No DEIC não tem burro…Burros são aqueles que cumprem a lei sem medo de perder a valoro$a cadeira 6

Juiz manda soltar molecada que, a pretexto de nivelar-se – por baixo, claro – com os burros da PM, o DEIC prendeu ilegalmente em seu “batalhão”

Após investigações bem sucedidas que culminaram em prisões cinematográficas, o DEIC cagou na retranca e cometeu um erro pueril: manteve preso arbitrariamente vinte e seis – entre eles jovens e adoslecentes – moleques, sob a acusação de formaçáo de quadrilha. Foi juridicamente burro como a PM.
Autor: Flitador

Impunidade da farda: O Ouvidor da polícia GRITA por socorro ao Ministério Público que não ouve, não sabe, não viu 31

O perigoso “olho de vidro” do governo do Estado e do Ministério Público em relação aos crimes e abusos cometidos ela PM.

Novamente a PM reitera sua conduta de braço armado do Estado em detrimento da polícia cidadã que tanto propala exercitar em suas campanhas publicitárias.

Os graves incidentes ocorridos nas últimas manifestações de rua não ocorreriam se não houvesse flagrante provocação por parte de integrantes da PM por ocasião da dispersão do movimento.

Da mesma forma que colocam cocaína e maconha em veículos de pessoas que assassinam nas “quebradas” da periferia, colocam coquetéis molotov, pedaços de ferro e pedras nas bolsas de manifestantes.

Cadê o Ministério Público ? O Ministério Público deste Estado, ao contrário do Ministério Público Federal, é seletivo em investigar, ou seja, investiga e se empenha em punir aquilo que, politicamente, vai contra o governo deste Estado. Em sentido contrário, não demonstra qualquer empenho em apurar crimes e abusos cometidos por seus servidores, mormente os praticados por integrantes da PM. O muito que faz é delongar “rigorosas” apurações até que caiam no esquecimento pela opinião pública e pela sociedade em geral, como por exemplo, as inúmeras chacinas perpetradas por PM’s, entre as quais a que vitimou duas dezenas de inocentes na região de Osasco e que, até hoje, não deu em nada. Foi assim no Carandirú(condenados que não cumprem penas), Operação Castelinho(todos inocentados), Mortos de Maio(nenhuma investigação séria foi levada a efeito), Morte do Publicitário na zona oeste(a família recebeu uma cartinha do Comandante Geral pedindo desculpas), e vai por ai afora.

Não é só em relação a crimes de sangue que a impunidade campeia na Polícia Militar, na auto intitulada “Reserva Moral do Estado” tem crimes de gatunagem milionários tal qual as inúmeras fraudes em processos licitatórios do Comando Geral da PM. O Tenente Coronel que encabeçou os processos foi categórico em dizer “roubei para a instituição” o que não ficou muito claro foi uma das empresas vencedoras ter pago meio ano de condomínio adiantado para sua família. Punição proposta ao Tenente Coronel: Deixa de ser Tenente Coronel mas mantém o salário de R$ 15.000,00(Quinze mil reais).
Punição melhor, só as que são propostas pela Operação Lava Jato onde os protagonistas roubaram 70 milhões dos cofres públicos, devolvem 10, cumprem 1 ano de prisão domiciliar em suntuosas mansões até ficarem livres e soltos para gastarem todo o resto roubado que estava escondido.

Para completar, um Tenente Coronel faz numa rede social, um infeliz comentário ironizando a Lesão Corporal Gravíssima sofrida por uma manifestante que ficou cega em razão de ter recebido um tiro de borracha numa das vistas, a exemplo do que ocorreu em manifestação anterior com um repórter. E se fosse a filha dele, será que faria o mesmo comentário?

Em tempo: O Ouvidor da polícia GRITA por socorro ao Ministério Público que não ouve, não sabe, não viu.
Não adianta, seu grito só terá eco se for em organismos internacionais de direitos humanos, aqui em SP esquece.

Autor:

AMIGO DA BRIGADEIRO TOBIAS, 527, 9º ANDAR…

Juiz critica a PM, mas a corrupção jurídica foi executada por delegados do DEIC…( Aparentemente funcionando como cartório de luxo da meganha, né ? ) 10

Juiz solta jovens detidos em protesto contra Temer em SP

Flávio Costa

Do UOL, em São Paulo

05/09/201619h44

Ouvir texto

O juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo decidiu soltar nesta segunda-feira (5) 18 dos 26 jovens detidos pela Polícia Militar antes da manifestação contra o governo Michel Temer e por eleições diretas em São Paulo (SP). A decisão do magistrado refere-se aos 18 jovens maiores de 18 anos.

Os outros oito menores de idade, que foram apreendidos, ainda esperam a análise de um juiz da Vara de Infância e Juventude. Porém, o UOL apurou que o Ministério Público deu parecer favorável à soltura dos adolescentes, que deverão ser soltos ainda nesta noite de segunda, ou mais tardar durante a terça-feira (6). Em casos desta natureza, o magistrado costuma acompanhar o parecer do MP.

