SENHOR JOSÉ SERRA: NÓS – ESPECIALMENTE OS HONESTOS – ESTAMOS MUITO DOENTES Resposta

Delegada é morta com seis tiros pelo marido em Nova Odessa (SP)

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MARTHA ALVES -da Agência Folha
A delegada titular do 1º DP de Sumaré, Elenilce Gabriel Bittancourt, 36, foi morta com seis tiros pelo marido, o investigador Osvaldo Bittancourt, do 2º DP de Sumaré, por volta das 21h desta segunda-feira.
O crime começou dentro da casa do casal na rua João Ozolim, bairro Guarapari, em Nova Odessa (126 km a noroeste de São Paulo), mas o corpo da vítima e o agressor ferido foram encontrados no quintal.
Depois de matar Elenilce o policial tentou se matar com dois tiros no peito.
Ele está internado em estado grave no hospital estadual de Sumaré (120 km de SP).
De acordo com a polícia, Bittancourt utilizou pistolas calibre 45 e 40 para matar a mulher.
A polícia não soube informar o que teria motivado o crime.
A SECRETARIA DA SEGURANÇA PROPALOU MENTIRA ATRAVÉS DA IMPRENSA.
AFIRMANDO QUE NÓS ,POLICIAIS CIVIS ,SOMOS SUBMETIDOS ROTINEIRAMENTE A EXAMES PARA VERIFICAÇÃO DA NOSSA SAÚDE FÍSICA E MENTAL.
EU NUNCA FIZ…
E SOU UM 13 NOTÓRIO( assim me chamam)
A POLÍCIA CIVIL ESTÁ DOENTE.
E UM ÓRGÃO DOENTE DIRIGIDO POR ALGUNS DOENTES E PSICOPATAS.
A TRAGÉDIA ACIMA É MAIS UM SINTOMA DA NOSSA DOENÇA, SENHOR GOVERNADOR JOSÉ SERRA.
E SE O SENHOR FOR CONSULTAR A HIERARQUIA POLICIAL – COMO DE REGRA – SERÁ DESINFORMADO, OU SEJA, MENTIRÃO.
E DEPOIS – LEVADO A ERRO – O CUSTO POLÍTICO SERÁ TODO SEU.

VEREADORA TERESINHA DE CARVALHO: SOU LOIRA MAS NÃO SOU BURRA! VERDADE…BURRO SOU EU. Resposta

VEREADORA TERESINHA DE CARVALHO PRESTIGIANDO A CHAPA RUMO CERTO
Diretoria eleita da ADPESP tomou posse hoje, 11 de janeiro de 2008, no auditório Ivair de Freitas Garcia. Estava programada uma pequena cerimônia que ganhou vulto com a presença do Secretario Nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior, do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, dos Deputados Estaduais Said Mourad e Fernando Capez, do Vereador por São Paulo Celso Jatene e por Campinas Teresinha de Carvalho. Também compareceram o Delegado Geral de Polícia Maurício Lemos Freire, o Presidente da ADEPOL do Brasil Carlos Eduardo Benito Jorge e os ex Delegados Gerais Antonio Carlos de Castro Machado e Mario Jordão de Toledo Leme, além de vários membros do Conselho da Polícia Civil de São Paulo, representantes da FIESP, da OAB e de diversos parlamentares.
TERESINHA DE CARVALHO – UMA LOIRA MUITO INTELIGENTE – DE DELEGADA DE POLÍCIA A VEREADORA DE CAMPINAS.
EM CAMPANHA PELA REELEIÇÃO, COMO CANDIDATA DO PSD, PRESTIGIANDO A POSSE DO SEU CONCORRENTE, SÉRGIO MARCOS ROQUE , NA PRESIDÊNCIA DA ADPESP.
SÓ ESPERO QUE NÃO TENHA VOLTADO A CHAMAR O GOVERNADOR JOSÉ SERRA DE CRÁPULA E TODO O PSDB DE CRÁPULA.
MUITO MENOS ME CHAMAR DE “CHE”…
VEADO PODE!

Blog do Delegado Resposta

Blog do Delegado

É recomendável a leitura e os comentários – sempre pertinentes e ponderados – do
colega César Nascimento, no Blog do Delegado.

Do mesmo modo devemos prestigiar o Blog do colega Emanuel – Coragem e Transparência.

