CULPA DA TAURUS – PM covarde mata e foge para dentro do batalhão, onde é ensinado a mentir e a negar prestar depoimentos à Polícia Civil 36

PM mata publicitária com tiro na cabeça na zona leste de São Paulo

Edison Temoteo/Futura Press/Folhapress
SÃO PAULO,SP,12.02.2017:MULHER-MORTA-TIRO-CABEÇA-PERSEGUIÇÃO-POLICIAL - Uma mulher foi morta com um tiro na cabeça no Viaduto Itinguçú, na Zona Leste de São Paulo (SP), na madrugada deste domingo (12). A vítima estava no banco de passageiro de um veículo com a filha. A polícia apura se um PM à paisana teria sido o autor do crime. O motorista do veículo foi perseguido pelo policial após atropelar, sem gravidade, uma pessoa que estava em um posto de gasolina da região. (Foto: Edison Temoteo/Futura Press/Folhapress) *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***
Carro em que estava a publicitária Maria Cláudia Pedace, morta por policial militar em SP

RAFAEL ITALIANI
DO “AGORA”

13/02/2017 02h00

O policial militar Guilherme Carvalho de Oliveira, de 20 anos, foi preso em flagrante neste domingo, 12, acusado de assassinar a publicitária Maria Cláudia Padace, de 33 anos, com um tiro no pescoço, após atirar a esmo no carro em que ela estava, na Vila Matilde, zona leste de São Paulo.

 O caso ocorreu após uma confusão em um posto de combustíveis na Vila Ré, zona leste da cidade. A vítima foi morta na frente do namorado e da filha, de 2 anos.

Segundo a Polícia Civil, o caso ocorreu no início da madrugada de domingo. O namorado, que dirigia o carro no qual se encontravam Maria Cláudia e a criança, passou por cima do pé de uma mulher que estava em um posto de combustível, na rua Itinguçu.

De acordo com a polícia, após o acidente, essa mulher chamou os amigos, incluindo o PM de folga, que também estava no local. ( Possivelmente fazendo bico de segurança )

Segundo testemunhas, o soldado Guilherme Carvalho de Oliveira, seis meses de PM ,  pediu para que o namorado de Maria Cláudia parasse o carro. O motorista não atendeu o pedido e saiu do posto. Foi então que o PM efetuou o disparo, segundo a polícia.

Após atingir a mulher na cabeça, o policial fugiu. Depois de algum tempo, apresentou-se no batalhão onde trabalha e foi preso. Ontem à tarde, o PM foi levado para o presídio militar Romão Gomes, no Tremembé, na zona norte.

O PM é acusado de homicídio doloso (com intenção de matar). Segundo a Polícia Civil, ele se negou a prestar depoimento. A PM informou que o caso será investigado pela Corregedoria e que o suspeito pode ser expulso.

A mulher que teve o pé atingido pelo carro sofreu ferimentos leves. Ela disse à polícia que o namorado de Maria Cláudia tentou atropelar as pessoas que estavam no posto de combustíveis, entre elas o policial.

No entanto, um motorista de Uber que passava pelo local no momento do caso relatou à polícia uma versão diferente do ocorrido.

Ele afirma que o namorado de Maria Cláudia não tentou atropelar as pessoas e que apenas tentava deixar o posto com a namorada e a filha dela. O homem estaria sendo perseguido por um grupo de pessoas. O casal namorava havia poucas semanas.

Na última quinta (9), outro caso envolvendo um policial causou a morte do vendedor ambulante João Joaquim de Souza, 54, na Barra Funda.

O policial atirou enquanto perseguia um suspeito de roubo. O disparo acertou o peito de Souza.

Neste caso, o policial prestou depoimento e foi liberado em seguida.

Reprodução
Maria Cláudia Pedace, 33, morta por tiro de policial militar em SPORG XMIT: 0oUNS7oaiQIHTL2k8EI4 ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
Maria Cláudia Pedace, 33, morta por tiro de policial militar em SP

PURO INSTINTO ASSASSINO

Segurança não pode depender apenas da PM, dizem analistas 14

Paralisação no Espírito Santo expõe fragilidade do sistema de segurança pública

O caos gerado pela paralisação de policiais militares no Espírito Santos evidencia a dependência quase que exclusiva da segurança pública estadual do trabalho da corporação. A falta de alternativas deixa a população e os governos estaduais reféns em momentos de crise, avaliam especialistas ouvidos pela DW Brasil. “As PMs têm muito poder no Brasil. Há poucos precedentes no mundo onde uma polícia tem tanta força. No limite, a população fica à mercê das vontades da corporação”, opina Rafael Alcadipani, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Mulher deixa a praia no litoral de Vitória cuja a segurança é feita por homens do Exército.
Mulher deixa a praia no litoral de Vitória cuja a segurança é feita por homens do Exército.

