1 Santos

O policial militar reformado Mario Marcio da Silva, de 44 anos, flagrado pela Polícia Federal com 968,69 kg de cocaína e R$ 1.020.650 em Guarujá, no litoral de São Paulo, foi transferido ao presídio militar Romão Gomes, informou a corporação nesta sexta-feira (8). O preso é investigado por envolvimento com o tráfico internacional de drogas.

Silva foi alvo de uma operação federal que resultou interceptação de um caminhão-baú conduzido por ele e que transportava tabletes de cocaína escondidos em um fundo falso. Em um imóvel que o policial mantinha próximo à orla do Tortuga, as equipes ainda encontraram o dinheiro em espécie, um fuzil, pistolas e um bunker (sala segura) inacabado.

Logo após a conversão do flagrante em prisão preventiva (tempo indeterminado) pela Justiça Federal em Santos (SP), a defesa de Mario solicitou habeas corpus em instância superior. O desembargador federal Mauricio Kato indeferiu o pedido, mas determinou que ele fosse transferido a um quartel do Comando da Polícia Militar na região.

Dinheiro e armas foram apreendidas em casa com bunker próximo à orla do Tortuga — Foto: ReproduçãoDinheiro e armas foram apreendidas em casa com bunker próximo à orla do Tortuga — Foto: Reprodução

Dinheiro e armas foram apreendidas em casa com bunker próximo à orla do Tortuga — Foto: Reprodução

“Contudo, anoto que há risco iminente de morte, caso o paciente, policial militar da reserva, continue encarcerado em estabelecimento comum, sendo de rigor que a custódia ocorra em estabelecimento adequado à proteção da vida do paciente”, escreveu o desembargador na decisão. O investigado estava detido na Penitenciária I, em São Vicente (SP)

MP pede a cassação da aposentadoria do ex-diretor do DEIC , Godofredo Bittencourt Filho , por suposto envolvimento em venda de atestado de frequência para investigador que fazia espionagem ilegal…( Obviamente, a frequência positiva não era de graça! ) 51

Promotor processa policiais de São Paulo por improbidade

Em ação civil, Marcelo Milani, do Ministério Público paulista, afirma que um investigador deixou suas funções para administrar suas empresas e foi acobertado por delegados

Julia Affonso e Luiz Vassallo

O promotor Marcelo Camargo Milani, do Ministério Público de São Paulo, ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra um delegado da Polícia Civil do Estado, um delegado aposentado, um investigador e um ex-investigador. O processo foi apresentado à Justiça no dia 1.º de março. Nesta quinta-feira, 7, o juiz Alberto Alonso Munoz, da 13.ª Vara da Fazenda Pública, deu 15 dias para as defesas se manifestarem.

DADOS FALSOS

A ação aponta que o ex-investigador Claúdio da Silva Santos deixou de exercer sua funções para administrar suas empresas entre fevereiro de 2011 e agosto de 2014. O promotor afirma que os superiores sabiam da conduta e ‘não fizeram constar suas faltas, permitindo que este recebesse integralmente sua remuneração, sem que houvesse efetivamente exercido suas funções’.

“Claudio era investigador de polícia, contudo apurou-se que quase não comparecia ao seu local de trabalho, sendo que não há nenhum registro de sua presença ou de uso dos instrumentos necessários para execução de suas atividades funcionais”, aponta Marcelo Milani.

“Mesmo fora do exercício de suas funções recebeu regularmente seu salário, consubstanciando atos de improbidade administrativa, quais seja enriquecimento ilícito e ofensa aos princípios administrativos.”

De acordo com o promotor, o delegado aposentado Godofredo Bittencourt Filho e o investigador Sérgio Vulcano inseriram ‘dados falsos de frequência no sistema, praticando ato de improbidade administrativa que importaram em enriquecimento ilícito’ de Cláudio da Silva Santos. O Ministério Público pede a cassação da aposentadoria, suspensão dos direito políticos de três a cinco anos; pagamento de multa civil, ressarcimento integral do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

A Promotoria relata que o delegado da Polícia Carlos Eduardo Duarte de Carvalho ‘deveria velar pela observância dos princípios de legalidade, impessoalidade e moralidade, que norteiam a Administração Pública’. Segundo o Ministério Público, o delegado ‘não o fez, pois, apesar de ter ciência da ausência do demandado Cláudio assinou atestado de presença integral para este’.

A reportagem está tentando localizar todos os citados. O espaço está aberto para manifestação.

COM A PALAVRA, A POLÍCIA CIVIL

A Corregedoria da Polícia Civil informa que está em curso um processo administrativo disciplinar para apurar as denúncias apontadas pelo MP.

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Tanta arrogância e falso moralismo enquanto Cardeal para acabar,  na velhice,  sofrendo uma acusação infamante!

