E agora José Datena, o que você acha de ser esculachado sem provas como você arrogantemente faz rotineiramente contra muitos inocentes? ….Olha, do jeito que tu é folgado, penso que a moça tá falando a verdade; ainda que você não quisesse leva-lá para a cama…Ministério Público, acompanhe a apuração “in loco” 24

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Nota do Flit:

Eu também defendo todas as mulheres do mundo, mas nem por isso deixei o pecaminoso desejo de comer um monte delas.

Por outro lado, quem invoca Deus em questões judiciais, de regra,  MENTE!

É o primeiro e o último recurso do culpado.

Ainda que jure sobre a Bíblia, de se ver os  políticos falsos , os falsos sacerdotes e, agora,  os falsos espíritas.

Renúncia, já ! – O nosso presidente – com a graça de Deus – ainda será o General Mourão, muito mais sábio e capacitado para o cargo…( Mas dá as suas caneladas! ) 10

Em 1º dia, Mourão mostra atitude e opiniões diferentes de Bolsonaro

Alan Santos/PR

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, transmite o cargo ao vice-Presidente, general Hamilton Mourão Imagem: Alan Santos/PR

Gustavo Maia e Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

21/01/2019 22h22

Antes mesmo de completar 24 horas no exercício da Presidência da República, o general Hamilton Mourão (PRTB) já externou nesta segunda-feira (21) estilo e pontos de vista diferentes dos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no posto.

Bolsonaro transmitiu o cargo interinamente ao vice-presidente na noite de domingo (20), quando embarcou rumo ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Horas depois, por volta das 9h10, Mourão chegou descontraído ao Palácio do Planalto e se deparou com repórteres que o aguardavam. Ao ser questionado sobre a expectativa para o primeiro dia como presidente em exercício, comemorou a vitória do time de coração, o Flamengo, na noite anterior.

“Só queria dizer o seguinte: é com extrema satisfação que o Flamengo venceu ontem e o Botafogo perdeu. Um abraço aí”, brincou, para então entrar em seu gabinete no anexo da Vice-Presidência, de onde continuará a despachar enquanto Bolsonaro estiver na Europa.

Presidente em exercício, Mourão celebra vitória do Flamengo

UOL Notícias

O comportamento do presidente no Planalto tem sido mais reservado, principalmente desde as mais recentes revelações sobre as investigações que envolveram seu filho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Antes de ir trabalhar, Mourão usou o Twitter para “expressar a honra de estar no exercício da Presidência da República” e prometeu “manter a posição”.

Também no início da manhã, ele deu uma entrevista por telefone de 20 minutos à Rádio Gaúcha, em que defendeu um aumento no tempo mínimo de serviço na ativa para militares para 35 anos.

Durante a campanha, Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, se manifestou contra mudanças nas normas para os militares. Desde que assumiu o cargo, no entanto, ainda não se manifestou sobre o tema –que inquieta as Forças Armadas, contrárias a mudanças nas regras. Atualmente, para irem para a reserva –semelhante a uma aposentadoria–, os integrantes da categoria têm que trabalhar por, pelo menos, 30 anos.

Na entrevista, Mourão defendeu ainda que o decreto editado na última segunda (14) por Bolsonaro para ampliar a possibilidade de posse de armas não foi uma medida de combate à violência, e sim o atendimento de uma promessa de campanha.

Na semana passada, Bolsonaro criticou o que chamou de “falácias” sobre o decreto e disse, nas redes sociais, que a pior delas é a de que a iniciativa não resolve o problema da segurança pública no país.

Relação com a imprensa

Nos 20 primeiros dias do seu mandato, Bolsonaro só participou de um “quebra-queixo”, apelido dado por jornalistas a breves –e geralmente improvisadas– entrevistas coletivas. A segunda conversa com a imprensa ocorreu nesta segunda, já em Davos, e foi compartilhada nas redes sociais do presidente.

Entre uma e outra, ele concedeu apenas duas entrevistas, ao SBT e a um programa de televisão da Itália, esta por videoconferência, após a extradição do terrorista Cesare Battisti.

O general Mourão, por sua vez, concede entrevistas quase diárias desde que tomou posse como vice-presidente.

Ele manteve o costume de almoçar no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência, onde mora com a mulher, a cerca de cinco minutos de carro do Planalto. Na saída para casa, parou para falar com a imprensa que o aguardava e respondeu a todas as perguntas feitas.

