RUMO INCERTO 4

Rumo INcerto

O subscritor da carta de apoio, ao longo de décadas, outra coisa não fez, senão se utilizar da entidade de classe para barganhar os melhores cargos no 1º escalão da instituição.

Sua carreira é marcada por um grande divisor de águas, o pós sábado de antes e depois da eleição de 1994.

Alegando perseguição profissional e, aproveitando-se da mesma situação, ora vigente, de completa indiferença governamental com as condições de trabalho, defasagem de pessoal e salarial da instituição, lançou-se na campanha do candidato que acabou se elegendo governador.

A partir daí, só felicidade, terno de grife, carro de representação e trânsito pelas diretorias departamentais, sempre acompanhado do núcleo de poder que criou, com vários policiais com dupla função: subordinados na instituição e empregados em suas atividades de segurança privada, culminando com o golpe de mestre ao ter colocado à disposição seu cago de diretor no Dipol, aproveitando-se da mais emblemática mobilização das carreiras policiais por melhores condições salarial e de trabalho, alçando com seu gesto o cargo de Delegado Geral de Polícia. Matou dois coelhos com uma só cajadada: Se livrou do departamento com inúmeras denúncias de fraudes em procedimentos licitatórios durante sua gestão e alcançou o mais alto cargo da estrutura organizacional da instituição.

Como Delegado Geral de Polícia nada fez para a classe, nem tampouco para as demais carreiras da Polícia Civil.

Com a instituição enfrentando enorme defasagem de pessoal, num aviltante paradoxo, saía para almoçar, a 50 metros do gabinete da Delegacia Geral no prédio da SSP, cercado por uma dúzia de seguranças pessoais, parecia o Presidente dos Estados Unidos na via pública, com falta de policial, em todo tipo de carreira, nos plantões das delegacias periféricas de São Paulo.

Numa atitude inédita e descabida, a atual diretoria da ADPESP, de forma pontual, se insurgiu contra ato administrativo da SSP que o removeu da Diretoria do DHPP, como se o cargo fosse de sua propriedade. A movimentação de delegados de polícia, como de qualquer outro funcionário público, é uma decorrência do exercício do Poder Hierárquico da Administração, não estando de forma alguma, sujeito à manifestação de vontade de quem ocupa o cargo, nem tampouco de entidade de classe do qual faça parte.

Ao assumir a Corregedoria Geral de Polícia, entre suas primeiras providências, transferiu experientes delegados da Divisão de Processos Administrativos, que presidiram ou presidiam os procedimentos que apuravam as inúmeras fraudes nas licitações de compras de equipamentos, programas e sistemas pelo Dipol durante sua gestão. Por que? Algum deles recorreu a ADPESP para que fizesse uma monção de desagravo pelo fato. E o que viraram essas apurações ? Os programas de informatização dos Departamentos da Polícia Civil (Academia, Corregedoria, etc.) foram entregues da forma como foram contratados e pagos? E os contratos com a Ebiz Solution, Black Bee, foram submetidos a uma auditoria? E a prestação de contas com o Tribunal de Contas da União, que nunca fechava quanto a aplicação efetiva das verbas da Senasp em projetos apresentados pela polícia. Será que foi devidamente apurada, com oitivas de todos que figuravam como destinatários finais dos produtos ?

Que classista é esse? Paradigma de que?

Ademais, sua manifestação se revela como fruto de enorme frustração por ter sido derrotado diretamente pela candidata Marilda na disputa pela entidade de classe, assim como seu apadrinhado, que vivia as voltas respondendo processos decorrentes de eventual desvio de conduta.

Autor: Amigo da Consolação

CHAPA BRANCA – Estrutura da Polícia Civil utilizada em benefício da atual diretoria da ADPESP, certamente uma mera filial da DGP 1

De forma dissimulada a chapa RUMO ( in ) CERTO , obtém da DGP supostas reuniões de trabalho em todas as Seccionais do Estado, nas quais o único trabalho em discussão será a reeleição da atual diretoria.

Será que alguém acredita que uma diretoria submissa ao Delegado Geral tratará , verdadeiramente, dos interesses da classe? 

O Governador não acredita , ou melhor:  tem certeza que a diretoria apenas finge defender os interesses dos delegados e de toda a Polícia Civil!

Policial sofre, mata e morre em silêncio no Rio de Janeiro 12

Júlia Barbon

Thaiza Pauluze

Italo Nogueira

RIO DE JANEIRO

Carência de treinamento, supervisão e amparo psicológico potencializam letalidade por agentes do Estado

  • O cabo Arthur tentava avançar, de abrigo em abrigo, até chegar aos traficantes que estavam mais à frente em uma favela da zona norte do Rio de Janeiro. Quando fez a posição de base e se preparou para progredir, ouviu um barulho estranho.

