RÁDIO POLÍCIA AFIRMA QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL INVESTIGA RAMIFICAÇÃO DA QUADRILHA NO PORTO SANTISTA

PF investiga 17 delegados por elo com contrabando
MARIO CESAR CARVALHO

DA REPORTAGEM LOCAL

A Polícia Federal investiga 17 delegados da Polícia Civil de São Paulo.

São todos supostamente ligados ao delegado André Di Rissio, preso sob acusação de integrar uma quadrilha que liberava contrabando no aeroporto de Viracopos, em Campinas.

Todos os investigados tiveram conversas telefônicas com Di Rissio gravadas pela PF.

Di Rissio era presidente da Associação dos Delegados de São Paulo e foi preso em 29 de junho. Ele nega as acusações.

Wilson Ordones, delegado da Delegacia Especializada de Atendimento ao Turista em Viracopos, também foi preso pela PF no mesmo dia, mas passou mal e foi internado.

Um dos setores da Polícia Civil que estão sob investigação é o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), no qual estão centralizadas as apurações sobre a facção criminosa PCC.

Uma conversa telefônica gravada sugere que Di Rissio teria intercedido junto a um delegado do Deic para que um estoque de bebidas contrabandeadas não fosse apreendida.

Outra gravação mostra Di Rissio conversando com um investigador do Deic.

Ao final do diálogo, o investigador diz ao delegado que vai liberar a pessoa que levava para a delegacia, acusada de sonegar impostos.

A Corregedoria da Polícia Civil também investiga as conversas.

Di Rissio tinha fama antes de ser preso pela PF no apartamento avaliado em R$ 1 milhão em que mora no Morumbi (zona oeste de São Paulo).

Ele andava de Jaguar, tinha uma coleção de Rolex e de ternos impossíveis de serem comprados por quem tem salário de cerca de R$ 7.000.

Nas conversas gravadas pela PF, ele negocia a compra de um apartamento de 660 m2 por R$ 1,5 milhão.

A PF prendeu os dois delegados e 14 pessoas, entre empresários, agentes aduaneiros e funcionários do aeroporto.

Di Rissio, segundo a PF, era o elo entre os empresários que entravam com contrabando em Campinas e o delegado Ordones.

Di Rissio receberia R$ 50 mil por mês para que mercadorias importadas com preços menores do que os de mercado entrassem por Viracopos.

A investigação que resultou na prisão de Di Rissio durou cerca de um ano.

As conversas gravadas entre julho do ano passado a junho deste ano geraram três investigações:

1) O Ministério Público Federal e a PF investigam outros envolvidos com a facilitação de contrabando em Viracopos;

2) O Ministério Público Estadual apura por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) a eventual participação de policiais civis na quadrilha;

3) O STJ (Superior Tribunal de Justiça) deve investigar o eventual envolvimento do pai de Di Rissio, o desembargador Eduardo Antonio Di Rissio Barbosa, no esquema.

PROPINA A POLICIAIS É ANTIGA?