Antes de entrar no carro rumo ao Jaburu, posou e acenou para as lentes dos fotógrafos do outro lado da rua no estacionamento interno do Planalto. Em determinado momento, pediu que um de seus seguranças se abaixasse para não atrapalhar os registros.

“Abaixa aí, abaixa aí, Flávio”, falou, e seguiu fazendo gesto de joia com as mãos.

Na volta do almoço, ele se deparou novamente com fotógrafos e cinegrafistas de “plantão” no acesso do gabinete da Vice-Presidência e brincou com os repórteres. “O pessoal é resiliente, vou dizer uma coisa pra vocês”, disse Mourão, sorrindo.

No início da noite, voltou a falar com a imprensa, sobre o discurso que Bolsonaro fará em Davos nesta terça, sobre o caso envolvendo Flávio Bolsonaro e sobre a reforma da previdência.

Mourão diz que Bolsonaro vai mostrar em Davos que não é ‘Átila, o Huno’

UOL Notícias

Agendas

No início da manhã, o presidente em exercício recebeu o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que não constava inicialmente em sua agenda. À tarde, teve audiências com os embaixadores da Alemanha, que saiu do encontro dizendo que quer melhorar uma “reputação do Brasil que pode ser meio errada”, e da Tailândia.

Nesta terça, Mourão viaja pela manhã ao Rio de Janeiro para participar da passagem de Comando do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, e volta para Brasília depois do almoço. À noite, ele é convidado de um evento da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, a ser realizado em um hotel na capital federal.

O vice-presidente deve permanecer na Presidência interina até sexta (25), quando Bolsonaro voltará de Davos. Na semana que vem, porém, Mourão deve voltar a exercer o cargo, porque o presidente será submetido a uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia que ele usa desde que foi esfaqueado durante um ato de campanha eleitoral em setembro do ano passado.


Não estou torcendo por golpe, muito menos para que o titular morra!

Mas do jeito que vejo as coisas acabará impichado por conta dos escândalos protagonizados pela família. 

Aliás, se tivesse moral renunciaria.  

Americanos bonzinhos parceiros dos Bozonaros – A ultrapassada Chevrolet ameça fechar fábricas no Brasil se não voltar ao lucro exorbitante dos tempos que vendia suas carroças obsoletas por não haver grande concorrência…( Fecha não, vende para os China! ) 20

GM ameaça sair do país se não voltar ao lucro

Divulgação

 

Linha de produção da fábrica da GM em São Caetano do Sul, no ABC paulista Imagem: Divulgação

Cleide Silva

São Paulo

19/01/2019 15h43

Em comunicado enviado aos funcionários por email e também fixado no quadro de avisos das cinco fábricas do grupo no Brasil, o presidente da General Motors (GM) Mercosul, Carlos Zarlenga, informou na sexta-feira (18) que “investimentos e o futuro” do grupo na região dependem da volta da lucratividade das operações ainda este ano. O aviso foi entendido pelos trabalhadores como uma ameaça de deixar o país.

No comunicado, Zarlenga reproduziu matéria publicada na semana passada pelo jornal “Detroit News” afirmando que, ao divulgar o balanço financeiro de 2018 aos acionistas, a presidente mundial da companhia, Mary Barra, deu sinais de que está considerando sair da América do Sul, onde mantém fábricas no Brasil e na Argentina.

“Não vamos continuar investindo para perder dinheiro”, disse a executiva. Segundo ela, os maiores mercados sul-americanos continuam sendo desafiadores e “partes interessadas” na região trabalham com a empresa para tomar ações necessárias para melhorar o negócio “ou considerar outras opções”.

Zarlenga afirmou que a GM teve prejuízo significativo de 2016 a 2018 e que “2019 será um ano decisivo para nossa história”. Segundo ele, a empresa vive momento crítico “que vai exigir importantes sacrifícios de todos”.

Um plano que foi apresentado à matriz requer apoio do governo, concessionários, empregados, sindicatos e fornecedores. “Do sucesso desse plano dependem os investimentos da GM e o nosso futuro.”

Procurada, a assessoria da empresa não comentou o assunto.

Montadora é líder de vendas no país

A GM é líder em vendas no mercado brasileiro há três anos e modelo Onix, fabricado em Gravataí (RS), é o carro mais vendido no país.

