AQUI ONDE AGORA VENTA SUAVE NASCEM VENDAVAIS…POUR J.D.

Vento No Litoral
Legião Urbana
Composição: Renato Russo
De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte
E vai ser bom subir nas pedras…
Sei que faço isso prá esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora…
Agora está tão longe vê
A linha do horizonte
Me distrai
Dos nossos planos
É que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção…
Aonde está você agora?
Além de aqui, dentro de mim…
Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo
O tempo todo…
E quando vejo o mar
Existe algo que diz:-Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem…
Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano
Era ficarmos bem…
Ei, olha só o que eu achei:Cavalos-marinhos.
Sei que faço isso
Pra esquecer
Eu deixo a onda
Me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora…

CONSPURCANDO A CREDIBILIDADE DO CARGO…INDIGNIDADE É SER VEADO OU SER DESONESTO?

A propósito de falar-se em quem, ou o quê, macula a Instituição:

…”Segundo consta , em apertada síntese, citado Delegado de Polícia teria publicado em notórios sítios da “internet” matérias depreciativas à instituição Policial Civil, a determinadas Unidades Policiais e, inclusive, indicando nomes de Autoridades e agentes públicos”…
“Assim agindo, o Delegado de Polícia em epígrafe feriu os princípios basilares de sua Instituição, quais sejam: a hierarquia e a disciplina. Princípios esses que, uma vez abalados, podem pôr em risco toda a atividade Policial, a credibilidade e a moralidade dos atos praticados pela Polícia Civil não só regionalmente, mas , até, em todo o Estado.
Não só dos atos praticados, mas, também, e, principalmente, a possibilidade do descumprimento ou não-acatamento de todas as ordens emandadas pela Direção Geral da Polícia Civil ou mesmo de superiores imediatos seus.
Se isso ocorrer, impossível se mensurar as conseqüências.
Outra providência não há, portanto, a não ser removê-lo daquele Departamento.
Importante frisar, neste momento, que a sua conduta, por configurar, também, eventual infração disciplinar, está sendo devidamente apurada em regular processo administrativo disciplinar, respeitando-se o contraditório e a ampla defesa, imprescindíveis à espécie.”
“Por oportundo mencionar que os serviços da unidade policial deixada pelo Dr. ROBERTO CONDE GUERRA não sofrerão prejuízos de continuidade e, por outro lado, conforme manifestação da Direção do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 9/Piracicaba, o município de Hortolândia vem sofrendo deveras com a carência de recursos humanos, notadamente Delegados de Polícia” (v. msgs, “notes” à contracapa)…
DGP, 30 de maio de 2007.
MÁRIO JORDÃO TOLEDO LEME
DELEGADO GERAL DE POLÍCIA.
Com efeito, o despacho do qual se extraiu os trechos acima, datado de 30 de maio de 2007, foi elaborado posteriormente ao nosso requerimento protocolado aos 18 de junho.
Os dois parágrafos finais têm por finalidade refutar argumentos da petição no sentido de se tratar de punição antecipada, ou seja, anterior ao processo administrativo. Também que tal remoção acarretaria problemas na circunscrição de Santos; sem solucionar os problemas de Hortolândia.
De se ver os termos do requerimento:
“Consigne-se que até o interesse público secundário não foi respeitado, posto que a simples transferência não resolve o problema apontado (interesse do serviço); aliás, cria outro para a Polícia Civil em razão da ausência de Delegados de Polícia em Santos em número suficiente para adequadamente sejam cumpridos os misteres do órgão”…
…”Os fatos narrados e demonstrados documentalmente atestam que o ato administrativo que determinou a transferência imediata do ora Requerente: do 7º Distrito Policial de Santos para a cidade de HORTOLÃNDIA (região metropolitana de Campinas – cerca de 200 km do seu domicílio) foi simultaneamente ilegal por ausência de motivação (arts. 4º e 111 da Constituição Paulista) e por desvio de finalidade (transferência como forma de punição pelo exercício das liberdades de manifestação) além de imoral e irrazoável; desatendendo ao interesse público primário. A remoção, conforme demonstram o documentos inclusos, é decorrência do teor manifestação do Requerente. Conclusão lógica é tê-la como punição mascarada. E a punição é, também, manifestamente evidenciada pela não efetivação do depósito, no prazo legal, da respectiva ajuda de custo (arts, 43, II e 46, § 1º, da Lei nº. 207/79, regulamentados através da Portaria DGP-10, de 6 de setembro de 1999) para atender as despesas com a locomoção e residência na localidade de Hortolândia. Ora, pelo mesmo extrato bancário, o Requerente demonstra faltar-lhe fundos até para comprar passagens de ônibus. Por outro aspecto, se é impossível para o Requerente fixar residência em Hortolândia, impossível será se deslocar, diariamente, cerca de 400 km (ida e volta). Ficando sujeito a imposição de faltas e penalidades por abandono de função, do art. 323 do Código Penal, inclusive”.
Verdadeiramente, o Processo Administrativo foi instaurado, posteriormente, em 13 de junho de 2007, portanto não teria razão para o ex- Delegado Geral “frisar, neste momento, que a sua conduta, por configurar, também, eventual infração disciplinar, está sendo devidamente apurada em regular processo administrativo disciplinar “. ( Observação: neste momento 30 de maio)
Por outro aspecto, vislumbrou-se da conduta do subscritor “a possibilidade do descumprimento ou não-acatamento de todas as ordens emanadas pela Direção Geral da Polícia Civil ou mesmo de superiores imediatos seus”; em razão disto: “outra providência não há, portanto, a não ser removê-lo daquele Departamento”.
O EX- DELEGADO GERAL, APARENTEMENTE, “FABRICOU OS FUNDAMENTOS DA SUA DECISÃO”.
Com argumentos tão constitucionais quanto os seguintes:
NOS TERMOS DA LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA CIVIL, HOMOSSEXUAIS SÃO INDIGNOS DE EXERCEREM A CARREIRA DE DELEGADO DE POLÍCIA, DIANTE DA POSSIBILIDADE DE COMPROMETEREM A IMAGEM E CREDIBILIDADE DA INSTITUIÇÃO…
A VALENTIA DA INSTITUIÇÃO…
OS BONS COSTUMES DA INSTITUIÇÃO.
OU AINDA NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA ACEITAR O FATO DE UM DELEGADO VIVER MARITALMENTE COM ESCRIVÃO, INVESTIGADOR , OU SEJA, COM OUTRO HOMEM?
Por fim, respeitar a disciplina e a hierarquia é não atropelar os pares mais antigos, mendigando aos amigos influentes promoções imerecidas.
E LEALDADE E DIGNIDADE É NÃO SE FAZER DE SONSO.
(FOTO: Dr. JORDÃO TRANSMITINDO O CARGO AO Dr. MAURÍCIO)

