Aí Capitão “pacificador”, você é o líder ou não? …Se você não controla a sua horda de malfeitores como quer ser presidente?… 36

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Bolsonaro lamenta morte e agressões, mas diz não controlar apoiadores82… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/09/bolsonaro-lamenta-morte-e-agressoes-mas-diz-nao-controle-sobre-apoiadores.htm?cmpid=copiaecola

Evocado por autores de atos de violência ocorridos em diversos locais do país nos últimos dias, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (9) que lamenta, mas não tem como controlar o que chamou de “casos isolados”.

Ao ser questionado sobre como vê os episódios, o candidato reclamou que a pergunta deveria ter sido invertida, citando o ataque sofrido por ele no dia 6 do mês passado, durante ato de campanha. “Quem levou a facada fui eu, pô. O cara lá que tem uma camisa minha e comete um excesso, o que é que eu tenho a ver com isso?”, indagou.

“Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso, mas eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam”, disse Bolsonaro. Em seguida, o presidenciável afirmou que “a violência” e “a intolerância”, na verdade, vêm do outro lado. “Eu sou a prova, graças a Deus, viva disso daí”, comentou.

O deputado federal disse ainda que não considera o clima no país “tão bélico assim”. “Está um clima acirrado, pela disputa, mas são casos isolados que a gente lamenta e espera que não ocorram”, afirmou Bolsonaro.

Na madrugada desta segunda-feira (8), o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, 63, foi morto a 12 golpes de facada após uma discussão política em Salvador. A vítima declarou o voto em Fernando Haddad (PT) enquanto o agressor, aos gritos, defendeu o apoio a Bolsonaro. Ambos disputarão o segundo turno.

No dia anterior, quando ocorreu a votação do primeiro turno das eleições, uma jornalista contou ter sido agredida e ameaçada de estupro por dois homens depois de votar e disse que um deles vestia camisa do candidato do PSL. O caso é investigado pela Polícia Civil de Pernambuco. De acordo com ela, o motivo da agressão seria o fato de ela ser jornalista.

Bolsonaro também foi questionado sobre se a formação do seu ministério já está fechada e disse que “tem muita vaga sobrando ainda”.

“Pretendemos ter 15 ministérios, até para que não só eu, mas a população conheça os seus ministros. Queremos ministros competentes, que tenham autoridade e tenham iniciativa para poder trabalhar para o bem do Brasil”, afirmou.

Dia de gravação

Bolsonaro participou de seu primeiro compromisso de campanha no 2º turno: a gravação de programas eleitorais. As propagandas começam a ser exibidas a partir de sexta-feira (12).

“Eu gravei pouco, mensagens curtas”, contou. Ele disse que os programas terão como objetivo acenar ao Nordeste, combater “fake news” [notícias falsas] e “levar mensagem de esperança, valores familiares”.

“É aquilo que viemos falando ao longo dos últimos anos”, resumiu, na saída da casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, onde foi montado o estúdio de gravação e a sede provisória da produtora responsável pela edição dos programas.

Marinho é primeiro suplente do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que é deputado estadual e um dos filhos do presidenciável.

O candidato à Presidência contou que vai receber, nesta quarta-feira (10), médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, que vão decidir se ele poderá participar de debates ou viajar para outras cidades, como diz desejar. Na última segunda, Bolsonaro afirmou que planeja ir ao Nordeste, caso os médicos permitam.

A questão dos transgêneros – sob a ótica do Direito Constitucional e Civil – deveria ser abordada em todas as Academias de Polícia do Brasil 5

SANDRINHA PISTOLÃO MANDANDO A REAL
supercop
Eleita deputada estadual, é o caralho! Menino é menino, menina é menina, o único Trans que existe, é TRANSVIADO !!!

Em resposta a SANDRINHA PISTOLÃO MANDANDO A REAL

SANDRINHA PISTOLÃO MANDANDO A REAL,

E quando a criança nasce com os dois aparelhos reprodutores, ou seja, buceta , ovários , útero ; mais pinto e bagos, o que é ?

Vá estudar um pouco de ciência e medicina, antes de falar besteira!

A perfeição só no paraíso bíblico, lá não tem deficientes, não tem portadores de síndrome de down, tampouco autistas.

Mas GLTBs sempre existiram e existirão , por isso lá na Torá ( Bíblia ) , há cerca de 4.000 anos , está escrito que homem com homem , mulher com mulher e coito anal em geral é uma abominação aos olhos de Deus…kkk
ABOMINAÇÃO, este é o termo bíblico!
Se escrevessem aberração a culpa seria toda de Deus sempre perfeito e misericordioso…kkk
Mas como ele nunca erra…

De qualquer forma, transgeneridade nada tem a ver com orientação sexual…

Trans ( aquilo que está além ), gênero ( feminino e masculino ).