Em fevereiro de 2018, a empresa anunciou R$ 1,2 bilhão de investimentos na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista, para ampliar a capacidade produtiva de 250 mil para 330 mil unidades ao ano. O montante faz parte de um plano de R$ 13 bilhões que foram aplicados no País nos últimos cinco anos.

Fábrica no ABC está em férias coletivas

Na fábrica do ABC, os cerca de 4.500 funcionários da área produtiva estão em férias coletivas desde 23 de dezembro e só retornam no dia 28.

“A produção está parada porque a fábrica está sendo preparada para a produção de novos veículos”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva, que recebeu o comunicado de Zarlenga com apreensão. Ele foi convocado para uma reunião com a direção da GM na próxima semana.

Silva afirmou que, em relação aos trabalhadores, já houve nos últimos anos muitas negociações em que abriram mão de benefícios. “Por exemplo, já criamos uma nova tabela com salários mais baixos para iniciantes, flexibilizamos as regras para funcionários com doença profissional e aceitamos redução do adicional noturno”, disse o sindicalista. “O que mais querem de nós?”

Nova família de veículos

Na semana passada, na divulgação do resultado financeiro para a imprensa americana, Mary Barra anunciou o lançamento de uma nova família global de veículos para serem produzidos e vendidos na China, México e América do Sul.

Na ocasião, ela disse que a GM reduziu sua rentabilidade em 40% na América do Sul, mas ressaltou que “com a Chevrolet como líder de mercado, a companhia está bem posicionada para melhorar no atual ambiente macroeconômico”.


Aí Bozonaristas, os americanos preferem vender fazer negócio com a China!

Se eu fosse cidadão comum, não deixaria a arma no cofre, diz Major Olimpio 13

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL

“Necessariamente, ando armado. O tempo todo. Arma e plano de saúde você tem que ter, mas é melhor não usar”, diz senador Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

19/01/2019 04h00

Senador mais votado por São Paulo em 2018, Major Olimpio é o presidente regional do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Policial militar aposentado e eleito deputado federal em 2014, o parlamentar afirma que conseguiu a vaga no Senado Federal por estar em um projeto com o novo presidente. “As pessoas acabaram me elegendo em função da identificação com o Jair Bolsonaro”, afirmou em entrevista exclusiva ao UOL na sede paulista do partido, na zona norte da capital.

Olimpio considerou o decreto que flexibiliza a posse de arma de fogo para a população, assinado por Bolsonaro na última terça-feira (15), como “um avanço”. No entanto, segundo ele, o ideal seria que o decreto alterasse as condições para a importação de armas e munições, que houvesse um recadastramento das armas existentes do país e que não houvesse o artigo que determina que, para a posse, o cidadão deve ter um cofre ou local com trava de segurança. Segundo ele, se ele fosse um cidadão civil, com posse, não respeitaria essa determinação.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

“Achei essa questão do cofre absolutamente inútil na legislação. Cofre ou compartimento com tranca. Primeiro lugar, você põe na lei uma coisa que objetivamente tem uma razão de ser. Quem vai fiscalizar isso? Ninguém. E você já tem no artigo 13 do Estatuto do Desarmamento o crime chamado omissão de cautela: aquele que deixar a arma acessível para criança ou adolescente ou alguém com qualquer espécie de deficiência mental, está sujeito a uma condenação de um a três anos. Achei de uma grande inutilidade. O ideal seria não ter esse artigo”, afirmou à reportagem em entrevista realizada na sexta (18).

Se eu fosse um cidadão comum, eu não deixaria num cofre. Eu [atualmente] deixo onde ela não esteja acessível. Hoje, eu não tenho crianças em casa, mas quando eu tinha, ela ficava onde eu teria condição de manusear. Hoje, ela está do meu lado, na minha cama, comigo dormindo. No banheiro, por razões óbvias, enquanto estou tomando banho, ela não está comigo, mas está em condições que eu possa acessá-la para defender minha família. Necessariamente, ando armado. O tempo todo. Arma e plano de saúde você tem que ter, mas é melhor não usar

Olimpio afirmou ter apoiado o decreto e entendido que o governo planeja “mexer no regulamento do estatuto de maneira escalonada”. Ele afirmou considerar um avanço importante a assinatura do decreto e disse avaliar como positivo o “direito do cidadão de bem se defender e defender sua família”.

