Posso Falar? …Não! – Informamos aos nossos leitores que em razão de representação da COLIGAÇÃO ACELERA – SP (PSDB/DEM/PSD/PP/PRB/PTC), a página do Flit Paralisante no Facebook encontra-se inativa até a conclusão do respectivo processo no TRE 8

Segundo a Coligação do governador eleito João Doria,  o Flit Paralisante teria noticiado pesquisa eleitoral irregular acerca da suposta  virada de Márcio França.

Diga-se de passagem, tendência de crescimento  confirmada pelas pesquisas RecordTV, do IBOPE  e Folha de São Paulo; não obstante , neste domingo , não concretizada nas urnas.

Ainda, segundo a Coligação , o responsável pelo Flit, além da multa no valor de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00, sujeita-se a pena de  detenção de seis meses a um ano.

E vivas à Democracia e  à liberdade de comunicação!

 

 


 

Atualização: retornou , neste sábado, 3 de novembro de 2018!

Derrotado, França parabeniza Doria e diz se sentir vitorioso após campanha 7

Derrotado, França parabeniza Doria e diz se sentir vitorioso após campanha

Janaina Garcia

Do UOL, em São Paulo

  • Janaína Garcia/UOL

    Márcio França (PSB) discursa após ser confirmada derrota no segundo turno

    Márcio França (PSB) discursa após ser confirmada derrota no segundo turno

Instantes após ser confirmada a derrota para João Doria (PSDB) no segundo turno na eleição para o governo de São Paulo, o candidato Márcio França (PSB) afirmou se sentir vitorioso com a campanha que fez e prestou homenagens ao ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB, e ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em um acidente aéreo em agosto de 2014, em discurso feito na noite deste domingo no Palácio dos Bandeirantes.

França perdeu a disputa para o ex-prefeito São Paulo, João Doria, para quem telefonou na noite deste domingo (28) cumprimentando pela vitória. “Liguei ao João e desejei toda a sorte. Farei todo esforço para ele [Doria] fazer um grande governo, e também para Bolsonaro: todo esforço. Não podemos ter gesto de rancor; é torcer para dar certo”, afirmou.

O atual governador começou a campanha disputando o terceiro lugar nas pesquisas Ibope e Datafolha e não passava de 5% até o fim de agosto. Aos poucos, ele foi crescendo na campanha, ganhou uma disputa voto a voto com Paulo Skaf (MDB) pela segunda vaga no segundo turno, e chegou ao dia da eleição em empate técnico com o vitorioso.

“A gente tem que aprender ganhar e perder, senão a gente não disputa. Democracia é a coisa mais linda, mas nem sempre a gente ganha – mas sai de cabeça erguida”, disse. “Hoje, me sinto vitorioso”, afirmou.

Vice de Alckmin até abril deste ano, quando o tucano se desincompatibilizou do cargo para disputar a Presidência, França lembrou que, se não tivesse integrado a chapa dele, hoje não teria disputado a eleição para o governo.

“Quero agradecer de maneira especial o ex-governador Alckmin, pelo convite para eu ser vice-governador. Sem ser vice, eu não poderia ter disputado as eleições agora. É um homem honrado, decente, que ainda vai ter muitos passos na política”, avaliou.

Sobre Campos, que presidira o PSB, França lembrou ter convivido “muito com ele”. “Ele infelizmente não teve a chance de disputar [a eleição presidencial de 2014], mas com certeza torceu muito hoje por mim e eu queria homenageá-lo”, declarou França, que foi o coordenador da campanha do pessebista em 2014.

Agradecimento a aliados

Também os aliados de segundo turno foram agradecidos por França no discurso. Entre eles, citou o terceiro colocado no primeiro turno, Paulo Skaf (MDB), e o senador eleito Major Olímpio, coordenador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) em São Paulo.

“Major Olimpio fez um gesto diferente. Algumas coisas que ele pensava não eram iguais às que eu pensava, mas ele foi muito correto”, enfatizou.

