Doria de papo com Olímpio? 8

Doria de papo com Olímpio?

Major Olímpio, que trabalhou pela eleição de Márcio França contra João Doria, deverá se encontrar com o tucano no início da próxima semana, de acordo com a coluna da Sonia Racy, no Estadão. Eles deverão negociar a possível inclusão de deputados estaduais eleitos do PSL como secretários do time de Doria.

Ao saber da notícia, Janaína Paschoal não gostou. “A bancada do PSL não está à venda. Projetos bons serão aprovados. Projetos ruins serão rejeitados. Sou candidata à Presidência da Alesp e não retiro o nome, nem sob tortura”, disse. Como publicou o BR18 nesta semana, a bancada do PSL não está inclinada a fazer parte da base de Doria na Assembleia Legislativa.

Policiais de MG acusados de participar de tiroteio com policiais de SP são presos 8

Leonardo Augusto, especial para O Estado

Belo Horizonte

  • Reprodução/TV Globo

    Troca de tiros entre os policiais civis aconteceu no estacionamento de um hospital de Juiz de Fora

    Troca de tiros entre os policiais civis aconteceu no estacionamento de um hospital de Juiz de Fora

Três policiais civis de Minas Gerais envolvidos no tiroteio com policiais de São Paulo no estacionamento de um hospital de Juiz de Fora no dia 19 do mês passado foram presos na manhã desta segunda-feira, 12, na cidade mineira, que fica na Zona da Mata. Duas pessoas morreram em decorrência do confronto. Os policiais são lotados em Juiz de Fora.

O tiroteio teria ocorrido depois de um suposto desacordo entre o empresário Flávio de Souza Guimarães, que é de São Paulo e teria ido a Juiz de Fora trocar dólares, e o também empresário, Antonio Vilela, de Minas Gerais. O confronto teria ocorrido depois de ter sido descoberto que Antonio apresentou notas falsas de real para fazer a troca. A negociação envolveria cerca de R$ 14 milhões.

Os policiais de São Paulo, que seguem presos na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, estariam fazendo segurança para Guimarães. Já os policiais civis de Minas estariam fazendo o mesmo serviço, mas para Vilela. Em depoimento em São Paulo, o empresário paulista negou ter ido a Juiz de Fora para trocar dólares, e disse que foi à cidade para negociar um empréstimo. Antonio Vilela também está preso em Minas Gerais.

Um dos mortos no confronto foi o policial civil Rodrigo Francisco, de 36 anos. Depois de ser internado em estado grave, o empresário Jerônimo da Silva Leal Júnior, baleado no confronto, morreu seis dias depois do tiroteio no hospital de Juiz de Fora. Jerônimo seria o proprietário da empresa de segurança que teria sido contratada pelo empresário paulista Flávio de Souza.

A assessoria de comunicação da Polícia Civil de Minas Gerais divulgou a seguinte nota: “em relação ao fato envolvendo servidores das Polícias Civis de Minas Gerais e de São Paulo, na cidade de Juiz de Fora (MG), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a investigação está sendo presidida pela Corregedoria-Geral da PCMG, juntamente com os Promotores de Justiça da comarca de Juiz de Fora/MG e do GAECO da Capital. Esclarece que, nesta segunda-feira, 12, foram presos três policiais civis de Minas Gerais, que serão transferidos para a Casa de Custódia, em Belo Horizonte. O procedimento tramita em segredo de Justiça, portanto, não é possível que a instituição repasse detalhes do trabalho investigativo”

ADPESP lança documentário sobre a greve de 2008 53

Delegados lançam documentário da maior greve da Polícia Civil

O curta-metragem tem nove delegados relembrando a histórica greve de 59 dias que abalou São Paulo, em 2008, quando policiais civis e militares entraram em confronto nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes.

Três delegadas de polícia se deitam na frente de viaturas para impedir a retirada dos veículos, ordenada pelas autoridades de Segurança Pública. Os carros oficiais guarneciam uma manifestação de policiais civis, que tentavam ser recebidos pelo então governador.
Sem canal de diálogo, a maior greve da história da Polícia Civil se arrastaria por 59 longuíssimos dias, trazendo incerteza à população, que assistia, atônita, a um inédito conflito entre a PM e a Polícia Civil. Imagens da época mostram bombas, tiros e policiais feridos, a poucos metros do Palácio dos Bandeirantes.

A cúpula da Segurança determina a prisão de uma das delegadas que organizava a greve, por coincidência filha de um dos maiores líderes dos movimentos estudantis de 1968, Luiz Travassos. Quarenta anos depois, em 2008, a marcha de policiais denunciava São Paulo por pagar os piores salários do Brasil.

Depois de uma década, os bastidores da histórica greve da Polícia Civil, são finalmente contados por seus protagonistas, no curta “16/10 – Um dia para não ser esquecido”. O filme será exibido, pela primeira vez, nesta segunda-feira, 12/10, às 18h30 horas, no Centro de Convenções Frei Caneca, no primeiro dia do Fórum Nacional da Inteligência Aplicada para o Combate à Criminalidade (IACC).

Produzido pelo setor de comunicação da Associação dos Delegados de Polícia do Estado (ADPESP), o documentário conta as histórias de nove policiais, selecionados entre os milhares de integrantes do movimento. Eles relembram onde estavam, o que fizeram e sentiram naquele dia. Explicando, por exemplo, a decisão de se deitarem na frente das viaturas.

“16/10 – Um dia para não ser esquecido” revisita aos momentos mais tensos da greve policial que abalou São Paulo, como a passeata de policiais civis no Morumbi, que o governo tentava barrar com cordões de isolamento formados por policiais militares.

