Presidente Bolsonaro, o João Dólar é filho de um político que foi cassado pelo AI-1 e exilado em razão de acusações de ser simpatizante do comunismo e de ser prosélito de João Goulart…Márcio França é filho do querido médico – Dr. Luís Gonzaga de Oliveira Gomes o “Pediatra do povo” – que sempre se dedicou aos mais pobres no Vale do Ribeira e Baixada Santista 18

Eu não havia combinado isso aí, diz Bolsonaro sobre encontro com Doria

Presidenciável disse que está disposto a participar de debates se não houver interferência de terceiros

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a jornalistas após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) concedeu entrevista a jornalistas após gravação de programa eleitoral no Jardim Botânico, Rio de Janeiro – Erick Dau/Folhapress

Talita Fernandes
Rio de Janeiro

Um dia depois do candidato ao governo paulista João Doria (PSDB) ter perdido a viagem até o Rio para tentar encontrar Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável negou que tenha combinado o encontro com o tucano.

“No tocante ao Doria quero agradecer o apoio dele. Eu não havia combinado isso aí. Não sei quem combinou. Eu encontro com ele sem problema nenhum, bato papo com ele sem problema nenhum.”

Bolsonaro deu a declaração a repórteres antes de gravar para o seu programa eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio.

Doria fez um bate-volta de São Paulo ao Rio de Janeiro na sexta-feira (12), numa tentativa de participar da gravação de vídeo de Bolsonaro.

O movimento do tucano irritou dirigentes do PSL, que decidiu se manter neutro no segundo turno em todos os estados, exceto nos três em que tem candidatos: Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

“Eu sei que ele [Doria] é uma oposição ao PT. Somos oposição ao PT e eu sei que o outro lado, [Márcio] França, tem apoio velado do PT. Em todo momento eu desejo boa sorte ao Doria.”

DEBATE

Bolsonaro disse que pode ir a debates se tiver garantias de que não haverá interferência de terceiros sob Fernando Haddad (PT), seu adversário no segundo turno.

“Se for um debate, eu e ele, sem interferência externa, eu to pronto para comparecer”, afirmou, sem explicar a quem se referia ao falar em interferência externa.

Desde que sofreu uma facada, no início de setembro, ele não participou mais dos debates e foi criticado por seus adversários. Bolsonaro aguarda liberação médica para fazer atos de campanha e deve passar por nova avaliação na quinta-feira (18).

Esta semana ele havia indicado que não iria aos programas mesmo se fosse liberado. “Se for eu e ele estou pronto para debater sim. Eu não quero ir a debate se houver a participação de terceiros. Quem está disputando a eleição sou ele e eu.”

Ele voltou a criticar o PT e disse que, se for eleito, vai acabar com o toma lá dá cá na política. “Não adianta você ter boas propostas, mas após uma possível eleição quem vai colocar em prática vai ser um time de ministros que quem vai escalar não vai ser o Haddad, vai ser o Lula.”

Bolsonaro voltou a negar que proporia uma Constituinte se for eleito, ao contrário do que defendeu seu vice, o general Hamilton Mourão. Ele disse que seu norte é a Constituição, da qual afirmou ser “escravo”, mas reconheceu discordar de alguns pontos da Carta, sem dizer quais.

“Tem uns artigos que eu discordo. Vamos propor emendas e se o parlamento concordar, tudo bem. Uma nova constituinte, não.”

URNA ELETRÔNICA

Defensor da volta do voto impresso, o candidato afirmou que vai propor uma nova urna eletrônica.

Sem apresentar evidências de fraude, ele vem questionando ao longo da campanha a confiabilidade da urna eletrônica.

Neste sábado, ele primeiro disse que proporia a criação do voto impresso em combinação com o atual modelo eletrônico.

“É uma forma tranquila de votar, você aproveita a urna eletrônica, mas você tem rapidamente como provar com o voto de papel do lado o resultado das eleições”, afirmou.

O voto impresso foi aprovado pelo Congresso em 2015, mas foi barrado depois por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

Questionado sobre se sua proposta não enfrentaria problemas como Judiciário, que rejeitou a medida, ele então propôs “uma nova urna”.

“Você vai mudar a forma, nós podemos mudar tudo, até a Constituição”, afirmou, sem explicar como isso impactaria na adoção do voto impresso.

“O Supremo decidiu que o voto impresso não cabe, tudo bem. Agora, uma nova urna eletrônica mesmo, mas com o poder de ser auferida isso nos vamos propor sim.”

O candidato comentou ainda a afirmação feita por Haddad sobre ter sido vítima de perseguição em Brasília, na quinta-feira (11), quando participava de evento organizado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

“Poxa, isso é coisa de moleque, de criança. Nem dá para responder que eleitores meus fecharam ele. Coisa de criança, de moleque, de gente que não tem o que fazer. O Brasil tem que estar nas mãos de homens e mulheres com responsabilidade, sem mimimi. Condeno qualquer ataque de quem quer que seja por questão política ou outra qualquer”, afirmou.

