DEFENDA-SE DA PM ! 5

O mais do mesmo. Violência gratuita, desnecessária, imotivada e descabida.

Toda generalização é perigosa e burra, mas, infelizmente, vez ou outra, somos surpreendidos por esse tipo de notícia, ou seja, violência desmedida e desnecessária praticada por policial militar. Acredito que seja em parte em decorrência da formação profissional militarizada. A formação é apropriada para quem vai para a guerra e não para as ruas, servir aos cidadãos que pagam os salários e a manutenção de uma gigantesca estrutura administrativa como tem a PM de São Paulo.
Até a Drª Eliana Passarelli, referência nacional do Ministério Público Paulista por suas posturas sempre firmes nos mais variados casos criminais de repercussão nacional, com grande trânsito nas emissoras de radiodifusão, já foi vítima da grosseria e despreparo de alguns de seus membros. Se ela foi vítima, imagina o “zé” pobrezinho, pretinho, desempregado e morador de “comunidade”
A agressão perpetrada contra o Dr. Montemor de 80 anos de idade, ao que parece, num espaço religioso, não foi o 1º e nem será o último caso, por isso reiteramos nosso apoio a entidade:

DEFENDA-SE DA PM.

Por DELPOL PC ( águia  )

Ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa declara voto em Fernando Haddad 16

Do UOL, em São Paulo

  • Renato Costa/Folhapress

    'Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad', escreveu Barbosa

    ‘Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad’, escreveu Barbosa

Em uma publicação em seu perfil no Twitter neste sábado, 27, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, declarou voto no candidato Fernando Haddad (PT) para a Presidência. Barbosa, que se filiou ao PSB, quase se candidatou para o cargo, mas desistiu em maio deste ano.

Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad.”, escreveu Barbosa.

A última manifestação de Barbosa na rede social, inclusive, foi justamente negando sua participação no pleito presidencial deste ano. O partido do ex-ministro, PSB, já havia se posicionado em favor de Haddad no segundo turno dessas eleições.

Barbosa, que ocupou uma cadeira no Supremo entre 2003 e 2014, foi o primeiro presidente negro da história da Corte. Em 2006, assumiu a relatoria da Ação Penal 470, popularmente conhecida como “Mensalão”, protagonizado por políticos do PT, PTB, MDB, PPS, entre outros. Barbosa votou pela aceitação da denúncia dos 38 réus no processo.

O ex-ministro também foi relator do chamado “mensalão tucano”, votando a favor da denúncia contra o ex-senador do PSDB, Eduardo Azeredo. O ex-senador respondeu pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro durante a sua campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998.

No Twitter, o candidato Fernando Haddad republicou o texto de Joaquim Barbosa. Já o capitão do Exército afirmou que “ele mesmo [Barbosa] disse que só Bolsonaro não foi comprado pelo PT no esquema de corrupção conhecido como Mensalão”. No ano do “mensalão”, Bolsonaro fazia parte do PTB de Roberto Jefferson, político que foi protagonista do escândalo.

Bolsonaro é o nosso pastor, nada nos faltará!…O momento da vingança está chegando, nós policiais oprimidos desde 1988 – a partir do dia 29 – vamos descer a porrada e meter o aço em tudo que é afro, GLBT, maconheiros da USP, da PUC , do Mack, da ESPM e principalmente em idosos com mais de 65 anos( economizar a Previdência )…E vamos exterminar todos os esquerdistas, especialmente os do PT…A gente só não vai prender ladrão e traficante do PCC, com eles vamos pro arreglo pela saúde da família! 25

Policial não vê a hora de descer a mão em maconheiro da USP e viado’

por Carol Castro — publicado 25/10/2018 01h01, última modificação 24/10/2018 12h02
Investigador da Polícia Civil há 23 anos, Campos fala sobre o apoio de policiais a Bolsonaro. ‘Dentro da instituição, essa veia fascista é a dominante’
Guilherme Castellar

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No Rio de Janeiro, grupo Policiais Antifascistas compareceu a atos da campanha #EleNão

Sufocados. É esse o sentimento entre os policiais desde 1988, quando a Constituição Federal surgiu e limitou a liberdade de ação da polícia. “Como perderam o poder de fazer o que bem quisessem, sem punição, como acontecia na ditadura, o policial entende que, há 30 anos, vive sufocado por uma ideologia comunista”, conta Alexandre Felix Campos, investigador da Polícia Civil de São Paulo. Mas há esperança para aqueles que defendem a violência: a eleição de Jair Bolsonaro pode trazer os velhos tempos de volta. “Eles acham que com a vitória do Bolsonaro tudo vai voltar a ser como antes – e eles vão se vingar do tempo que passou sufocado”.