A ADMINSTRAÇÃO POLICIAL É BURRA OU AGE DE MÁ-FÉ?

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Domingo, 16 de março de 2008, 18h35 Atualizada às 19h38
No limbo da lei, PM ferido luta por indenização
Hermano Freitas
O policial militar Carlos Alberto Santana de Oliveira, 40 anos, servia no 6° Batalhão de Polícia Militar de Santos, no litoral de São Paulo, durante a onda de violência da facção que atua com base em presídios paulistas, o PCC, em maio de 2006.
De folga, acabou ferido e incapacitado de retomar suas funções. Segundo a Polícia Militar (PM), o soldado não se enquadra na lei que concedeu indenização de R$ 100 mil a 16 viúvas de soldados à paisana mortos nos ataques.
Por não estar em serviço, tampouco teve direito ao pagamento destinado a feridos em ação.
Está em um limbo da lei.Oliveira voltava para casa com a mulher e a filha, então com 2 anos, após um culto evangélico às 22h30 do dia 13 de maio de 2006. Quando fechava o portão da residência, um grupo de cinco homens armados, membros do PCC, efetuou dezenas de disparos contra ele e a família.
Dois acertaram sua filha, cerca de 10 encontraram os braços e o tórax do PM. “Tenho alojados três projéteis, os outros transfixaram”, disse Oliveira.
Os disparos que atingiram a menina atravessaram seu corpo e ela não teve ferimentos de maior gravidade.
Ele e a família sobreviveram, mas aquela noite marcou o fim de sua carreira como policial e o início de uma luta por indenização que dura quase dois anos.
Sem o movimento das mãos, que tiveram as articulações permanentemente afetadas pelos projéteis, Oliveira não é mais capaz de empunhar um revólver ou dirigir viaturas.
Afastado do serviço, viu o salário, que era de R$ 1.900 brutos na época, cair cerca de 40%.
Precisa de fisioterapia, paga do próprio bolso.
Se for mantido fora do posto até a data em que sua tragédia pessoal completa dois anos, junto com o aniversário da onda de ataques do crime organizado no Estado, Oliveira será oficialmente aposentado por invalidez.
O salário sofreria nova e permanente redução.
Um inquérito aberto pela PM na época do crime concluiu que Oliveira foi alvo de tiros por ser policial militar.
Procurada, a Companhia de Seguros do Estado (Cosesp) se recusou a comentar o caso e aconselhou a reportagem a procurar a PM.
A resposta da corporação é de que a legislação não dá margem a uma indenização para Oliveira.
Criada em 23 de novembro de 2006, a lei estadual 12.401 garantiu R$ 100 mil, teto da indenização paga a soldados que ficam incapacitados em serviço, apenas às famílias dos soldados de folga que foram mortos.
Oliveira vive em um endereço mantido em sigilo na Baixada Santista. Na semana passada, veio à capital ser homenageado por deputados da Assembléia Legislativa, solidários à sua história.
Não sabe o que o futuro lhe reserva.
“Espero que alguém mude essa injustiça”, diz.
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
CASO O POLICIAL MILITAR OLIVEIRA – nas mesmas circunstâncias acima, digo: na folga e acompanhado da família, – TIVESSE NEGADO ATENDIMENTO A QUAISQUER OCORRÊNCIAS – por exemplo: deixasse de “dar voz de prisão” a autor de crime – SERIA COM RIGOROSIDADE PUNIDO; SOB O FUNDAMENTO:POLICIAL ESTÁ EM SERVIÇO 24 (VINTE e QUATRO) HORAS.O FUNDAMENTO QUE SERVE PARA PUNIR E EXIGIR O PORTE DIUTURNO DE ARMA DE FOGO, PARA QUE NINGUÉM POSSA SE OMITIR AOS DEVERES INERENTES À CONDIÇÃO DE POLICIAL, DEVERIA SER EMPREGADO – PRONTAMENTE – PELAS CÚPULAS POLICIAIS PARA DETERMINAR A INDENIZAÇÃO EM FAVOR DOS SEUS MEMBROS.ORA, É INCONCEBÍVEL QUE UM POLICIAL , E FAMILIARES, VITIMADO NO MESMO MOMENTO HISTÓRICO DOS DEMAIS ATENTADOS EXECUTADOS PELO PCC, NÃO TENHA DIREITO A INDENIZAÇÃO.ESPECIALMENTE PELO FATO DE A CÚPULA POLICIAL – SABEDORA DA IMINÊNCIA DOS ATAQUES – TER CALADO PARA POUPAR O GOVERNO EM CAMPANHA ELEITORAL.(De se conferir”O Sindicato do Crime”, de Percival de Souza.)DEFINITIVAMENTE: DIREITOS HUMANOS E PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO NÃO SÃO APLICADOS EM FAVOR DOS POLICIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO.PARECE QUE “O DIREITO DO POLICIAL É NÃO TER DIREITOS”.É MAL PAGO PARA MORRER.
JÁ QUE AQUELE QUE DEVE MORRER NÃO NECESSITA DE DINHEIRO, SALVO O INDISPENSÁVEL PARA QUE SE MANTENHA EM “OPERACIONALIDADE”.
EM SÃO PAULO PRATICAR A HONESTIDADE , NÃO É DEVER DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA…
MENOS AINDA UM COSTUME.