Foto: Reuters

A paralisação iniciada por familiares de policiais militares capixabas na sexta-feira passada (03/02), bloqueando as saídas dos batalhões em todo estado, gerou uma onda de violência, com mais de cem pessoas mortas, de acordo com o Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo. O número de roubos e saques teria aumentado dez vezes, estima a associação. O Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou 300 agentes da Força Nacional para auxiliar o estado no policiamento. O governo do Espírito Santo transferiu o controle da segurança pública para as Forças Armadas. Além dos 300 homens da Força Nacional, cerca de 1.500 soldados do Exército estão nas ruas capixabas.

Os manifestantes pedem reajuste salarial para a Polícia Militar, que, segundo a Constituição, é proibida de fazer greve. “O governo estadual negligenciou as duas polícias, mantendo salários baixos, más condições de trabalho e nunca abriu o diálogo para mudar essa situação. O governo vem fechando as portas para o diálogo há sete anos. O resultado está aí”, explica Alcadipani.

De acordo com a Associação de Cabos e Soldados da PM do Espírito Santo, o piso salarial da categoria, de cerca de R$ 2.600, é o mais baixo do Brasil e está defasado há quase uma década.

“Eu considero que as PMs precisam ser menores e com melhores condições. As demais polícias precisam ser fortalecidas, mas no caso específico do Espírito Santo, os policiais militares estão sofrendo muito. São necessários investimentos”, defende Alcadipani.

Policiamento compartilhado

A divisão do comando da segurança pública depende de um maior fortalecimento das polícias civis e das guardas municipais, de acordo com analistas. Com a redemocratização, a Polícia Civil ficou com um papel restrito à investigação, enquanto que a Polícia Militar manteve as características da ditadura e ficou com o poder quase que exclusivo sobre a ordem pública.

Para o sociólogo e especialista em segurança pública Cláudio Beato, o setor não pode ficar “nas mãos de um exército estadual”. Desde 2014, com a aprovação de uma lei que confere poder de polícia às guardas municipais, os grupamentos têm dividido o papel de patrulhamento ostensivo com a PM em várias cidades do país.

“É urgente que as guardas municipais tenham força de polícia. Acho que esse é o caminho, porque elas podem ser unificadas, ter carreira única e ser desmilitarizadas”, diz. “É também uma forma de afastar as corporações do militarismo.”

Segundo Beato, os municípios tendem a ter estruturas mais robustas de policiamento por meio das guardas municipais. “Acho que, cada vez mais, vai se pensar no município como uma instância que pode organizar suas próprias polícias, como ocorre nos Estados Unidos e alguns países da Europa”, argumenta.

O especialista avalia que propostas como a unificação das polícias militar e civil e a desmilitarização – desvinculação da PM do Exército – demandam um processo de longo prazo, que enfrenta muita resistência. “Nosso modelo de polícia ainda é do século 19”, critica.

Greve ou motim?

As Forças Armadas e a Polícia Militar são proibidas de fazer greve. Apesar de a justiça estadual ter condenado o movimento e o governo do Espírito Santo ter se recusado a negociar, a paralisação dos policiais já completa uma semana. A taxa média de homicídios por dia passou de quatro para quase 20 nos primeiros dias sem policiais nas ruas.

A greve iniciada na sexta-feira passada começou com um pequeno movimento de mulheres de policiais bloqueando a saída de alguns batalhões. Desde então, as famílias impedem a saída dos veículos de patrulha em todas as unidades do estado. É uma forma de os policiais contornarem a restrição de fazer greve.

“Essa paralisação mostra o grau de corporativismo das instituições policiais, que estão interessadas em defender seus interesses associativos. Se apenas uma instância tem o monopólio da segurança, acontece o que vemos agora no Espírito Santo”, diz Beato. “E isso deve ir para outros estados.”

Negociações entre policiais militares e o governo estadual ocorrem desde quarta-feira. A categoria pediu anistia a todos os policiais, devido à proibição de greve, e 100% de aumento.

“Isso é na verdade um motim. Um dos motivos para o caráter militar da polícia é que ela não pode fazer greve. O governo terá que ceder e usar o Exército durante algum tempo”, avalia o sociólogo.