Há 23 anos na Polícia Civil, Campos enxerga a cultura da violência e preconceito colada na farda de cada policial. “Culturalmente, a nossa polícia é formada com o viés do jagunço, aquele cara que é formado para ser um cão de guarda de uma elite”, diz. Nem todos pensam assim. Mil policiais fazem parte do grupo “Policiais Antifascismo”, que é apoiado por outros 10 mil membros da Polícia Civil e alguns poucos da PM.

Com pautas progressistas, o grupo defende a desmilitarização da polícia, legalização das drogas e unificação estruturada das polícias civil e militar. O grupo publicou uma nota de repúdio ao candidato do PSL. “Os muitos crimes de ódio realizados por apoiadores do candidato do PSL não podem ser tratados como casos isolados, mas como frutos do discurso irresponsável e violento do próprio presidenciável. Os danos à segurança e à ordem pública já são muitos e ainda serão sentidos por muito tempo, mesmo após as eleições”, declararam.

Pelo clima dentro das delegacias e batalhões, Campos prevê uma guinada ainda maior da violência nos próximos dias – logo após o fim do segundo turno -, em manifestações e nas ruas, dentro e fora das instituições.

Veja abaixo a entrevista completa.

CartaCapital: Como está o clima dentro da polícia com a possibilidade de vitória de Bolsonaro?

Alexandre Felix Campos: Dentro das polícias existe uma cultura enraizada muito forte de preconceitos gerais. O policial acredita que o bandido é aquele menino preto que mora na periferia, com aquele corte de cabelo tal, que para ele é o estereótipo do bandido.

Nos últimos 30 anos, desde a Constituição de 1988, a polícia foi obrigada a parar de agir como agia na ditadura. A polícia podia pegar qualquer pessoa a qualquer momento e levar para a delegacia ou para o Batalhão. E ali torturavam, humilhavam, sem qualquer consequência. Com a Constituição, a polícia precisou se tornar mais humanista – ainda que não tenha chegado nem perto do ideal.

Como perdeu o poder de fazer o que bem quisesse, o policial entende que, há 30 anos, vive sufocado por uma ideologia comunista. Acredita que desde 1988 vivemos sob o domínio comunista de esquerda. E ele materializa isso nos movimentos que se lançam às ruas e que, de certa forma, chocam. Ele entende assim: é chamado para uma manifestação onde está o cara da USP, gritando, xingando, fumando maconha. E ele não pode nem dar um tapa no cara. Ele entende que com a vitória do Bolsonaro tudo vai voltar a ser como antes – vai poder se vingar do tempo que passou sufocado. Hoje, o que mais escuto no meu dia a dia: Bolsonaro vai ganhar e vai acabar isso.

CC: Em quais situações?

AFC: Vou dar um exemplo. Ontem eu estava no plantão policial na Zona Leste de São Paulo e chegou um casal de gays, com maquiagem no rosto. Foram lá porque sofreram golpe de um banco, pegaram o cartão de um deles e praticaram fraudes. Foram só fazer boletim de ocorrência. Eles chegaram, se apresentaram e a primeira coisa que o colega policial disse foi: “quando o ‘mito’ ganhar essa putaria vai acabar”.

Não há nenhum tipo de justificativa plausível para esse ódio. Até porque os garotos foram extremamente educados, em momento algum fizeram qualquer tipo de agressões a nós. Quando buscam a polícia, as pessoas buscam o Estado. E com atitudes como essa a gente só reforça a ausência do Estado.

Não escuto os policiais dizerem “poxa, agora vamos poder buscar o traficante x”, “vamos combater o narcotráfico”, “vamos combater os grandes ladrões de bancos”, ”os grandes estelionatários”. Não, o policial só fala que não vê a hora de poder descer a mão no maconheiro da USP e no viado. É isso que, infelizmente, acontece.