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Imagine  que por uma razão da natureza você tivesse nascido com um cérebro que se estrutura como feminino num  corpo masculino…

Imagine você nascido com um cérebro que se estrutura masculino em um corpo feminino…

Imagine você tendo aversão ao seu próprio corpo e especialmente ao seu órgão sexual…

Imagine você sofrendo humilhações e violências decorrentes da incompatibilidade entre as estruturas cerebrais e as estruturas corporais…

Será que alguém espanca e humilha quem nasce autista ou Down ? 

É fundamental entender a diferença entre homossexuais e transexuais. Esses últimos dizem respeito à questão de identidade de gênero, que é a convicção íntima  ( ou certeza biológica ) de pertencer ao gênero feminino ou masculino, independentemente de como o outro quer que o indivíduo se sinta.

É como ele se percebe. Já a homossexualidade tem relação com o sentimento; a quem o sentimento ( gostar deste ou daquele )  e o desejo sexual é direcionado ( tesão ) .

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Por isso, não pode ser chamada de “opção” sexual, já que não se escolhe o sentimento: ele aflora, é algo natural que não se escolhe.

Depois de décadas de luta das pessoas  transgênero foi  reconhecido que a  transgeneridade não possui  caráter patológico ( doentio ), tampouco defeituoso.

Não é doença, muito menos defeito…Talvez um acidente biológico!

Todas as organizações de saúde mundiais e as  associações médicas e psiquiátricas já retiraram a transexualidade do rol das doenças mentais, mas – por falta de ou pouca informação – o  preconceito continua existente nas sociedades.

É preciso conscientizar a opinião pública acerca do dever de respeito à identidade como direito individual fundamental, um dos vetores de uma vida digna.

Algumas crianças transgênero têm o privilégio de ter pais que buscam esclarecimento, e conseguem lidar com a situação de uma forma pacífica, compreensiva e acolhedora, mas a maioria, infelizmente,  por vergonha social e religiosa , ainda têm desfechos cruéis, senão fatais, precedidos por atos de violência física e psicológica, episódios de agressão e abandono.

Expulsão do lar para a sarjeta e depois para a prostituição e morte!

O NOME COMO DIREITO FUNDAMENTAL

O CNJ garante a desnecessidade da cirurgia de transgenitalização para alteração de nome e retificação de sexo jurídico no registro civil, respectivamente. Recentemente, o STJ, em decisão inovadora e condizente os novos rumos tomados pelo ordenamento jurídico brasileiro pós Constituição de 1988, dispensou qualquer tipo de obrigatoriedade de cirurgia para modificação dos assentos civis das pessoas. Este julgado se apresenta como um importante precedente na seara dos direitos individuais e da personalidade.

O que se observa é que a designação sexual assentada no primeiro registro leva em consideração somente a observação física, que, com o tempo, pode ser suplantada pelo aspecto do sexo psicológico; pela real identidade e representação de gênero dos indivíduos que buscam a retificação civil de seu nome e a redesignação sexual como meio de promoção de sua dignidade, cidadania e bem estar. A falha primária acometida sobre a transexualidade é um engano no primeiro registro do tipo sexual, determinado ao nascer, e apenas em observância dos fatores biológicos, mas que, com o passar dos anos, demonstra-se incoerente com o aspecto do sexo psicológico e da real identidade de gênero. A busca é pela reparação desse engano; para que adquira sua real identidade registral, podendo ser identificado publicamente através de seus registros civis em total coerência com sua representação de gênero e nome frente à sociedade.

O entendimento foi firmado pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao acolher pedido de modificação de prenome e de gênero de transexual que apresentou avaliação psicológica pericial para demonstrar identificação social como mulher. Para o colegiado, o direito dos transexuais à retificação do registro não pode ser condicionado à realização de cirurgia, que pode inclusive ser inviável do ponto de vista financeiro ou por impedimento médico.