O RETORNO DO TORTURADOR…

O torturador da verdade…

Torturador do Direito…

Do torturador do vernáculo…

Atravessador dos ritos procedimentais…

Do Acusador e Juiz em causa própria…

O inveterado fautor de perseguições aos subordinados…

O grande espelho da fealdade do Sacro Colégio.

Retorna ao pontificado o “pseudo-intelectual xicaneiro” (assim escreveram), aquele que sempre ataca de “viez“(assim escreveram); ou , preferencialmente, pelas costas.
RETORNA ” O AMANTE DO CARRASCO”

O SINDICATO DO CRIME…OUTRA AUTÓPSIA DA CORRUPÇÃO POR PERCIVAL DE SOUZA 94

Com grande alegria, dias atrás, encontrei num “seboso” de Campinas o livro “O Sindicato do Crime”, de Percival de Souza. Noutras oportunidades o folheei nas melhores livrarias, mas não o comprei por razões financeiras.Não que fosse caro, apenas a endêmica penúria dos Delegados, e policiais comuns, que nos faz distantes da leitura; entre tantos outros prazeres que nos são proibidos.

Se bem que, a rigor, ler, ainda que prazerosamente, nos parece necessidade.
Mas para quem sobrevive com parcos vencimentos, ou vencimentos mais proventos dos bicos, livro é artigo de luxo.
Um supérfluo apenas para corruptos, pois estes não fazem “bico como segurança”, contando com muito tempo e dinheiro para leitura.
E a propósito dos “bicos” aceitos como dignificantes:
“Alguns bicos são feitos em pleno horário de expediente, com carro oficial, mas nesse caso se considera que tudo está bem. Muitos gastam a maior parte de seu tempo em cursinhos particulares que preparam candidatos a concursos públicos. O que não pode é o policial fazendo “bico” de segurança.” (cf. fl. 217)
Grande verdade Percival, mas pode ser dono da empresa.
Uma leitura obrigatória; valendo até para conhecer o significado dado para “seboso”, em nada relacionado com “sebo” de livros.
Perdoem-me, contudo não farei aqui resumo da obra; apenas remissões.

