Bandido é morto por PM de folga durante assalto a drogaria em Guarujá…( PM de folga tá trabalhando mais do que em horário de serviço ) 9

Bandido é morto por PM de folga durante assalto a drogaria em Guarujá

Crime ocorreu na tarde deste domingo, na Enseada; ação foi flagrada por circuito de monitoramento

De A Tribuna On-line @atribunasantos
13/05/2018 – 17:34 – Atualizado em 13/05/2018 – 19:37

Um assaltante morreu após ter sido baleado por um policial militar de folga, enquanto assaltava uma drogaria no bairro da Enseada, em Guarujá, no início da tarde deste domingo (13). Outro criminoso, que também participou da ação, fugiu. A drogaria fica na Avenida Dom Pedro I, no bairro Enseada, e a pouco mais de 200 metros de uma base da polícia militar.

No vídeo do circuito interno é possível ver toda a ação. Enquanto um dos criminosos segue para o caixa da drogaria e recolhe o dinheiro, o outro segue ameaçando os clientes e funcionários com uma arma em punho.

Desesperada, uma idosa chega a deitar no chão. Depois, um segundo homem armado, um policial que estava de folga, passa pelos corredores da loja e dispara em direção ao assaltante. Nessa hora, o outro assaltante, que estava no caixa, foge com o dinheiro pela porta da frente da drogaria.

O policial se aproxima do rapaz e retira a arma de suas mãos. O assaltante, que não teve o nome divulgado, foi socorrido em estado grave por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), até o Hospital Santo Amaro, onde foi submetido à cirurgia, mas não resistiu. A arma dele foi apreendida. O caso foi registrado na Delegacia Sede da Cidade.

Quem ofender a Polícia Militar corre risco de vida em SP, diz governador 28

Quem ofender a Polícia Militar corre risco de vida em SP, diz governador

Márcio França (PSB) homenageou policial que matou ladrão em SP

Policial reage e mata assaltante em frente à escola da filha em Suzano (Grande SP)
Policial reage e mata assaltante em frente à escola da filha em Suzano (Grande SP) – Reprodução
Kaio Esteves
Araçatuba

O governador Márcio França (PSB) disse nesta segunda-feira (14) que quem ofender a farda da Polícia Militar, ofender a integridade policial, está correndo risco de vida. Ele esteve em Araçatuba (a 540 km de SP) para assinar convênios e entregar unidades habitacionais na região.

Como mostrou reportagem da Folha, França contrariou a Polícia Militar ao organizar uma cerimônia em homenagem à cabo Katia da Silva Sastre, 42, que matou um ladrão durante uma tentativa de assalto em frente a uma escola em Suzano (Grande SP). Toda a ação foi gravada por câmeras de monitoramento.

Governador de São Paulo, Márcio França (PSB) entrega flores à cabo Katia Sastre na zona leste
Governador de São Paulo, Márcio França (PSB) entrega flores à cabo Katia Sastre na zona leste – Gilberto Marques/Divulgação

“As pessoas têm que entender que a farda deles [PM] é sagrada, é a extensão da bandeira do Estado de São Paulo. Se você ofender a farda, ofender a integralidade do policial, você está correndo risco de vida. É assim que tem que ser. É claro que a gente gostaria que não acontecessem casos assim, mas quando acontecem casos como este, eu fiz questão de elogiar. Acima de tudo, como mãe, ela deu um exemplo para a sociedade. Os jornais podem criticar, eu respeito quem critica, mas a maioria de São Paulo elogiou e acha que está correto, que a atitude da moça foi decente”, afirmou.

“Quando um médico, a polícia, um político fazem coisas erradas, a gente não tem que criticar? Do mesmo jeito, quando fazem uma coisa certa, que é acima da obrigação, a gente tem que elogiar. Não custa nada elogiar. A PM é o único setor público em que, quando falham, são identificados. Em qualquer lugar que eles andam, sabem que são policiais. Então são vulneráveis”, acrescentou França.

O governador criticou reportagem sobre ele contrariar a PM. “A Folha está totalmente equivocada porque ela ouviu especialistas em segurança. A meu ver, os especialistas em segurança são os policiais militares”.

Para quem diz que PM ganha “muito pouco: R$ 3.100,00 “, neste mês o POVO PAULISTA pagou para a cabo Katia R$ 15.137,20 , recebendo o salário fixo mensal de R$ 5.666,38 ( mensalmente , mais do que muitos médicos, engenheiros, advogados, enfermeiros, administradores , entre outras profissões públicas e privadas ) 80

Em resposta a Circo Completo

Circo Completo disse:

Será que os super comentaristas deste blog e de outros canais e especialistas em segurança faziam igual ou melhor que essa moça?

Será que coronéis, tenentes, investigadores, delegados etc faziam melhor ou igual a essa moça?

Por isso que eu falo: 3100 reais mensais para esse tipo de ato é pouco. Fora que os malas PODEM fazer campana nessa escola a fim de localizá-la para acerto de contas.

R$3100,00 é MUITO para o risco que essa moça correu (e correrá) e o risco que ela proporcionou às demais crianças/maes?

Parabéns a essa guerreira.

Resposta do FLIT:

Circo Completo,

Não distorça os fatos. Ninguém disse que R$ 3.100,00 é muito ou que é “muito pouco” . O que foi dito é que os soldados não podem ganhar melhor pelo fato de o oficialato ser muito dispendioso. O que se disse, também, é que a carreira de soldado se inicia aos 19 anos e pode ser encerrada aos 49 , no mínimo como 1º Sargento ( se o soldado for muito paradão ), recebendo como aposentado , em média , cerca de R$ 9.000,00. Valor nada ruim! Aliás, a cabo Katia recebeu neste mês: 15.137,20.