Infelizmente, ainda sobra para o delegado que assumia interinamente a Seccional de Diadema. ]

Observando-se que o TJ-SP trancou a ação penal em desfavor do Dr. Carlos Eduardo Duarte de Carvalho , por inexistir crime em sua conduta ao assinar, como mero substituto do titular em férias, as folhas de frequência previamente elaboradas pela equipe do titular Godofredo.

Assim, certamente, será absolvido na esfera administrativa e civil.

A propósito, os fatos foram constatados em Diadema, mas segundo consta ocorria desde o DEIC…

Equipe de confiança, né?

PETIÇÃODOMP-DEIC

TJ-SP_HC_21685647820188260000_8df0d.pdf

A OAB está adotando quais providências em relação ao advogado que teve a liberdade, o corpo e a dignidade vilipendiadas por policiais venais e truculentos ?…( Ah, nada tem a ver com as prerrogativas da advocacia, né? ) 7

 


Um advogado “esquerdista”  pode apanhar dentro da Delegacia , mas o que não pode é  um advogado medalhão – do tipo que defende qualquer um que puder pagar muito bem  – ter o sigilo profissional, ou melhor, os honorários recebidos de políticos bandidos, revelado ! 

Parabéns para nós, meros anualistas ou mensalistas ! 

O primeiro garantidor de direitos fundamentais ficou cego, surdo e acovardado – Delegado de Polícia de Atibaia poderá ser demitido por omissão em relação ao advogado e político do PT lesionado e humilhado por policiais militares 9

‘Falavam da camisa do Lula’, diz petista que acusa PM de quebrar seu braço

Ana Carla Bermúdez

Do UOL, em São Paulo

08/03/2019 15h12Atualizada em 08/03/2019 18h50

Com o braço esquerdo quebrado, o advogado e dirigente do PT (Partido dos Trabalhadores) Geovani Leonardo Doratiotto da Silva, afirmou que foi vítima de agressão por parte de policiais no último domingo de Carnaval por estar com “uma camiseta do Lula”:

Tenho certeza que foi pelo meu posicionamento político naquele momento. Porque a todo tempo faziam menção, tanto os policiais quanto o primeiro grupo agressor, à minha camiseta do Lula

Doratiotto vestia uma camiseta com os dizeres “Lula Livre” no momento em que ocorreu a confusão, em Atibaia, interior de São Paulo.

Após prestar depoimento à ouvidoria das polícias em São Paulo, Doratiotto afirmou que “a todo momento se faziam deboches”.

O ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Mariano, disse que o petista relatou que os policiais “usaram palavras relacionadas ao posicionamento político dele [de Doratiotto], o que não é função de um PM em atividade”.

Pelo menos quatro policiais militares foram afastados do serviço de patrulhamento das ruas por envolvimento na abordagem.

Reprodução
Geovani teve seu braço quebrado por um policial militar dentro da delegacia Imagem: Reprodução

Segundo Doratiotto, ele participava de uma campanha contra o assédio no Carnaval quando começou a ser provocado por um rapaz, que estaria acompanhado de um grupo de pessoas. Ele afirma ter se afastado do local, junto da sua mulher, mas afirma que, em seguida, o rapaz o agrediu.

“Ele me acertou um soco e virou uma confusão generalizada”, afirma.

Na sequência, ele conta, a Guarda Civil o orientou a procurar uma unidade de saúde. O advogado foi à Santa Casa da cidade, onde diz ter sido agredido por um grupo.

“Os policiais me prenderam no local, dentro da Santa Casa. Usaram duas algemas, sem eu ser atendido na UPS, me colocaram na viatura e me levaram para a delegacia, que é quando acontece tudo aquilo do vídeo”.

No vídeo, é possível ouvir um dos policiais militares dizer que o algemaria de novo.

“E o que você vai fazer depois de me algemar?”, responde o petista.

O bate-boca prossegue até que outros dois policiais militares e um homem em trajes civis agarram Doratiotto pelas costas e o levam para uma sala da delegacia. O braço esquerdo foi puxado por um dos PMs. É possível ouvir uma das pessoas presentes dizer: “quebrou o braço”.

Além do braço quebrado, hoje é possível ver hematomas no rosto e arranhões pelo corpo de Doratiotto – lesões que ele diz serem resultado da primeira agressão, ainda na rua.

Não foi feito exame de corpo de delito

Segundo o ouvidor Benedito Mariano, é obrigação da Polícia Civil solicitar um exame de corpo de delito quando há agressão contra um cidadão dentro da delegacia -o que não aconteceu no caso do advogado.