Tiros, bombas e 35 policiais feridos no conflito entre as polícias. Em vez de mais segurança e valorização de seus policiais (civis e militares), a opinião pública percebe que o governo aposta no confronto armado e irresponsável.
O risco é enorme. Os policiais civis enfrentam atiradores de elite e tropas especiais de Choque, igualmente mal remuneradas. Recebem solidariedade de policiais de todo o país, que ameaçam nacionalizar o movimento. O caso vai parar no STF.

A greve é vitoriosa, altera a organização das carreiras policiais e cumpre seu objetivo de apontar o sucateamento da Polícia Civil.

Mas o curta é extremamente atual. Passados 10 anos da greve histórica, os policiais paulistas ainda recebem o pior salário do país e trabalham com defasagem superior a 31% nos quadros da Polícia Civil, o que afeta o atendimento à população e a investigação dos crimes.

Entusiasta do curta metragem, o presidente da ADPESP, Gustavo Mesquita, diz que é importante avivar a greve policial, não só pela memória histórica, mas porque “a Polícia Civil ainda hoje é alvo de descaso por parte do governo, e quem mais sofre com isso é a população paulista”.

SERVIÇO:
“16/10 – Um dia para não ser esquecido”
Duração: 16 minutos

Horário: 18:30 horas

Local: auditório do Centro de Convenções Frei Caneca
Mais Informações: www.forumiacc.com.br

Organização e promoção: Sator e TechBiz

Os paradoxos da PM: está preparada para retaliações do PCC, mas não está preparada para impedir um resgate fantasioso ….Major Olímpio, que tal chamarmos os militares de verdade para cuidar da segurança paulista ?…( Acho que o Doria acertou nomenado uma General, espero que não seja do tipo que se deixe emprenhar pelos ouvidos ) 34

Sem aval de França, Promotoria vai à Justiça para transferir chefes do PCC

Ministério Público decidiu pedir remoção para presídio federal por avaliar que há risco de resgate

O governador Marcio França e o comandante geral da PM coronel Vieira Salles
O governador Marcio França e o comandante geral da PM coronel Vieira Salles – Bruno Rocha/Fotoarena/Agência O Globo

Rogério Pagnan
São Paulo

Diante da resistência do governo Márcio França (PSB) em transferir chefes do PCC para presídios federais, o Ministério Público de São Paulo decidiu apresentar sozinho um pedido à Justiça para tentar a remoção, por avaliar que há risco de resgaste na unidade estadual onde eles estão.

A lista dos que seriam transferidos, composta por 15 a 20 integrantes da facção criminosa, é encabeçada por Marco Camacho, conhecido como Marcola, número 1 do PCC e supostamente envolvido em um plano de criminosos para resgatá-los da penitenciária de Presidente Venceslau, no interior paulista.

O pedido da Promotoria deve ser feito entre segunda (12) e terça (13) ao juiz Paulo Sorci, da 5ª Vara de Execuções de São Paulo. Ele deve envolver promotores criminais que atuam na capital e no interior.

Na terça (6), Márcio França se reuniu com os secretários Lourival Gomes (Administração Penitenciária) e Mágino Alves Barbosa Filho (Segurança) e foi convencido pelo último do risco de represália da facção criminosa em caso de transferência.

Na mesma reunião, segundo a Folha apurou, Gomes disse ao governador que os serviços de inteligência não indicavam a possibilidade de reação do PCC semelhante à de 2006 —​quanto forças de segurança foram atacadas— e recomendou a transferência do grupo para fora do estado.

A reunião foi marcada por bate boca entre os secretários. O titular da Segurança alegou informações sigilosas e não quis fornecer a fonte de informação sobre a possibilidade de retaliação do PCC.

Nesta sexta-feira (9), durante evento na academia de formação de oficiais da PM paulista, ao ser questionado sobre esse assunto, França afirmou que não pretendia fazer a remoção dos presos.

Alegou ser necessário ter “cautela”, em razão de possibilidade de “reações”, e citou não haver consenso sobre a necessidade de transferência.

“Nós sabemos que existem pessoas criminosas que também têm a tentativa de produzir reações, confusões. Então, temos que tomar cautela, não é uma coisa simples”, afirmou.

“Na hora em que as forças de segurança entenderem por bem que há a necessidade de qualquer mudança, eu não tenho nenhum problema de fazer. Mas, por enquanto, não há essa fala hoje de maneira uníssona”, afirmou França.

Além do Ministério Público, a decisão de França de não avaliar a remoção por enquanto contrariou integrantes da Polícia Militar que, em sua maioria, defendem a transferência para unidades federais.

Oficiais disseram ao secretário de Segurança que seus homens estavam preparados para eventuais represálias.

O plano de resgate de chefões do PCC foi alertado a França e aos comandos do Exército e Aeronáutica pelo deputado federal e senador eleito Major Olímpio (PSL).

O parlamentar criticou duramente a decisão do governador, que considerou uma demonstração de fraqueza. “Fecha a porta do estado e entrega a chave ao Marcola.”

“Preso escolhendo onde quer cumprir a pena? Enquanto isso, a Grande São Paulo está sem Rota há 30 dias. E até quando ficarão por lá?” questionou Olímpio, em referência ao deslocamento de homens da tropa de elite da PM para reforçar a segurança em Presidente Venceslau devido à ameaça de um plano de resgate dos criminosos.

Pelo esquema descoberto pelo serviço de inteligência do governo paulista, chefões do PCC montaram um plano de resgate estimado em até R$ 100 milhões que incluiria um exército de mercenários e helicópteros de guerra.

Os bandidos planejam usar também lança mísseis para destruir as vigilância.

