ERA UMA VEZ… Polícia, Corrupção e Política – Ingredientes do paraíso da impunidade. Resposta

Era uma vez um Governador que sonhou com uma nova Polícia Civil; escolheu o melhor membro para chefiá-la.

Concordou com a eleição de conselheiros.

Reconheceu o direito de contagem de até 5 anos de advocacia para todos os fins e aposentadoria compulsória após 5 anos da classe especial.

Mas, não era isso que os que se acham donos do órgão queriam.

Não queriam uma nova Polícia e, em poucos meses, a velha polícia ganhou.

E a velha polícia foi apoiar Jânio Quadros para Prefeito; depois Paulo Maluf para Governador e novamente Paulo Maluf… E Maluf… E Maluf.

Não pelo fato de serem leais ao regime antigo…

É que o Maluf eles já conheciam; assim não seriam surpreendidos pelo novo.

O apoio foi inútil.

Mas qual o quê!

O Novo se mostrou muito mais auspicioso, generoso, rendoso e seguro.
Afinal, que duvidaria da elite policial chefiada e escolhida por membros do Ministério Público.
Nascendo a Polícia, Corrupção e Política.

Ingredientes do paraíso da impunidade…
Com esta introdução pretendo demonstrar – paulatinamente – a veracidade da postagem de 1º de abril do corrente no site da ADPESP; denominada ESTAMOS TODOS CORRUPTOS!

(2a. postagem neste blog).

E sou obrigado a tal demonstração apenas para exercer o meu direito de defesa.
Uma vez que não sou eu quem merecia estar sendo processado sob pena de demissão; também não merecia – uma vez mais – que parcela dos meus vencimentos fossem suprimidas, pela administração, por conta de dois superiores bandalhos que, ainda, permanecem em seus cargos por conta daquilo que eu chamo “corporativismo mafioso”.
Basta de bandido vitorioso neste país; e basta de jornalista comendo das mãos de autoridades corruptas.

na hora do perigo de quem lembramos: do 190 Resposta

Re: SOBRE A PM, EU ACHO QUE O GUERRA TEM RAZÃO
guerra :
CARO JOÃO; a lucidez que lhe sobra parece faltar para alguns colegas.
Que se tenha a pior imagem e opinião sobre quem ou aquilo que quiser; mas não tem cabimento dois Delegados, enquanto há pessoas politicamente comprometidas em nossa defesa, empregar tratamento tão repugnante aos Oficiais da PM.
A Carta da Associação dos Oficiais foi até comedida: fez menção apenas ao desequilíbrio do Gama e da conduta da Adpesp ao lhe dar publicidade.
Eu cumpri a minha obrigação para com a classe censurando primeiro a carta do Gama e depois a do Senhor Emanuel, o qual – conforme se vê neste grupo – noutras manifestações acerca da carta me deu total razão.
E o Sr. Emanuel inconformado, primeiramente, me ofendeu com uma graçinha neste grupo e, depois, no grupo delegados plantonistas, do qual não participo não podendo me defender da ambígua “tem coleguinha que adora oficial”, além das empulhações que escreveu tentando refutar fatos documentados através de consecutivos Decretos e Tabelas de vencimentos.
Ninguém é obrigado a conhecer a história policial, mas quando se pretende discutir disputas tão antigas se deve ir aos seus fundamentos.
Ofensas ao alheio como as feitas pelo Sr. Emanuel, ainda mais graves que as do Dr. Gama, farão com que muitos parlamentares nos virem as costas.
Além de acirrar a animosidade entre a PM e a PC.
E nós que não estamos aquartelados no DHPP – que dependemos da colaboração diuturna da PM – acabaremos sofrendo.
Ele não sabe do outro mundo policial: no qual figuram apenas um Delegado, um Escrivão, um agente ou funcionário municipal e os “BOTA PRETA”.
E na hora do perigo de quem lembramos: do 190.
Eles no antendem…
E até alimento nos trazem.
Apenas por respeito e camaradagem.

Novo delegado- geral da Polícia Civil – vamos apoiá-lo de forma absoluta; fiéis aos seus princípios e ações Resposta

Mário Jordão coloca o distintivo em Freire
O novo delegado geral da Polícia Civil, Maurício Lemos Freire, destacou, na cerimônia de posse realizada na manhã de hoje (13), no Espaço Cultural do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), que uma ação preventiva da Corregedoria e cursos de aperfeiçoamento na Academia de Polícia estarão na pauta da corporação. A Corregedoria preventiva é aquela que vai atuar ao perceber que algum policial está tendo algum tipo de desvio de conduta, providenciando o tratamento antes que ele cometa algum delito”, explicou. A solenidade, que também deu posse ao delegado geral adjunto da Polícia Civil, Paulo Bicudo, marcou o fim da gestão de Mário Jordão Toledo Leme, que exerceu o cargo de delegado geral por nove meses e se licencia da carreira policial para assumir a Subprefeitura da Sé.Durante o evento, o secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, elogiou a gestão de Mário Jordão, desejando-lhe sorte na nova empreitada, e ressaltou as qualidades do novo delegado geral. “O delegado Maurício tem conhecimentos teóricos e práticos que fazem com que ele esteja à altura do cargo, para garantir os direitos individuais à segurança e para trabalhar na substituição sempre que possível da força pela inteligência”, afirmou o secretário.Freire também ressaltou a necessidade de se aprimorar o uso da inteligência policial em detrimento do uso da força. “As pessoas que se socorrem a uma delegacia de polícia têm o direito de ser bem atendidas e assim serão. Cada vez mais, a formação e o aperfeiçoamento dos policiais civis têm que ser entendidos como prioridade”, disse o novo delegado geral, que defendeu ainda a integração entre as forças policiais e a sociedade civil.O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também defendeu o trabalho em conjunto com a polícia para garantir a segurança da população. “A Prefeitura faz parte desse grupo de trabalho de que a cidade é beneficiária”. Em entrevista coletiva, após a posse, Maurício Lemos Freire afirmou que está em andamento uma radiografia dos departamentos da Polícia Civil e que por enquanto não há previsão de mudanças. O delegado geral adjunto, Paulo Bicudo, afirmou à imprensa o apoio a Lemos Freire. “Em todos os momentos, em todas as situações, nós vamos apoiar o delegado de forma absoluta e fiel aos princípios e às ações dele. Essa será a nossa missão: dar apoio ao dr. Maurício de forma integral”, declarou.
Bárbara Mayumi