KATIA DA SILVA SASTRE PM CABO PM 5.666,38 2.281,77 5.730,73 5.255,18 334,10 0,00 15.137,20

 

Mãe PM que matou ladrão na porta de escola é homenageada por governador de SP 30

Márcio França entregou flores a cabo Katia da Silva Sastre pelo Dia das Mães

O governador de São Paulo, Márcio França, homenageia policial Katia da Silva Sastre por exercício de seu trabalho
O governador de São Paulo, Márcio França, entre flores à policial Katia da Silva Sastre – Gilberto Marques/Divulgação
Sílvia Haidar
São Paulo

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), fez uma homenagem à cabo Katia da Silva Sastre, 42, que matou um ladrão na porta de uma escola no bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), na manhã deste sábado (12).

França entregou flores à policial militar na manhã deste domingo (13), em cerimônia no Comando de Policiamento de Área Metropolitana-4, na Vila Esperança, zona leste de São Paulo.

O governador disse que o evento era para “cumprimentar a destreza, a técnica e a coragem” da cabo.

“A gente não pode deixar de enaltecer toda a técnica que você usou nesse episódio, da maneira rápida que você agiu e, ao mesmo tempo, a coragem que você teve, porque poderia simplesmente se omitir naquela situação, pois estava de folga, à paisana”, disse França à policial.

Questionado se o agradecimento não iria contra a filosofia de redução de letalidade policial, França afirmou que “a homenagem é feita porque é Dia das Mães, e ela é mãe”.

“Ela foi a uma festa para comemorar a data e aconteceu uma situação dessas. Ela agiu tão precisamente, tão perfeitamente, que a gente resolveu homenageá-la”, falou o governador à Folha.

“Claro, o rapaz morreu, não é o ideal. A gente gostaria que as pessoas não morressem”, disse França.

“A gente faz isso para mostrar para as pessoas mais jovens que elas não se aventurem com arma na mão, porque estão sujeitas a morrer. Porque os nossos profissionais da segurança são bem treinados para fazer a segurança pública”, afirmou o governador.

Após a homenagem, Katia disse que, apesar de não poder estar ao lado das filhas durante todo este Dia das Mães, é recompensador saber que não houve mais vítimas durante a tentativa de assalto.

“É gratificante por ter salvado vidas, porque a gente não sabe como seria o decorrer disso. É para isso que estamos nessa profissão, para defender as vidas, e foi o que eu fiz”, afirmou.

Ela contou que não sabia se a reação do assaltante seria atirar nas crianças ou nos adultos que estavam em frente à escola. “Então decidi defender as mães, as crianças, a minha própria vida e a da minha filha”, disse. “Na hora eu pensei que tinha que ter atitude. Nós, policiais, somos preparados para isso.”

Katia é mães de duas meninas. A mais velha, de sete anos, estava com ela no momento do assalto.

“A minha preocupação, no momento, foi que a minha intervenção fosse de maneira mais próxima a ele para que não houvesse risco de machucar outras pessoas, porque havia crianças correndo”, afirmou.

​​​​A cabo estava de folga quando disparou três vezes contra o ladrão, identificado como Elivelton Neves Moreira, 21. Ele caiu no solo e então foi desarmado. Ele foi encaminhado à Santa Casa da cidade, onde morreu.

A ocorrência se deu por volta das 8h. Mães e crianças pequenas aguardavam a abertura dos portões da escola particular Ferreira Master, que sediaria uma festa de Dia das Mães, quando foram abordadas por um rapaz com um revólver calibre 38, que anunciou o roubo. ​

Enquanto ele revistava um funcionário da escola, a policial sacou sua pistola e o atingiu com tiros no peito e na perna. O homem, então, caiu de costas na rua, soltando sua arma na sequência. A policial foi até ele, virando-o de bruços com o pé e rendendo-o até a chegada de socorro médico e apoio policial.

Segundo o marido da cabo, o tenente André Alves, a arma do suspeito disparou uma vez, mas não se sabe se antes ou depois de Katia atirar.

“O primeiro tiro ricocheteou e se perdeu. Na segunda tentativa de disparo dele, a arma travou. Ainda bem que ela foi mais rápida do que ele, porque quando o bandido descobre que se trata de um policial, ele atira para matar”, disse.

O tenente conta que Katia trabalha há 20 anos na polícia. “Na nossa profissão, é necessário estarmos sempre atentos. Eu mesmo fui baleado no braço recentemente em operação”, diz Alves.

Segundo ele, a mulher está bem. “Ela está tranquila e sabe que agiu de forma correta. Tudo acabou bem. Seria um risco se ele a tivesse revistado antes e descobrisse que ela é policial”, afirma.

Os abusos do Ministério Público…( Ou o Congresso coloca freios no MP ou o MP ainda acaba com o Brasil ) 6

OPINIÃO

MP age como se tivesse competência para gerir mercado e instituições políticas

*Editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo (13/5) com o título “Os abusos do Ministério Público”

Uma semana depois de o Ministério Público do Trabalho ter encaminhado uma “notificação recomendatória” à Embraer e à Boeing, pedindo a elas que informem as salvaguardas trabalhistas que incluirão no acordo comercial que estão negociando, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) lançou uma pesquisa para saber quais áreas, segundo a população, devem ser prioritárias na atuação dos promotores e procuradores de Justiça nos próximos dez anos.

Os dois fatos têm, como denominador comum, a recorrente discussão sobre os limites da atuação da corporação. Pela Constituição, o MP é uma “instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis”. Na prática, isso significa que o órgão tem as atribuições de exigir o cumprimento das leis, defender as garantias fundamentais, preservar os interesses da coletividade e proteger os interesses individuais – aqueles de que os cidadãos não podem abrir mão.