“Se eu precisar dar tiro em marginal, vai acontecer. Já precisei. Algumas vezes. Ocorrências mais do que naturais na vida policial. E não sei o número de vezes que tive que sacar a arma, que protegi a vítima e desestimulei criminosos. Já tive ocorrências com reféns, em que fiz o gerenciamento de crise por quatro horas, cara a cara, com criminosos assaltando uma agência dentro da Secretaria da Fazenda.”

“Um dos marginais chegou a passar a pistola na minha cabeça e falava para o outro: você já viu a cabeça de um gambé [termo utilizado por criminosos para falar sobre policial] tão perto para estourar? Se eu pudesse, tinha matado os dois. Mas tinha uma responsabilidade muito maior, que era defender a vida das pessoas. E até a minha. Sou muito prático com relação a isso: não estimulo a violência, mas entendo que o estado e o policial têm que dar demonstração de força, não de violência. Igual ou maior que a do bandido. Se não, o bandido não respeita”, afirmou.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

PSDB é tão perigoso para o policial quanto PCC, diz Olimpio

O senador eleito ficou marcado pelas críticas ao governo de São Paulo, quando tinha Geraldo Alckmin (PSDB) à frente do Executivo. Durante a campanha eleitoral de 2018, se manteve contra os tucanos até o fim do segundo turno.

Olimpio chegou a apoiar publicamente a candidatura do então governador Márcio França (PSB) porque do outro lado estava um tucano: Doria. O apoio a França impulsionou, inclusive, o atrito com a deputada federal eleita pelo seu próprio partido, Joice Hasselmann. Ela se manteve ao lado de Doria durante todo o segundo turno e chegou a convidá-lo para o partido de Bolsonaro.

O João Doria tem uma posição consolidada no PSDB, em que ele acabou sendo a maior liderança do partido no Brasil e dominando o partido. Então, não vejo a possibilidade de ele migrar de partido. Isso não aconteceria

12.nov.2018 - Divulgação
João Doria (PSDB) e Major Olimpio (PSL) se encontraram após resultado da eleição de 2018 Imagem: 12.nov.2018 – Divulgação

“Institucionalmente, temos que conviver bem. Não dá para dizer que estou defendendo o estado sem perguntar a ele, governador, as necessidades do estado. Vivemos em harmonia. Fui dizer para ele que o partido estará neutro na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e que vai discutir todos os projetos de forma neutra. Sem toma lá, dá cá, sem secretaria, sem nada”, complementou.

Para Olimpio, o governo do PSDB “maltratou policiais paulistas por 24 anos”. “Foram os piores inimigos da polícia de São Paulo. Então, se for para fazer uma avaliação: o que é mais perigoso para o policial: o PSDB ou o PCC (Primeiro Comando da Capital)? O PSDB foi matando aos poucos. Vai matando aos poucos na política salarial, na falta de atenção. O PCC mata na hora, assim que consegue. Espero que [com João Doria] mude isso. Eu só posso torcer. Na segurança pública, a gente nunca torce para o jacaré no filme do Tarzan. Não dá para fazer política partidária numa questão tão séria que envolve vida e morte, numa área tão séria como a segurança pública. Eu torço para dar muito certo. Essa é uma expectativa”, afirmou o policial aposentado.

Segundo Olimpio, os governantes das esferas estadual e federal, que estiveram no poder nos últimos 25 anos (desde que o PCC passou a existir), têm parcela de culpa na expansão da facção criminosa. Segundo investigação do MP (Ministério Público) paulista, o PCC está em quase todo o país, de forma mais violenta, e é o principal grupo criminoso na exportação de cocaína para o exterior. “Houve omissão generalizada de todos os poderes constituídos. Mas não tenho a menor dúvida de que é possível controlar o PCC. Basta o governo assumir o seu papel em todos os níveis. Precisamos de legislação mais dura para lideranças criminosas”, defende.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

De acordo com o senador eleito, um enfrentamento ao crime organizado de São Paulo não deve trazer uma nova onda de ataques, nos moldes de maio de 2006, quando mais de 500 pessoas morreram em atos violentos em menos de um mês. No início deste ano, o Ceará determinou uma série de ações contra as facções locais e convive, até este 18º dia do ano, com ataques violentos e presença de homens da Força Nacional de Segurança.

“Em 2006, eu estava na ativa. O estado se escondeu naquele momento. O crime dominou por 12 dias. Sabemos o tamanho do terror. Já se tinha informações que poderiam ter ataques naquela sexta-feira fatídica que teve início. Não avisaram os policiais. Saíram milhares de policiais de serviço pegando transporte público, pegando carona na estrada. Alguns foram mortos por covardia e omissão das autoridades constituídas. A polícia paulista está calejada sobre isso”.

