Ligação direta – Sérgio (I ) Moro ( liZante ) sentencia para a Globo e forças ocultas: PSDB…É a prova mais eloquente do aparelhamento das instituições por reacionários 18

Moro mandou suspender escuta de Lula antes da última conversa com Dilma

Cleide Carvalho, Thiago Herdy e Dimitrius Dantas – O Globo

SÃO PAULO — O juiz Sérgio Moro havia determinado que a Polícia Federal suspendesse a interceptação telefônica do ex-presidente às 11h12m desta quarta-feira. A gravação em que a presidente Dilma Rousseff diz ex-presidente Lula que está encaminhando o termo de posse na Casa Civil, para usar se fosse necessário, foi feita mais de duas horas depois, às 13h32m.

— Assim, determino a sua interrupção. Ciência à autoridade policial com urgência, inclusive por telefone — afirmou Moro. A Polícia Federal deu ciência à decisão do juiz às 12h43m.

O áudio com a gravação da conversa entre Dilma e Lula foi inserido no inquérito às 15h37m. O juiz Sérgio Moro decidiu liberar o sigilo do inquérito às 16h19m.

Em nota, a PF informou que a interrupção de interceptações telefônicas é realizada pelas próprias empresas de telefonia móvel e que, após receber a notificação judicial, a PF “imediatamente comunicou a companhia telefônica”.

Segundo a PF, até o cumprimento da decisão judicial pela companhia telefônica, foram interceptadas algumas ligações. Quando a empresa parou de enviar o sinal “foi elaborado o respectivo relatório e encaminhado ao juízo competente, a quem cabe decidir sobre a sua utilização no processo”.

Ao levantar o sigilo, o juiz Sérgio Moro afirmou em despacho que a decisão permite saudável escrutínio público sobre a atuação da administração pública e da própria Justiça criminal.

— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras — afirmou o juiz.

As gravações foram juntadas ao inquérito que investigava as atividades do Instituto Lula às 15h37m. O juiz afirmou que, apesar de existirem diálogos com autoridades com foro privilegiado, “somente o terminal utilizado pelo ex-presidente foi interceptado e jamais os das autoridades com foro privilegiado, colhidos fortuitamente”, numa referência à presidente Dilma Rousseff e a ministros, como Jaques Wagner, que ocupava a Casa Civil.

— Constata-se que o ex-presidente já sabia ou pelo menos desconfiava de que estaria sendo interceptado pela Polícia Federal, comprometendo a espontaneidade e a credibilidade de diversos dos diálogos — escreveu Moro em despacho divulgado nesta quarta.

Segundo juiz, “alguns diálogos sugerem que tinha conhecimento antecipado das buscas” realizadas no último dia 4 de março.

O pedido para a quebra do sigilo foi apresentado a Moro pelo Ministério Público Federal. Os procuradores argumentaram que não havia motivo para manter o sigilo, já que a investigação havia se exaurido e que caberia ao Procurador Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal “realizar juízo de valor sobre os fatos apontados”.

Para os procuradores, as gravações mostraram mobilização de grupos para instigar manifestações públicas contra a investigação e contatos com pessoas com foro privilegiado onde há indícios de que procuram “turbar as investigações”.

Secretário de segurança faz justiça acatando todos os termos da defesa empreendida pelo escritório BIALSKI e nos absolve da falsa acusação de abandono de cargo e fraudulento lançamento de 211 faltas ao serviço de dezembro de 2007 a julho de 2009 97

Segurança Pública GABINETE DO SECRETÁRIO

Despacho do Secretário, de 14-3-2016 No Processo GS/836/15 – DGP/5.960/13 – Vols. I a IX, em que (reserva do artigo 76, § 2º, da LOP), responde Processo Administrativo Disciplinar, foi exarado o seguinte despacho: “Diante do entendimento por mim já exposto às fls. 1.749/1.759, e nos termos dos §§ 1º e 2º, do artigo 70, da Lei Complementar 207, de 05 de janeiro de 1.979, bem como do despacho normativo de 12.06.79, exarado pelo Chefe do Executivo com arrimo nos pareceres A.J.G. nºs. 794/79 e 803/79 (D.O. de 13.06.79), ABSOLVO o interessado, por não provadas as acusações contidas na inicial.”.

Advogados: Dr. Daniel Leon Bialski – OAB/SP 125.000 e Dr. João Batista Augusto Júnior – OAB/SP 274.839

EXCERTOS DA DEFESA

8.

Meritoriamente, ab inítio, é necessário dizer que, diversamente do que narra a portaria inaugural, permissa venia, o ora Suplicante não descumpriu dever ou cometeu transgressão a autorizar, sequer em fase de cogitação, qualquer penalização ao mesmo;

8.1.

E para entender melhor os fatos aqui apurados, antes de qualquer consideração fática-processual, é preciso registrar que Roberto Conde Guerra foi Delegado de Polícia por mais de 20 anos. Profissional exemplar, sempre exerceu seu mister de maneira destemida, sem se curvar a pressões, políticas e forças exteriores que invariavelmente buscaram lhe calar;

8.2.

Como cidadão, além de cumpridor de seus deveres, encabeçou uma reconhecida luta contra a corrupção na Polícia Civil Paulista, boa parte representada no seu sítio eletrônico (blog) “flit paralisante”. Justamente por manter esse canal de comunicação com o público, o ora acusado arregimentou um sem número de seguidores inconformados com as reiteradas notícias de crimes envolvendo policiais: não somente corrupção, mas extorsões mediante sequestro, tráfico de drogas, dentre outros mais….

8.3.

Diametralmente oposto aos seus fiéis seguidores, o ora Suplicante também colecionou uma ampla e seleta gama de inimigos pertencentes aos próprios quadros da polícia (e também da política, por ser crítico ferrenho das gestões do Governo do Estado de São Paulo), dentre os quais seus ex-superiores do DEINTER-6 (por tê-los denunciado em um grave esquema de corrupção), dando origem à sua remoção “no interesse da Administração” para a região de alcance do DEINTER-9 e que desaguou no que se está apurando neste PAD;

8.4.

Mas, mesmo a contragosto de muitos, Roberto Conde Guerra é reconhecido e aplaudido por considerável séquito de pessoas de diversos setores, quer públicos, quer da sociedade civil.

Exemplo disso e que demonstra a credibilidade de sua palavra perante os olhos das instituições, anote-se que recentemente viu-se desatar a ação penal 577/07 da 1ª Vara do Foro Distrital de Bertioga, cuja r. sentença foi prolatada pelo MM. Juiz de Direito Rodrigo de Moura Jacob;

8.4.1.

No título em questão, o D. Juízo citou o ora Suplicante nada mais, nada menos do que 31 vezes, destacando-se os trechos a seguir e que serviram de sólida base para o édito condenatório:

“(….)Ressalta-se, que não é a afirmação isolada do Delegado Guerra que gerou a condenação e sim a junção das alegações com os demais indícios, em especial, toda a operação criminosa que foi feita para dissimular o verdadeiro proprietário da mansão em Riviera.

O relato mais impressionante, sem dúvida nenhuma, é do Delegado Roberto Guerra que narrou com detalhes como se dava toda a empreitada criminosa, inclusive, descrevendo os valores que eram pagos para as propinas e o local onde a propina era entregue. Num primeiro momento poder-se-ia perguntar qual a prova que o Delegado Guerra teria, já que em seu relato afirma que nunca presenciou o recebimento da propina, mas sim a ansiedade dos policiais quando se aproximavam os dias 15 e 30, datas que eram feitos os pagamentos do suborno.Mas poder-se-ia ainda perguntar: como condenar alguém pelo simples fato de terceiros se sentirem felizes em receber propina?

A resposta vem com a análise de toda empreitada criminosa, envolvendo, principalmente a aquisição de um terreno e a construção de uma mansão em Riviera pela ré Carla, sem ter absolutamente lastro financeiro para tanto. Desta feita, os meros indícios relatados por Conde Guerra, que não foram devidamente apurados em outras oportunidades, nestes autos, ficaram bem provados, tendo em vista não só a falsidade ideológica orquestrada para esconder a proprietária do imóvel, mas principalmente, pelo enriquecimento monstruoso que Carla teve, inclusive, sendo atualmente empresária como relatada por ela em seu último interrogatório, sem comprovar a origem de tanto “sucesso”, a não ser o repasse financeiro que seu pai lhe dava através de propinas como muito bem relatado por Conde Guerra. (grifos apostos)

(…) (Doc.01)”

9.

Assim, ainda que dúvidas eventualmente pairem em relação ao compromisso do ora acusado com a função e instituição, com a justiça e ou com a sociedade (função, aliás, que defendeu por mais de duas décadas por amor e respeito aos mandamentos da Carta Magna, aos ditames da Lei Orgânica da Polícia Civil e aos princípios da ética e moralidade), o exemplificado acima pelo Poder Judiciário as sepulta com pá de cal;

10.

