Lava Jato recuperou cerca de 12 bilhões fazendo o Brasil perder 1 trilhão…Era preferível o PT e PSDB trabalhando, roubando e dividindo do que os Bolsonaros vagabundeando , fazendo rachadinha com o laranjal e perseguindo desafetos e minorias hipossuficientes 19

Com dívidas de R$ 98,5 bilhões, Odebrecht pede recuperação judicial

Grupo, que já chegou a ter 193 mil funcionários, enfrenta crise desde a deflagração da Lava Jato

Raquel Landim Julio Wiziack
São Paulo e Brasília

A Odebrecht S.A. protocolou nesta segunda-feira (17), na Justiça de São Paulo, o maior pedido de recuperação judicial da história brasileira. Com dívidas que chegam a R$ 98,5 bilhões, a solicitação supera a da Oi, que chegou a R$ 65 bilhões —valores da época.

Compõem o pacote R$ 51 bilhões em débitos diretamente sujeitos à recuperação judicial e R$ 14,5 bilhões extraconcursais —que possuem garantias extras, como as ações da Braskem—, além de R$ 33 bilhões em dívidas com empresas dentro do grupo.

A recuperação envolve 21 empresas do grupo, incluindo a holding ODB e a Kieppe, que congrega a participação da família Odebrecht.

As maiores companhias operacionais —OEC (construção civil), OR (incorporação imobiliária), Enseada (estaleiro), Ocyan (petróleo), Odebrecht Transport (infraestrutura) e Braskem (petroquímica)
— não fazem parte do pedido.

Fundado em 1944, o grupo baiano —que chegou a faturar R$ 132 bilhões e empregar 193 mil pessoas— enfrenta dificuldades desde a Lava Jato.

As investigações da operação revelaram esquema de corrupção em que executivos de empresa pagavam propinas a políticos e funcionários públicos. A crise atingiu o grupo num momento de alto endividamento. Entre 2008 e 2015, a dívida total das empresas da Odebrecht subiu de R$ 18 bilhões para R$ 110 bilhões.

“Diante do vencimento de diversas dívidas, da ocorrência de fatos imprevisíveis e dos recentes ataques aos ativos das empresas, a administração da ODB, com autorização do acionista controlador, concluiu que o ajuizamento da recuperação judicial se tornou a medida mais adequada para concluir o processo de reestruturação financeira”, informou a Odebrecht em nota.

Com R$ 22,8 bilhões a receber, os bancos públicos estão entre os principais credores. O BNDES encabeça a lista, com R$ 10 bilhões —R$ 7 bilhões concursais e R$ 3 bilhões extraconcursais (com garantia de ações da Braskem).

Em seguida vem o Banco do Brasil, com R$ 7,8 bilhões —R$ 4,8 bilhões concursais e R$ 3 bilhões extraconcursais. Depois, Caixa e FI-FGTS, com R$ 5 bilhões de dívida —sem garantia em ações da Braskem.

Os bancos privados, que emprestaram dinheiro para o grupo mais recentemente, foram mais eficientes e conseguiram colocar todas as suas dívidas como extraconcursais: R$ 4,4 bilhões do Bradesco, R$ 3,5 bilhões do Itaú e R$ 500 milhões do Santander.

Isso os deixa em uma situação mais confortável, embora as ações da Braskem tenham se desvalorizado significativamente depois que a holandesa LyondellBasell desistiu de fatia da Odebrecht na companhia. É provável que os papéis já não cubram mais todas as dívidas que garantem.

Segundo fontes próximas à empresa, a Odebrecht preferia ter feito uma negociação amigável com os bancos, mas estes foram surpreendidos com o pedido de recuperação da Atvos. Viram nessa medida uma maneira de a Odebrecht evitar a renegociação e partir para a recuperação judicial de todo grupo.

Logo da Odebrecht
Logo da Odebrecht – REUTERS

Isso porque, caso os bancos executassem dívidas vencidas, acionariam o gatilho das garantias cruzadas, arrastando todo o grupo para a vala da recuperação.

Foi o que fez a Caixa. Sob a gestão de Pedro Guimarães, executou duas dívidas já vencidas: R$ 650 milhões no Itaquerão (estádio do Corinthians) e R$ 250 milhões no centro administrativo Centrad (DF).

No pedido protocolado na Justiça, a Odebrecht argumenta que a Braskem é hoje o carro-chefe dos seus negócios e que a empresa precisa ser protegida para que a recuperação seja bem-sucedida. Por isso, pede, em caráter de urgência, o bloqueio de qualquer execução de ações da Braskem.

Em 2018, a Braskem gerou 79,4% das receitas do grupo Odebrecht e pagou R$ 5,5 bilhões em dividendos aos acionistas —R$ 2,1 bilhões para empresas do grupo. A Petrobras também é sócia da empresa.

Outro credor importante são os detentores de bônus no exterior, que chegam a R$ 12 bilhões. Esses papéis entraram na recuperação judicial porque foram emitidos por uma empresa chamada OSL, que é diretamente ligada à holding ODB. No entanto, como são garantidos pelo braço de construção do grupo, a OEC, haverá uma negociação separada.

A partir do momento em que o juiz aceitar o pedido, a Odebrecht terá 60 dias, prorrogáveis por mais 30, para propor um plano de recuperação aos credores. A empresa vem sendo assessorada por Eduardo Munhoz, do escritório Munhoz Advogados, e por Ricardo Knoepfelmacher, da RK Partners.

Conforme apurou a reportagem, o objetivo é deixar nas empresas operacionais apenas as dívidas que elas têm condição de pagar e colocar todo o demais sob o guarda-chuva das holdings. Essa dívida “extra” seria quitada num prazo longo com a venda de ativos e os dividendos gerados pelas próprias companhias.

A estratégia é arriscada, pois depende da venda de ativos, incluindo a participação na Braskem, e da recuperação da economia brasileira. Desde que foi atingido pela Lava Jato, o grupo fez melhoras de governança e vendeu R$ 7,2 bilhões em ativos, mas ainda não conseguir se desfazer de participações importantes, como a usina de Santo Antônio (RO).

A Odebrecht S.A. decidiu não incluir os valores devidos nas multas de seus acordos de leniência no processo de recuperação. Em dezembro de 2016, comprometeu-se a pagar R$ 3,83 bilhões para o Ministério Público Federal no Brasil, para o Departamento de Justiça nos EUA e para a Procuradoria-Geral na Suíça.