Presidente Bolsonaro demonstra caráter ao negar aproximação com o DORIA BOTOX…Vamos apoiar e votar em Márcio França que nunca foi comunista…Aliás, aqui em São Vicente desde 1996 tirou o PT do poder! 7

Doria tenta reunião, mas Bolsonaro não aparece e PSL nega apoio a tucano

Hanrrikson de Andrade

Do UOL, no Rio

 

  • Hanrrikson de Andrade/UOL

    12.out.2018 - O candidato do PSDB João Doria chega à casa em que a equipe de Bolsonaro tem gravado os programas do horário eleitoral, no Rio12.out.2018 – O candidato do PSDB João Doria chega à casa em que a equipe de Bolsonaro tem gravado os programas do horário eleitoral, no Rio

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, tentou, sem sucesso, encontrar-se com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) nesta sexta-feira (12), no Rio de Janeiro.

O tucano havia informado que se reuniria com o pesselista na casa do empresário Paulo Marinho, um dos articuladores da campanha do presidenciável. Bolsonaro, no entanto, alegou que estava indisposto e não compareceu, de acordo com o presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno.

Bebianno também reafirmou a posição de neutralidade em relação ao segundo turno nos estados, inclusive em São Paulo. Desta forma, o candidato a presidente agradeceu o apoio de Doria na corrida presidencial, mas não pretende se juntar a ele na disputa pelo governo de SP.

  • O presidente em exercício do PSL afirmou, contudo, que os correligionários estão livres para manifestarem apoio a outros candidatos. Mencionou que Major Olímpio, eleito senador pelo PSL em São Paulo, apoia Márcio França (PSB). Já Joice Hasselman, eleita deputada federal pelo PSL, está com Doria.

Joice e Doria chegaram juntos à residência de Paulo Marinho, na zona sul do Rio, no fim da tarde de hoje. Constrangido, o tucano não quis falar com a imprensa e tentou inclusive esconder o rosto quando cinegrafistas e fotógrafos se aproximaram.

Pouco depois, o guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, chegou à casa, onde foi montado um estúdio para gravação do horário eleitoral de Bolsonaro. Questionado sobre a aproximação entre PSL e PSDB, Guedes ironizou: “PSDB? Eu conheço o Doria”. Os jornalistas insistiram e explicaram que a pergunta se tratava da aproximação entre os dois partidos. “Que estranho, eu gosto do Doria, gosto muito do Doria.”

Segundo uma fonte da campanha de Bolsonaro, o candidato a presidente não gostou da tentativa de encontro por parte do postulante tucano ao governo de SP. Bebianno negou qualquer indisposição e alegou que não havia agenda marcada entre os dois. Disse ainda que Doria não participaria do horário eleitoral de Bolsonaro.

Doria chegou por volta de 17h40 e permanecia na casa de Paulo Marinho por quase três horas. Além dele, Joice, Bebianno e Guedes, participou do encontro Frederico D’Ávila, responsável pelo programa de governo de Bolsonaro para o setor rural. O presidente em exercício do PSL disse que a reunião tinha caráter “institucional”.

“Não tem nenhum encontro marcado entre os dois. Existe uma conversa institucional no sentido de o PSL agradecer o apoio que gentilmente está sendo oferecido pelo candidato João Doria”, declarou Bebianno.

Doria diz que não se sente rejeitado por Bolsonaro

Ao deixar a casa de Paulo Marinho, Doria afirmou que o objetivo da visita foi, apesar da ausência de Bolsonaro, “reafirmar o apoio e voto” no candidato do PSL.

“O candidato deveria ter estado aqui para gravar o seu programa de televisão, mas ontem teve um dia extenuante. Ele mesmo reproduziu esse cansaço face ao tratamento em curso e ontem, como vocês puderam acompanhar, foi um dia muito intenso”, disse o tucano, referindo-se à quinta-feira, em que Bolsonaro se encontrou com deputados eleitos pelo PSL e entrevista coletiva a jornalistas.

Questionado se ele se sentia rejeitado em função do não-comparecimento de Bolsonaro, Doria negou qualquer constrangimento e declarou que o apoio dele não necessita de uma “contrapartida”.

“A intenção da vinda aqui não era nem pedir apoio, nem gravar vídeo e nem receber nenhuma contrapartida a este apoio. Apenas manifestar o nosso apoio, reproduzir e reafirmar o nosso apoio.”

Doria disse ainda que a negociação entre os partidos não se trata de um “jogo”, mas deu a entender que espera, no futuro, um apoio mais explícito.

“Tudo a seu tempo”, comentou. “Mas não há necessidade de nenhuma contrapartida. Aqui não é um jogo, não é uma negociação. O que nós temos como princípio aqui é o Brasil. Eu sou um candidato a favor do Brasil e contra o PT.”

Enquanto Doria atendia aos jornalistas, Bolsonaro fazia uma transmissão ao vivo em sua redes sociais, algo que tem sido rotina na campanha desde que ele voltou para casa, onde se recupera do atentado sofrido em 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG).

Mais cedo, o presidenciável recebeu visita da atriz Regina Duarte em seu apartamento, na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca.

O tucano disse que não falou por telefone com o candidato, mas que entende a neutralidade do partido em relação às disputas nos estados. “Não vim aqui buscar apoio. Compreendo perfeitamente a neutralidade do candidato Jair Bolsonaro. Em São Paulo, da nossa parte, ele será o candidato que receberá o nosso apoio e o nosso voto.”