QUEM TEM COLEGUINHA É VEADO, PUTA e TIRA RALÉ! Resposta

“GENTE…..OLHA O ABSURDO Emanuel
DIANTE DO ABSURDO, NÃO HÁ ARGUMENTOS.
OFICIAIS DA PM QUEREM SE EQUIPARAR A CARREIRA JURÍDICA;
ISSO SOA TÃO ABSURDO QUE FICA ATÉ DIFÍCIL DE ARGUMENTAR.
DÁ VONTADE DE XINGAR.
E TEM COLEGUINHA QUE ADORA OFICIAL.
EMANUEL LOPES “(
nos grupos delpol PC e delegados plantonistas)

Você está sendo perniciososo doutor Emanuel; para o Senhor – que deve ter ranço de ex-tira – é muito fácil ficar comparando oficiais com “patrulheiros”.
O Senhor não presta serviço em plantão policial. Está escondido no DHPP.
Tenho certeza que nunca dirá o que escreveu na cara de um deles.
O Senhor é leviano. E quer ser representante da classe fazendo mais inimigos?
Certas opiniões sobre o trabalho e função alheia não nos permitimos fazer.
E por favor não baixe o nível.
Não sou seu “coleguinha”: não sou veado, não sou puta e não fui tira.
Quem tem coleguinha é veado, prostituta e tira ralé…

Ralé, pois Polícia não se permite tal tratamento(“coleguinha”).
E lhe agradeço por ter retirado o FLIT da lista dos seus links… Nunca lhe pedi para colocar; eu coloquei o do Sr. na minha lista espontaneamente sem pretender reciprocidade.
Na minha região – litoral – tal melindre e atitude como a sua não é coisa de homem.
Lembre-se da lição de Voltaire ; ou está no seu blog para enfeite.
Constar ou não constar da sua lista não me diz nada. Eu não criei Blog – como o Senhor – apenas para concorrer a ADPESP.
E também não sou dado a copiar as idéias e propostas alheias; especialmente as péssimas idéias e manifestações.

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Resposta

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Emanuel

Caros colegas,
Para quem ainda não teve conhecimento, reproduzo abaixo os comentários feitos pelo colega Roberto Conde Guerra (flitparasilante.blogspot.com) a respeito da mensagem que enviei ao Presidente da ADPESP sobre a carta da AOPM.
Aliás, estava mesmo estranhando o fato do colega Roberto não ter feito nenhuma manifestação a respeito da carta-cobrança da Associação dos Oficiais.
Quero aqui fazer algumas considerações a respeito das afirmativas que ele fez abaixo, em especial a respeito da sua ingenuidade (ou outro interesse talvez) em acreditar que podemos ter nos oficiais alguma amizade ou mesmo aliança por supostos “interesses comuns”.
Não estou cultivando inimigos externos, até porque não fui eu quem os criou, mas vejo muitos inimigos internos a serviço dos externos em nossa instituição.
O fato é que muito se ilude quem acredita em qualquer boa intenção que possa haver da parte do oficialato da PM, pois eles desejam apenas a nossa extinção.
Essa história de integração é “conversa para boi dormir”. Nunca houve, nem nunca haverá. O que há, na realidade, é o desejo de aproximação deles para nos controlar e suplantar. Esse famigerado curso superior de polícia integrado serve apenas para criar nos colegas mais novos a ilusão de que oficiais superiores teriam alguma ascensão sobre os Delegados, porque se “equiparam” a Delegados de Classe Especial. Infelizmente há muito colega agindo com subserviência em relação a oficiais mais graduados, esquecendo-se de que a graduação militar somente se aplica no quartel.
Não podemos esquecer que para a atividade ostensiva preventiva, pouco importa a diferença entre coronel e soldado; todos são agentes da autoridade e patrulheiros sim senhor, pois possuem esta missão legal. Se os oficiais têm vergonha disso e querem se equiparar à autoridade policial, que cursem faculdade de Direito e prestem concurso público de provas e títulos para Delegado de Polícia.
O colega iludido parece que nunca trabalhou na linha de frente nos plantões policiais da vida, porque não se deu conta de como eles nos tentam manipular e desautorizar de todas as maneiras.
Os únicos que cumprem sua missão legal na P.M. são as praças, enquanto que os oficiais se portam como se fossem uma espécie de nobreza tupiniquim. Por isso, muito bem disse o Dr. Gama quando definiu a atuação deles, nos seguintes termos: “(…) vive de bisbilhotices absurdas que servem apenas para a defesa da própria PM. Ainda ironizam esta crítica. Por que não levantaram que o crime organizado mataria tantos policiais civis, praças e até cidadãos comuns, como ocorreu recentemente?”