​Em julho de 2018, outros R$ 2,72 bilhões foram empenhados com a Controladoria Geral da União e com a Advocacia-Geral da União. Os prazos já são bastante longos, respectivamente, 23 e 22 anos. Ainda assim, a empresa precisa negociar com as autoridades condições mais favoráveis.


 

O brasileiro chorará  sangue em razão das inconsequencias dessa Lava Jato!

Para se prender um presidente e alguns políticos MATARAM A GALINHA DOS OVOS DE OURO!

Mataram O BRASIL!  

Atitude covarde e fradulenta de capitão da PM que agrediu e acusou falsamente Defensor Público…( Eis a fórmula PM de fazer inimigos e tomar 30 tiros ! ) 10

“Não agredi, não cuspi na cara, não desacatei policial”, diz defensor preso

Defensor público é detido em ato contra a reforma em SP

UOL Notícias

Eduardo Militão

Do UOL, em Brasília

16/06/2019 21h16

O defensor público Rafael Português, 39 anos, preso e algemado quando trabalhava acompanhando manifestações contra a reforma da Previdência em São Paulo, na sexta-feira (14), negou ao UOL ter agredido policiais. Segundo ele, um policial militar, chamado capitão Mozart, é que tentou sufocá-lo. O defensor afirmou ainda que, com empurrões, o PM o impediu de fazer seu trabalho de acompanhar uma abordagem de um morador de rua.

Mozart, segundo Português, é o policial que aparece no vídeo divulgado pelo UOL no sábado agarrando Português e acusando-o de agredir PMs. O defensor nega. “Não agredi nenhum policial, não cuspi na cara de ninguém, não desacatei nenhum policial, não resisti a nenhuma ordem policial”, disse ele à reportagem por meio de mensagens de áudio e de texto encaminhadas por WhatsApp.

De acordo com ele, os momentos pelos quais passou mostram que “há vários casos” semelhantes. “No nosso cotidiano de atuação recebemos diversos relatos de presos que não são apresentados imediatamente, ficam incomunicáveis durante horas, sem saber o motivo de sua prisão ou mesmo contato com qualquer pessoa”, afirmou ao UOL.

Ele afirma ter observado “evidentes violações ali”. “Abuso de autoridade, sabe? O tratamento degradante de me deixar, durante horas, de forma desnecessária dentro da viatura. Acho que também a responsabilização pelos tiros indiscriminados contra os manifestantes.”

Português não aceitou ser entrevistado pelo UOL por ligação telefônica. No entanto, no domingo (16), mandou as mensagens por meio da assessoria de imprensa da Associação Paulista de Defensores Públicos (Apadep).

Defensores públicos costumam acompanhar manifestações de rua para prevenir e impedir cenas de violência por parte de militantes e forças de segurança. “Bom deixar claro que eu estava no exercício da minha função. A todo momento, eu me identifiquei como defensor público.”

Segundo Português, durante as manifestações contra a reforma da Previdência, ele observou que policiais abordavam um morador de rua perto da praça do Ciclista, na avenida Paulista, por volta das 19h30 de sexta-feira (14).

“Estavam derrubando a sacola dele, virando a sacola dele”, afirma. “Disse que acompanharia a abordagem. Imediatamente, o policial disse que era para eu sair dali. Eu não saí.” Na sequência, o capitão teria dado empurrões no defensor.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado horas depois no 78º DP (Jardins) pelos policiais, o morador de rua era foragido da Justiça, conforme pesquisa da PM nos sistemas de mandados de prisão em aberto. No entanto, até agora ninguém revelou o nome desse suposto foragido. A polícia alega que o morador de rua fugiu no meio da confusão. Português afirma que os agentes jamais trataram de qualquer suposto mandado de prisão. “Em nenhum momento eles me informaram que o rapaz estava foragido”, contou à reportagem.

A reportagem do UOL procurou a Secretaria de Segurança Pública na noite de domingo sobre as declarações do defensor, mas não obteve resposta até a publicação. O texto será atualizado assim que houver posicionamento.

Veja o que a Secretaria de Segurança Pública disse no sábado

Agressões aconteceram em três momentos, relata

O defensor disse que foi agredido com empurrões quando estava perto do morador de rua, na parada de ônibus que aparece no vídeo e ao tentar fugir do carro da polícia. Ele diz que tentou fugir porque os PMs não o apresentavam para o delegado do 78º DP. Ele teria ficado mais de uma hora algemado no carro policial. Assim que conseguiu falar com o delegado, as algemas foram removidas. Ele só saiu da delegacia às 2h30 de sábado (15), de acordo com a Apadep.

Rafael Português fez exame de corpo de delito no sábado. De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, ele responde por desacato, lesão corporal e fuga de pessoa presa. O defensor, no entanto, diz que ele já é considerado “vítima” na investigação.

O defensor público geral de São Paulo, Davi Depiné, afirmou que vai acionar o comando da PM e a Corregedoria da corporação na segunda-feira (17). “O colega foi indevidamente algemado e levado preso a um distrito policial, em condições absolutamente inadequadas em relação à sua dignidade”, diz.

Leia os principais trechos do relato de Português sobre o que aconteceu:

“Bem, eu estava no final da manifestação, na parada ali da praça do Ciclista. De repente, eu percebi um morador de rua sendo abordado. Estavam derrubando a sacola dele, virando a sacola dele. Eu me dirigi até lá. Chegando lá, me identifiquei como defensor público e disse que acompanharia a abordagem. Imediatamente, o policial disse que era para eu sair dali. Eu não saí. E perguntei ao cidadão o que tinha acontecido quando, de repente, um dos policiais sai e retorna com o comandante da guarnição, o capitão Mozart, com os dois braços no meu peito, gritando “Sai daqui”, me empurrando. E tentando impedir ali que eu tivesse contato ou me aproximasse da pessoa que estava sendo abordada.

Após o policial capitão me empurrar, vários policiais, por determinação dele, partem para cima de mim. Eu caio no chão. Tento me proteger. Várias pessoas que estavam ali no local começam a protestar, gritar, me apoiar, pedindo para a polícia parar. Eu consigo pegar na grade do vão da Paulista. Eles ficam me chacoalhando, me puxam pela calça. Tentam me dar uma gravata ali. Nisso, vários policiais começam a atirar bombas de efeito moral e balas de borracha nas pessoas. Os policiais não conseguem me tirar dali da grade. Quando os policiais desistem de me tirar dali da grade, eu vou direto ao ponto de ônibus tentar buscar abrigo.