25 dias preso por “algazarra” antes de se formar

Major Olimpio se formou oficial da Polícia Militar de São Paulo em 1982. Até um dia antes da formação, ele era considerado o principal policial daquele ano — o que significaria cargo de destaque no decorrer dos anos. Mas a noite anterior à sua formação causou a perda do privilégio por conta de uma “farra” promovida pelos policiais formados naquele ano.

“Depois de cinco anos de academia, eu fui o primeiro colocado da turma o tempo todo. Na véspera da formatura, tivemos uma comemoração, chamada tradicionalmente de Noite de São Bartolomeu. Os formandos faziam algazarra. Naquele momento, essa algazarra da madrugada acabou gerando que eu fosse retirado de ser o primeiro colocado da turma e tirei 25 dias de cadeia. A minha carreira já começou torta no primeiro dia do oficialato”, afirmou o major.

Nós saímos para a confraternização, comemorar num bar. Depois, fomos pernoitar na academia, porque a formatura era logo pela manhã. De verdade, a única coisa que eu fiz: eu estava na traseira de uma caminhonete, sentado. Só que os carros, para ingressar na Academia do Barro Branco [onde os oficiais da PM se formam em SP], o primeiro da fila resolveu, ao invés de ir para o estacionamento, ir para o pátio central da academia. E os outros carros o seguiram. E começaram a dar cavalo de pau no pátio. Aquilo acordou a academia toda e os que estavam nos alojamentos. Teve rojões que seriam usados para a comemoração do dia seguinte, até bombas que estavam guardadas, bombas de gás, bomba de fumaça. Começaram a jogar no pátio. 

“E eu, sentado na traseira de uma caminhonete, não poderia nem ter feito algo para evitar isso. Eu era o primeiro colocado da turma, em tese, eu era o superior de todos. Só que o comandante da academia também estava pernoitando na academia, tocou o alarme, colocaram todo mundo em forma. Ele já me esculachou na hora. E, naquele momento, resolveram, na madrugada, me trocar para segundo colocado da turma, não deu nem tempo de falar para a família”, relembrou o hoje major aposentado, sorrindo. “Eu fiquei preso no quartel onde eu me apresentei. Então, você imagina: alguém que está se formando, já chega com 25 dias de prisão”, complementou.

Olimpio afirma que revê sua trajetória com orgulho, mas não recomenda a nenhum policial em início de carreira que faça o mesmo. “Eu cheguei no posto de major, mas, ao longo da carreira, por essa forma de eu proceder, e de dizer publicamente as necessidades, e reivindicar a despeito dos regulamentos duros do Código Militar –esclarecendo que eu nunca fui processado pela legislação militar, sempre fui no limite– quase que a totalidade da minha turma, que eram 110, já tinham me pulado na carreira”, disse.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

“Então, eu não recomendo que nenhum jovem idealista como eu entre na Academia do Barro Branco ou na Escola de Soldados para ter o meu perfil. Conto a minha história, mas não recomendo. Eu fui transferido inúmeras vezes, fui punido. A punição, muitas vezes da transferência, acaba punindo junto a família, pela ausência. Eu vi meus companheiros de carreira ascenderem”, afirmou. Segundo ele, seu maior sonho, atualmente, é terminar a carreira “morando tranquilamente na Ilhabela (litoral paulista)”

Não ame a Polícia ou sua carreira, enganação para manter os policiais submissos e ganhando menos do que deveriam…Enquanto os mais espertos enriquecem com o sangue dos abnegados! 11

Não ame o seu trabalho ou sua carreira, isso é uma armadilha

O maior truque do mundo moderno foi inventar a ideia de que se deve amar o que se faz

UOL/FOLHA SP

Rodrigo Zeidan

 

Não ame seu trabalho ou sua carreira. É uma armadilha.

O maior truque do mundo moderno foi inventar a ideia de que as pessoas devem amar o que fazem. Vestir a camisa da empresa, criar uma identidade baseada no emprego e colocar as prioridades da empresa acima das suas são somente formas de entregar renda extra para empresas que, na maioria das vezes, não devolvem a lealdade que cobram dos empregados.