No pedido de retificação de registro, a autora afirmou que, apesar de não ter se submetido à operação de transgenitalização, realizou intervenções hormonais e cirúrgicas para adequar sua aparência física à realidade psíquica, o que gerou dissonância evidente entre sua imagem e os dados constantes do assentamento civil. Tal decisão é de tamanha importância para conjuntura atual de preconceito e homofobia em que vivemos, que cabe aqui colacioná-la na íntegra:

Ação de retificação de registro de nascimento. Troca de prenome e do sexo (gênero). Pessoa transexual. Cirurgia de transgenitalização. Desnecessidade. DESTAQUE O direito dos transexuais à retificação do prenome e do sexo/gênero no registro civil não é condicionado à exigência de realização da cirurgia de transgenitalização. INFORMAÇÕES DO INTEIRO TEOR A controvérsia está em definir se é possível a alteração de gênero no assento de registro civil de pessoa transexual, independentemente da realização da cirurgia de transgenitalização (também chamada de cirurgia de redesignação ou adequação sexual). Inicialmente, e no que diz respeito aos aspectos jurídicos da questão, infere-se, da interpretação dos arts. 55, 57 e 58 da Lei n. 6.015/73 (Lei de Registros Públicos), que o princípio da imutabilidade do nome, conquanto de ordem pública, pode ser mitigado quando sobressair o interesse individual ou o benefício social da alteração, o que reclamará, em todo caso, autorização judicial, devidamente motivada, após audiência do Ministério Público. Quanto ao ponto, cabe destacar ser incontroversa a possibilidade de alteração do prenome, na medida em que o Tribunal de origem manteve a sentença que rejeitou tão somente o pedido de alteração do gênero registral da transexual mulher. Ocorre que a mera alteração do prenome das pessoas transexuais, não alcança o escopo protetivo encartado na norma jurídica infralegal, além de descurar da imperiosa exigência de concretização do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Isso porque, se a mudança do prenome configura alteração de gênero (masculino para feminino ou vice-versa), a manutenção do sexo constante no registro civil preservará a incongruência entre os dados assentados e a identidade de gênero da pessoa, a qual continuará suscetível a toda sorte de constrangimentos na vida civil, configurando-se flagrante atentado a direito existencial inerente à personalidade. Nesse contexto, o STJ, ao julgar casos nos quais realizada a cirurgia de transgenitalização, adotou orientação jurisprudencial no sentido de ser possível a alteração do nome e do sexo/gênero das pessoas transexuais no registro civil – entendimento este que merece evolução tendo em vista que a recusa de modificação do gênero nas hipóteses em que não realizado tal procedimento cirúrgico ofende a cláusula geral de proteção à dignidade da pessoa humana. Vale lembrar que, sob a ótica civilista, os direitos fundamentais relacionados com a dimensão existencial da subjetividade humana são também denominados de direitos de personalidade. Desse modo, a análise do tema reclama o exame de direitos humanos (ou de personalidade) que guardam significativa interdependência, quais sejam: direito à liberdade, direito à identidade, direito ao reconhecimento perante a lei, direito à intimidade e à privacidade, direito à igualdade e à não discriminação, direito à saúde e direito à felicidade. Assim, conclui-se que, em atenção à cláusula geral de dignidade da pessoa humana, a jurisprudência desta Corte deve avançar para autorizar a retificação do sexo do indivíduo transexual no registro civil, independentemente da realização da cirurgia de adequação sexual, desde que dos autos se extraia a comprovação da alteração no mundo fenomênico (como é o caso presente, atestado por laudo incontroverso), cuja averbação, nos termos do § 6º do artigo 109 da Lei de Registros Públicos, deve ser efetuada no assentamento de nascimento original, vedada a inclusão, ainda que sigilosa, da expressão transexual ou do sexo biológico.

REsp 1.626.739-RS, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, por maioria, julgado em 9/5/2017, DJe 1/8/2017.

O relator do referido recurso especial, ministro Luis Felipe Salomão, lembrou em seu voto inicialmente que, como Tribunal da Cidadania, cabe ao STJ levar em consideração as modificações de hábitos e costumes sociais no julgamento de questões relevantes, observados os princípios constitucionais e a legislação vigente. Além disso, na hipótese específica dos transexuais, o ministro entendeu que a simples modificação de nome não seria suficiente para a concretização do princípio da dignidade da pessoa humana e que também seriam violados o direito à identidade, o direito à não discriminação e o direito fundamental à felicidade.

Pode-se dizer, então, que o nome registral de um indivíduo é um elemento de identificação. O nome no registro civil, se presta a duas funções sociais, ambas identificadoras: o indivíduo se identificar e fazer com que a sociedade o identifique. A partir do momento que esse registro passa a não cumprir essa função social, é preciso revê-lo juridicamente.