O problema, contudo, é que os promotores e procuradores interpretaram essas atribuições de forma extensiva, indo muito além do que o legislador constitucional pretendia, quando concedeu autonomia funcional e administrativa ao MP. Graças à esperteza hermenêutica, a corporação ampliou o alcance de suas prerrogativas, passando a agir como se tivesse competência para interferir de modo ilimitado nas relações econômicas entre empresas privadas, no livre jogo de mercado e no funcionamento das instituições políticas.

Não é de hoje que, arvorando-se em consciência moral da Nação, promotores e procuradores desenvolvem cruzadas contra o que julgam ir contra suas convicções moralistas, políticas e ideológicas, investigando, julgando e condenando à execração pública cidadãos e empresas, sem reunir provas que os tribunais consideram cabais. Também não é de hoje que, fundamentando suas iniciativas em princípios vagos ou indeterminados, como os da dignidade da pessoa humana e dos valores sociais do trabalho, a corporação imagina ter o poder de dirigir o País.

O ofício encaminhado pelo MPT à Embraer e à Boeing é um exemplo desse sentimento de onipotência. Além de exigir que as duas empresas mantenham “o patamar de empregos no Brasil” e apresentem relatórios sobre o risco de “possível transferência da cadeia produtiva para solo americano”, a notificação pede que elas levem em conta a posição dos sindicatos de metalúrgicos com relação ao negócio e as sugestões feitas em audiências públicas promovidas pela Comissão de Direitos Humanos do Senado. Apesar de alegar que só está agindo “preventivamente”, o MPT fixou o prazo de 15 dias para que as empresas informem como cumprirão as “recomendações”, sob pena de serem acionadas judicialmente.

A pesquisa lançada pelo CNMP para ouvir da população quais áreas os promotores e procuradores de Justiça deverão priorizar, sob o pretexto de reunir informações para a elaboração de um planejamento decenal estratégico do MP, vai na mesma linha de inconsequência. A pesquisa apresenta 11 áreas – como direitos humanos, combate à corrupção, infância e adolescência, segurança pública, educação e saúde – e pede aos consultados, que não têm formação jurídica e não conhecem a legislação civil, penal e processual, que definam as mais importantes, numa escala de 1 a 5. Nas chamadas questões abertas, a pesquisa indaga dos consultados quais são, a seu ver, as “oportunidades” (sic) para o MP nos próximos dez anos.

Se não fosse mal formulada e com respostas previsíveis, a pesquisa poderia servir ao CNMP para obrigar o MP a restringir sua atuação aos limites fixados pela Constituição. Mas, do modo como está sendo conduzida, permitindo manipulação do “clamor público”, ela pode legitimar a atuação “justiceira” de um órgão que expandiu suas atribuições e sua margem de arbítrio ao sabor das conveniências e da interpretação que cada promotor ou procurador faz da lei.

Revista Consultor Jurídico, 13 de maio de 2018, 15h31

Ministério Público também deve ser notificado por falta de negros como promotores e procuradores…( Penso que essa falsa tutela prestada pelo Ministério Público é indigna; não se alcança igualdade compulsoriamente…Logo pretenderão obrigar casar branco com negra e negro com branca ) 11

MPT notifica Globo por falta de negros em novela e recomenda mudanças

Recomendação prevê ainda um conjunto de ações para promover a igualidade racial

Da Agência Brasil
12/05/2018 – 19:24 – Atualizado em 12/05/2018 – 19:29
Novela entra no ar na próxima segunda-feira (Foto: Divulgação)

O Ministério Público do Trabalho recomendou à TV Globo 14 medidas para promover a participação de pessoas negras em produções audiovisuais e no jornalismo. A medida foi motivada pela ausência de personagens pretos e pardos* na novela Segundo Sol, ambientada em Salvador, na Bahia, e que estreia na segunda-feira (14). A recomendação é de sexta-feira (11) à noite, antevéspera dos 130 anos da abolição no Brasil, regime que durou três séculos.

Além de cobrar mudanças na novela, a recomendação prevê um conjunto de ações para promover a igualdade racial “em todo ambiente de trabalho da empresa”. Entre elas, a mais importante é a elaboração de um plano de ação prevendo formas de incluir, remunerar e garantir a igualdade de oportunidades aos negros. Outra recomendação é a realização de um levantamento de negros e negras em todas as produções da emissora, incluindo o jornalismo.

A TV Globo tem sido criticada por escalar poucos artistas negros para a novela Segundo Sol, apesar de o enredo se passar na Bahia, estado com uma das maiores populações negras no País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até uma campanha foi lançada com cartazes de artistas negros que já passaram pela emissora, mas ignorados pela produção.

“Decidimos expedir essa nota com o fim de mostrar a importância de a empresa respeitar a diversidade racial”, declarou a coordenadora Nacional de Combate à Discriminação no Trabalho do MPT, procuradora Valdirene Silva. Ela disse que, apesar de a novela ser uma obra artística e aberta, “tem a obrigação de incluir atores negros em proporção suficiente para uma real representação da sociedade”.

“Estamos diante de uma situação que é vista como discriminatória”, com base em leis internacionais e no Estatuto da Igualdade Racial.

A TV Globo tem 10 dias para comprovar as mudanças no roteiro e na produção da novela Segundo Sol e 45 dias para apresentar um cronograma de cumprimento das demais recomendações. Caso não sejam atendidas, o MPT pode propor ação judicial como último recurso.

Nas redes sociais, o diretor de cinema e pesquisador pós-doutor Joel Zito Araújo, desabafou na sexta-feira (11) sobre a situação. “Nunca pensei que meu filme A negação do Brasil, lançado em 2001, permaneceria atual por tanto tempo (infelizmente)”. O documentário fala sobre papéis que atores negros representaram nas novelas brasileiras, em posições subalternas, apenas. Ele alertava para a influência na perpetuação do racismo e na limitação do mercado de trabalho.