Apesar de o presidente do PSL ter dito que não havia nada marcado entre os dois, o postulante ao governo de São Paulo afirmou acreditar que só teria ocorrido postura “hostil” ou “não simpática” se Bolsonaro tivesse ido à casa de Paulo Marinho sem a sua presença.

“Se ele tivesse vindo aqui para gravar e tivesse feito a agenda sem a nossa presença, aí sim poderia haver dúvidas em relação a algo que pudesse ser hostil ou não simpático”, comentou. “Essa dúvida não deve pairar. O candidato só não esteve aqui por conta da limitação que ele tem neste momento e por ter tido uma agenda extenuante e difícil”, insistiu.

Doria também rebateu as críticas de que estaria em uma empreitada para “surfar na onda” da popularidade de Bolsonaro. “Eu não surfei em onda nenhuma. Isso é improcedente também. Eu fui eleito no primeiro turno como o candidato mais votado. Tive uma votação mais expressiva do que o segundo colocado. Eu usei o meu capital político e não precisei do capital político de ninguém”.

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Bolsonaro enterrou de vez a economia do Brasil- Bastou uma defecada oral do futuro presidente para a Petrobrás perder R$ 12,5 bilhões; muito mais do que toda a roubalheira multipartidária 81

Petrobras perdeu R$ 12,5 bi na Bolsa em 1 dia após declaração de Bolsonaro

Do UOL, em São Paulo

11/10/2018 12h11Atualizada em 11/10/2018 15h56

Declarações recentes do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), recuando das possibilidades de privatização total da Petrobras fizeram com que as ações das estatais registrassem forte queda na quarta-feira (10). O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em queda de 2,8%. Eletrobras e Petrobras tombaram 8,36% e 2,87%, respectivamente.

As ações das estatais vinham disparando na Bolsa com a expectativa de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL) favorável a privatizações e a reformas econômicas (em entrevistas anteriores, havia admitido a possibilidade de privatizar a Petrobras).

Ao todo, as estatais com ações negociadas na Bolsa perderam R$ 23,24 bilhões em valor de mercado em um único dia, segundo dados da empresa de informações financeiras Economatica. Até então, elas haviam acumulado ganho de R$ 132 bilhões em valor de mercado ao longo de dez dias. Somente a Petrobras perdeu R$ 12,5 bilhões em valor de mercado.

O valor de mercado de uma empresa é calculado multiplicando o valor de cada ação pelo total de papéis disponíveis no mercado.

Valor da Petrobras caiu R$ 12,5 bi

As ações da Petrobras fecharam em queda de 2,87% na véspera, o que corresponde a uma perda de R$ 12,5 bilhões em valor de mercado, segundo levantamento da Economatica. A empresa, que valia R$ 371,51 bilhões na terça-feira (9), passou a valer R$ 359,01 bilhões ontem.

A perda ocorreu depois de Bolsonaro ter dito que o “miolo” da Petrobras não pode ser vendido, e que a empresa não pode “usar do monopólio para tirar o lucro que bem entende”.

Seu partido, o PSL, também falou sobre a petroleira. O presidente da sigla, Gustavo Bebianno, afirmou que não há planos de privatizar a Petrobras no curto prazo.

Eletrobras perdeu R$ 2,88 bi

Os papéis da Eletrobras fecharam em queda de 8,36% na véspera, o que equivale a uma perda de R$ 2,88 bilhões em valor de mercado (caiu de R$ 31,91 bilhões para R$ 29,03 bilhões), segundo a Economatica.

As ações da empresa também foram afetadas por declarações do candidato do PSL, que afirmou ser contra a privatização no setor de geração de energia elétrica e disse estar preocupado com a venda de negócios de energia no Brasil para a China.

Bancos e Vale também caíram

Os principais bancos comerciais do país e a mineradora Vale também perderam valor com o recuo da Bolsa na quarta-feira:

  • O Itaú Unibanco perdeu R$ 9,75 bilhões, de R$ 298,65 bilhões no dia anterior para R$ 288,9 bilhões na quarta;
  • O valor de mercado do Santander caiu R$ 8,33 bilhões, de R$ 157,52 bilhões para R$ 149,20 bilhões;
  • O Bradesco perdeu R$ 7,77 bilhões, passando de R$ 208,27 bilhões para R$ 200,51 bilhões;
  • O Banco do Brasil perdeu R$ 4,6 bilhões, caindo de R$ 108,62 bilhões para R$ 104,03 bilhões;
  • A Vale saiu de R$ 299,68 bilhões para R$ 290,48 bilhões de um dia para o outro, redução de R$ 9,2 bilhões em seu valor de mercado.