E é justamente por esses detalhes e acontecimentos que resta mais do que comprovada real vocação e dedicação do ora acusado ao trabalho policial, razão pela qual se mostra desarrazoada a imputação de abandono de cargo por faltar, interpoladamente, mais de 45 dias, bem como as demais infrações narradas na inicial;

10.1.

Conforme consta dos autos, o ora Suplicante teria sido removido compulsoriamente à cidade de Hortolândia/SP, transferência essa pretensamente a bem do interesse policial, “convenientemente” operacionalizada após denúncias por ele feitas em relação a seus superiores hierárquicos quando ainda classificado nos quadros do DEINTER 6 – Delegacia Seccional de Santos….

CAMPINAS EM GUERRA…( Cadê a PM ? ) 171

Parece que o Secretário “El Carecón”, a mando do Geraldinho Picolé de Chuchu”, está experimentando aqui em Campinas, uma novidade que irá revolucionar as polícias do mundo inteiro.

A dupla que “comanda” a polícia no Tucanistão, está testando a PM invisível !

Trata-se de uma polícia militarizada que faz muito marketing na mídia, aparece com BAEPs e Forças Trágicas em Operações para prender nóias, micro-traficantes, maridos bêbados que discutem com a sogra e motoristas que ingeriram um chopp e saíram dirigindo, MAS…quando ocorre um roubo de grandes proporções, como o da Samsung, que mobilizou diversos veículos, fechou a Rodovia D. Pedro I, ou na empresa de segurança do Jd. Itatinga, onde fecharam a Rodovia Santos Dumont, incendiaram caminhões e abriram fogo contra vários imóveis e no de ontem, quando novamente interditaram a Rodovia Anhanguera, incendiando caminhões, atirando por cerca de uma hora ininterruptamente, a PM some, desaparece, escafede-se magicamente !

As desculpas oficiais, como sempre, aparecem rapidamente: não temos armamento à altura ( MENTIRA ); os assaltantes impediram a chegada das viaturas interrompendo rodovias ( INCOMPETÊNCIA TÁTICA E OPERACIONAL ) e a mais deslavada delas, não podíamos reagir porque iríamos colocar em risco a população nas proximidades ( ÁS 04:30 HORAS DA MADRUGADA ? ).

TÁ TRANQUILO, TÁ FAVORÁVEL ! Pelos menos nas estatística maquiadas do Chuchú !

Por CAMPINAS EM   GUERRA

NOVO MAGUILA – Potencial testemunha contra a máfia das vans é executada em São Vicente …( Certamente, não foi o PCC! ) 11

Líder comunitário é executado com 14 tiros em São Vicente

Crime ocorreu a poucos metros de onde ele morava, no Quarentenário, Área Continental da Cidade

Eduardo Velozo Fuccia
12/03/2016 – 21:40 – Atualizado em 12/03/2016 – 21:40Enviar 0 Comentários
Crime ocorreu na Rua Bahia, no Quarentenário

Líder comunitário da Área Continental de São Vicente e pessoa que já prestou serviços à Administração Pública Municipal, Antônio Santos de Jesus, o Da Lua, de 39 anos, foi executado com 14 tiros a poucos metros de sua casa, no Quarentenário, às 9h50 deste sábado (12).

A motivação e a autoria do assassinato, por enquanto, são um mistério para a Polícia Civil desvendar. Apesar de o crime ter ocorrido durante a manhã e em uma área residencial, não foram localizadas eventuais testemunhas.

Da Lua morava na Rua Bahia. De acordo as investigações preliminares, ele saiu de sua casa para se dirigir até a residência de primos, localizada na mesma via. Porém, na frente da moradia dos parentes, foi morto com vários tiros.

Tanto os primos como a mulher do líder comunitário afirmaram que ouviram o barulho dos disparos, mas nada presenciaram, porque se encontravam dentro de suas respectivas casas. Quando eles saíram dos imóveis, só viram a vítima caída, gravemente ferida.

Da Lua foi socorrido pelos familiares, que o levaram ao Hospital Municipal de São Vicente, no Centro. Minutos após dar entrada nessa unidade de saúde, a vítima faleceu. A equipe do delegado Ruy de Matos Pereira Filho registrou o homicídio.

Colaborou Victor Miranda

DEPOIS DE OITO ANOS: “Absolvição” por prescrição virtual de crimes inexistentes…( Muito obrigado ! ) 42

26/02/2016 Extinta a punibilidade por prescrição
3. Ante o exposto, reconheço a prescrição retroativa da pretensão punitiva do Estado por antecipação e, por conseguinte, DECLARO EXTINTA A PUNIBILIDADE do acusado, com relação ao crime descrito na denúncia, o que faço com fulcro nos art. 107, IV, 109, VI, do CP, e 61, do CPP.
Transitada em julgado esta sentença, arquivem-se os autos.
Dê-se ciência ao Ministério Público.
P.R.I.

26/02/2016 Extinta a punibilidade por prescrição
3. Ante o exposto, reconheço a prescrição retroativa da pretensão punitiva do Estado por antecipação e, por conseguinte, DECLARO EXTINTA A PUNIBILIDADE do acusado, com relação ao crime descrito na denúncia, o que faço com fulcro nos art. 107, IV, 109, VI, do CP, e 61, do CPP.
Transitada em julgado esta sentença, arquivem-se os autos.
Dê-se ciência ao Ministério Público.
P.R.I.

Promotores alavancam o poder investigatório do MP na “BUNDA” do LULA…Bem feito, quem alisa cobra – como o PT sempre fez com o MP – tem que SIFU! 51

Promotores querem fixar data para prender Lula ‘com força policial’

Por Julia Affonso, Fausto Macedo e Mateus Coutinho

No pedido de prisão preventiva do ex-presidente, os promotores que o acusam por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica pedem à juíza da 4.ª Vara Criminal que os autorize a cumprir pessoalmente o mandado

Lula foi levado coercitivamente para depor. Foto: Marcio Fernandes/Estadão

Lula foi levado coercitivamente para depor. Foto: Marcio Fernandes/Estadão

Os promotores de Justiça que acusam Lula por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro no caso tríplex querem autorização judicial – se for decretada a prisão preventiva do ex-presidente e de outros seis investigados -, para ‘fixar a data para a respectiva execução e cumprimento dos mandados’

O pedido de prisão será analisado pela juíza Maria Priscilla Ernandes, da 4. Vara Criminal da Capital.

“Em caso de deferimento, que os mandados sejam entregues em mãos a um dos promotores de Justiça subscritores da denúncia, a fim de que sejam posteriormente cumpridos na forma a ser estabelecida pelo Ministério Público, inclusive com uso de força policial, caso necessária, com evidente respeito à legislação vigente, tudo a fim de obter a melhor forma de operacionalização das medidas, evitando violação dos direitos fundamentais dos denunciados”, assinalam os promotores Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique de Moraes Araújo.

“É que os denunciados praticaram inúmeros crimes graves, que geraram prejuízos financeiros vultosos a diversas vítimas, durante alongado período temporal, além de uma organização em quadrilha, o que demonstra que em liberdade poderão continuar delinquindo e prejudicando outras inúmeras vitimas. Presente, portanto, a garantia da ordem pública, consistente na necessidade de se manter a ordem na sociedade”, alegam os promotores.

Além de Lula, os promotores requereram a prisão do empreiteiro José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto (que já está preso como réu da Operação Lava Jato) e ex-dirigentes da Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop).

Caso não seja acolhido o requerimento de prisão, os promotores pedem que Lula e os outros 15 alvos da acusação – inclusive a ex-primeira dama Marisa Letícia e o filho mais velho do casal Lula, Fábio Luiz – fiquem proibidos ‘de se ausentar do país, com busca e apreensão dos passaportes de todos os denunciados’.

“Pede-se também decreto cautelar de proibição por parte de quaisquer dos denunciados, de manter contato com as vítimas e testemunhas arroladas na denúncia por meios remotos, eletrônicos, mensagens de texto, aplicativos de aparelho celular, e-mails, contato telefônico ou encontro pessoal.”

No pedido de prisão contra Lula, os promotores afirmam. “Ao passo que milhares de famílias se viram lesadas, despojadas do sonho da casa própria, malgrado regular pagamento, o ex-presidente da República e denunciado Luiz Inácio Lula da Silva se viu contemplado com um tríplex situado de frente para a praia das Astúrias no município de Guarujá, com direito a outras benesses, tais como: pagamento de reforma integral no imóvel para proporcionar mais bem estar a família, instalação de elevador privativo entre os três andares para evitar utilização das escadas, pagamento integral de móveis planejados na cozinha, área de serviço, dormitórios; enfim, em todos os ambientes da casa com a inserção, outrossim, de eletrodomésticos tudo às custas do denunciado Léo Pinheiro, responsável direto pela OAS Empreendimentos S.A, segundo a qual para outros ex-cooperados Bancoop mostrou-se altamente enérgica e arrebatadora de seus direitos.”