Mídia alimenta racismo

A União de Negros pela Igualdade (Unegro), que lançou a campanha com cartazes de atores negros, também se pronunciou sobre a produção global. Em nota, afirmou que a mídia é “pouco permeável à ideia de ter o negro como protagonista”, reflexo de uma cultura que nega as identidades negras e reforça a exclusão desde a escravidão no Brasil.

A nota citou papéis negativos geralmente dados a artistas negros, como “o escravo, a mulata lasciva, a empregada doméstica, o preto bobo ou ignorante que faz a gente rir e o bandido”, destacando também os “positivos”, tais como “o jogador de futebol, o sambista ou aquele personagem que interpreta a exceção: o moço de família humilde que lutou muito e venceu na vida. Figuras que não são exclusividade da ficção, vistos também em programas de auditório e no jornalismo”.

Com a inserção de personagens em destaque em novelas e propagandas, a Unegro defende que a sociedade encare o problema. “A inserção não resolverá as questões raciais. O que se espera disso é uma contribuição para o debate [do racismo no país]”.

A dramaturga negra Maria Shu, autora de uma das primeiras mensagens alertando para o privilégio de atores brancos em o Segundo Sol, fez constatação semelhante. “A presença dos negros na TV tem apenas um foco, que é a espetacularização de suas dores. Estudamos, alcançamos novos espaços, mas não nos reconhecem como sujeitos produtores de conhecimento”.

Procurada pela Rádio Nacional, a TV Globo não confirmou ter sido notificada da recomendação. Porém, em nota, reconhece que a novela tem uma representatividade menor do que gostaria e disse que busca ampliá-la. “Vamos trabalhar para evoluir com essa questão”, informou.

A notificação do MPT é assinada pelos seis procuradores do grupo de trabalho de combate à discriminação e amparada no Estatuto da Igualdade. A lei federal recomenda ao poder público a promoção de igualdade racial no mercado de trabalho público e privado.

Prefeito do PSDB que tinha mais de 5 milhões no colchão de casa ficará preso até que o partido encontre um Desembargador ou Ministro afável que lhe devolva a liberdade…Se um prefeito de uma cidade pobre e nanica tinha essa grana em casa, imaginem o quanto não roubam os prefeitos de cidades muito mais ricas 19

Policiais federais contabilizaram dinheiro encontrado com prefeito de Mongaguá, SP (Foto: G1 Santos)

Justiça determina prisão preventiva do

prefeito de Mongaguá

Artur Parada Prócida é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção passiva

Sandro Thadeu
Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS
11/05/2018 – 22:16 – Atualizado em 11/05/2018 – 22:43
Defesa de Artur Parada Prócida vai entrar com pedido de
habeas corpus no STJ na  segunda-feira (Nirley Sena/AT)

O desembargador federal Maurício Kato, da Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), decretou, na noite desta sexta-feira (11), a prisão preventiva do prefeito de Mongaguá, Artur Parada Prócida (PSDB). E o Município seguirá sem comando, situação que pode se arrastar até terça-feira (15), segundo a Câmara.

O magistrado homologou o flagrante da Polícia Federal (PF) em relação aos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, considerando-o formalmente em ordem, e decretou a preventiva sob o fundamento de ser a prisão cautelar do tucano necessária para garantir a ordem pública.

O advogado de defesa do chefe do Executivo, Eugênio Malavasi, afirmou que impetrará o habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) na próxima segunda-feira (14).

Na manhã da última quarta-feira (9), Prócida foi flagrado pela PF com R$ 5,3 milhões, em casa, durante a Operação Prato Feito, que investiga fraudes na contratação de empresas fornecedoras de merenda em 30 prefeituras paulistas, entre elas Cubatão, Mongaguá e Peruíbe.

O presidente da Câmara, Rodrigo Casa Branca (PSDB), tentou assumir a Prefeitura na tarde desta sexta, com base na Lei Orgânica (a Constituição do Município), mas não conseguiu.

Ele justificou que o cargo de chefe do Executivo estava vago com a prisão de Prócida e com a suspensão do exercício da função pública do vice, Márcio Cabeça (PSDB), conforme determinado pela 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo, por conta da suspeita do envolvimento em fraudes e a possibilidade de ele destruir provas no cargo.

Casa Branca chegou a enviar um comunicado à diretora do Fórum, Andréa Aparecida Nogueira Amaral Roman, e à juíza da 189ª Zona Eleitoral (que abrange a cidade e Itanhaém), Helen Cristina de Melo Alexandre, para dizer que assumiria o comando do Paço Municipal.

Na Prefeitura, ele protocolou um ofício endereçado ao diretor dos Serviços Internos, Rogério Alves do Nascimento, e ao procurador geral do Município, Eduardo Garcia Cantero, para ir ao prédio público neste sábado (12), às 8 horas, e que ambos permitissem o acesso a diversos documentos, em especial àqueles que dependem do aval do chefe do Executivo.

Casa Branca solicitou ainda um relatório discriminando as localizações de todos os demais processos administrativos, com respectivos assuntos e numerações e a relação de todos os contratos em vigência, assim como verificar todos os empenhos e pagamentos efetuados desde a última quarta-feira e os extratos bancários das contas feitas pelo Município.

Ao protocolar o documento, o diretor do Departamento Jurídico, Douglas Guarnieri, e o chefe de gabinete de Prócida, Antônio Moisinho, alegaram que o prefeito seguia no cargo, mesmo preso, e que o impedimento estaria restrito ao vice. Portanto, os pedidos foram negados.