Veja as cinco maiores perdas do dia em valor de mercado, em valores absolutos:

  • Petrobras: R$ 12,5 bilhões
  • Itaú Unibanco: R$ 9,75 bilhões
  • Vale: R$ 9,20 bilhões
  • Santander: R$ 8,33 bilhões
  • Bradesco: R$ 7,77 bilhões

UOL Notícias

ESTUPRO E SUÁSTICA – Verossímil, violência compatível com o perfil dos Pit Bulls nazistas que se identificaram com o bolsonarismo 24

O que se sabe sobre o caso da suástica marcada em mulher de Porto Alegre

Felipe Souza, Ingrid Fagundez e Matheus Magenta – Da BBC News Brasil em São Paulo

Reprodução/Facebook

A imagem de uma mulher com um desenho riscado em sua pele foi compartilhada à exaustão em grupos de Whatsapp, Facebook e no Twitter nesta quarta-feira. Trata-se de uma moradora de Porto Alegre que disse ter sido abordada e agredida por três homens por causa de uma camiseta com a frase “Ele não” que ela usava – a referência é ao movimento de mulheres contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL).

De acordo com a garota, que não teve seu nome revelado por questões de segurança, o grupo a atingiu com socos e usou um canivete para desenhar uma suástica em sua barriga.

O delegado titular da 1ª Delegacia de Porto Alegre, Paulo Jardim, diz que os autores da agressão ainda não foram identificados e o desenho não é um símbolo extremista.

“Eu fui olhar o desenho que fizeram na barriga dela. É um símbolo budista, de harmonia, de amor, de paz e de fraternidade. Se tu fores pesquisar no Google, tu vai ver que existe um símbolo budista ali. Essa é a informação”, afirmou em entrevista à BBC News Brasil.

Responsável pelas investigações do caso, Jardim afirmou que a menina relatou ter sido agredida no início da noite de segunda-feira por três rapazes após descer de um ônibus. “O termo que ela usou foi que riscaram a barriga dela com um canivete e agrediram ela com socos. Ela estava usando uma camisa do ‘Ele não'”, resumiu o delegado.

Ele criticou a cobertura da imprensa sobre o caso e disse que veículos de comunicação estão “forçando uma barra, insinuando mil e uma situações que não é nada que tem nos autos”.

Zalmir Chwartzman, presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, não quis comentar as declarações do delegado. “Temos que ter prudência e aguardar as investigações. A insanidade que tomou conta do país é assustadora. Cabe neste momento uma manifestação dos dois candidatos pedindo paz no Brasil. Há gente que faz loucura em nome de Deus, Alá, Moisés, Lula, Bolsonaro, mas o Brasil é maior que as pessoas e os partidos.”

“O que eu tenho a ver com isso?”, diz Bolsonaro sobre atos violentos…

Nada, né?

Resposta típica de quem só reconhece filho depois do exame de DNA!

No Brasil até Deus é vítima de corrupção, o cristão antes de pedir uma graça já vai oferecendo uma propina: a promessa ou o dízimo! Quem pede voto com a Bíblia na mão corrompe o povo pela fé ingênua Resposta

OBSERVEM A CONDUTA DESSE BOMBEIRO MILITAR QUE É UMA VERGONHA NACIONAL 

GLÓRIA SENHOR! NOS LIVRE DESSES FALSOS SACERDOTES…PELO AMOR AO SANTÍSSIMO!

Cabo Daciolo pede ao TSE anulação do 1º turno das eleições por fraude

19 Felipe Amorim Do UOL, em Brasília 10/10/201815h10 >

Crítico às urnas eletrônicas, Cabo Daciolo (Patriota-RJ), deputado federal e candidato derrotado à Presidência, voltou a pedir ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nesta quarta-feira (10), o uso de cédulas de votação em papel nas eleições do país.

Daciolo também pede, na representação entregue ao tribunal, a anulação dos resultados do primeiro turno de votação, realizado no domingo (7). Ele terminou o primeiro turno em sexto lugar.

O TSE tem afirmado que não há registro de nenhuma fraude ocorrida com as urnas eletrônicas desde que começaram a ser implantadas, em 1996.

“Hoje, depois das eleições, trouxemos mais fatos concretos, provas materiais de que a fraude está escancarada”, disse o deputado.

“Agora eu saio daqui e vou atrás de todos os presidenciáveis porque é inadmissível que eles estejam calados. O próprio Jair Bolsonaro antes do resultado tem vídeos dele falando da fraude, por que agora estão calados, por que agora estão em silêncio? Eu quero saber qual é a posição de todos os presidenciáveis, o que eles têm a dizer do fato de as urnas eletrônicas serem ou não serem fraudulentas”, afirmou Daciolo.

Após passar ao segundo turno da eleição presidencial, contra o candidato Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que, se não fosse o atual sistema de votação por urnas eletrônicas, teria sido eleito no primeiro turno.

“Não podemos nos recolher. Vamos juntos ao TSE exigir soluções para isso que aconteceu. Foi muita coisa. Tenho certeza, se esse problema não tivesse ocorrido, se tivesse confiança no sistema eletrônico, já teríamos o nome do novo presidente. O que está em jogo é a nossa liberdade”, disse o candidato do PSL.

Ao comentar as declarações de Bolsonaro, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, afirmou que a fala traz “preocupação”, mas deve ser recebida com “tranquilidade”.

Segundo a ministra, o sistema de votação eletrônico é seguro e pode ser auditado.

“Preocupação sempre nós temos, mas nós temos que enfrentar nossas preocupações com tranquilidade. Num estado democrático de direito, o bom é isso, que as pessoas possam se expressar”, disse.