Era um tiro de fuzil que estourava o rosto de seu colega, metros atrás. O choque o fez desacreditar da cena. Abortou a missão e chamou o apoio aéreo para conseguir voltar para casa, já que o blindado não conseguiria ultrapassar as barricadas.

Três dias depois, seguindo seu regime de 24 por 72 horas, ele estava de volta ao trabalho nas ruas da mesma comunidade, sem ter falado com qualquer superior ou psicólogo sobre o que havia acontecido. “A cabeça fica como?”

Arthur está entre os muitos policiais que sofrem, matam e morrem em silêncio no violento território fluminense, sem o treinamento, a supervisão, a estrutura e o amparo psicológico adequados.1 11

Operação policial na pandemia

 

Operação da Polícia Militar, na favela do Jacarezinho, zona Norte do Rio, depois de intensa troca de tiros, no dia 19 de outubro, quando 10 criminosos armados sequestraram um trem da SuperVia e obrigaram dois maquinistas a levarem o grupo até a Mangueira. O tiroteio intenso interrompeu a circulação dos trens e de carros na região
Favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio, é uma das maiores e mais violentas da cidade;  Desde janeiro de 2013, a comunidade passou a ter uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), mas com a falência do projeto, voltaram os confrontos frequentes e a retomada do poderia do tráfico de drogas na região Operação da Polícia Militar, na favela do Jacarezinho, zona Norte do Rio, depois de intensa troca de tiros, no dia 19 de outubro; desde junho, uma liminar do STF limita as operações policiais a casos excepcionais

Essas são algumas das carências dentro da própria Polícia Militar do Rio que ajudam a explicar por que os índices de morte pelo Estado são tão altos, segundo praças, oficiais e pesquisadores ouvidos pela Folha. Juntam-se a elas a cultura da guerra e do improviso, além do consentimento tácito de autoridades e da sociedade.

Esse conjunto de motivos demonstra que a letalidade estatal não é apenas um problema individual de um ou outro agente, mas passa pela estrutura da própria corporação, que se alterada pode reduzir os índices.

É unanimidade que o policial do Rio trabalha em um contexto anormal se comparado a outras regiões brasileiras, com bairros inteiros sob domínio de diferentes grupos criminosos, onde as forças de segurança não entram sem um alto risco de serem atacadas.

Histórias como as do início deste texto são repetidas frequentemente durante a conversa de pouco mais de uma hora com Arthur, que tem 31 anos e trabalha há nove em UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) —seu nome foi trocado, assim como o de todos os outros servidores citados, para resguardar sua segurança.

Em 2015, um questionário respondido por mais de 5.000 PMs no estado mostrou que mais da metade foi alvo de tiros no ano anterior; que um terço já viu um companheiro ser baleado; que um quinto já presenciou a morte de um colega.

Esse mesmo estudo, feito pelos pesquisadores Beatriz Magaloni e Ignacio Cano, concluiu que os mais estressados e expostos à violência quando criança ou adulto dizem usar mais a força. Ter visto um companheiro ser morto em confronto é um dos fatores mais relevantes para tomar a decisão de atirar.

“Olha a aceleração desse cara. Troca tiro, mata três, vem pro quartel, troca de roupa. No outro dia mata mais dois, prende cinco, socorre alguém e vai com a mulher ao shopping. Até o dia em que o reloginho para. Aí vai dar tiro mal dado, acertar criança, ser morto”, enumera o coronel Mauro, comandante de um batalhão da Baixada Fluminense.

Apesar de a Polícia Militar argumentar que implantou um Protocolo de Avaliação Psicológica Pós-Confronto em 2018, que prevê o acompanhamento da saúde mental de todos os agentes envolvidos em ocorrência com morte, a resposta institucional ainda é tímida.

“Não temos nenhum apoio psicológico. Zero. Até para procurar o atendimento é complicado, tudo é longe, a maioria dos batalhões não tem. Amigos que perderam companheiros de farda não tiveram amparo e, no dia seguinte, estavam na rua fazendo a mesma coisa”, conta o soldado Lucas, 30, que atua em Angra dos Reis.

São 92 psicólogos e 17 assistentes sociais disponíveis para 44.484 homens e mulheres ativos, sendo que a grande maioria está concentrada na região metropolitana. Não há concursos para essas especialidades há dez anos.

RIO NA MIRA

Acompanhe os cinco capítulos da série sobre o efeito das ações policiais no Rio

  1. Em busca de fuzis, polícia do Rio mata até sem apreender arma
  2. Vitórias judiciais e novas leis dão força a mães de jovens mortos pela polícia no Rio

“O policial não é só um RG”, lembra a policial Lúcia, uma das poucas assistentes sociais da corporação. “Se ele não é tratado com humanidade, como vai reproduzir essa perspectiva humanizada para fora?”

Mauro, o coronel da Baixada, sente falta de uma “desaceleração” do policial. Para ele, é preciso que os agentes façam o que ele fez em sua primeira ocorrência com óbito. Se olhou no espelho e se perguntou: “Fiz o certo? Fiz”. Neste ano, planejou implementar um projeto que estimulasse uma pausa para reflexão em seu batalhão após casos letais. Sem incentivo, desanimou.