Em sua decisão, o magistrado criticou a ação da Polícia Militar: “O Brasil como Estado Democrático de Direito não pode legitimar a atuação de praticar verdadeira ‘prisão para averiguação’ sob o pretexto de que estudantes poderiam, eventualmente, praticar atos de violência e vandalismo em manifestação ideológica. Este tempo, felizmente, já passou”.

“Destaco que a prisão dos indiciados decorreu de um fortuito encontro com policiais militares que realizavam patrulhamento ostensivo preventivo, e não de uma séria e prévia apuração, de modo que qualificar os averiguados como criminosos à míngua de qualquer elemento investigativo seria, minimamente, temerário”, escreveu o juiz em sua decisão. O magistrado acrescentou: “não há, mínima, prova, de que todos se desconheciam.”

Paulo Ermantino/Estadão Conteúdo

Familiares, amigos, jovens e estudantes secundaristas recepcionam os jovens libertados pela decisão do juiz após audiência no Fórum Criminal da Barra Funda nesta segunda (05)

Os adultos foram indiciados por associação criminosa, formação de quadrilha ou bando e corrupção de menores, de acordo com a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo).

Os advogados dos jovens vão usar a decisão do magistrado Aguirre Camargo junto ao juiz da Vara de Infância e Juventude para reforçar os argumentos para a soltura dos menores de idade.

Prisão

Por volta das 16h, os adultos foram detidos e adolescentes apreendidos próximo ao Centro Cultural São Paulo, na região do bairro Paraíso, zona sul de São Paulo. Segundo familiares, os policiais militares disseram que o grupo estava com pedras e paus.

Em coletiva de imprensa para justificar as prisões, a PM disse que os jovens confessaram que pretendiam praticar atos de vandalismo no protesto.

Defensor de seis dos 18 adultos, o advogado criminalista Marcelo Feller afirma que a decisão do juiz Aguirre Camargo “coibiu o abuso e a violência do Estado”. “Foi uma decisão dura e corajosa. A Polícia não tem o direito de prender ninguém sob pretexto de uma suposta e futura prática criminosa. Isso não é ação de um Estado Democrático de Direito, e sim de um Estado policialesco”, disse o advogado.

Nota da SSP

A SSP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) divulgou a nota abaixo sobre o caso:

“A SSP informa que 18 maiores foram indiciados por associação criminosa, formação de quadrilha ou bando e corrupção de menores. Eles foram encaminhados para a audiência de custódia. Também houve o registro de ato infracional por formação de quadrilha ou bando e receptação para cinco menores. Os menores foram ouvidos pela polícia acompanhados dos responsáveis e encaminhados para a Vara da Infância e Juventude.

Com relação a reclamação dos pais de que não teriam tido acesso aos seus filhos, o Deic esclarece que a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante foi acompanhado dos responsáveis pelos menores. O interrogatório foi realizado na presença de quatro advogados e dos responsáveis.”

Justiça absolve delegado que teve vida destruída por maldade de um Promotor e bundamolismo de um Juiz de Direito 73

Justiça absolve delegado que teve vida destruída após
acusação indevida de vazamento de informações

Após três anos de luta, Castilhone conseguiu provar que não vazou dados sigilosos a criminosos

André Caramante, da Rede Record

O delegado Castilhone Júnior era chefe do Setor de Inteligência do Denarc (departamento de narcóticos) quando foi preso, em 2013Reprodução/Record News

Considerado por muitos colegas de profissão como um dos mais qualificados policiais civis do Estado de São Paulo, o delegado Clemente Calvo Castilhone Junior, foi absolvido pela Justiça nesta quarta-feira (31) da acusação de vazar dados sigilosos a policiais que estariam envolvidos com traficantes de drogas.

Há três anos, Castilhone travava uma batalha judicial contra o Núcleo do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Campinas, órgão do Ministério Público Estadual, para provar sua inocência, diante da indevida acusação.

Por unanimidade, desembargadores da 12ª Câmara de Direito Criminal, do Tribunal de Justiça de São Paulo, reconhecendo a improcedência da acusação, trancaram a ação judicial contra o delegado Castilhone Junior. “Por falta de justa causa”, decidiram.

O delegado Castilhone Junior foi preso em 15 de julho de 2013 e ficou quatro dias no Presídio Especial da Polícia Civil, no Carandiru (zona norte de São Paulo), através da decretação de sua prisão temporária, onde no próprio documento constava de seu cabeçalho “Investigação Contra Organizações Criminosas- Fato Atípico”.

À época da prisão, o delegado era o chefe do Setor de Inteligência do Denarc (Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos) e contava com o respeito e a admiração de membros da Polícia Civil, do Poder Judiciário e até mesmo de integrantes do Ministério Público Estadual. O reconhecimento de seu trabalho alcançava até o legislativo, pois Castilhone Junior era convidado frequentemente para palestrar nas Frentes Parlamentares de Combate ao Crack _na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e no Congresso Nacional, em Brasília.