Propina a policiais é antiga, indica escuta
Gravações da PF sugerem que presidente-executiva da Associação Brasileira de Bingos fazia acertos de longo prazo com investigadores.
Numa conversa, policial fala em “negócio (…) que a senhora acertou dois anos atrás”; dirigente afirma que policiais recebiam por bicos
MARIO CESAR CARVALHOANDRÉ CARAMANTE -DA REPORTAGEM LOCAL
A presidente-executiva da Abrabin (Associação Brasileira dos Bingos), a advogada Danielle Chiorino Figueiredo, fazia acertos de longo prazo com policiais civis, como sugere uma conversa dela com um investigador registrada pela Polícia Federal durante a preparação da Operação Têmis.
Em outra conversa, também monitorada pela PF com autorização judicial, a advogada aparece falando em “parceria” com investigadores da 5ª Delegacia Seccional, que controla os distritos policiais da zona leste de São Paulo. Nessa conversa, o interlocutor, um funcionário de bingo, diz que “esse mês aqui [janeiro passado] não passou ninguém lá do Deic” -Deic é delegacia especializada em roubos.
Acerto e parceria devem ser um eufemismo para propina, segundo interpretação de dois delegados da própria Polícia Civil ouvidos pela Folha com a condição de que seus nomes não fossem revelados.
A Folha revelou na quinta-feira que a presidente-executiva da Abrabin conversou com um investigador da 3ª Delegacia Seccional, responsável pela zona oeste, sobre o pagamento de “um zero zero”, o que é interpretado por alguns policiais como sendo R$ 100 mil.Danielle refuta.
De acordo com ela, o “um zero zero” era R$ 100, valor que era pago ao investigador para cuidar da segurança de um bingo.
O aparente acerto de longo prazo é citado em um diálogo de 6 de fevereiro entre a advogada da Abrabin e um investigador chamado Ricardo, que à época estava no 9º DP.
“O pessoal aqui que sempre vem todo mês aqui, pegar o negócio, aqui de perto, lembra, que a senhora acertou dois anos atrás?”, pergunta.Danielle diz que não entendeu o português tortuoso do investigador.
Ricardo tenta se explicar novamente: “O pessoal do 9º [DP] aqui… que acertaram valores há um ano e meio atrás, mais ou menos…
“A advogada entende: “O que tem?” , pergunta.”Eles querem falar com a senhora de novo (…). Trocou lá… os investigadores”.
Aparentemente, a razão do telefonema era a mesma do investigador da 3ª Delegacia Seccional que ligara para a advogada em janeiro.
Tinha ocorrido uma mudança na Secretaria de Segurança com a posse do governador José Serra (PSDB), e os policiais queriam saber o quanto receberiam para não incomodar os bingos, já que há dúvidas sobre a legalidade dessas casas de jogo.
O 9º Distrito Policial é o mesmo no qual os policiais militares tiveram dificuldade para registrar um boletim de ocorrência para relatar que haviam encontrado R$ 38 mil em dinheiro e supostas anotações de pagamento de propinas de donos de caça-níqueis a delegacias e investigadores.Essa documentação foi encontrada no carro acidentado do advogado Jamil Chokr. Vinte investigadores foram afastados porque seus nomes aparecem na lista do advogado.
O acidente foi em 25 de maio.
NotificaçãoNuma outra ligação, de 16 de março, a advogada da Abrabin conversa com Alexandre, aparentemente um funcionário do bingo São Paulo, da zona leste.
Ele informa a Danielle que recebeu uma notificação para depor no 56º DP. “Ele [o investigador do 56º DP] veio junto com dois rapaz da seccional pra acompanhá-los, né? É… são dois investigadores, um chamado João, outro Cido, é… dizendo que a gente ainda não tem (…) nenhuma parceria com eles.
Eles são da 5ª Seccional.
Deixaram o telefone aqui também”, informa Alexandre.
Danielle diz que é para passar o telefone por fax, que ela entrará em contato com os investigadores.

Folha Online – Cotidiano – Leia a íntegra do bate-papo com Mario Cesar Carvalho sobre corrupção policial – 11/10/2007