Vivemos um momento que, para mim, tem sido extremamente complicado, porque todo dia escuto alguma coisa do tipo “quando Bolsonaro ganhar a gente vai descer a borracha nesses viados” ou “agora quero ver maconheiro da USP folgar com a gente”.

Tudo isso está enraizado. Veja, por exemplo, a morte da Priscila no Largo do Arouche. Algumas pessoas que estavam lá viram os caras que bateram nela. Como estou na militância, me ligaram para avisar que haviam visto os agressores, que estavam sempre por ali. Fui até a delegacia e tentei conversar com o delegado para ouvir essas pessoas. O delegado simplesmente se recusou a ouvir essas pessoas. E ainda me ameaçou, de forma velada, que se eu continuasse ali eu seria preso por advocacia administrativa (quando um funcionário público usa seu cargo para patrocinar, direta ou indiretamente, interesses privados perante a administração pública).

CC: Se Bolsonaro vencer as eleições, você acredita que comportamentos assim se tornarão o padrão?

AFC: Não tenho a menor dúvida. E vou além: mesmo se o Haddad for eleito, a reação do fascismo que já está na nossa sociedade será bastante violenta. E, infelizmente, as polícias, que existem só para garantir direitos, não cumprem esse papel.

As pessoas já estão espancando gays, lésbicas, trans nas ruas e gritando que o fazem em nome de um candidato à Presidente da República. E os policiais batem palmas, do tipo “ah legal, agora vocês vão se foder mesmo”. Então, infelizmente, esse é o clima que vejo. E deve haver um endurecimento nos próximos dias. Não é algo nem para o próximo ano.

CC: Como assim? Você acha que a polícia pode começar a ser mais violenta em manifestações logo depois do fim das eleições?

AFC: Eu acredito que sim. Inclusive tenho conversado com todos os movimentos, grupos com os quais tenho contato, para se preparem para isso. Estive com dois grupos de advogados que quiseram acompanhar casos como esses da Priscila. A gente precisa estar preparado e, infelizmente, o prognóstico não é nada bom.

CC: E quais as orientações? Como se preparar?

AFC: Acredito que primeiro precisamos conversar com as pessoas, diminuir ruídos de comunicação. Grupos de WhatsApp têm vários problemas: as informações chegam desencontradas, por exemplo. Até pode ser pelo WhatsApp, mas algumas informações devem ser feitas só de ponto a ponto, não em grupos.

Ainda que seja numa lista de transmissão. Se for em grupos, a comunicação se perde. E ainda corre o risco de ter pessoas infiltradas. Nem falo de pessoas da inteligência, nem nada, é só um bobão que entra lá para atrapalhar a comunicação mesmo.

Precisamos criar espaços de proteção a quem corre risco. Aqui em São Paulo, a gente conseguiu o Al Janiah (bar e restaurante no bairro da Bela Vista), que já cedeu o espaço para acolher vítimas de agressão. Precisamos de mais lugares assim para comunicar o que está acontecendo.

Leia também:
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CC: Esses espaços não podem virar alvos também?

AFC: Acho que não. Uma característica típica da ação fascista, da ação violenta, é a covardia. Então, eles atacam apenas quando estão 100% seguros de que têm uma supremacia de força. Esses locais, como o Al Janiah, acabam se tornando locais de resistência, não se fragilizam porque o fascista não vai entrar lá sem saber quantas pessoas têm. Também falei no sábado passado [quando aconteceram manifestações pró-Haddad] para as pessoas andarem em grupos e evitarem bandeiras e camisetas fora do ato, no percurso até o local.

CC: Esses cuidados todos já indicam que estamos com um pé na ditadura?

AFC: Sim… Quando você perde a liberdade, quando tem medo de sair à rua vestindo tal roupa, quando tem medo de expressar a sua preferência política, quando fica com medo de falar sobre a sua orientação sexual… ou até de andar perto do outro por “darem pinta de gays”. Quando vive numa tensão dessas, você já perdeu a sua liberdade, já estamos numa ditadura.

CC: Ficou surpreso com essa onda fascista?
AFC:
 Para ser sincero, não. Sou policial há 23 anos, é com esse lado das pessoas que eu lido todos os dias. Dentro da instituição, essa veia fascista é a dominante.