Especialista no tema de geopolítica das drogas, ministrava aula no país todo em programas do governo federal, tais como “Brasil mais Seguro” e “Programa de Estratégia Nacional de Proteção de Fronteiras”. Chegou inclusive a palestrar em Simpósio promovido pelo Conselho Nacional de Justiça e realizado na Escola Superior de Magistratura, a convite de um Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Sem nenhuma prova, Castilhone Junior foi apontado pelo Núcleo do Gaeco de Campinas como pessoa que teria deixado vazar informações a policiais que seriam acusados de negociar e extorquir traficantes da região de Campinas. A operação do Gaeco também atingiu um “ganso” (informante policial) e nove acusados de tráfico de drogas.

Liderado pelo promotor Amauri Silveira Filho, o Gaeco suspeitava (mas nunca provou) que Castilhone Junior tinha vazado informações aos policiais que haviam sido apresentadas em reuniões da Agência Integrada e do CIISP (Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública de SP), órgão que integra as polícias Civil, Federal e Militar, e do qual ele era um dos membros. Conforme consta do processo, dentre os diversos participantes das reuniões, ninguém chegou a ser investigado e nem qualquer outra pessoa que teve acesso às informações, somente Castilhone Júnior, eleito como suspeito.

Os quatro dias passados na prisão (de 15 a 18 de julho de 2013) foram suficientes para que o delegado Castilhone Junior, casado à época e pai de dois filhos, professor universitário, selecionado pelo FBI (a Polícia Federal dos Estados Unidos) para curso e convidado para estágio na BKA (a Polícia Federal da Alemanha), tivesse sua vida toda desmoronada.

Em solidariedade ao delegado Castilhone Junior, em iniciativa nunca vista antes, delegados e outros policiais promoveram grande passeata pelo centro de São Paulo, passando pela sede da Secretaria da Segurança Pública e terminado na sede do Ministério Público Estadual, na Rua Riachuelo.

A Adpesp (Associação de Delegados de Polícia de SP) chegou a organizar a “Operação Blecaute”, que consistia em não registar ocorrências policiais e nem fazer investigações. O Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado) emitiu uma nota de desagravo contra os promotores do Gaeco de Campinas.

O documento do Sindpesp disse que a promotoria “expos de maneira leviana a imagem da Polícia Civil e, principalmente, a do delegado” ao pedir à Justiça a prisão de Castilhone Junior e de outro delegado, Fábio do Amaral Alcântara, também do Denarc à época.

“O Ministério Público passou a se valer de suas investigações como elemento de propaganda objetivando a desmoralização de agentes públicos e instituições”. Esse foi o posicionamento oficial da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil, em julho de 2013.

Deputado Olim é respeitoso com o promotor Amauri Silveira Júnior do Gaeco de Campinas; em vez de LIXO e CANALHA apenas DESQUALIFICADO e NÃO VALE NADA…( De qualquer forma, parabéns ! ) 101

Publicado em 31 de ago de 2016
Hoje, no plenário, me posicionei contrário ao Promotor Amauri que enfatizou, injustamente, a participação do Dr. Clemente Calvo Castiglioni no vazamento de informações de investigações contra policiais do GAECO de Campinas.

Maquineiro contrata PM para executar chefe de gabinete da prefeitura de São Vicente 12

Munição utilizada contra atentado em São Vicente é da PM

O cartucho faz parte de um lote distribuído ao Comando de Policiamento do Interior-6 (CPI-6)

EDUARDO VELOZO FUCCIA
31/08/2016 – 19:37 – Atualizado em 31/08/2016 – 20:21
Fechamento de casa noturna seria
o motivo do atentado (Foto: Luigi Bongiovanni)

A munição utilizada no atentado contra Humberto de Araújo Santiago, de 39 anos, chefe de gabinete do vice-prefeito de São Vicente, pertence a um lote encaminhado à Polícia Militar.

A certeza decorre da pesquisa da numeração de uma cápsula de calibre .40. Sem disparar, ela foi ejetada intacta da pistola de um dos dois executores da tentativa de homicídio, porque a arma falhou.

O cartucho faz parte de um lote distribuído ao Comando de Policiamento do Interior-6 (CPI-6), que congrega os seis batalhões da PM na Baixada Santista, no Litoral Sul e no Vale do Ribeira.

Dois homens apontados como participantes da execução já estão na cadeia. A pedido do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, eles tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pelo juiz Luís Guilherme Vaz de Lima Cardinale, da 2ª Vara Criminal de São Vicente.

Um deles é o soldado Marcelo Granado Borg, de 35 anos. Lotado na 4ª Companhia do 6º BPM/I, ele teria cuidado da logística, fornecendo a arma e pilotando a moto Honda Broz usadas no atentado.

Em sua casa foi apreendida uma pistola .40 da PM. Perícia para confrontar o armamento com o projétil que atingiu a vítima e a munição intacta apreendida foi requerida, mas o laudo ainda não está pronto.

Borg negou o crime, mas foi acusado pelo segurança Anderson Martinez de Lima, de 30 anos, que admitiu ter atirado no chefe de gabinete. O autor confesso do disparo ainda incriminou o empresário Wassim Abdouni, de 37 anos, sócio da Juá, uma das mais tradicionais casas noturnas da região, localizada na Ilha Porchat.