“A segurança pública no Brasil faliu. Esse é só mais um exemplo”, acrescenta Alcadipani.

https://noticias.terra.com.br/brasil/seguranca-nos-estados-nao-pode-depender-apenas-da-pm-dizem-especialistas,bc9705deef4b7056f3fb0768d6e0353a5ap5pqa1.html

Comissão aposta em unificação das polícias para solucionar crise de segurança 189

Comissão aposta em unificação das polícias para solucionar crise de segurança

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. delegado Edson Moreira (PR-MG)
Delegado Edson Moreira: uma única força, com investimento maior nas áreas de inteligência e de formação e com troca de informação, entre os integrantes ajudaria em muito o combate ao crime

Comissão especial da Câmara dos Deputados definiu o cronograma de trabalho para este ano e aposta em unificação das polícias Civil e Militar como solução para a recente crise de segurança pública no País.

O colegiado tem até o fim desta legislatura para estudar modelos que unifiquem a atuação dos cerca de 425 mil PMs e 117 mil policiais civis que atuam nos estados brasileiros.

No entanto, o comando da comissão quer divulgar o relatório final no primeiro semestre de 2018, já que vislumbra essa unificação como meio de frear a atual crise da segurança pública, marcada por greves nas corporações, massacres em presídios e aumento dos casos de explosão de caixas eletrônicos e de assaltos a banco, sobretudo em cidades do interior.

Segundo o presidente da comissão, deputado Delegado Edson Moreira (PR-MG), o relatório já deverá vir acompanhado de proposta de emenda à Constituição (PEC) e projeto de lei que viabilizem a unificação das polícias Civil e Militar.

Victor Diniz / Câmara dos Deputados
Audiência Pública para debater os aspectos relacionados ao PL 4.821/2016, do Senado Federal, que ·obriga o fabricante e o importador de automóvel ou motocicleta a disponibilizar, em meio digital, relação contendo denominação e código de referência das peças que compoem o veículo - dep. Vinicius Carvalho (autor do requerimento)
O relator da comissão, Vinicius Carvalho, promete um relatório técnico: resistência à unificação vem das instituições, tanto Civil quanto Militar

“Uma única força – com investimento maior nas áreas de inteligência e de formação e com troca de informação entre todos os seus integrantes – ajudaria, em muito, o combate ao crime”, avalia o deputado. “Enquanto as forças estão brigando entre si para saber quem vai fazer isso, quem vai fazer aquilo, os criminosos estão à frente, progredindo anos-luz, fazendo atos de terrorismo.”

Tema polêmico
O relator da comissão, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP), admite que o tema é polêmico e divide opiniões dentro e fora das corporações. Para ampliar o debate e buscar um modelo ideal de unificação, o colegiado programou, para este ano, uma série de seminários regionais e visitas ao exterior. O primeiro seminário será no dia 10 de março, na cidade mineira de Juiz de Fora.

Outros seminários regionais deverão ocorrer em Três Corações (MG), provavelmente em 27 de março, Chapecó (SC), Bragança Paulista (SP) e Aracaju (SE), estes ainda sem datas previstas. Também serão mantidas as audiências públicas em Brasília com convidados que já tiveram requerimentos aprovados na comissão.

Relatório técnico
Depois de conhecerem experiências de unificação policial na Alemanha, Itália e França, os deputados pretendem observar, neste ano, os modelos dos Estados Unidos e do Canadá.

Vinícius Carvalho promete que vai apresentar um relatório técnico. “Eu estou em uma pesquisa empírica para que nós façamos um trabalho extremamente técnico. A resistência à unificação vem das instituições, tanto Civil quanto Militar. Há uma controvérsia em relação ao conceito”, afirma Carvalho.

“A despeito do que está acontecendo no Espírito Santo e tem acontecido em outros estados, é só uma questão de tempo para que se agrave o problema da segurança pública. Ao nosso ver, trata-se de problema de gestão por parte dos governos. Se a gestão está falha, todo o sistema se comprometerá”, acrescenta o parlamentar.

Na primeira reunião do ano, os deputados da Comissão Especial de Unificação das Polícias Civil e Militar criticaram os meios que os governos federal e estaduais têm utilizado para enfrentar a crise na segurança pública.

Para Edson Moreira, o uso do Exército para ocupar presídios do Norte e Nordeste ou para enfrentar a atual crise na segurança pública do Espírito Santo serve apenas para, segundo ele, “desmoralizar as Forças Armadas”.

“O que o governo federal está fazendo é equivocado, ao meu ver: não se pode mandar Forças Armadas, preparada para guerra externa, para o lugar da Polícia Militar, que é treinada para fazer o policiamento preventivo, ostensivo. O governo está muito mal assessorado”, ressalta.

Ministério exclusivo
Já o deputado Silas Freire (PR-PI), defendeu a criação de um ministério exclusivo para tratar de segurança pública e a definição de novas fontes de recursos para um fundo nacional que possa ajudar os estados endividados a arcar com os salários dos policiais.

