O Governador João Doria deve se preparar para a tempestade de recursos e pedidos de revisão de penalidades impostas a policiais civis e demais funcionários públicos…Afinal, se o Estado pode conceder justiça a sogro de prefeito do PSDB, também será possível estendê-la a todos que foram demitidos administrativamente, embora absolvidos judicialmente por insuficiência de provas ou cujas condenações criminais prescreveram…Como se diz na Polícia: o que se faz para os amigos ou cobrando, também pode ser feito de graça para desconhecidos! 13

Despacho do Delegado Diretor, de 22-11-2018
Concedendo licença-prêmio, nos termos dos artigos 213 e
214 da Lei 10.261/68, alterada pela LC 1.048/08, a:
Dr. ELPIDIO LAERCIO FERRAREZI, RG-5.812.693, Delegado
de Polícia, 1ª Classe, 30 dias (1º período), para gozo imediato,
referente ao bloco de 30/09/08 a 28/09/13

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https://flitparalisante.wordpress.com/2018/11/28/delegado-reintegrado-na-surdina-ja-pode-gozar-licenca-premio-o-governo-de-sao-paulo-deveria-publicar-o-decreto-anulando-a-demissao-do-dr-elpidio-laercio-ferrarezi-assim-muitos-outros-injustamente/

O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa ( PSDB ), teve várias razões para apoiar Márcio França em vez do correligionário João Doria: a reintegração um tanto quanto paradoxal e sem publicidade do seu sogro Elpídio Laércio Ferrarezi ( avô dos filhos do prefeito ), é dívida de gratidão impagável…Certamente, o governador também nutria algum sentimento de reconhecimento pelo delegado injustamente demitido a bem do serviço público…Afinal, substituir a demissão qualificada por alguns dias de suspensão não é sempre que se vê…Esperamos que essa discricionariedade benfazeja seja estendida a outros em situações semelhantes ou até menos graves, né ? 2

Paulo Alexandre Barbosa será avaliado no Conselho de Ética por conduta no período eleitoral

Diretório Nacional analisará pedido de apuração de infidelidade partidária por parte do prefeito de Santos (SP).

Por G1 Santos

27/11/2018 15h30  Atualizado há 21 horas


Paulo Alexandre Barbosa e João Doria estão em rota de colisão — Foto: G1 Santos

Paulo Alexandre Barbosa e João Doria estão em rota de colisão — Foto: G1 Santos

O Diretório Estadual do PSDB encaminhou o pedido de apuração de infidelidade partidária por parte do prefeito de Santos, no litoral de São Paulo, Paulo Alexandre Barbosa. Uma das alegações é que, no segundo turno das eleições para governador de São Paulo, o prefeito apoiou Márcio França (PSB) ao invés de João Doria, membro do mesmo partido e governador eleito.

A informação do encaminhamento, que foi feito na última semana, foi confirmado ao G1 nesta terça-feira (21). De acordo com o PSDB-SP, um relatório do advogado do partido e o pedido de apuração sobre a conduta do prefeito durante a eleição estadual foram entregues para que o Conselho Nacional de Ética e Fidelidade Partidária avalie o caso e a possível penalidade. Não há informação sobre o prazo para que haja a resposta.

Durante a eleição para governador de São Paulo, Paulo Alexandre Barbosa recepcionou Márcio França, após a ida ao segundo turno, no Paço Municipal, declarando seu apoio ao rival de João Doria, o que causou instabilidade dentro do partido. Em nota, a Prefeitura de Santos informou que o prefeito Paulo Alexandre Barbosa não se manifestará sobre o caso.

Por meio de nota, a Executiva Nacional do PSDB informou que recebeu quatro pedidos de expulsão, incluindo o do prefeito de Santos. “Hoje foi instalada a Comissão de Ética Nacional do partido e todos os processos caminharão concomitantemente. Ainda não há prazo definido para esta avaliação”.

Candidatos ao governo de São Paulo, João Doria e Márcio França votam — Foto: Tahiane Stochero e Tatiana Santiago/G1

Candidatos ao governo de São Paulo, João Doria e Márcio França votam — Foto: Tahiane Stochero e Tatiana Santiago/G1

Municipal

Em outubro, o presidente do diretório do PSDB em Santos também recebeu o pedido de avaliação da expulsão do prefeito da cidade acusando-o de infidelidade partidária. O documento, assinado por Renata Covas Borges, filha do ex-governador Mário Covas e mãe do prefeito Bruno Covas, pedia que o partido avaliasse possível infidelidade partidária pelo apoio à França.

Os diretórios municipais e estaduais não podem fazer a avaliação ou decidir pela penalidade pois Paulo Alexandre é membro nacional do partido. Portanto, cabe somente ao Diretório Nacional a avaliação da conduta do prefeito de Santos.

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Como o prefeito “dissidente” é apadrinhado político de Geraldo Alckmin ( de quem foi Secretário de Estado , inclusive ), não será “demitido” do PSDB.

E se fosse – expulso ou desfiliado –  nenhuma diferença faria! 

Sai do PSDB e ingressa com tapete vermelho no PSB do Márcio França.

Delegado reintegrado na surdina já pode gozar licença-prêmio…O Governo de São Paulo deveria publicar o decreto anulando a demissão do Dr. Elpídio Laércio Ferrarezi; assim muitos outros injustamente perseguidos pelo MP poderão pleitear reintegração…Ou será que a sigilosidade no caso é para esconder viciosidades administrativas concedidas a quem é sogro do prefeito de Santos ( PSDB ) ? 10

Despacho do Delegado Diretor, de 22-11-2018
Concedendo licença-prêmio, nos termos dos artigos 213 e
214 da Lei 10.261/68, alterada pela LC 1.048/08, a:
Dr. ELPIDIO LAERCIO FERRAREZI, RG-5.812.693, Delegado
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referente ao bloco de 30/09/08 a 28/09/13

 

MP obtém condenação de delegado a 10 anos de prisão por corrupção

A Justiça de Bertioga condenou a 10 anos e 8 meses de prisão, em regime inicial fechado, o delegado de polícia Elpídio Laércio Ferrarezi, denunciadopelo Ministério Público por falsidade ideológica e corrupção passiva.