Em nenhum momento eles me informaram que o rapaz estava foragido. Eu me apresentei como defensor público para saber qual o motivo da prisão. Mas eles não disseram. Então, comecei a ser agredido justamente para não manter contato com o averiguado. Só consegui perguntá-lo se gostaria que eu acompanhasse sua detenção. Lembro que o averiguado ainda ficou no local no momento em que tentavam me tirar dali usando a força.

Eu saio andando calmamente em direção ao ponto de ônibus ali da praça do Ciclista, quando sou novamente abordado. Imediatamente, eu levanto os braços e, quando percebo que vou ser puxado novamente, que vou ser retirado dali, eu abraço a pilastra, a coluna do ponto. O policial, esse capitão Mozart, novamente pressiona meu pescoço tentando me sufocar para que eu consiga soltar da pilastra. Algumas pessoas da imprensa aparecem. Eu novamente digo que sou defensor público, que o que está acontecendo ali é arbitrário, é responsabilidade do policial. Ele começa a inventar que eu teria agredido ele. Eu até questiono quem agredi. Ele diz que é desacato, desobediência, enfim… mas as acusações não têm nenhum fundamento.

Depois, quando um sargento, um outro policial se aproxima de mim, conversa comigo, fala que vai guardar minha bicicleta e meu material de trabalho, que estava ali comigo, eu aceito ir com os policiais. E, imediatamente, sou algemado, colocado dentro da viatura. Fico incomunicável. Eles fecham a viatura, sem ar condicionado, sem nada, sem ventilação. Passa a comissão da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil], que estava acompanhando a manifestação. Eu tento contato e eles impedem meu contato com essa comissão. Em seguida, eu tento chacoalhar o veículo e tento fazer barulho para que as pessoas percebam onde eu estou. Quando os advogados começam a procurar onde eu estou, eu sou retirado dali e encaminhado para a delegacia dos Jardins.

Fico algemado mais de uma hora na viatura. Não sou apresentado à autoridade policial. Eles estacionam a viatura na delegacia, mas não me apresentam à autoridade policial. Lá, sou deixado ali. Peço para retirar as algemas. Não retiram as algemas. E, quando eu percebo que eles novamente vão fechar a viatura para me tirarem dali e eu não ser apresentado ao delegado, eu saio da viatura. Ela estava com o capô aberto. Os policiais me agarram e novamente me agridem tentando me colocar dentro da viatura. Um, inclusive, dá um “mata-leão” tão forte que um dos policiais pede para ele parar.

Eu começo a gritar para as pessoas que estão na rua, tentando chamar a atenção para o que está acontecendo. Surge uma policial civil que, vendo aquela cena, imediatamente determina que eu seja apresentado à autoridade policial. Durante esse momento em que eles tentam me [inaudível], eles apertam ainda mais a algema, né? Aí, sou apresentado à autoridade policial, que retira minhas algemas, diante do relato confuso dos policiais ali. Diz que eu não estou preso. Já deixa eu ficar numa sala esperando e devolve meu celular. É quando eu entro em contato com meus familiares e com os defensores, que depois vão lá acompanhar a ocorrência no local.

Bom deixar claro que eu estava no exercício da minha função. A todo momento, eu me identifiquei como defensor público. Desde o primeiro momento, eu falei que era defensor público. Quando eu fui algemado, falei que era necessário comunicar o defensor público geral [Davi Depiné]. Tentei contato com a comissão da OAB, o que impediram. Não me apresentaram à autoridade policial. E é importante dizer: não agredi em nenhum momento nenhum policial, não cuspi na cara de ninguém, não desacatei nenhum policial, não resisti a nenhuma ordem policial. Eu tentei me proteger a todo momento. Me agarrei na grade, me agarrei no pilar. Quando conversaram, disseram que iam cuidar do meu material de trabalho, da minha bicicleta, aceitei ser conduzido. Fui novamente agredido na delegacia. As imagens da própria delegacia vão comprovar as agressões que sofri, o ‘mata-leão’ que sofri.

E a Defensoria Pública já se manifestou que irá buscar responsabilização pelas evidentes violações que houve ali… Abuso de autoridade, sabe? O tratamento degradante de me deixar, durante horas, de forma desnecessária dentro da viatura. Acho que também a responsabilização pelos tiros indiscriminados contra os manifestantes. E toda a situação terá que ser apurada. Na própria ocorrência, já consto como vítima. Hoje eu já fiz o exame de corpo de delito. E acho que todas as ocorrências desse dia terão que ser apuradas. As pessoas, responsabilizadas. As associações nacional e estadual estão empenhadas nisso, a Defensoria Geral, a Comissão Nacional dos Defensores Públicos para que a gente possa encontrar os responsáveis por essa situação que ocorreu no dia 14.

Podemos presumir que há vários casos, porque no nosso cotidiano de atuação recebemos diversos relatos de presos que não são apresentados imediatamente, ficam incomunicáveis durante horas, sem saber o motivo de sua prisão ou mesmo contato com qualquer pessoa. A lei e os tribunais determinam que o uso de algemas somente deve ocorrer em situações excepcionais, como em casos de resistência. Mas o cotidiano forense demonstra que o respeito a esta regra não é sempre observado. O meu caso é mais uma prova disso, pois as imagens mostram que não resisti à ação policial e, ainda assim, fiquei indevidamente algemado, e por tempo excessivo.”

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/06/16/entrevista-defensor-publico-preso-algemado-manifestacao-previdencia.htm


Tem PM que parece ter orgasmo ao subjugar gente fisicamente mais fraca e depois mentir deslavadamente , mas quando dão de cara com a morte se cagam e se mijam de terror!

Governador João Doria demonstrando humildade e grandeza convida o coronel Castilho ao Palácio Bandeirantes: “Estamos juntos!” 11

Um dia depois de mandar um coronel da PM desligar o celular durante uma reunião com mais de sessenta oficiais, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chamou o subordinado ao Palácio dos Bandeirantes.

Em novo vídeo, o tucano afirma que o coronel Castilho, que atua na área de inteligência da corporação e possui 35 anos de Polícia Militar, estava, na verdade, registrando a sua fala, não mexendo no aparelho.”A situação está superada e é importante que o senhor continue acreditando na Polícia Militar”, afirmou o policial. No fim, Doria diz: “Estamos juntos”.