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Para um artigo descabido um título ainda mais ridículo!

As polícias aparentemente foram bastante renovadas; se há gente com tal pensamento deve ser por desvio de personalidade.

Ou será que não?

Toda garrafa vazia está cheia de histórias, verdade!…Coromé Sardilli, depois de entornares as botelhas tu mete porrada na sua linda mulher? Parabéns, ao Ninho dos Águias! 24

 

 

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E se o idoso espancado fosse o seu pai?

Tu matava o agressor, né?

Não quero que te matem, apenas que seja punido e execrado pelos teus pares e teus familiares!

Nada pessoal viu, mas o seu lugar é na jaula!

E não tente desqualificar a vítima como de regra PMs covardes como você fazem rotineiramente!

Decreto do futuro ditador: Quem não pensar como os evangélicos e não possuir sentimento cristão como eles não poderá ser servidor público no Brasil… ישוע המשיח , aqui definitivamente o Diabo venceu ! 10

Bolsonaro também acenou participação no governo para os evangélicos, grupo que tem funcionado como uma terceira trincheira de sua campanha. Ele afirmou em entrevista a TVs controladas por igrejas evangélicas que cristãos terão espaço no governo. Bolsonaro disse que o PT “aparelhou” a administração pública “com gente que pensa diferente” dos evangélicos e que “não tem o sentimento cristão como nós temos”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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CORONEL BUNDA SUJA EX-ROTA ESPANCA DELEGADO IDOSO -A população precisa mesmo de armas de fogo: pra matar coronel PM que espanca octogenário 25

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Se em vez do Dr. Montemor estivesse frente a um Delegado ou Policial Civil jovem e armado , esse covardão da  PM teria chamado a tropa para lhe apoiar.

Mas como estava em uma paróquia cercado por pessoas pacíficas e desarmadas não teve quaisquer dúvidas, premeditou e atacou o idoso a traição .

Por isso tem gente que fala temer mais a PM do que os PCC…

Estou começando a acreditar!

Por fim, vai bater no seu pai ou na sua mãe: FILHO DA PUTA!

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé

A Polícia Civil tem o dever legal e a obrigação moral de meter na cadeia esse coronel covarde Alberto Sardilli…Já que execução sumária por vingança é prática cultural da “co-irmã” …Grande exemplo de ex-comandante da ROTA…Cão raivoso! 4

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Histórico:
Comparece o declarante nesta Distrital informando que é filho da vítima Milton
Rodrigues Montemor.
.
Na data de ontem, por volta das 16h30min, a vítima estava com sua família em um
evento no espaço Recanto Nossa Senhora de Lourdes, localizado no local dos fatos,
quando em dado momento o autor Alberto Malfi Sardilli desentendeu-se com a irmã da
vítima.
.
A vítima interveio, cessando ali o entrevero.
.
Contudo, o autor não contente, ficou a porta do evento aguardando pela vítima,
que ao seguir em direção ao estacionamento, após quarenta minutos da desavença, foi
surpreendida por trás pelo autor com um soco no peito, fazendo com que caísse ao
chão e, com a vítima ao chão, o autor ainda tentou continuar com a agressão, sendo
contido pelas pessoas ali presentes.
.
O autor evadiu-se do local; já a vítima, que tem 80 anos, foi socorrida pelos
familiares ao Hospital San Paolo, onde foi diagnosticado com fratura
transtrocanteriada no fêmur esquerdo e fratura da extremidade proximal do úmero
esquerdo, ambos de tratamento cirúrgico, seguindo assim na UTI até a realização do
procedimento.
.
Expedida requisição de IML a vítima. Nada mais.
Exames requisitados: IML
Solução: APRECIAÇÃO DO DELEGADO TITULAR