Para o juiz Rodrigo Jacob, em sentença de outubro de 2012:

 “as conseqüências do crime foram nefastas, pois, a sociedade além de não ser protegida pela autoridade policial, ainda tinha que conviver com delegado corrupto, que mancomunado com sua filha ocultou e dissimulou a origem de seus rendimentos”.

De acordo com a denúncia, Ferrarezi construiu em Riveira de São Lourenço uma mansão avaliada em R$ 1,2 milhão, valor incompatível com seus vencimentos, efalsificou documentos particulares para ocultar a propriedade.

A sentença também decretou a perda do cargo de delegado de polícia e o perdimento dapropriedade em favor da União.

Na mesma ação penal foram condenados a filha do delegado, Carla Abibe Ferrarezi Martinez, à pena de 8 anos e 4 meses de reclusão no regime inicial fechado, Marcelo Caldas Santos, à pena de um ano e seis meses de reclusãono regime inicial aberto, e Fábio Altino de Oliveira e Silvia Letícia Martins Moreira, ambos à pena de 1 ano e 2 meses de reclusão no regime inicial aberto, todos por participação na fraude.

De acordo com a denúncia, formulada pelos Promotores de Justiça do Grupode Atuação Especial de combate ao Crime Organizado (GAECO) – NúcleoSantos, Carla atuou como testa-de-ferro de seu pai Elpídio, e ambos previamente conluiados com Marcelo Caldas Freitas, engenheiro, se valeramdos “laranjas” Fábio Altino de Oliveira e Silvia Letícia Martins Moreira, para ocultarem o verdadeiro proprietário da mansão: o delegado Elpídio Ferrarezi.

Para tanto, confeccionaram falsos instrumentos de compra e venda, fraude que foi descoberta quando um dano ambiental foi descoberto na construção da casa.

Testemunhas afirmaram que o delegado recebia dinheiro ilícito de empresários que promoviam o jogo ilícito de bingo na Baixada Santista e de empresas deônibus para impedir perueiros de trabalhar em Bertioga, além de exigir dinheiro de pessoas para que não fossem presas.

Carla alegou que a propriedade era sua, mas para a Justiça, a filha do delegado não conseguiu comprovar que tinha rendimentos suficientes para tocar a obra e simulou uma série de empréstimos entre ela e o pai para sustentar sua versão, que acabou desmontada pelas provas colhidas pelo Ministério Público.

Um laudo pericial apontou movimentação financeira em dinheiro do delegado para a filha, sem origem comprovada. ——————————————-

Snap 2014-03-06 at 04.31.31O Delegado acabou demitido em 2014. 

Posteriormente, em apelação sustentada pelo genial advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, uma das Câmaras do Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu  não haver provas suficientes dos crimes de corrupção passiva, logo também não poderia ser responsabilizado pelo crime de lavagem de dinheiro .

Quanto à condenação pelo  crime de falsidade ideológica – empregar laranjas para aquisição do imóvel –  os desembargadores reconheceram a prescrição . 

Outrossim, a suposta mansão, segundo um eminente desembargador não seria lá grande coisa, posto ficar numa espécie de Zona Leste da Riviera de São Lourenço. 

Absurdamente, nenhum dos fundamentos acima – absolvição por insuficiência de provas e prescrição – são aceitos pelo Judiciário, pela PGE e pelo Governo como ensejadores de reintegração de funcionários públicos. 

Ou melhor: não são aceitos para 99,99% dos casos!

Diga-se de passagem, em sede de recurso ordinário constitucional, pertinente ao improvimento – pelo TJSP –  do  Mandado de Segurança contra o ato do governador, o STJ manteve a demissão do Delegado conforme as provas  nos  autos do processo administrativo disciplinar, ou seja, para o Judiciário a demissão foi legal e proporcional .

SEM ANIMUS SACANEANDI

Sem querer ofender ou desonrar, aparentemente , aqui se vê verdadeiro milagre jurídico operado  – até que se prove o contrário – na surdina.

A forma ( recurso, revisão , sentença judicial )  e a motivação que ensejou a reintegração é de interesse público. 

De se ver que, como é de regra, ou seja, pelo princípio da publicidade, não se encontra no Diário Oficial o Decreto do Excelentíssimo Governador  Márcio França determinando fosse o delegado reintegrado; seja   por ordem judicial seja pela da procedência de recurso administrativo ou mesmo decisão em processo de revisão da penalidade…Nada!

Absolutamente nada se pode consultar sobre os motivos da reintegração do delegado Elpídio Laércio Ferrarezi . 

DO JUS SPERNIANDI

De qualquer forma, se ele pode ser reintegrado, com muito mais razão, o subscritor também deveria ter seu cargo de volta!

Os nossos crimes e faltas administrativas  foram insignificantes comparativamente aos dele. 

Infelizmente,   não podemos contratar o Dr. Mariz de Oliveira, tampouco somos avô dos filhos do prefeito de Santos ( PSDB ), protegido de Alckmin. 

Aqui aparentemente se pode conjectuar acerca da aplicação administrativa da seguinte máxima jurídica : quem tem padrinho não morre pagão!

Parabéns! 

Agora – por direito e justiça – é só pleitear a classe especial e o cargo de Diretor do Deinter-6. 

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Projeto na Câmara que abranda punições contraria debate no Judiciário, diz Moraes 18

 

‘Não podemos apoiar que, em virtude do excesso de lotação, se soltem criminosos’, afirma ministro do STF

  • Reynaldo Turollo Jr.

Brasília

 

Coordenador de um grupo criado no âmbito do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para discutir políticas de segurança pública, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes disse nesta terça (27) que o projeto de lei em tramitação na Câmara que prevê mudar as regras de execução penal está na contramão do debate feito no Judiciário.