Para Bolsonaro a bíblia com as suas mentiras e fraudes está acima da Constituição – Ministro evangélico tem é que sentar na bíblia; não em processo do STF 14

Bolsonaro diz que decisão do STF vai dificultar emprego a homossexuais

Marcos Corrêa/PR

 

Presidente Jair Bolsonaro participa de café da manhã com jornalistas Imagem: Marcos Corrêa/PR

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

14/06/2019 11h17Atualizada em 14/06/2019 11h46

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou hoje que a decisão tomada ontem pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que equiparou a homofobia ao crime de racismo, prejudica os próprios homossexuais e entra na esfera penal. A afirmação foi feita em café da manhã com jornalistas que cobrem o Palácio do Planalto.

“O STF entrou na esfera penal, estão legislando agora. E essa decisão prejudica os próprios homossexuais. A decisão do Supremo, com todo respeito aos ministros, foi completamente equivocada”, afirmou.

Para exemplificar seu pensamento, Bolsonaro afirmou que um homossexual agora poderá ter mais dificuldade em arranjar um emprego, pois o patrão ficará receoso ao ser acusado falsamente de racismo se o futuro funcionário for demitido um dia. Para Bolsonaro, a decisão do Supremo cria, inclusive, uma “cisão de luta de classes”.

Presidente defende Bíblia em decisões do STF

Ao tratar do tema, Bolsonaro voltou a defender um ministro evangélico no Supremo, mas negou querer misturar política e religião.

Na avaliação do presidente, um ministro evangélico poderia se contrapor à criminalização da homofobia com base em trechos da Bíblia e, se visse que sua posição estava perdendo, pedir vista – mais tempo para analisar o processo – e, então, “sentar” em cima do processo. Ou seja, não permitir que o caso voltasse a ser julgado num futuro próximo. “Não custa nada ter alguém lá”, falou.

Ao criticar a instituição, Bolsonaro afirmou que a eficiência de um país pode ser medida pela quantidade de leis. Em seguida, em nova referência à decisão de ontem do Supremo, disse que a convivência do país com a instituição está se tornando “insuportável”.

Questionado sobre a possibilidade de o ministro da Justiça, Sergio Moro, ser indicado a uma vaga do Supremo, Bolsonaro disse haver uma “possibilidade muito grande” e voltou a defender que o tribunal tenha alguém com o perfil de Moro.

Ele não cravou, porém, que indicará o ministro na próxima vaga que surgir no STF, em 2020.

Decisão no Supremo foi por 8 a 3

O STF aprovou ontem à noite a aplicação da Lei do Racismo para punir casos de homofobia. A decisão começa a valer uma semana após a publicação da ata do julgamento, o que só deve ocorrer no fim do mês.

Trata-se de uma decisão provisória: o texto aprovado diz que a decisão de hoje vale enquanto o Congresso cria leis específicas para o tema – e não há previsão para que isso aconteça.

Os ministros entenderam que a Lei Nº 7.716/89, que define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, também deve ser aplicada a quem praticar condutas discriminatórias homofóbicas e transfóbicas.


Constituição Federal de 1988

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

– construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II – garantir o desenvolvimento nacional;

III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

 

 

 

Polícia Civil comprada ou vendida – Policiais atabalhoados invadem residência de colega da mesma Seccional! Derrapagem fenomenal macula ainda mais a imagem da combalida Polícia Civil Paullista 19

Policiais atabalhoados invadem residência de colega da mesma Seccional! Derrapagem fenomenal macula ainda mais a imagem da combalida Polícia Civil Paullista

Guerra, corre a passos largos nos grupos policiais e afins que policiais desastrados de distrito policial da zona sul, invadiram, a pretexto de capturar matador do ator da novela juvenil Chiquititas e seus pais, destruíram residência de colega da mesma Seccional, sem os devidos cuidados jurídicos. Mesmo com a afirmação de filha menor que o pai era policial civil, deram cabo a empreitada circense. Poderia, por favor, dar visibilidade à essa notícia. Obrigado!

Seccional de Santo Amaro em vez de se preocupar com a corrupção e criminalidade lavra BO de Difamação contra a Najila…A Polícia Civil não é comprada: SEMPRE FOI VENDIDA por alguns chefes, mesmo! 19

Polícia registra BO de difamação contra modelo que acusa Neymar

Najila Trindade teria feito declarações contra o trabalho da corporação

Alfredo Henrique
São Paulo

A Polícia Civil registrou um boletim de difamação, na noite desta terça-feira (11), contra Najila Trindade Mendes de Souza, 26 anos, por conta de declarações feitas pela modelo à imprensa sobre os trabalhos da corporação, no caso em que ela acusa o jogador Neymar de estupro.

A modelo Najila Trindade Mendes de Souza, que acusa o jogador Neymar de estupro, durante entrevista ao SBT – SBT/Reprodução

Segundo boletim de ocorrência, feito pela 6ª Delegacia Seccional de Santo Amaro, o delegado José Fernando Bessa teve ciência das declarações da modelo, ao assistir entrevista concedida por Najila ao jornalista Roberto Cabrini, do SBT.

A modelo afirmou ao entrevistador que “a polícia [Civil] é comprada” após ser questionada sobre o suposto furto de um tablet, no apartamento de Najila, onde haveria um vídeo que prova a acusação que ela faz contra o atleta.

O jornalista afirma, em um trecho da entrevista, que a polícia encontrou digitais somente da modelo e da empregada dela no apartamento supostamente arrombado. Na sequência, Najila afirma: “É, mas a polícia está comprada né? Ou não? Ou eu estou louca?”.

Por conta dessa declaração, o delegado da 6ª Seccional registrou o boletim de ocorrência contra a modelo.

“Desta feita, analisando o teor das declarações de Najila à imprensa, sobretudo quando questionada acerca das digitais colhidas na porta de seu apartamento, verifico ter sido maculada não só a honra da Polícia CIvil como instituição […], mas, sobretudo a honra objetiva dos servidores lotados no IIRGD [Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt], responsáveis pela coleta do material papidatiloscópico [digitais]”, diz trecho do documento policial.