Funcionários em prédio de escritórios em Canary Wharf, Londres
Funcionários em prédio de escritórios em Canary Wharf, Londres – Toby Melville – 17.nov.17/Reuters

Vários estudos comprovam que trocar de empresa é a forma mais eficiente de subir na carreira e ganhar mais. Como as empresas fazem para manter os empregados ganhando menos do que poderiam? Criando a ideia de vestir a camisa e cobrando lealdade.

Já cansei de receber colegas que queriam investir no seu desenvolvimento, talvez mudando de empresa ou carreira, mas pediam que eu não comentasse nada com seus chefes. Afinal, pensar em sair da empresa é traição!

É impressionante a presença da ideia de que nossa identidade DEVE estar ligada à nossa profissão. Pior, dizemos aos nossos filhos que eles devem sempre seguir o que amam, buscando no trabalho a realização pessoal. Mas nossa identidade não deveria depender do emprego. O salário deveria ser um meio de realizarmos o que queremos, e não um fim em si mesmo.

Claro que não amar o trabalho não significa ser um robô que trabalha somente em troca de salário. Respeitar os colegas, ajudá-los a subir na carreira e buscar relações nas quais a empresa e nós saiamos ganhando deveria ser o padrão. Mas não é. Não devemos jurar lealdade a uma entidade que muitas vezes não tem memória.

Pior é que, mesmo no caso de empresas familiares, colocar a empresa acima de tudo acontece. Cansei de ver famílias brigando porque o fundador colocava a saúde da empresa acima dos desejos e das habilidades dos familiares. E funcionários de empresa envolvida em casos de corrupção defendendo cegamente a organização.

Sou um medíocre jogador de tênis, basquete e role-playing games, leitor voraz de quadrinhos, ouvinte de thrash metal, visitante constante de museus, viajante incansável e muitas outras coisas antes de ser um professor de economia. Viveria feliz fazendo essas coisas se não precisasse trabalhar para viver.

Estudo muito para me manter atualizado na minha profissão, mas ela não me define. Busco criar relações de ganha-ganha com as empresas, mas sempre mantenho abertas opções para não tomar uma rasteira (e crescer na carreira). Isso não me impede de ficar anos na mesma empresa, mas numa constante renegociação informal na qual não só um lado ganha.

No fundo, devemos dizer à nova geração: se concentre no que você tenha aptidão e que vá ter mercado no longo prazo. Busque ser feliz com outras coisas que não o trabalho. E gaste algum tempo criando opções de empresas e até carreiras. Só assim para que haja um equilíbrio saudável entre trabalho e lazer que permita que as pessoas tenham carreiras (e não somente empregos) e não se descubram acorrentadas a um emprego que só suga e pouco devolve. Há como ser o melhor no que se faz sem amar o trabalho.

Esse truque moderno de culpar as pessoas que buscam seus sonhos fora da empresa só tem um objetivo: retirar dinheiro do seu bolso. Afinal, quem não quer alguém supermotivado que vai trabalhar por um salário mais baixo porque ama o que faz?

A não ser que de bom grado você queira construir uma identidade na qual o emprego lhe defina, fuja dessa armadilha.

Rodrigo Zeidan

Professor da New York University Shangai (China) e da Fundação Dom Cabral. É doutor em economia pela UFRJ.

Tal pai, tal filho! – O transviado Flávio Bolsonaro não é corrupto…É apenas um bom filho obediente aos comandos de Jair Bolsonaro 239

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De se considerar que o PM Queiroz ,  “personal arrecadador”   de verbas desviadas do Erário,  por meio de assessores parlamentares do então deputado estadual Flávio , os quais , evidentemente, repassavam grande parcela de seus salários ao padrinho , sempre esteve a serviço do amigo de longa data: o então deputado federal Jair Bolsonaro.

Aliás, Jair Bolsonaro afirmou publicamente  que é amigo do intermediário de peculatário desde 1984; o suspeito Flávio Bolsonaro nasceu em 1981.

Obviamente, o então deputado  federal Jair era quem apadrinhava  Queiroz para essas e outras  “funções” de assessoria parlamentar.

E aparentemente recebia uma parcela da propina sob a denominação “pagamento de empréstimo”, inclusive!

Além de ter familiares do “personal arrecadador” nomeados em Brasília, os quais, por sua vez, provavelmente faziam parte desse escabroso esquema criminoso.

Diga-se , toda a família , há muito , deve ter  se locupletado ilicitamente com tal modalidade de peculato.

Daí resultando o milionário patrimônio dos Bolsonaros.