A Folha noticiou nesta segunda (26) que deputados —muitos deles suspeitos de corrupção— têm pressionado o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para votar o PL 9.054/2017 ainda neste ano. O futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, reagiu e disse ser apropriado que o tema fique para a próxima legislatura.

“Existe uma alteração proposta por uma comissão de juristas de alteração da Lei de Execuções Penais, que foi aprovada pelo Senado e agora há um regime de urgência na Câmara, e que estabelece alguns mecanismos diferentes em relação ao que hoje existe”, disse Moraes.

“Não é o espírito das alterações da lei que eu propus [à Câmara] em junho e que o próprio grupo [do CNJ] agora quer apoiar. Por exemplo, não podemos apoiar que, em virtude do excesso de lotação, se soltem criminosos. Não é lógico do ponto de vista do combate à criminalidade. O que deve ser feito é analisar se todos os que lá estão presos precisam ser presos”, afirmou.

Segundo Moraes, há hoje cerca de 720 mil presos no Brasil. Um terço deles cometeu crimes sem violência. Entre esses, 52 mil são estelionatários, exemplificou Moraes. “Estelionato é crime, deve ser punido, mas será que não há outra forma de punição? Medidas restritivas, prestação de serviços à comunidade”, disse o ministro.

De acordo com ele, o foco da discussão no CNJ é reavaliar as prisões por crimes contra o patrimônio (como furto) que foram praticados sem violência ou grave ameaça. “Essa proposta que hoje está na Câmara vai na contramão dessa diferenciação, a meu ver”, concluiu.

Moraes também foi questionado sobre o recurso que discute no Supremo o porte de drogas para uso pessoal. Na sexta (23), ele liberou o processo para julgamento pelo plenário da corte. O caso começou a ser julgado em 2015, e foi adiado por um pedido de vista do ministro Teori Zavascki, morto no ano passado —a quem Moraes sucedeu.

O ministro disse que, em seu voto, trará dados das apreensões de drogas em São Paulo para embasar a discussão. Ele não quis dizer se é a favor ou contrário ao julgamento do tema neste momento. Disse apenas que, se o presidente do STF, Dias Toffoli, incluir o recurso na pauta do plenário, dará seu voto. Não há previsão para que isso ocorra.

Nesta terça o grupo de trabalho, coordenado por Moraes, realizou a primeira reunião. Participam dele conselheiros e servidores do CNJ e o general da reserva Fernando Azevedo e Silva, futuro ministro da Defesa.

O projeto na Câmara abranda a punição para vários crimes, inclusive os do colarinho branco.Entre outras medidas, prevê a possibilidade de transação penal (anão abertura de processo) para casos de crimes com penas de até cinco anos de prisão (como estelionato, lesão corporal grave,associação criminosa) e a facilitação de progressão da pena para presos em unidades superlotadas.

 

FUX é quem deveria responder por improbidade jurídica…Ou o auxílio-moradia é legal e deve subsistir independentemente de reajustes salariais ou sempre foi ilegal e deverá ser restituído com juros mensais de 1% e correção monetária…Decisão cocô de bebê : havendo reajuste o auxílio se torna indevido e criminoso, não havendo reajuste permanece previsto em lei e devido…Enfim, eles podem tudo! 46

Fux retira auxílio-moradia do Judiciário após Temer sancionar reajuste

Publicado por Amanda Miranda em Notícias às 17:13

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux decidiu nesta segunda-feira (26) revogar o auxílio-moradia concedido a integrantes do Poder Judiciário, do Ministério Público, das Defensorias Públicas, das Procuradorias e dos Tribunais de Contas. A medida foi tomada após o presidente Michel Temer (MDB) sancionar o reajuste de cerca de 16% nos salários da Corte, o teto do funcionalismo público, passando de aproximadamente R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil.

Na decisão, o ministro afirma que “a cessação do pagamento do auxílio-moradia só ocorra quando do implemento financeiro no contracheque do subsídio majorado pelas Leis n.º 13.752/2018 e n.º 13.753/2018”.

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A decisão também veda o pagamento de auxílio-moradia a integrantes dessas categorias jurídicas nos estados.

“O descumprimento desta decisão ou a adoção de qualquer medida para preterir a sua eficácia plena caracteriza, dentre outras infrações, improbidade administrativa da autoridade máxima do órgão que continuar a pagar ou que permitir o pagamento do auxílio-moradia fora dos limites previstos nesta decisão”, afirma ainda a decisão de Fux.

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Fux é relator das ações que questionam o auxílio-moradia dos juízes. Por força de uma liminar concedida em 2014 pelo ministro, todos os magistrados brasileiros recebem o benefício, hoje no valor de R$ 4,3 mil, mesmo que tenham imóvel próprio na localidade em que trabalham.

O tema chegou a ser pautado para julgamento em plenário, mas depois foi retirado da pauta por Fux, que enviou o processo para conciliação sob a supervisão da Advocacia-Geral da União (AGU). A iniciativa não obteve resultado aguardava julgamento desde então.

Reajuste do STF

Em agosto deste ano, os ministros do STF decidiram incluir o reajuste de 16,38% na proposta orçamentária da Corte, que para entrar em vigor dependia na época da aprovação pelo Senado Federal. Dos 11 ministros do STF, apenas quatro foram contra a inclusão do aumento: Cármen Lúcia, Rosa Weber, Edson Fachin e Celso de Mello.

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), se posicionou contra o reajuste do STF. A primeira derrota do futuro governo no Congresso foi a votação do aumento para os ministros da Corte, no dia 7 de novembro.

“Eu falei antes da votação que é inoportuno, o momento não é esse para discutir esse assunto. O Brasil está numa situação complicadíssima, a gente não suporta mais isso aí, mas a decisão não cabe a mim. Está nas mãos do Temer. Eu, por enquanto, sou apenas o presidente eleito”, declarou Bolsonaro no último dia 11.

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Há uma semana, o ministro do STF Ricardo Lewandowski rejeitou um mandado de segurança impetrado pelo deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) para suspender a possibilidade de Temer sancionar o reajuste. O deputado alegava que houve vício na tramitação do texto no Congresso. 