Segundo Rosa Weber, a Justiça Eleitoral irá atuar sobre eventuais suspeitas levantadas contra a segurança nas urnas somente quando houver uma representação formal ao TSE.


 

Aparentemente, eles não confiam tanto em Deus, né? 

Estão com o cu na mão por conta do 2º turno! 

Ora, se Deus está com vocês quem pode ser contra? 

PARABÉNS KAJURU – Os caprichos da roda da fortuna: Jorge Kajuru senador, Marconi Perillo na cadeia…Bem feito, tucano ladrão F.D.P. ! ( Divirto-me vendo alguns quadros do PSDB sifu ! ) 2

O ex-governador tinha depoimento marcado para as 15h, mas teria chegado duas horas mais cedo e entrado pelos fundos para evitar os jornalistas. Segundo a defesa de Perillo, ele “recebeu o decreto de prisão quando estava iniciando o seu depoimento […] e optou por manter o depoimento por ser o principal interessado no esclarecimento dos fatos”.

A assessoria de comunicação da PF informou ao G1 que Perillo continuava em depoimento às 16h30. A corporação disse ainda que o mandado dele é de prisão preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. Motoristas que passavam em frente ao prédio buzinavam em apoio à detenção.

Estou quase acreditando numa

JUSTIÇA metafísica-transcendental!

Que os filósofos não leiam o Flit…

Serei excomungado!

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O ventriloquista do Bolsonaro é suspeito de aplicar golpe de UM BILHÃO em fundos de pensão…Esse “posto ipiranga” é da rede PCC…A bandeira é só de fachada! 3

Procuradoria investiga guru de Bolsonaro sob suspeita de fraude

Ministério Público apura indícios em negócios de Paulo Guedes com fundos de pensão; ele não comenta

Fábio Fabrini
Brasília

O MPF (Ministério Público Federal) em Brasília investiga o economista Paulo Guedes, guru de Jair Bolsonaro (PSL), sob suspeita de se associar a executivos ligados ao PT e ao MDB para praticar fraudes em negócios com fundos de pensão de estatais.

Em seis anos, ele captou ao menos R$ 1 bilhão dessas entidades. Guedes é o escolhido para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo Bolsonaro.

Um procedimento investigativo criminal, instaurado no dia 2, apura se o economista cometeu os crimes de gestão fraudulenta ou temerária.

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O economista Paulo Guedes – Daniel Ramalho – 08.out.2018/AFP

Ele é investigado ainda por suposta emissão e negociação de títulos sem lastros ou garantias ao negociar, obter e investir recursos de sete fundos.

Entre as entidades estão Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa) e Postalis (Correios), além do BNDESPar —braço de investimentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

As transações foram feitas a partir de 2009 com executivos indicados pelos dois partidos adversários da chapa Bolsonaro, os quais são investigados atualmente por desvio de recursos dos fundos.

Procurado, Guedes não respondeu à reportagem.

Para o MPF, há “relevantes indícios de que, entre fevereiro de 2009 e junho de 2013, diretores/gestores dos fundos de pensão e da sociedade por ações BNDESPar” se consorciaram “com o empresário Paulo Roberto Nunes Guedes, controlador do Grupo HSM”.

A intenção seria a de cometer “crimes de gestão fraudulenta ou temerária de instituições financeiras e emissão e negociação de títulos imobiliários sem lastros ou garantias”.

Na época, a Previ era gerida por Sérgio Rosa, e o Petros, por Wagner Pinheiro —militantes históricos do PT, ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba e condenado pelo caso do tríplex.

Já o Postalis estava sob o comando de Alexej Predtechensky, cujos padrinhos políticos eram do MDB.

A apuração foi instaurada pela força-tarefa da Operação Greenfield, que mira esquemas de pagamento de propina em fundos de pensão, com base em relatórios da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar).

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Em 2016, agentes da Polícia Federal cumpriram mandado de busca e apreensão nos escritórios da Funcef – Pedro Ladeira – 05.set.2016/Folhapress

Conforme os documentos, obtidos pela Folha, a BR Educacional Gestora de Ativos, de Guedes, lançou em 2009 dois fundos de investimento que receberam, em seis anos, R$ 1 bilhão das entidades de previdência de estatais.

Um deles, o Fundo de Investimento em Participações (FIP) BR Educacional, obteve R$ 400 milhões entre 2009 e 2013 para projetos educacionais. A suspeita é que o negócio tenha sido aprovado sem análise adequada e gerado ganhos excessivos ao economista.

A gestora de ativos de Guedes recebeu na largada 1,75% sobre o valor total subscrito (o compromisso de investimento), e não sobre a cifra efetivamente aportada. Isso gerou, de imediato, despesas altas, de R$ 6,6 milhões, em seu favor.

No primeiro ano de aporte, o dinheiro aplicado pelos fundos de pensão (cerca de R$ 62 milhões) foi injetado em uma única empresa, a HSM Educacional S.A., que tinha Guedes como controlador.

“Tanto a gestora do FIP quanto a empresa investida possuem em comum a participação de um mesmo sócio, a saber, Paulo Guedes”, pontua relatório da Previc.

Na sequência, a HSM Educacional adquiriu de um grupo argentino 100% de participação em outra companhia, a HSM do Brasil, cujas ações não eram negociadas em Bolsa e, por isso, foram precificadas por um laudo.