Pois o autor – com o estilo elegante, polido e comedido de sempre – nos impõe profunda reflexão.
E nos obriga – digo daqueles que militam na polícia – ao aprofundamento de pesquisas e investigação acerca daquilo que cotidianamente acontece em nosso derredor.
De se ver , apenas como pequenos exemplos, estas passagens:
“Muitos policiais com vocação passaram a ficar sem espaço, preteridos, propositadamente encostados, totalmente alijados dos cargos principais”.
“Muitos honestos desistiram e anteciparam suas aposentadorias”.
“Muitos desonestos começaram a apresentar-se como democratas subitamente convertidos, à semelhança do que o PCC faz quando diz que representa a massa carcerária oprimida.”
O autor, paradoxalmente, numa das passagens da obra, acaba sendo obrigado a lançar menção elogiosa a um dos democratas de última hora.Um daqueles que – em coletivas – anunciavam todo e qualquer criminoso sem expressão como “membro do PCC”; também vulgarizando a interceptação telefônica.
Mas tal passagem e menção elogiosa que deve ser compreendida e estendida por justiça aos policiais da equipe – em vez de isoladamente ao especialista em auto “merchandising “- não retiram o brilho e a importância da obra.
Um documento revelador da tibieza de autoridades policiais e autoridades políticas; que algemadas pela corrupção foram responsáveis pelo genocídio deflagrado pelo PCC.
E acima de tudo uma obra-documento que clama pelo conserto – “assepsia policial” – das Instituições e valorização dos bons policiais.

A ADMINSTRAÇÃO POLICIAL É BURRA OU AGE DE MÁ-FÉ?

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Domingo, 16 de março de 2008, 18h35 Atualizada às 19h38
No limbo da lei, PM ferido luta por indenização
Hermano Freitas
O policial militar Carlos Alberto Santana de Oliveira, 40 anos, servia no 6° Batalhão de Polícia Militar de Santos, no litoral de São Paulo, durante a onda de violência da facção que atua com base em presídios paulistas, o PCC, em maio de 2006.
De folga, acabou ferido e incapacitado de retomar suas funções. Segundo a Polícia Militar (PM), o soldado não se enquadra na lei que concedeu indenização de R$ 100 mil a 16 viúvas de soldados à paisana mortos nos ataques.
Por não estar em serviço, tampouco teve direito ao pagamento destinado a feridos em ação.
Está em um limbo da lei.Oliveira voltava para casa com a mulher e a filha, então com 2 anos, após um culto evangélico às 22h30 do dia 13 de maio de 2006. Quando fechava o portão da residência, um grupo de cinco homens armados, membros do PCC, efetuou dezenas de disparos contra ele e a família.
Dois acertaram sua filha, cerca de 10 encontraram os braços e o tórax do PM. “Tenho alojados três projéteis, os outros transfixaram”, disse Oliveira.
Os disparos que atingiram a menina atravessaram seu corpo e ela não teve ferimentos de maior gravidade.
Ele e a família sobreviveram, mas aquela noite marcou o fim de sua carreira como policial e o início de uma luta por indenização que dura quase dois anos.
Sem o movimento das mãos, que tiveram as articulações permanentemente afetadas pelos projéteis, Oliveira não é mais capaz de empunhar um revólver ou dirigir viaturas.
Afastado do serviço, viu o salário, que era de R$ 1.900 brutos na época, cair cerca de 40%.
Precisa de fisioterapia, paga do próprio bolso.
Se for mantido fora do posto até a data em que sua tragédia pessoal completa dois anos, junto com o aniversário da onda de ataques do crime organizado no Estado, Oliveira será oficialmente aposentado por invalidez.
O salário sofreria nova e permanente redução.
Um inquérito aberto pela PM na época do crime concluiu que Oliveira foi alvo de tiros por ser policial militar.
Procurada, a Companhia de Seguros do Estado (Cosesp) se recusou a comentar o caso e aconselhou a reportagem a procurar a PM.
A resposta da corporação é de que a legislação não dá margem a uma indenização para Oliveira.
Criada em 23 de novembro de 2006, a lei estadual 12.401 garantiu R$ 100 mil, teto da indenização paga a soldados que ficam incapacitados em serviço, apenas às famílias dos soldados de folga que foram mortos.
Oliveira vive em um endereço mantido em sigilo na Baixada Santista. Na semana passada, veio à capital ser homenageado por deputados da Assembléia Legislativa, solidários à sua história.
Não sabe o que o futuro lhe reserva.
“Espero que alguém mude essa injustiça”, diz.
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
CASO O POLICIAL MILITAR OLIVEIRA – nas mesmas circunstâncias acima, digo: na folga e acompanhado da família, – TIVESSE NEGADO ATENDIMENTO A QUAISQUER OCORRÊNCIAS – por exemplo: deixasse de “dar voz de prisão” a autor de crime – SERIA COM RIGOROSIDADE PUNIDO; SOB O FUNDAMENTO:POLICIAL ESTÁ EM SERVIÇO 24 (VINTE e QUATRO) HORAS.O FUNDAMENTO QUE SERVE PARA PUNIR E EXIGIR O PORTE DIUTURNO DE ARMA DE FOGO, PARA QUE NINGUÉM POSSA SE OMITIR AOS DEVERES INERENTES À CONDIÇÃO DE POLICIAL, DEVERIA SER EMPREGADO – PRONTAMENTE – PELAS CÚPULAS POLICIAIS PARA DETERMINAR A INDENIZAÇÃO EM FAVOR DOS SEUS MEMBROS.ORA, É INCONCEBÍVEL QUE UM POLICIAL , E FAMILIARES, VITIMADO NO MESMO MOMENTO HISTÓRICO DOS DEMAIS ATENTADOS EXECUTADOS PELO PCC, NÃO TENHA DIREITO A INDENIZAÇÃO.ESPECIALMENTE PELO FATO DE A CÚPULA POLICIAL – SABEDORA DA IMINÊNCIA DOS ATAQUES – TER CALADO PARA POUPAR O GOVERNO EM CAMPANHA ELEITORAL.(De se conferir”O Sindicato do Crime”, de Percival de Souza.)DEFINITIVAMENTE: DIREITOS HUMANOS E PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO NÃO SÃO APLICADOS EM FAVOR DOS POLICIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO.PARECE QUE “O DIREITO DO POLICIAL É NÃO TER DIREITOS”.É MAL PAGO PARA MORRER.
JÁ QUE AQUELE QUE DEVE MORRER NÃO NECESSITA DE DINHEIRO, SALVO O INDISPENSÁVEL PARA QUE SE MANTENHA EM “OPERACIONALIDADE”.
EM SÃO PAULO PRATICAR A HONESTIDADE , NÃO É DEVER DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA…
MENOS AINDA UM COSTUME.