Quanto aos argumentos no sentido de que a alteração do nome poderia ocultar aqueles que desejam finalidades ilícitas, é certo que nome não configura mais um fator determinante na segurança pública. Na verdade, é de somenos importância quando se dispõe de tantos outros recursos como a digital, a íris, a curvatura da mão e o reconhecimento facial. A tecnologia é que traz segurança e não o nome, que é um fator de relevância enquanto vetor de inclusão social.

A identidade é, portanto, um fator de inclusão social, mas não de segurança pública, uma vez que somente o nome é alterado, os números dos documentos como CPF e carteira de identidade continuam os mesmos.

Nas palavras no ministro Salomão: “ademais, impende relembrar que o princípio geral da presunção de boa-fé vigora no ordenamento jurídico. Assim, eventuais questões novas deverão ser sopesadas, futuramente, em cada caso concreto aportado ao Poder Judiciário, não podendo ser invocados receios ou medos fundados meramente em conjecturas dissociadas da realidade concreta”.

Ainda sobre esse aspecto, o direito ao segredo de justiça preserva a privacidade do indivíduo transgênero sem que represente qualquer perigo para a sociedade, restringindo o assunto ao âmbito dos diretamente interessados. Dessa forma, ampliam-se as chances de integrá-lo e mantê-lo resguardado de qualquer tipo de discriminação.

CONCLUSÃO:

Reconhecer o indivíduo frente à sua própria identidade é respeitá-lo enquanto pessoa e cidadão – e não trará nenhum prejuízo à sociedade, gerando, ao contrário, enorme bem-estar, dignidade e sentimento de justiça, conduzindo à uma convivência harmônica e respeitosa entre todos que a compõem, com todas as suas diversidades raciais, sexuais, étnicas, etc.

Sem ter uma identidade civil compatível com a aparência, torna-se impossível desfrutar de tratamento igualitário em uma sociedade já marcada por traços de ódio e preconceito.

Além das questões jurídicas que envolvem o tema, e que devem ser debatidas para que o Direito acompanhe a evolução da sociedade, existe a preemente necessidade alarmante de promover a conscientização coletiva, de modo que o indivíduo se sinta acolhido no meio em que vive.

Fonte: RENATA MOURA TUPINAMBÁ: graduada em Direito (Universidade Federal do Rio de Janeiro); pós-graduada em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Cândido Mendes; pós-graduanda pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro; aprovada nos Concursos para os cargos de Analista do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro e Defensor Público Substituto do estado da Bahia!

Interpolações e alterações do texto original: Flit Paralisante. 

Os bolsonaristas não fazem fake news, né “seu doutor” ; o cara ainda nem foi eleito e já demonstra todo o perfil autoritário de ex-juiz “federal” e ex-fuzileiro…Só falta ser crente e querer acabar com o carnaval! 8

Wilson Witzel ameaça Paes de prisão em debate no Rio

Ex-juiz acusa o adversário de espalhar fake news nas redes sociais

9.out.2018 às 15h58

Italo Nogueira
RIO DE JANEIRO

O ex-juiz Wilson Witzel (PSC), candidato ao governo do Rio de Janeiro, ameaçou nesta terça-feira (9) prender em flagrante o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) caso seja alvo do que chama de injúria durante algum debate.

Witzel afirma que tem sido vítima de informações falsas circulando nas redes sociais. Ele atribui a divulgação a Paes, que nega.

Wilson Witzel, candidato ao governo do Rio de Janeiro
Wilson Witzel, candidato ao governo do Rio de Janeiro – Mauro Pimentel – 19.set.2018/AFP

“O crime de injúria é de pequeno potencial ofensivo. Está sujeito sim a voz de prisão. O que eu tenho dito é que a política tem sido feita de uma forma irresponsável. Essas fake news… Elas só podem sair de um lado, que é o candidato opositor. Esse tipo de coisa, não vou admitir. Se for praticado crime de injúria durante programa de televisão, nós vamos parar na delegacia”, disse ele.

Paes negou ser o responsável por notícias falsas sobre o adversário, mas disse que ele terá “que aprender que, quando se está na vida pública, somos o tempo todo arguido sobre o que a gente faz ou não”.

“Ser candidato a governador não é ficar dentro de uma sala de juiz assinando e determinando coisas. Todos temos a obrigação, responder”, afirmou ele.

O candidato do DEM criticou ainda o episódio em que uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL) foi quebrada na presença de Witzel.