Pajubá: das religões afro-brasileiras às travestis, e da gíria LGBT à Globo…( 23

Pajubá: das religões afro-brasileiras às travestis, e da gíria LGBT à Globo

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Ontem à noite, no horário nobre, a Rede Globo ensinou a seus espectadores as origens de algumas palavras de pajubá, “linguagem popular usada pela comunidade LGBT”. De fato, há palavras do pajubá que se ouvem com frequência de norte a sul do Brasil – nas ruas, em memes na Internet, nas novelas e seriados, em bares e cafés… Mas os dicionários não registram quase nenhuma delas. Mais grave que isso: sequer registram pajubá.

O pajubá (também chamado bajubá) é o socioleto que, resultante da incorporação de vocabulário de línguas africanas usadas em religiões afro-brasileiras, como o candomblé, que, usado inicialmente como antilinguagem por travestis, foi posteriormente disseminado entre toda a comunidade LGBT e simpatizantes.

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O pajubá surgiu nos terreiros de candomblé – adições de palavras africanas ao português ocorriam naturalmente, em regiões de mais forte presença africana no Brasil. Além do iorubá, palavras do quimbundo, quicongo e de outras línguas também marcavam presença, e o dialeto resultante da assimilação desses africanismos, por resultar incompreensível para aqueles que não o conheciam, passou a ser usado também como forma de comunicação entre travestis – grupo tradicionalmente marginalizado, que se beneficiava da possibilidade de falarem entre si em uma espécie de código não compreendido pela maioria da população.

Pouco a pouco, ao longo das últimas décadas, o pajubá acabou chegando às grandes cidades de todo o Brasil e algumas de suas palavras e expressões popularizaram-se, ao ponto de que algumas poucas das milhares de palavras do pajubá já são palavras do português corrente no Brasil.

É o caso de , por exemplo, com o significado de “ruim” – que se ouve por todos lados, e se lê, por exemplo, aquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui) – mas que ainda não aparece em nenhum dicionário.

Entre as palavras do pajubá que deveriam ser dicionarizadas, por – como mostram rápidas pesquisas no Google – já terem extrapolado o grupo linguístico a que se restringiam, sendo já de compreensão e uso, em geral com fins humorísticos ou informais, por parte significativa da população brasileira, estão:

amapô – (do pajubá) s.f. 1 vagina; órgão sexual feminino; 2 mulher [variante: amapoa]

aqué (aqüé) – (do pajubá) s.m. dinheiro

babado – (do pajubá) s.m. acontecimento significante, podendo tanto ser bom quanto ruim; o mesmo que basfond/bafão

bafão – (de basfond, corruptela do francêss.m. notícia, novidade de especial importância; acontecimento significante, podendo tanto ser bom quanto ruim; o mesmo que babado

bafo – (derivação de bafão) s.m. notícia, novidade; acontecimento significante (sentido criado por analogia com bafão, como se esta fosse uma palavra no aumentativo)

bajubá – s.m. socioleto que incorporou vocabulário de línguas africanas ao português brasileiro; popularizado como antilinguagem empregada entre travestis [variante: pajubá] (Exemplos: aquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui e aqui).

climão – s.m. saia justa, clima pesado ou tenso entre duas ou mais pessoas. (Ex: aquiaqui e aqui)

ebó – (do pajubá) s.m. macumba

edi – (do pajubá) s.m. ânus (aqui e aqui)

elza – (do pajubá) s.f. roubo    (Dar a elza – roubar)

fazer carão – fazer pose, ser esnobe, arrogante

gongar – v. tentar prejudicar; derrubar; torcer contra; ridicularizar.

horrores – adv. muito, demais; advérbio de intensidade. Ex.: “Bebi horrores” = “bebi demais”

jeba – (do pajubá) s.f. órgão genital masculino de proporções avantajadas; o mesmo que benga

mala – s.f. genitália masculina, especialmente quando visível sob a roupa (Ex: aqui e aqui)

montado(a) – adj. muito arrumado(a) (por exemplo, para sair), produzido(a) ao extremo

neca – (do pajubá) s.f. órgão genital masculino

picumã – (do pajubá) s.m. cabelo; peruca; cabeleira

racha – s.f. mulher

 – adj. desagradável, ruim (aquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui)

Pajubá: das religões afro-brasileiras às travestis, e da gíria LGBT à Globo

Bolsonaro será um presidente inimigo das liberdades individuais e da diversidade…Não governará o Brasil buscando a felicidade geral, vai tentar impor o seu falso moralismo de puta velha convertida e a sua concepção econômica de “coronel de engenho” 47

Bolsonaro diz que seu governo terá acesso antes às questões do Enem

Do UOL, em Brasília

  • reprodução/Facebook

    09.nov.2018 - Jair Bolsonaro participa de live nesta sexta

    09.nov.2018 – Jair Bolsonaro participa de live nesta sexta

Em pronunciamento feito ao vivo por meio de redes sociais na noite desta sexta-feira (9), o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) voltou a criticar questões feitas no Enem deste ano e afirmou que, em sua gestão, o governo passará a ter acesso antes às questões da prova. Segundo o site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), apenas “poucos servidores” da instituição e colaboradores têm acesso ao exame antes de sua aplicação.

Bolsonaro fez a afirmação ao comentar a prova do último domingo (4) do Enem, que trouxe uma pergunta sobre o “dialeto secreto” utilizado por gays e travestis. A prova mostrou um texto sobre o “pajubá, o dialeto secreto dos gays e travestis” e questionava o candidato quanto aos motivos que faziam a linguagem se caracterizar como “elemento de patrimônio linguístico”. Professores ouvidos pelo UOL defenderam a questão formulada no exame.

O pesselista critica que a questão aborda o mundo LGBT e que no seu governo o Enem não terá questões de teor semelhante. “Não vai ter questão dessa forma no ano que vem porque nós teremos acesso à prova antes”, prometeu.