A ADMINSTRAÇÃO POLICIAL É BURRA OU AGE DE MÁ-FÉ? 3

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Domingo, 16 de março de 2008, 18h35 Atualizada às 19h38
No limbo da lei, PM ferido luta por indenização
Hermano Freitas
O policial militar Carlos Alberto Santana de Oliveira, 40 anos, servia no 6° Batalhão de Polícia Militar de Santos, no litoral de São Paulo, durante a onda de violência da facção que atua com base em presídios paulistas, o PCC, em maio de 2006.
De folga, acabou ferido e incapacitado de retomar suas funções. Segundo a Polícia Militar (PM), o soldado não se enquadra na lei que concedeu indenização de R$ 100 mil a 16 viúvas de soldados à paisana mortos nos ataques.
Por não estar em serviço, tampouco teve direito ao pagamento destinado a feridos em ação.
Está em um limbo da lei.Oliveira voltava para casa com a mulher e a filha, então com 2 anos, após um culto evangélico às 22h30 do dia 13 de maio de 2006. Quando fechava o portão da residência, um grupo de cinco homens armados, membros do PCC, efetuou dezenas de disparos contra ele e a família.
Dois acertaram sua filha, cerca de 10 encontraram os braços e o tórax do PM. “Tenho alojados três projéteis, os outros transfixaram”, disse Oliveira.
Os disparos que atingiram a menina atravessaram seu corpo e ela não teve ferimentos de maior gravidade.
Ele e a família sobreviveram, mas aquela noite marcou o fim de sua carreira como policial e o início de uma luta por indenização que dura quase dois anos.
Sem o movimento das mãos, que tiveram as articulações permanentemente afetadas pelos projéteis, Oliveira não é mais capaz de empunhar um revólver ou dirigir viaturas.
Afastado do serviço, viu o salário, que era de R$ 1.900 brutos na época, cair cerca de 40%.
Precisa de fisioterapia, paga do próprio bolso.
Se for mantido fora do posto até a data em que sua tragédia pessoal completa dois anos, junto com o aniversário da onda de ataques do crime organizado no Estado, Oliveira será oficialmente aposentado por invalidez.
O salário sofreria nova e permanente redução.
Um inquérito aberto pela PM na época do crime concluiu que Oliveira foi alvo de tiros por ser policial militar.
Procurada, a Companhia de Seguros do Estado (Cosesp) se recusou a comentar o caso e aconselhou a reportagem a procurar a PM.
A resposta da corporação é de que a legislação não dá margem a uma indenização para Oliveira.
Criada em 23 de novembro de 2006, a lei estadual 12.401 garantiu R$ 100 mil, teto da indenização paga a soldados que ficam incapacitados em serviço, apenas às famílias dos soldados de folga que foram mortos.
Oliveira vive em um endereço mantido em sigilo na Baixada Santista. Na semana passada, veio à capital ser homenageado por deputados da Assembléia Legislativa, solidários à sua história.
Não sabe o que o futuro lhe reserva.
“Espero que alguém mude essa injustiça”, diz.
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CASO O POLICIAL MILITAR OLIVEIRA – nas mesmas circunstâncias acima, digo: na folga e acompanhado da família, – TIVESSE NEGADO ATENDIMENTO A QUAISQUER OCORRÊNCIAS – por exemplo: deixasse de “dar voz de prisão” a autor de crime – SERIA COM RIGOROSIDADE PUNIDO; SOB O FUNDAMENTO:POLICIAL ESTÁ EM SERVIÇO 24 (VINTE e QUATRO) HORAS.O FUNDAMENTO QUE SERVE PARA PUNIR E EXIGIR O PORTE DIUTURNO DE ARMA DE FOGO, PARA QUE NINGUÉM POSSA SE OMITIR AOS DEVERES INERENTES À CONDIÇÃO DE POLICIAL, DEVERIA SER EMPREGADO – PRONTAMENTE – PELAS CÚPULAS POLICIAIS PARA DETERMINAR A INDENIZAÇÃO EM FAVOR DOS SEUS MEMBROS.ORA, É INCONCEBÍVEL QUE UM POLICIAL , E FAMILIARES, VITIMADO NO MESMO MOMENTO HISTÓRICO DOS DEMAIS ATENTADOS EXECUTADOS PELO PCC, NÃO TENHA DIREITO A INDENIZAÇÃO.ESPECIALMENTE PELO FATO DE A CÚPULA POLICIAL – SABEDORA DA IMINÊNCIA DOS ATAQUES – TER CALADO PARA POUPAR O GOVERNO EM CAMPANHA ELEITORAL.(De se conferir”O Sindicato do Crime”, de Percival de Souza.)DEFINITIVAMENTE: DIREITOS HUMANOS E PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO NÃO SÃO APLICADOS EM FAVOR DOS POLICIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO.PARECE QUE “O DIREITO DO POLICIAL É NÃO TER DIREITOS”.É MAL PAGO PARA MORRER.
JÁ QUE AQUELE QUE DEVE MORRER NÃO NECESSITA DE DINHEIRO, SALVO O INDISPENSÁVEL PARA QUE SE MANTENHA EM “OPERACIONALIDADE”.
EM SÃO PAULO PRATICAR A HONESTIDADE , NÃO É DEVER DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA…
MENOS AINDA UM COSTUME.