Pistolagem de aluguel

Funcionário da boate, Martinez disse que o patrão lhe prometeu R$ 30 mil para matar Santiago, adiantando o pagamento de R$ 8 mil. Desta quantia, o segurança contou que deu R$ 3 mil de entrada no financiamento de um automóvel Fusion, dividindo o restante com o soldado Borg.

O policial e o segurança tentaram eliminar o chefe de gabinete no dia 11 de agosto. A emboscada aconteceu no momento em que a vítima entrava de carro na garagem do prédio onde mora, na Rua Jacob Emerick, no Centro de São Vicente.

Martinez desceu da garupa da moto pilotada por Borg e atirou no automóvel. A vítima foi atingida de raspão nas costas e na mão esquerda pelo mesmo tiro. Logo em seguida, a dupla fugiu na Honda Broz pilotada pelo policial militar.

De acordo com o segurança, o patrão quis se vingar por causa da suposta cobrança de propinas que era feita pelo chefe de gabinete para deixar a Juá funcionar. Ainda conforme Martinez, quando esses repasses de dinheiro deixaram de ser realizados, a boate foi fechada em fiscalização de agentes da Administração Municipal.

Santiago refutou para A Tribuna a cobrança de propinas e também negou qualquer ligação sua com a interdição da casa noturna, motivada por várias irregularidades administrativas, entre as quais a falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Abdouni também teve a prisão temporária de 30 dias decretada. Com autorização judicial e na presença de testemunha, policiais da DIG revistaram o apartamento do suposto mandante, na Pompeia, em Santos, mas não o localizaram. Com paradeiro ignorado, ele é considerado foragido.

Promotores enchem o rabo de dinheiro para investigar se policiais receberam pagamento indevido de bônus em SP 73

MP investiga se policiais receberam pagamento indevido de bônus em SP

Promotores identificaram falhas na metodologia de coleta de dados.
Mortes suspeitas não entravam nos números oficiais de homicídio.

 videoblat

Do G1 São Paulo

O Ministério Público investiga se houve pagamento indevido do bônus pago aos policiais civis e militares por bons resultados na queda da violência. A suspeita surgiu depois que os promotores identificaram que havia falhas na metodologia de coleta dos dados dos crimes no estado. As informações são do SPTV.

As mortes suspeitas, esclarecidas depois de um mês de investigação, não entravam nos números oficiais de homicídio ou latrocínio por exemplo. Só que o Ministério Público recomendou uma revisão na metodologia e coleta desses dados. Foi o que a Secretaria de Segurança Pública fez na semana passada. A partir de agora, as mortes suspeitas vão passar por uma reclassificaçãodepois que as investigações forem concluídas.

“Pela resolução no mês de março nós vamos publicar o número de homicídios no estado já considerados as reclassificações das ocorrências já consideradas todas as formas de operação dos registros anteriores”, diz o secretário Mágino Alves Barbosa Filho.

Eles destacaram que das 1.500 mortes que ocorrem por mês, cerca de 20 a 30 são consideradas suspeitas e confirmaram que os índices dos números de crimes são utilizados para o pagamento de bonificação para policiais civis e militares, com base na redução da criminalidade.

Segundo a SSP, o valor padrão do bônus é de R$ 2 mil por policial das áreas que atingirem todas as metas no trimestre. No ano de 2014, foram pagos R$ 170 milhões em bônus em função dos resultados dos principais indicadores de segurança.

O Ministério Público aguarda o envio das estatísticas para saber se o pagamento era merecido.

“Estamos verificando os dados que serão encaminhados nos próximos 90 dias pela Secretaria de Segurança Pública a respeito do que aconteceu nos últimos três anos e a partir daí nós vamos verificar o impacto que isso representa nos números estatísticos da SSP”, diz o promotor José Carlos Blat.

A SSP informou que a correção anual do número de homicídios não terá impacto sobre o pagamento de bônus a policiais.

Secretário Estadual de Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho esteve em Mogi (Foto: Maiara Barbosa/ G1)Secretário Estadual de Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho (Foto: Maiara Barbosa/ G1)

DENÚNCIA ANÔNIMA, QUEM FALA EM ACABAR COM RECOLHA ESTÁ LOUCO…DEPUTADOS E POLÍTICOS EM GERAL VIVEM DISSO 19

corrupção

Kkkkkk acabar com a corrupção?
Vamos lá então mais uma vez pois acho que ninguém leu há mais de 5 anos nossas listas:

1 – MÁQUINAS DE CAÇA NÍQUEL EM TODO OS LOCAIS DE SÃO PAULO, bares, casas alugadas que viram bingos.
2 – COBRANÇA DE PROPRINAS EM DESMANCHES E BOATES COM GAROTAS DE PROGRAMA, BIQUEIRAS QUE VENDEM DROGAS, CLÍNICAS DE ABORTO, COMÉRCIOS EM GERAL
3 – COBRANÇA DE PROPRINA NA GALEIRA PAJE SANTA IFIGÊNIA SHOP 25 BRAS SHOP 25 SHOP CORAJE SHOP ORIENTAL GALERIA MONT BLANC PAULISTA SHOP VENEZA PAULISTA E TODOS OS OUTROS QUE PAGAM JUNTOS MAIS DE 2 MILHÕES E PRORPINAS
3 – JOGO DO BIXO EM TODOS KS BARES TEM AS BANQUINHAS DO CHICO DA RONDA DO SAPO ENTRE OUTRAS
4 – TODAS AS DELEGACIAS TEM SEMPRE ESTOU DIZENDO EM TODAS E SEMPRE DE JM A DOIS RECOLHAS QUE PEGAM AS PROPRINAS E SEMPRE É DIGO SEMPRE DIVIDEM COM O DELEGADO TITULAR CHEFE DOS TIRAD E COM CHEFE DE ESCRIVAO SEMPRE FICA NAS SALAS DO FUNDO DAS DELEGACIAS APARECEM NAS ESCALAS DE SERVIÇO QUE SÃO ENVIADAS PARA AS DIRETORIAS PORÉM NAS ESCALAS QUE FICAM NAS PAREDES DAS DELEGACIAS E NOS PLANTÕES NÃO CONSTAM OS RECOLHAS
5 – POLÍCIAS QUE PAGAM PARA NÃO TRABALHAR BASTA PEGAREM TODOS KS CHEFES DAS EX GESTOES E VER QUEM ESTA NAS FILEIRAS

BASTA VC PROMOTOR IR A RUA SANTA IFIGÊNIA LARGO DA BATATA LAPA RUA 25 DE MARÇO FEIRA DA MADRUGADA TODA ÁREA CENTRAL RICARDO JAFET RIO DAS PEDRAS ENTRE OUTRAS E VER COMO NA RUA AUGUSTA DIVERSOS PUTEIROS COM QUARTOS E EXPLORAÇÃO DE MENORES E NINGUÉM FAZ NADA 25 DE MARÇO BASTA VER QUE EM TODAS AS LOJAS PIRATARIAS
SANTA IFIGÊNIA VENDA DE APARELHOS ILEGAIS DA NET DVDS PIRATAS NA CARA DURA, EM SANTANA CAMELOS E LOJISTAS VENDEM ATÉ ANABOLIZANES NA RUA

ENFIM QUEM FALA EM ACABAR COM RECOLHA ESTÁ LOUCO POIS ESSES DEPUTADOS E POLÍTICOS EM GERAL VIVEM DISSO, quantas vezes quando trabalhava em diretoria, via esses grandes e eternos nome de deputados pedindo na cara dura para meu chefe uma grana para manter ele em cadeiras boas em especial as da FAZENDÁRIA DPPC DEIC DENARC, onde tem grana fácil e onde político mete a mão.

A DENÚNCIA ANÔNIMA ESTÁ AÍ BASTA UM MAGISTRADO OU UM PROMOTOR LER E IR NOS LOCAIS CONFIRMAR VAJ ATÉ A PAJE CHEGA NO LOCAL DILMA E PERGUNTA NO 1 DP , NA SECCIONAL CENTRO,  NA DIG,  PORQUE ELES NÃO FAZEM NADA ALÉM DE RECOLHER PROPRINA COMECEM POR AI.

Autor: Tudo comprado

Pelo fim da corrupção, hipocrisia, egoísmo e da covardia – O que policiais civis gostariam de dizer na cara do Olim, do Conselho, do Secretário e do Governador 161

Moção, Discurso, Representação e Reportagem, por quem de direito, exigindo:

1-Cumprimento da Lei que determina reajuste anual do índice inflacionário, na data base (Descumprida a mais de dois anos).

2-Contratação de Funcionários em quantidade e capacidade, suficiente para realização da atividade principal da Policia Civil que é a de esclarecer crimes.

3-Escolha de cargos de chefia por competência e não por ………..

4-Reestruturação das carreiras, a fim de trazer motivação o que resultaria em um aumento da eficiência.

5-Respeito aos direitos de seus funcionários (Suspender o direito a férias é uma atitude injusta e imoral).

6-Exigência do cumprimento da verdadeira politica do “cada um no seu quadrado” ou seja:

a- Guarda (cadeia), Escolta e Remoção de presos somente pela SAP, com a inclusão feita a qualquer dia e horário.
b- Policiamento ostensivo(fardado ou uniformizado e visível) somente pela PM
c- Investigação (de forma discreta sem V.T.R. caracterizada) somente pela PC.
d- Investigadores somente em setores que existam investigação.
e- Escrivães somente em setores que existam inquéritos.
f- Setores administrativos com servidores contratados especificamente para tal.
g- Proibição de prestação de serviços policiais e administrativos, por pessoas alheias aos quadros da Instituição.
h- Regulamentação do uso de informantes.
i- Depósitos específicos para guarda de objetos apreendidos.
j- Não retorno do entorpecente após a constatação, somente do Laudo preliminar.

Isto não fazem.

Pelo fim da: corrupção, hipocrisia, egoismo e da covardia.

Autor:  CARCEREIRO 13

Moção auto-elogiosa – Os pavões da Polícia Civil prestam informações inconvincentes à imprensa; depois ainda distorcem os comentários de jornalista…( Moção de repúdio pelos baixos vencimentos e abusos da Administração ninguém assina, né ? ) 30

Moção de repúdio do Égrégio Conselho da Polícia Civil contra os comentários feitos pelo Jornalista Rodrigo Bocardi no programa SPTV
MOÇÃO DE REPÚDIO
O Egrégio Conselho da Polícia Civil, por unanimidade de seus integrantes, repudia, com veemência, os comentários feitos pelo Jornalista Rodrigo Bocardi no programa SPTV 1ª Edição, levado ao ar na manhã do dia 18 de agosto corrente.