Tido no meio político como alguém de perfil mais conciliador — destacou-se, por exemplo, pela atuação pelo fim da greve dos caminhoneiros, em maio deste ano —, França lembrou que hoje é dia de São Judas, padroeiro do servidor público, categoria para quem direcionou boa parte do discurso de campanha. Aos servidores, pediu: “Todo mundo presta serviço ao povo, e não ao governador. Que venham momentos melhores, mais afinados”, definiu.

Discurso de conciliação

A exemplo do que afirmou ao longo de todo o segundo turno, também no discurso em que reconheceu a derrota neste domingo (28), o pessebista destacou a necessidade de posições não extremadas no campo político. Ao contrário do tucano, que colou a imagem e o discurso em Bolsonaro já no domingo do primeiro turno, França optou pela neutralidade.

“Não merecemos um país dividido”, pediu. Para ele, a partir de agora, começa um novo processo. “Eleição é assim: acaba uma, começa outra. Tenho 17 eleições apoiando ou participando, mas, de todas, saio com mais vontade de fazer política. A partir de agora é uma nova fase, temos que respeitar os resultados”, comentou.

O tom conciliador adotado após a divulgação dos resultados contrasta com a mágoa registrada nas últimas declarações de França sobre o adversário. Em mais de uma ocasião, acusou Doria de ter destinado cerca de 90% do tempo de campanha para mentiras. A principal, afirmara, era um suposto atrelamento de França à esquerda.

Pneumonia

O governador afirmou que vai descansar, nos próximos dias, por recomendações médicas, para se tratar de uma pneumonia diagnosticada nesta reta final de campanha. “Que a gente tenha bastante felicidade”, definiu.

DEFENDA-SE DA PM ! 5

O mais do mesmo. Violência gratuita, desnecessária, imotivada e descabida.

Toda generalização é perigosa e burra, mas, infelizmente, vez ou outra, somos surpreendidos por esse tipo de notícia, ou seja, violência desmedida e desnecessária praticada por policial militar. Acredito que seja em parte em decorrência da formação profissional militarizada. A formação é apropriada para quem vai para a guerra e não para as ruas, servir aos cidadãos que pagam os salários e a manutenção de uma gigantesca estrutura administrativa como tem a PM de São Paulo.
Até a Drª Eliana Passarelli, referência nacional do Ministério Público Paulista por suas posturas sempre firmes nos mais variados casos criminais de repercussão nacional, com grande trânsito nas emissoras de radiodifusão, já foi vítima da grosseria e despreparo de alguns de seus membros. Se ela foi vítima, imagina o “zé” pobrezinho, pretinho, desempregado e morador de “comunidade”
A agressão perpetrada contra o Dr. Montemor de 80 anos de idade, ao que parece, num espaço religioso, não foi o 1º e nem será o último caso, por isso reiteramos nosso apoio a entidade:

DEFENDA-SE DA PM.

Por DELPOL PC ( águia  )

Ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa declara voto em Fernando Haddad 16

Do UOL, em São Paulo

  • Renato Costa/Folhapress

    'Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad', escreveu Barbosa

    ‘Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad’, escreveu Barbosa

Em uma publicação em seu perfil no Twitter neste sábado, 27, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, declarou voto no candidato Fernando Haddad (PT) para a Presidência. Barbosa, que se filiou ao PSB, quase se candidatou para o cargo, mas desistiu em maio deste ano.

Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad.”, escreveu Barbosa.

A última manifestação de Barbosa na rede social, inclusive, foi justamente negando sua participação no pleito presidencial deste ano. O partido do ex-ministro, PSB, já havia se posicionado em favor de Haddad no segundo turno dessas eleições.

Barbosa, que ocupou uma cadeira no Supremo entre 2003 e 2014, foi o primeiro presidente negro da história da Corte. Em 2006, assumiu a relatoria da Ação Penal 470, popularmente conhecida como “Mensalão”, protagonizado por políticos do PT, PTB, MDB, PPS, entre outros. Barbosa votou pela aceitação da denúncia dos 38 réus no processo.