RÉQUIEM POR HOMENS ABANDONADOS…À MERCÊ DA DESUMANIDADE, OMISSÃO E COVARDIA DA ADMINISTRAÇÃO 9

RÉQUIEM POR HOMENS ABANDONADOS
Boa tarde a todos.
Rendamos Graças por estarmos vivos e capazes de ler, pensar e agir.
Lí com atenção a história do PM Oliveira, crivado de balas com sua familia quando adentrava a sua residência.
É de causar repulsa a qualquer ser humano com um mínimo de bom senso, a atitude tomada pelo comando dessa instituição, quando alega, NÃO HAVER enquadramento legal para o pagamento do seguro ao “agora deficiente” (PM) Oliveira, visto o mesmo , ter sido VITIMADO NA FOLGA . . .
Desde que me entendo por gente, ouço dizer, que o POLICIAL está sempre em serviço ( 24 horas por dia )e que sua omissão seria punível criminalmente.
Ora, todos nós soubemos pelos meios de comunicação, e não faltaram comentários ao OCORRIDO, que , o GOVERNO DO ESTADO através do Sr. Secretário da Segurança Pública, foi informado pelos órgãos de inteligência que haveria um ATAQUE DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA a Policiais, Delegacias, Quartéis etc..
Pois bem, quando esses informes foram ” tratados ” transformando-se numa Informação, foram levados ao CHEFE , o qual, por sua vez despachou em caráter de urgência com o Sr. Governador deste Estado – atropelando a agenda inclusive -.
De posse da “Informação” debateram os ilustres Eleitos pelo Povo, sobre as conseqüências que a veiculação desta poderia trazer ao processo eleitoral já em vias de concretização.
Sendo certo, que se fosse um ” blefe ” a Oposição à época por certo iria explorar com excesso de ênfase, a “desinteligência” do Governo . . .
Ops., um dilema se apresenta !
Que faremos ???
A solução encontrada para assegurar a PERMANÊNCIA NAS CADEIRAS foi :
Sonegar a informação aos meios de imprensa, omitir a informação das Polícias Operacionais para não estimular o Pânico . . . isso mesmo, PÂNICO, afinal, Policiais têm Familia e não ganham tão bem para terem segurança particular ou residir em condomínios de luxo como uns tantos que andam por aí.
Agindo assim, preservamos a Cadeira do Chefe (s), pois , se for um “Blefe” sairemos desse episódio à cavaleira , tal qual, o inteligentíssimo agente britânico…
Caso dê errado, não sendo um “blefe”, os maiores prejudicados serão apenas os Políciais,( O que representa a morte de um Pardal na Guerra – W.C.-) afinal, eles ganham pra isso; Vêz que a população não é por ora, o Público Alvo dessa Facção Criminosa.
Isto posto, a Política assegurada, as cadeiras mantidas, os Chefes preservados , levemos à cabo a ” Estratégia ” pois essa é a que mais se adequa aos nossos interesses para o momento.
E lá se foram…
O Monarca, Torquemada, o Clero e o Baixo Clero, todos felizes, enquanto aqui fora, na VIDA REAL, caiam como moscas os Policiais que foram VENDIDOS DE MANEIRA VIL, COVARDE, TRAIÇOEIRA, pessoas inocentes que foram punidas com a MORTE por estarem no local e hora erradas, e dezenas de prédios públicos e particulares danificados.
Esqueceram-se os ” Artífices da Inteligência” do bom senso, do companheirismo, do Amor ao Próximo.
Tal como Judas, só não utilizaram-se de Trinta Moedas, sua paga foi outra
– O reconhecimento do Rei, a mantença da Política Vigente e as Cadeiras, tudo à custa de Sangue…do Sangue dos Irmãos de Armas e de inocentes
– Mas, como um dia ouvi no DHPP, há mais de trinta anos quando ainda era Delegacia de Homicídios . .
” O sangue derramado Clama por vingança ” nesse caso a Vingança é a criminalização e condenação daqueles que a TUDO deram causa (e até agora nada aconteceu), nessa vida ou numa outra se existir.
Agora,PERGUNTO, quem irá cuidar das Viúvas e Órfãos dos Escravos, quero dizer, Policiais Mortos na folga ???
A Assembléia Legislativa ?
Acaso os Legisladores não sabem ou não quiseram saber que isso poderia acontecer, como de fato aconteceu.
Quem os assessora na criação de Leis para a classe Policial como um todo ?
Com certeza os assessores integram o baixo clero….
Restando-nos apenas uma certeza .
Policiais são mão de obra barata, e suas vidas pouco representam, podendo ser mortos ou ficar incapacitados, assim, abrem-se mais vagas.
E, pra ” nós políticos ” virão mais votos de pessoas agradecidas.
E o Pagamento do Seguro…apenas se estiver o Segurado enquadrado “ipicis literis” e ” ipicis verbis”,na Lei e no contrato , para fazer Jus ao Pagamento deste.
” Admirável gado novo “
Por favor, não esqueçam do Sd PM Oliveira e tantos outros Policiais, trágicos exemplos da desumanidade, omissão e Covardia da Administração.
saudações
Paulista e Brasileiro por mercê do Criador.
 