Dois Departamentos da Polícia Civil – o Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcótico (DENARC) e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) – após intenso trabalho investigativo, deflagraram operação conjunta que obteve êxito na prisão de integrantes de uma quadrilha que havia, no dia anterior, iniciado a execução de roubo a uma empresa de transporte de valores. Foram presas nove pessoas e apreendidas armas, munições e explosivos.
Foi explicado à imprensa que alguns dos criminosos encontravam-se sob investigação e isso foi um dos fatores decisivos para o resultado tão rápido da operação. Tal informação, entretanto, ao que parece, foi mal interpretada pelo Jornalista Rodrigo Bocardi, que informou os seus telespectadores que a Polícia Civil deveria ter evitado o crime, pois sabia o que iria ocorrer.
O jornalista foi, todavia, extremamente infeliz em sua conclusão e mais infeliz ainda em divulgá-la no telejornal que apresenta. Primeiro porque, quando são investigadas algumas pessoas que integram uma quadrilha, habitualmente são colhidas pequenas informações, trechos de conversas ou observações de algumas condutas. Daí a antecipar, com tais detalhes, as ações que irão ocorrer é jamais um exercício de adivinhação, mas sim um sério trabalho investigativo que se aprofunda – sempre limitado pela lei e respeitando os direitos de todos os investigados – em cada um dos detalhes, alguns que conduzem a fatos irrelevantes e outros que permitem uma ação mais repressiva. Segundo porque, salvo as exceções legais, a Polícia Civil tem o dever de prender em flagrante tão logo tenha conhecimento da prática de algum crime.
A Polícia Civil jamais descurou de seu dever de proteger a sociedade, fazendo-o em obediência às regras processuais penais que disciplinam suas ações. Jamais deixará que um crime ocorra se tiver possibilidade de evitá-lo. A ocorrência de um crime é um fato que atinge a sociedade como um todo e mais diretamente as organizações que integram a Segurança Pública, por isso que seus integrantes dedicam-se, incansável e heroicamente, em protegê-la.
Por tais motivos, sendo evidente que o Jornalista Rodrigo Bocardi demonstrou desconhecer o assunto que tão duramente criticou, é que os Membros do Conselho da Polícia Civil repudiam sua informação ao mesmo tempo em que reiteram o compromisso da Instituição com o Direito e com a Justiça; desse compromisso, a ação que deu causa ao mendaz comentário jornalístico é das melhores demonstrações, dentre as mais recentes.

PICADEIRO ou PARLAMENTO ? – Deputado Olim ao ofender deliberadamente a honra do jornalista Rodrigo Bocardi abusou de suas prerrogativas parlamentares; merece ser processado por falta de decoro e perder o mandato por atentar contra a dignidade humana e a liberdade de imprensa 29

olim

Artigo 16 Perderá o mandato o Deputado:

I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;

IIcujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;

III – que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça-parte das sessões ordinárias, salvo licença ou missão autorizada pela Assembléia Legislativa;

IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;

V – quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos na Constituição Federal;

VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado, nos crimes apenados com reclusão, atentatórios ao decoro parlamentar. (NR)

– Inciso acrescentado pela Emenda Constitucional nº 18, de 30/3/2004.

§ É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no Regimento Interno, o abuso das prerrogativas asseguradas ao Deputado ou a percepção de vantagens indevidas.

§ 2º – Nos casos dos incisos I, II e VI deste artigo, a perda do mandato será decidida pela Assembléia Legislativa, por votação nominal e maioria absoluta, mediante provocação da Mesa ou de partido político representado no Legislativo, assegurada ampla defesa. (NR)

– Redação dada pela Emenda Constitucional nº 11, de 28/6/2001.

§ 3º – Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa, de ofício ou mediante provocação de qualquer dos membros da Assembléia Legislativa ou de partido político nela representado, assegurada ampla defesa.

Polícia Civil de Registro prende subtenente da PM estuprador e homicida 4

Acusado de estuprar e matar vendedora é subtenente da PM

Ivo Ferreira de Oliveira foi preso no último sábado. Motivação do crime teria sido investida amorosa

Bruno Lima – A TRIBUNA 
Janaína Santos foi abordada por acusado após
deixar o trabalho (Foto: Divulgação)

O subtenente da Polícia Militar no Vale do Ribeira Ivo Ferreira de Oliveira, de 49 anos, foi preso no último sábado (20), em Registro, no Vale do Ribeira, acusado de estuprar e matar a vendedora Janaína Santos, de 28 anos, que estava desaparecida desde 28 de julho. Conforme o apurado pela Polícia Civil, a principal suspeita para a motivação do crime teria sido uma investida amorosa do policial negada por Janaína, que era amiga da ex-mulher do autor.