Os deputados da comissão ainda manifestaram solidariedade aos policiais que vieram a Brasília, nesta quarta-feira, protestar contra a reforma da Previdência Social.

Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Newton Araújo

Esperar o que dessa gente ( PM ) ? …( Nada, PM é bajulador das “altas autoridades” ; não da sociedade que paga seu bom soldo ) 11

Esperar o que dessa gente (pm)?
Basta lembrar de 2008, que aliás muitos já se esqueceram, mas eu não, onde os coxas atocaiaram e atiraram balas de borracha e bombas nas pessoas, inclusive familiares deles, que ali estavam para inclusive beneficia-los com um possível melhor salario e condições de trabalho.
São Paus Mandados e ponto.
Se colocarem um prato de m….. e mandar comer, eles comem e pedem bis.
“missão dada, é missão cumprida” porra nenhuma parceiro.
Quando a missão manda atacar seus iguais, deve-se usar o bom senso.
Ah, desculpe, vocês nem imaginam o que é isso, afinal, são acéfalos crônicos, obedecem sem esboçar qualquer reação humana, e lambem botas mais lustrosas, juntando os cascos e dizendo bem alto, “sim senhor, senhor!”
São covardes, só atacam em bando.
Vocês são o entulho da ditadura, foram esquecidos para trás, ficaram no tempo, são uma pedra no sapato, são um monstro caro e ineficaz, não conseguem deter o crime, por conivência ou não, não sei.
Acontece que não tem macho pra acabar com vocês, porque vocês colhem “coisas” que usam como ferramenta para acovardar qualquer um que diga, só de passagem, que quer acabar com vocês.
São um bando uniformizado, e não fardado, porque farda quem tem são as forças armadas.
Não digo que não exista alguém inteligente e que pense sozinho ai dentro, pode até existir, mas se este alguém também entender que o melhor seria uma policia única, e for descoberto, esta acabado.
Outra coisa, nem todos sacaram suas intenções fraudulentas com esse negocio de afirmar que estão querendo acabar com a pm e retirar as armas da policia.
Isso é tática de vocês para contra atacar os organismos internacionais que clamam pelo seu fim.
É só pensar, ninguém em sã consciência retiraria as armas da policia, o que se pretende é unificar duas policias estaduais que se odeiam de paixão, e formar uma nova policia civil, com um segmento uniformizado e outro não, como é nas policias do mundo.
Mas, acho que neste espaço, onde arde ferozmente a fogueira da vaidade, poucos lerão e concordarão com o que expus, afinal, dentro da PC não existe união entre as carreiras, portanto, tambem estamos fadados à derrota. Nosso fim se aproxima velozmente, somos doentes na UTI, vegetando através de aparelhos. Muitos de nós vão embora o mais rapido possível, com as centenas e centenas de aposentadorias que estão prontinhas para acontecer, e os poucos que ficarem, coitados, não conseguirão carregar o piano para os delegados, pois na maioria esmagadora, somos velhos, sem plano de carreira, sem progressão na instituição, sem material humano suficiente, com varias doenças funcionais, e francamente, sem animo.
Lamento pelos pais e mães de família, que dão suas vidas em seu trabalho policial, mesmo sendo odiados pelo povo, pelo desgoverno, pela imprensa marrom, enfim por todos e inclusive por si próprios, ainda assim fazem o seu precário trabalho.
Até qualquer hora…se não for moderado novamente…

Por: Freud explica

PM afirma: Forças Armadas, hoje em dia eles que são força auxiliar dos policiais militares… 18

Que eu saiba bandidos terroristas são seus pares ou ex pares que na greve de 2008 tentaram invadir o palácio do governador com a estrutura do estado como viaturas, uniformes coletes balísticos, armas (fuzis, metralhadoras, espingardas, pistolas). Em qualquer outro país no mundo isso seria tentativa de golpe de estado, na onde já se viu policial disparar arma de fogo com munição letal contra PMs chegando matar um cavalo da cavalaria, sem contar as VTRs danificadas.
Engraçado que nos ataques 2006 não vi nenhum super policial do GOE ou GARRA ser tão macho assim só faltaram eles se esconderem de baixo de suas camas, tanto é verdade que a Central de Suzano foi atacada duas vezes só pararam de atacar quando os policiais da região foram macho de partir para o enfrentamento. kkkkkkk

Doutor de acordo com estatuto do desarmamento o policial estando em greve pode disparar arma de fogo fora do horário de trabalho igual os PCs fizeram em frente do Palácio??
A grande verdade foi que os PMs passaram maior pano para todos PCs, tentaram de todas a formas evitar uma aproximação para perto do palácio, mas esses idiotas não colaboraram partiram para o terrorismo romperam dois cordões de isolamento ai não teve jeito deram de cara com a Tropa de Choque que estava preparada para evitar de fato a invasão tendo em vista tudo que os PCs havia feito ficou barato para todos.