A ADMINSTRAÇÃO POLICIAL É BURRA OU AGE DE MÁ-FÉ?

Domingo, 16 de março de 2008, 18h35 Atualizada às 19h38
No limbo da lei, PM ferido luta por indenização
Hermano Freitas
O policial militar Carlos Alberto Santana de Oliveira, 40 anos, servia no 6° Batalhão de Polícia Militar de Santos, no litoral de São Paulo, durante a onda de violência da facção que atua com base em presídios paulistas, o PCC, em maio de 2006.

De folga, acabou ferido e incapacitado de retomar suas funções. Segundo a Polícia Militar (PM), o soldado não se enquadra na lei que concedeu indenização de R$ 100 mil a 16 viúvas de soldados à paisana mortos nos ataques.

Por não estar em serviço, tampouco teve direito ao pagamento destinado a feridos em ação.

Está em um limbo da lei.
Oliveira voltava para casa com a mulher e a filha, então com 2 anos, após um culto evangélico às 22h30 do dia 13 de maio de 2006. Quando fechava o portão da residência, um grupo de cinco homens armados, membros do PCC, efetuou dezenas de disparos contra ele e a família.

Dois acertaram sua filha, cerca de 10 encontraram os braços e o tórax do PM. “Tenho alojados três projéteis, os outros transfixaram”, disse Oliveira.

Os disparos que atingiram a menina atravessaram seu corpo e ela não teve ferimentos de maior gravidade.

Ele e a família sobreviveram, mas aquela noite marcou o fim de sua carreira como policial e o início de uma luta por indenização que dura quase dois anos.

Sem o movimento das mãos, que tiveram as articulações permanentemente afetadas pelos projéteis, Oliveira não é mais capaz de empunhar um revólver ou dirigir viaturas.

Afastado do serviço, viu o salário, que era de R$ 1.900 brutos na época, cair cerca de 40%.

Precisa de fisioterapia, paga do próprio bolso.

Se for mantido fora do posto até a data em que sua tragédia pessoal completa dois anos, junto com o aniversário da onda de ataques do crime organizado no Estado, Oliveira será oficialmente aposentado por invalidez.

O salário sofreria nova e permanente redução.

Um inquérito aberto pela PM na época do crime concluiu que Oliveira foi alvo de tiros por ser policial militar.

Procurada, a Companhia de Seguros do Estado (Cosesp) se recusou a comentar o caso e aconselhou a reportagem a procurar a PM.

A resposta da corporação é de que a legislação não dá margem a uma indenização para Oliveira.

Criada em 23 de novembro de 2006, a lei estadual 12.401 garantiu R$ 100 mil, teto da indenização paga a soldados que ficam incapacitados em serviço, apenas às famílias dos soldados de folga que foram mortos.

Oliveira vive em um endereço mantido em sigilo na Baixada Santista. Na semana passada, veio à capital ser homenageado por deputados da Assembléia Legislativa, solidários à sua história.