Muito se engana, também, o Dr. Roberto quando afirma que sempre tivemos salários equiparados com os oficiais. Essa excrescência teve início no final do governo Quércia, por iniciativa do então Secretário da Segurança Fleury (ex-oficial da PM). O mesmo Fleury, quando governador, nos fez o favor de criar o curso superior de polícia integrado, portanto, década de 90 e não de 70, como equivocadamente afirmado pelo colega.
Antes disso, salário inicial de oficial era menor do que o de Investigador, como deveria ser mesmo, já que para ingressar no “Barro Branco” não era necessário sequer o 2º grau completo. Atualmente, a partir do Governo Mário Covas, passou-se a exigir o 2º grau com aprovação em mero exame vestibular, tirando dos oficiais o controle sobre o ingresso no oficialato. Lá sim entra qualquer um, basta dar sorte na múltipla escolha.
O fato que não mudou, tanto antes como hoje, é que eles continuam saindo de lá ainda meninotes sem nenhuma experiência de vida ou de polícia e tampouco grau acadêmico.
Por tudo isso, muito me estranha a afirmativa do colega Roberto, ao enaltecê-los nos seguintes termos: “O Oficialato, por sua vez, manteve o seu perfil e doutrina; enquanto nós continuamos caldeados: ingressa qualquer um que possua faculdade de direito.”
Felizmente, a nossa instituição é civil (para desconforto de alguns colegas frustrados) e nosso cargo é privativo de bacharel em Direito, tal qual acontece nas demais carreiras jurídicas, como, por exemplo, no Ministério Público, Magistratura, Defensoria Pública, Procuradorias etc. São nessas instituições que devemos nos espelhar e comparar.
A nossa instituição começou a decair a partir das más influências do regime militar; época, aliás, em que foi criada a Polícia Militar (antiga força pública) com a incorporação dos recursos materiais e humanos da extinta Guarda Civil, fato ocorrido em 08 de abril de 1970 com o advento do Decreto-Lei Estadual n. 217, outorgado em conformidade com os Decretos-Lei Federais n. 667 de 02/071969 e n. 1072 de 30/12/1969.
Como se pode constatar, a Polícia Militar, ao contrário do que eles aleivosamente afirmam, possui história bastante recente e nasceu no auge do regime ditatorial.
Com o passar dos anos e com a cada vez maior aproximação com a PM é que nossos dirigentes passaram a valorizar mais o Delegado “operacional” em desfavor daquele que preside de fato e com seriedade as investigações e os Inquéritos Policiais. Essa tarefa, mais intelectual e importante, passou a ser relegada a segundo plano, a ponto de muitos sentirem-se diminuídos por desempenhá-la.
De fato, ao subir na carreira, os Delegados se afastam da presidência dos Inquéritos e passam a exercer apenas funções administrativas, passando a idéia aos demais que nossas atribuições constitucionais não são importantes e podem ser delegadas. Além disso, desviam nossos recursos para formação de grupos uniformizados que disputam com a P.M. o patrulhamento ostensivo, sem falar da realização das chamadas mega-operações sensacionalistas e mirabolantes, às vezes em conjunto com a PM, às vezes disputando espaço com ela. Que decadência…
Por fim, peço desculpas aos colegas pelo meu desabafo e pelas minhas incisivas colocações, mas jamais aceitarei essa falsa e forçada integração, que alguns “especialistas de plantão” passaram equivocadamente a considerar a grande solução para todos os problemas da segurança pública de nosso país. A realidade demonstra o quão impossível é essa integração e como ela tem colaborado com o desmantelamento de nossa instituição, ocasionando a total falta de perspectivas profissionais de nossa classe, especialmente para aqueles que estão em início de carreira.
Atenciosamente,
Emanuel M. Lopes—– Original Message —–
From: http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&mailto=emanuel-lopes@uol.com.br&ID=IRqAVU8lv5aRJLetrhIodAQuQepgfMkLHgC8n&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=1189714288.873211.10179%2C137317.cosmoledo.hst.terra.com.br&Body=0
To: http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&mailto=delegadosplantonistas@grupos.com.br&ID=IRqAVU8lv5aRJLetrhIodAQuQepgfMkLHgC8n&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=1189714288.873211.10179%2C137317.cosmoledo.hst.terra.com.br&Body=0
Sent: Thursday, September 13, 2007 11:54 AM
Subject: [delegadosplantonistas] GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM
Re: Res: [DELEGADOS] GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM
guerra
O Dr. Emanuel, além de leviano, é ignaro nestas questões.
Primeiro: o “patrulhamento” – até a unificação das polícias – era exercido pela Polícia Civil e Guarda Civil. Enquanto para a Força Pública cabia a parte mais pesada: o policiamento das regiões periféricas através da Cavalaria.
Ainda em 1969, pelo Decreto-Lei nº 141, de 24 de julho, foi criado o Dicom,responsável pela instalação, operação e manutenção das redes de telecomunicações da Polícia Civil, incluindo o Cepol, Centro de Operações e Comunicações da Polícia Civil. Desaparecia, então, a denominação Departamento de Comunicações e Serviço de Rádio Patrulha – Rádio Patrulha que passou a pertencer à Polícia Militar”. (história da Polícia Civil, basta conferir no site governamental).
Nós fomos “patrulheiros” Emanuel, ou melhor, o Sr. como ex-investigador teria trabalhado como patrulheiro”.

Também, a equiparação não teve início no governos Quércia- Fleury como ele quer demonstrar, tampouco o Curso Superior de Polícia integrando Delegados e Oficiais foi criação do governo Fleury. As duas políticas governamentais datam mais de três décadas; foram adotadas no meado dos anos 70(setenta).

Não foi pesquisar. E quer refutar de improviso.
Tenho muito mais tempo de plantão do que o Senhor e, tenha a certeza, já atendi e esclareci mais homicídios do que o Senhor no DHPP.
Como disse um colega de tempos para cá elitizado não pela competência, mas pela condescendência com aqueles que não querem dar a cara para bater nos plantões.
O Senhor – conforme deixei bem claro – deve ler os repositórios de legislação policial: na biblioteca da Adpesp ou da Academia.
Depois retorne e discutiremos em alto nível. Embora eu ache difícil qualquer discussão de alto nível com Vossa Senhoria.
Também, hierarquicamente, lhe sou superior, embora tal fato não tenha quaisquer significados dentro deste debate.
Faça campanha populista contra a Polícia Militar. O Senhor receberá muitos votos e nos enterrará ainda mais.
E por fim; não faço proselitismo com a Polícia Militar.
Mas, a minha experiência me fez ver quem é verdadeiro inimigo. E os inimigos estão sempre entre os acusadores da PM e do MP e, também, dos Peritos.
Nós não nos mobilizamos para nada construtivo, depois buscamos culpados nas outras Carreiras.