Agora sobre dar porrada nos PMs do ES o senhor só pode está brincando kkkkkkkkkk, quem vai lá dar porrada ???
Os pobres velhinhos da PC ES que não aguentaram nem conter os populares que começaram saquear lojas ??

Um bando de playboy da PF que só fazem Auê com uniforme modernos, armas de ultima geração, VTRs belíssimas, para se ter só um pouquinho de ideia da habilidade e treinamento que homens COT e GPI tem foram armados com fuzis na busca na SEDE DO PT, será que os manifestantes fosse pra cima eles iria fazer o que atirar no populares ? aiaiaiaia

Agora colocar um bando de menino alegre mimado do Exército armado com um FAL nas mãos ai jáé sacanagem acho que eles nem tem coragem pra tanto, e se tentarem a sorte vão tomar maior pisa igual levaram na Guerrilha do Araguaia. Só que ai as tropas especiais das Forças Armadas não poderão fazer nada se não vão ser massacrado pelos quase 500 mil sobrecoxas de todo país. Todo mundo sabe que as PMs já deixou faz tempo de ser força auxiliar das Forças Armadas, hoje em dia eles que são força auxiliar dos PMs. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Pensativo010
e.bruno100@
187.

“Segurança e felicidade é uma arma poderosa na sua mão” – O cidadão ordeiro e produtivo não necessita das polícias, necessita de ampla liberdade para possuir e portar armas de fogo de grande qualidade e capacidade de fogo…População desarmada fica refém dos bandidos e das polícias bandidas 30

a_warm_gun_by_enderthethird‘Não há como garantir a vida de ninguém no ES’, diz procurador; MPT recomenda liberação do trabalho

Nathan Lopes

Do UOL, em São Paulo

  • Pablo Jacob/Ag. O Globo

    Capixabas fazem fila em supermercado de Vitória para estocar alimentos durante a paralisação dos policiais militares do Estado

    Capixabas fazem fila em supermercado de Vitória para estocar alimentos durante a paralisação dos policiais militares do Estado

O MPT (Ministério Público do Trabalho) do Espírito Santo recomenda que os trabalhadores –do setor público ou da iniciativa privada– não sejam obrigados a exercer suas funções durante a crise de segurança no Estado. A sugestão vale para as empresas que não tenham como oferecer “transporte seguro” ou “resguardar a integridade física” dos funcionários. “Não há como garantir a vida de ninguém no Espírito Santo”, disse ao UOL o procurador-chefe do MPT Estadual, Estanislau Tallon Bozi, que assina a recomendação.

Bozi traz como base para sua sugestão a Constituição, mencionando os artigos 127 e 129, que falam das funções do Ministério Público, como defender os “interesses sociais e individuais indisponíveis”.

O procurador sustenta a posição do MPT citando a “falta de transporte público eficiente nos últimos dias, em nome dos direitos à vida, à dignidade da pessoa humana e do valor social do trabalho”. Caso um patrão obrigue seus funcionários a trabalharem mesmo assim, ele poderá ter sua responsabilidade apurada pelo MPT. “O trabalhador tem que se sentir seguro”, comentou à reportagem.

Quem não está trabalhando nos últimos dias não deve sofrer desconto na folha salarial, segundo o procurador. “O que pode acontecer é uma adequação na escala para cumprir horas”.

Sobre a falta de policiamento no Espírito, o Ministério Público do Trabalho só irá analisar o caso depois que a ordem tiver sido restabelecida no Estado. “Melhor não fazer juízo de valor neste momento”, comenta Bozi, lembrando que será preciso definir de quem é a responsabilidade pela paralisação.

O procurador, porém, espera que a situação seja resolvida logo, pois, caso contrário, ela tende a se agravar, diz, lembrando a possibilidade de greve dos policiais civis e agentes penitenciários capixabas.

Entenda a crise no Espírito Santo

No sábado (4), parentes de policiais militares do Espírito Santo montaram acampamento em frente a batalhões da corporação em todo o Estado. Eles reivindicam melhores salários e condições de trabalho para os profissionais.

Desde segunda-feira (6), o movimento é considerado ilegal pela Justiça do Espírito Santo porque ele caracteriza uma tentativa de greve, o que é proibido pela Constituição. As associações que representam os policiais deverão pagar multa de R$ 100 mil por dia pelo descumprimento da lei.