O subtenente foi preso por policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Registro após prestar depoimento e cair em contradições. Com a prisão temporária decretada, ele foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Capital, e terá que responder pelos crimes de homicídio qualificado e estupro.

Noite de quinta-feira

O crime ocorreu na noite de uma quinta-feira, logo após a vendedora sair da loja em que trabalha. De acordo com imagens de câmeras de monitoramento e testemunhas, Janaína teria sido abordada por Ivo, que a perseguia na condução de um carro. Dias após o desaparecimento, a bolsa da vítima foi localizada embaixo da Ponte do Itopamirim, na divisa entre Sete Barras e Registro.

O veículo do subtenente foi apreendido e dentro do automóvel a Perícia da Polícia Científica (IC) localizou manchas de sangue, que podem ser da vendedora. A roupa usada por Ivo no dia do crime também foi apreendida.

Poder Judiciário impotente frente a gestão Alckmin; em vez de condenar má-fe processual lamenta manobra “maliciosa” 18

Gestão Alckmin foi ‘maliciosa’ ao revogar norma sobre efetivo, diz juiz

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

Joel Silva – 13.abr.2015/Folhapress
Durante a inauguração de obras da linha 4-laranja, em abril, o governador Geraldo Alckmin foi recebido por uma manifestação de professores na porta do evento
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin

O governo de São Paulo agiu “maliciosamente” ao revogar, em abril deste ano, uma resolução publicada por ele mesmo que determinava o número ideal de policiais em cada uma das unidades do Estado, segundo o juiz Márcio Mendes Picolo.

“Revoga esta mesma norma justamente para que não possa continuar a ser cobrado pela indevida omissão e desídia no trato da Segurança Pública”, diz trecho da sentença do magistrado da 3ª Vara Cível de Leme.
Nesta decisão, Picolo determina que a Secretaria da Segurança Pública coloque na cidade 49 policiais civis, como previa a norma, ou 18 pessoas a mais do que o efetivo existente atualmente.

Ele impõe um prazo de 30 dias para o cumprimento da ordem, sob pena de multa diária de R$ 10 mil –limitada a R$ 1 milhão.

A tal resolução sobre o efetivo policial foi publicada em 2013, mas revogada pelo governo Alckmin (PSDB) quando ele passou a ser alvo de ações judiciais pelo interior que cobravam o cumprimento da própria normal.

Moacyr Lopes Junior – 24.jul.2015/Folhapress

O governador Geraldo Alckmin acompanhado do secretário Alexandre de Moraes, em divulgação dos dados da violência em SP

Leme era uma das cidades em que a Justiça havia concedido liminar para cumprimento imediato da norma. Após reportagem da Folha, a normal foi revogada e, segundo o juiz, o governo “não trouxe qualquer outro motivo fático ou jurídico que pudesse justificar a revogação”.

“Na verdade, após existir grande repercussão na mídia a situação caótica e a omissão do requerido, tal conduta evidencia seu intuito em se furtar ao cumprimento de seu dever constitucional”, continua o magistrado no mesmo documento do início do mês.

O governo argumentou na ação que considerava a ação uma “ingerência no poder discricionário do executivo”, por considerar o remanejamento de efetivo uma “decisão discricionária da Administração” da qual o Judiciário não “poderia se imiscuir”.

Na sentença, o juiz utilizou depoimento da delegada Adriana Cardamone Galloni de Leme que, ao Ministério Público, classificou a situação como “caótica” –dada a insuficiência de profissionais para atender aos municípios.
Procurado, o governo paulista informou “aguarda tramitação judicial, para a qual foi acionada a Procuradoria Geral do Estado, que irá interpor recurso no prazo legal”.

Diz, ainda, que a Delegacia Seccional de Limeira transferiu para Leme um investigador e um escrivão de polícia, neste mês.

https://flitparalisante.wordpress.com/2016/04/14/ma-fe-administrativa-governo-revoga-seus-proprios-atos-para-nao-ser-obrigado-a-contratar-policiais-civis/

Será que Delegado – geral , de descendência árabe , quer jogar a culpa em Israel ? …( A apreensão das armas é boa, mas a conversa é mole! ) 110

8/08/2016 18h01 – Atualizado em 18/08/2016 18h34

Conta de água levou polícia a achar armas usadas em ataque a Protege

Nove suspeitos foram presos e tiveram a prisão preventiva decretada.
Polícia investiga envolvimento de alguém que conhecia rotina da empresa.

Gabriela GonçalvesDo G1 São Paulo

Polícia apresenta armas apreendidas com suspeito de ação contra sede da Protege em Santo André (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)
Polícia apresenta armas apreendidas com suspeito de ação contra sede da Protege em Santo André (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

Uma conta de água levou a polícia a um arsenal de fuzis e outras armas que teriam sido usadas no ataque de criminosos contra a sede da empresa de transporte de valores Protege, em Santo André, no ABC, na madrugada de quarta-feira (17). Nove suspeitos foram presos e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo a polícia, pelo menos outras três pessoas já foram identificadas.