O colega Paulo Lew deve estar em férias, mas aguardamos a continuidade do Blog Fênix; sob pena de adortamos sérias providências.

Também, o blog do colega NOEL http://noelcerqueira.blogspot.com – embora não se trate de um blog puramente policial – é bastante eclético e inteligente. E o seu autor tem um estilo cristalino de escrever que faz a leitura dos seus posts prazerosa.

OLÁ, COMO VAI? Resposta

A mílicia , banda podre da Polícia de São Paulo, possui como patrono um jornalista fundador do PIG – Partido da Imprensa Golpista.
Eles, assim como o famoso jornalista, se vendem para quem lhes paga mais.
Servem a quaisquer partidos e religiões …
Do PCC ao PRS – Partido dos Representantes do Senhor.
Quando bem pagos , com dinheiro tomado de toda sorte de fiéis, são extremamente fiéis.
É a Polícia com cara e honestidade de Paulo.
“Boa noite e boa morte…”

PROCESSO ADMINISTRATIVO E AFASTAMENTO DO DIRETOR DO DIPOL 2

Os fatos motivadores da remoção das três autoridades do Dipol são gravíssimos.
A espionagem, nos computadores utilizados por Delegados de Polícia, revela-se um atentado ao Estado de Direito.
Próprio daqueles “fornados” pela ditadura militar; aos quais foi dedicado o nosso escrito denominado a Gênese do Delegado Covarde( 1ª postagem deste blog em fevereiro de 2007).
As desculpas prestadas pelo Diretor para a imprensa – acredito fiéis – revelam ter ele praticado ato administrativo com desvio de finalidade, ou seja, afastou do departamento três Delegados em razão de eles representarem pela apuração da autoria da devassa e instalação de programas espiões em seus computadores de uso privativo; no local de trabalho.
As vítimas, por conclusão, foram os punidos.
Pois – ele o Diretor – como não confiou na credibilidade de três colegas de Carreira, também Delegados, aguardaria um laudo de um perito para, talvez, se convencer da existência dos crimes.
Depois disso, quem sabe, solicitasse providências da Corregedoria.
E como eles não são da panela do DHPP, lá estavam há anos, foram removidos como forma de punição mascarada.
Parece ser a regra na Polícia Civil para quem cumpre o dever; especialmente quando o cumprimento desse dever – ou legítimo exercício de direitos – contraria os interesses do superior hierárquico.
Todavia, o Judiciário concedeu liminar e os reconduziu ao Dipol.
Há, portanto, fundamentos para instauração de Processo Administrativo disciplinar por ato de improbidade administrativa.
Por outro aspecto – pelas justificativas apresentadas pelo Diretor – a Polícia Civil foi denegrida…
E diga-se apresentou desculpas falaciosas; não justificativa versossímel.
Os três Delegados foram dissimuladamente ofendidos, posto a desqualificação revelada pela afirmação de não possuirem experiência no atendimento da população e lavratura de autos de flagrante.
O Diretor Domingos Paulo Neto denegriu a honorabilidade profissional dos três Delegados.
E demonstrou não confiar na palavra dos próprios pares.
Por tal, o seu afastamento é de rigor; do mesmo modo a instauração de processo administrativo.
Por atos como estes , cometidos por Diretores de Departamento , perde-se o respeito pelo Conselho da Polícia Civil.
Todavia ele é um policial ( Investigador desde 1977 – Delegado desde 1982), de elevado prestígio.
Não é um simples bacharel como nós.
Ele era da casa; nós – digo daqueles que não eram policiais – somos invasores…
Quando muito meros convidados.