Em seu site, o Inep explica que as questões são retiradas do Banco Nacional de Itens (BNI), que contém perguntas elaboradas e revisadas por colaboradores do Inep ao longo de vários anos. A composição das diferentes provas são feitas por um pequeno grupo de servidores do Inep e colaboradores que têm acesso a um local de segurança máxima, sendo a entrada permitida apenas após a realização de vários procedimentos de segurança. Clique aqui para saber mais sobre como é feita a prova.

Além de criticar a questão do Enem, Bolsonaro voltou a citar o combate à educação sexual nas escolas. “Quem ensina sexo é papai e mamãe e acabou, ponto final, não precisamos discutir esse assunto”, afirmou. Em sua avaliação, a maioria dos brasileiros “quer isso” e aproveitou para criticar o quadro visto em algumas universidades públicas. “É dinheiro jogado fora”, disse, prometendo mudanças.

O presidente eleito explicou que deve anunciar em breve o nome do futuro ministro da Educação e que ele precisa entender que o Brasil é um “país conservador”. “Precisamos de um ministro [da Educação] que entenda que nós somos um país conservador”, comentou.

O futuro presidente disse que também deverá anunciar os nomes escolhidos para comandar as pastas do Meio Ambiente, da Saúde e de Relações Exteriores. Até o momento, seis nomes estão confirmados em sua gestão: Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), General Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Sergio Moro (Justiça) e Tereza Cristina (Agricultura).

Ao divulgar que deve definir o ministro do Meio Ambiente na próxima semana, o presidente fez críticas a ambientalistas, lamentando as contestações que vem enfrentando de parte do setor e o que chamou de “indústria da multa” contra o agronegócio.

Eu quero ver vocês (ambientalistas) trabalhando de verdade…Vocês do meio ambiente não sabem o que é produzir, muitos de vocês, não sabem o quanto é difícil ser agricultor no Brasil, ser produtor rural, e vai lá meter a caneta nos caras

Jair Bolsonaro criticando atuação de ambientalistas

O presidente eleito aproveitou para defender a indicação da deputada Tereza Cristina (DEM-MS) para o Ministério da Agricultura, dizendo que buscou um nome que representasse o setor produtivo e conhecesse as demandas do setor. “Lamento que o outro colega andou se excedendo”, disse, sem citar quem seria esta pessoa. Cotado para a vaga, o presidente da UDR (União Democrática Ruralista), o ruralista Luiz Antonio Nabhan Garcia, criticou ao UOL a escolha da parlamentar.

Garcia afirmou ser amigo de quase 30 anos de Bolsonaro, que o apoiou em toda a campanha e que a escolha foi a vitória da “força do poder político”. Nesta sexta, Bolsonaro afirmou que se fosse escolher alguém pelo tempo de convivência, escolheria a mãe. “Coloco a minha mãe. Ela está comigo há mais tempo”, disse.

“Ainda não sou o presidente”

No vídeo em que se comunicava diretamente com os seus seguidores, Bolsonaro também disse não ter tido responsabilidade sobre o aumento dos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do procurador-geral da República (PGR), que foi aprovado pelo Senado na última quarta-feira (7).

“Deixo bem claro: eu não sou o presidente da República. Estão botando na minha conta o reajuste do Judiciário, como se eu tivesse poderes para impedir. Eu dei minha opinião, que era inoportuno, mas a decisão não é minha, a decisão está nas mãos do presidente Michel Temer, se vai sancionar ou vai vetar. Ainda não sou o presidente”, afirmou.

O presidente eleito voltou a criticar a reação da imprensa à decisão do governo do Egito de suspender uma visita do ministro das Relações Exteriores brasileiro, Aloysio Nunes Ferreira, depois de Bolsonaro ter anunciado a intenção de mudar a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém.

“Pelo amor de Deus, vai dar bola pra isso? Quem decide a capital de Israel é o Estado de Israel. O Brasil não mudou a capital do Rio pra Brasília? Teve algum problema? Quem decide somos nós”, disse. “Daí vem a imprensa: ele está criando trapalhadas internacionais”, questionou. Na terça (6), após o anúncio do governo egípcio, o presidente afirmou que ainda não havia uma decisão definitiva sobre a mudança da embaixada.

Segundo Bolsonaro, essa não foi a reação que ele obteve nos encontros com embaixadores de outros países que já se reuniram com ele após as eleições. “Fui muito bem recebido, conversas maravilhosas com todos os países, o pessoal tem visitado aqui em casa, [conversas] de fortalecimento dos laços de amizade, comerciais”, afirmou o presidente eleito.

Ele voltou a criticar a imprensa ao negar ter concordado com as propostas para a reforma da Previdência de aumento do tempo de contribuição e da alíquota dos trabalhadores.

“A imprensa quis botar na minha conta 40 anos para se aposentar de forma integral, não tenho nada a ver com isso. É proposta que está lá na Câmara ou tá lá no governo para passar de 11% pra 22% o desconto previdenciário”, disse. “Nós não podemos falar em salvar o Brasil quebrando o trabalhador”, completou o presidente eleito, explicando que não quer que o Brasil siga o exemplo da Grécia, que precisou reestruturar a Previdência após a crise financeira no início desta década.

General da reserva do Exército deverá comandar Segurança no governo Doria 105

General da reserva do Exército deverá comandar Segurança no governo Doria

O general João Camilo Pires de Campos recebe medalha da Ordem do Ipiranga no Palácio dos BandeirantesMilitar já se reuniu com governador eleito em SP e deve resolver disputa entre polícias

Rogério Gentile
São Paulo

O general da reserva João Camilo Pires de Campos, que foi comandante militar da região Sudeste, deverá ser o novo secretário de Segurança Pública de São Paulo a partir de 2019.

Campos foi um dos responsáveis pela área de segurança do programa de governo de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República e passou para a reserva após 48 anos de serviços no Exército.