MILITAR É A PERSONIFICAÇÃO DA PERFEIÇÃO DIVINA – “É o momento de o militar demonstrar por que está dando a cara a tapa”…Coronela, o seu par de armas e formação militar Alberto Malfi Sardilli entendeu tudo errado: ESTÁ DANDO MURROS NA CARA DE IDOSOS! “O militar traz valores que talvez a população esteja buscando: honestidade, verdade, lealdade, meritocracia, ordem”?…Menos marketing cara Srª, tais valores são dos cidadãos honestos que com muito sacrifício sustentam vocês e todos os demais agentes públicos deste país… E se os militares fossem tão valorosos quanto se autoapregoam: o Brasil chamaria-se Shangri-La, pois – desde a Proclamação da República – já fomos governados por 14 oficiais militares, entre eles dois Almirantes e um Brigadeiro…O próximo será um simples Capitão aposentado há mais de 35 anos, quem sabe ele tenha aprendido alguma coisa com os civis labutadores…( O que eu duvido muito ! ) 1

É o momento de o militar demonstrar por que está dando a cara a tapa, diz vice PM de França

Coronel Nikoluk (PR) afirma que foi escolhida para chapa do PSB por ser ‘indiscutivelmente de direita’

Gabriela Sá Pessoa José Marques
São Paulo

Uma eventual reeleição de Márcio França (PSB) no próximo domingo (28) pode fazer com que São Paulo tenha a primeira governadora mulher de sua história em 2022.

Candidata a vice, a coronel da PM Eliane Nikoluk (PR), 48, já vem sendo preparada para assumir o Palácio dos Bandeirantes caso o pessebista decida renunciar para concorrer a outro cargo. França, que foi vice de Geraldo Alckmin (PSDB), não poderá disputar novamente o governo.

Coronel Eliane Nikoluk (PR), vice de Márcio França (PSB) em chapa ao governo de São Paulo – Marlene Bergamo/Folhapress

Nikoluk foi escolhida para a chapa por ser mulher e por ser de direita —o que, segundo ele, traria equilíbrio a sua candidatura. Prestes a se aposentar após 30 anos de Polícia Militar, a coronel responde pelo policiamento do Vale do Paraíba, da Serra da Mantiqueira e do Litoral Norte.

Também é mestre e doutora em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública pelo Centro de Altos Estudos de Segurança “Coronel PM Nelson Freire Terra”.

Como entrou na política?
O Capitão Augusto [deputado federal pelo PR-SP] me convenceu, disse que a gente vai viver momentos difíceis e precisa de representação forte de pessoas que entendam de segurança. Outro fator foram minhas filhas, que queriam sair do país. Isso me chocou. Em vez de ir para casa [após se aposentar, aos 30 anos de PM], topei o desafio, inicialmente como deputada estadual voltada para a segurança.

Na pré-campanha, recebi a ligação do partido perguntando se toparia ser a vice do Márcio França. Conhecia ele de poucos contatos, às vezes como governador ele desembarcava na minha região. Consultei alguns amigos, um deles foi o Major Olímpio [senador eleito pelo PSL, coordenador de campanha de Bolsonaro em São Paulo]. Todos foram unânimes de dizer que era um convite irrecusável e, se eu quisesse, ele era uma pessoa boa e valeria a pena me colocar do lado dele.

O governador diz que prometeu à sra. que não apoiaria ao PT na eleição. Isso aconteceu?

Quando me chamou, perguntei: governador, há um esquema de corrupção muito grande e não me sentiria confortável se o senhor apoiasse o PT. Eu tenho amigos petistas, não tenho nada contra pessoas. Mas eles [PT] tiveram a chance deles, estiveram envolvidos no maior esquema de corrupção já descortinado. Ele falou: “Coronel, aqui no estado de São Paulo não tem essa hipótese.” Outra coisa que falei: “é bom que o senhor saiba, eu sou Bolsonaro, por questão de identidade e de valores”.

Já era antes?

Antes de cogitar a sair deputada. Eu recebi ele [Bolsonaro] e o filho dele várias vezes no quartel. Um dos que me liberaram emenda parlamentar para comprar equipamento de segurança foi o Eduardo Bolsonaro [deputado federal]. É claro que não concordo com tudo. Uma das coisas que não concordo era a questão da liberação do porte de arma. Defendo a posse. Sou perfeitamente favorável que o cidadão de bem tenha arma na sua casa.

Qual a diferença?

O porte é ter arma na cintura, a posse é ter ela em casa —sou plenamente favorável para o cidadão que preencha os requisitos. Agora você imagina na nossa sociedade um monte de gente andando armado para cima e para baixo. Imagina um carnaval, rodeio de Barretos, briga de trânsito? Não dá, eu que sou policial [penso que] é inconcebível.