Para Lewandowski, as questões envolvendo normas regimentais do Congresso Nacional são de natureza interna do Poder Legislativo e escapam, portanto, da análise do Judiciário.

*Do Blog de Jamildo, com Estadão Conteúdo

Leia a íntegra da decisão de Fux sobre o auxílio-moradia

Fux retira auxílio-moradia do Judiciário após Temer sancionar reajuste from Portal NE10

Denúncia: após mudanças, policiais civis são submetidos a trabalhar em contêiner 52

Boa tarde!

Estou encaminhando uma sugestão de pauta para vocês. Também estou encaminhando fotos sobre a denúncia.

O Sindicato dos Investigadores de São Paulo está à disposição para falar sobre o caso, se necessário.

Denúncia: após mudanças, policiais civis são submetidos a trabalhar em contêiner
Sem banheiro ou acesso à água, profissionais enfrentam dificuldades em estacionamento da polícia

As condições de trabalho pelas quais os policiais civis são submetidos têm sido constantemente questionadas pelo SIPESP. E, mais uma vez, um novo episódio de desvalorização revolta toda a categoria.

Uma denúncia anônima apontou que policiais que estão resguardando o estacionamento da Polícia Civil enquanto o “Garajão” está fechado, estão sendo submetidos, há mais de uma semana, a trabalhar dentro de um contêiner, onde não há disponibilidade de banheiro ou acesso à água, além de enfrentarem muita sujeira e mato alto que abriga insetos e ratos. Em dias de chuva a área fica inacessível por conta da lama que é formada nos arredores.

O presidente do SIPESP, João Batista Rebouças da Silva Neto, foi pessoalmente verificar as condições de trabalho dos colegas e se deparou com os policiais dentro do contêiner, sem preparação de isolamento térmico, o que dificulta ainda mais a estadia no local. “Estamos em um período de muito calor e, ficar um dia todo em um contêiner que não oferece as mínimas condições para quem está prestando um serviço à população, vai contra os direitos de qualquer trabalhador”, lamenta o presidente. “O local é totalmente insalubre”.

Após a análise do ambiente, o SIPESP, por meio de seu departamento jurídico, encaminhará ofício para o secretário de segurança pública e para o delegado-geral cobrando providências imediatas.

Qualquer dúvida estou disponível nos contatos abaixo.
Atenciosamente,

Travesti furta Taurus .40 de investigador de polícia 76

Narra boletim de ocorrência lavrado dias atrás que determinado policial civil, investigador lotado no DEINTER-6 , estaria fazendo bico de “táxi clandestino” pelas bandas de Indianópolis, sendo contratado por um travesti profissional ( desses que exercem a prostituição disfarçados de mulher ) para uma corrida até um Drive In onde aguardaria um cliente que pagaria a corrida de R$ 100,00 ( cem reais ) . 

Segundo o intrépido e cauteloso tira , por segurança ingressou no estabelecimento e estacionou numa das “baias” para veículos ( “sic” ). 

O Flit não sabia que na Capital boxe ou vaga para estacionamento de carro agora se chama baia. 

Outrora, baia era o compartimento para cavalos e burros, né? 

Mas continuando, como o “cliente” demorava a chegar o investigador foi obrigado a ir ao banheiro. 

Ao retornar foi informado pelo recepcionista: “olha o rapaz saiu correndo com uma pistola na mão, pensei que tivesse lhe assaltado “…

Não roubou, apenas furtou a pistola que o policial deixou no console do veículo. 

De pronto acionou a PM e foi ao DP noticiar o crime; devidamente registrado conforme a versão da vítima! 

Pois é, depois de ler uma conversa dessa , não pensem em matar travestis ou GLTBs…

Tem que matar é esse tipo de policial, mas não pelo fato de seus fetiches e preferências sexuais…

Por ser idiota e fazer os outros de idiotas contando essa conversa de “transporte clandestino”…

P.Q.P…

É pra acabar de vez! 

Falando  sério, tá na cara que o malandro quis gratuidade como prerrogativa do cargo, né? 

Sifu! 

Caro investigador, você vai pra rua viu! 

Não por ser viado enrustido, por ser idiota assumido! 

O que é que você vai contar pra família? 

Bolsonaro está certo em relação aos médicos cubanos…Quem for bom ele disse que contratará e dará asilo político…Não tem que pagar nada para o governo ditatorial…Bolsonaro, dá o Lula pra eles em troca de médicos com diploma bom , verdadeiro e apostilado na USP 145

Resultado de imagem para médicos cubanos revalida

Asilo político
Bolsonaro prometeu asilo político aos médicos cubanos que desejarem permanecer no Brasil. “Temos que dar asilo para as pessoas que queiram, não podemos continuar ameaçando [de expulsão do país] como foi no passado. (…) Se eu for presidente, cubano que pedir asilo aqui vai ter.”

A legislação prevê o asilo político como forma de proteger qualquer cidadão estrangeiro que se encontre perseguido em seu território por delitos políticos, convicções religiosas ou situações raciais.


Fonte: Agência Brasil 

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Essa fala sim dá orgulho ouvir !

Major Olímpio tá mais do que certo…É hora de compor e buscar melhorias para os policiais 38

A  rebelião do WhatsApp contra o Major Olímpio

Soldados virtuais que ajudaram a eleger o capitão Bolsonaro condenam proximidade do senador com João Doria

Consuelo Dieguez

 

 

Os soldados dos grupos de WhatsApp de São Paulo, que ajudaram a eleger o capitão Jair Bolsonaro, do PSL, presidente do Brasil declararam guerra ao Major Olímpio, senador eleito por São Paulo também pelo PSL. A batalha travada com afinco no aplicativo, por onde eles se comunicam desde antes das eleições, começou com as recentes demonstrações de apoio do major ao futuro governador do estado, João Doria, eleito pelo PSDB. O pivô: Gilberto Kassab, do PSD. Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações de Michel Temer (e das Cidades de Dilma Rousseff) e réu na Lava Jato, Kassab foi escolhido por Doria para ser chefe da Casa Civil.