“Vou encaminhar um ofício ao corregedor geral da polícia civil, encaminhando cópia também pra Polícia Civil do depoimento do Geovani, enfatizando no ofício a falha de não ter sido encaminhado o Geovani com requisição pra fazer exame de corpo de delito à medida que teve o braço quebrado dentro de uma unidade da Polícia Civil”, afirmou o ouvidor.

O ouvidor afirma que os policiais podem ser responsabilizados por omissão, negligência ou prevaricação. A punição, segundo ele, pode chegar até à suspensão dos oficiais.

Temendo represálias devido à repercussão do caso, diz o ouvidor, o dirigente petista e sua mulher devem passar os próximos dias fora de Atibaia. O exame de corpo de delito do advogado será feito na segunda-feira (11), mas o local não foi informado por medidas de segurança. “Por ser uma lesão grave, ela poderá ser atestada mesmo na segunda, dias após o caso”, diz Mariano.

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O delegado , provavelmente, pelo bem da família policial,  preferiu se fazer de Lula…

NÃO SEI DE NADA…NÃO  VI…NÃO FUI COMUNICADO! 

Como sempre acontece, a culpa será transferida ao operacional plantonista que pretensamente não repassou as informações necessárias ao superior hierárquico. 

A desculpa não vai colar! 

Com os PMs nada acontecerá, a PM com a sua comarquinha mais cara do mundo é venal quando se trata de agressão a civis, especialmente “petralhas”.

Um petralha está para a PM como um Mike esta para o PCC…

Identificado deve morrer ou ter os dois braços quebrados!

Mas o Ministério Público e o Poder Judiciário ( civil ) não serão benevolentes com o indulgente delegado; que nos autos do PAD ( processo administrativo ) ,  também , não contará com a benevolência dos membros da Procuradoria do Estado.

Demissão, salvo seja valoro$o !

Em linhas gerais , por conta de uma ação animalesca de gente desprovida de princípios o omisso será muito mais penalizado do que os autores dos crimes violentos contra um cidadão indefeso.   

Será que no BAEP de São José dos Campos só tinha esse policial traficante ? E nos demais BAEP é 100% policial do bem ou tem outros sócios do PCC ? 21

Por G1 Vale do Paraíba e Região

 


Policial trabalhava no Baep São José dos Campos e está preso no presídio Romão Gomes, na capital — Foto: Camilla Motta/G1Policial trabalhava no Baep São José dos Campos e está preso no presídio Romão Gomes, na capital — Foto: Camilla Motta/G1

Policial trabalhava no Baep São José dos Campos e está preso no presídio Romão Gomes, na capital — Foto: Camilla Motta/G1

Um policial militar do Batalhão de Ações Especiais (Baep), grupo de elite da corporação, foi preso no fim da madrugada deste sábado (2) com drogas e armas. Os entorpecentes e revólveres estavam dentro do carro dele e foram flagrados durante abordagem com revista ao veículo no Pedregulho, em Guaratinguetá (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, uma denúncia por meio do 190 apontou que houve um disparo de arma de fogo na avenida João Pessoa e que o autor estava em um carro prata.

Os policiais foram até o local e encontraram o veículo estacionado em frente a uma pizzaria. Dois homens estavam encostados no carro.

Quando os policiais acionados se aproximaram, um deles se apresentou como PM do Baep de São José dos Campos. Ele foi questionado sobre a denúncia e contou que estava em um bar, quando um amigo se envolveu em um desentendimento e foi agredido.

Com a justificativa de defesa, ele disse no depoimento que identificou como PM, sacou a arma da corporação e atirou uma vez para o alto. Os agressores fugiram.

A perícia foi acionada e no local foi constatado que o PM atirou três vezes. Ainda durante os trabalhos, o perito foi até o carro dele para fazer uma vistoria.

Flagrante

Em um primeiro momento foi localizado o cinturão da corporação com dois carregadores de munição. Posteriormente, foi localizada uma mochila no banco traseiro do carro com porções de cocaína e maconha, além de duas armas com numeração suprimida e um simulacro de pistola. No porta luvas do carro foi encontrado outro revólver de brinquedo.

Ainda durante a vistoria, o PM disse que não dava para abrir o porta malas porque tinha perdido a chave durante a confusão no bar. O carro foi guinchado e levado para a delegacia, onde os policiais conseguiram abrir o compartimento. Atrás da caixa de som, foram encontradas mais 12 porções de maconha e duas barras maiores da mesma droga.

Ao todo, foram apreendidos no carro do policial 50 gramas de cocaína, 120 gramas de maconha, duas armas e dois simulacros. Também foram encontradas diversas munições calibres 45, 40 e 32. A arma da corporação também foi apreendida.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, o PM permaneceu calado durante a elaboração do registro e não se defendeu durante depoimento. O G1 tenta localizar a defesa do agente.