Segundo os promotores, ‘o ex-presidente tem a sua conduta implicada no delito de lavagem de dinheiro à medida em que deliberadamente desconsiderou a origem do dinheiro empregado no condomínio Solaris do qual lhe resultou um tríplex, sem que despendesse qualquer valor compatível para adquiri-lo, sem que constasse no termo de adesão de 2005 de sua esposa Marisa Letícia, aquela unidade autônoma ou qualquer alusão àquele tríplex e não cota como faz questão de pronunciar’.

“Não por outra razão já antevendo a possibilidade de produzir lavagem de dinheiro dolosamente consignou falsidade em seu imposto de renda declarando outro apartamento que não lhe pertencia, no ano de 2015, referente ao exercício financeiro de 2014, conforme noticiado e publicado pelo próprio Instituto Lula”, afirma a Promotoria criminal de São Paulo, em alusão a um comunicado em 30 de janeiro de 2016 da entidade sob o título ‘Documentos do Guarujá-desmontando a farsa’.

Os promotores invocam a tese da ‘cegueira deliberada em crimes de lavagem de dinheiro’. Segundo eles, as Cortes americanas têm exigido, em regra: 1) a ciência do agente quanto à elevada probabilidade de que os bens, direitos ou valores envolvidos provenham de crime; 2) o atuar de forma indiferente do agente a esse conhecimento, e 3) a escolha deliberada do agente em permanecer ignorante a respeito de todos os fatos, quando possível a alternativa.

“Ora, exatamente o que aconteceu! Era possível não receber o tríplex! Era possível não receber benesses patrimoniais! Estava em seu (de Lula) poder de conhecimento que, enquanto milhares de famílias ficaram sem seus apartamentos, por inércia da própria OAS, que os preteriu cometendo toda sorte de crime patrimonial em comunhão de esforços com integrantes da Bancoop intrinsecamente ligados ao Partido dos Trabalhadores. Léo Pinheiro,da OAS, dando continuidade ao que foi deliberado pelo núcleo Bancoop contemplou-lhe com tríplex e expendeu esforços coletivos para ocultá-lo.”

No pedido de prisão, os promotores são taxativos. “Apurou-se que Léo Pinheiro, Roberto Moreira Ferreira, Igor Pontes, Fábio Yonamine, Paulo Gordilho, expenderam esforços para contemplar a família do ex-presidente da República com um tríplex no referido condomínio, no edifício Salinas, número 164 A, ocultando a verdadeira propriedade do imóvel mantendo a titularidade de sua empresa no registro imobiliário com o fito de torná-los clandestinos, conforme relação de proprietários de folhas 492 e matrícula 104801 do Registro de Imóveis de Guarujá de folhas 1181/1182 donde se constata que a propriedade do imóvel sempre esteve em nome da OAS, porém a propriedade de fato era cuidadosamente disponibilizada para o casal presidencial.”

Segundo a acusação, ‘com a colocação de dinheiro ilícito neste empreendimento, e em detrimento de milhares de vítimas da Bancoop e da própria OAS, sucessora, deixou-se de construir inúmeros empreendimentos imobiliários, deixou-se de realizar o sonho da casa própria a milhares de pessoas; mas, ao reverso, com recursos materiais provenientes de crimes antecedentes de estelionato e congêneres, os denunciados finalizaram a construção dos edifícios do condomínio Solaris e, em agosto de 2013 o condomínio foi apresentado com a contemplação e ocultação criminosa de um tríplex para o ex-presidente da República e esposa, inclusive quem o geriu foi a própria OAS Empreendimentos S/A destoando das demais gerências dos outros empreendimentos, não se furtando até mesmo a registrar a convenção coletiva do condomínio no cartório próprio’.

“Reitera-se que, enquanto milhares de famílias eram literalmente ameaçadas com cobranças extracontratuais, indevidas e que geravam um desequilíbrio financeiro gritante, tanto pela Bancoop, objeto de denúncia ministerial já mencionada, e pela OAS, fruto desta investigação, os denunciados Luiz Inácio Lula da Silva e esposa conseguiram transformar a ‘participação’ declarada perante a Justiça Eleitoral, em seu segundo mandato em um aprazível tríplex com churrasqueira, elevador privativo e piscina à beira da não menos deleitável praia das Astúrias, em Guarujá.”

Segundo o pedido de prisão. “A ocultação se mostrou clara à medida em que sempre procuraram disfarçar que a família teria disponibilidade sobre o imóvel. Todas as benesses materiais inseridas naquele tríplex foram pagas pela OAS, através do denunciado Léo Pinheiro para beneficiar a família presidencial. Por meio de ordem de Léo Pinheiro, replicada a Fábio e, novamente, replicada a Roberto Moreira, o denunciado Igor Pontes contratou a empresa Tallento Construtora Ltda para execução de uma reforma absoluta no imóvel 164 A, do edifício Salinas, disponibilizado à família ‘Lula da Silva’, que se deu entre abril e setembro de 2014. Realce-se que se tratou de reforma, não atos de decoração. Na referida reforma, a generosa OAS expendeu R$ 777.189,13 tratando de efetuar as seguintes atividades: demolição de portas, bancadas, piso, parede, escada, piscina, piso externo; manipulação de paredes, vedações e estruturas, pisos e revestimentos, execução de cobertura em estrutura metálica, adequações hidráulicas, elétricas, portas, janelas, caixilhos, elevador privativo, limpeza – caçambas para retirada de entulhos – impermeabilização, equipes, atividades na cozinha, tais como: retirada do azulejo existente, fornecimento e instalação de revestimento Eliane, fornecimento e instalação de bancada em granito Arabesco, realocação de pontos elétricos, pontos de água,…; que não foram arcados pelos denunciados Lula e Marisa, mas que para eles eram destinados.”

“A reforma, absolutamente incomum, contemplou a instalação de um elevador privativo no tríplex. Também gastaram a quantia de R$ 2.280,00 pela mão-de-obra de içamento do elevador até a cobertura do ex-presidente, nos termos do depoimento de Sérgio Antonio dos Santos Santiago, bem como fizeram uma readequação da estrutura do imóvel que não foi concebido para receber um aparelho desta natureza, conforme informou o proprietário da empresa que construiu o condomínio. Enfim, prepararam o tríplex para servi-lo.”

COM A PALAVRA, A DEFESA DE LULA

Nota

A íntegra do pedido de prisão preventiva do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgada pela mídia revela que os Promotores de Justiça Cassio Roberto Conserino, José Carlos Blat, Fernando Henrique de Moraes Araújo fundamentaram tal requerimento principalmente nas seguintes alegações:

1) Lula teria feito críticas à atuação do Ministério Público e a decisões judiciais;

2) Lula “poderia inflamar a população a se voltar contra as investigações criminais”;

3) Lula usou de seus “parceiros políticos” para requerer ao CNMP medida liminar para suspender a sua oitiva durante as investigações;

4) Lula se colocaria acima da lei.

Essa fundamentação claramente revela uma tentativa de banalização do instituto da prisão preventiva, o que é incompatível com a responsabilidade que um membro do Ministério Público deve ter ao exercer suas funções.

Buscou-se, de fato, amordaçar um líder político, impedir a manifestação do seu pensamento e até mesmo o exercício de seus direitos. Somente na ditadura, quando foram suspensas todas as garantias do cidadão, é que opinião e o exercício de direitos eram causa para a privação da liberdade.

Lula jamais se colocou contra as investigações ou contra a autoridade das instituições. Mas tem o direito, como qualquer cidadão, de se insurgir contra ilegalidades e arbitrariedades. Não há nisso qualquer ilegalidade ou muito menos justificativa jurídica para um pedido de prisão cautelar.

Os promotores também não dispõem de um fato concreto para justificar as imputações criminais feitas ao ex-Presidente Lula e aos seus familiares. Não caminharam um passo além da hipótese. Basearam a acusação de ocultação de patrimônio em declarações opinativas que, à toda evidência, não podem superar o título de propriedade que é dotado de fé pública.

O pedido de prisão preventiva é a prova cabal de que a violação ao princípio do promotor natural – reconhecida no caso pelo Conselho Nacional do Ministério Público-CNMP – produz resultados nefastos para os envolvidos e para toda sociedade.

Por tudo isso, espera-se que a Justiça rejeite o pedido, mantendo-se fiel à ordem jurídica que foi desprezada pelos promotores de justiça ao formularem o pedido de previsão cautelar do ex-Presidente Lula.

Cristiano Zanin Martins

COM A PALAVRA, A BANCOOP

A Bancoop, em que pese às diversas solicitações protocoladas desde o ano passado, por seus advogados junto à 2ª Promotoria de Justiça Criminal não teve acesso ao conteúdo da questionável investigação presidida pelo promotor de justiça José Carlos Guillem Blat e pelo promotor de justiça Cássio Roberto Conserino. Do mesmo modo, não conseguiu acesso a denúncia apresentada na tarde de hoje.