O jornalista Mario Cesar Carvalho, repórter especial da Folha, participou nesta quinta-feira de bate-papo sobre as denúncias de corrupção envolvendo policiais civis de São Paulo.
Arquivo Pessoal
Jornalista Mario Cesar Carvalho, que participou de bate-papo sobre corrupção na polícia de SP
Denúncias vieram à tona após a prisão do megatraficante colombiano
Juan Carlos Ramírez Abadía, em agosto. Em depoimento aos promotores, Abadía disse aque sofreu cinco extorsões por policiais do Denarc, a delegacia antinarcóticos de São Paulo.
A Folha revelou as primeiras informações sobre a suposta extorsão, ainda em agosto, logo após a prisão do megatraficante.
Na Folha desde 1984, Mario Cesar Carvalho já realizou trabalhos investigativos sobre crimes financeiros, corrupção política e corrupção policial. Publicou os livros “O Cigarro” (Publifolha) e “Carandiru: Registro Geral” (Wide Publishing).
O texto abaixo reproduz exatamente a maneira como os participantes digitaram suas perguntas e respostas.
*
(05:02:47) Mario Cesar: Queria agradecer a presença de todos que se interessam por um assunto tão árido, mas fundamental.
(05:02:51) naty: como vc defende a nossa cidade está em caos?
(05:05:05) Mario Cesar: Naty, não há receita mágica para acabar com o caos na área de segurança. Há, porém, duas ou três medidas óbvias que o governo do Estado não faz: 1) criar mais programas sociais para as áreas violentas; 2) melhorar a qualidade da polícia; e, para entrar no nosso tema, 3) combater a corrupção policial com seriedade. As corregedorias que existem hoje são uma caricatura quando se compara com similares no exterior
(05:05:13) verinha: Como a sociedade pode acreditar que estes policiais serão realmente punidos?
(05:06:23) Mario Cesar: Verinha, acho que você tem toda razão em ser cética. Não dá para acreditar em punição agora quando outras dezenas ou centenas de policiais corruptos não foram punidos. Acho que o governo do Estado está acuado e tenta passar a impressão de que está agindo. Mas a ação é muito tímida até agora.
(05:06:30) alex: quantos reais eles extorquiram?
(05:08:07) Mario Cesar: Alex, essa conta não é fácil, já que foram pelo menos cinco extorsões, três delas feitas mediante seqüestro. Ou seja, sequestraram integrantes da quadrilha de Abadia e pediram dinheiro para libertá-los. Num desses sequestros, os policiais tomaram US$ 800 mil. Noutro, US$ 280 mil mais uma camionete Hilux. Em outro caso, levaram R$ 400 mil. Dá para estimar que o total beire os R$ 3 milhões.
(05:08:16) Roger: a corrupção policial em SP é regra ou excessão?
(05:09:24) Mario Cesar: Roger, acho que é uma excessão que corre o risco de virar regra. A Polícia Militar, por exemplo, parece ser mais rígida com os desvios. Já a Polícia Civil parece totalmente complacente com policiais que enriquecem por vias não muito claras.
(05:09:57) curiosa: como vc comecou a levantar essas informações? quem foi sua 1a fonte a comentar que algo estava acontecendo e te fez ir atras do caso?
(05:11:58) Mario Cesar: Curiosa, comecei a levantar essas informações no dia da prisão de Abadía (7 de agosto de 2007). Repórteres raramente têm uma única fonte. Tem fontes em todos os setores envolvidos nessa investigação. O que me fez correr atrás eram os boatos insistentes de que os policiais fizeram uma espécie de extorsão em série.
(05:12:06) globo manipuladora: como você acha que a corrupçao pode acabar?
(05:13:17) Mario Cesar: Globo Manipuladora, acho sinceramente que não dá para acabar com corrupção, seja ela na polícia ou no Senado. O que dá é para diminuir a probabilidade de que ela aconteça. Faltam mecanismos de combate à corrupção no Brasil. Esse é o grande problema.
(05:13:26) hilda: mario cesar, boa tarde. por que o traficante resolveu expor toda a história? ele pensa em se beneficiar de alguma forma?
(05:14:14) Mario Cesar: Hilda, o traficante pensa em se beneficiar, sim. Ele revelou os casos de corrupção porque busca um acordo de delação premiada com o juiz federal e com a PF.
(05:14:20) italo: vc não acha que estes acontecimentos se dão pelo fato de o estado delegar muitos poderes na mão a polícia?
(05:16:01) Mario Cesar: Italo, acho que você tem uma certa razão na sua abordagem. Os policiais fazem o que querem, quando querem, da forma que querem e não são controlados. Os delegados, que deveriam exercer essa função, são em regra omissos, não acompanham o dia a dia da investigação.
(05:16:13) leandro: podemos dizer que a policia de uma forma geral pode ser retratada como foi abordado no filme tropa de elite?