As aves de rapina estão se depenando: Alckmin insinua que DORIA é traidor e covarde 18

Em reunião, Alckmin interrompe Doria e insinua que é traidor e covarde

Em reunião fechada, ex-governador interrompe ex-prefeito

Thais Bilenky
São Paulo

Em reunião fechada da executiva do PSDB, nesta terça-feira (9), em Brasília, Geraldo Alckmin enfrentou João Doria. Segundo relato de três diferentes fontes presentes ao encontro, Alckmin interrompeu Doria e disse que não era um traidor e covarde.

Alckmin teria reagido no momento em que Doria fez alguma cobrança.

Candidato ao governo paulista, Doria está em uma ofensiva para tirar Alckmin do comando nacional do PSDB. O ex-prefeito disputa o governo paulista e quer tomar controle do partido, aproveitando-se da derrota de Alckmin na eleição presidencial.

Desde domingo, quando o prefeito de São bernardo do Campo, Orlando Morando, aliado de Doria, defendeu que Alckmin deixe a presidência do PSDB, o grupo do candidato a governador se movimenta para enfraquecer adversários internos.

O diretório municipal expulsou Saulo de Castro, aliado de Alckmin, e Alberto Goldman, próximo a Serra.A executiva nacional desautorizou.

A democracia é maravilhosa por conceder representatividade a todas as pessoas: Érica Malunguinho, primeira transgênera na Assembleia de São Paulo 17

Érica Malunguinho, primeira transgênera na Assembleia de São Paulo

Eleita deputada estadual pelo PSOL, educadora teve 55.223 votos, apesar de uma campanha bem modesta – gasto de R$ 561, segundo prestação parcial de contas

Luiz Vassallo

08 Outubro 2018 | 17h49

A Assembleia Legislativa de São Paulo terá sua primeira representante transgênera. Érica Malunguinho, do PSOL, nascida em Pernambuco e moradora da capital paulista há 16 anos, foi eleita com 55.223 votos neste domingo, 7.

Érica, que é educadora, fez campanha com pouco dinheiro. Seu financiamento foi de R$ 11 mil recebidos pelo diretório do PSOL e fruto de financiamento coletivo. Em campanha, gastou R$ 561, segundo a prestação parcial de contas que consta no Tribunal Superior Eleitoral.

Bolsonaristas batem recorde de votação na Câmara e Assembleia em SP

Em sua página de propostas, ela diz pretender ‘construir um terreno para autonomia e emancipação coletiva por meio de ações afirmativas direcionadas e específicas para o povo preto, indígena, lgbtqia+ e periférico’.

Ela afirma querer brigar pela ‘humanização’ do atendimento nas delegacias da mulher e pelo atendimento de ‘mulheres em situação de aborto’.

Também afirma que vai apoiar ‘iniciativas de amparo aos moradores de rua, lutar pela expansão dos programas de acolhimento e reinserção’, além da ‘revisão de programas habitacionais, expansão e readequação de imóveis ociosos’.

Na área de educação, afirma que vai ‘fazer valer e aprimorar os mecanismos de democratização do acesso e permanência nas Universidades públicas’ e também propõe a ‘reavaliação do currículo escolar para garantir a implementação da Lei 11.645 (obrigatoriedade do ensino das culturas e histórias indígenas, africanas e afro brasileiras’.

Na área de segurança pública, afirma que vai propor medidas voltadas à reinserção da população carcerária por meio de medidas sócio educativas e de ‘trabalho na própria Assembleia, em órgãos do estado e em empresas privadas’.

Márcio França se manterá neutro em relação a Bolsonaro e Haddad…( Suposto apoio ao PT é fake news da turma do Doria ) 30

  • Márcio França tuíta vídeo em que Doria rejeita apoio de Bolsonaro

    São Paulo – No primeiro dia de campanha para o segundo turno, o governador Márcio França (PSB) tuitou um vídeo de uma entrevista de João Doria (PSDB) ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, em que o ex-prefeito de São Paulo rejeita o apoio de Jair Bolsonaro (PSL) em sua campanha para o governo de São Paulo.

    “Não [aceitaria o apoio]. Agradeço, mas declino. Não acredito em extremismos, nem de direita, nem de esquerda”, responde Doria a uma pergunta do apresentador Marco Antonio Villa.

    Na sequência, o vídeo mostra o senador eleito Major Olímpio (PSL), um dos principais aliados de Bolsonaro, afirmando que quem vota no capitão reformado não vota”no PSDB e nem no João Doria. Em circunstância nenhuma”.