Mais uma vez, a Bancoop informa que as transferências foram realizadas para atender o desejo da grande maioria dos cooperados dos empreendimentos, em consonância com o estabelecido no Acordo Judicial firmado entre a Bancoop e o Ministério Público do Estado de São Paulo. Os cooperados fizeram entre eles a opção pela transferência, sem a participação da cooperativa. Estas opções foram referendadas em assembleias da Bancoop e homologadas em juízo.

Após essas deliberações coletivas, a maioria dos cooperados de cada um dos grupos fez a adesão voluntária e individual ao acordo. A adesão da grande maioria dos cooperados era uma das cláusulas resolutivas dos acordos, sem a qual a transferência não se efetivaria.

Após a homologação pela Justiça, o Ministério Público sempre foi notificado para tomar ciência dos acordos que culminaram com as transferências dos empreendimentos, podendo, assim, verificar se os mesmos cumpriam as determinações do Acordo Judicial estabelecido entre a Bancoop e o MP nos autos da Ação Civil Pública (processo nº 583.00.2007.245877-1, 37ª. Vara Cível do Foro Central de São Paulo).

A Bancoop tem a certeza de que todos os procedimentos adotados respeitam a Lei do Cooperativismo (Lei 5.764/71), seu Estatuto Social e as determinações do que foi estabelecido por meio do Acordo Judicial firmado entre a cooperativa e o Ministério Público do Estado de São Paulo.

As transferências de empreendimentos que foram assumidos pelos próprios cooperados ou por construtoras contribuíram para a solução dos entraves e com a redução do número de cooperados que aguardavam a entrega de suas unidades. Hoje, restam 76 cooperados, em três empreendimentos, que aguardam a entrega de seus imóveis.

Por tudo isso, a cooperativa também está certa de que a denúncia não tem fundamento e a Justiça esclarecerá e refutará todas as alegações feitas pelos promotores justiça.

A Bancoop, como sempre, está à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.”

COM A PALAVRA, O CRIMINALISTA LUIZ FLÁVIO BORGES D’URSO, DEFENSOR DE JOÃO VACCARI NETO

“Acho um grande absurdo tanto a denúncia quanto mais o pedido de prisão. João Vaccari foi presidente da Bancoop até 2010. A situação que envolve o tríplex é posterior à saída de Vaccari da Bancoop. De modo que ele não tem nada a ver com a história do tríplex. Com relação à OAS realizar o empreendimento que antes era da Bancoop isto se dá por deliberação exclusiva dos cooperados, sem nenhuma participação do Vaccari ou da sua diretoria para que isso ocorresse. Portanto, o processo que inclui Vaccari é um absurdo porque ele não tem absolutamente nada, nada com a OAS que realizou o empreendimento, muito menos com a história do tríplex, que é posterior à sua saída da Bancoop. Já com relação ao pedido de prisão de João Vaccari Neto isso é um absurdo ainda maior porque não há um único elemento fático que possa ensejar tal medida extrema.”

DEINTER 6 ( fazendo polícia de verdade ) – Prefeito Bili , secretários e vereadores sob suspeita de envolvimento com o PCC 24

Membro do alto escalão do PCC liderava a máfia dos transportes em São Vicente

Polícia Civil desmantelou esquema instalado na Prefeitura e Câmara da Cidade

Eduardo Velozo Fuccia
De A Tribuna On-line
08/03/2016 – 11:01 – Atualizado em 08/03/2016 – 11:13Enviar 0 Comentários
Foram 126 policiais civis mobilizados e 31 mandados cumpridos em oito cidades

Apontado como líder da Máfia das Lotações de São Vicente e com passagens por roubo, corrupção de menor, tráfico de drogas e associação para o tráfico, Levi da Silva é citado como “membro de alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC)”, conforme dossiê feito sob o crivo do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Nesta segunda-feira, (7), a Operação Martim Afonso desmantelou a quadrilha que lucrava com o setor de transportes da cidade.

Capturado em casa, em Mogi das Cruzes, Levi comandaria as ações da diretoria da Cooperativa de Trabalho e Serviços de Transporte Alternativo de São Vicente (Cooperlotação) para atingir todos os seus objetivos ilícitos. Uma das metas da quadrilha seria criar dificuldades para impedir, quem não fosse do bando, de continuar operando o transporte alternativo de passageiros, que já virou oficial. Para isso, o líder da organização coordenou a corrupção de membros do Poder Público municipal, editando regras. Como o lobista, estaria o vereador Eronaldo José de Oliveira, o Ferrugem (SD).

Além de impor condições que só os envolvidos no esquema poderiam cumprir, Levi determinou que os micro-ônibus a serem usados no transporte alternativo, conforme as especificações do decreto, só poderiam ser adquiridos, mediante consórcio, em uma única concessionária da Volkswagen em São Bernardo do Campo.  Diretor-presidente da empresa, João Alves Neto, também integra a relação de suspeitos capturados, junto com os vendedores Ricardo Hannuch e Ricardo Monteiro Siqueira.

Núcleos de investigação

Para individualizar as condutas dos suspeitos detidos dentro da engrenagem criminosa, a DIG os dividiu em cinco núcleos (veja imagem acima): Cooperlotação, Concessionária, Pagamento informatizado de tarifa, Administração Pública e Operador. Porém, o dossiê da equipe do investigador Paulo Carvalhal frisa que “os investigados agem de comum acordo, cada qual no seu ramo de atividade, visando dominar o sistema de transporte alternativo da cidade de São Vicente”.

SEIS ANOS DEPOIS – Absolvição sumária e prescrição virtual pela invasão perpetrada pela Corregedoria contra o meu lar 27

Absolvido sumariamente o réu – art. 397 do CPP
Por esse motivo e em razão do acima exposto, ABSOLVO SUMARIAMENTE o réu ROBERTO CONDE GUERRA da imputação que lhe foi feita de ter praticado o delito previsto no artigo 12, da Lei nº 10.826/03, nos termos do artigo 397, inciso III, do Código de Processo Penal, e JULGO EXTINTA a punibilidade do réu, em razão da prescrição, quanto ao delito previsto no 139, caput, c.c. artigo 141, incisos II e III, ambos do Código Penal, o que faço com supedâneo no artigo 107, IV do Código Penal, determinando, após cumpridas as formalidades de praxe, o arquivamento dos autos.P.R.I.C.

 

Divulgando: A invasão da casa do delegado-blogueiro ( Caso Flit Paralisante )

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Dá uma nota aí!

BUSCA E APREENSÃO DOMICILIAR EFETIVADA NESTA MANHÃ
Informamos aos caros leitores que, nesta manhã, nossos familiares foram surpreendidos com a presença de membros da Corregedoria da Polícia Civil, dando cumprimento a mandado expedido pela Exelentíssima Juíza do Dipo. A diligência foi realizada legalmente , constando no mandado a proibição da imprensa.
No local foram arrrecadados uma CPU e dois notebooks, além de uma carabina Puma, registrada e , no mês de dezembro, recadastrada. Também algumas mídias com arquivos pessoais. A maioria contendo material sem quaisquer relações com o Blog. Não possuimos arquivos sobre denúncias ou correspondência de leitores.
O mandado, finda a diligência, foi lido pelo nosso filho, constando data de expedição aos 27 p. passado.
Não há menção aos nomes dos ofendidos. Assim não sabemos, mais uma vez, as ofensas que desencadearam as diligências requeridas pelos advogados BIALSKI. Os quais, rotineiramente, figuram como patronos de policiais acusados de crimes hediondos: TRÁFICO DE ENTORPECENTES, inclusive.
No momento apenas conjecturo sobre possibilidade de objetivarem identificar terceiros ( pretensos informantes ).
Tentamos por meio de telegrama endereçado a Juíza impedir a diligência domiciliar, tão logo soubemos da pretensão publicada no Diário Oficial. Todavia o telegrama será recebido no DIPO por voilta das 13h00. De qualquer forma o mandado já se achava expedido e as diligências foram cumpridas antes das 8h00, desta manhã.
Isto posto, solicito CAUTELA aos comentaristas.
Cautela, também, ao JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO.
Blog FLIT PARALISANTE, 29.01.10

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A invasão da casa do delegado-blogueiro
Por Marco St.
Nassif, a Polícia do Serra mostrando suas garras, agora contra a blogosfera.
Polícia de José Serra, em vez de caçar bandidos, persegue policial blogueiro que denuncia corrupção

O delegado Roberto Conde Guerra é autor do blog Flit Paralisante, onde escreve suas opiniões sobre política e polícia (identificando-se e assinando o que escreve). Faz críticas a política de segurança pública paulista, denuncias de conhecimento público que saem nos jornais, ou em processos abertos ao público, contra focos de corrupção policial, e críticas políticas aos governos. Não há registros de vazamentos de informações confidenciais no blog.
Por isso é um cidadão exercendo seu direito de expressão fora do trabalho, aparentemente sem infringir regulamentos, nem cometer indisciplina.
Na manhã de sexta-feira, ele narra que recebeu a visita de membros da Corregedoria da Polícia Civil, com mandado de busca e apreensão em sua residência.
A natureza da busca não é por desvio de conduta do delegado, e sim por crimes contra a honra, ou seja, gente que se sentiu ofendida com o que ele publica no blog.
Na diligência, foram apreendidos (dentro da lei), para investigação os pertences de sua família:
– um computador;
– dois notebooks;
– uma carabina Puma, registrada e , no mês de dezembro, recadastrada;
– mídias com arquivos pessoais (a maioria contendo material sem quaisquer relações com o Blog, pois ele alega não possuir arquivos sobre denúncias ou correspondência de leitores).
O texto afiado e corajoso do delegado obviamente incomoda muito setores da polícia, da secretaria de segurança e as pretensões do governo José Serra de abafar no noticiário as mazelas da segurança pública no estado.
Daí haver forte indício de ser perseguição política, com cheiro de intimidação para calar o delegado.
Pelo que o delegado escreve em seu blog, ele é da banda boa da polícia, do contrário não tocaria em temas que são verdadeiros tabus dentro de estruturas corrompidas de polícias.
O governo José Serra tem adotado táticas fascistas de uso da força policial como polícia política para intimidar adversários (batalhões de choque contra estudantes, contra manifestantes, prisões de sem-terra, e agora contra policiais críticos da política de segurança pública).
Enquanto esse contingente policial é alocado nestas diligências e investigações, o PCC faz “arrastão” em condomínios residenciais, sem ser incomodado pela polícia.