Já houve uma primeira reunião entre o governador eleito João Doria (PSDB) e o general, na qual o convite foi feito.

Se ele for aceito, será a primeira vez que um nome do Exército comanda a Secretaria da Segurança Pública em São Paulo desde 1979, quando Erasmo Dias foi titular da pasta.

Confirmada a escolha, Doria resolverá uma disputa entre as polícias Civil e Militar pelo comando da pasta.

O tema foi uma das prioridades de Doria na disputa eleitoral. Entre as suas promessas, estava a de nomear um policial para a secretaria, quebrando a tradição de escolher um representante do Ministério Público para a função.

“Eu asseguro a vocês que não teremos um promotor nem uma promotora à frente da secretaria. Reforço, sem nenhuma desqualificação e nenhum diminutivo à Promotoria”, disse ele na campanha.

Doria foi aconselhado por auxiliares, no entanto, a recuar parcialmente de sua promessa, sob o risco de começar o novo governo tendo de administrar um mal-estar entre as polícias.

Se escolhesse um policial civil, irritaria os policiais militares. Se escolhesse um policial militar, traria desconforto para os policiais civis.

Nesta quarta (7), Doria divulgou foto em rede social ao lado do presidente eleito –durante a campanha ele não foi recebido por Bolsonaro quando viajou ao Rio.

Governador João Doria e o Presidente Jair Messias Bolsonaro em reunião em Brasília

Governador João Doria e o Presidente Jair Messias Bolsonaro em reunião em Brasília – Reprodução Twitter

​Doria já anunciou nesta semana três ministros da gestão Michel Temer (MDB) como futuros secretários de seu governo em São Paulo.

O ex-prefeito da capital paulista Gilberto Kassab (PSD), atual ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, assumirá a Secretaria da Casa Civil.

Kassab tornou-se réu em setembro deste ano devido a ação do Ministério Público de São Paulo que o acusa de ter recebido via caixa dois o valor de R$ 21 milhões durante campanha para prefeito em 2008. Doria e Kassab disseram que as acusações não influenciarão em nada no mandato. ​

Na terça (6), Doria anunciou Rossieli Soares da Silva, titular do Ministério da Educação, para a pasta da Educação e, para a Secretaria da Cultura, o atual ministro da pasta federal, Sérgio Sá Leitão.

Na campanha eleitoral, Doria usou a gestão Temer para atacar adversários. Em debates e programas de rádio e TV, buscou desgastar seu adversário na corrida estadual, Paulo Skaf (MDB), ao associá-lo ao presidente da República.

DELEGADO ou CORONEL PM NA SSP – Em SP, Doria confirma Garcia na Secretaria de Governo e Kassab na Casa Civil 77

Pedro Venceslau

São Paulo

O governador eleito de São Paulo João Doria (PSDB) confirmou nesta segunda-feira, 5, que seu vice, o deputado federal Rodrigo Garcia (DEM), vai ocupar a Secretaria de Governo a partir de 1º de janeiro. A notícia foi antecipada na semana passada pelo Estadão/Broadcast. Doria também anunciará nesta segunda que Gilberto Kassab, atual ministro das Comunicações do governo Michel Temer, será o secretário da Casa Civil de sua administração.

O ex-chefe de gabinete de Doria na Prefeitura, Wilson Pedroso, deve assumir a mesma função no governo estadual e cuidar das articulações políticas ao lado de Garcia e Kassab. Wilson Pedroso e Rodrigo Garcia são os responsáveis por coordenar a transição de governo.

O ex-prefeito de São Paulo deve anunciar ao longo da semana nomes que ocuparão outras pastas. Doria já informou que gostaria de ter um policial ocupando a pasta da Segurança Pública, mas ainda não definiu se seria civil ou militar.

O tucano também avalia levar para o Palácio dos Bandeirantes antigos aliados que estiveram com ele na Prefeitura, como Júlio Serson, que foi secretário de relações internacionais. Outro nome cotado é o de Fabio Santos para a subsecretaria de Comunicação.

O FAZ- ME RIR NO DAP E NA CORREGEDORIA GERAL – Parafraseando o delegado “jurista” que gostava de citar ditado Chinês pra tripudiar de quem perseguia: “Podemos escolher o que plantar, mas somos obrigados a colher o que semeamos”…( Vai chegar o dia da colheita dele! ) 12

https://flitparalisante.wordpress.com/2015/06/19/o-faz-me-rir-no-dap-corregedoria-geral-embroma-inquerito-que-apura-venda-de-escalas-de-servico-e-frequencia-no-departamento-de-administracao-e-planejamento-da-policia-civil-durante-a-gestao-albe/

Designada Audiência de Instrução, Debates e Julgamento
Instrução, Interrogatório, Debates e Julgamento Data: 28/11/2018 Hora 15:00 Local: Sala 9 Situacão: Pendente

Remetido ao DJE
Relação: 0022/2018

Teor do ato: Vistos.Fls. 1317/1325: O recurso não deve ser conhecido, posto que o fundamento de sua interposição não consta do rol das hipóteses elencadas no rol do artigo 581 do Código de Processo Penal.Sem prejuízo, recebo a denúncia formulada contra os réus José Thezouro Gonçalves, Antônio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza, Anderson Chuang Ming Nan e Márcia Regina Grossi.Cite-se os réus para que respondam por escrito a acusação, através de advogado, no prazo de 10 dias, nos termos do artigo 396 e 396-A do Código de Processo Penal, expedindo-se carta precatória com prazo de 20 dias, se necessário.Apresentada a Defesa, venham os autos conclusos. Advogados(s): Daniel Leon Bialski (OAB 125000/SP), Francisco Lobo da Costa Ruiz (OAB 51188/SP), Jose Luis Beserra Cipriano (OAB 79327/SP), Jorge Cunha Chocair (OAB 294064/SP), Júlia Pares Panigassi (OAB 365650/SP), Luis Felipe Fidalgo Parigot (OAB 369151/SP)