(05:18:34) Mario Cesar: Leandro, o filme “Tropa de Elite” retrata com cores fortes o comportamento da Polícia Militar no Rio e, de forma geral, no Brasil inteiro. A PM é violenta, tem pouca tradição de combater o crime segundo as regras democráticas. Há, porém, um outro lado da polícia, mais contundente na Polícia Civil, que é a tradição de extorquir os bandidos que deveria prender. O caso de Abadía mostra que esse comportamento virou uma instituição, uma segunda natureza da polícia. Quero dizer que os muitos policias não estão interessados em investigar. Só investigam para extorquir.
(05:18:40) dodo: porque a imprensa só fala da policia? e não do ministério publico e outros?
(05:20:51) Mario Cesar: Dodo, a imprensa só fala da polícia porque as informações que aparecem sobre corrupção apontam para a polícia. Acho que a imprensa é muito complacente (muitas vezes submissa mesmo) ao Ministério Público. Sobre a Justiça, então, a imprensa é quase nula. A grande exceção é o repórter Frederico Vasconcelos, que tem um livro que é uma aula sobre a banda pobre da Justiça. O livro chama-se “Juízes nos bancos dos réus”.
(05:20:57) *estrela: mario sergio, vc tem ido à corregedoria geral da policia civil obter informações?
(05:23:39) Mario Cesar: *Estrela, infelizmente, nunca consegui na vida uma informação que prestasse na Corregedroria da Polícia Civil. A impressão que tenho é que eles são muito corporativos e protegem os policiais que são investigados. Acho também que os delegados são muitos despreparados e o órgão não tem independência. Corregedoria teria de ser uma função indenpendente. Hoje, um delegado sai da corregedoria e vai para uma delegacia ser subordinado de alguém que ele investigou. Obviamente, não ´dá para fazer um trabalho sério nas atuais condições.
(05:23:52) digao ny: mas nao eh dificil mudar a policia com esses salarios medonhos para nao dizer aviltantes de baixos, nesse episodio do luciano huck eu li que o governo serra tirou o auxilio alimentacao que eh irrisorio de 80 reais, aqui em ny a primeira providencia do prefeito foi aumentar o salarios dos policias e fazer um rapa na rale que estava inserida, vc acredita que algo acontecerah assim no brasil?
(05:26:30) Mario Cesar: Digao NY, você está coberto de razão. Com esse salário miserável não dá para cobrar muita coisa da polícia. Mas também não dá para aceitar o argumento de que os salários baixos justificam os roubos. Conheço dezenas de pessoas que ganham salário mínimo e não roubam nem extorquem. Para citar um exemplo concreto, foi a mudança de salário na Polícia Federal que impulsionou a mudança nessa instituição. Há 15 anos, a PF era sinônimo de corrupção e ineficiência, Hoje, a PF é uma das instituições mais confiáveis no país, segundo várias pesquisas.
(05:26:35) curiosa: dizem que o abadia ja fez acordo pra delacao premiada. no entando sempre ouvimos historias de que bandidos que fazem esse tipo de acordo acabam morrendo “acidentalmente”,… vc acha que isso é uma coisa que pode acontecer ou ele é mto visado pela midia e isso da uma certa protecao?
(05:28:01) Mario Cesar: Curiosa, acho difícil isso acontecer com o Abadía porque ele está num presídio federal com segurança similar à de presídios americanos. Acho, também, que as pessoas temem Abadía. Afinal, ele é acusado de ter ordenado a morte de 310 pessoas.
(05:28:06) malu: Algum policial já perdeu o cargo desde que você iniciou esta série de investigações ligada ao Abadia?
(05:30:16) Mario Cesar: Malu, ninguém perdeu o cargo até agora. No último sábado, o governo do Estado determinou que oito policiais fossem afastados. Esses policiais não podem ser envolver em investigações. Foram deslocados para atividades administrativas. Essa punição, porém, é mais simbólica do que prática. Ninguém perdeu o salário. Alguns até foram trabalhar em delegacias do idoso que nem existem. Ou seja, estão de folga. Acho uma avacalhação com os idosos colocarem policiais suspeitos para atendê-los.
(05:30:29) lídia: Mário Cesar, boa tarde, Você não acha interessante que todo esse assunto esteja vindo à tona, justamente no momento em que o País está sendo surpreendido com os enormes escândalos que envolvem o governo?
(05:31:32) Mario Cesar: Lída, acho saudável e higiênico que esse assunto venha à tona num momento em que todos estavam de olho na corrupção política, sobretudo por causa de Renan Calheiros.
(05:31:42) nino: Considerando o que tem ocorrido com os roubadores do Bco. Central (vários seqüestrados e mortos), a presença de traficante da envergadura de Abadia não atrairia a atenção da raia miúda, pensando em extorquir valores bem maiores que aqueles divulgados pela imprensa? não era riso alto demais para ele?