Por Roberto Conde Guerra
Gostaria de esclarecer que o mandado de busca domiciliar foi deferido por requerimento formulado pelo advogado Leon Bialski, conforme publicação do dia 27 no Diário da Justiça. Na mesma data, dia 27, os advogados forneceram nosso endereço colhido de publicação do D.O., pois uma Delegada fez constar de intimações o endereço do acusado (o subscritor), aliás, o numeral erroneamente publicado em 2008, foi reproduzido no mandado celeremente expedido no mesmo dia 27. A autoridade policial da Corregedoria de Santos, por volta das 7h00 do dia 29, deu cumprimento em conformidade ao teor da ordem judicial, ou seja, a busca deveria ser executada pela Corregedoria após obtenção do “cumpra-se” por Juiz da Comarca de São Vicente. Presumindo-se a boa-fé dos requerentes, trata-se de ação penal de iniciativa privada por crimes contra a honra. É certo que sempre se pode teorizar sobre interesses ocultos. Contudo até que se prove o contrário o Poder Judiciário deu acatamento a um pedido de particular. A Corregedoria deu cumprimento com rapidez e rigor, pois as buscas no interior do imóvel extrapolaram o objeto daquilo que deveria ser apreendido: computadores e mídias. Assim, vasculhar meias, cuecas, armário de banheiro, caixas acústicas, perguntar por armas e apreender uma carabina Puma, cal. 38, comprada em novembro de 1988, registrada no órgão estadual e, no mês de dezembro, recadastrada na Polícia Federal, salvo melhor entendimento, escapa ao estrito cumprimento da ordem. Até agora só não entendi a razão da publicação do despacho, pois o feito possui numeral típico de processo sob segredo de justiça. Perdi tempo e gastei dinheiro (R$ 24,00), com telegrama endereçado ao Poder Judiciário. Com um simples telefonema poderia ter determinado a ocultação dos computadores e a hospedagem dos familiares noutro local. Por fim, agradeço a solidariedade
( Publicado no LUIS NASSIF ON LINE )

LEITURA COMPLEMENTAR:
A Liberdade de Expressão Na Era Dos Blogs
Processos por danos morais contra blogueiros levantam a questão de qual o limite para expressar a opinião na internet ( ISTOÉ, 30.12.09 )

Com voto favorável do deputado federal Capitão Augusto Comissão aprova realização de testes da fosfoet anolamina em humanos. 10

Falecimento do investigador Laercio Miranda 13

 

Com  tristeza comunicamos o falecimento do policial Laércio Miranda,  investigador de polícia da Seccional de Santos, o velório ocorre no Memorial Ecumênico de Santos; o sepultamento será realizado, amanhã, por volta das 10 da manhã.

O falecido ingressou na Polícia Civil como agente policial  e , posteriormente, foi aprovado em concurso para o cargo de investigador. Por muitos anos trabalhou no GARRA e na DIG de Santos.

Leal aos colegas e superiores;  de coragem intelectual e física raras.

Descanse em paz!

 

 

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Candidatos aprovados em concursos da Polícia Civil pedem socorro 92

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Rumo à Acadepol

Bom dia, Doutor Guerra!

Gostaria que, se fosse possível, o senhor mostrasse em seu site o total descaso e falta de compromisso do governo para com os aprovados nos concursos da Policia Civil e Técnico Cientifica.

Para o senhor ter uma ideia: nos preparamos em média de um a dois anos para realizar um concurso tão concorrido. Ao todo foram quase 220 mil candidatos concorrendo as 3297 vagas, dos mais variados cargos da policia, totalizando 6645 aprovados.

Passamos por todas as fases durante 2 anos de concurso: preambular, escrita, oral, psicológica, física, investigação social – para chegar na hora da tão esperada nomeação não ter uma data ou uma perspectiva do governo.
Em entrevista durante eventos de entregas de viatura, fomos informados pelo próprio Secretário de Segurança Pública Alexandre de Moraes que, provavelmente, será chamado metade dos aprovados do concurso de Escrivão de Policia – ou seja, apenas 394 candidatos de, ao todo, 1894 aprovados que aguardam ansiosamente a carreira tão sonhada.

O pior de tudo é que, além de provavelmente ser chamada apenas a carreira de Escrivão de Policia, a outra metade teria que aguardar a situação financeira do estado melhorar e a boa vontade de nossos representantes. Vale lembrar que, segundo a SEFAZ, a arrecadação deste ano já ultrapassa a do ano passado. Ou seja, falta de verba não é desculpa! Falta compromisso com a segurança publica, com a policia civil e com os aprovados no concurso.
Enquanto somos esquecidos, a PM forma, todo o ano, em média 4 mil policiais.

Somos:

283 Delegados
1799 Investigadores
1894 Escrivães
Policia Técnico Cientifica
280 Medicos Legistas
1342 Peritos Criminais
374 Fotógrafos Técnico Periciais
161 Desenhistas Técnicos Periciais
300 Auxiliares de Necropsia
212 Atendentes de Necrotério

Imagine a força que ganharia a policia civil com esses 6645 policiais na fileiras! A atividade de policia judiciária ganharia efetivo e a população ganharia qualidade no atendimento e elucidação de crimes.

Durante janeiro e fevereiro o governador entregou diversas viaturas, tanto para a policia civil quanto para a pm, porém não há funcionários nas delegacias!
Pra maquiar, o governo desvia milhares de funcionários da prefeitura, incluindo GCM’s para fazerem os trabalhos de polícia judiciária. Enquanto isso estamos com concurso homologado sem previsão de nomeação!!

Espero que o senhor leia esse pedido de ajuda!

Desde já agradecemos!

Blog Rumo a Acadepol.

Vereador e secretário de São Vicente são presos em operação da DIG e do Gaeco – A Tribuna 49

http://m.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/policia/policia-e-gaeco-cumprem-mandados-na-prefeitura-de-sao-vicente/?cHash=5ecbd45ae2fc5a9d89f4039a0e501506

A prefeitura de São Vicente – assim como centenas de outras cidades deste país – foi tomada por criminosos.  Parabéns aos policiais da Seccional de Santos.  E que o atual prefeito – confirmados os indícios de corrupção e lavagem de dinheiro – deixe a prefeitura devidamente algemado.

Corregedoria correria tentará proteger o investigador Camilo Leonel 288

Camilo Leonel não atua apenas como investigador de polícia. Até dias atrás dava expediente no 6º andar do número 365,  da rua Plínio Barreto, sede da Qualicorp.

Ouvidos, funcionários e ex-funcionários da empresa  disseram que Camilo Leonel – empregando policiais e viaturas – atua como chefe da segurança da empresa, tendo à disposição sala e equipe de colaboradores ;  cuidando – especialmente –  do transporte de dinheiro e documentos.

Camilo Leonel atuaria também como uma espécie de segurança pessoal de José Seripieri Júnior; dono do helicóptero que matou o filho do governador GERALDO ALCKMIN.

A Qualicorp absorveu a estrutura securitária  da ADPESP; depois de contratadas  apólices desastrosas para associados e agregados ( RESTOPOL ), mas – segundo se sabe – muito vantajosas para ex-presidentes e diretores da entidade dos delegados de polícia.

Absurdamente, no caso da tentativa de extorsão contra o comerciante de tapetes  da Pérsia, por  mais eloquentes que sejam as filmagens, foi presenteado pela Corregedoria com uma AP ( apuração preliminar ); aguardando-se o dissipar da poeira com a finalidade de que – por meio de uma simples SA ( sindicância administrativa ) ,  no máximo sofra uma pena de suspensão.

Ele, verdadeiramente, já deveria estar na cadeia!