O ex-ministro também foi relator do chamado “mensalão tucano”, votando a favor da denúncia contra o ex-senador do PSDB, Eduardo Azeredo. O ex-senador respondeu pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro durante a sua campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998.

No Twitter, o candidato Fernando Haddad republicou o texto de Joaquim Barbosa. Já o capitão do Exército afirmou que “ele mesmo [Barbosa] disse que só Bolsonaro não foi comprado pelo PT no esquema de corrupção conhecido como Mensalão”. No ano do “mensalão”, Bolsonaro fazia parte do PTB de Roberto Jefferson, político que foi protagonista do escândalo.

Bolsonaro é o nosso pastor, nada nos faltará!…O momento da vingança está chegando, nós policiais oprimidos desde 1988 – a partir do dia 29 – vamos descer a porrada e meter o aço em tudo que é afro, GLBT, maconheiros da USP, da PUC , do Mack, da ESPM e principalmente em idosos com mais de 65 anos( economizar a Previdência )…E vamos exterminar todos os esquerdistas, especialmente os do PT…A gente só não vai prender ladrão e traficante do PCC, com eles vamos pro arreglo pela saúde da família! 25

Policial não vê a hora de descer a mão em maconheiro da USP e viado’

por Carol Castro — publicado 25/10/2018 01h01, última modificação 24/10/2018 12h02
Investigador da Polícia Civil há 23 anos, Campos fala sobre o apoio de policiais a Bolsonaro. ‘Dentro da instituição, essa veia fascista é a dominante’
Guilherme Castellar

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No Rio de Janeiro, grupo Policiais Antifascistas compareceu a atos da campanha #EleNão

Sufocados. É esse o sentimento entre os policiais desde 1988, quando a Constituição Federal surgiu e limitou a liberdade de ação da polícia. “Como perderam o poder de fazer o que bem quisessem, sem punição, como acontecia na ditadura, o policial entende que, há 30 anos, vive sufocado por uma ideologia comunista”, conta Alexandre Felix Campos, investigador da Polícia Civil de São Paulo. Mas há esperança para aqueles que defendem a violência: a eleição de Jair Bolsonaro pode trazer os velhos tempos de volta. “Eles acham que com a vitória do Bolsonaro tudo vai voltar a ser como antes – e eles vão se vingar do tempo que passou sufocado”.

Há 23 anos na Polícia Civil, Campos enxerga a cultura da violência e preconceito colada na farda de cada policial. “Culturalmente, a nossa polícia é formada com o viés do jagunço, aquele cara que é formado para ser um cão de guarda de uma elite”, diz. Nem todos pensam assim. Mil policiais fazem parte do grupo “Policiais Antifascismo”, que é apoiado por outros 10 mil membros da Polícia Civil e alguns poucos da PM.

Com pautas progressistas, o grupo defende a desmilitarização da polícia, legalização das drogas e unificação estruturada das polícias civil e militar. O grupo publicou uma nota de repúdio ao candidato do PSL. “Os muitos crimes de ódio realizados por apoiadores do candidato do PSL não podem ser tratados como casos isolados, mas como frutos do discurso irresponsável e violento do próprio presidenciável. Os danos à segurança e à ordem pública já são muitos e ainda serão sentidos por muito tempo, mesmo após as eleições”, declararam.

Pelo clima dentro das delegacias e batalhões, Campos prevê uma guinada ainda maior da violência nos próximos dias – logo após o fim do segundo turno -, em manifestações e nas ruas, dentro e fora das instituições.

Veja abaixo a entrevista completa.

CartaCapital: Como está o clima dentro da polícia com a possibilidade de vitória de Bolsonaro?

Alexandre Felix Campos: Dentro das polícias existe uma cultura enraizada muito forte de preconceitos gerais. O policial acredita que o bandido é aquele menino preto que mora na periferia, com aquele corte de cabelo tal, que para ele é o estereótipo do bandido.