Nessa operação, foram pagos R$ 16,5 milhões de ágio pelas ações, embora a empresa não estivesse em operação no país e fosse apenas uma marca.

“Cabe indagar o pagamento em montante considerável à empresa vendedora, com sede na Argentina”, diz a Previc.

O objetivo do empreendimento era obter lucros com projetos educacionais, entre eles a realização de eventos para estudantes e executivos, com palestrantes de grife.

As empresas, porém, passaram a registrar prejuízos repetitivos após a injeção dos recursos dos fundos de pensão.

No caso da HSM Brasil, um dos itens que mais impactaram os resultados foi a remuneração de palestrantes, segundo a Previc. Em 2011 e 2012, esses gastos somaram R$ 11,9 milhões.

Guedes rodava o país na época a palestrar em conferências promovidas pela HSM.

Os investigadores querem rastrear o dinheiro das palestras e saber quem o recebeu. As despesas com pessoal somaram outros R$ 23,1 milhões e estão na mira do MPF.

O fundo de investimentos manteve participação nas empresas até março de 2013, quando trocou as ações por fatia na Gaec Educação. Nessa operação, segundo a Previc, foi pago ágio de 1.118% pelas ações da Gaec.

O órgão conclui que “o resultado líquido do investimento do FIP foi negativo em R$ 16 milhões [no projeto da HSM]”.

Na portaria que instaura a investigação, a Procuradoria requer à Polícia Federal que abra inquérito sobre o caso. Pede ainda apurações na CGU (Controladoria-Geral da União), no TCU (Tribunal de Contas da União) e na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

O MPF fixou prazo de dez dias para que os fundos de pensão apresentem cópias dos documentos que embasaram o investimento do FIP BR Educacional.

Além disso, o órgão determinou que eles apurem responsabilidades de gestores que deram causa aos aportes e a eventuais prejuízos.

Guedes não atendeu aos telefonemas da Folha nem respondeu a uma mensagem enviada pelo WhatsApp.

A reportagem entrou em contato com sua secretária e lhe enviou um email com questionamentos às 16h14. Até a noite de terça-feira (9), não havia recebido resposta.

Rosa disse que saiu da Previ em 2010 e não se recorda de detalhes de investimentos específicos.

Pinheiro, ex-Petros, e Alexej Predtechensky, ex-Postalis, não foram localizados.

Eu votei no Bolsonaro , mas depois dele se declarar antiprivatização e contra a reforma da previdência dos militares, votarei no Haddad que nem parece ser do PT 9

Eu votei no Bolsonaro no primeiro turno das eleições.

Mas confesso que já estou decepcionado com o Capitão “pacífico”.

E observando atentamente o Haddad percebo que ele é muito mais culto , mais ponderado e preparado para ser presidente.

Um verdadeiro liberal e cavalheiro!

Bolsonaro só faz ofensas e se faz de vítima.

Também , a postura do Bolsonaro está deixando a desejar no plano econômico com essa tal carteira de trabalho verde e amarela sem direito algum.

Hoje o dólar subiu e as ações na bolsa despencaram por conta do palavrório estatizante e nacionalista.

Enquanto isso, o Haddad nem me parece fazer parte dessa turma do PT.

É um intelectual e estará disposto a não errar novamente.

Ele também tem boas propostas para a educação, enquanto o Bolsonaro quer o ensino à distância.

Não tenho mais dúvidas, voto no 13 mesmo criticando o PT.

Mário E. A . de Campos

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BENDITA FACADINHA – Bolsonaro tá fugindo do pau…Haddad diz que vai até enfermaria e insinua bundamolismo do Capitão mimizento 23

Médicos vetam ida de Bolsonaro a debates; Haddad diz que vai até enfermaria

Nathan Lopes e Marcela Lemos

Do UOL, em São Paulo, e colaboração para o UOL, no Rio

  • Nelson Almeida/AFP

    Fernando Haddad participa de entrevista a jornalistas internacionais em SP

    Fernando Haddad participa de entrevista a jornalistas internacionais em SP

Os médicos que acompanham o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, não autorizaram a ida do paciente a debates eleitorais na TV e a eventos de campanha de rua pelo país. Bolsonaro disputa o segundo turno da eleição presidencial com Fernando Haddad (PT) e o primeiro debate entre eles estava marcado inicialmente para ocorrer nesta sexta (12), na Band.

Bolsonaro passou por uma avaliação médica na manhã desta quarta-feira (10) na sua casa, na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. Segundo o cirurgião Luiz Macedo e o cardiologista Leandro Echenique, o candidato ainda está fraco para os compromissos eleitorais. Ainda de acordo com os médicos, o tratamento está focado na recuperação de peso e reposição de vitaminas.

“Por enquanto ele não está liberado [para eventos de campanha]. Não sei a respeito do debate, sei que na quinta-feira [dia 18] ele estará conosco no [Hospital Albert] Einstein”, disse Macedo. O candidato passará por uma nova avaliação médica na próxima semana.