A ACS-ES (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Espírito Santo) afirma não ter relação com o movimento. Segundo a associação, os policiais capixabas estão há sete anos sem aumento real, e há três anos não se repõe no salário a perda pela inflação.

A SESP (Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social) contesta as informações passadas pela associação. Segundo a pasta, o governo do Espírito Santo concedeu um reajuste de 38,85% nos últimos 7 anos a todos os militares e a folha de pagamento da corporação teve um acréscimo de 46% nos últimos 5 anos.

Na noite de quarta-feira (8), integrantes do governo reuniram-se com representantes do movimento de familiares, que apresentou uma pauta de reivindicações –anistia geral para todos os policiais e 100% de aumento para toda a categoria– e uma nova reunião, com a presença do governador César Calnago (PSDB), foi marcada para esta quinta-feira.

Em função da morte de um agente, os policiais civis também paralisaram os seus serviços na quarta. Eles devem decidir se entrarão em greve hoje, em assembleia conjunta com os agentes penitenciários.

Os ônibus também não circulam regularmente na Grande Vitória desde o início desta semana. Nesta quinta, a categoria decidiu que não voltará ao trabalho enquanto a polícia não retornar as ruas. A decisão aconteceu após o assassinato do presidente do Sindirodoviários (Sindicato dos Rodoviários) de Guarapari (ES).

PM bate em servidores – Maldito seja o servidor público civil que ainda se solidariza com a Polícia Militar 7

PM bate em servidores públicos estaduais durante ato contra  lei do governo do Rio de Janeiro

Ronaldo de Freitas, para o Acontece no Rio

  • PMs reagiram aos manifestantes, que lançaram fogos de artifício durante o protesto

     

Na tarde de hoje,  protesto de servidores do Estado do Rio de Janeiro contra o pacote de ajuste fiscal do governo, que acontecia no entorno da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), foi manchado pela violenta ação dos policiais militares do Batalhão de Choque .

Em meio à passeata pacifica os servidores públicos de diversas categorias foram  reprimidos violentamente pela PM com bombas de efeito moral.

Os manifestantes alegam que a PM infiltrou agentes instigadores entre os servidores como pretexto para dissolver a manifestação.

Paralisação da Polícia Militar – Uma coisa é certa, PMs agem como bandidos: colocam mulheres e filhos como escudo…Bando de covardes de merda! 90

Pela 1ª vez, governo do ES se reúne com mulheres de PMs que fazem paralisação

Paula Bianchi

Do UOL, em Vitória

08/02/201720h08 > Atualizada 09/02/201700h21

  • Wilton Junior/Estadão Conteúdo

    Mais cedo, governador disse que não pode "pagar o resgate" pedido por PMs

    Mais cedo, governador disse que não pode “pagar o resgate” pedido por PMs

Mulheres que mobilizaram o ato de paralisação da Polícia Militar se reuniram com o governo do Espírito Santo na noite desta quarta-feira (8). Pela primeira vez, houve uma iniciativa do governo estadual para discutir uma solução junto dos familiares dos PMs. A reunião foi realizada no Palácio da Fonte Grande, no centro de Vitória.

Segundo o governo, à comissão de negociação formada pelo chefe da Casa Civil, o secretário de Controle e Transparência e o secretário de Direitos Humanos, o grupo de 15 representantes dos familiares de PMs fez duas reivindicações: a anistia geral para todos os policiais e 100% de aumento para toda a categoria.