Segundo informações da assessoria de imprensa da Câmara, a Procuradoria Geral do Município se comprometeu a dar um retorno sobre a legalidade de Casa Branca assumir a Prefeitura até o fim da tarde da próxima terça-feira. Se a resposta for negativa, o vereador deverá ingressar na Justiça pleiteando uma liminar para poder assumir o Executivo.

A Tribuna tentou contato por diversas vezes com a assessoria de imprensa da Prefeitura, Moisinho e Cabeça, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Conforme apurado pela Reportagem, a equipe ligada ao prefeito ainda mantinha a esperança que ele conseguiria uma decisão judicial para libertá-lo.

O plano B seria Cabeça conseguir uma liminar (decisão provisória e de caráter imediato) para que ele assumisse a Prefeitura, evitando que um adversário político de Prócida assumisse o Paço Municipal.

PARIDADE E INTEGRALIDADE garantidas, mais promoção a posto imediato – Um soldado não pode ganhar apenas R$ 3.143, diz comandante, mas o que ele não conta é que os soldados ganham inicialmente pouco pelo fato de se aposentarem ganhando muito bem…Lembrando que há cerca de 1.300 coronéis em São Paulo e mais 14.000 oficiais intermediários e de alta patente…E qual empresa paga R$ 3.143 inicias a jovens com apenas o 2º grau sem quaisquer qualificações profissionais? 64

Um soldado não pode ganhar R$ 3.143, diz novo comandante da PM de SP

Em entrevista à Folha, coronel diz que salário ideal seria muito melhor que isso

Coronel Marcelo Vieira Salles, recém nomeado comandante-geral da Polícia Militar de SP

Coronel Marcelo Vieira Salles, recém nomeado comandante-geral da Polícia Militar de SP – Rafael Hupsel/ Folhapress

Rogério Pagnan
São Paulo

​​​O novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Marcelo Vieira Salles, 51, disse à Folha que uma das suas principais metas na corporação será pela valorização dos policial militares, incluindo a salarial. “Um soldado não pode ganhar R$ 3.143. O salário do policial tem que ser a altura da sua responsabilidade. Porque ele vai a lugares onde todo mundo está fugindo”, disse o policial.

Salles, que assumiu o comando da PM na semana passada no lugar do coronel Nivaldo Restivo, após escolha do governador Márcio França (PSB), disse que vai defender esse reajuste já que há outros estados do país nos quais os PMs ganham mais do que em São Paulo. “E o custo de vida de São Paulo é mais alto [do que esses lugares]”, afirmou.

O coronel não citou um valor que considera ideal, mas disse: “Tinha que ser muito melhor. Eu acho que deveria pelo menos acompanhar a perda [inflacionária]. Por que é muito ruim esse não acompanhamento [da inflação]. Pelo menos que tivesse mantido o que a inflação comeu”, disse o comandante.

A falta de reajuste salarial é uma das principais reclamações dos policiais militares. Nos últimos quatro anos, os PMs tiveram apenas 4% de reajuste durante o governo de Geraldo Alckmin (PSDB), agora pré-candidato à Presidência da República. Só em 2015, a inflação medida pelo IPCA foi de 10,7%.

O coronel Salles é o caçula de quatro irmãos, o único que seguiu a carreira militar. Antes de assumir o comando da PM paulista, Salles filho comandou a Cavalaria, trabalhou por anos da Casa Militar (no Palácio dos Bandeirantes). Comandava o policiamento ostensivo na zona oeste da capital quando recebeu o convite para o cargo pelo próprio governador Márcio França.

PM NO NOTA 10

Na entrevista à Folha, o novo comandante disse que vai trabalhar para dar um “nível de excelência” para a Polícia Militar na prestação de serviço à população, embora ele já dê nota 10 a esse serviço atualmente.

“Daria 10. Daria 10 por conta do compromisso do policial de trabalhar no sereno, no sol, na chuva, a pé, de barco, no bombeiro. Eu vejo pela regra, não pela exceção. O policial militar é vocacionado. Nós temos alguns que ousam macular esse uniforme. Não é por esses que eu meço. A minha régua é por aqueles que trabalham e se dedicam.”

O coronel disse dar nota 10 até mesmo para a prestação de serviço na periferia, embora admita que é preciso melhorar. Salles disse considerar “equivocada” recente afirmação de um oficial da corporação segundo o qual é preciso um tratamento diferente nos bairros nobres e periféricos.

“Aquele tenente-coronel [comandante da Rota] fez aquela afirmação equivocada. Eu defendo isso, a instituição prega isso que é, por exemplo, nas abordagens, ter um procedimento operacional padrão. Nós temos 645 municípios, São Paulo é um país. Tudo que sai do comando tenha que ter um padrão. Para que o policial aja assim [da mesma forma] em Pedregulho, que aja assim em São Mateus, onde eu nasci, que aja assim nos Jardins.”

TERRITÓRIOS DOMINADOS

O comandante da PM disse que, diferentemente do Rio, em São Paulo não existem “bolsões de exclusão”, maneira como o policial chama os territórios dominados pelo crime onde os policiais militares não conseguem patrulhar.

Em São Paulo, segundo ele, há áreas nas quais os policiais precisam “redobrar a atenção” durante o patrulhamento. “Não há áreas de exclusão, porém, tudo que você for fazer com a polícia, precisa ter uma análise de risco.”

No ano passado, a diretora do Departamento de Homicídios da Polícia Civil de São Paulo, a delegada Elisabete Sato, disse que o Estado vivia um período “muito complicado” para a segurança pública e que até mesmo a Rota, a tropa de elite da PM, não conseguia entrar em favelas da capital paulista.

Sobre a suspensão dos Correios na entrega de produtos em quase um terço da cidade de São Paulo, o que afeta a vida de cerca de 4,5 milhões de pessoas, o policial disse não haver um descontrole sobre os roubos de carga até porque, diz, há uma queda desse indicador desde do ano passado no estado.