Enquanto a equipe médica de Bolsonaro falava com a imprensa na porta da casa de Bolsonaro, Fernando Haddad dava entrevista coletiva para veículos estrangeiros. Ele criticou o fato de Bolsonaro não comparecer ao evento e disse que “irá na enfermaria em que ele estiver” para “debater o Brasil”. “Eu vou até uma enfermaria, na boa, fazer o debate porque nós temos que passar a limpo muita coisa”, disse o petista a jornalistas estrangeiros em São Paulo.

Durante a entrevista, Haddad foi informado por um assessor sobre a recomendação médica a Bolsonaro. Ele reafirma, então, que está disposto a ir “na enfermaria que ele estiver”. “Os brasileiros precisam saber a verdade sobre as coisas. Se tem fake news, vamos tratar isso como adultos. Eu não tenho problema em tratar nenhum tema, mas vamos tratar de forma adulta e não fazendo criancice na internet contando com a boa-fé das pessoas. Muita gente acredita no que recebe no WhatsApp, e no WhatsApp você não tem contraditório, no debate você tem.”

O petista disse ainda que não pretende estressar Bolsonaro nos debates. “Ele falou que não quer se estressar, eu não vou estressar ele. Vou falar da forma mais calma possível. Vou falar docemente. Não altero a voz. Nem olho para ele se ele ficar com muito receio. Faço o que ele quiser para ele falar o que ele pensa e debater o país. Com assistência médica, enfermaria, em qualquer ambiente.”

Haddad voltou a ligar Bolsonaro à disseminação de notícias falsas. E disse que, em um segundo turno, “o peso das fake news será menor se tiver debate, entendeu?” “Porque, se tiver debate, a pessoa vai ter que te perguntar. Só vai ter ele para perguntar, só você para responder. Não tem dez candidatos. Tem dois. Não há como se acovardar num debate. Ele vai ter que enfrentar”.

No primeiro turno da eleição, Bolsonaro e Haddad foram os mais votados para a Presidência e disputarão o segundo turno no dia 28 de outubro. O candidato do PSL recebeu 46% dos votos; já o petista foi escolhido por 29% dos eleitores. Haddad substituiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve sua candidatura barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no início de setembro.

Haddad se encontrará com representante da CNBB

Na quinta-feira (11), o petista tentará uma aproximação com setores religiosos na busca por reverter o avanço de Bolsonaro nesse campo. Haddad terá encontro com a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), ligada à Igreja Católica. “Inclusive para conter as mentiras que meu adversário está jogando na internet. É mentira todo dia”, diz ele.

Bolsonaro não foi o único alvo de críticas de Haddad. O guru econômico do candidato do PSL e já indicado como ministro da Fazenda, Paulo Guedes, foi alvo do petista, que o comparou às ideias do governo Michel Temer (MDB). “A política do Paulo Guedes é aprofundar a agenda Temer. É o Temer piorado”, disse. “Agora, precisa haver debate. Se não houver debate, as pessoas vão votar com o fígado, e não com o coração”.

Haddad reafirmou que não haverá banqueiro no ministério da Fazenda em um eventual governo seu. “Tem que ser alguém comprometido com a produção, com a geração de empregos. E não com o lucro fácil que os bancos têm no Brasil”. (*Colaborou Luiz Gomes, do UOL em São Paulo)

João Doria – o traidor – ficará desempregado: Major Olimpio, braço direito de Bolsonaro, declara apoio a França em SP 9

Major Olimpio, braço direito de Bolsonaro, declara apoio a França em SP

Guilherme Mazieiro

do UOL, em São Paulo

O candidato ao Senado mais votado do país e recém-eleito por São Paulo, o deputado federal Major Olímpio (PSL), declarou apoio à candidatura de Márcio França (PSB), no segundo turno da disputa do governo paulista. “O voto do major Olímpio e a quem eu puder me manifestar será no Márcio França e não no João Doria, não no PSDB”, disse ele em entrevista à rádio Cruzeiro FM.

Olimpio é o braço-direito do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). A declaração de Olimpio vai na contramão da estratégia de João Doria (PSDB), que declarou apoio a Bolsonaro logo após o resultado do 1º turno e não deve ter o apoio recíproco de Bolsonaro.

Assessores do deputado confirmaram ao UOL que a posição do senador eleito é pessoal e não uma orientação do partido. Além de não compactuar com a política de Doria, ele afirma que com França é possível ter algum diálogo e diz que o fato da vice na chapa do atual governador ser da PM aproxima as campanhas.

O coordenador da campanha de França, Jonas Donizette declarou que o uso da imagem da vice será intensificado no segundo turno. A direção do partido anunciou na terça-feira o apoio ao candidato petista Fernando Haddad, mas liberou França para se manter neutro na disputa.

Além de Olímpio, Paulo Skaf (MDB), que ficou em terceiro lugar no pleito, também se posicionou a favor da eleição de França nesta quarta-feira (10). Skaf e França tiveram agenda conjunta pela manhã em uma unidade do Sesi, em Suzano (SP).

“Não vai dar tempo de ter envolvimento em palanques regionais. Mas o voto do Major Olimpio e a quem eu puder me manifestar será no Márcio França, não no João Doria, não no PSDB”, declarou. O senador eleito disse que a posição nacional da sigla deve ser de neutralidade em São Paulo.