O delegado acrescenta no boletim que um ofício será encaminhado ao instituto que coletou as digitais no local do suposto furto. “Caso sintam-se [os peritos] atingidos em sua honra, apresentem eventuais representações [contra a modelo]”, diz trecho.

Em nota o Sindpesp Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de SP) e a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de SP) repudiam as declarações da modelo.

“Antes de mais nada, reafirmamos nossa solidariedade a toda e qualquer vítima de violência de gênero e o compromisso da Polícia Civil do Estado de SP em combater com rigor este tipo de crime. Todavia, não podemos tolerar que ilações sem qualquer fundamento venham a macular a honra de policiais e a imagem de toda uma instituição”, diz trecho do pronunciamento público.

Resposta

O advogado criminalista Cosme Araújo, de Ilhéus (BA), novo defensor designado pela modelo, falou por telefone com a reportagem afirmando ser ainda “pré-candidato” a defensor da modelo. Por conta disso, disse que não pode se manifestar sobre o caso, como advogado de Najila.

No entanto, ele ponderou, pessoalmente como criminalista, que a modelo em nenhum momento afirmou nada contra a Polícia CIvil. “Ela não os acusou [policiais durante entrevista à TV] de crime. Se analisar a matéria [entrevista ao SBT], ela não afirma nada, ela interroga. Só pratica o crime, quem pratica uma ação, ou ilação. Ela perguntou, então ‘eles foram comprados, né?’”, justificou.

Araújo acrescentou que sua provável cliente está em depressão e que concedeu a entrevista sob efeito de medicamentos calmantes e antidepressivos.

Caso ele for contratado para o caso, garantiu que, até segunda-feira (17), estará em São Paulo para representar a modelo.

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COMENTÁRIO:

 

Além de não existir quaisquer crimes na fala da suposta vítima, o Excelentíssimo Delegado de Polícia, carreira jurídica, inova ao pretender colher representação “ex officio” e por ofício aos peritos.

Meu caro, a representação deve partir espontaneamente dos supostos ofendidos; jamais de Vossa Excelência.

Por que o Dr. não elaborou a sua representação por se sentir diretamente ofendido pela moça?

Sabe que não tem camimento, não é ?

Esse BO só demonstra a truculência dos delegados de polícia no presente caso; se não bastasse o manifesto da ADPESP e do Sindicato dos Delegados, agora um Delegado Seccional, de ofício, lavra essa aberração de boletim por suposto crime contra a honra de uma corporação MUNDIALMENTE CONHECIDA POR SEUS RECORRENTES ATOS DE  CORRUPÇÃO!

Por fim, aí na 6ª Seccional , área grande e rica,  não tem nenhum policial civil dedicando-se , exclusivamente , em nome dos chefes ,  a recolher propinas de caça-niqueis, jogo do bicho, bingos, prostíbulos , feirinhas piratas, carnês diversos ; etc. ?

Conversa de privada é conversa de privada… Que pandega! 1

Resultado de imagem para conversa de privada

 

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Mourão, volta pra escola!

Não existe conversa privada entre dois atores processuais, no caso promotor e juiz , agentes públicos,  sobre a ação criminal, pública,  em que oficiam…

Conversa privada é sobre  gostosas, farra, futebol , escola dos filhos , etc.

E não há nada fora do contexto para quem  ENTENDE!

Coisa feia ficar mentindo para blindar o BOZO !

“Moro foi corrupto”, diz desembargador, sobre escândalo das mensagens 13

“Moro foi corrupto”, diz desembargador, sobre escândalo das mensagens

Maria Carolina Trevisan

10/06/2019 15h58

A troca de mensagens publicada pelo Intercept Brasil neste domingo (9) revela uma relação promíscua entre o então juiz Sergio Moro e o procurador da força-tarefa da Lava Jato Deltan Dallagnol. As conversas evidenciam influências de Moro na Lava Jato e antecipação de informações de Dallagnol ao ex-juiz, transparecendo um esforço conjunto para condenar, sobretudo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Essa é a avaliação do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Alfredo Attiê, presidente da Academia Paulista de Direito. Para ele, o caso é “extremamente grave” e coloca o sistema Judiciário em descrédito, no Brasil e no mundo. O jurista afirma que é importante que o presidente Jair Bolsonaro se pronuncie, no sentido de preservar a legalidade, e que os órgãos de controle investiguem imediatamente a ação de Sergio Moro. O ex-juiz Moro diz não ver nada de mais. Leia, a seguir, a entrevista do desembargador à coluna:

Veja também

Universa: As informações reveladas pelas conversas vazadas entre procuradores da Lava Jato e o então juiz Sergio Moro podem influenciar nos processos que foram julgados?
Alfredo Attiê: Sim. A principal nulidade de qualquer processo, sobretudo, do penal, decorre da suspeição do juiz ou da juíza que profere uma decisão. Em Teoria do Direito, chama-se isso de “princípio do juiz natural”. O juiz deve ser imparcial, não pode decidir se tiver interesse no resultado do processo ou caso tenha se corrompido, por exemplo.

Configura corrupção apenas quando há pagamento de dinheiro envolvido? Ou há outros tipos de atitudes corruptas? 
Há vários modos de corrupção, na tradição e na Teoria da Política. No direito político, eu diria que corrupção é o desvio daquilo que se deve praticar, em razão de um interesse que a lei considera ilegítimo, ilícito. Não é uma questão moral, mas jurídica. O sistema jurídico se corrompe quando o princípio do juiz natural é quebrado. Ou seja, o pior que pode acontecer numa sociedade é o juiz se tornar parcial. Ele não julga mais. Passa a participar do processo, torna-se parte, aconselhando um dos lados, tornando-se próximo, íntimo de uma das partes.

O sr. vê esse conflito nas mensagens trocadas por Moro e Dallagnol?
Sim. Segundo informações da reportagem — e que não foram negadas pelas pessoas envolvidas –, o juiz trocava ideias com o órgão de acusação, sugerindo caminhos e usando, inclusive, o pronome “nós”. O órgão de acusação recebia do juiz impressões e sugestões fora dos autos, em conversas privadas, sem o controle da sociedade e sem que as outras partes, os réus e investigados, soubessem e pudessem se defender ou apresentar uma argumentação, uma representação pelo afastamento do juiz, que se tornaria suspeito, ou seja, parcial, interessado no desenrolar do processo e na decisão de condenação.