A sra. planeja ocupar alguma secretaria?

Não foi conversado. Jamais entraria para ser figurante, ele [França] quer que eu assuma a coordenação do Jepoe [programa de alistamento civil], que é a menina dos olhos dele. E falou: “A senhora vai me ajudar na segurança pública, que é sua praia.”

Caso seja reeleito, o governador não vai poder disputar a eleição novamente. Se ele quiser disputar algum outro cargo, vai precisar renunciar e a sra. assumiria o governo. Já conversaram sobre isso?

Já, e ele quase me matou do coração. Quando ele me chamou, falou disso, sim: “Coronel, a senhora vai ter que se preparar por que provavelmente vai governar São Paulo nos últimos meses.”

Ele falou dos planos dele?

Sinceramente, não sei o que pretende, Senado, Presidência, mas vai tentar algo.

O governador tem apoio velado do PT. O que acha disso?

O governador tem palavra. Tão logo houve notícia do segundo turno, ele se posicionou publicamente dizendo que não ia apoiar o PT. Eu pesquisei, nunca vi um vídeo dele falando mal do Bolsonaro. Agora, do Doria, eu já vi vários. Está na hora de parar com extremismo e luta de brasileiros contra brasileiros.

O governador é de um partido de centro-esquerda. A senhora tem consciência disso?

Sim, inclusive dentro do próprio partido [PSB] ele é visto como mais de direita. Quando me convidou, perguntei: “Por que eu?” Ele disse que é porque eu era uma mulher, uma resolvedora, que sabia enfrentar problemas e por que eu era de direita.

Eu falei: “Mas porque eu sou de direita?”. Ele disse: “É, coronel, estou buscando um governo de equilíbrio. Como sou de centro-esquerda, trazendo a senhora que é indiscutivelmente de direita”.

Ele falou: “Vou buscar um governo de composição, quero equilíbrio, diálogo, quero que a gente possa conversar com todos”. O fato de ele ser de partido de centro-esquerda não me assustou em absoluto porque ele me trouxe justamente por eu ser de direita.

A campanha enxerga na sra., por ser militar, um canal para atingir o eleitor bolsonarista. Concorda com esse papel?

Não só militares. Hoje, não sinto nem questão de esquerda e direita, sinto o antipetismo. A identidade com o Bolsonaro e com militares é a questão do novo, da mudança. O militar traz valores que talvez a população esteja buscando: honestidade, verdade, lealdade, meritocracia, ordem.

O PR, partido da sra., é comandado por Valdemar da Costa Neto, que já foi condenado e preso. Não contradiz esse discurso?

Pesquisei todos os partidos, não achei nenhum que não tivesse problemas [ri]. Para se colocar na política, a lei exige que a gente se filie a um partido. Quando me filiei ao PR, foi por causa do Capitão Augusto e porque me deram liberdade. As pessoas têm que responder pelos crimes que cometem.

A sra. e outros candidatos militares eleitos se reuniram após um evento na Rota. Vão ter uma agenda comum?

A gente conversou sobre o nosso papel neste momento, a sociedade depositou uma esperança na gente. É um momento em que o militar foi eleito democraticamente. É o momento em que a gente tem que demonstrar por que está colocando a cara a tapa.

Qual a diferença de tratamento do governador Márcio França em relação ao ex-governador Geraldo Alckmin com os policiais?

Mais próximo, muito mais acessível para o diálogo. A gente tem sentido essa simplicidade.

Alguém da corporação já pediu explicações sobre Márcio França para a senhora?

Sim, por conta desses fakes [que o associam ao PT e ao comunismo]. Pela atitude, pela pessoa que é, a gente só tem ouvido elogios.

A senhora acredita que hoje ele teria o voto da maioria dos policiais?

Sim, pela valorização e porque esses anos de PSDB foram muito cruéis para o funcionalismo. O que eu tenho ouvido falar: PSDB nunca mais.

O que a senhora achou da declaração do Doria que a partir de 1º de janeiro, caso ele seja eleito, a polícia paulista vai atirar para matar?