Após anunciar neutralidade, França usará vice PM para atrair bolsonaristas 17

Guilherme Mazieiro

do UOL, em São Paulo

Com a decisão da Executiva Nacional do PSB de permitir que o diretório de São Paulo se mantenha neutro na eleição presidencial, Márcio França (PSB) projeta uma campanha de segundo turno sem se vincular ao PT e com uso da imagem da vice Eliane Nikoluk (PR). O objetivo é atrair votos de eleitores que apoiam Jair Bolsonaro (PSL). O movimento de colar na ala pró-Bolsonaro em São Paulo já foi feito abertamente por João Doria (PSDB), que reforça em suas postagens a hashtag #BolsoDoria.

“Eu acho que a vice, que é militar da reserva, tem tudo a ver com o [perfil do eleitor do] Bolsonaro e, desde o começo, a única coisa que ela era queria era que não apoiássemos o PT em São Paulo. Estamos neutros”, disse o coordenador da campanha de França, Jonas Donizette (PSB). A direção do partido anunciou na terça-feira o apoio ao candidato petista Fernando Haddad.

Márcio França teve 21,53% dos votos válidos e foi para disputa em segundo turno com João Doria (PSDB), que teve 31,77 %. Em São Paulo, o capitão da reserva teve 53% dos votos, enquanto Haddad teve 16,42%. Nas redes sociais, França postou sua posição contra o PT, mas destacou que cumpriu o acordo com o partido e ficará neutro na disputa nacional.

Prefeito de Campinas, Donizette acredita que não é um problema para o eleitor de França o perfil militar de Eliane, que já declarou apoio pessoal a Bolsonaro. Ele entende que é uma opinião pessoal dela e que é possível atrair eleitores que optam pelo capitão da reserva apenas pelo antipetismo.

“Vamos mostrar muito a figura da nossa vice, até porque o eleitor tem de comparar o candidato e o vice das duas chapas. Ela é uma pessoa com identidade com essa ala que apoia o Bolsonaro. É bem aceita no meio militar”, disse.

O socialista representou França na reunião da Executiva, nesta terça-feira (9), em Brasília que definiu apoio político a Fernando Haddad. Ficou definido que as lideranças de São Paulo e do Distrito Federal se manterão neutras sobre a decisão.

Donizette ainda destacou que o PSB não buscará apoio formal do PT, em São Paulo. “Vamos nos manter neutros. Acredito que o eleitor do PT pode ter mais simpatia com a campanha do França. Todo voto é bem-vindo. Voto, a gente não despreza”, disse.

Doria reforça o antipetismo que marcou sua campanha toda e tenta atrair votos dos simpatizantes de Bolsonaro. No seu dicurso após o resultado no 1º turno disse que vai derrotar “Márcio Cuba”, nas eleições.

Skaf decide apoiar Márcio França contra Doria no 2º turno em SP 5

Terceiro colocado no primeiro turno, emedebista deve fazer nesta quarta-feira uma agenda com o atual governador em Suzano, na Grande São Paulo, para anunciar a aliança

O candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf

Fabio Leite, O Estado de S. Paulo

09 Outubro 2018 | 19h28

Como já é praxe nas declarações de apoio entre candidatos no segundo turno, França deve se comprometer com alguns pontos do programa de governo de Skaf. O principal deles é de “levar o padrão Sesi para as escolas estaduais”, bandeira de campanha do emedebista. Nos debates, porém, o pessebista chegou a criticar o empresário pelo fato de o Sesi cobrar mensalidade e também o associou a Temer e ao governo do MDB no Rio de Janeiro.

Virada. O apoio de Skaf, que perdeu para França a vaga no segundo turno por uma diferença de 89 mil votos, é o principal trunfo do atual governador para tentar virar o jogo contra Doria – desde a aprovação da reeleição, em 1998, todo governador paulista que tentou um novo mandato saiu vitorioso das urnas. No primeiro turno, França teve 21,5% dos votos válidos, ante 31,8% de Doria, o que representou uma vantagem de 2,1 milhões de votos para o tucano – metade da votação recebida por Skaf.

O emedebista chegou a liderar a disputa durante a campanha, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, mas começou a cair na reta final e não conseguiu reverter a tendência. Políticos do MDB atribuíram a derrocada final à declaração “precipitada” de apoio que ele deu ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) quatro dias antes da votação.

‘Padrinho’. Foi pelas mãos de França que Skaf estreou na política, em 2010, quando foi candidato a governador pela primeira vez pelo PSB. Na ocasião, ele se apresentou como a terceira via entre a polarização PSDB e PT no Estado, mas foi derrotado por Alckmin no primeiro turno. Em 2014, já no MDB, Skaf tentou chegar ao Palácio dos Bandeirantes pela segunda vez, mas perdeu para Alckmin, também no primeiro turno.

Além de Skaf, França deve receber apoio indireto do PT, que ficou em quarto lugar com Luiz Marinho. O partido decidiu pela “neutralidade” no segundo turno, mas vai deixar claro aos seus eleitores que eles são anti-Doria. Da mesma forma, o PSL de Bolsonaro também não subirá em nenhum dos dois palanques, mas o presidente estadual da sigla e senador mais votado no último domingo, Major Olímpio, afirmou que jamais vai apoiar o PSDB em São Paulo.