O que ele vê como “desaceleração” a socióloga Paula Poncioni vê como formação continuada. Ela, que é professora de políticas públicas da UFRJ e estuda formação policial há 30 anos, defende que o agente deve voltar periodicamente aos bancos escolares.

“As polícias dizem que têm, sim, educação continuada, que fazem cursos, mas não é disso que estamos falando. Estamos falando de parar, problematizar o cotidiano, analisar dados, discutir o que é estar em uma favela, reatualizar o ensino e o treinamento”

É o que acontece em São Paulo e em outros estados brasileiros. Anualmente, todos os PMs paulistas saem das ruas por uma semana para passar por um Estágio de Atualização Profissional. Se o agente não participar, não consegue concorrer a promoções, programas de hora extra e cursos, por exemplo.

A corporação de SP também tem uma comissão para analisar os casos com mortos e feridos e outra de fiscalização, que resulta numa maior presença de oficiais nas ocorrências. A preocupação cresceu com o aumento da letalidade policial neste ano, e agora a instituição prevê ampliar o uso de armas menos letais e de câmeras nas viaturas e fardas.

No Rio, a PM não respondeu se seus policiais passam por reciclagens regulares. A reportagem também pediu para visitar o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e para conversar com representantes das áreas de psicologia e vitimização policial, mas não teve resposta.

O curso de formação de soldado tem duração de 12 meses, e o de oficiais leva dois anos. “Não temos apoio de nada. Se forma, toma a pistola, o colete, vai embora. Próximo, forma, vai embora”, reforça o cabo Arthur, que diz ser comum o pelotão fazer vaquinhas para ajudar as famílias de colegas mortos que ficam meses desamparadas até a pensão chegar.

A falta de estrutura na corporação deixou a major da reserva Tânia Pinc, que em 2016 investigou em seu pós-doutorado por que as polícias militares paulista e fluminense matam, desolada.

“No Rio não tem nada. Não é que seja pior. É que praticamente não há treinamento, supervisão nem parâmetros ou protocolos. Isso não quer dizer que São Paulo é ótimo, mas São Paulo tem”, afirma ela, que atuou na PM paulista por 25 anos.

Pinc cita a falta de sargentos capacitados para orientar praças nas ruas. No Rio, diz, esse primeiro nível de supervisão deixou de existir na prática depois que um decreto de 1996 permitiu promoções automáticas por tempo de serviço (soldados viram cabos após seis anos, e cabos viram sargentos após 12 anos).

O que era para ser uma estrutura em pirâmide, com soldados e cabos na base, se tornou uma “mulher cadeiruda”, brinca Pinc, inchada no patamar dos sargentos —que, no dia a dia, também exercem funções de praças.

Depois de entrevistar cerca de 50 policiais e analisar boletins de ocorrência “superficiais”, ela resume suas conclusões na tese assim: “No Rio de Janeiro, o sistema incipiente de parâmetros, o treinamento pouco frequente e a supervisão quase inexistente tendem a isolar o policial no processo de tomada de decisão”.

“Sendo assim, os mecanismos de resposta tendem a se personificar, de forma que o conhecimento informal, construído com a prática cotidiana, se sobreponha ao conhecimento formal, produzido pela organização policial”, escreve.

Muitas vezes eles não veem uma relação do que aprendem na academia com a vida real, e acabam atuando no improviso. “Na favela é correria, é aquele tiro instintivo. Apareceu vagabundo lá dando tiro em você e pá pá pá, vai dando tiro, não dá para olhar o alvo”, reconhece o cabo Arthur.



Outra lacuna apontada pela pesquisadora Paula Poncioni é uma formação voltada exclusivamente para o combate ao crime, deixando de fora noções como gestão de conflitos e atendimentos assistenciais, que também são funções do agente de segurança pública.

É aí que entra a cultura da guerra sob a qual vive todo policial do Rio de Janeiro.

“Herói” e “guerreiro” são palavras frequentes no grande quadro pendurado na parede de um dos 39 batalhões do estado, com frases motivacionais escritas por eles mesmos. Elas também aparecem diariamente em publicações nas redes sociais das equipes.

“Não dá para dizer que eles são formados para matar, mas são preparados para um combate, uma guerra, onde existe o nós e o eles, e acabam tendo que optar pelo nós”, diz Poncioni. Nessa lógica, todos os moradores de favelas são vistos como potenciais criminosos.

Esse mito, diz ela, ainda é traiçoeiro, porque na medida em que o policial é um herói, não se vê nem é tratado como um trabalhador. Pode fazer longas cargas horárias, usar coletes vencidos e subir a favela para trocar tiro com armas ultrapassadas que eventualmente falham.