Disponibilização: terça-feira, 26 de janeiro de 2016 Diário da Justiça Eletrônico – Caderno Editais e Leilões São Paulo, Ano IX – Edição 2043

O(A) MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara Criminal, do Foro Central Criminal Barra Funda, Estado de São Paulo, Dr(a). Carlos José Zulian, na forma da Lei, etc.FAZ SABER a todos quanto o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, especialmente MÁRCIA REGINA GROSSI, Rua Adolfo Gordo, 80, apto 24, Campos Eliseos – CEP 01217-020, São PauloSP, RG 12.433.312, nascida em 08/07/1959, de cor Branco, Solteira, natural de São Paulo-SP, Investigadora de Polícia, pai FERNANDO GROSSI, mãe IRENE FERNANDES GROSSI, por infração ao artigo no art. 317, parágrafo 2°, por várias vezes, na forma do art. 71, e art. 299, parágrafo único, por várias vezes, na forma do art. 71, ambos c/c art. 69, caput, todos do Código Penal, e que atualmente encontra-se, o réu, em lugar incerto e não sabido, que por este Juízo e respectivo cartório tramitam os autos da Ação Penal nº 0087025-86.2009.8.26.0050, que lhe move a Justiça Pública, ficando pelo presente edital CITADA para responder à acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias. Na resposta, o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário, nos termos dos Arts. 396 e 396-A do Código de Processo Penal, com redação dada pela Lei 11.719/2008, a respeito dos fatos constantes da denúncia assim resumidos: “Consta dos inclusos autos de inquérito policial que, durante os meses de fevereiro de 2004 e setembro de 2008, em horários incertos, na sede do departamento de administração e planejamento da polícia civil do estado de São Paulo, situado na rua Brigadeiro Tobias, n° 527, nesta cidade e comarca, Márcia Regina Grossi, à época investigadora de polícia, recebeu, de forma continuada, para si, diretamente, em razão de sua função, vantagem indevida, para praticar ato de ofício infringindo dever funcional. Consta, ainda, que entre os meses de setembro de 2008 e março de 2009, em horários incertos, na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, situada na Rua da Consolação, n° 2333, nesta cidade e comarca, Márcia Regina Grossi recebeu, de forma continuada, para si, diretamente, em razão de sua função, vantagem indevida, para praticar ato de ofício infringindo dever funcional. Consta dos autos que, durante os meses de fevereiro de 2004 e março de 2009, em horários incertos, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Márcia Regina Grossi, prevalecendo-se do cargo, inseriu em documento público declaração falsa, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. Consta, também que, entre os meses de outubro de 2005 e outubro de 2008, na sede do departamento de Administração e Planejamento da Policia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria da Polícia Civil, nesta cidade e comarca, José Thezouro Gonçalves, ofereceu, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Consta, ainda que, entre os meses de outubro de 2006 e abril de 2009, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Antonio Rapchan de Souza e Eduardo Rapchan de Souza ofereceram, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Consta, por fim que, entre os meses de novembro de 2006 e março de 2009, na sede do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, bem como na sede da Corregedoria Geral da Polícia Civil, nesta cidade e comarca, Anderson Chuang Ming Nan ofereceu, de forma continuada, vantagem indevida à então investigadora de polícia Márcia Regina Grossi, para determina-la a praticar ato de ofício, tendo ela praticado o ato infringindo dever funcional. Segundo o apurado, a denunciada Márcia Regina Grossi foi investigadora de polícia, atualmente aposentada, e esteve lotada, nas datas acima mencionadas, no Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Civil. Em ambos os departamentos, era a responsável pela anotação e fiscalização de frequência de funcionários e policiais civis, bem como pela realização das escalas de plantões. No exercício de seu labor e aproveitando-se das facilidades do cargo ( E DE SUA NOTÓRIA INTIMIDADE COM A DIRETORIA ), manipulou as frequências de alguns policiais e funcionários, não só fazendo constar que eles haviam trabalhado em dias e horários não trabalhados, como também os beneficiou, não os escalando para a realização de plantões, em detrimento de outros colegas. A denunciada Márcia ainda beneficiou alguns funcionários, que com ela trabalharam na DAP, e a acompanharam no momento em que foi transferida para CORREGEPOL. Em contrapartida, a denunciada Márcia recebeu desses funcionários públicos beneficiados quantias em dinheiro, que eram depositadas em sua conta corrente, como pagamento por tais benesses indevidas. No curso das investigações, apurou-se que a denunciada Márcia manipulou as escalas dos policiais, ora denunciados, José Thezouro Gonçalves, Antonio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza e Anderson Chuang Ming Nam, e deles recebeu valores em dinheiro. Constatou-se que o denunciado José realizou cerca de 40 (quarenta) transferências bancárias de sua conta pessoal para a conta da denunciada, no período de outubro de 2005 a outubro de 2008, no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) cada uma, bem como uma transferência no valor de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais). O denunciado José também realizou mais 04 transferências da conta corrente da empresa Thplan Assessoria e Consultoria Ltda. (fl. 656/658 e 910/913), da qual era sócio, para a conta da denunciada, todas no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais). Apurou-se, também, que o denunciado Anderson realizou 26 (vinte e seis) transferências de sua conta corrente para a conta da denunciada Márcia, entre os anos de 2006 e 2009, todas no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais fls. 660/667). Por fim, constatou-se que os denunciados Antonio e Eduardo também realizaram transferências para a conta da denunciada Márcia e que os valores saíram da conta corrente da empresa Metalmaq Comércio de Máquinas LTDA. ME, da qual eram sócios. Eles efeturam 24 (vinte e quatro) depósitos, entre os anos de 2006 e 2009, todos no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais fls. 668/671, 915/916 e 923/924). Isto posto, denuncio Márcia Regina Grossi como incursa no art. 317, parágrafo 2°, por várias vezes, na forma do art. 71, e art. 299, parágrafo único, por várias vezes, na forma do art. 71, ambos c/c art. 69, caput, todos do Código Penal, José Thezouro Gonçalves, Antonio Rapchan de Souza, Eduardo Rapchan de Souza e Anderson  Chuang Ming Nan, como incursos no art. 333, parágrafo único, c/c art. 71, caput, ambos do Código Penal, requerendo que, recebida e autuada esta, sejam os réus citados, interrogados e, ao final, condenados, conforme rito ordinário previsto no Código de Processo Penal, ouvindo-se, durante a instrução, as testemunhas arroladas.” E como não tenha sido encontrado, expediuse o presente edital, com prazo de 15 dias, que será publicado e afixado na forma da lei. NADA MAIS. Dado e passado nesta cidade de São Paulo, aos 15 de janeiro de 2016. Controle nº 553/2015