INTEGRAÇÃO

Sobre a proposta em estudo no governo do estado de transferir a Polícia Civil da pasta da Segurança Pública para a da Justiça, Salles disse que essa é uma discussão que precisa ser travada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, até com audiências públicas. Para ele, porém, é preciso integração entre policiais civis e militares.

“Independentemente em qual secretaria esteja abrigada uma ou outra instituição, cada uma tem seu papel, até por previsão Constitucional. Independente de onde estivermos, nós teremos de trabalhar juntos. Integrados. Eu acredito na integração”, disse.

Ainda sobre mudanças, o novo comandante disse acreditar que é inevitável o país adotar o ciclo completo de polícia, que permitira aos PMs realizar até investigações de crimes e apresentar casos diretamente ao Judiciário, algo que em São Paulo é proibido.  A atribuição de registrar e investigar crimes hoje exclusividade das polícias civis e da Polícia Federal.

“Eu sou a favor do ciclo completo. Eu tenho certeza de que é um caminho natural. Poderia começar com crimes de menor potencial ofensivo, apenado até dois anos”, disse ele, que elogiou experiência exitosa que ocorre em Santa Catarina com tal ciclo.

No estado de São Paulo, essa mudança não ocorreria, porém, “a curto e médio prazos”, porque é uma discussão que ainda precisa amadurecer.

CHACINA

Sobre as suspeitas de envolvimento de policiais militares em chacinas, como ocorreu em anos anteriores no estado, o coronel disse que isso prejudica em demasia a imagem de toda a corporação. “Às vezes as pessoas nos veem como pessoas de segunda categoria.” PMs, por exemplo, foram condenados pela chacina que deixou 17 mortos em 2015, nas cidades Osasco e Barueri, na Grande São Paulo.

Para tentar reverter esse tipo de nódoa na imagem da PM, o comandante disse que é preciso manter um trabalho de depuração internar, “cortar na própria carne”, com a atuação dos comandantes de todos os níveis na fiscalização da tropa. “Nós não temos compromisso com o erro. Nós somos do lado da lei.”

Sobre a letalidade policial, Salles disse que a morte de “20 pessoas” por mês em confronto “é muita coisa” e, por isso, é preciso tentar mudar isso. “Precisamos nos debruçar para tentar reduzir isso número.”

No ano passado, 45 policiais militares foram mortos no estado, a maioria de folga (34). No mesmo período, foram registradas 877 mortes pelas mãos de PMs.

MARCA

Salles disse não buscar uma marca pessoal em sua passagem pelo comando já que, para ele, a instituição tem uma que ele já usa: “Servir e proteger”. Um dos seus objetivos, segundo ele, é substituir à altura seu antecessor, Nivaldo Restivo, que vinha conseguindo a redução de todos os indicadores criminais –com exceção dos estupros. “Não é fácil substituir o Pelé”, brincou o coronel, amigo do outro.

Apesar de poder ficar apenas sete meses no cargo, caso o governador Márcio França não consiga a reeleição em outubro, Salles disse que vai “tentar implementar de todas as formas” na tropa uma filosofia mais humana e respeitosa no trato com as pessoas.

“Numa abordagem, você prende um bandido ou faz um amigo. Uma abordagem bem explicada, você ganha o amigo. Eu tenho que acreditar nisso [que podemos mais]. Ou, senão, acabou. Eu tenho que promover isso, eu tenho que inspirar isso”, disse.

A cerimônia de posse de Salles foi marcada pelo choro do oficial ao falar do pai, um subtenente aposentado da própria PM paulista. O coronel, com seu 1,88 metro de altura, disse não ter vergonha de chorar porque se sente “abençoado por Deus” por tudo que conseguiu até agora. “Eu não tenho vergonha de emocionar. Hoje eu sou comandante da Polícia Militar do Estado de São Paulo e fui um modesto office-boy. Eu era uma das pessoas invisíveis.”

Salles disse que é com as pessoas invisíveis da sociedade que a PM precisa trabalhar. “Nós temos que defender os mais fracos.”

__________________________________________________

Coronel, quantos bilhões de reais em “vencimentos, proventos e pensões ” o povo paga para a PM?

Se o senhor efetuar uma simples operação matemática  – orçamento para custeio de pessoal pelo número de ativos, inativos e beneficiários – constatará que os policiais militares ganham bem.

Muito bem,   comparativamente à população produtiva deste estado e deste país, aliás! 

A questão é que a minoria consome a maior parcela do orçamento.

Vamos distribuir a renda na PM? 

Amante pergunta: cadê o seu marido? …A adúltera responde: foi mandado preso pelo Delegado lá para o Romão Gomes!…Delegado de Diadema prende em flagrante dois PMs homicidas e fraudadores 22

Humildade, honestidade e honra.
estridente.com.brx
estridente@uol.com
177.79.41.101
Amante pergunta: – cadê o seu marido?
Mulher responde: – tá ali no blog, falando mal da PM.

Pois é Messi, resolveu mudar – mais uma vez – de apelido?

Por que deixou de se identificar como sendo ” o tira do bumbum guloso”?

Ficou constrangido por termos lhe desmascarado?

Não adianta nada meu caro, já te expliquei que você é portador de distúrbio psiquiátrico caracterizado pelas suas obsessivas projeções, ou seja, patologicamente você atribui ao alheio os próprios atributos, desejos e experiências pessoais. Freud te explica!   

Mas indo ao assunto principal: dois PMs  de Diadema durante abordagem a um cidadão tentaram devassar o conteúdo do seu celular;  diante da recusa e justificada subtração do aparelho das mãos de um dos policiais acabou sendo violenta e covardemente agredido .