(05:34:34) Mario Cesar: Nino, não acho que havia grandes riscos para o Abadía porque ninguém sabia que era ele. O colombiano usava identidades falsas e a própria polícia só consegiu confirmar a iddentidade dele uma semana antes da prisão. O que esses traficantes dizem é que o Brasil é um ótimo refúgio por 3 razões: 1) o país é muito grande; 2) por causa da corrupção policial, é possível viver aqui sem ser incomodado, e 3) a diversidade étnica da população permite que um colombiano passe incólume.
(05:34:44) hilda: caro, vi uma reportagem do Fantástico que dizer que alguns policiais chegaram a pedir “mercadoria” e não apenas dinheiro para o traficante. Procede? Se sim, o caso é bem mais grave, não é? Por que além de corruptos, são traficantes também….
(05:35:41) Mario Cesar: Hilda, procede, sim. O Abadía tentou enrolar os policiais numa das supostas extorsões. Dizia não ter dinheiro. Foi aí que um policial sugeriu que ele entregasse “mercadoria”, o que parece ser cocaína.
(05:35:45) Carlos: quanto as informações que voce tem a respeito dos policiais que teriam extorquido o tal abadia, ha provas concretas que motivassem seus afastamentos? nao teria sido uma medida extrema o afastamento que por si só já os condena perante a opinião publica? qual a retratação desses policiais em casos de infundadas as acusações??
(05:37:33) Mario Cesar: Carlos, acho que há muito de encenação polícia nesses afastamentos. É o governo Serra encenando que não está quieto diante de um caso tão escandaloso. Acredito, porém, que existem provas, sim, ou, no mínimo, indícios fortíssimos. Os telefonemas gravados pela PF, por exemplo, apontam claramente para a extorsão.
(05:37:43) Saboia Jr: Mário, boa tarde. Há anos, um dos setores masi corruptos da Polícia civil é o Denarc. Como moralizar essa delegacia que, principalmente, nos dias de hoje, é tão importante? A unificação da polícias civil e militar não ajudaria?
(05:40:13) Mario Cesar: Saboia Jr., não sei se a unificação resolveria esse problema de corrupção. Talvez diminuísse porque os policiais militares iriam vigiar os civis, o que, na minha opinião, geraria inibição por parte deles. Todo departamento de narcóticos corre o risco de ser cooptado por traficantes. Isso ocorre no mundo todo. A diferença é que esses países tomam uma série de medidas de controle dos policiais que investigam o tráfico. É praticamente uma carreira diferente na polícia. Aqui, o policial de narcóticos não passa por controle nenhum. Por isso a coisa corre solta.
(05:40:21) João do Caminhão: Mario Cezar, qual a possibiliade de existirem outros abadias no brasil??
(05:41:31) Mario Cesar: João do Caminhão, as probabilidades são altíssimas. Escrevi, há certa de três semanas, uma reportagem apontando que o Brasil virou refúgio de narcotraficantes colombianos. A corrupção policial e a facilidade de lavar dinheiro atraem esse tipo de gente para o Brasil.
(05:42:10) malu: vc não tem medo de sofrer represálias dos envolvidos nas suas investigações? Faz algo para se proteger?
(05:45:03) Mario Cesar: Malu, não faço nada para me proteger. Acho que há risco sim de represálias. Não sei se você soube, mas a corregedoria abriu uma investigação contra investigadores da Sétima Seccional que foram ao prédio do Gaeco anteontem perguntar aos vizinhos se eles sabiam dos jornalistas que apareciam por ali. É chocante que num Estado como São Paulo policiais civis sintam-se à vontade para intimidar jornalistas e o Ministério Público ao mesmo tempo. Tenho mais de 20 anos de profissão e fiquei chocado. Fiquei chocado também com a ligeireza com que o governo Serra tratou o caso. Mandou a corregedoria investigar. Ora, todo mundo sabe que a corregedoria tem suas limitações e é muito corporativa.
(05:45:06) vi agora: mario, acho que nao tem jeito mesmo, acabei de flagrar (agora mesmo), uma viatura parou em frente meu comercio, parava todas motos e so as que eu tive paciencia de contar, vi eles cobrando de tres, propina para liberar os caras, e ai, o que fazemos com esse pais?
(05:46:22) Mario Cesar: Vi agora, acho que esse tipo de coisa só muda com a atuação firme da população. Você anotou o número da viatura? Avisou a corregedoria? Sem esse tipo de atitude, nada muda. É preciso romper o silêncio que existe em torno da corrupção policial.
(05:46:33) dr.m: sr. Mario sou delegado de policia em sp, ganho por volta de R$3.000,00 por mês e nunca vi uma repostagem da folha falar sobre o salário da polícia e as condições de trabalho. Agora, vocês preferem acreditar primeiro em um bandido ao invés de acreditar em um delegado de policia. é uma inversão de valores