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Resposta

GUERRA DEFENDE OFICIAIS DA PM Emanuel Caros colegas, Para quem ainda não teve conhecimento, reproduzo abaixo os comentários feitos pelo colega Roberto Conde Guerra (flitparasilante.blogspot.com) a respeito da mensagem que enviei ao Presidente da ADPESP sobre a carta da AOPM. Aliás, estava mesmo estranhando o fato do colega Roberto não ter feito nenhuma manifestação a respeito da carta-cobrança da Associação dos Oficiais. Quero aqui fazer algumas considerações a respeito das afirmativas que ele fez abaixo, em especial a respeito da sua ingenuidade (ou outro interesse talvez) em acreditar que podemos ter nos oficiais alguma amizade ou mesmo aliança por supostos “interesses comuns”. Não estou cultivando inimigos externos, até porque não fui eu quem os criou, mas vejo muitos inimigos internos a serviço dos externos em nossa instituição. O fato é que muito se ilude quem acredita em qualquer boa intenção que possa haver da parte do oficialato da PM, pois eles desejam apenas a nossa extinção. Essa história de integração é “conversa para boi dormir”. Nunca houve, nem nunca haverá. O que há, na realidade, é o desejo de aproximação deles para nos controlar e suplantar. Esse famigerado curso superior de polícia integrado serve apenas para criar nos colegas mais novos a ilusão de que oficiais superiores teriam alguma ascensão sobre os Delegados, porque se “equiparam” a Delegados de Classe Especial. Infelizmente há muito colega agindo com subserviência em relação a oficiais mais graduados, esquecendo-se de que a graduação militar somente se aplica no quartel. Não podemos esquecer que para a atividade ostensiva preventiva, pouco importa a diferença entre coronel e soldado; todos são agentes da autoridade e patrulheiros sim senhor, pois possuem esta missão legal. Se os oficiais têm vergonha disso e querem se equiparar à autoridade policial, que cursem faculdade de Direito e prestem concurso público de provas e títulos para Delegado de Polícia. O colega iludido parece que nunca trabalhou na linha de frente nos plantões policiais da vida, porque não se deu conta de como eles nos tentam manipular e desautorizar de todas as maneiras. Os únicos que cumprem sua missão legal na P.M. são as praças, enquanto que os oficiais se portam como se fossem uma espécie de nobreza tupiniquim. Por isso, muito bem disse o Dr. Gama quando definiu a atuação deles, nos seguintes termos: “(…) vive de bisbilhotices absurdas que servem apenas para a defesa da própria PM. Ainda ironizam esta crítica. Por que não levantaram que o crime organizado mataria tantos policiais civis, praças e até cidadãos comuns, como ocorreu recentemente?” Muito se engana, também, o Dr. Roberto quando afirma que sempre tivemos salários equiparados com os oficiais. Essa excrescência teve início no final do governo Quércia, por iniciativa do então Secretário da Segurança Fleury (ex-oficial da PM). O mesmo Fleury, quando governador, nos fez o favor de criar o curso superior de polícia integrado, portanto, década de 90 e não de 70, como equivocadamente afirmado pelo colega. Antes disso, salário inicial de oficial era menor do que o de Investigador, como deveria ser mesmo, já que para ingressar no “Barro Branco” não era necessário sequer o 2º grau completo. Atualmente, a partir do Governo Mário Covas, passou-se a exigir o 2º grau com aprovação em mero exame vestibular, tirando dos oficiais o controle sobre o ingresso no oficialato. Lá sim entra qualquer um, basta dar sorte na múltipla escolha. O fato que não mudou, tanto antes como hoje, é que eles continuam saindo de lá ainda meninotes sem nenhuma experiência de vida ou de polícia e tampouco grau acadêmico. Por tudo isso, muito me estranha a afirmativa do colega Roberto, ao enaltecê-los nos seguintes termos: “O Oficialato, por sua vez, manteve o seu perfil e doutrina; enquanto nós continuamos caldeados: ingressa qualquer um que possua faculdade de direito.” Felizmente, a nossa instituição é civil (para desconforto de alguns colegas frustrados) e nosso cargo é privativo de bacharel em Direito, tal qual acontece nas demais carreiras jurídicas, como, por exemplo, no Ministério Público, Magistratura, Defensoria Pública, Procuradorias etc. São nessas instituições que devemos nos espelhar e comparar. A nossa instituição começou a decair a partir das más influências do regime militar; época, aliás, em que foi criada a Polícia Militar (antiga força pública) com a incorporação dos recursos materiais e humanos da extinta Guarda Civil, fato ocorrido em 08 de abril de 1970 com o advento do Decreto-Lei Estadual n. 217, outorgado em conformidade com os Decretos-Lei Federais n. 667 de 02/071969 e n. 1072 de 30/12/1969. Como se pode constatar, a Polícia Militar, ao contrário do que eles aleivosamente afirmam, possui história bastante recente e nasceu no auge do regime ditatorial. Com o passar dos anos e com a cada vez maior aproximação com a PM é que nossos dirigentes passaram a valorizar mais o Delegado “operacional” em desfavor daquele que preside de fato e com seriedade as investigações e os Inquéritos Policiais. Essa tarefa, mais intelectual e importante, passou a ser relegada a segundo plano, a ponto de muitos sentirem-se diminuídos por desempenhá-la. De fato, ao subir na carreira, os Delegados se afastam da presidência dos Inquéritos e passam a exercer apenas funções administrativas, passando a idéia aos demais que nossas atribuições constitucionais não são importantes e podem ser delegadas. Além disso, desviam nossos recursos para formação de grupos uniformizados que disputam com a P.M. o patrulhamento ostensivo, sem falar da realização das chamadas mega-operações sensacionalistas e mirabolantes, às vezes em conjunto com a PM, às vezes disputando espaço com ela. Que decadência… Por fim, peço desculpas aos colegas pelo meu desabafo e pelas minhas incisivas colocações, mas jamais aceitarei essa falsa e forçada integração, que alguns “especialistas de plantão” passaram equivocadamente a considerar a grande solução para todos os problemas da segurança pública de nosso país. A realidade demonstra o quão impossível é essa integração e como ela tem colaborado com o desmantelamento de nossa instituição, ocasionando a total falta de perspectivas profissionais de nossa classe, especialmente para aqueles que estão em início de carreira. Atenciosamente, Emanuel M. Lopes