A braveza da infantaria do Whatsapp – formada, em grande parte, de empresários dos ramos da indústria e do agronegócio – não se concentrou em Doria, mas no futuro senador. “O major Olímpio se demonstrou um oportunista, se valendo de práticas da velhíssima política”, diz uma das mensagens, que continua num tom ainda mais agressivo. “Um político que há pouco tempo não tinha a mínima chance, nem projeção e é mais um dentre tantos que surfaram na onda Bolsonaro e se aproveitaram da mesma.” Outra mensagem irada avisa: “Só posso dizer que nunca mais irei votar nesses dois, e vou continuar a meter a boca em todos os lugares em que pedi voto para o Major Olímpio, chamando-o de traidor, que é exatamente o que ele é.” Major Olímpio contemporiza. Por meio de sua assessoria, disse que o encontro com Doria foi republicano e um dos assuntos tratados foi a indicação da deputada estadual Janaina Paschoal, sua correligionária, para a presidência da Alesp, a Assembleia Legislativa do estado.

Os grupos de WhatsApp em apoio a Bolsonaro – na casa de duzentos e com cerca de 250 integrantes cada um – foram formados em 2017. Em São Paulo, são comandados por duas figuras de destaque do agronegócio no estado: o ruralista Jorge Izar e Luiz Antônio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista, a UDR. Nabhan Garcia recentemente se envolveu num entrevero com o futuro ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, que pôs por terra suas pretensões de se tornar o ministro da Agricultura do novo governo. Espalhados por todas as cidades de São Paulo (sim, todas), e por vários outros estados, os grupos se formaram para angariar apoio para a candidatura Bolsonaro, marcar eventos, carreatas, além de defender e divulgar a candidatura de políticos do PSL para o Congresso Nacional e para as Assembleias Legislativas. O ativismo não se encerrou com o fim das eleições. O batalhão parece disposto a agir como fiscal dos candidatos que ajudaram a eleger. Entre eles, o Major Olímpio, cujo comportamento, diga-se, já vinha deixando muito bolsonarista descontente bem antes mesmo do fim do pleito.

A insatisfação com o major começou quando ele manifestou que, no segundo turno da disputa paulista, apoiaria o governador Márcio França, do Partido Socialista Brasileiro, o PSB. A legenda é considerada de esquerda pelos apoiadores de Bolsonaro. Olímpio não só fez campanha aberta para França, como convenceu a Polícia Militar do estado, corporação a qual ele pertenceu, a votar em peso no candidato. À época, os grupos bolsonaristas do WhatsApp defendiam o apoio a Doria e acusavam Olímpio de oportunismo – o major alegava que optara por França porque este estaria disposto a sustentar

os interesses corporativos da polícia e dos militares. Doria não era o candidato dos sonhos dos bolsonaristas. Tratava-se apenas de uma questão pragmática. O candidato do PSDB, disse um dos integrantes dos grupos, era mais palatável do que o “comunista Márcio França”, ou Márcio Cuba, como era chamado nas redes.

“É claro que quase ninguém ali tolerava o Doria”, me disse, muito irritado, um dos integrantes desses grupos. “Mas a alternativa ao Márcio França era o Paulo Skaf, que fez campanha usando e abusando do dinheiro da Fiesp, do Sesi e do Senai, instituições bancadas pelos empresários para servir aos interesses da categoria e não para projetos políticos pessoais do candidato.”

As “deslealdades” do Major Olímpio, segundo outro integrante desses grupos, não teriam acabado aí. Ele é acusado de ter tentado sabotar a indicação do general Hamilton Mourão como vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro. E de ter se aliado ao ruralista Nabhan Garcia, seu amigo pessoal, para enfraquecer a candidatura de Levy Fidelix, presidente do PRTB, o partido de Mourão, a deputado federal. Numa das recepções a Bolsonaro, no aeroporto de Presidente Prudente, Nabhan Garcia e Major Olímpio tentaram impedir que Levy Fidelix e o candidato do PRTB ao governo do estado, Rodrigo Tavares, subissem no caminhão que seguiria com o capitão em carreata pelas ruas da cidade. A turma do agronegócio se rebelou e, aos berros, exigiu que eles subissem no veículo. “Major Olímpio e Nabhan Garcia estavam tentando sabotar o PRTB para garantir a candidatura de França”, me disse esse integrante do grupo.

A pressão nos grupos de WhatsApp pode, por hora, não ter qualquer poder para prejudicar Doria ou o Major Olímpio com suas manifestações virtuais de revolta. Tanto que, em resposta à reação irada dos bolsonaristas, assessores do futuro governador entraram nas conversas e avisaram que a decisão de Doria em relação à indicação de Kassab era irreversível, o que foi entendido como provocação. “Por duas vezes, na semana passada, manifestei pessoalmente para uma pessoa muito próxima do João a decepção e o descontentamento geral com essa nomeação do Kassab. E pedi que ela fizesse chegar aos ouvidos dele a indignação da maioria dos seus eleitores, que não admitem uma figura como Kassab chefiando a Casa Civil do nosso estado. Kassab, ao unir-se a Lula e Dilma, já deu várias demonstrações de que está se lixando para o povo!”, postou uma eleitora indignada.

Existem dois sinais importantes nessa trincheira eletrônica. O primeiro é de que o agronegócio está rachado. De um lado, o pecuarista Nabhan Garcia e seus seguidores. De outro, os ruralistas ligados a setores mais mecanizados como o da soja, do sucroalcooleiro e o de papel e celulose, que se desentendem sobre quem deve ser o interlocutor do setor com o futuro presidente. O agronegócio foi um dos setores que primeiro embarcaram na candidatura do capitão, e lhe deu um expressivo suporte.