    No tuíte, Márcio França diz que Doria não tem palavra. O governador irá se manter neutro em relação à disputa presidencial, sem apoiar Fernando Haddad (PT) ou Jair Bolsonaro. (Gabriela Sá Pessoa)

Pela primeira vez o Brasil elegeu um candidato homossexual assumido ao Senado: com 1.117.039 votos (31,15%): Delegado de Polícia Dr. Fabiano Contarato 1

Este é o Major Olímpio que a gente conhece: Bolsonaro não apoiará Doria…( Major, que tal apoiar o França que tem uma vice PM? ) 28

Bolsonaro não apoiará Doria em São Paulo, afirma Major Olímpio

Ex-prefeito de São Paulo tenta pegar carona em onda de popularidade bolsonarista

 

Guilherme Seto
São Paulo

No que depender de Jair Bolsonaro (PSL), o flerte do tucano de João Doria (PSDB) resultará numa história de amor não correspondido. É o que diz o deputado federal Major Olímpio (PSL), recém-eleito senador pelo estado de São Paulo.

Olímpio diz não haver a “menor chance” de o presidenciável apoiar o tucano em sua disputa com Márcio França (PSB) pelo governo do estado. Segundo o deputado, já está acertado que o partido terá posição de “neutralidade”.

“Neutralidade. Temos objetivo maior que é a eleição de Bolsonaro. Não vamos entrar nessa briga doméstica aqui em São Paulo. Jamais [terá vídeo de Bolsonaro para Doria]. Bolsonaro não vai tomar posição na eleição em São Paulo”, diz Olímpio, que é presidente do diretório paulista do PSL e coordenador de campanha de Bolsonaro em São Paulo.

No começo do mês, o deputado gravou vídeo em que rejeitava o voto BolsoDoria e dizia que “bolsonaristas não votam em Doria”. Ele segue crítico ao tucano e diz que ninguém o verá “em palanque do PSDB”. No entanto, diz que o vídeo tinha relação com o primeiro turno da campanha.​

O deputado federal Major Olímpio (PSL) durante entrevista à Folha
O deputado federal Major Olímpio (PSL) durante entrevista à Folha – Rafael Hupsel/Folhapress

“Achei extremamente antiético da parte do pessoal de campanha dele plantar o voto ‘BolsoDoria’ quando nós, apoiadores de Bolsonaro, tínhamos um candidato, o Rodrigo Tavares (PRTB). Meu vídeo foi em relação a isso. Independente se o Doria está falando em Bolsonaro por oportunidade eleitoral ou não, conversei com Bolsonaro e [Gustavo] Bebianno [presidente do PSL] e o partido deverá ter uma posição de neutralidade. O partido não vai se posicionar em São Paulo. Nosso foco será na eleição de Bolsonaro, liberando nossos quadros para agirem como acharem mais adequado no estado”, afirma.

No vídeo, Olímpio diz que a estratégia de Doria de aproximar-se de Bolsonaro enquanto seu candidato, Geraldo Alckmin (PSDB), não crescia nas pesquisas, era “oportunismo”. Ele diz que trata-se de algo “legítimo” no segundo turno.

“É lógico que ele quer pegar uma carona na popularidade do Bolsonaro. Entendo que agora é legítimo. Lá atrás, quando tínhamos candidato a governador, foi antiético, no mínimo”, finaliza.

Doria flertava com o bolsonarismo desde o fim do primeiro turno, mas não o fazia abertamente para evitar indisposição com Alckmin. No entanto, oficializou apoio ao capitão reformado do Exército em seu primeiro pronunciamento após o fim do primeiro turno.

O PT imitou o PSDB na roubalheira; agora o PSDB imita o PT na truculência política contra quadros históricos: Goldman e Saulo de Castro expulsos por apoiarem SKAF e MÁRCIO FRANÇA…( Os expulsos devem estar muito preocupados, né ? ) 4

PSDB paulistano expulsa Goldman e Saulo de Castro; cabe recurso

Dirigente municipal ligado a Doria toma medida alegando infidelidade partidária

 

Thais Bilenky
São Paulo

O presidente do PSDB paulistano, vereador João Jorge, expulsou o ex-governador paulista Alberto Goldman, o secretário estadual Saulo de Castro e mais 15 filiados da legenda por infidelidade partidária.

“Eles podem recorrer às instâncias superiores do partido. Mas a decisão está tomada. Já estão expulsos”, disse Jorge à Folha nesta segunda-feira (8).

O dirigente é ligado ao ex-prefeito João Doria (PSDB), desafeto de ambos. Doria disputa o governo de São Paulo com Márcio França (PSB). Paulo Skaf (MDB) foi derrotado no primeiro turno.