Quem tem coleguinha é veado, puta e tira ralé Resposta

DIANTE DO ABSURDO, NÃO HÁ ARGUMENTOS.
OFICIAIS DA PM QUEREM SE EQUIPARAR A CARREIRA JURÍDICA; ISSO SOA TÃO ABSURDO QUE FICA ATÉ DIFÍCIL DE ARGUMENTAR.
DÁ VONTADE DE XINGAR.
E TEM COLEGUINHA QUE ADORA OFICIAL.
EMANUEL LOPES

guerra
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Mais opções 13 set, 13:46
De: guerra <robertocgue@gmail.com>
Data: Thu, 13 Sep 2007 09:46:40 -0700
Local: Qui 13 set 2007 13:46
Assunto: Re: GENTE…..OLHA O ABSURDO
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Você está sendo perniciososo doutor Emanuel; para o Senhor – que deve ter ranço de ex-tira – é muito fácil ficar comparando oficiais com patrulheiros.

O Senhor não presta serviço em plantão policial.

Está escondido no DHPP.

Tenho certeza que nunca dirá o que escreveu na cara de um deles.

O Senhor é leviano.

E quer ser representante da classe fazendo mais inimigos?

Certas opiniões sobre o trabalho e função alheia não nos permitimos fazer criticas.

E por favor não baixe o nível.

Não sou seu “coleguinha” ; não sou veado, não sou prostituta e não fui tira. Quem tem “coleguinha” é veado, puta e tira ralé.

E lhe agradeço por ter retirado o FLIT da lista dos seus links….nunca lhe pedi para colocar; coloquei o do Sr. na minha lista espontaneamente sem pretender reciprocidade.

Na minha região – litoral – tal melindre e atitude como a sua não é coisa de homem.

Lembre-se de Voltaire – ou está no seu blog para enfeite.

Constar ou não constar da sua lista de links não me diz nada.

Eu não criei Blog – como o Senhor – apenas para concorrer a ADPESP.

E também não sou dado a copiar as idéias e propostas alheias; especialmente as pésssimas idéias e manifestações.

RANÇOSAS MANIFESTAÇÕES CONTRA A POLÍCIA MILITAR(como fazer inimigos externos e cultivar descrédito) Resposta

“Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

SOBRE A CARTA DOS OFICIAIS DA P.M.
FIQUEI ABSOLUTAMENTE INDIGNADO COM A CARTA DA ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR E ENVIEI O E-MAIL ABAIXO AO PRESIDENTE DA ADPESP – ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO.APESAR DE NÃO TER DEFENDIDO OS TERMOS DA CARTA DO DR. GAMA, QUANDO ENVIADA, ACHO QUE A POSTURA DA A.O.P.M. FOI DE EXTREMA ARROGÂNCIA, INTROMIÇÃO E PREPOTÊNCIA, DEMONSTRANDO CLARAMENTE INTENÇÃO DE CENSURAR E CONTROLAR AS MANIFESTAÇÕES E OPNIÕES DOS DELEGADOS.
QUEM ELES PENSAM QUE SÃO?* * * * * * * * * * * * * * * * * *Ilmo. Dr. Sergio M. Roque,
Acabei de tomar conhecimento no site http://www.aopm.com.br/ de carta endereçada à V. Sa. e fiquei pasmo com tamanha arrogância e agressividade. Vejamos os termos:
“Ao Sr. Presidente da ADPESP
Dr. Sérgio Marcos Roque
1. Tendo em vista divulgação no site dessa entidade, no item Notícias, com conteúdo deselegante, irresponsável e inconseqüente, sob o título “Carta aberta ao Governador” , assinada pelo Delegado Marcos Antonio Gama, dirigimo-nos a V.Sª. visto o excelente relacionamento entre nossas Associações, representantes dos interesses profissionais comuns, já demonstrados em inúmeras ocasiões, e não acreditando que o conteúdo desse documento expresse o pensamento da categoria.
2. Também, causa-nos estranheza o fato de matéria tão aviltante ter sido inserida em veículo oficial de divulgação dessa entidade, sem aprovação de responsabilidade de quem de direito.
3. Ao nosso entender, o comportamento desequilibrado desse cidadão, Delegado Marcos Antonio Gama, não pode afetar excelente relacionamento entre as nossas entidades, pelo que solicitamos a manifestação de V.Sª.
Aproveito a oportunidade para renovar os votos de elevada estima e apreço.Cel. Res. PM Salvador Pettinato Neto
Presidente Interino – AOPM”

Apesar de não concordar com o conteúdo demasiadamente emocional da carta-desabafo do Dr. Gama, entendo que os termos da missiva acima transcrita são ofensivos para com a classe dos Delegados, além do próprio Dr. Gama.A carta-cobrança da AOPM demonstra justamente o contrário do que afirma, qual seja, o de que nunca mantivemos qualquer espécie de “bom relacionamento” com os oficiais da PM, mas sim sempre fomos por eles usados e sugados. Não é verdade, tampouco, que possuam “interesses profissionais comuns” com o de nossa categoria, pois exercem (ou deveriam exercer) atividade diversa da nossa.
De fato, são eles os responsáveis pelo patrulhamento preventivo ostensivo (muito embora seja bastante difícil achar um oficial desempenhando essas funções), enquanto que aos Delegados incumbem as funções de polícia judiciária.
Além disso, muito me estranha a afirmativa de que o Dr. Gama enviou a carta “sem aprovação de responsabilidade de quem de direito”, dando a entender que a ADPESP deveria censurar previamente as manifestações e idéias dos associados, cerceando-lhes a liberdade de expressão, como se estivéssemos sob a égide da caserna nos tempos da ditadura.
Aproveito aqui para manifestar o quanto entendo equivocada a realização de curso superior de polícia entre Delegados e oficiais.
Para mim isso soa tão absurdo como se recebêssemos a notícia de que os Juízes estivessem fazendo um curso superior na Escola Paulista da Magistratura com oficiais de Justiça.
Será muito difícil lutar para manter o Delegado de Polícia no rol das carreiras jurídicas se a Administração insiste em nos equiparar a patrulheiros. Sem desmerecer a função, mas como diria o caipira: “anú com anú, nambú com nambú”.
Espero que V. Sa., como digno representante de nossa classe, apresente o necessário desagravo a essa estapafúrdia carta.
Atenciosamente,
Emanuel M. Lopes”(Blog coragem e transparência).