A conta de água foi encontrada em um carro que estava em uma chácara em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, onde a polícia prendeu os suspeitos depois de interceptar ligações telefônicas de um traficante que teria ligado para um dos bandidos. O endereço contido na conta de água levou a polícia a uma casa na Vila Alpina, Zona Leste de São Paulo. “Encontramos 90% das armas escondidas nesta casa”, diz o delegado Rui Ferraz Fontes, do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc)

A polícia investiga quem teria passado informações aos bandidos. “Eles tiveram informações internas. Alguém com conhecimento a respeito da rotina da empresa, não sei se é funcionário ou não, que está passando informações para eles.”

A quadrilha desistiu do assalto após algumas explosões no local. De acordo com a polícia, uma das razões para a desistência foi a reação dos vigilantes.

“O outro motivo, se eu declinar, eu ensino alguém a comer crimes.”

Granada também foi encontrada com suspeitos de atacar a Protege (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)Granada também foi encontrada com suspeitos de atacar a Protege (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

Foram apreendidos pelo menos 25 fuzis, sendo dois deles de calibre .50 – arma que pode atingir alvos a mais de seis quilômetros de distância.

Também foram apreendidas nove pistolas automáticas, uma granada, 50 carregadores com munições vindas de Israel, 18 coletes à prova de bala, sendo que um deles tinha um símbolo do governo de São Paulo, e cabos pra acionar explosivos.

Há a suspeita que parte do armamento tenha vindo do exército de Israel.

O grupo foi indiciado por tentativas de roubo e latrocínio, organização criminosa e porte de arma. De acordo com a polícia, informalmente, já houve confissões. A idade dos nove suspeitos varia entre 20 e 30 anos. Parte deles têm passagem pela polícia.

Dois vigilantes da Protege ficaram feridos quando reagiram ao ataque. A troca de tiros durou cerca de 40 minutos. Os criminosos queimaram veículos que foram usados para bloquear vias e impedir a aproximação da polícia.

Durante a fuga da quadrilha houve perseguição da Polícia Militar (PM), mas ninguém foi preso no início da manhã de quarta-feira.

Sete criminosos foram presos pelo Denarc e dois pelo Deic. Os suspeitos foram identificados, após monitorarem um traficante.”Em um dado momento alguns traficantes cruzaram com essa quadrilha que se especializou em atacar bases de transportadoras de valores e carros fortes”, informou a polícia.

Após acompanhar a movimentação do traficante, o Denarc chegou até o sítio em Itapecerica da Serra, onde foram encontrados os suspeitos e parte do armamento.

Armas apreendidas com suspeitos de atacar Protege no ABC (Foto: Reprodução/WhatsApp)Armas apreendidas com suspeitos de atacar Protege no ABC (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Polícia Civil
“É certeza que esse armamento foi usado lá. É certeza, porque nós já temos, é uma quadrilha que a gente já , há tempos, monitorava e etc, e hoje, quando eles fizeram esse trabalho, nós já saímos atrás e conseguimos aí, pegar o fio da meada e já temos alguns presos, o Deic também já tem presos”, disse Youssef abou Chahin, delegado-geral. “Não tem como eles dizerem que não estavam na cena do crime, porque nós temos provas técnicas.”

A associação que representa as empresas de transporte de valores cobrou maior controle justamente sobre a circulação dessas armas de guerra. “Um fuzil é sempre uma arma perigosa, de pronto ataque, e que a resistência é mínima a esse tipo de fuzil, sobretudo, os vigilantes que usam 38, calibre 12, são armas inoperantes em relação a fuzil”, disse Marcos Paiva, presidente da Associação de Empresas de Transporte de Valores.

A saída que as empresas têm encontrado é deixar mais vigilantes na empresa durante a madrugada e fazer barreiras de segurança.

Protege foi alvo de criminosos (Foto: Divulgação)Protege foi alvo de criminosos (Foto: Divulgação)

Essa medida ajudou a impedir o roubo a Protege, na quarta-feira. Mais de dez seguranças combateram os criminosos usando revólveres calibre 38 e espingardas calibre 12.
Depois de meia hora tentando chegar ao cofre, e de tiroteio e explosões, os ladrões desistiram do roubo.

“O problema desse tipo de ação criminosa, que hoje é a mais preocupante expressão do crime no estado de São Paulo, é praticamente uma ação de terrorismo urbano, porque trabalham com dinamites, fuzis, grandes grupos, atacam de surpresa, causam um grande impacto na vida da população”, disse o coronel aposentado da PM José Vicente da Silva, especialista em segurança. “A diferença em relação à ação terrorista é que o terrorismo vai buscar vítimas. eles vão buscar dinheiro.”

A quadrilha encontrou mais resistência. Havia uma barreira com carros, estacionados em frente ao portão de ferro. Carros fortes estavam atravessados dentro do pátio.

Mesmo com a explosão, os ladrões não conseguiram chegar ao cofre. Depois de meia hora, eles desistiram do roubo e foram embora. A primeira equipe da polícia só chegou aqui dez minutos depois da fuga.

Hora1_policiaprendeprotege (Foto: reprodução)Suspeitos presos pela polícia  (Foto: Reprodução / Hora 1)
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Agora, o  exército israelense  emprega AKs 47  e patrocina o PCC?  
Piada de turco, né ?