A comissão, agora, levará a proposta ao governador e nesta quinta-feira (9), às 14h, dará um retorno ao mesmo grupo da reunião de hoje. “Vamos analisar essa proposta para ver o que efetivamente podemos fazer para que isso avance”, disse o secretário de Estado de Direitos Humanos, Júlio Pompeu, ao final do encontro.
“Deixamos clara toda a dificuldade que estamos encarando no Estado, não só nas ruas, mais fiscal, mesmo. Mas o governador é quem decide. Cabe a nós, secretários da comissão que foi criada, negociarmos”, disse Pompeu. “Há bom senso e boa vontade dos dois lados. E é a esse sentimento que nós estamos nos agarrando para resolver essa situação.”
Antes da reunião, representantes do movimento manifestaram interesse pelo entendimento. “Estamos dispostas a negociar, mas até agora ninguém chegou com proposta nenhuma”, disse Ângela Souza, cabeleireira, mulher de um PM.
Desde sábado (4), familiares dos policiais militares têm realizado motins em frente aos quartéis impedindo a atuação da PM e gerando uma onda de insegurança em todo o Estado. De acordo com o DML (Departamento Médico Legal), 92 pessoas foram assassinadas desde o primeiro dia da greve da polícia.
Mais cedo, o governador governador licenciado, Paulo Hartung (PMDB), comparou o movimento a um “sequestro” e afirmou que os policiais estão chantageando o governo. “O que está acontecendo no Espírito Santo é uma chantagem. É a mesma coisa que sequestrar a liberdade do cidadão capixaba e pagar resgate”, disse o governador, que se licenciou do cargo no último dia 5 para se recuperar de uma cirurgia feita em um hospital paulista.
Ele retirou um tumor da bexiga no dia 3, véspera do início da greve.
A fala de Hartung faz referência a um pedido de aumento salarial feito inicialmente pelos policiais capixabas, de cerca de 43%.
Nesta quarta pela manhã, cerca de 30 mulheres permaneciam em frente ao principal quartel onde estão os PMs em Vitória. Cada entrada conta com uma barraca grande, com colchões e cobertores, e um toldo. Há café, leite, pão, biscoitos, frutas, frios e até uma sanduicheira.
Em outros quartéis pela cidade há acampamentos parecidos, com familiares de PMs e policiais de folga posicionados em frente aos portões.
“Se o governador for favorável às nossas pautas, nós vamos sair”, afirmou uma das mulheres ao explicar que elas aguardam uma contraposta do governo às suas reivindicações para se retirar do local.

Entenda a crise no Espírito Santo

No sábado (4), parentes de policiais militares do Espírito Santo montaram acampamento em frente a batalhões da corporação em todo o Estado. Eles reivindicam melhores salários e condições de trabalho para os profissionais.
A Justiça do Espírito Santo declarou ilegal o movimento dos familiares dos PMs. Segundo o desembargador Robson Luiz Albanez, a proibição de saída dos policiais caracteriza uma tentativa de greve por parte deles. A Constituição não permite que militares façam greve. As associações que representam os policiais deverão pagar multa de R$ 100 mil por dia pelo descumprimento da lei.
A ACS-ES (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Espírito Santo) afirma não ter relação com o movimento. Segundo a associação, os policiais capixabas estão há sete anos sem aumento real, e há três anos não se repõe no salário a perda pela inflação.
A SESP (Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social) contesta as informações passadas pela associação. Segundo a pasta, o governo do Espírito Santo concedeu um reajuste de 38,85% nos últimos 7 anos a todos os militares e a folha de pagamento da corporação teve um acréscimo de 46% nos últimos 5 anos. (*Colaborou Daniela Garcia, de São Paulo)

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Veja imagens da onda de insegurança no Espírito Santo31 fotos

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7.fev.2017 – Membros do Exército reprimem manifestação na porta do quartel do Comando Geral da PM no bairro Maruípe, em VitóriaImagem: Gilson Borba/UOL

Maldito povinho que aproveita da greve da PM para saquear , roubar e matar…O Brasil não tem cura: povaréu burro, feio, fedorento e desonesto 42

Flagra

Ex-candidata a vereadora do PSDB é flagrada saqueando loja no ES

Publicado em 08/02/2017 , às 07 h55

Marcela Ranocchia foi candidata a vereadora pelo PSDB em 2016 / Foto: ReproduçãoMarcela Ranocchia foi candidata a vereadora pelo PSDB em 2016Foto: Reprodução

Filiada ao PSDB, a ex-candidata a vereadora Marcela Ranocchia foi flagrada, nesta semana, saqueando produtos em uma loja em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. As informações são do jornal Folha do ES.

Nas imagens, Ranocchia está segurando várias sacolas de lojas invadidas por bandidos, na segunda-feira (6), durante o caos que se instalou na cidade.

Por meio de nota, o presidente do PSDB Cachoeiro, Cícero Moura, lamentou o ocorrido e anunciou que irá instaurar processo disciplinar no Conselho de Ética e Disciplina.

Veja a nota do PSDB Cachoeiro:

“O PSDB Cachoeiro vem a público dizer que tomou conhecimento, através das redes sociais, de que uma candidata ao pleito de vereadora no ano de 2016 pelo partido participou dos saques ocorridos em Cachoeiro de Itapemirim, no dia 06/02/17. As medidas cabíveis para a verificação e punição pelo partido já estão sendo adotadas, inclusive com a instauração de processo disciplinar no Conselho de Ética e Disciplina. Confirmado o fato, após a garantia da ampla defesa e do contraditório, será expulsa. O PSDB Cachoeiro repudia veementemente qualquer ato de vandalismo ou de ação criminosa perpetrado por qualquer pessoa, ao mesmo tempo em que afirma que a conduta de um de seus membros não se assemelha aos dos demais participantes da sigla.”