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Com todo o respeito à liberdade de opinião e de manifestação dos colegas Delegados de Polícia, quero ressaltar que desde a divulgação da Carta Aberta ao Governador – de autoria do Dr. Gama digno secretário da ADPESP – vislumbrei efeitos nefastos em nosso desfavor. E neste sentido fiz diversos comentários e, também, elaborei a carta que denominei “A outra Face”, publicada aqui e no blog da CPMAI.
Com efeito, a missiva – possivelmente de cunho eleitoreiro (eleições na ADPESP) – repete antigas falácias. Cantinelas do Dr. Bismael B. Moraes, cujos temas preferenciais sempre foram as críticas em desfavor da Polícia Militar.
O Dr. Gama apenas repetiu vetustos assuntos como: “canil”, “cavalaria” e “folha de pagamento” privada, isto é, a dita “caixa preta da Polícia Militar” (seria um caixa dois?). Faltou criticar a existência da Banda da Polícia Militar.
Tudo tão antigo quanto a paridade de vencimentos e a realização dos cursos superiores de polícia por Oficiais e Delegados.

Políticas de governo adotadas desde o meado da década de 70(setenta).

Como, também, a existência das Delegacias Regionais de Polícia cuja base territorial compreendia a um Comando de Policiamento de Área.
As políticas de segurança sempre buscaram a integração das policias civil e militar.
Não assistindo razão ao colega Emanuel quando afirma: “será muito difícil lutar para manter o Delegado de Polícia no rol das carreiras jurídicas se a Administração insiste em nos equiparar a patrulheiros”.
Afirmação tão repugnante quanto a de certos Oficiais que nos desqualificam com a denominação “polícia cartorária”.

Há leviandades dos dois lados; e prestadores de desserviços .
E Oficiais e Delegados de Polícia sempre foram remunerados equivalentemente, ainda que em datas diferentes.

Pois, os Delegados – por questões meramente administrativas – tinham seus vencimentos revistos, um pouco, antes dos Oficiais.

E, por mais absurdo que possa parecer, as duas carreiras recebiam vencimentos equivalentes aos dos Promotores de Justiça; estes, por sua vez, com vencimentos sempre equivalentes aos dos Magistrados.

Quem necessitar de prova deve buscar ler os ementários de legislação policial que eram editados pela Secretaria de Segurança Pública na década de setenta. Conferindo-se os Decretos e respectivas tabelas.

A paridade de vencimentos, entre as Polícias, sempre foi o costume do Governo; raramente interrompido neste Estado.

Ou melhor: tal equivalência é cultural.

É histórica… Desafio alguém vir refutar tal afirmação.
E que me perdoem alguns colegas – como escrevi no primeiro artigo publicado neste “blog” – a nossa Carreira perdeu o prestígio de função jurídica a partir do momento em que passamos a agir como “tiras de gravatas”. Meros arrombadores de portas (enquanto não necessitávamos de mandado para realizar busca domiciliar) e subscritores de “ordens de recolha” (prisões ilegais para averiguações).
O Oficialato, por sua vez, manteve o seu perfil e doutrina; enquanto nós continuamos caldeados: ingressa qualquer um que possua faculdade de direito.

Tal requisito, por si só, não qualifica ninguém a se autoproclamar como uma espécie de profissional de elite da polícia, especialmente quando a carreira dos Delegados é composta, em sua maioria, por ex-investigadores.

Fato que, na prática, equivale – em seus efeitos – à promoção derivada.

Um mero acesso por melhores vencimentos.

Não há, na maioria dos casos, vocação para as atividades típicas da autoridade de polícia judiciária.

E por mais cultos fossem os ex-policiais não se pode afirmar terem eles conhecimento daquilo que, verdadeiramente, possa ser qualificado como próprios de operadores do direito.

Assim, se um Oficial é um mero “patrulheiro”; se poderá dizer que o Delegado é um mero “investigador melhorado”; nada mais.

Eu nunca permitiria que um Promotor nos definisse como “investigadores melhorados”.

Por fim, o elitismo descabido de alguns Delegados rançosos só nos causa prejuízos…

E cada vez com mais inimigos.

Ficaremos isolados e fracos; em todos os sentidos.

Em homenagem ao Doutor Paulo Fernando Furquim de Almeida e ao Coronel Octavio Adauto Cotrim, respectivamente, Delegado Regional e Comandante do CPA de Santos. Exemplos de cultura, profissionalismo e harmonia entre as carreiras policiais, os quais se formaram no primeiro Curso Superior de Polícia há três décadas.