“Saulo acompanhou Márcio França para cima e para baixo com bóton no peito. Goldman fez críticas severas ao nosso candidato João Doria e apoiou Skaf”, justificou.

Alberto Goldman, ex-presidente do PSDB e ex-governador de São Paulo
Alberto Goldman, ex-presidente do PSDB e ex-governador de São Paulo – Pedro Ladeira – 09.dez.2017/Folhapress

Os demais se posicionaram a favor de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial no primeiro turno, a despeito da candidatura do tucano Geraldo Alckmin.

Procurado pela reportagem, Goldman desqualificou a expulsão. “Será que ele tem o AI-5 na mão e eu não sabia? Tem gente que está pensando que está na ditadura e que ele é o ditador”, afirmou.

Ex-presidente nacional do PSDB e membro da executiva nacional, Goldman afirmou que qualquer filiado pode pleitear a expulsão de outro, desde que siga um rito processual.

“Não tem nenhum panaca nesse partido que tenha condição moral de pedir a minha expulsão”, reagiu.

A reportagem ainda não conseguiu contato com Saulo de Castro.

A medida faz parte da ofensiva do grupo de Doria para tomar o controle do PSDB. Com a derrota de Alckmin no âmbito nacional e de diversos caciques em seus estados, a ala pretende reequilibrar forças dentro da legenda.

Se Doria vencer a eleição estadual, administrará o segundo maior Orçamento do país. A se confirmar o cenário, ele será o tucano com o cargo mais importante do partido.

 

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Não tem crise para quem vende roupa chinesa – Bolsonarista fanático e antirepublicano afirma que nordestino não sabe votar…( Todo mundo já conhece o perfil racista de parcela dos catarinenses ) 7

Empresário que apoia Bolsonaro diz que ‘nordestinos votam mal’

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O empresário Luciano Hang, dono da Havan, que apoiou Bolsonaro durante toda a campanha disse estar “feliz e animado” com o cenário e não questionou o resultado das urnas, conforme vinha fazendo a campanha do PSL.

“As pesquisas indicavam que Bolsonaro teria uma diferença de apenas 10 pontos em relação ao Haddad. Mas nós tivemos uma diferença de 20 pontos. Para mim isso é um excelente resultado porque nós tivemos os votos do Amoedo do Álvaro Dias e do Alckmin, de pessoas que jamais vão votar no PT. Vamos para a guerra”, disse Hang.

Segundo ele, esta foi uma “batalha vencida” mas a “guerra contra o comunismo” será vencida no dia 28.

Ao avaliar o resultado por Estados, o empresário afirmou que os estados nordestinos “votam mal e por isso estão pagando o preço do voto errado”.

Santa Catarina, onde fica a sede da Havan, seria segundo ele um estado mais desenvolvido porque deu pontuação mais alta a Bolsonaro. (Joana Cunha)

Três delegados da Polícia Federal são eleitos para a Câmara dos Deputados Resposta

Três delegados da Polícia Federal são eleitos para a Câmara dos Deputados

Eles são filiados ao PSL, partido de Jair Bolsonaro

Polícia Federal Foto: Gabriel Luiz / G1
Polícia Federal – Gabriel Luiz / G1

A Câmara dos Deputados contará com três delegados da Polícia Federal. Os eleitos são: Pablo Oliva (PSL-AM), Marcelo Freitas (PSL-MG) e Felício Laterça (PSL-RJ).

Leia mais: https://epoca.globo.com/expresso/tres-delegados-da-policia-federal-sao-eleitos-para-camara-dos-deputados-23139343#ixzz5TMOhvkgC
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Ministério Público – instrumentalizado por setores do PSDB – prejudica a carreira política do seu membro mais ilustre: FERNANDO CAPEZ 27

Máfia da merenda foi circo para me tirar da eleição ao Governo de SP, diz Capez

Fonte: Último Segundo 

Candidato a deputado federal, ex-presidente da Alesp denuncia que houve coação a testemunhas do caso e se diz vítima de “fogo amigo” no PSDB – que também atrapalha a candidatura de Geraldo Alckmin, em sua avaliação

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB

Divulgação

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e atual candidato a deputado federal pelo Estado, Fernando Capez (PSDB), classificou como “fraude” e como um caso de “estelionato contra a sociedade” as investigações acerca da chamada ‘máfia da merenda’. O caso chegou a render ação penal que, em junho, foi  encerrada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sob o entendimento de que não havia “justa causa”.