Nos últimos 30 anos, desde a Constituição de 1988, a polícia foi obrigada a parar de agir como agia na ditadura. A polícia podia pegar qualquer pessoa a qualquer momento e levar para a delegacia ou para o Batalhão. E ali torturavam, humilhavam, sem qualquer consequência. Com a Constituição, a polícia precisou se tornar mais humanista – ainda que não tenha chegado nem perto do ideal.

Como perdeu o poder de fazer o que bem quisesse, o policial entende que, há 30 anos, vive sufocado por uma ideologia comunista. Acredita que desde 1988 vivemos sob o domínio comunista de esquerda. E ele materializa isso nos movimentos que se lançam às ruas e que, de certa forma, chocam. Ele entende assim: é chamado para uma manifestação onde está o cara da USP, gritando, xingando, fumando maconha. E ele não pode nem dar um tapa no cara. Ele entende que com a vitória do Bolsonaro tudo vai voltar a ser como antes – vai poder se vingar do tempo que passou sufocado. Hoje, o que mais escuto no meu dia a dia: Bolsonaro vai ganhar e vai acabar isso.

CC: Em quais situações?

AFC: Vou dar um exemplo. Ontem eu estava no plantão policial na Zona Leste de São Paulo e chegou um casal de gays, com maquiagem no rosto. Foram lá porque sofreram golpe de um banco, pegaram o cartão de um deles e praticaram fraudes. Foram só fazer boletim de ocorrência. Eles chegaram, se apresentaram e a primeira coisa que o colega policial disse foi: “quando o ‘mito’ ganhar essa putaria vai acabar”.

Não há nenhum tipo de justificativa plausível para esse ódio. Até porque os garotos foram extremamente educados, em momento algum fizeram qualquer tipo de agressões a nós. Quando buscam a polícia, as pessoas buscam o Estado. E com atitudes como essa a gente só reforça a ausência do Estado.

Não escuto os policiais dizerem “poxa, agora vamos poder buscar o traficante x”, “vamos combater o narcotráfico”, “vamos combater os grandes ladrões de bancos”, ”os grandes estelionatários”. Não, o policial só fala que não vê a hora de poder descer a mão no maconheiro da USP e no viado. É isso que, infelizmente, acontece.

Vivemos um momento que, para mim, tem sido extremamente complicado, porque todo dia escuto alguma coisa do tipo “quando Bolsonaro ganhar a gente vai descer a borracha nesses viados” ou “agora quero ver maconheiro da USP folgar com a gente”.

Tudo isso está enraizado. Veja, por exemplo, a morte da Priscila no Largo do Arouche. Algumas pessoas que estavam lá viram os caras que bateram nela. Como estou na militância, me ligaram para avisar que haviam visto os agressores, que estavam sempre por ali. Fui até a delegacia e tentei conversar com o delegado para ouvir essas pessoas. O delegado simplesmente se recusou a ouvir essas pessoas. E ainda me ameaçou, de forma velada, que se eu continuasse ali eu seria preso por advocacia administrativa (quando um funcionário público usa seu cargo para patrocinar, direta ou indiretamente, interesses privados perante a administração pública).

CC: Se Bolsonaro vencer as eleições, você acredita que comportamentos assim se tornarão o padrão?

AFC: Não tenho a menor dúvida. E vou além: mesmo se o Haddad for eleito, a reação do fascismo que já está na nossa sociedade será bastante violenta. E, infelizmente, as polícias, que existem só para garantir direitos, não cumprem esse papel.

As pessoas já estão espancando gays, lésbicas, trans nas ruas e gritando que o fazem em nome de um candidato à Presidente da República. E os policiais batem palmas, do tipo “ah legal, agora vocês vão se foder mesmo”. Então, infelizmente, esse é o clima que vejo. E deve haver um endurecimento nos próximos dias. Não é algo nem para o próximo ano.