O segundo recado do embate virtual não é menos importante. Não se pode esquecer que foi pelo WhatsApp que esses grupos se mobilizaram para organizar as bem-sucedidas manifestações a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Também foi pelo tela a tela que Bolsonaro alcançou uma espetacular visibilidade – como candidato, ele tinha quase nenhum espaço na propaganda eleitoral na tevê, além de ter ficado praticamente fora da mídia tradicional nos últimos anos. Por tudo isso, o batalhão do WhatsApp bolsonarista se considera corresponsável pela vitória tanto do capitão quanto dos candidatos do PSL. E já demonstrou que continuará na ativa.

Consuelo Dieguez

Consuelo Dieguez, repórter da piauí desde 2007, é autora da coletânea de perfis Bilhões e Lágrimas, da Companhia das Letras

A prioridade na Polícia Civil é combater a corrupção, afirmam o presidente Bobby e a presidenta Alice…SECOLD’S já tem em todas as 70 Delegacias Seccionais: Setores Especializados de Coletoria e Distribuição…Quiáquiáquiá, lembrando do CaiPiraPor, ransquei lasca, sô! 52

O combate à corrupção é prioridade na Polícia Civil de São Paulo

Raquel Kobashi Gallinati e Gustavo Mesquita*

13 Novembro 2018 | 06h00

O aperfeiçoamento do combate à corrupção no País passa pelo fortalecimento das polícias judiciárias estaduais, o que significa incremento de autonomia, estabelecimento de mandato fixo para delegado geral, escolhido a partir de lista tríplice votada pelos delegados e outros quesitos não menos importantes que colaborem para barrar interferências políticas na atuação dos membros da Polícia Civil, a única instituição legalmente constituída em nível estadual para realizar a devida investigação criminal.

Legalidade, igualdade e dignidade são princípios e direitos garantidos pela Constituição Federal e estão ligados às atividades das polícias investigativas. O delegado de polícia, por ser o primeiro garantidor dos direitos do cidadão, precisa ter condições apropriadas e independência assegurada para a condução dos seus trabalhos, que lhes permitam adotar medidas legais necessárias em cada caso. A autonomia das polícias vai contribuir para o fortalecimento da democracia e o desenvolvimento da Segurança Pública.

Em sintonia com o desejo da população de combate à corrupção, os delegados de polícia paulistas, representados por suas entidades de classe, redigiram e entregaram ao governador eleito, João Doria, e aos então candidatos ao governo, sugestões de medidas para modernização da Polícia Civil. Vários itens apontam exatamente para tornar eficiente o combate à corrupção, a saber:

Contratação de pessoal especializado para exercer a chamada atividade meio e atendimento da Polícia Civil, especialmente no que tange às complexas atividades de licitação, liberando policiais para cuidar da investigação criminal; ampliação dos Setores Especializados de Combate aos Crimes de Corrupção – SECOLD’S em todas as 70 Delegacias Seccionais; descentralização da investigação de Crimes de Corrupção; Instalação de Laboratório de Lavagem de Dinheiro na Corregedoria da Polícia Civil.

A forte presença do assunto corrupção na pauta demonstra a importância com que é tratado pelos delegados de polícia do Estado de São Paulo. Para as entidades de classe de delegados civis, é preciso que existam operações “Lava Jato” em escala estadual, não só em São Paulo, mas em todas unidades da federação, para que a corrupção endêmica que assola a nação seja seriamente atingida por um trabalho especializado e implacável, inclusive com mudanças pontuais na legislação, a fim de que corruptores e corruptos sejam punidos de fato, de modo a servirem de exemplo para demais criminosos que desviam bilhões de reais dos contribuintes, montante que deveria ser investido no bem estar social, mas segue nas mãos sujas da corrupção e do crime organizado.

Nessa mesma toada, a realização do I Fórum Nacional de Inteligência Aplicada para o Combate à Criminalidade, organizado pelas entidades de delegados civis e federais de São Paulo, nos dias 12 e 13 de novembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, na região central de São Paulo (SP), com a presença de 1.000 delegados, é mais um indicativo de que as duas polícias estão em sintonia para não só atuarem contra os males da corrupção em todas as esferas, mas, sobretudo, trocarem informações a fim de aperfeiçoarem a investigação através de métodos e tecnologias que podem ser empregadas em situações semelhantes, mas de diferentes contextos, em ambas as instituições.

A Polícia Civil do Estado de São Paulo vive hoje um momento de expectativa positiva pelo que há de vir, tanto em âmbito estadual quanto nacional, em que se tem, aliás, a já confirmada presença do juiz Sergio Moro no Ministério da Justiça e Segurança Pública. É dentro desse escopo, o da esperança, que os delegados de polícia do Estado de São Paulo trabalham para melhorar, ainda mais, o seu papel enquanto garantidores de direitos do cidadão, para oferecerem à sociedade um ambiente mais justo, livre da criminalidade exacerbada e, principalmente, dos crimes financeiros cometidos por organizações, por vezes enraizadas no próprio estado. Todavia, com muito esforço e dedicação dos delegados e policiais civis, desde já podem ter a certeza de que estarão com os dias contados no envenenamento que tanto promovem contra o bem estar da sociedade.

*Raquel Kobashi Gallinati, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo

*Gustavo Mesquita, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/promotoria-desvenda-patrimonio-de-propinas-de-ex-chefe-de-agua-e-esgoto-de-ribeirao-preto/

Tesouro: Professor e militar são mais da metade dos inativos nos estados…( Com os militares e magistrados o Bolsonaro – muito honestamente – não vai mexer…Logo: o resto vai SIFU cada vez mais!…E porrada nos ativistas! 32

Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes

Brasília

13/11/2018 11h24

Mais da metade dos servidores aposentados nos estados são professores ou militares, categorias que contam com regras mais benevolentes para pedir o benefício. Integrantes dessas carreiras acabam passando para a inatividade mais cedo do que os funcionários das demais categorias, o que torna mais frequente a necessidade de reposição e eleva os gastos dos governos estaduais.

Os dados divulgados nesta terça-feira (13) pelo Tesouro Nacional mostram ainda que, em estados em graves dificuldades financeiras como Minas Gerais e Rio Grande do Sul, os professores e militares são mais de 80% dos aposentados.