Guerreiro também não vai ao psicólogo. “Essa cultura machista atrapalha muito”, diz a assistente social Lúcia. “Tem todo um estigma de que é preciso estar sempre pronto, forte. Eles não se percebem como sujeitos de direitos, trabalhadores.”

O resultado de tudo isso —território conflagrado, treinamento e supervisão insuficientes, ausência de apoio emocional e mentalidade de guerra— é a naturalização da morte.

“Dentro da polícia não há nenhum estranhamento [pelo alto número de operações e óbitos]. Quando morre um policial, o que fazemos? Voltamos para o morro. E quando morre um marginal, é como se fosse dever do policial”, diz Júlio, coronel reformado da PM. “Até a Polícia Civil é altamente militarizada no Rio.”

Uma declaração do cabo Arthur espelha esse efeito: “Claro que tem vezes que dá para tu prender, mas tu vai e mata. Não vou ser hipócrita. A gente na UPP conhece cada vagabundo, já cansou de trocar tiro com ele, ele já atentou contra a sua vida. Se você tem uma oportunidade, o que você faria sendo policial?”

Um último mas não menos importante fator nessa equação é a anuência das autoridades e da própria sociedade à letalidade policial. No Brasil, 57% disseram concordar com a frase “bandido bom é bandido morto” em uma pesquisa feita pelo Datafolha em 2016.

Esse discurso se reflete nas urnas. O país teve, em 2018, o maior número de policiais militares candidatos e eleitos das últimas três eleições gerais, impulsionados pela popularidade da posição “linha-dura” do hoje presidente Jair Bolsonaro (sem partido), segundo levantamento do UOL.

E a tendência da farda na política se repete nos pleitos municipais deste ano, com um aumento de 108% dos policiais e militares que concorrem ao cargo de prefeito. Eles saltaram de 178 quatro anos atrás para 371 neste ano, mostram dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

“O policial é um reflexo da sociedade, que acha que bandido bom é bandido morto. Isso é chancelado pelo governo e pelo sistema de justiça criminal. O ‘atira na cabecinha’ não está no currículo formal da polícia, mas está no currículo oculto”, diz Carlos, coronel da reserva com 33 anos de serviço, se referindo à frase do governador afastado Wilson Witzel (PSC).

Para os pesquisadores, os discursos públicos das autoridades ressoam entre os membros das corporações e podem ser lembrados na hora de decidir pelo uso da força.

Por isso, para haver mudanças, é preciso que esses gestores se posicionem contra as mortes em todos os níveis da organização: nos processos seletivos, na formação e treinamento, na criação de protocolos, nas políticas de premiação, nos mecanismos de controle.

Diante de todos esses fatores, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu operações durante a pandemia do novo coronavírus é um “Band-Aid num corte cirúrgico”, na visão da major Pinc. “Pode ajudar a parar de sangrar um pouco, mas daqui a pouco ele vai sair e vamos ver que a doença continua ali”, ilustra.

A socióloga Poncioni sublinha: “Você pode botar todo o problema num único e grande saco: a falta de interesse político para formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas na área da segurança”.

Enquanto o interesse não surge, policiais como Arthur seguem na rotina de tiroteios e baixas. “Você acha que policial gosta de subir morro e ficar trocando tiro? E os moradores? Numa guerra, todos pagam infelizmente.”

Domingos Paulo Neto é um pândego…Nunca houve na Polícia Civil alguém tão subserviente ao Governo como Vossa Excelência! 24

Toda a sua demonstração de classismo nunca passou de oportunismo pessoal.

Vossa Excelência ainda se lembra do que disse durante a posse do famigerado André Di Rissio?

Naquela época , 2006 , governista empedernido, além de defender o Geraldo Alckmin e o Secretário de Segurança, disse em alto e bom som que a ADPESP não tinha por finalidade criticar a Administração e o Chefe do Executivo!

Foi desligado do DHPP por quê?

Estava fazendo gestões por Diretoria melhor ou para assumir outra vez a DGP ?

E diga para a classe, qual o motivo de o seu braço direito ter sido demitido a bem do serviço público por fraudes em licitações , ele – André Dahmer – que o acompanhava desde a sua primeira Seccional ?

Aliás, Vossa Excelência apoiou o seu subordinado corrupto para a presidência da ADPESP, né?

https://flitparalisante.wordpress.com/2015/12/23/andre-dahmer-aquele-que-sonhou-ser-presidente-da-adpesp-tem-aposentadoria-cassada-por-fraudes-nas-licitacoes-do-dipol/

A classe dos Delegados não será atendida por João Doria enquanto a ADPESP estiver nas mãos de apoiadores do Marcio França e do Bolsonaro…Votem Marilda ! Chapa 2 – Experiência e Ação! 21

Estava lendo as mensagens que o atual presidente da Adpesp (também chamado “reizinho”) escreveu na apresentação de sua chapa e no folder da campanha e vem escrevendo nos grupos de colegas onde classifica antagonistas e concorrentes como “vassalos” dentre outros adjetivos. Falta-lhe capacidade intelectual para argumentar e demonstrar a sua competência.