Enfim, a Polícia Civil é um verdadeiro antro protetor de ladrões íntimos do poder .

Felizmente, muito em breve – graças aos muitos  Camilos e seus protetores –   esse órgão pestilento deixará de existir.

Delenda est Civil!

Investigador da Corregedoria suspeito de perder a cabeça por conta de uma vagina…( Além de também perder o cargo vai ter que se explicar com a patroa ) 546

Imagens mostram investigador de polícia agredindo comerciante em SP

Snap 2016-02-14 at 23.21.15Comerciante é dono de uma loja de tapetes nos Jardins, área nobre de SP.
Motivo seria a reclamação de uma cliente na devolução de mercadoria.

Imagens de câmeras de segurança mostram um investigador de polícia agredindo um comerciante com socos e empurrões. O investigador trabalha na Corregedoria da Polícia de São Paulo e pode responder por abuso de autoridade. O comerciante é dono de uma loja de tapetes, nos Jardins, área nobre da capital paulista. O motivo da discussão foi a devolução de um dos tapetes da loja.

Crime perfeito 2 – Auxílio IPhone 6 para membros do Ministério Público Federal 54

Em tempos de crise, Ministério Público Federal faz compra astronômica de Iphones 6

Sede_MPFPor Elton Santos

Que a telefonia é cara no Brasil, isso todo mundo sabe. Mas quando se passa da cifra dos milhões, as suspeitas começam a emergir. Embora tenha passado despercebido, o Ministério Público Federal contratou por cerca de R$ 13 milhões, serviços de comunicação com a vigência de um ano.

A vencedora do pregão eletrônico foi a Claro. Na descrição da compra, o órgão exigiu que o modelo fosse IPhone 6 ou superior. A estimativa incial era gastar um pouco mais de R$ 2 milhões. Mas o valor foi exorbitantemente ultrapassado.

Segundo a justificativa do MPF, a compra de smartphones “tem como objetivo o atendimento à crescente demanda por serviços corporativos disponibilizados nos sítios institucionais e também de outros órgãos, tais como: correio eletrônico institucional (e-mail), serviço de mensagem instantânea, nuvem de dados corporativa, dentre outros“.

Já a escolha do iPhone 6 “se deu em função do parque já existente, garantindo que o investimento, as pesquisas e implementações já realizadas permaneçam incorporadas ao patrimônio, tangível e intangível da instituição, além de garantir a entrega de serviços já familiares aos usuários e com níveis de segurança satisfatórios”, consta do Edital. O caso já emitiu odor nas narinas de policiais federais, que viram com total estranheza a compra. Principalmente porque seria mais uma das tantas regalias, como férias remuneradas de 60 dias, recesso de 20 dias, auxilio moradia de R$ 4,3 mil, adicional de exercício eleitoral…

Claro MPF resultado

 

valor pregão MPF

 

Estimativa inicial de gasto com a compra:

Claro MPF estimativa

Em tempos de crise, Ministério Público Federal faz compra astronômica de Iphones 6

 

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Não foi suficiente o auxílio moradia ( crime perfeito na definição do nosso leitor HORÁRIO DE ALMOÇO ), eis o crime perfeito nº 2. Aguardem que vem mais! 

Juízes ganham na Mega a cada três meses 45

  • Rogerio Waldrigues Galindo

GAZETA DO POVO – Texto publicado na edição impressa de 10 de fevereiro de 2016

É como se os juízes e promotores do Brasil estivessem à beira de ganhar sua nona Mega-Sena da Virada em menos de um ano e meio. São já R$ 2 bilhões recebidos em dezesseis meses – mas, claro, sem a necessidade de sorteio ou expectativa. O bolão não falha nunca, e é sempre dividido pelas mesmas pessoas.

Assim como na Mega-Sena, o dinheiro sai do bolso de pessoas que não ganharam. A diferença é que na loteria desembolsa-se o valor do bilhete achando que existe chance de levar a bolada. (Embora, como já disse alguém sabiamente, a loteria seja o imposto que o governo cobra dos que não aprenderam a lei das probabilidades.) Nesse caso, paga-se à revelia e na certeza de não recuperar um centavo.

O dinheiro extra flui para o bolso de promotores e juízes desde que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em finais de 2014, decidiu que todo magistrado tem direito a R$ 4,3 mil mensais de “auxílio-moradia”. As aspas são necessárias porque até mesmo juízes admitem que não se trata de dinheiro para moradia – e que isso é apenas uma burla à lei que impede aumento de salário acima do teto do funcionalismo. O Ministério Público – em teoria o “defensor da sociedade” – foi no embalo e pediu isonomia.

Os R$ 2 bilhões representam dinheiro suficiente para construir mil creches no país. Ou seja: dava para criar 150 mil vagas para que mães e pais pudessem trabalhar sossegados. Ou, então, seria possível comprar 50 mil viaturas de polícia já equipadas – mais ou menos uma para cada homicídio que ocorre anualmente no Brasil. Ou pagar o Bolsa-Família de Curitiba, que atende famílias com renda per capita de menos de R$ 77, até 2036.

Os juízes decidiram, no entanto, que esse dinheiro deve servir à Bolsa Miami, para que possam comprar ternos mais caros e, segundo o presidente do TJ paulista, não tenham AVC devido ao esforço de seu trabalho. Mesmo esforço que justifica os dois meses anuais sem trabalhar, entre outros privilégios.

O Judiciário não é apenas uma ilha de prosperidade, como disse num rompante de sinceridade o secretário da Fazenda do Paraná. É um sumidouro de dinheiro público. Isso porque ninguém ousa enfrentar os magistrados que podem, de uma canetada, destruir a vida de alguém. Governos temem diminuir o orçamento dos juízes, mesmo sabendo que gastam demais e sem necessidade. Legisladores temem fazer leis que contrariem o Judiciário por medo de acabar na cadeia. E assim criou-se o monstro.

É claro que o Judiciário é extremamente necessário às pessoas, ao país, à democracia. Sem juízes, não há civilização possível, talvez. Mas isso não quer dizer que tenhamos de aceitar tudo que pedem, de nos desdobrar para pagá-los mesmo que isso signifique menos creches, menos segurança, que isso signifique menos dinheiro para atender aos mais pobres.

Dizem que um teste para a ética de alguém é ver como se comporta quando não há ninguém olhando, quando não há chance de punição. No caso do Judiciário, quem fiscaliza os juízes? O CNJ, que é composto por eles próprios. A maioria dos juízes decidiu que poria a mão em um dinheiro fácil todo mês, sem remorso nem problemas. E fica por isso mesmo.

Curiosamente, a profissão dessas pessoas é definir o que é justo. E o que não é.

Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético” 45

Marcelo Auler

Na página do Facebook do MF sobre as dez Medidas Contra corrupção, a imagem que representa a Polícia Federal é a do japonês Ishii que sequer faz parte da Força Tarefa. Isso irrita os delegados - reprodução

Alheio à folia momesca, me valho do noticiário de alguns jornais e da internet para concluir que o Japonês da Federal não fez muito sucesso na folia de rua. Pelo menos no Rio de Janeiro. Por aqui, máscaras reproduzindo seu rosto parecem não ter agradado. Poucas foram vistas. Menos mal.

O japonês da federal, na verdade, só ganhou notoriedade por conta de o Departamento de Polícia Federal (DPF), através da Superintendência Regional do Paraná (SR/DPF/PR) ou da própria direção geral em Brasília, ter permitido sua excessiva aparição nas operações da Lava Jato. Foi uma estratégia – e aí vem a dúvida de qual o objetivo – ou um simples e repetido erro?

O fato de um agente condenado por corrupção, cuja expulsão do DPF foi revertida por uma questão técnica e não pela prova de sua inocência, tornar-se o rosto dos federais nas operações gerou desconforto interno entre seus colegas.

De tanto aparecer nas fotos das 22 fases da Operação Lava Jato escoltando presos, Newton Hidenori Ishii, 60 anos, virou o retrato do Departamento de Polícia Federal (DPF) na Operação Lava Jato para a população. Mais curioso ainda é a propaganda que aparece no Facebook relacionando o Ministério Público Federal e o juiz  Sérgio Moro (acima) com a campanha do abaixo-assinado para propor ao Congresso um projeto de iniciativa popular com mudanças nas leis de combate à corrupção.  Ali, junto ao juiz Moro e ao procurador Deltan Dallagnol – apontados como os dois principais paladinos da moralidade e honestidade no país – quem aparece ao lado não é nenhum delegado da Força Tarefa, mas o agente Ishii, que apenas escolta presos. Pior ainda, um condenado por corrupção. Ao que parece, falta coerência.

Essa excessiva exposição vem irritando seus colegas do DPF, inclusive e notoriamente, delegados. Entre estes, os que participam diretamente da Força Tarefa (FT) no Paraná. Uma delas*, no Facebook, comentou sobre o fato de serem representados por alguém que não compõe a FT:

“Por isso eu desisto…. Chega de virar noite (…) Ao menos se fosse um dos colegas que trabalham de fato”.