Qual a gravidade da situação do ex-juiz Sergio Moro, na sua opinião?
É extremamente grave, porque o ato ilegal de um juiz ou de uma juíza influencia na visão que a sociedade tem do Judiciário como um todo. Faz desaparecer o laço de confiança que a sociedade tem de ter no Estado. É uma forma de corrupção, do ponto de vista da política sobretudo, pois a sociedade somente pode acreditar e cumprir as leis se as vê como justas, como legítimas. E o Judiciário é o guardião dessa legitimidade. Mas além disso, mais grave ainda para a credibilidade de nosso sistema de Justiça, que afeta inclusive a imagem internacional do Brasil, é que esse fato lança uma nuvem de incerteza sobre as operações em geral, e o resultado de investigações e processos. Agora há um sério questionamento quanto à imparcialidade da Operação Lava Jato.

As informações divulgadas podem gerar nulidade no caso do triplex?
Do ponto de vista objetivo do direito, a presença do juiz parcial, suspeito, gera nulidade absoluta de suas decisões. Isto quer dizer que qualquer tribunal, ao tomar conhecimento desse vício, dessa ilegalidade, do cometimento de atos em desconformidade com o que é lícito, deve declarar a nulidade do processo. E é importante ressaltar que o fato se tornou público, inclusive com a confirmação, pela imprensa, dos próprios envolvidos. Todos sabemos, inclusive os membros de tribunais, seja o regional, ou os superiores: basta que advogados e advogadas façam uma representação, referindo sobretudo aos casos das conversas divulgadas [para abrir esses processos de nulidade].

O que se espera das autoridades agora?
Se os tribunais não esclarecerem os fatos e mesmo o chefe do Executivo não se posicionar em favor da legalidade, teremos uma crise grave, com repercussão internacional.

Que medidas deveriam ser tomadas? Uma CPI seria suficiente?
Penso que deve haver investigação dos órgãos de controle, invalidação de decisões e mesmo atos do Ministério Público e punição dos responsáveis. Os órgãos que devem atuar são o Tribunal Regional Federal (TRF), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Supremo Tribunal Federal (STF), as corregedorias do Ministério Público e do TRF, e os conselhos superiores, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Conselho Superior do Ministério Público (CSMP). E o Presidente da República, pois um dos envolvidos está em exercício de função política. Uma CPI serviria apenas para sustentar politicamente as investigações e seria importante para manter a sociedade informada e possibilitar um controle maior. Para lidar com a corrupção é preciso mãos limpas, ou seja, atuação incorruptível, absolutamente legal.

ministro Sergio Moro se sustenta no cargo depois desse escândalo?
Depende do posicionamento do presidente Bolsonaro. Ele deve se manifestar favorável à legalidade. Do contrário, poderá levantar a suspeita de que estaria premiando uma conduta que pode indicar comprometimento da legitimidade de sua eleição. Nesse caso, haveria o afastamento do ministro. Mas não é possível prever o que o presidente Bolsonaro vai fazer. Ele deve preservar seu governo de uma dúvida de ilegitimidade. Seria o esperado.

OPERAÇÃO CONDENA A JATO – O FEITIÇO SEMPRE SE VIRA CONTRA O FEITICEIRO 11

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O FEITIÇO SEMPRE SE VIRA CONTRA O FEITICEIRO

Sérgio Niemeyer –

Ou, pimenta nos olhos dos outros é refresco.
Qualquer um desses ditados populares serve ao caso.
Quem foi que propalou e defendeu o uso de provas ilícitas, chegando, inclusive, a incluir esse absurdo numa proposta de medidas para combater a corrupção?
Resposta: o Procurador da República Deltan Dallagnol e o ex-juiz, agora político, ministro Sérgio Moro.
Ao que parece, ambos abandonaram a ética que governa suas funções para, embuçados sob o disfarce de estarem aplicando a lei (coisa que um exame rigoroso é capaz de desmentir), mas, na verdade, vestindo os trajes dos justiceiros, alcançarem fins inconfessados pessoais.
Agora, experimentam contra si o mesmo veneno que destilaram para insuflar a massa ignara a apoiar grandes absurdos autoritários dignos de regimes totalitários: a prova obtida sub-repticiamente.
Só que a prova assim revelada não pode amparar as pretensões do Estado, enquanto representante da sociedade, porque este age por suas instituições e toda peleja criminal é um embate entre o povo e o indivíduo, de sorte que deve haver maior condescendência para a defesa do último do que para a acusação. Por isso que a prova ilícita pode ser considerada em benefício do réu, principalmente quando retrata as más ações ou as más condutas do poder público investido na prática da acusação e do julgamento.
O resultado, se ainda houver algum resquício de decência neste País por parte de suas instituições é a nulidade do processo.
Com isso, tanto o Procurador da República Deltan Dallagnol quanto o ex-juiz, agora político, ministro Sérgio Moro prestaram um enorme desserviço à Nação. Perderam toda a credibilidade, e ainda impuseram a toda a sociedade um desperdício enorme de tempo e dinheiro.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

O ministro Sergio Moro demonstra hipocrisia descarada e desmemória das próprias vilanagens processuais 8

Moro: “Nem posso dizer que mensagens são autênticas”


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Sergio Moro disse que nem ao menos pode garantir a autenticidade das mensagens que foram roubadas dos procuradores da Lava Jato:

“Nem posso dizer que são autênticas porque, veja, são coisas que aconteceram, se aconteceram, anos atrás. Eu não tenho mais essas mensagens, eu não guardo essas, não tenho registro disso. Agora, ali não tem orientação nenhuma.


Empregando a mesma lógica desses sacripantas da LAVA JATO : a obtenção e divulgação foi de boa fé e na defesa da Democracia…kkk
Logo, pode muito bem ser aproveitada como meio de prova!
Esse  “Robespierre” deve ser guilhotinado, urgentemente! 

Governo de SP promete polícia com ‘padrão Poupatempo’ e atendimento com hora marcada 17

Reforma de 120 distritos policiais vai alterar layout para melhorar recepção da população

Rogério Pagnan
Folha de São Paulo

O governo de São Paulo iniciou a implementação de um pacote de medidas de modernização que buscam alterar o sistema de atendimento ao público no estado, com a possibilidade de a vítima ser atendida em dia e horário marcado, com agendamento feito pela internet.