Em entrevista, Fernando Capez  foi enfático ao elencar fatos que rebatem a acusação do procurador-geral do Estado, Gianpaolo Poggio Smanio, que atribuiu a ele supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O candidato também apresentou gravações e documentos que, segundo ele, provam que testemunhas foram coagidas a citarem seu nome em depoimentos tomados no porão de uma delegacia.

“A Operação Alba Branca foi, na verdade, uma fraude”, protestou Capez, acrescentando que a competência para investigar os fatos seria da Polícia Federal, já que os recursos supostamente desviados partiram da União. “Foi um estelionato contra a sociedade. Os delegados e o promotor agiram como impostores e deram direcionamento político à investigação”, continuou o ex-deputado estadual.

Segundo o tucano, há provas de que delegados e um promotor que atuam no município de Bebedouro, onde nasceu a investigação sobre a máfia da merenda , “ameaçaram” manter presos e até mesmo cogitaram perseguir familiares de testemunhas para que elas citassem seu nome. Em troca dessa prática, os servidores teriam recebido promessa de promoção, conforme denunciou Capez.

Em depoimento prestado na Assembleia Legislativa, uma testemunha narrou que ouviu o seguinte ao ser interrogado por um dos responsáveis pelo caso: “[…] a corda vai estourar para o lado mais fraco. Quero que você cite os nomes dos grandões, ou seja, nome de políticos. Você sabe de quem nós estamos falando. […] Você tem filhos. Se quer dormir na sua casa com seus filhos, fale o que a gente quer ouvir”.

O candidato a deputado federal explicou que seu nome surgiu na  Operação Alba Branca porque um ex-assessor que já não trabalhava mais em sua equipe contatou pessoas ligadas à Coaf, cooperativa que forneceu suco de laranja para a merenda escolar. O nome desse ex-assessor “criou um link entre aquilo que estava se investigando e a possibilidade de envolver o meu nome”, explicou o tucano.

Fernando Capez lamenta “fogo amigo” no PSDB

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB
Divulgação

Fernando Capez foi presidente da Alesp e hoje concorre ao cargo de deputado federal pelo PSDB

Capez atribuiu a dita ‘perseguição’ a uma tentativa de impedir que ele viesse a se candidatar ao Governo do Estado de São Paulo neste ano, uma vez que seu nome estava em destaque já que foi o deputado estadual com maior número de votos em 2014 e vinha recebendo elogios por sua atuação na presidência da Alesp . Essa força contrária, segundo conta, nasceu dentro de seu próprio partido.

“Era natural que o meu nome fosse ventilado para o Governo do Estado. E isso foi anunciado prematuramente, no fim de 2015, no dia em que foi lançada a pré-candidatura do João Doria [para a Prefeitura de SP]. Isso aguçou o mundo político e provocou reação, em primeiro lugar, no PSDB. A primeira reação que houve foi de fogo amigo”, lamentou.

O mesmo “fogo amigo” dentro do ninho tucano, segundo avaliou, foi também prejudicial à campanha do presidenciável Geraldo Alckmin – que chega a dois dias das eleições com  apenas 8% das intenções de voto na disputa para o Planalto.

“Falta ao PSDB um projeto coletivo. Existem muitos projetos individuais, o que tem atrapalhado o partido, como atrapalhou nessa eleição para presidente”, disse. “Aos poucos, o PSDB foi se tornando um partido para projetos pessoais de grandes políticos. É preciso acabar com isso e definitivamente sepultar a maldição do fogo amigo que só serve para afastar novos valores e prejudicar o próprio partido.”

Ainda sobre a disputa eleitoral de domingo, Capez reconheceu que o cenário para quem for eleito para o Congresso não deve ser favorável. Diante disso, ele propôs lançar um “pacto suprapartidário pela governabilidade”. “Isso para qualquer um que seja o presidente”, garantiu.

O candidato explicou que no âmbito desse pacto devem estar previstos esforços para garantir segurança jurídica, reduzir o tamanho do Estado e modernizar a legislação criminal.

Fernando Capez se diz hoje recuperado de qualquer ‘trauma’ causado pelas acusações sobre a chamada máfia da merenda, mas ainda lamenta suas consequências. “Eu consegui recompor a verdade a tempo de retornar à minha candidatura, mas não a tempo de disputar o Governo do Estado. Houve um enorme prejuízo a mim e à minha família, que sofreu por conta dessa investigação criminosa. Estou disputando muito bem, mas gostaria de estar disputando para governador. Era o meu momento”, lamentou o candidato – que, aos risos, preferiu desconversar ao ser questionado se pretende vir a tentar se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes.

Fonte: Último Segundo – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-10-05/fernando-capez-mafia-da-merenda.html