Cícero Moura, Presidente do PSDB Cachoeiro de Itapemirim.

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O caos está instalado no Espírito Santo

Só na última segunda, cerca de 200 veículos foram roubados no Espírito Santo

Só na última segunda, cerca de 200 veículos foram roubados no Espírito SantoFoto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Polícia Civil perde 381 agentes aposentados em 2017 e atua sem 1/4 da equipe…Ou: como matar lentamente um órgão público 99

Polícia Civil perde 381 agentes aposentados em 2017 e atua sem 1/4 da equipe

Instituição paulista sofre com o déficit de policiais. Desfalque de investigadores e escrivães supera 5,2 mil profissionais.


A Polícia Civil de São Paulo já perdeu quase 400 policiais aposentados só neste começo de 2017. A debandada escancara ainda mais a defasagem de funcionários na instituição que, segundo a última atualização do Portal da Transparência, já atinge 25%. Ou seja, um quarto dos cargos estão vagos.

Conforme levantamento realizado pelo G1, em janeiro, foram 332 aposentadorias publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) e, só na primeira semana de fevereiro, outras 49, totalizando 381 policiais a menos na instituição em pouco mais de um mês.

As carreiras mais afetadas pelas aposentadorias foram as de escrivão e investigador, que perderam 125 e 108 policiais, respectivamente, no período. Os cargos já contavam, juntos, com um déficit de mais de 5,2 mil profissionais.

13 delegados, 22 agentes policiais, 26 agentes de telecomunicações, 5 papiloscopistas e 11 auxiliares de papiloscopistas também abandonaram o barco e engrossam a crise na Polícia Civil.

Para o especialista em segurança pública Rafael Alcadipani, as aposentadorias em massa são frutos da falta de investimento e planejamento do governo, já que é sabido que muitos policias estavam e estão próximo da idade de aposentadoria. “Mas não realizam os concursos na quantidade que deveriam ser realizados. Historicamente, não têm realizado a reposição necessária”, ressalta.

Dados obtidos pelo G1 e referentes ao segundo semestre de 2016 mostram que a instituição está com profissionais com idade avançada. Apenas 3% dos policiais civis de São Paulo têm menos de 30 anos e 44% dos delegados serão idosos nos próximos anos. 75% dos escrivães têm 40 anos ou mais e a idade média do investigador paulista é de 47 anos.

De acordo com Alcadipani, esse envelhecimento dos policiais tende a provocar “um colapso” na instituição em breve. Se por um lado os agentes têm experiência, por outro já não têm o vigor físico que a profissão exige. “Quanto mais velho você fica, mais sem paciência com as coisas costuma ficar. Você perde a energia de querer fazer diferente”, acrescentou.

Policiais e aprovados em concurso de 2013 protestaram por novas contratações na Alesp no ano passado (Foto: Roberto Sungi/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Polícia Científica

Nas carreiras ligadas à Polícia Técnico-Científica (PTC), responsável pelos trabalhos de perícia nos crimes ocorridos no estado, a situação não é diferente. A corporação é um braço da Polícia Civil e conta com seis carreiras: auxiliar de necropsia, atendente de necrotério, desenhista, fotógrafo, médico-legista e perito, que perderam, juntas, outros 30 policiais aposentados só no começo deste ano.

Na PTC, quase 40% das vagas estavam desocupadas em dezembro. Não à toa, a instituição ainda emitia, no último trimestre de 2016, 11,5 mil laudos de exames necroscópicos, criminalísticos, clínicos e laboratoriais realizados em 2015.

O atraso compromete a elucidação dos crimes e, segundo Alcadipani, aumenta a sensação de impunidade: “Não se consegue ter a prova técnica dos crimes. Com a ausência dessas provas, é mais difícil condenar os criminosos”.

Ainda na opinião do especialista, o sucateamento da polícia judiciária é proposital. “É interessante para o governo. A [operação] Lava Jato mostra o que acontece quando se tem uma polícia investigativa funcionado bem. Uma polícia de investigação autônoma incomoda muito, principalmente os poderosos. Por isso o movimento no Brasil inteiro é favorecer a PM e um policiamento de confronto”, explica.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo afirma que “investe na contratação para a ampliação de efetivo das policias, tanto que, apenas para a Polícia Civil, foram contratados 3.338 agentes desde 2011”.

A pasta ressalta também que nomeou, em novembro, 78 delegados, 106 investigadores e 292 escrivães para minimizar o problema do déficit de funcionários na instituição. Eles, no entanto, ainda estão no curso de formação da Academia de Polícia (Acadepol) e, por isso, fora da ativa.