As mudanças na forma de atuação da Polícia Civil estão sendo chamadas pelo governador João Doria (PSDB), como adiantou ele nesta sexta-feira (6), de sistema Poupatempo da polícia, frequentemente criticada pela ineficiência e pelo mau atendimento.

Quando o sistema estiver funcionando, o cidadão terá a possibilidade de registrar pela Delegacia Eletrônica todos os tipos de crimes e, pela internet, agendar um dia e horário para atendimento pelo policial, no distrito da preferência da vítima.

“Vamos dar essa oportunidade de atendimento com hora marcada, com pré-agendamento, a menos que caso seja muito urgente. Aí, os policiais da unidade serão encarregados de tomar providência imediatamente”, disse o delegado-geral Ruy Ferraz Fontes.

O delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, durante anúncio de reforma de 120 delegacias de polícia com auxílio da iniciativa privada – Charles Sholl/Brazil Photo Press/Folhapress

Além disso, o cidadão poderá registrar queixas ou fazer agendamento não só nas unidades policiais, como ocorre hoje, mas também nas guardas municipais e, ainda, nas unidades do Poupatempo.

“É mais do que uma restruturação no atendimento ao público. Não queremos que a pessoa seja só bem atendida, mas que tenha resultado daquilo que foi buscar na unidade. Qual foi o resultado da investigação? Isso será uma mudança da prestação de serviço”, diz o delegado-geral.

A mudança do layout de todos os 94 distritos da capital começa nos próximos dias e, segundo o governo, deve ocorrer com apoio da iniciativa privada. Outras 25 delegacias da Grande São Paulo e uma de Lorena também devem passar por reformas –120 no total. Segundo o governo paulista, o custo estimado é de R$ 480 milhões.

“Gradualmente, o nosso objetivo é estabelecer o padrão Poupatempo de atendimento à população, não só na qualidade física como na velocidade, presteza e confiabilidade”, disse Doria sobre as delegacias que serão reformadas.

Para ajudar no pré-atendimento nas unidades físicas, o governo pretende colocar policiais aposentados. A gestão Doria prepara projeto para enviar à Assembleia para poder recrutar policias que foram para a inatividade e empregá-los novamente em serviços internos.

Pelos serviços, o policial receberá uma gratificação (de valor ainda não definido), como se estivesse em uma espécie de bico oficial só para aposentados.

Esses policiais aposentados deverão ser empregados emergencialmente até que novos policiais contratados em concurso assumam suas funções. Até o próximo ano, o governo pretende contratar 5.500 policiais —metade disso está em fase final de concurso.

A crise da instituição vem se agravando desde 2016, quando houve debandada de policiais que, temendo prejuízos com a reforma de previdência, pediram aposentadoria e deixaram um claro de 9.000 vagas.

Uma das funções mais atingidas foi a de escrivães, por isso a prioridade do governo no recrutamento de policiais aposentados dessa categoria.

Os anúncios de melhoria ocorrem após uma série de problemas de infraestrutura da Polícia Civil, a exemplo do que aconteceu com o 68º DP (Lajeado), onde uma laje caiu sobre seis carros e deixou parte do prédio interditado ao público. A divulgação do incidente trouxe desgaste ao governo.

“A situação da Polícia Civil de São Paulo passou de grave há muito tempo. Hoje ela é uma situação caótica que beira o insustentável”, disse Gustavo Mesquita Galvão Bueno, 38, presidente da Associação dos delegados de São Paulo. “É fruto de mais de duas décadas de total descaso e desrespeito e humilhação dos governos PSDB”, disse Bueno, para quem o déficit é de 14 mil policiais.

Uma das principais queixas dos policiais de São Paulo é com relação aos salários. A gestão Doria afirma que pretende elevar o valor para o segundo melhor do país.

O diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, disse que o sucatamento das polícias civis é nacional. “Os governadores sempre priorizam as policiais militares, que são as polícias ostensivas e que aparecem à população”, disse.

Ainda segundo ele, parte dessa situação é de responsabilidade das próprias polícias civis que, ao contrário da Polícia Federal, não investiram na capacitação de seu efetivo ou em projetos de modernização. “É verdade que elas estão sucateadas, é verdade que falta vontade política, mas as polícias civis, em especial a nossa, podem e devem investir em projetos de modernização”, disse ele.

FRAUDE A JATO – Conduta processual fraudulenta de Sergio Moro faz de Lula mártir político perseguido e torturado pelo Poder Judiciário e MP 24

The Intercept divulga conversas secretas de Moro e Deltan que podem anular a Lava Jato

Publicado em 09/06/2019

O site The Intercept Brasil divulgou neste domingo (9) trechos de conversas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol cujos teores ilegais podem anular todas as operações da Lava Jato.

A partir de Curitiba, a força-tarefa desencadeou 61 fases que levaram empresários e políticos à prisão –e posterior delação premiada. Nesse ínterim, corporações e negócios que eram símbolo do capitalismo brasileiros ruíram como se fossem cartas.

Voltemos ao vazamento das conversas entre Moro e Deltan. Elas eram realizadas pelo chat do Telegram, aplicativo russo de mensagens instantâneas.

Segundo o The Intercept, os cabeludos arquivos que revelam os bastidores da Lava Jato foram repassados ao site antes de o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, dizer que teve o celular supostamente invadido por hackers.

Dentre os diálogos entre integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e o ex-juiz, há aqueles que revelam a relação promíscua existente entre acusação e julgador que deveria ser imparcial pelo sistema penal “acusatório” previsto na Constituição Federal de 1988.

Nas mensagens trocadas, Moro reclama das decisões de MPF e cobra novas operações para manter-se na mídia.

“… Por que o mpf recorreu das condenacoes dos colaboradores augusto, barusco emario goes na acao penal 5012331-04? O efeito pratico é impedir a execução da pena” (SIC), tomou satisfação ao procurador Deltan o então juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Em 27 de fevereiro de 2016, Moro voltou a escrever no grupo do Telegram: “O que acha dessas notas malucas do diretorio nacional do PT? Deveriamos rebater oficialmente? Ou pela ajufe?” (SIC)

O The Intercept promete ainda divulgar lotes de arquivos secretos da Lava Jato.

De acordo as mensagens divulgadas pelas reportagens do site, horas antes de apresentar o famigerado powerpoint,Deltan não tinha certeza das provas contra o ex-presidente Lula no caso tríplex e da conexão delitiva (corrupção) com a Petrobras.