O policial de 32 anos foi preso por posse de drogas sem autorização e porte ilegal de arma de fogo – entre as apreensões, havia arma com numeração suprimida. Ele passou por audiência de custódia e foi levado para o presídio militar Romão Gomes.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse por nota que a Corregedoria da polícia foi cientificada dos fatos.

Arma encontrada com PM foi apreendida em Garatinguetá — Foto: DivulgaçãoArma encontrada com PM foi apreendida em Garatinguetá — Foto: Divulgação

Arma encontrada com PM foi apreendida em Garatinguetá — Foto: Divulgação

Droga encontrada no carro do policial preso em Guaratinguetá — Foto: DivulgaçãoDroga encontrada no carro do policial preso em Guaratinguetá — Foto: Divulgação

Droga encontrada no carro do policial preso em Guaratinguetá — Foto: Divulgação

Os entorpecentes e revólveres estavam dentro do carro do PM — Foto: Divulgação/ Polícia CivilOs entorpecentes e revólveres estavam dentro do carro do PM — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Os entorpecentes e revólveres estavam dentro do carro do PM — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

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Como se vê no RDO disponibilizado no post anterior , o flagrante se deu graças à diligência do perito criminal com a ajuda de outros policiais civis que efetivaram minuciosa busca no veículo. 

Destacando-se também que a guarnição era comandada por uma Sargento  – policial feminina – que não quis saber da conversa do Mike.

Provavelmente , se fosse um policial ( gênero masculino )teria dado boa noite para o “irmãozinho ” de farda. 

Vamos generalizar ? – O PM RAFAEL AUGUSTO RAMOS do BAEP de São José dos Campos que cheirava e traficava durante o Carnaval foi preso em flagrante graças a perito criminal e policiais civis de Guaratinguetá 16

Esse bandido foi um dos que ajudaram o GAECO a prender policiais civis de São José dos Campos.
O BAEP “achava” listas suspeitas com nomes de policiais de diversas delegacias.
Tá explicado !
Será que aparecerá algum irmãozinho para defender esse MIKE funcionário do PCC?
E ainda tem otário batendo em foliões e “esquerdistas”…
É de dar náusea.

gaecobaep.pdf

RDO 295 PM.pdf

Policial que defende policial criminoso, bandido também é ! – A conduta covarde e assassina de certos policiais mancha a instituição na medida em que os demais a justificam por meio dos argumentos ainda mais rasteiros e vis do que o próprio crime 2

É inegável que estamos vivendo numa sociedade odiosa e moralmente doente, mas é inadmissível a defesa que , por “espírito de porco” ,  muitos policiais fazem de ações criminosas de outros policiais, partindo de preconceitos infantis, para não dizer animalescos .

Policiais que se julgam a nata da coletividade!

Pois bem, o “petralha” mereceu ter o braço quebrado por perturbar a ordem desfilando uma camiseta com a expressão Lula Livre, apanhou de bolsonaristas e depois da GCM e da PM, também bolsonarista, obviamente!

O agressor foi um policial negro que além de manchar a farda manchou a sua etnia.

Dentro de uma Delegacia de Polícia!

Cujo Delegado – também imbuído de patriotismo e respeito às instituições –  não deve ter feito muito esforço para  escutar  o “comunista” defensor de bandido condenado!

Em outra ocorrência, noutro local ,  um casal que estava na calçada , em frente a um bar,  pelas costas levou tiro de calibre 12, supostamente pelo fato de bloco carnavalesco ser frequentado apenas por bêbados , maconheiros e viados, ou seja, gentalha sem crédito.

Policial – tente do bem – frequenta o culto, jamais uma festa de libadores devassos!

Ora, pouco importa se as balas e as bombas eram de efeito moral ( de borracha ), pois ferem e podem matar!

O que importa é verificar o instinto assassino e covarde do PM atirando pelas costas…

Deve ter tido um orgasmo sádico!

O que fizeram os alvos, concretamente?

As vítimas dos ferimentos dolosos , em seguida , foram reclamar seus direitos e saíram ameaçados do Batalhão diante das palavras de alguém que não tem qualificação para ser policial.

Certamente nas polícias , nas guardas municipais e entre guardas penitenciários são incontáveis os bêbados, os maconheiros ,  usuários de cocaína ,  os traficantes e , em maior número, os homossexuais dos dois gêneros.

Será que os mesmos policiais  que defendem o indefensável gostariam de ouvir generalizações por conta dos criminosos por eles justificados em razão do falso espírito de corpo?

Com efeito, o verdadeiro espírito de corpo é ter em mente  que o crime de um policial é crime de toda a corporação; por isso deve ser reprovado com veemência.

Jamais ser defendido descarada e mentirosamente.

Resultado de imagem para policial atira em foliões no bloco