Com medo de sofrer mais violências tentou correr para dentro da própria residência sendo por um deles baleado pelas costas.

Como se nada tivesse acontecido os policiais militares apreenderam a motocicleta da vítima e a apresentaram na Delegacia como se tratasse de um ladrão que abandonou o veículo durante fuga.

O diligente delegado foi ao local dos fatos e ao hospital, colhendo a versão da vítima e de várias testemunhas.

Diante do quadro probatório  prendeu os dois policiais militares em flagrante e apreendeu a pistola da corporação.

Foi até benevolente, pois entendeu o fato – em vez de tentativa de homicídio – como lesão corporal qualificada e fraude processual.

Depois de lavrado o auto foram recolhidos ao Romão Gomes.

A isso sim – digo da conduta da verdadeira e única autoridade policial –  é que eu chamaria de Humildade, honestidade e honra.

Chupa essa uva, PM MESSI!

Execução da vereadora Marielle possui dedo de PM no gatilho 53

Testemunha acusa PM e ex-PM de envolvimento na morte de Marielle diz jornal

Ex-vereadora estava de carro e levou quatro tiros na cabeça, em 14 de março

Do Estadão Conteúdo
10/05/2018 – 15:09 – Atualizado em 10/05/2018 – 15:15
Um policial militar e um ex-PM participaram do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, disse à polícia uma testemunha do crime. A informação é do jornal O Globo desta quinta-feira (10).

A testemunha teria contado que um policial atualmente em atividade no batalhão do bairro de Olaria e um ex-PM que trabalhou no batalhão do Complexo da Maré, duas áreas conflagradas da capital fluminense, estavam no carro, um Cobalt prata, que foi usado pelos assassinos.

Assim como as outras duas pessoas que também estavam no carro, apontadas igualmente pela testemunha, os homens, que já teriam participado de crimes semelhantes, estão sendo investigados pela Delegacia de Homicídios.

Os quatro seriam ligados ao miliciano Orlando Oliveira de Araújo o Orlando Curicica, que, por sua vez, seria sócio do vereador Marcello Siciliano (PHS), conforme denunciou a testemunha. O vereador, ela disse, mandou matar Marielle porque ela estava “atrapalhando” a milícia na zona oeste. A polícia já investigava a possibilidade de participação de milícias no duplo homicídio.

Nesta quarta-feira (10), o vereador desqualificou o depoimento da testemunha que o acusou de ter envolvimento na morte da vereadora. Ele disse que se trata de um “factoide” e que nunca teve desentendimentos políticos com Marielle.

“Quero expressar minha indignação como ser humano. Estou perplexo. Minha relação com a Marielle era muito boa. Estou sendo massacrado nas redes sociais. Mais do que nunca, quero que o caso seja resolvido”, disse Siciliano, em uma entrevista à imprensa que convocou no auditório de um prédio no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio.

Conforme a denúncia da testemunha, publicada também pelo jornal O Globo, o vereador participou no ano passado de uma reunião num restaurante no Recreio com Orlando Curicica, na qual disse: “Precisamos resolver isso logo”. Araújo seria chefe de uma milícia em Curicica, na zona oeste e teria negócios com o vereador na região. Ele era ligado ao jogo do bicho e depois se associou à milícia. O vereador nega.

Siciliano é empresário da área de construção civil e tem como reduto eleitoral Vargem Grande e Vargem Pequena, nesta mesma área da cidade, onde se estabeleceu, há 20 anos. A milícia vem avançando nos últimos anos nos dois bairros, extorquindo moradores e comerciantes e construindo edifícios para aluguel, segundo investigações do Ministério Público.

A área vem experimentando crescimento populacional. Já foi considerada “neutra”, ou seja, sem dominação de traficantes, e acabou sendo “encampada” por milicianos.

Reconstituição

Marielle estava de carro e levou quatro tiros na cabeça. Seu motorista, Anderson Gomes, morreu por estar na linha de tiro. Na noite desta quinta-feira, será feita reconstituição do atentado, na área central do Rio. O local já está sendo preparado para a reprodução, que usará arma e munição verdadeiras, para que as condições sejam reproduzidas da forma mais aproximada possível da noite de 14 de março.

Tags:

Cidade pobre prefeito rico – PF apreende mais de R$ 5,3 milhões na casa do prefeito de Mongaguá, político histórico do PSDB da Baixada Santista 63

PF apreende mais de R$ 5,3 milhões na casa do prefeito de Mongaguá

Artur Parada Prócida é investigado por suposta ligação com esquema de desvios de verbas da União destinadas à educação

Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS 
09/05/2018 – 16:30 – Atualizado em 09/05/2018 – 21:28
Fontes da PF apontam que Prócida (foto) será autuado
pelo crime de lavagem de dinheiro (Reprodução/Facebook)

Agentes da Polícia Federal (PF) apreenderam R$ 5.391.789,17 na casa do prefeito de Mongaguá, Artur Parada Prócida (PSDB), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão decorrente da Operação Prato Feito. Por não saber explicar a origem do dinheiro, ele foi preso pelo crime de lavagem de dinheiro.

No imóvel havia R$ 4.613.610 e US$ 216.763 (R$ 778.179,17 com base na cotação de 3,59 do dólar). A quantia exata foi obtida com ajuda de uma máquina para contabilizar cédulas.

A Operação Prato Feito apura desvios de verbas da União destinadas à educação, em especial, para compra de merenda. Sobre esse esquema, Prócida foi ouvido em declarações na Superintendência Região da PF em São Paulo, na Lapa, ou seja, prestou depoimento sem ser indiciado.