O site também mostrou mensagem em que procuradores da Lava Jato tramam para impedir entrevistas de Lula antes da eleição com o objetivo de prejudicar a candidatura de Fernando Haddad (PT).

Confira algumas conversas publicadas pelo The Intercept sobre a liberação de entrevistas de Lula:

Carol PGR – 11:22:08 Deltannn, meu amigo
Carol PGR – 11:22:33 toda solidariedade do mundo à você nesse episódio da Coger, estamos num trem desgovernado e não sei o que nos espera
Carol PGR – 11:22:44 a única certeza é que estaremos juntos
Carol PGR – 11:24:06 ando muito preocupada com uma possivel volta do PT, mas tenho rezado muito para Deus iluminar nossa população para que um milagre nos salve
Deltan Dallagnol – 13:34:22 Valeu Carol!
13:34:27 Reza sim
13:34:32 Precisamos como país

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Athayde Costa – 12:02:22 N tem data. So a pf agendar pra dps das eleicoes. Estara cumprindo a decisao
12:03:00 E se forcarem antes, desnuda ainda mais o carater eleitoreiro

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Julio Noronha – 17:43:37 Como o Lewa já autorizou, acho que só há dois cenários: a) A entrevista só para a FSP, possivelmente com o “circo armado e preparado”; b) tentar ampliar para outros, para o “ciro” ser menor armado e preparado, com a chance de, com a possível confusão, não acontecer.

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Jerusa Viecilli – 15:54:27
[…]
Athayde Costa – 17:15:32 Ela ja ta pensando é na indicacao ao STF caso Hadadd ganhe
17:16:01 Absurdo
Laura Tessler – 17:16:03 que palhaçada…adora jogar pra platéia…quer ganhar o apoio da imprensa ao nome dela

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Paulo Galvão – 20:09:30 Passaram a petição da entrevista pro antagonista?
20:09:51 Vcs querem passar p globo?

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Januário Paludo – 23:41:02 Eu fiquei sabendo agora…
Deltan – 23:41:32 Rsrsrs
Athayde Costa – 23:42:02 O clima no stf deve ta otimo
Januário Paludo – 23:42:11 vai ser uma guerra de liminares…

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Sobre a condenação de Lula no caso tríplex:

Deltan Dallagnol – 23:05:11 – Sabemos qual a fonte da matéria? Será que não vale perguntar para a repórter, a Tatiana Farah, qual foi a vonte dela? [O procurador certamente quis escrever “fonte”]
23:05:29 – Acho que vale. Informalmente e, se ela topar, dá para ouvi-la.
23:05:58 – Pq se ele já era dono em 2010 do triplex… a reportagem é um tesão, mas se convertermos em testemunho pode ser melhor
23:06:08 – Podemos fazer contato via SECOM, topam?
23:06:27 – vou pedir pra ascom o contato

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Deltan Dallagnol – 23:56:11 – Vcs ligam pra ela?
23:57:24 – Na ligação tem que ser totalmente respeitoso e deferencial em relação ao sigilo de fonte
23:58:14 – Tem que dizer que viram, queriam parabenizar pela matéria, e que, respeitado o dto de fonte, caso não seja o casso de manter o sigilo, se ela poderia indicar quem foi a fonte, ainda que ap´so eventual conferência ou conversa com as fontes…

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Conversas proibidas de Moro e Deltan:

Dallagnol – 22:19:29 – E parabéns pelo imenso apoio público hoje. […] Seus sinais conduzirão multidões, inclusive para reformas de que o Brasil precisa, nos sistemas político e de justiça criminal. […].
Moro – 22:31:53. – Fiz uma manifestação oficial. Parabens a todos nós.
22:48:46 – Ainda desconfio muito de nossa capacidade institucional de limpar o congresso. O melhor seria o congresso se autolimpar mas isso nao está no horizonte. E nao sei se o stf tem força suficiente para processar e condenar tantos e tao poderosos.

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Dallagnol – 12:44:28. – A decisão de abrir está mantida mesmo com a nomeacao, confirma?
Moro – 12:58:07. – Qual é a posicao do mpf?
Dallagnol – 15:27:33. – Abrir

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Dallagnol – 21:45:29. – A liberação dos grampos foi um ato de defesa. Analisar coisas com hindsight privilege é fácil, mas ainda assim não entendo que tivéssemos outra opção, sob pena de abrir margem para ataques que estavam sendo tentados de todo jeito…
[…]
Moro – 22:10:55. – nao me arrependo do levantamento do sigilo. Era melhor decisão. Mas a reação está ruim.

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Dallagnol – 16:01:03 – Caro, favor não passar pra frente: (favor manter aqui): 9 presidentes (1 em exercício), 29 ministros (8 em exercício), 3 secretários federais, 34 senadores (21 em exercício), 82 deputados (41 em exercício), 63 governadores (11 em exercício), 17 deputados estaduais, 88 prefeitos e 15 vereadores […].
Moro – 18:32:37 – Opinião: melhor ficar com os 30 por cento iniciais. Muitos inimigos e que transcendem a capacidade institucional do mp e judiciário.

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Moro – 18:24:25 – Diante das absolvição do Vaccari seria talvez conveniente agilizar julgamento do caso do Skornicki no qual ele tb está preso e condenado. Parece que está para parecer na segunda instância
Dallagnol – 20:54:53 – Providenciamos tb nota de que a PRR vai recorrer
20:57:31 – Tem outras tb no TRF. Alguma razão especial para apontar esta?
Moro – 23:20:53 – Porque Vaccari tb foi condenado nesta?!

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Moro – 15:28:29. – Cara, recebi uma fotos de vc fantasiado de superhomem com um tal de Castor, não sei o que faço mas a Mônica Bergamin está perguntando se vc preferiu o Superman i, oi ou Iii?
Dallagnol – 22:47:06. – Kkkkkkk
22:47:28 – Tá no face tb?
22:48:10 – Se tiver, preciso tirar… ela está me difamando, era na verdade de príncipe que eu estava rs

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Moro – 12:32:39. – Prezado, a colega Laura Tessler de vcs é excelente profissional, mas para inquirição em audiência, ela não vai muito bem. Desculpe dizer isso, mas com discrição, tente dar uns conselhos a ela, para o próprio bem dela. Um treinamento faria bem. Favor manter reservada essa mensagem.
Dallagnol – 12:42:34. – Ok, manterei sim, obrigado!

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