Totalmente descabida. Me desculpe, estou falando sob escopo técnico. A policia é treinada para proteger a vida. O uso do armamento envolve técnicas e procedimentos muito bem definidos e temos o Método Giraldi de preservação da vida [que prevê uso progressivo da força], desenvolvido por oficial nosso, patenteado e disseminado para toda a América Latina.

O coronel Alberto Malfi Sardilli é o tipo que se pode chamar de “verme fardado” ; nem sequer teve a hombridade de permanecer no local do crime…Fujão, covarde abjeto e motivo de vergonha para todo PM de caráter…Pior: é um “chupa rola” do Geraldo Alckmin ! 3

Cópia da publicação do Coronel Sardilli no Facebook

O comandante da Policia Militar Ambiental de São Paulo, coronel da Polícia Militar Alberto Malfi Sardilli, foi alvo de um pedido de investigação sobre sua conduta nas redes sociais, após publicar em seu perfil no Facebook uma mensagem em que declara apoio ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), como “futuro presidente do Brasil”.

A mensagem foi publicada na ocasião do aniversário de Alckmin, no dia 8 de novembro do ano passado, acompanhado de uma foto do governador ao lado do coronel Sardilli.

O animal enfurecido está descontrolado pelo fato de o Geraldo ter ficado devendo votos e por não poder mais sonhar em ser Comandante Geral da PM e ainda perder a boca rica na  Ambiental, comando que dá muito prestígio e muita grana, né?

O Dr. Montemor deve, hoje mesmo, constituir advogado e tirar tudo o que puder desse marginal !

Aliás, merece ser expulso da PM com a perda da patente!

 

É por isso que me acusam de ser inimigo da PM, mas sempre estive certo: A MAIORIA DOS PMS SÃO CÃES COVARDES E CANALHAS QUE SÓ AGEM CONTRA OS MAIS FRACOS E INDEFESOS …O Dr. Montemor é um verdadeiro gentleman e pacato! Esse coronel merece ser fuzilado pelo PCC com 30 buracos no meio dessa cara asquerosa 11

Coronel da PM espanca delegado aposentado de 80 anos em SP

Delegado aposentado sofreu fraturas e está internado na UTI. Briga teria começado após ele intervir em uma discussão do coronel com a sua irmã

    • SÃO PAULO
    • Márcio Neves, do R7, e Pedro Cerantula, da RecordTV 

Delegado aposentado Milton Montemor (esq.) e Coronel Sardilli (dir.)

Delegado aposentado Milton Montemor (esq.) e Coronel Sardilli (dir.)

Reprodução

O coronel Alberto Malfi Sardilli, 45, espancou o delegado de polícia aposentado Milton Rodrigues Montemor, 80, após um desentendimento durante uma festa na tarde de domingo (21) no Tremembé, zona norte de São Paulo.

Segundo o Boletim de Ocorrência, Milton havia intercedido em uma discussão entre sua irmã e o coronel Sardilli. Após isto o coronel esperou o delegado no estacionamento, o atacou com um soco no peito e passou a desferir outros golpes, quando então foi contido por quem passava pelo local.

Sardilli fugiu e Milton foi levado para um hospital particular com duas fraturas, onde foi operado e está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

“O fato demonstra nuances de desvios e destempero de personalidade de um agente do Estado, de um coronel da Polícia Militar, que tem a obrigação legal de proteger a sociedade, assegurar o bem-estar social, resguardar vidas e proteger o cidadão”, analisou Raquel Kobashi Gallinati, presidente do SINDPESP (Sindicato de Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), que espera que o agressor seja punido.

O Comando da Polícia Militar confirmou o envolvimento do coronel na confusão e afirmou, por meio de nota, que “o oficial apresentou sua versão na Corregedoria da Polícia Militar, que fornecerá à Polícia Civil todas as informações necessárias para o esclarecimento que o caso requer”.

Sardilli já foi comandante da Policia Militar Ambiental de São Paulo e estava afastado do cargo por férias e licença prêmio desde julho deste ano.

R7 também tentou contato com o coronel Sardilli e com a família do delegado aposentado Milton Montemor, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.

O caso foi registrado no 39º DP (Vila Gustavo) como lesão corporal grave.

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Esse coronel  de merda  deve ser um bêbado e usuário de cocaína!

É outro covarde que apresentará – como de regra na PM – atestado  de doença mental para se livrar das penalidades.