Fala em subserviência ao governo mas não apresenta nada além de críticas as gestões da Dra. MARILDA – a melhor presidente da ADPESP de todos os tempos – repetindo exaustivamente o caso do maldito Sinfrônio que a justiça já decidiu, com trânsito em julgado, a responsabilização da empresa de contabilidade que fazia todo trabalho do financeiro.

Na apresentação da chapa, quando ainda não sabia que teria concorrência (levaria outra eleição por WO), disse que encontrou ADPESP em situação financeira quase falimentar, porque acreditava que não haveria contraponto, já que a gestão da Dra. Marilda deixou cerca de R$ 1,2 milhão em caixa com todas as despesas pagas e, logo de início, fizeram uma campanha ridícula contra o Alckmin (que era candidato a presidente), gastando pelo menos R$ 100 mil.

Tem cabimento entidade classista fazer campanha contra ex-governador do Estado . Pior: apoiando um militar , inimigo da Polícia Civil, como o Bolsonaro!

Não adianta culpar o Governo do Estado , a previdência dos policiais civis foi decidida pelo Governo Federal que prestigiou apenas a PM.

Sem falar de , abertamente , terem apoiado Márcio França e o estelionato que seria a retirada da Polícia Civil da Segurança Pública para a Secretaria de Justiça.

Estupidez !

Obviamente , fazer campanha contra , foi um dinheiro “jogado fora”, como em tantas outras ocasiões, sendo a mais recente, uma viagem para Brasília para falar com um deputado pouco conhecido sobre reforma administrativa e ao secretário da Presidência do STF, para tratar, sabe-se lá qual assunto, já que ajuizaram ADI para que os vencimentos da classe passem a ser pagos por subsídio.

O governo e João Doria agradeceram muito essa “brilhante” iniciativa.

Diz também que sempre pautaram a conduta pela transparência, mas esqueceu de informar as “festas” regadas a wisky e charutos no barzinho da sede, especialmente para “seus” convidados.

O compromisso com a classe foi tanto que enquanto a situação era cada vez mais crítica, o “boyzinho” passeava de moto pelos EUA; só soubemos por conta do acidente que sofreu por lá (mas o maior acidente foi tê-los deixado sem concorrência para destruir nossa entidade).

No folder da chapa “sem rumo certo”, não há NENHUMA conquista tampouco proposta decente para os Delegados, mesmo porque JAMAIS foram recebidos DE VERDADE pelo Governador João Doria para levar diretamente os pleitos dos delegados e demais policiais civis, mas seguiram o rastro do Olim e o resultado está aí (até cego sabe que se lascou na reforma da previdência).

Encheram linguiça mas não conseguiram apresentar NADA porque NADA fizeram em 3 anos de mandato, a não ser atender seus interesses pessoais.

Afora isso, tiraram 3 anos de férias porque trabalho que é bom….Nihil!

Mais três anos com esses irresponsáveis na entidade e ela acaba junto com a classe.

Informações

Legalização de jogos de azar vira bandeira no Senado para o Renda Cidadã 8

Iara Lemos

Congressista defende que setor poderia gerar até R$ 50 bilhões ao ano de impostos ao governo e 700 mil empregos diretos

A possibilidade de legalização dos jogos de azar voltou a ser debatida no Senado, desta vez como uma possível alternativa para bancar o Renda Cidadã, programa que deve substituir o Bolsa Família.

Na Casa, já há um projeto pronto para votação em plenário, de autoria de Ciro Nogueira (PP-PI), que permite a exploração dos chamados jogos de fortuna, on-line ou presenciais. O projeto de Nogueira inclui a legalização de cassinos em complexos integrados de lazer.

Agora, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que é relator de um outro projeto sobre o tema, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), defende que parte dos impostos arrecadados com o sistema de jogos possa ser usado para custear o novo programa de renda social do governo.

A ideia de Coronel é incluir, entre os jogos que teriam liberação para funcionarem no país, além dos cassinos outros mais imediatos, como bingos, caça niqueis e ainda o jogo do bicho. Segundo o senador, a legalização de jogos que demandam uma estrutura menor para funcionamento poderia gerar, a curto prazo, uma renda ao governo de R$ 50 bilhões ao ano.

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Senador Ângelo Coronel (PSD-BA), relator de um dos projetos sobre o tema – Edilson Rodrigues/Agência Senado

A pedido de Rocha, os dois projetos vão tramitar de forma conjunta, em uma tentativa de que a votação da proposta possa ser acelerada. O relatório único caberá a Coronel.

“O dinheiro imediato aos cofres públicos seria por meio bingos, caça níquel, jogo do bicho. Ali podemos ter uma receita mais imediata. Cassino demora mais porque precisa de mais estrutura. Essa seria uma saída para solucionar a falta de recurso a curto e longo prazo”, diz o senador.