Infelizmente, independentemente do que o Poder Judiciário venha a decidir ; se e quando o Bolsonarinho for processado, trata-se de vetusta modalidade de peculato praticada pelos políticos mais inescrupulosos do Brasil.

Ah, mas se cair na mão do FUX a absolvição é certa!

E todo mundo é inocente até condenação em segunda instância…

Verdades, criminalmente falando!

E o FUX é carioca, né?

Contudo, socialmente e politicamente os Bolsonaros são mais do que culpados.

As provas são mais do que suficientes para que sejam politicamente execrados.

Tristemente tais fatos foram escondidos da sociedade que de boa-fé os elegeu para salvar o país da corrupção.

Quem ainda lhes dá crédito ou não tem inteligência, não tem vergonha ou é tolo!

Infelizmente, também, é induvidoso que Flávio aprendeu tudo o que sabe sobre  práticas políticas indecorosas tendo o pai como exemplo e mestre.

Os outros filhos não devem ser nada diferentes…

Diz o ditado: “like father, like son“!

Assim, em família de político desonesto o “normal não é ser heterossexual”, o normal é ser ímprobo demagogo.

Portanto não duvido que o Bolsonaro pai tenha muito orgulho de ter filhos tão transviados quanto ele próprio !

Enfim, com essa família no governo e seus asseclas especializados em contrainformação , sofismas e  demagogia , só nos resta acreditar nos honrados membros das Forças Armadas!

A inveja na Polícia Civil é uma coisa podre 20

De que adiantou SBC trabalhar.

Acabaram com a equipe.

Deram um bonde,cada um para um lado.

Destruíram a equipe.

Os Delegados foram para lugares inexpressivos.

Ninguém reconheceu nada.

A inveja na Polícia é uma coisa podre.

Trabalhou atrapalha os outros que não fazem nada.

Precisa ter meritocracia na Polícia e não outros intere$$e$.

Por: FREDERICO 

Boa sorte ao Dr. ALDO GALIANO JUNIOR e sua competente equipe…Campinas agradece! 2

Portarias do Delegado Geral, de 15-1-2019
Designando:
n/t. do art. 6º da L. C. 731/93:a pedido, no DEINTER 2 – CAMPINAS e nos termos do artigoResultado de imagem para aldo galiano junior
6º da Lei Complementar 731/93, designa o Dr. ALDO GALIANO
JUNIOR – RG. 4.283.927, Delegado de Polícia de Classe Especial,
padrão IV, lotado na Delegacia Geral de Polícia, para exercer
a função de Delegado Seccional de Polícia I da 2ª Delegacia
Seccional de Polícia de Campinas, fazendo jus à gratificação
de “Pró-labore” de 8,3% calculada sobre o valor do respectivo
padrão de vencimentos, anteriormente classificado no DIPOL,
cessados os efeitos da Portaria que o designou para exercer a
função de Delegado Divisionário de Polícia da Divisão de Comunicações da Polícia Civil – DICOM, ficando, em consequência,
cessado o “Pró-labore” correspondente. (DGP/545/P)

Mesmo com General os núcleos de corrupção policial funcionam a todo vapor…( E a etiqueta corrupção do DETRAN, até quando peças roubadas continuarão sendo legalizadas pelo Estado ? ) 2