NOVO DGP FORTALECERÁ O TRABALHO DA CORREGEDORIA Resposta

Radiografia da Institutição
O novo delegado-geral da Polícia Civil disse que quer fazer uma “radiografia” de todos os departamentos da instituição antes de fazer mudanças na corporação, comuns quando há a troca de comando.
“Vamos dar continuidade à política do governador [José Serra], as orientações do secretário, mas peço um tempo para poder fazer uma “radiografia’ ampla dos departamentos de polícia. Depois, com o secretário [da Segurança, Ronaldo Marzagão], vou tomar decisões”, afirmou o novo delegado-geral.
Lemos Freire já atuou em quase todos os departamentos da Polícia Civil ao longo de seus 30 anos de carreira na corporação. Para coibir o desvio de policiais, Lemos Freire diz que fortalecerá o trabalho da Corregedoria.
Além da Corregedoria, o delegado-geral também afirmou que quer aprimorar os serviços de investigação, prevenção e inteligência da polícia. “Quero dar continuidade ao trabalho feito atualmente, de uma polícia atuando com firmeza, mas dentro do equilíbrio necessário, entre liberdade individual e segurança pública. Substituir quando possível a força pela inteligência“, afirmou Lemos Freire.

DELEGADO-GERAL PEDE EXONERAÇÃO – ASSUMIRÁ O CARGO DE SUBPREFEITO DA SÉ Resposta

Chefe da Polícia Civil assumirá a administração de subprefeitura da Capital
O delegado-geral de Polícia de São Paulo, Mário Jordão Toledo Leme, que pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira vai assumir a subprefeitura da Sé, cargo acumulado pelo secretário municipal de Coordenação de Subprefeituras, Andrea Matarazzo.
A idéia nasceu ontem (10) numa conversa entre Matarazzo e o governador José Serra (PSDB). Leme foi indicado pelo próprio Matarazzo ao cargo de delegado-geral. Ele foi delegado seccional do centro e conhece a região da Sé.
O próprio Serra telefonou para o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), para consultá-lo sobre a proposta. Convidado por Matarazzo, Leme aceitou.
PARABÉNS AO DOUTOR JORDÃO NESTA NOVA MISSÃO.
ALÉM DE SER MOTIVO DE ORGULHO PARA TODOS DELEGADOS DE POLÍCIA, A SUA INDICAÇÃO REPRESENTA UM ATESTADO DE COMPETÊNCIA E INTEGRAL CONFIANÇA.

MAURÍCIO JOSÉ LEMOS FREIRE É O NOVO DELEGADO-GERAL Resposta

SP: Maurício Freire é o novo chefe da Polícia Civil

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo divulgou nesta segunda-feira que o novo delegado-geral de Polícia de São Paulo é Maurício José Lemos Freire, 55 anos. Freire está nos quadros da SSP há 30 anos.
Mário Jordão Toledo Leme, atual delegado-geral, pediu demissão do cargo nesta segunda-feira. Ele ocupava a função há pouco mais de oito meses.
O novo chefe da Polícia Civil ocupava o cargo de diretor do departamento de identificação e registros diversos (Dird) da Polícia Civil. Ao longo da carreira de Delegado de Polícia, Maurício Lemos trabalhou como Operacional na Grande São Paulo e capital, no GER, Grupo Especial de Resgate (do qual é um dos fundadores), SOE, Setor de Operações Especiais e na Dise, Divisão de Investigações sobre Entorpecentes, ambos do Denarc. Foi também Delegado Adjunto no SAT, Serviço Aerotático, Divisionário e Diretor da Academia de Polícia, onde dá aulas de Armamento e Tiro, desde 1987.
Especializações na área de atuação policial são marcas no currículo do Diretor. Fluente em inglês, francês e espanhol, ele foi aluno de norte-americanos, canadenses, alemães, franceses, húngaros e argentinos em diversos cursos sobre segurança.
Único brasileiro credenciado, desde 1991, como instrutor da SWAT, Departamento de Polícia de Miami, o Dr. Maurício concluiu, em 2003, Mestrado em Turismo, no Centro Universitário Ibero-Americano, com o tema: “A Eficácia das Atividades Lúdicas no Preparo de um Grupo de Operações Especiais no Gerenciamento de Crises”. Ele explica que a preparação desses grupos é dispendiosa, de longa duração e que na maioria das vezes, menos de 5% dos inscritos conseguem se formar. “Esse trabalho, então, teve a função de desenvolver uma técnica nova para que, com a mesma qualidade final, se aproveitasse mais gente”, disse.
Segundo Maurício Lemos, atividades lúdicas melhoram a qualidade de interação entre os policiais que participam desses treinamentos – desenvolvendo espírito de equipe e qualidades de liderança, eles têm aumentadas as chances de concluir o curso.
Apaixonado também por esportes, Dr. Maurício é Juiz Internacional de Tiro ao Alvo em cinco modalidades Olímpicas e em 32 anos dessa prática, já conquistou 500 medalhas em competições. “A primeira medalha de tiro de combate internacional da história do Brasil é minha”, diz, com orgulho, referindo-se à conquista do 3º lugar no Campeonato Internacional de Tiro ‘Benito Juarez’, em 1984, na Cidade do México.

O doutor Maurício foi o grande responsável pela reformulação e criação de inúmeros cursos durante a sua gestão como Diretor da Academia de Polícia Civil.

Desejamos ao novo Delegado-Geral irrestrito sucesso; que nos lidere rumo ao total profissionalismo; e também nos leve a recuperação do incondicional crédito da população deste Estado, como membros de Instituição guardiã da sociedade.