 

 


Infelizmente para o cinco réus , não tem Angerami ou Nestor que lhes salve! 

Agora só resta pedir ao Criador para livrar vocês da condenação, da demissão e da cassação da aposentadoria. 

Coordenador da campanha de João Doria, Alberto Mourão é condenado por Improbidade Administrativa 5

🚨 PREFEITO DE PRAIA GRANDE ALBERTO PEREIRA MOURÃO, É CONDENADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA! 🚨

O prefeito de Praia Grande Alberto Pereira Mourão (PSDB), foi condenado em segunda instância e teve os direitos políticos cassados por cinco (5) anos, por improbidade administrava.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, os réus terão que devolver o dano ao erário público – no valor de 3 milhões de reais. O chefe do executivo responde a mais de 77 processos por diversas irregularidades. O deputado estadual Cássio Navarro, genro do Alberto Mourão, também foi condenado em 2° instância e teve os direitos políticos cassados por 8 anos.

A Lei da Ficha limpa determina que quem for condenado em segunda instância é considerado ficha suja e não poderá concorrer a cargo eletivo.

Segundo o vereador delegado Comin, o prefeito deve perder o cargo assim que o tramite for julgado. A condenação foi dada em primeira mão pelo parlamentar.

A justiça sempre prevalece! Parabéns ao MP do Estado de São Paulo.

#EquipePraiaGrandeMilGrau
#Guilherme

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Tribunal de Justiça absolve o ex-prefeito Ricardo Akinobu Yamauti ( pessoa digna e honesta ), condenando o atual prefeito Alberto Pereira Mourão – PSDB – de Praia Grande por associação criminosa com empreiteiras para o fim de desviar para si recursos públicos mediante fraudes continuadas em processo licitatório 8

Bem merecida essa condenação, prejudicou politicamente São Vicente e o governador Marcio França por inveja!

 

0017711-62.2011.8.26.0477 Julgado
Classe:
Apelação
Área :
Cível
Assunto: DIREITO ADMINISTRATIVO E OUTRAS MATÉRIAS DE DIREITO PÚBLICO-Atos Administrativos-Improbidade Administrativa
Origem: Comarca de Praia Grande / Foro de Praia Grande / Vara da Fazenda Pública
Números de origem:
0017711-62.2011.8.26.0477
Distribuição: 12ª Câmara de Direito Público
Relator: SOUZA MEIRELLES
Volume / Apenso: 9 / 1
Outros números: 1468/2011
Valor da ação: 6.796.555,77
Última carga:
Origem: Gabinete do Desembargador / Souza Meirelles.  Remessa: 02/10/2018
Destino: Serviço de Processamento de Grupos/Câmaras / SJ 4.6.1 – Serv. de Proces. da 12ª Câmara de Dir. Público.  Recebimento: 02/10/2018

Apensos / Vinculados

Imediata indisponibilidade de bens.
Perda de cargo e suspensão dos direitos políticos por 5 (cinco) anos´.
pagamento de multa civil no montante de TREZE MILHÕES DE REAIS
Multa de 20 (vinte) vezes a última remuneração do cargo de Prefeito.
Ao contrário do condenado Alberto Pereira Mourão, o ex-prefeito  Ricardo Akinobu Yamauti foi absolvido.
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Nosso estimado amigo , desde os tempos da Peixaria no Parque Bitaru ( do pai e tio ) , foi o maior construtor de Praia Grande e  um dos melhores  engenheiros dos anos 1970/1980.
Foi se envolver na Política  e com o “grupo” do  Alberto Mourão, acabou perdendo toda a fortuna e a saúde.
Era honesto!
A Construtora Yamauti , em média, sempre manteve cerca de 250 apartamentos em estoque ( novos ).
Nos dias de hoje, o Ricardo não possui único Kitnet pra chamar de seu.
Fica aqui a nossa homenagem ao ex-companheiro do Rotary Praia de São Vicente.

Jair Bolsonaro, antes de fazer besteiras e inimigos , lembre-se do juramento em 1975 de Yasser Arafat a Geisel: O BRASIL JAMAIS SOFRERÁ UM ATENTADO TERRORISTA PRATICADO POR UM PALESTINO 98

Yasser_Arafat01Resumidamente, por me faltar a memória, mas as relações do Brasil com a Palestina vem de longa, mais precisamente durante o Governo do General Ernesto Giesel ( 75/78 ), período de aprofundamento das relações do Brasil com os povos árabes e especialmente o aprofundamento das relações do Brasil com a OLP de Yasser Arafat, reconhecido como seu legítimo representante e apoiando a autodeterminação do povo Palestino e da criação do Estado .