O suposto crime de lavagem de dinheiro, até que não seja apurada a origem dos valores, seria um delito autônomo, sem necessariamente ter eventual vínculo com a Operação Prato Feito. A Tribuna apurou que a maior parte das cédulas achadas na casa do prefeito é em reais, mas também havia uma menor parcela em dólares.

Policiais federais contabilizaram dinheiro encontrado com prefeito de Mongaguá, SP (Foto: G1 Santos)

_______________________________________________

Deve ser a poupança que fez enquanto professor e diretor de escolas públicas, né ?  

Folha de São Paulo confirma as denúncias do Dr. Ronaldo Tovani – aqui publicadas no domingo – sobre a roubalheira petista promovida com a invasão do Edifício São Manoel 31

Em áudios, assessora do PT cobra aluguel de sem-teto e anuncia despejo

Pelo WhatsApp, assessora do PT cobra aluguel de sem-teto e ameaça despejo

“Quem está aberto em abril, eu aconselho vir urgente acertar. Quem não vier, à noite estarei na porta. Nem se for 2h da manhã eu vou bater para cobrar.”

“Senhores porteiros da rua Marconi: a Conceição, do 4º andar, o prazo dela acaba no domingo. A partir de segunda ela não entra mais no prédio, só se for para retirar as coisas.”

As frases acima estão no grupo de WhatsApp de moradores e coordenadores do MMPT (Movimento Moradia Para Todos). A autora dos áudios é Ednalva Franco, líder do movimento que controla quatro prédios —na Bela Vista, na Mooca e no Centro (rua Marconi e Capitão Salomão).

Filiada ao PT desde 1990, Ednalva Franco é assessora da deputada estadual Marcia Lia (PT-SP) e conhecida ativista sem-teto de São Paulo. É Ednalva que aparece num episódio de 2013 do “Profissão Repórter” saindo com uma SUV nova da garagem de um prédio na República.

“Porteiros, eu vou passar todos os nomes das pessoas que o prazo acaba até domingo. Inclusive a Luciana, do 309”, diz ela em outra mensagem do grupo. “Vou passar toda a lista pra vocês na portaria assim que eu terminar.”

Depois que escrevi sobre o modelo de negócio dos líderes de movimentos sem-teto, na semana passada, ex-moradores me procuraram denunciando abusos, ameaças e a cobrança de aluguel de R$ 200 a R$ 500 por parte dos coordenadores.

“Além do aluguel, a coordenadora sempre inventa uma taxa nova para o pessoal pagar”, me disse um ex-morador do edifício São Manuel, na rua Marconi, que não se identifica por temer represálias. Ele calcula que os alugueis só desse edifício rendem pelo menos R$ 35 mil por mês ao movimento.

Conta ainda que era obrigado a participar de atos em defesa do ex-presidente Lula. “Quando tinha um ato, eu colocava a camiseta do movimento e ficava perto dela [Ednalva]. Fazia questão que ela me visse várias vezes, para eu marcar presença. Depois trocava a camiseta e ia embora.”

Conversei com Ednalva Franco sobre as denúncias. Ela admitiu a autoria das mensagens e afirma que cobra uma taxa de no máximo R$ 200 por morador. Alega que o dinheiro serve para custear o escritório e a creche do movimento, além do salário de porteiros, a manutenção dos elevadores, extintores e outras despesas. Negou expulsar moradores por falta de pagamento, apesar do conteúdo evidente dos áudios.

“Se o morador não tiver dinheiro para pagar a contribuição, nós chamamos para conversar e parcelamos até ele arranjar um emprego”, diz.

O ex-morador contesta. “Ela e o marido costumavam gritar de madrugada com quem estava devendo. A creche não funciona há muito tempo. E, na Marconi, o elevador quebrava toda hora e ficava meses sem conserto.”

Sobre a exigência de participação em protestos, Ednalva afirma que “cada movimento social tem suas regras. Apresentamos nossa rotina quando a pessoa ingressa no movimento. A partir de então, se quiser continuar, precisa seguir as regras do grupo”.

Invadido em 2012, o edifício São Manuel é considerado uma ocupação-modelo dos sem-teto. Recebe oficinas culturais, reuniões políticas e já abrigou um escritório coletivo de doutorandos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

O ex-morador, porém, reclama da falta de liberdade (o portão fecha à 0h; depois desse horário só é possível entrar ou sair do prédio às 6h) e da quantidade dos eventos de conscientização política. “Nenhum morador aguenta mais tanta reunião”, diz.

Leandro Narloch

Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.

 

Carro de PM é incendiado dentro de casa em São Vicente…( PM aqui apenas para segurança de políticos, magistrados, alguns empresários e aplicação de infrações de trânsito na orla da praia ) 13

Policial trabalhava quando recebeu a notícia de que o veículo estava em chamas na garagem

Eduardo Velozo Fuccia
A TRIBUNA DE SANTOS 09/05/2018 – 07:30 – Atualizado em 09/05/2018 – 07:45
Um policial militar teve o carro incendiado na garagem de sua casa, em São Vicente, por volta das 4 horas de terça-feira (8). Ninguém ficou ferido e a autoria do atentado ainda é ignorada.

Lotado na 4ª Companhia do 6º BPM/I (Zona Noroeste de Santos), o policial trabalhava quando recebeu a notícia de que atearam fogo em seu Ford Fiesta na garagem de sua residência, no Jóquei Clube.

Com o auxílio de outros PMs, ele tentou debelar as chamas do automóvel utilizando o extintor de uma viatura da corporação. Porém, apenas com a chegada de uma equipe do Corpo de Bombeiros é que o fogo foi extinto.

Um pedaço de pano foi encontrado na abertura do tanque do Fiesta, que provavelmente foi aberto com uma espátula achada no chão da garagem.

O delegado Lucas Santana dos Santos, da Delegacia de São Vicente, registrou o incêndio.