A VERVE DA IMORALIDADE POLICIAL…O AUTORITARISMO DISSIMULADO 2

Delegados são transferidos após denunciar grampos em computadores
Por Marcelo Godoy
São Paulo, 18 (Ag. Estado) –
Depois de constatarem que seus computadores foram invadidos e pedirem providências, três delegados foram afastados do Departamento de Inteligência Policial (Dipol).
Eles entraram com mandado de segurança na 7ª Vara da Fazenda Pública e conseguiram uma liminar para impedir que fossem parar em plantões de distritos policiais de São Paulo.
A suspeita é que as máquinas foram alvo de grampos, entre as quais está uma que armazenava os dados de projetos de investimentos do Dipol em 2007.
Esses projetos serviriam de base para os editais de licitações do departamento, que tinha, no ano passado, uma verba de R$ 40 milhões.
Entre os projetos estava o do Novo Registro Digital de Ocorrências (NRDO) e o do novo Datacenter da Polícia Civil, este último orçado em R$ 8 milhões – um investimento que está sendo rediscutido.
A direção do Dipol informou que mandou apurar a denúncia dos delegados e negou relação entre ela e as transferências deles para o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).
“Pedi à Superintendência de Polícia Científica que enviasse um perito criminal especialista.
Ele veio aqui e indicou o que precisava para fazer o exame.
Quando tiver o laudo, vou enviar tudo para a Corregedoria”, disse o delegado Domingos de Paulo Neto, diretor do Dipol.
Entre os delegados que denunciaram o grampo em seus computadores estão duas vencedoras do Prêmio Polícia Cidadã, entregue pelo então governador Cláudio Lembo, em 2006.
Trata-se das delegadas Paula Cristina Nunes de Barros Scarance Fernandes e Tânia Flávia Nagashima Simonaka.
Elas ganharam o prêmio do Instituto Sou da Paz por causa do projeto de identificação criminal à distância.
Além delas, também teria tido o computador grampeado o delegado Luis Gustavo de Lima Pascoetto.
Todos trabalhavam na Divisão de Tecnologia da Informação (DTI), do Dipol.
Em setembro, a direção do Dipol mudou.
O delegado Massilon José Bernardes foi substituído por Paulo Neto, que havia passado sete anos no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi um dos responsáveis pela queda de 50% dos homicídios na capital. “
Toda vez que há uma mudança, a nova administração traz pessoas para a equipe”, disse Paulo Neto. ( QUE DESMONTAM TUDO QUE DE BOM ENCONTRAM…nota do blog)
A substituição dos três delegados da DTI ocorreu em dezembro.
Segundo o diretor, era necessária a presença na divisão de delegados com experiência na realização de autos de prisão em flagrante, que já haviam trabalhado em plantões policiais, para que, dessa experiência, surgissem sugestões para melhorar o sistema de registro digital de crimes. ( Os três nunca “fizeram polícia”; se fosse verdadeira, tal justificativa , bastaria então buscar sugestão de escrivão de Polícia, ou seja, daqueles que registram as ocorrências e os documentos “ditados” pelas respectivas autoridades).
A decisão que devolveu os delegados ao Dipol foi tomada pelo juiz Emílio Migliano Neto, que extraiu cópia da representação dos delegados e encaminhou tudo à Corregedoria.
Segundo o diretor, é importante saber que o departamento é responsável por fazer o rastreamento dos computadores da Polícia Civil, para impedir que eles sejam invadidos por hackers.
Paulo Neto diz que nos equipamentos não deveria haver nada particular, apenas documentos relacionados ao trabalho dos delegados.(De qualquer modo a ferramenta de uso privativo – em que estavam registrados a metodologia , o conhecimento cientificio e técnico pertencentes ao funcionários são invioláveis. Para o Diretor do Dipol não existe privacidade; a Constituição Federal é toda relativa).
TÉCNICO
A descoberta do grampo nos computadores do Dipol foi feita por um técnico do departamento. Ele avisou a delegada Tânia Simonaka, em 29 de novembro, que havia “acessos escusos e indevidos” feitos no computador da delegada “inclusive depois do horário do expediente”.
Um exame na máquina constatou que os acessos não eram obra de hackers. O invasor era interno.
Novos exames verificaram que, além do computador de Tânia, os dos delegados Paula Scarance Fernandes e Luis Pascoetto também foram invadidos.
Pior do que isso foi a descoberta de que dois programas de vigilância haviam sido instalados nos computadores.
Assim, tudo o que era digitado nas máquinas era retransmitido a um outro computador do Dipol.
Em 3 de dezembro, os delegados pediram à chefia a identificação do responsável pelo IP e MAC Address invasor para puni-lo administrativa e criminalmente.
Em 29 de dezembro, os delegados foram transferidos do Dipol.
Antes, pediram a um escrivão que fizesse uma cópia dos discos rígidos dos computadores e certificasse por escrito a realização do trabalho.
MEGA TRANSFERÊNCIA
A necessidade de delegados nas equipes de plantão do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) está obrigando até titulares de delegacias a trabalhar no plantão.
A ordem é da direção do Decap e atinge delegados de 2º classe.
Recentemente, 25 delegados saíram de outros departamentos para o Decap.
Delegados ouvidos pela reportagem contaram que, na lista dos transferidos, foram incluídos delegados descontentes com a atual gestão, como Ivaney Cayres de Souza, Massilon Bernades e André Dahmer.
Antigo chefe da divisão em que trabalhavam os delegados que denunciaram o grampo nos computadores, Dahmer foi parar no plantão do 100.º DP, no Jardim Herculano, na periferia da zona sul.
A cúpula da polícia nega perseguições.
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O DIRETOR DO DIPOL APRESENTOU JUSTIFICATIVA VIL PARA A MASCARADA PUNIÇÃO IMPOSTA AOS TRÊS DELEGADOS.
CONFESSOU QUE A POLÍCIA É MESMO UM PANELÓDROMO, quando afirmou: “toda vez que há uma mudança, a nova administração traz pessoas para a equipe”.
DESQUALIFICOU os subordinados: “era necessária a presença na divisão de delegados com experiência na realização de autos de prisão em flagrante, que já haviam trabalhado em plantões policiais, para que, dessa experiência, surgissem sugestões para melhorar o sistema de registro digital de crimes”.
E a devassa nos equipamentos é aquilo que eu denomino “veadagem policial”.
Coisa típica de quem não possui hombridade.
PELO BEM DA MORALIDADE ADMINISTRATIVA ESSE DIRETOR DEVERIA SER EXONERADO.
RETARDOU ATO DE OFÍCIO PERTINENTE A IDENTIFICAÇÃO E PUNIÇÃO DO AGENTE ESPIÃO.
AINDA, REMOVENDO AS VÍTIMAS PARA OUTRO DEPARTAMENTO; DESCONSIDERANDO OS ANOS DE TRABALHO NO DIPOL E A NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO.
SENDO RAZOÁVEL TÊ-LO COMO SUSPEITO DE SER O AUTOR DA ORDEM PARA INSTALAÇÃO DOS PROGRAMAS ESPIÕES.
POR FIM; SERÁ QUE ELE TEVE GRANDE EXPERIÊNCIA COMO PRESIDENTE DE AUTOS DE PRISÃO POR CRIMES FLAGRANTES?
EU DUVIDO!