Esse patamar elevado também é observado em Santa Catarina, um dos governos estaduais que recentemente avisaram à União que não cumprirão o teto de gastos (mecanismo que limita o crescimento das despesas à inflação).

A equipe econômica do governo já considera inevitável a negociação de um novo socorro, como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) na sexta-feira (9).

A estratégia que será sugerida à equipe do presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), é cobrar dos governadores apoio à reforma da Previdência. O déficit nos regimes de aposentadorias dos estados tem sido crescente e chegou a R$ 94 bilhões no ano passado, segundo os dados do Tesouro.

Na média dos estados, os professores são 50% dos inativos do Poder Executivo, enquanto os militares representam cerca de 15%.

As regras gerais de aposentadoria no país preveem a possibilidade de pedir o benefício após 35 anos de contribuição, se homem, e 30 anos de contribuição, se mulher. O benefício por idade, por sua vez, pode ser solicitado após 15 anos de contribuição, desde que a mulher tenha 60 anos, e o homem, 65 anos.

Os professores contam com regras mais benevolentes. Mulheres podem pedir a aposentadoria após 25 anos de contribuição, enquanto homens, depois de 30 anos de contribuição. Na prática, se uma professora ingressa muito cedo na carreira e se mantém no mercado sem períodos longos de interrupção, ela tem chances de se aposentar antes dos 50 anos.

Já os policiais militares podem se aposentar, em muitos casos, após 25 anos de serviço e com salário integral.

Em 2016, a expectativa de vida das mulheres chegou a 79,4 anos, enquanto a dos homens, a 72,9 anos. Em defesa da reforma da Previdência, o governo argumenta que os brasileiros estão vivendo cada vez mais e, como não há idade mínima obrigatória no país, passando um período cada vez maior de suas vidas na aposentadoria.

“Considerando as regras especiais de aposentadoria destas carreiras, as reposições de servidores tornam-se mais frequentes e onerosas”, diz o Tesouro no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais.

O órgão ressalta ainda que o número de professores aposentados cresceu em média 29% entre 2012 e 2017. Já a variação dos militares inativos no período foi de 33%. O aumento ficou acima da média das aposentadorias em geral nos Estados.

Considerando todas as carreiras do Executivo, o contingente de aposentados nos estados cresceu cerca de 25% em seis anos, mas há casos em que a variação foi ainda mais expressiva, como em Goiás (45%), Acre (76%), Bahia e Espírito Santo (ambos com 37%) e Mato Grosso do Sul (35%). “Isso caracteriza situação alarmante tanto quanto à reposição de servidores quanto em questão previdenciária”, afirma o Tesouro.

Ao todo, dez de 22 estados que informaram a alíquota previdenciária praticada pelo governo já cobram mais de 11% como contribuição como tentativa de sanar o problema do crescente déficit. O Tesouro alertou, porém, que essa saída tem efeito limitado e não foi suficiente para frear o avanço do rombo na Previdência.

Melhoramos ao ter um general à frente da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo 43

Doria esquece promessa a policiais e coloca general na Segurança Pública de SP

General da reserva João Camilo Pires de Campos assumirá a pasta a partir de janeiro de 2019

Artur Rodrigues
São Paulo

O governador eleito João Doria (PSDB) anunciou nesta terça-feira (13) o general da reserva João Camilo Pires de Campos para comandar a Secretaria da Segurança Pública do estado de São Paulo. A indicação foi antecipada pela Folha na semana passada.

Campos foi um dos responsáveis pela área de segurança do programa de governo de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República e passou para a reserva após 48 anos de serviços no Exército.

Novo secretário de segurança, João Camilo Pires de Campos, em evento no Palácio dos Bandeirantes em 2017
Novo secretário de segurança, João Camilo Pires de Campos, em evento no Palácio dos Bandeirantes em 2017 – Ze Carlos Barretta/Folhapress

Ao anunciar o general, o tucano descumpre promessa de campanha de colocar um policial à frente da pasta. “Nós melhoramos, evoluímos nossa ideia e melhoramos ao ter um general à frente da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo”, disse o tucano nesta terça. “Nós teremos um secretário executivo da Polícia Militar e uma secretaria executiva com um policial civil”.

Com general, SP sinaliza início de militarização nacional da segurança 33

Avanço da crise deu mandato ao discurso de endurecimento de Bolsonaro, Doria e Witzel

Igor Gielow
São Paulo

A indicação do general João Camilo Pires de Campos para a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo é o sinal mais vistoso de um movimento de integração nacional do combate ao crime organizado pela via ainda informal da militarização.

Não é algo que conste num plano por escrito, mas está nas entrelinhas de conversas de envolvidos com o tema em Brasília e nos principais estados ao longo da campanha eleitoral de 2018.

O general de Exército João Camilo Pires de Campos em solenidade no Palácio dos Bandeirantes, em SP
O general de Exército João Camilo Pires de Campos em solenidade no Palácio dos Bandeirantes, em SP – Zé Carlos Barretta/Folhapress
A sinalização dada pelo eleitorado em favor do endurecimento no combate à violência, bandeira tanto de Jair Bolsonaro (PSL) como de João Doria (PSDB-SP), Wilson Witzel (PSC-RJ) e outros, abriu o caminho para a ideia de alguma coordenação nacional na área.

De tanto serem convocadas a tapar buracos país afora nas chamadas GLOs (operações de Garantia da Lei e da Ordem), quando os militares atuam como polícias nas ruas, as Forças Armadas são repositório natural de experiência com a agudização da crise na segurança.

De 1992 a setembro de 2018, foram 133 operações, metade de 2005 para cá. No total, o grupo violência urbana e greve de PMs responde por 38% das ações, empatando na liderança com requisições para grandes eventos.

Antes do general Campos, já havia sido indicado para o mesmo cargo, no Paraná, o general Luiz Carbonell, que serviu na área de comunicação da antiga missão brasileira no Haiti. O estado é central nas investigações de lavagem de dinheiro de todo o país, como a Operação Lava Jato provou, e está na rota do tráfico internacional de drogas no país.