As críticas nas páginas dos delegados nas redes sociais, repetiram-se em diversos momentos. Eles consideram não ser o agente a pessoa adequada para representá-los junto à população. Criticaram, de forma um tanto quanto preconceituosa, até o fato dele provavelmente não ser articulado como deveria: “talvez não formule um frase com correção, é surreal” (sic).  Acham que faltou à instituição escalar alguém gabaritado para representá-la:

 “A ausência de um rosto nosso (seja qual razão for), fez a imprensa dar à PF o rosto de um “escoltador”. É patético…”,

resumiu um delegado do norte do país, um dos mais indignados com a situação e que mais comentários postou. Outro colega seu, lotado em Brasília, foi mais direto ao relembrar o passado do Ishii que Luis Fernando Veríssimo, em artigo irônico, intitulou de “Japonês Bonzinho”;

“Na verdade, o agente deveria era ter ido pra rua (…) Ter como rosto da PF alguém que foi demitido por praticar crime é uma tragédia”.

 

CORREÇÃO DO BLOG: Erroneamente, na legenda da ilustração acima, afirmávamos se tratava de uma página do MPF no Facebook. Erramos. O MPF do Paraná não tem página no Facebook. Trata-se de páginas de apoio à campanha, sem responsabilidade da instituição propriamente dita. Pedimos desculpas a todos os membros do MPF e ao leitores de um modo em geral.

Ishii, de férias a partir de quinta-feira (11/02) aguarda aposentadoria em maio

O passado de Ishii, policial federal desde 1974 quando passou no concurso e que conta os dias para aposentar-se em maio, tem  manchas. O processo que responde por corrupção, formação de quadrilha e facilitação de contrabando e descaminho, ainda não transitou em julgado. O Recurso Extraordinário que tanto o Ministério Público Federal como os réus condenados ingressaram no Superior Tribunal de Justiça (STJ), dormita no gabinete do ministro Félix Fischer, desde abril de 2015, a espera do julgamento.

Como Odebrecht, dúvida nas transcrições – O japonês ainda responde a uma Ação Civil Pública iniciada em junho de 2008. Com muitos réus entre policiais federais e auditores da Receita Federal, atravessadores e contrabandistas – eram mais de 40 inicialmente – o processo está em um ritmo lento, ainda na fase do depoimento de testemunhas. que a se encontra no interrogatório das testemunhas. Mas, curiosamente, nela, o agente Ishii e sua defesa levantaram a mesma dúvida dos advogados de Marcelo Odebrecht na ação que este responde na Operação Lava Jato:  a transcrição das gravações não foi fiel.

Sua expulsão pelo Processo Administrativo Disciplinar (PAD), e, 2009, acabou anulada por decisão do STJ, em 2014. Àquela altura, delitos administrativos já tinham prescrito, inviabilizando um novo procedimento. Ishii  briga na Justiça para reaver os valores que deixou de receber após ser demitido.

Disputado por partidos políticos – Mesmo sem condenação transitada em julgado, o agente japonês, teoricamente, não pode ser considerado um “ficha limpa”. Afinal, seu processo já passou pela segunda instância. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ao julgar a Apelação Criminal impetrada pelos réus, reduziu sua pena. Mas, manteve a condenação.

Tal situação poderá prejudicar os planos que alguns políticos nutrem de lança-lo candidato. Como comentou uma delegada de São Paulo. Ao defender maior participação dos delegados na mídia, revelou sua conversa com um deputado federal:

“Vocês tem toda razão …. ! Precisamos reforçar o papel do Delegado na mídia. Falei com um deputado federal conhecido e ele me contou que vários partidos disputam a tapa o japonês da federal para candidatura em seus partidos. Fiquei chocada!!!”

Prontamente seu colega respondeu:

Um agente que agora é disputado a tapa pelos partidos.

E foi complementado pela colega da Força Tarefa:

“E ganha até para senador no Paraná.”

O colega do norte do pais ironizou:

“O azar dele é que as eleições, agora, são municipais, rs (…) 

Mas, ao comentar o posicionamento da colega de São Paulo, ele assumiu a parcela de responsabilidade, só não ficou claro se com relação ao papel dos delegados ou com relação à candidatura do agente:

“Não tenho dúvidas. Este é o nosso país. E, acredite, não somos inocentes nisso tudo. Temos culpa. Todos nós.

Passando o carnaval em casa, cuidando da filha que contraiu uma virose,  o agente japonês garante que não está nos seus planos ingressar na carreira política. “Não tem nada a ver. Não sei porque ficam falando estas coisas. Na realidade eu estou entrando em férias“. Mas, não será o primeiro se depois de negar se deixar morder pela mosca azul. Hoje, insiste, uma candidatura não faz parte dos seus planos: “Nem penso nisso. Não é minha pretensão. Vou trabalhar, me aposentar e vou para casa”.

Ishii passou a ser propagado por Kobayashi, após encontro  na  festa da  Rádio Educativa E- Paraná

Tucanos se apropriando – Ishi pode estar até sendo sincero ao dizer que não tem pretensões políticas, mas já está fazendo o jogo político. e sendo aproveitado politicamente. Basta ver as páginas do Facebook do jornalista e marqueteiro cibernético Sérgio Kobayashi. Tucano assumido, com passagens pelo governo de José Serra, na prefeitura de São Paulo, de Geraldo Alckimil, no governo do estado paulista e com Gilberto Kassab na prefeitura paulistana, hoje preside a RTVE – Rádio e TV Educativa do Paraná.

Com Alckimin, ocupou a Fundação do Desenvolvimento Escolar (FDE) e a verba que deveria ser prioritariamente usada na construção de escolas, pagava assinatura de jornais e revistas.

Bastou encontrar-se com Ishii nos 60 anos da E-TV do Paraná, em dezembro, para registrar o fato em um selfie e em seguida badalar o japonês em sua página do Facebook, sempre com críticas ao PT, Dilma e Lula, como tornou-se habitual em se tratando de Kobayashi. Desde então, sua página é alimentada por fotos e charges em que o agente federal do Paraná sempre aparece prendendo ou ameaçando algum petista.

Comunicação Social na berlinda – O japonês da federal diz desconhecer as críticas dos delegado – “nem tenho Facebook, como vou ficar sabendo”  – e garante que não foi transferido de posto, como noticiado recentemente. “Não sei de onde retiraram isso. Continuo na mesma função, só estou saindo de férias. A gente riu para caramba dessa notícia, de que eu tinha saído. O meu chefe, o superintendente também não sabia, o direto-geral também não sabia e tampouco eu“.

Sua colega do Paraná responsabilizou a imprensa e o próprio DPF pelo fato de Ishii tornar-se hoje simbolo da instituição:”Não há uma política institucional de valorização do nosso trabalho, a mídia pega aquilo que aparece, e  quem é escolhido pra as escoltas de presos famosos certamente aparece, a opção é da Administração” (…)

Nisso, o delegado do norte do país, complementou:

“A ADPF precisa sepultar a IN (Instrução Normativa) da mordaça, ainda que seja na justiça. Embora precisemos ter critérios, ela inibe a atuação junto à imprensa. Precisa ser reformuladas”

No comentário dos delegados, a crítica à Comunicação Social do DPF.

A crítica acabou caindo em um setor do DPF que sempre teve dificuldades internas: a Comunicação Social. Normalmente, seus responsáveis, ficam entre o mar e o rochedo e, não raro, apanham dos dois lados, pois nem sempre a política da direção do órgão é de transparência. Em governos passados, era bem pior, quando a Comunicação Social só divulgava o que interessava e escondia os erros encontrados. Bons tempos da dupla François Renne e Bruno Craesmeyer, que não brigavam com notícia e nem desprezavam jornalistas.

Hoje, as sindicâncias abertas a partir da Lava Jato para investigar vazamentos, escutas clandestinas e outras irregularidades, são um exemplo direto. À imprensa não se repassa o que realmente ocorre. Daí surgem as informações em off (sem a fonte aparecer). A crítica à Comunicação Social, também surgiu no Facebook dos delegados, no texto que reproduzimos ao lado.

A questão é que os delegados, no relacionamento com a imprensa trabalham de forma dissimulada. Seja pelas proibições internas – a Instrução Normativa que, oficialmente, impede o contato com jornalistas sem autorização superior -, mas também por um jogo de interesse. Quando vazam informações, principalmente para detonar suspeitos, transformando-os em réus antes mesmo de concluírem as investigações, na verdade fazem um jogo político. Em alguns casos, como na Lava Jato, nitidamente partidário, contra o governo e o PT. Em outros, pesam os interesses internos na corporação ou a vontade de aparecer e ficar bem com os jornalistas,.

Não raro, no dia-a-dia, há uma gama grande de delegados que sequer acompanham as investigações par e passo. São agentes, mais experientes e traquejados, que por estarem à frente dos caso, colhendo informações na rua ou mesmo no cruzamento de dados, detêm as informações relevantes e se tornam alvo dos jornalistas. Nestes casos, os vazamentos sempre serão em segredo, pois os APFs não podem se pronunciar, salvo em raras exceções.