Os nossos  Generais   durante o chamado regime militar, por meio de nossa representação diplomática, naquela época, aprovaram uma RESOLUÇÃO  DA ONU , durante  Assembleia Geral (3379, de 10 de novembro de 1975) comparando o SIONISMO  ao RACISMO e ao APARTHEID.

Em razão disso os EUA e ISRAEL passaram a acusar os militares de torturadores e executores que desrespeitavam os direitos humanos

Não obstante os protestos , em 1979, logo no começo do governo do General João Batista Figueiredo, se deu a instalação de um escritório  no Brasil, na forma de ESCRITÓRIO DE REPRESENTAÇÃO da OLP.

Como se vê,  relação fraterna do Brasil com a Palestina vem de décadas; nunca teve nada a ver com a ESQUERDA.

E por paradoxal que para alguns possa parecer nossos militares jamais form bajuladores dos EUA, não obstante um certo alinhamento em relação à Guerra Fria.

Isto, por si só, torna risível o puxa-saquismo do Bolsonaro aos EUA e a ISRAEL,  e essa ideia perigosa de mudar a Baixada de Israel e cortar relações com os Palestinos.

LEMBREM-SE : O Brasil nunca sofreu um atentado terrorista ( não pelo fato de os nossos judeus e árabes serem mais bonzinhos ) pelo juramento feito por Yasser Arafat a Geisel; como demonstração de sua gratidão pelo reconhecimento da OLP.

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Segunda instância julga mais de 84 mil recursos em setembro…Resultado: uns 350.000 coitados ( ganhadores, vencedores e advogados ) infelizes.. 3

Segunda instância julga mais de 84 mil recursos em setembro

Número de julgamentos em 2018 ultrapassa 700 mil.

O Tribunal de Justiça de São Paulo julgou 84.619 recursos no mês de setembro deste ano, mostra a movimentação processual em segunda instância. A Seção de Direito Privado concentrou o maior número, 43.994, seguido do Direito Público (20.140) e Criminal (16.922).  Durante o mês foram recebidos 87.146 recursos em matéria de Direito Privado, Público, Criminal, Órgão Especial e Câmara Especial, uma média diária de 4.587 processos, considerando os 19 dias úteis do mês.

Considerando o período de janeiro a setembro de 2018, foram julgados 746.746 recursos – entre decisões colegiadas, monocráticas e recursos internos –, sendo agosto o mês com maior número, 105.556, apenas maior que março, quando foram julgados 95.593 processos. No mesmo período, foram distribuídos 640.822 processos em segunda instância.

PROCESSOS JULGADOS EM 2ª INSTÂNCIA
ANO DE 2018
PERÍODO DECISÕES COLEGIADAS DECISÕES MONOCRÁTICAS RECURSOS INTERNOS QUANTIDADE TOTAL
Janeiro 22.993 5.569 4.152 32.714
Fevereiro 73.363 7.401 13.031 93.795
Março 73.113 8.131 14.349 95.593
Abril 67.870 7.666 14.123 89.659
Maio 65.625 7.133 12.944 85.702
Junho 65.268 7.118 12.456 84.842
Julho 56.520 6.833 10.913 74.266
Agosto 81.278 8.464 15.814 105.556
Setembro 65.404 6.842 12.373 84.619
TOTAL 571.434 65.157 110.155 746.746
*Obs.: Houve retificação da quantidade de decisões colegiadas nos meses de janeiro, fevereiro, março, junho e agosto, na de decisões monocráticas em agosto e na de Recursos Internos em março, junho e agosto.
PROCESSOS DISTRIBUÍDOS EM 2ª INSTÂNCIA
ANO DE 2018
PERÍODO QUANTIDADE
Janeiro 54.549
Fevereiro 63.041
Março 75.950
Abril 72.279
Maio 74.230
Junho 67.740
Julho 70.492
Agosto 89.089
Setembro 73.452
TOTAL 640.822
PROCESSOS EM ANDAMENTO EM 2ª INSTÂNCIA
30 DE SETEMBRO DE 2018
LOCALIZAÇÃO NÃO SOBRESTADOS SOBRESTADOS
CARTÓRIO DE CÂMARAS 193.065 5.816
CARTÓRIOS DE PROCESSAMENTO DE RECURSOS AOS TRIBUNAIS SUPERIORES (RE / RESP / AIDD) 103.144 141.157
ACERVO DO IPIRANGA – DISTRIBUÍDOS 35.045 74.817
ACERVO DO IPIRANGA – AGUARDANDO DISTRIBUIÇÃO 10.484 66.031
PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA 46.236 0
GABINETES * 233.893 31.909
TOTAL GERAL 621.867 319.730
* Obs.: No número de processos que se encontram em gabinete, não estão contabilizados os recursos internos.

Comunicação Social TJSP – SB (texto) / Divulgação (foto)

        imprensatj@tjsp.jus.br

Retificação: Dr. Fernando Capez não assumirá a SSP-SP; que será chefiada alternadamente por Coronel e Delegado de Polícia 61

João Dória é eleito governador de São Paulo (Foto: Divulgação)

Acabaram de me passar que no Flit está informação que Fernando Capez seria o SSP, mas não aceitou.

Fernando Capez tem muita proximidade com PC, sendo inclusive professor da Acadepol, mas não quer ser SSP.

Havendo compatibilidade ocupará outros cargos no Governo.

Tenho informação prestada pelo próprio João Dória  de que SSP será compartilhada entre um PM e um PC.

Como vc é meu amigo e todos confiam no que posta, eu não poderia deixar de fazer essa observação.

Agora é acompanhar bem de perto o governo do Dória, muito diferente do Alckmin.

O antigo PSDB acabou!

Deus te abençoe, guarde e proteja sempre. Vc é muito querido. Sabe disso