SERIA MAIOR RIDÍCULO NÃO FOSSE A INTERVENÇÃO DO CHEFE DA POLÍCIA Resposta

São Paulo – O governador José Serra disse depois de participar das festividades do Dia da Independência, que o delegado André Luiz Di Rissio não deverá assumir o cargo de “professor temporário” da Academia de Polícia. O delegado passou em primeiro lugar no concurso da Academia de Polícia Civil (Acadepol) de São Paulo e a sua aprovação foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado. O delegado responde a vários processos nos quais é acusado de corrupção, formação de quadrilha, escuta clandestina, tráfico de influência, contrabando e a advocacia administrativa.
Segundo o governador, há um regulamento interno da Academia que não permitirá que De Rissio assuma a cadeira de professor. O delegado é réu em processos nas Justiças Federal e Estadual. “O ato será desfeito”, disse o governador, acrescentando que o regulamento da Academia de Polícia contempla este tipo de situação. “É como numa sala de aulas. O primeiro aluno pode ser um problemático”, comparou Serra.
Quanto ao delegado Antônio dos Santos, acusado de receber R$ 50 mil em propinas para livrar da prisão em flagrante três acusadas de tráfico de drogas, o governador afirmou que ele já foi afastado, teve seu distintivo recolhido e está sendo investigado pela Secretaria de Segurança Pública. “Qualquer denúncia que tiver fundamento será investigada”, disse o governador. A denúncia contra Santos foi apresentada ontem pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, do Ministério Público Estadual à 8ª Vara Criminal de São Paulo. A propina foi pedida por Santos, que teria trocado a sua escala de plantão para fazer o acordo com a quadrilha.
fonte: Francisco Carlos de Assis
DEVEMOS AGRADECIMENTOS AO EXMº GOVERNADOR JOSÉ SERRA.
O QUAL, RESPEITOSAMENTE, PODERIA CORRIGIR A NOVA SIGLA ADOTADA PELAS POLICIAS DO ESTADO:
P (pior) S ( salário) D (do) B(Brasil).

RIDÍCULO IV Resposta

O jornalista e escritor Percival de Souza – de quem muito respeitamos o trabalho, em várias frentes, buscando uma sociedade melhor – talvez não saiba que , atualmente, a mera representação “pelas vias hierárquicas” é o único instrumento do Delegado de Polícia para coibir desvios funcionais.

Não se pode, ao menos, lavrar um boletim de ocorrência em que policial civil seja parte.

Todo fato que envolver policial civil deve ser, preliminarmente, comunicado para o órgão corregedor; nem sempre membros da Corregedoria-Geral.

Lembrando que, em diversas Delegacias Seccionais, as funções correcionais continuam atribuídas aos respectivos Delegados Seccionais e Assistentes.

Em tais casos, objetivamente, não se pode falar em órgão corregedor isento e independente.

E aos órgãos correcionais caberá a adoção das eventuais providências na esfera criminal e administrativa, enquanto que o Delegado que formular a representação figurará como eventual testemunha ou denunciante.

Entenda-se figurará como “desleal”, “traidor” e “cagüeta”, conforme a cultura brasileira rotula quem comunica crimes e irregularidades.

E dependendo do direcionamento da apuração poderá acabar como réu em processos criminal e administrativo por denunciação caluniosa, insubordinação grave, deslealdade, procedimento irregular de natureza grave, etc.

Se a representação for em desfavor de superior hierárquico, verdadeiramente, será perseguido pessoal e funcionalmente.

Especialmente quando o teor da representação versar sobre crimes cometidos por um Delegado Seccional ou Diretor de Departamento.

Por outro aspecto o Corregedor-Geral, desde a criação da Delegacia-geral adjunta, passou a figurar como qualquer diretor de departamento.

Deixou de ser a segunda autoridade na hierarquia da Polícia Civil; substituto natural do Delegado-geral.

O referido cargo acabou, salvo melhor entendimento, enfraquecido.

Enfraquecendo-se, indiretamente, todos os Delegados de Polícia das classes iniciais e intermediárias.

A cúpula policial possui instrumentos disciplinares em relação aos subordinados.

Mas, os subordinados deixaram de possuir instrumentos correcionais, sem exposição a riscos pessoais e funcionais, em relação aos abusos e desvios dos superiores.

Aliás, nunca existiu na Polícia quaisquer instrumentos para repressão aos abusos e desvios dos superiores.

Tal lacuna, talvez, seja a fonte dos sucessivos ridículos envolvendo Delegados de Polícia.

RIDÍCULO É ISSO II Resposta

Delegado é denunciado pelo Ministério Público por corrupção
Antonio dos Santos é acusado de receber propina para liberar três traficantes há um ano.Ele ficará afastado até o fim da investigação.
O delegado Antonio dos Santos, do 97º Distrito Policial, no bairro de Americanópolis, Zona Sul de São Paulo, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo por corrupção. Há mais de um ano, ele teria liberado três pessoas que tinham sido presas em flagrante com 100 kg de maconha depois de receber propina.
Em uma investigação do setor de inteligência da Polícia Militar na época, um casal saindo de uma residência foi detido com a droga. Na casa, os policiais encontraram também cocaína e prenderam duas mulheres que foram levadas para a delegacia. Mas apenas um dos quatro presos continuou na cadeia. O delegado liberou as mulheres no mesmo dia. A história passaria despercebida, se não fossem conversas entre traficantes que estavam sendo gravadas, com ordem judicial. O diálogo principal é entre o dono da droga, ainda não identificado, e o vendedor, que fugiu da casa, quando a polícia chegou. O dono da droga diz que a liberação das mulheres teve um preço: R$ 50 mil.
Confira a conversa: Dono da droga: Cinquentão, hein, para soltar as meninas lá, mas tá resolvido, falou?
Em seguida, ele explica a negociação:
Dono da droga: Foi com o civil, mano, não foi com militar, foi com o delegado, mano. Vendedor: É, meu?! Dono da droga: Não foi com os militar (sic), não, ô! Vendedor: Os caras saíram fora . Dono da droga: Saíram fora. Aí jogaram na mão da civil, a civil pá. Vendedor: Já trocaram a maior idéia. Dono da droga: Já, mas também cinquentão, mano, não vai trocar?

Segundo funcionária da delegacia onde o delegado trabalha atualmente, Antonio dos Santos está de licença médica no momento. O delegado também não foi localizado em sua residência e não respondeu os telefonemas da reportagem do SPTV. A Corregedoria, que também apura o caso, ouviu do delegado a seguinte explicação: “O delegado alega que deixou de autuar em flagrante as mulheres por convencimento pessoal de que houve única e exclusiva participação do rapaz no caso. Esse é o argumento dele”, disse o corregedor da Polícia Civil, Francisco Campos. Segundo a Corregedoria, o delegado Antonio dos Santos vai ficar afastado da delegacia até o fim da investigação.