No Rio, Witzel já disse que pretende elevar as duas polícias ao status de secretaria e extinguir o atual posto. Mas a situação lá é peculiar, pois a intervenção federal na área desde fevereiro tratou de aplicar métodos militares a problemas tão diversos como corrupção em batalhões e falta de equipamento.

Se os resultados finais da ação são controversos, o legado do trabalho do interventor Walter Souza Braga Netto é avaliado como positivo tanto no estado quanto no governo federal: reequipamento, diagnóstico e melhoria na administração penitenciária.

Esse arcabouço fica, independentemente de Witzel chamar o problema para si. E Braga Netto estará ao lado, reassumindo o Comando Militar do Leste. A intervenção termina em 31 de dezembro.

Em Minas, para fechar o triângulo do Sudeste, a expectativa é a de que o eleito, Romeu Zema (Novo), entre também no clube da militarização. Ele só deve anunciar seu secretariado na semana que vem.

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PONTA DE LANÇA

A disposição do governo Doria de fazer dobradinha com a Brasília de Bolsonaro poderá azeitar cooperações e servir de ponta de lança para o país. A ideia tem muita simpatia entre envolvidos da Defesa na transição de governo.

Restará saber como isso se encaixaria nacionalmente. O superministério que está desenhado para o juiz Sergio Moro irá reincorporar a Segurança Pública, extirpada da Justiça no começo do ano.

A ideia em estudo é incluir áreas de inteligência financeira e controle de movimentações atípicas de valores. Isso, a volta da Polícia Federal para a Justiça e os prováveis integrantes da equipe de Moro dá um caráter “Lava Jato” ao ministério que não parece ter conexão natural com a atividade mais militarizada que se vê nos estados.

Essa parece ter mais a ver com o caráter de fusão de dados do Gabinete de Segurança Institucional que ficará com o general Augusto Heleno, caso Bolsonaro não mude de novo de ideia —o militar da reserva havia sido anunciado como seu nome para a Defesa.

Hoje, o GSI concentra informações de agências de inteligência, tendo alcance nacional: é tecnicamente o único órgão capaz de antever movimentos pulverizados como greves de caminhoneiros.

Se uma estratégia nacional envolvendo os estados de ponta do combate ao crime, hoje personalizado na potência transnacional que se transformou o PCC, for funcionar, terá de harmonizar esses perfis.

A crítica é esperada caso o processo vá em frente: será acusado de ser a volta a um passado marcado por abuso e violência. Na ditadura (1964-1985), as PMs eram forças de reserva do Exército, comandadas usualmente por coronéis da Força —em São Paulo, o último no cargo foi o polêmico Erasmo Dias (1974-1979).

Desde a redemocratização de 1985, as PMs passaram por um lento e difícil processo de adaptação à nova realidade. Foram feitas tentativas de “desmilitarização”, palavra de uso fácil mas para a qual nunca houve método claro.

Especialistas em segurança criticam o fato de o processo nunca ter sido levado a cabo, com a manutenção corporativa dos braços civis e militares —teoricamente com funções separadas, mas sempre em conflito e se sobrepondo.

Nos anos 1990, com episódios como o massacre da Casa de Detenção do Carandiru (1992), o governo aplicou anos de políticas visando conter a letalidade em São Paulo. No Rio, a corrupção generalizada gestou o fenômeno das milícias ligadas a policiais e um ambiente de morticínio que a intervenção federal não conseguiu melhorar.

hmias de violência que, de tempos em tempos, obrigam intervenções federais. Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, para ficar em alguns, viveram greves de policiais ao longo dos anos, flertando com caos civil. Crises penitenciárias viraram o segundo nome para acertos de contas de facções.

Isso tudo ajudou a desembocar, entre tantos outros fatores, na onda à direita das eleições deste ano. Não só no Executivo: mais do que dobrou, de 12 para 28, a bancada eleita com carreiras na segurança pública.

O temor de entidades de direitos humanos também é óbvio: o ambiente pode ficar mais permissivo à letalidade, vide os discursos dos eleitos —Witzel quer “abater bandidos”, Doria fala em “polícia na rua” e Bolsonaro defende isentar policiais de julgamento caso matem em serviço.

Resumo da operação: Tiras de Minas em concurso com o “estelionatário” planejavam roubar os dólares do empresário Paulista; o chefe da escolta meteu bala no mineiro safado…Os dois morreram e os demais sifuderam e sifuderão ainda mais…O empresário rapidamente escondeu os dólares que tentava vender na alta; sairá impune…E não ajudará os policiais em nada! 37

Caso típico de torpeza bilateral: o empresário com grande estoque de dólares em baixa e um estelionatário pagando muito acima do que qualquer doleiro pagaria,  objetivando concretizar a arapuca.

Ele e os policiais civis de Minas se dariam muito bem; se não tomassem todas as verdes americanas , certamente, um bom quinhão delas meteriam nos bolsos.

Não esperavam uma escolta formada por policiais.

Resultado: tiroteio, vexame para as instituições e cadeia para os protagonistas.

Aos policiais civis de São Paulo:, não alimentem falsas ilusões.

Serão todos demitidos, na melhor das probabilidades – assim como o signatário – na forma do art. 74, II, da LOP.

Contratem um bom criminalista; de preferência de Minas Gerais ( mais prático e mais barato ) .

Se forem colocados em liberdade aproveitem o período – como policiais no aguardo da demissão-  para buscarem novas oportunidades profissionais.

Caso lhes devolvam a funcional e a arma não percam as poucas oportunidades ….( entenderam, né ? )

A PC Já era pra vocês!

Não acreditem em vendedores de fumaça, a demissão é certa  até para aqueles que não foram presos.

Era só um bico honesto como outro qualquer , ninguém de vocês era obrigado a saber detalhes sobre os negócios do contratante.

Mas deram azar !

Por fim, Delegado de Polícia que honra o distintivo não faz segurança nem sequer para o Papa!