Continuamos os mesmos, agora com General e secretários executivos das polícias, ou seja, mais cabides de emprego para os afilhados políticos. Política para tudo, polícia para ninguém.
No tabuleiro do Conselho só mudança de peças e a velha polícia continua a mesma movida à arrecadação estruturada.
Por falar em peças, desta feita de carros roubados e e furtados, alguns deles às custas da própria vida de seus proprietários, essa indecência dos DESMANCHES continua sendo braço forte do crime organizado e da desavergonhada corrupção policial civil e militar. Essa Lei dos Desmanches não serve nem pra papel higiênico.
Como exemplo vamos pegar a região de São Mateus, que engloba Parque do Carmo, Vila Rica, Teotônio Vilela e o próprio bairro de mesmo nome, SENHOR GOVERNADOR, SENHOR GENERAL DA BANDA, espero que não seja da banda podre, MINISTÉRIO PÚBLICO, trata-se da área de maior concentração de estabelecimentos de “picação” e “pinação” de veículos roubados e furtados do mundo. Grande exportador de peças roubadas e furtadas para todo o Brasil.
TODO MUNDO SABE DISSO e tudo continua igual como sempre.
O Dr Palumbo e sua equipe do GARRA- DEIC, todo dia que decidem “derrubar” mais uma dessas roubalheiras NA MESMA ÁREA, não dá outra, é bola na rede.
Nesta semana derrubaram uma verdadeira “DESMONTADORA DE VEÍCULOS” na área com linha de desmontagem, elevadores, milhares de peças e motores roubados,
CADÊ A POLÍCIA CIVIL E A MILITAR DA ÁREA?
É IMPOSSÍVEL um esquema daquele porte funcionar normalmente na cara das polícias da área e ninguém perceber nada.
Na área é o MESMO DELEGADO SECCIONAL HÁ 10 ANOS.São as mesmas equipes nos distritos policiais da área HÁ 10 ANOS.
Ao lado fica Santo André, município campeão de roubo de carros que, na certa, são “picados” em São Mateus.
ESTÁ NA CARA QUE ESSES NÚCLEOS DO CRIME ORGANIZADOS FUNCIONAM EM RAZÃO DE CORRUPÇÃO POLICIAL NA ÁREA. O CHAMADO CARNÊ.
Vamos criar vergonha na cara GOVERNADOR, GENERAL, SEJA LÁ O QUE FOR, VAMOS HIGIENIZAR ESSAS CHEFIAS VICIADAS DE UNIDADES POLICIAIS E MORALIZAR ISSO.

Escrito por : Amigo da  2333 


Caro amigo, nunca vi gente absolutamente idônea sentar praça na Secretaria de Segurança Pública.

Nem mesmo o “festejado” Ely Lopes Meirelles. 

O General é apenas verniz sobre madeira podre.

A PM continuará violenta e corrupta, mas se fazendo a virgem no puteiro ; a PC continuará indolente , pedante  e ainda mais corrupta.

Dono da Havan é o típico empresário porco que enriquece vendendo ou produzindo lixo e escravizando mão de obra…E só os porcos pensam em acabar com o Direito e a Justiça do Trabalho! 2

Justiça manda tirar do ar declarações de Luciano Hang contra a OAB

Juiz considerou que a postagem foi ‘um abuso ao exercício de crítica que macula o direito à liberdade de expressão’

Folha de São Paulo
Justiça Federal de Santa Catarina determinou nesta quinta (17) que Facebook, Instagram e Twitter devem retirar do ar as postagens feitas pelo empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, contra a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e seus representados.

A liminar foi proferida pelo juiz federal Leonardo Cacau Santos La Bradbury, da 2ª Vara Federal de Florianópolis, a pedido da seção catarinense da ordem. Em 4 de janeiro, o empresário comentou uma manifestação feita pela OAB alertando sobre futuros prejuízos com a extinção da Justiça do Trabalho.

Luciano Hang, presidente da Havan, que fez ofensas à OAB nas redes sociais
Luciano Hang, presidente da Havan, que fez ofensas à OAB nas redes sociais – Márcia Ribeiro – 27.jan.2012/Folhapress

Defensor do fim do tribunal, Hang se referiu à entidade e aos advogados como “porcos que se acostumaram a viver num chiqueiro” e “bando de abutres” que “só pensam no bolso deles”.

O magistrado considerou que a postagem foi “um abuso ao exercício de crítica, acabando por macular o próprio direito do requerido à liberdade de expressão”. Bradbury frisou que ao ofender toda a classe da advocacia dessa forma, o empresário “acabou por cometer ato ilícito consubstanciado na violação à honra e à dignidade da profissão de milhares de advogados, bem como da própria OAB, enquanto instituição de classe”.

O juiz federal, no entanto, negou o pedido da OAB para que a Justiça determinasse liminarmente que o empresário se abstivesse de promover nova publicação com o mesmo conteúdo. Para Bradbury, tal prática acarretaria em censura e violação ao pleno direito de liberdade de expressão, que é assegurado pela Constituição.

O processo segue tramitando na 2ª Vara Federal de Florianópolis. Em caso de não cumprimento, as redes sociais terão de pagar multa diária.

Procurado pela Folha, o empresário informou via assessoria que só vai se manifestar no processo.

Em 3 de outubro, às vésperas do primeiro turno das eleições, Hang foi advertido pela Justiça do Trabalho de Santa Catarina para que parasse de realizar atos direcionados a seus empregados em que pedia apoio a Jair Bolsonaro, então candidato à Presidência da República pelo PSL.​