Pelos cálculos de Coronel, a legalização dos jogos poderia ainda gerar cerca de 700 mil empregos diretos e outros 600 mil indiretos.

Para bancar o Renda Cidadã, a equipe do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) busca cerca de R$ 20 bilhões extras no orçamento. O governo estima que 8 milhões de pessoas devem ficar sem auxílio no início do ano, caso o programa não seja criado.

Com essa verba, a ideia é ampliar a cobertura das transferências de renda a famílias na linha de pobreza e extrema pobreza, além de aumentar o valor do benefício mensal. É exatamente neste argumento que Coronel espera conseguir o apoio do governo.

O relatório do senador deve ser finalizado no início de novembro, quando ele pretende entregar em mãos a proposta ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

Os dois já conversaram informalmente sobre o assunto e, embora o tema seja considerado polêmico, Coronel acredita que possa conseguir apoio do governo para a votação.

“O Paulo Guedes disse que minha ideia era ousada, mas ele foi simpático. A única solução para ter dinheiro para o renda é essa [legalização dos jogos]. Da forma como está não tem a receia. Com os R$ 50 bi poderíamos ter mais pessoas e chegar aos R$ 300 por pessoa, como quer o governo”, diz.

Contra pandemia, governo Bolsonaro decidiu em março distribuir R$ 200 para trabalhadores informais
O auxílio emergencial começou a ser pago em abril e teria sua última parcela em junho. Mas o governo prorrogou por duas parcelas (julho e agosto). O valor de R$ 600 foi mantido em todo esse período. Por último, o governo reduziu o valor para R$ 300 e garantiu o pagamento até dezembro
No período, o presidente viu a avaliação de seu governo melhorar. Segundo o Datafolha de agosto, a rejeição a Bolsonaro caiu de 52% para 35% na região Nordeste, na qual mantinha a pior avaliação: 33% de ótimo e bom, subida de seis pontos em relação a junho. A correlação com a distribuição do auxílio de R$ 600 é sugerida, ainda que não direta
Em junho o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou a deputados federais que o governo lançaria o programa Renda Brasil para substituir o Bolsa Família logo após o fim da pandemia do novo coronavírus
A ideia era incluir informais identificados pelo governo e que foram beneficiados pelo auxílio emergencial de R$ 600
O problema era como financiar o programa. Nessa discussão, o governo chegou a planejar endurecer as regras e revisar quase 2 milhões de benefícios destinados a idosos e pessoas carentes com deficiência. Com as medidas, o governo teria uma economia que chegaria a R$ 10 bilhões por ano
A proposta, porém, incomodou o presidente, que desistiu de lançar o programa Renda Brasil.'Até 2022, no meu governo, está proibido falar a palavra Renda Brasil. Vamos continuar com o Bolsa Família. E ponto final', afirmou
Pouco mais de 10 dias, após negociação com líderes partidários, o governo anunciou uma proposta para o novo programa social que substituirá o Bolsa Família, batizado de Renda Cidadã. Para bancar a assistência ampliada, o projeto previa usar recursos de precatórios e do Fundeb (fundo para a educação)
Mas o próprio ministro Paulo Guedes afirmou que o governo não vai usar os precatórios para bancar o programa Renda Cidadã. Ele defendeu mesmo assim uma revisão no fluxo de pagamentos

A relatoria da PEC é do senador Márcio Bittar (MDB-AC), que ainda não recebeu a proposta de Coronel.

Para o líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF), a proposta precisa de uma ampla discussão antes de ser colocada em votação. Na análise do tucano, a liberação dos jogos de azar pode criar um custo extra nas áreas de segurança e saúde pública.

“Essa discussão já está no Congresso há uns cinco anos, mas ainda tem muita gente resistindo. Eu ainda não estou convencido de que este seja o caminho. Precisamos saber o impacto disso na saúde e na segurança”, disse.

Seccional Centro apreendeu 3.000 caça-níqueis em 10 meses…

Na semana passada, o 3º DP (Santa Efigênia) APREENDEU 130 máquinas de vídeo bingo em um grande imóvel destinado à prática de jogo de azar, que no Brasil configura infração penal. Uma pessoa foi presa. Em 2020, a Seccional Centro e suas unidades distritais apreenderam quase 3.000 máquinas deste tipo, em pleno funcionamento. Com o imprescindível apoio da Prefeitura de São Paulo (Sub-Prefeitura da Sé), os imóveis onde acontece reincidência específica estão sendo LACRADOS e EMPAREDADOS. O jogo de azar é um dos braços do crime organizado, especialmente na prática de lavagem de dinheiro. #policiacivil_sp #decap #seccionalcentrosp #combateaojogodeazar