DEPARTAMENTO NADA INTELIGENTE PARA PLANEJAR E PADRONIZAR NOSSOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA Resposta

Art. 8º – A Divisão de Tecnologia da Informação tem as seguintes atribuições básicas:
I – proceder a estudos e propor medidas necessárias ao constante aperfeiçoamento do emprego de recursos informatizados pela Polícia Civil;
II – promover a padronização dos aplicativos e linguagens utilizadas na Polícia Civil;
III – desenvolver com ou sem auxílio externo, sistemas de interesse da Polícia Civil para o atendimento da sua atividade-fim;
IV – elaborar, anualmente, a relação de necessidades referentes a projetos na área de informática;
V – planejar e prover de equipamentos de informática a Polícia Civil atendendo ao princípio da padronização;
VI – elaborar propostas relativas à formação de banco de dados da Polícia Civil e integração com outros bancos de dados de interesse policial;
VII – propor o constante aperfeiçoamento da rede de comunicação de dados da Polícia Civil nos padrões da Intragov.

Em qual setor da Polícia Civil há equipamentos desenvolvidos especificamente para empresas?
Só vejo equipamento caseiro; alguns de qualidade incompatível como os da marca Positivo.
E fiz a jocosa comparação entre as impressoras não para desqualificar quaisquer dos fabricantes.
Todavia posso afirmar, por experiência própria e dolorida no meu bolso já que a Administração não faz ressarcimento, que uma fita da impressora OKI, dependendo do número de ocorrências atendidas pela Unidade Policial, não dura mais do que 12 horas, ou seja, apenas um plantão.
Não compensaria mesmo utilizando cópias carbonadas.
Em média custam R$ 45,00 cada uma; as genéricas em torno de R$ 15,00.
E não irá encontrá-las em caso de urgência.
As Epson entre R$ 5,00 a R$ 15,00, qualquer papelaria vende.
A Polícia Civil pode se dar ao luxo de empregar um equipamento de tal marca para a realização de serviços pesados de impressão, como são os nossos?
É o dinheiro do povo que vai para o ralo.
Que inteligência é a nossa?