O que fica nítido é que a figura do Japonês da Federal na Lava Jato criou mal estar até mesmo fora do DPF, como narraram alguns delegados:

  “Colegas, sem emitir juízo de valor, informo que recebi, inclusive de fora da PF, mensagens demonstrando preocupação com a exposição excessiva na mídia do APF da SR/PR, conhecido como “JAPONÊS DA FEDERAL”, e que poderia, em tese, criar transtornos para ele próprio, para a PF, e para a investigação realizada no IPL da Lava Jato”,

advertiu um deles, do Rio de Janeiro, sendo complementado por outro de Brasília:

“Um colega da PC/RJ (Polícia Civil do Rio) trouxe a seguinte novidade, que aponta para a necessidade de providências urgentes; Ele (o japonês) precisa urgentemente ser removido dos holofotes. Não se trata de fazer nada contra ele.  Apenas de retirá-lo das prisões importantes, promovendo um rodízio entre os agentes que a executam para evitar que sejam criadas celebridades que surfarão na onda da Lava Jato.”

Dentro e fora da Polícia Federal já há quem perceba que a super exposição do agente que já foi condenado pode trazer problemas à instituição e à própria Operação Lava Jato, no minimo suscitando desconfianças. Resta saber o que a Direção Geral do DPF busca atingir  mantendo-o na linha de frente. Só pode ser o descrédito de todo o trabalho, afinal, o simbolo da Polícia Federal na operação que se propõe a acabar com a corrupção no país é alguém condenado justamente por corrupção. Falta coerência.

 

 

*Como o interesse do blog é apenas noticiar fatos, sem gerar problema aos servidores federais que, ao fazerem suas crítica à administração do DPF, exercem um direito, deixamos de identificá-los publicamente. Situação diversa de quando atacaram autoridades, inclusive, a presidente Dilma Rousseff, o que fere a legislação que regulamenta o deveres dos Policiais Federais.

Polícia para quem não precisa de polícia – Policiais civis desviados de suas obrigações legais dão vexame no Carnaval e ainda apanham de um único homem…( Imoralidade + amadorismo + estrelismo = instituição sem credibilidade ) 232

Diretor preso em apuração assina termo circunstanciado e é liberado, diz TV

Do UOL, em São Paulo

10/02/2016

 

O diretor de Disciplina da Unidos de Vila Maria, Márcio Queiroz, preso após confusão generalizada durante a apuração das notas nesta terça-feira (9), assinou um termo circunstanciado e foi liberado pela polícia poucas horas depois. O presidente da escola, Adilson José de Sousa, também foi intimado a depor. Ambos são suspeitos de agressão. As informações foram divulgadas pelo “SPTV”, da TV Globo.

Segundo a emissora, o presidente teria agredido um policial no momento em que um dos jurados esqueceu de dar a nota à Império de Casa Verde e teria recebido voz de prisão. O diretor, por sua vez, tentou impedir. O presidente não foi preso, mas os policiais resolveram deter o diretor.

“As pessoas acham que aqui é ‘terra de ninguém’. Aqui tem polícia e vamos prendê-lo em flagrante. Deu para entender?”, disse o delegado Nico Gonçalves, logo após o episódio.

A confusão generalizada começou depois que dois jurados deixaram de dar notapara a Império de Casa Verde e Dragões da Real, na apuração do Carnaval de São Paulo. O suposto esquecimento provocou revolta entre os diretores de escolas rivais, principalmente entre os integrantes da Vila Maria, que acompanhavam a leitura das notas.

O artigo 30 do regulamento oficial do Carnaval 2016, em seu parágrafo primeiro, diz que “no caso de um jurado deixar de atribuir nota ao quesito em julgamento de determinada escola de samba, será atribuída a essa agremiação a maior nota dada pelos demais jurados que avaliaram esse quesito”. O regulamento também prevê “sanções” ao jurado que deixar de dar nota.

Com um enredo abstrato sobre os mistérios da vida, a Império de Casa Verde foi eleita a campeã do Carnaval 2016 de São Paulo. Já a X9 Paulistana e Pérola Negra foram as escolas rebaixadas.

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Como já comentaram aqui no Flit, em vez de buscarem o assassino do policial morto em Bertioga preferem ceder  serviços à  São Paulo Turismo S/A; que  é a empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo.

Possui capital aberto e tem como sócia majoritária a Prefeitura de São Paulo.

Como toda estatal de capital aberto é gerida para fazer política e fortuna de seus dirigentes em detrimento dos acionistas. 

Esperamos que a participação desses policiais civis – diárias – não seja custeada com a verba reservada; nos moldes da maracutaia ocorrida em 2008,  quando o então DIRETOR comprou ternos superfaturados para vestir “seus homens” como seguranças VIPs.

Notoriamente,  o atual Diretor não é do tipo corrupto chineleiro necessitado  de meter a mão no erário e no bolso dos subordinados, mas sua obsessão pelos holofotes deveria ser reavaliada.

Verdadeiramente, faltou competência para negociação, para restabelecer a ordem e, muito pior , para dominar fisicamente um único homem exaltado.

Vexame! 

Chefe dos investigadores de Mogi das Cruzes foi morto em Bertioga 200

Policial é morto e esposa sobrevive após ser baleada no rosto por homem

Suspeito invadiu casa e descobriu que homem era chefe de investigações.
Policial atuava em Mogi das Cruzes e passava o carnaval em Bertioga, SP.

LG RodriguesDo G1 Santos

Chefe dos investigadores de Mogi das Cruzes, Valmir Barbosa de Sousa foi morto em Bertioga (Foto: G1)

O chefe de investigações do 1° Distrito Policial de Mogi das Cruzes foi assassinado na madrugada deste sábado (6) em Bertioga, no litoral de São Paulo. Valmir Barbosa de Sousa, de 56 anos, estava com a esposa assistindo televisão quando um homem entrou na casa e anunciou o assalto. Ao descobrir que a vítima era um policial ele baleou o casal e conseguiu fugir.

A esposa de Valmir foi baleada no rosto, mas sobreviveu e foi levada de volta à sua cidade. Equipes policiais de Mogi das Cruzes foram deslocadas até o município do litoral paulista para auxiliar nas investigações.

O suspeito entrou na casa, localizada na Rua Merlin Junior, aproximadamente às 1h30, no bairro Boracéia. Após entrar na residência ele começou a revirar os cômodos atrás de objetos de valor e descobriu entre os documentos de Valmir que ele era chefe de investigações em Mogi das Cruzes.

Em seguida, o homem atirou na cabeça de Valmir, que morreu ainda no local. A esposa do policial conseguiu cobrir o rosto com as mãos, mas foi baleada no rosto e sobreviveu. Ela não corre risco de morrer.

Depois de efetuar os disparos, o criminoso roubou dinheiro, documentos, uma arma, algemas, outros objetos de valor e conseguiu fugir da residência. O caso está sendo investigado no 1° Distrito Policial de Bertioga. Até o momento, ninguém foi preso.

Caso foi registrado na Delegacia Sede de Bertioga, SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Caso está sendo investigado na Delegacia Sede de Bertioga, no litoral de SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Tenente “um quinquênio” por dirigir embriado, disparar na rua e desacatar Praças foi enquadrado pelo Delegado do 2º DP 70

Tenente é preso após atirar na rua e dirigir embriagado em SP

Alexandre Hisayasu – O Estado de S. Paulo

05 Fevereiro 2016 | 20h 30 – Atualizado: 05 Fevereiro 2016 | 20h 31

PMs receberam denúncia de que um homem dirigindo um carro preto estava atirando para o alto, descontrolado

SÃO PAULO – O tenente da Polícia Militar, Luiz Felipe Barroso Antunes, foi preso na manhã desta sexta-feira, 5, acusado de dar tiros no meio da rua, dirigir embriagado e ofender colegas da corporação que foram abordá-lo.

Segundo a polícia, o oficial estava de folga e foi encontrado por policiais militares na rua Major Sertório, na região central de São Paulo. Os PMs receberam denúncia de que um homem dirigindo um carro preto estava atirando para o alto e descontrolado.

Os policiais afirmaram que encontraram uma cápsula de pistola na rua e que o tenente estava com a arma da corporação dentro do seu carro. O oficial, ao xingar os colegas, foi contido e levado para o 2º DP (Bom Retiro), onde o caso foi registrado.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que “o tenente foi preso em flagrante por embriaguez ao volante, desacato e disparo de arma de fogo”. Ele foi encaminhado à audiência de custódia e liberado após pagamento de fiança. O tenente responderá a esses indiciamentos em liberdade.

Em seguida, ele foi conduzido ao seu batalhão para prestar depoimento. Ele responderá, na Justiça Militar, por desacato aos policiais militares que o prenderam e ficará detido no Presídio Romão Gomes, à disposição da Justiça Militar. Além disso, foi instaurado processo administrativo para apurar a conduta do policial e possíveis punições.