CC: Como assim? Você acha que a polícia pode começar a ser mais violenta em manifestações logo depois do fim das eleições?

AFC: Eu acredito que sim. Inclusive tenho conversado com todos os movimentos, grupos com os quais tenho contato, para se preparem para isso. Estive com dois grupos de advogados que quiseram acompanhar casos como esses da Priscila. A gente precisa estar preparado e, infelizmente, o prognóstico não é nada bom.

CC: E quais as orientações? Como se preparar?

AFC: Acredito que primeiro precisamos conversar com as pessoas, diminuir ruídos de comunicação. Grupos de WhatsApp têm vários problemas: as informações chegam desencontradas, por exemplo. Até pode ser pelo WhatsApp, mas algumas informações devem ser feitas só de ponto a ponto, não em grupos.

Ainda que seja numa lista de transmissão. Se for em grupos, a comunicação se perde. E ainda corre o risco de ter pessoas infiltradas. Nem falo de pessoas da inteligência, nem nada, é só um bobão que entra lá para atrapalhar a comunicação mesmo.

Precisamos criar espaços de proteção a quem corre risco. Aqui em São Paulo, a gente conseguiu o Al Janiah (bar e restaurante no bairro da Bela Vista), que já cedeu o espaço para acolher vítimas de agressão. Precisamos de mais lugares assim para comunicar o que está acontecendo.

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CC: Esses espaços não podem virar alvos também?

AFC: Acho que não. Uma característica típica da ação fascista, da ação violenta, é a covardia. Então, eles atacam apenas quando estão 100% seguros de que têm uma supremacia de força. Esses locais, como o Al Janiah, acabam se tornando locais de resistência, não se fragilizam porque o fascista não vai entrar lá sem saber quantas pessoas têm. Também falei no sábado passado [quando aconteceram manifestações pró-Haddad] para as pessoas andarem em grupos e evitarem bandeiras e camisetas fora do ato, no percurso até o local.

CC: Esses cuidados todos já indicam que estamos com um pé na ditadura?

AFC: Sim… Quando você perde a liberdade, quando tem medo de sair à rua vestindo tal roupa, quando tem medo de expressar a sua preferência política, quando fica com medo de falar sobre a sua orientação sexual… ou até de andar perto do outro por “darem pinta de gays”. Quando vive numa tensão dessas, você já perdeu a sua liberdade, já estamos numa ditadura.

CC: Ficou surpreso com essa onda fascista?
AFC:
 Para ser sincero, não. Sou policial há 23 anos, é com esse lado das pessoas que eu lido todos os dias. Dentro da instituição, essa veia fascista é a dominante.


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Para um artigo descabido um título ainda mais ridículo!

As polícias aparentemente foram bastante renovadas; se há gente com tal pensamento deve ser por desvio de personalidade.

Ou será que não?

Toda garrafa vazia está cheia de histórias, verdade!…Coromé Sardilli, depois de entornares as botelhas tu mete porrada na sua linda mulher? Parabéns, ao Ninho dos Águias! 24

 

 

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E se o idoso espancado fosse o seu pai?

Tu matava o agressor, né?

Não quero que te matem, apenas que seja punido e execrado pelos teus pares e teus familiares!

Nada pessoal viu, mas o seu lugar é na jaula!

E não tente desqualificar a vítima como de regra PMs covardes como você fazem rotineiramente!

Decreto do futuro ditador: Quem não pensar como os evangélicos e não possuir sentimento cristão como eles não poderá ser servidor público no Brasil… ישוע המשיח , aqui definitivamente o Diabo venceu ! 10

Bolsonaro também acenou participação no governo para os evangélicos, grupo que tem funcionado como uma terceira trincheira de sua campanha. Ele afirmou em entrevista a TVs controladas por igrejas evangélicas que cristãos terão espaço no governo. Bolsonaro disse que o PT “aparelhou” a administração pública “com gente que pensa diferente” dos evangélicos e que “não tem o sentimento cristão como nós temos”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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