Chapa 02 – Experiência e Ação – Eleições na ADPESP – VOLTA MARILDA! 5

Diretoria Executiva

Presidente: Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro

Vice-Presidente: Saulo de Carvalho Palhares Beira

Secretário-Geral: Adriano Barbosa Ribeiro

Suplente: Nilo José da Cunha Bernardi

Tesoureiro: Roberto Santos da Silva

Suplente: Cléber Pinha Alonso

Diretor Jurídico e de Prerrogativas: Francisco Pereira Lima

Suplente: Tani Bottini

Diretor de Mobilização, Logística e Assuntos Profissionais: Fabrísio Cantos

Suplente: Juvenal Marques Ferreira Filho

Diretor de Relações Institucionais: Andréa Cristiane Fogaça de Souza Nogueira

Suplente: Emerenciano Dini

Diretor De Comunicação Social: Décio Bailão da Silva

Suplente: Edivaldo Ravenna Picazo

Conselho de Ética

Roberto José Daher

Cláudio Eduardo Nogueira Navarro

Vagner Bertoli

Luciana Pinto Neto

Geraldo Franco Pires

Marcelo Quevedo Minari

Alexandre Melfi

Daniel Borgues

Conselho Fiscal:

Alan Bazalha Lopes

Abel Fernandes Paes de Barros Cortez

André Ayruth Balura

Luís Henrique Martin

Antonio Luís Sampaio de Almeida Prado

Celso Marques Caldeira

Stefan Uszkurat

Pulo José Esteia Piçarro

Bolsonaro diz que ninguém será obrigado a inalar a vacina da China 30

Pois é , inalar a vacina!

Acho que o Bolsonaro tá inalando a farinha da Bolívia; por isso esse comportamento paranoico…Era torto das ideias , agora das ideias e das palavras.

Mas , Chinesa ou Inglesa, a vacina deve ser inoculada obrigatoriamente.

Bolsonaro, vacina se inocula ; a cocaína é o que a milícia Carioca inala, viu!

Toma cuidado , os olhos são o espelho do que entra pelo nariz!

A asquerosa deputada Zambelli deveria propor o fim do voto obrigatório…Assim gente como essa fulana jamais seria eleita 14

Essa mulher , de uma boçalidade que só não é maior do que a do presidente , quer impedir que o Estado deixe de proteger os seus cidadãos .

Sim, desobrigar a vacinação é colocar em risco a saúde e a vida de milhões de pessoas, especialmente os mais pobres.

O brasileiro médio não tem empatia , quer que o alheio sifu! Não vai tomar e nem vai levar os familiares. Certamente, pelo menos metade deste povo estupido , prefere tomar ampolas de cerveja.

E para essa gentalha bolsonarista é melhor matar o povo do que reconhecer o mérito de adversários políticos…

Sem dizer que são todos lambedores dos bagos do presidente dos EUA!

O Brasil, com esse monte de general da banda , entregou a soberania nacional para o explorador de casinos !

Deputada , vamos acabar com o voto obrigatório!

Quanto a vacina chinesa , eu tomo até na cabeça do meu pênis!

Nem precisa me obrigar!

A rainha louca insinua que seu Ministro da Saúde é corrupto…Que tenha a dignidade de sair antes que seja defenestrado como ladrão! 2

Que Bolsonaro demonstra traços de psicopatia é mais do que evidente.

Tanto que , sem piedade, sacrifica vidas apenas para satisfazer os seus interesses pessoais.

O seu objetivo maior é tomar o Brasil para si e seus filhos.

E não mede esforços quando se trata de aniquilar qualquer um que possa vir a atrapalhar o seu nefasto plano de destruição da democracia.

Se necessário for sacrificará até a prole, pois ele é do tipo que prefere filho morto a chorar pela pela perda de poder.

Com muito mais facilidade já sacrificou diversos colaboradores , Pazuelo , um mero estafeta do presidente , será o terceiro Ministro da Saúde defenestrado pela rainha louca do Brasil.

O pior: o presidente insinuou corrupção nessa compra das vacinas desenvolvidas pelo Butantã em sociedade com a China !

E não abre mão do seu poder…

Poder de provar que não vale nada e que se cercou de militares tíbios ; que nem sequer demonstram possuir dignidade para mandar esse ser repugnante enfiar a sua autoridade na privada!

Sociopata!

Pazuelo , pede pra sair!

Não fique no governo para provar para a população que oficiais do exército são todos iguais ao Mitômano .

Até quando a OAB ficará calada ? A Thais Oyama não é a primeira inconsequente a pretender condenar uma pessoa só pela escolha do defensor…A culpa é dos advogados, da polícia, do MP e do Poder Judiciário! 68

Michelle , micheque, bolsonaro de lado!

Por favor , até quando pessoas serão prejulgadas em razão da escolha do advogado?

Sabem de quem é culpa?