(05:49:46) Mario Cesar: Dr. M, talvez o sr. não tenha visto, mas a Folha fez dezenas de reportagem sobre os salários miseráveis da polícia paulista. Como eu já disse, salário baixo não justifica os eventuais crimes dos policiais. Sobre a inversão de valores, discordo do sr.: quem sabe sobre corrupção policial são os criminosos. É assim no mundo inteiro. O sr. nunca verá um padre ou um médico falando sobre corrupção policial porque eles não frequentam o mundo do crime. É preciso, porém, ser rigoroso na investigação.
(05:49:55) mané: os policiais que cuidam das fronteiras tornam-se contrabandistas; os que reprimem as drogas, terminam por negociar com elas; os que tratam de crimes que envolvem finanças e corrupçao entram no ramo; os que tratam de assassinatos se tornam homicidas “em nome da lei”, é assim que funciona?
(05:51:00) Mario Cesar: Mané, você tem uma boa dose de razão no enunciado chocante da sua pergunta. Só excluiria os que investigam homicídios dessa equação.
(05:51:05) yan: existe algum numero que possa denunciar policias corruptos sendo anonimo?
(05:52:44) Mario Cesar: Ya, o Disque Denúncia (0800 156315) da polícia serve para qualquer tipo de crime. Mas a sua idéia de criar um número específico parece boa. O problema é que o governo não parece interessado na questão. Acho que há muito medo político nessa área.
(05:52:47) pontes: Olha Mario Cesar meu filho é policial e ele fala sempre o contrario que voce relata que a corregedoria é muito corporativa. Será que é mesmo?
(05:54:29) Mario Cesar: Pontes, falo isso porque sabemos de dezenas de casos que acabam impunes. Quando há punição, é sempre sobre o baixo clero, os investigadores e agentes. Delegados raramente são punidos. Não conheço um caso de punição contra um delegado classe especial, o topo da carreira. Os cardeais, como são chamados, raramente são investigados.
(05:54:34) Saboia Jr: O governo brasileiro extraditará o Abadia?
(05:55:20) Mario Cesar: Saboia Jr, tudo indica que isso. Afinal, um traficante desse quilate é uma batata quente para qualquer país. Imagina o escândalo intercional que seria a fuga ou a morte de Abadía?
(05:55:25) metralha: A liberação das drogas não seria uma saída?
(05:57:17) Mario Cesar: Metralha, essa é uma tese polêmica, mas pesquisadores muito sérios (como economistas da Escola de Chicago, um enclave do pensamento liberal). Na Holanda, foi a própria polícia que propôs essa via e ela parece ter dado certo. O grande problema hoje é que o Estado gasta milhões ou bilhões para combater as drogas sem qualquer resultado. O tráfico só cresce.
(05:57:20) Ademir: Os Delegados de Polícia (bacharéis em Direito) têm a mesma formação de Juízes e Promotores e são aprovados em concurso público com participação da OAB em todas as fases. Os Delegados são “despreparados”?
(05:59:25) Mario Cesar: Ademir, infelizmente, os baixos salários pagos pela Polícia Civil não tem atraído grandes profissionais do direito. Pelo menos é o que vejo no dia a dia. ATENÇÃO TODOS: o número do Disque Denúncia é 0800 156315.
(06:01:15) Mario Cesar: Obrigado a todos que interromperam suas atividades para discutir um assunto que parece insolúvel. Há solução, sim, mas depende de pressão da sociedade.

09/11/2007 – 08h23

Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego

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da Folha Online

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O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.

As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego

Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.

09/11/2007 – 08h23

Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego

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da Folha Online

A advocacia, uma das profissões mais tradicionais do Brasil, sempre esteve entre as carreiras mais procuradas pelos jovens. O vasto leque de oportunidades de trabalho existentes na área é uma das razões mais significativas da escolha pelo direito.

Um bacharel pode seguir carreira pública na magistratura, na promotoria, tornar-se professor do ensino superior ou delegado. Aqueles que são aprovados no exame da Ordem dos Advogados podem advogar em seu próprio escritório e trabalhar na procuradoria, por exemplo.

Divulgação
Livro traz panorama para quem quer fazer faculdade de direito
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O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.

O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.

As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego

Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.

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O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.

O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.

As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego

Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.

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