Inicialmente , dos policinhas rasteiros com salário de porcaria que o simples fato de alguém contratar um defensor para uma ocorrência de plantão é atestado de culpa…

Pois quem não deve não teme e tem que colaborar com a polícia…

Depois vem o Ministério Público – sempre pestilento – e a grande maioria de juízes que jamais advogaram na vida!

Advogado renomado – normalmente mais caro – é certidão de culpa!

A advocacia – que não é santa – enfim foi criminalizada!

E nem tem que ser santa, não pode ser desleal em prejuízo de pessoas individualizadas. Mas o interesse do defendido sempre deverá estar acima do Estado.

Fiquei com vontade de ser policial no futuro, poderei matar, roubar, torturar , estuprar quando bem quiser….

Se a minha vítima constituir um grande advogado serei sumariamente absolvido!

Culpa dos próprios advogados, sim !

O que tem de advogado criminalizando o advogado criminalista é algo que nunca imaginei ver e ler…Basta dar uma olhadinha do tal Face…

Será inveja da coragem alheia?

VOLTA MARILDA – Os presidentes da ADPESP e do SINDPESP nunca trabalharam ; não estão nadinha preocupados com quem trabalha por dois ou três…Porra, para de culpar o Doria, né? Baita carreira de safados que há décadas culpa o governo pela absoluta incompetência! 24

Policiais civis de SP cobram João Doria por reposição de funcionários

Entidades de classe da categoria criticam justificativa do governador de SP para não autorizar preenchimento de cargos vagos durante a pandemia

João Doria (PSDB) é questionado por defasagem no efetivo da Polícia Civil

João Doria (PSDB) é questionado por defasagem no efetivo da Polícia Civil

Governo do Estado de São Paulo – 22.06.2020

A posição adotada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de não nomear candidatos aprovados em concursos públicos para preencher cargos já existentes na estrutura da Polícia Civil recebeu críticas de entidades que representam a categoria por impedir a redução da defasagem de funcionários da instituição. 

A decisão tem como base a Lei Complementar 173/2020, editada pelo governo federal em função da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

“A lei proíbe a criação de novos cargos, não veda a reposição de cargos vagos. Temos mais de 700 aprovados em concursos públicos [candidatos remanescentes]. Defendemos, por exemplo, que essas nomeações deveriam ocorrer desde já para atenuar gradativamente esse déficit existente”, enfatizou o presidente da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), Gustavo Mesquita Galvão Bueno.

O delegado citou exemplos de outros estados para rebater o argumento de Doria que impede a reposição de servidores na Polícia Civil paulista. É o caso de Goiás, onde o governador Ronaldo Caiado (DEM) determinou não só a contratação de policiais civis, como também o aumento dos quadros da Polícia Rodoviária Federal, por determinação da União.

“Defendemos que a Polícia Civil remponha [o efetivo]. A população cresceu e a Polícia Civil minguou. Não deveria haver vedação até para novos concursos.
A nomeação [de nomes] depende dele [governador]. É uma canetada dele. É algo que traria um benefício. A Polícia Civil atenuaria a situação crítica que continuamos vivendo hoje. Temos policiais trabalhando por dois ou três”, frisou Gustavo Mesquita Galvão Bueno.

De acordo com avaliações da associação e do Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), a defasagem do efetivo gira em torno de 14 mil funcionários. O problema é antigo e afeta a atuação da Polícia Civil em áreas como a investigação de crimes e o atendimento ao público.

“A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional emitiu o parecer público 13053/2020, onde coloca claramente a reposição decorrente de vacância como uma exceção à regra de vedação de admissão ou contratação de pessoal da LC 173”, complementou Raquel Kobashi Gallinati Lombardi, presidente do Sindpesp.

Para a delegada, o documento ministerial é claro ao orientar que “toda e qualquer vacância de cargo efetivo ou vitalício, independente de quando tenha ocorrido, poderá ser preenchida durante a vigência do regime restritivo”. Raquel Kobashi Gallinati Lombardi vê na ação do governador um obstáculo para a segurança pública paulista.

“O governador está se favorecendo de uma interpretação incorreta e tendenciosa da lei para justificar a falta de nomeação de aprovados e realização de novos concursos para preenchimento dos mais de 14 mil cargos vagos na Polícia Civil atualmente”, acrescentou a delegada.

O Sindpesp obteve uma vitória, em carater liminar, em ação civil coletiva pelo afastamento das disposições contidas na Lei Complementar 173/2020 que, entre outras medidas, congelou a contagem de tempo de serviço para fins de quinquênio, sexta parte e licenças prêmio.

Outro lado

Em nota, a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) disse que investe na valorização, ampliação e recomposição do efetivo policial em todo o estado de São Paulo. A atual gestão autorizou a abertura de mais 2.750 vagas para concursos da Polícia Civil, sendo 250 delegados, 900 investigadores e 1.600 escrivães. Em razão do decreto 64.937, de 13 de abril de 2020, novas contratações estão temporariamente suspensas, a fim de que os recursos sejam destinados ao combate ao coronavírus.