Não sabe o que o futuro lhe reserva.

“Espero que alguém mude essa injustiça”, diz.

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CASO O POLICIAL MILITAR OLIVEIRA – nas mesmas circunstâncias acima, digo: na folga e acompanhado da família, – TIVESSE NEGADO ATENDIMENTO A QUAISQUER OCORRÊNCIAS – por exemplo: deixasse de “dar voz de prisão” a autor de crime – SERIA COM RIGOROSIDADE PUNIDO; SOB O FUNDAMENTO:
POLICIAL ESTÁ EM SERVIÇO 24 (VINTE e QUATRO) HORAS.
O FUNDAMENTO QUE SERVE PARA PUNIR E EXIGIR O PORTE DIUTURNO DE ARMA DE FOGO, PARA QUE NINGUÉM POSSA SE OMITIR AOS DEVERES INERENTES À CONDIÇÃO DE POLICIAL, DEVERIA SER EMPREGADO – PRONTAMENTE – PELAS CÚPULAS POLICIAIS PARA DETERMINAR A INDENIZAÇÃO EM FAVOR DOS SEUS MEMBROS.
ORA, É INCONCEBÍVEL QUE UM POLICIAL , E FAMILIARES, VITIMADO NO MESMO MOMENTO HISTÓRICO DOS DEMAIS ATENTADOS EXECUTADOS PELO PCC, NÃO TENHA DIREITO A INDENIZAÇÃO.
ESPECIALMENTE PELO FATO DE A CÚPULA POLICIAL – SABEDORA DA IMINÊNCIA DOS ATAQUES – TER CALADO PARA POUPAR O GOVERNO EM CAMPANHA ELEITORAL.(De se conferir”O Sindicato do Crime”, de Percival de Souza.)
DEFINITIVAMENTE: DIREITOS HUMANOS E PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO NÃO SÃO APLICADOS EM FAVOR DOS POLICIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO.
PARECE QUE “O DIREITO DO POLICIAL É NÃO TER DIREITOS”.
É MAL PAGO PARA MORRER.

JÁ QUE AQUELE QUE DEVE MORRER NÃO NECESSITA DE DINHEIRO, SALVO O INDISPENSÁVEL PARA QUE SE MANTENHA EM “OPERACIONALIDADE”.

EM SÃO PAULO PRATICAR A HONESTIDADE , NÃO É DEVER DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA…

MENOS AINDA UM COSTUME.

POLÍCIA JUDICIÁRIA MUNICIPALIZADA ?

Polícia
Domingo, 16 de março de 2008, 20h11 Atualizada às 20h16
Rio: servidores estariam atuando como policiais
Ernani Alves Direto do Rio de Janeiro
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro abriu sindicância para investigar a suposta atuação de pelo menos 37 servidores municipais e estaduais como inspetores nas cidades de Cabo Frio e Araruama, na região dos Lagos. Os funcionários estariam trabalhando em atividades restritas a policiais, como registrar ocorrência e participar de operações. A denúncia foi entregue à Corregedoria da Polícia Civil, na última terça-feira, pelo agente Mário Rogério Andrade dos Santos.
O pedido de investigação tem como base um documento elaborado por policiais dos dois municípios. O relatório apresenta os nomes e matrículas de praticamente todos os funcionários públicos que estariam trabalhando de forma irregular na delegacia de Cabo Frio e na delegacia e no Instituto Médico Legal (IML) de Araruama. De acordo com o levantamento, os servidores que atuariam como inspetores nessas três unidades seriam lotados nas prefeituras de Cabo Frio, Araruama, Saquarema, Arraial do Cabo, Rio Bonito, São Gonçalo e Niterói. Entre os funcionários do governo fluminense, um seria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O relatório garante que os servidores fazem registro de ocorrência, assinam documentos, manipulam inquéritos sigilosos, portam armas, usam coletes, dirigem viaturas e até participam de operações. O caso que mais chama a atenção é o de um funcionário da prefeitura de Araruama, que trabalharia há 22 anos como papiloscopista no IML da cidade sem ter qualificação para o cargo.O secretário municipal de Segurança de Cabo Frio, Cláudio Moreira, confirmou que há funcionários da prefeitura cedidos à delegacia da cidade, mas eles teriam sido solicitados apenas para atividades burocráticas, por causa da falta de efetivo policial. “Nós fazemos a cessão dos funcionários por um pedido da delegacia para que eles trabalhem na burocracia do expediente diário. Cabe, depois que nós cedemos esse funcionário, ao delegado ou quem ele nomear, fazer o acompanhamento da atividade desse funcionário dentro da delegacia”, afirmou Moreira.Já o secretário municipal de Segurança de Arraial do Cabo, Mauro Miranda Fialho, disse que desconhece a atuação de servidores da prefeitura da cidade em delegacias da Região dos Lagos. “Não tenho conhecimento de nada sobre isso. O que eu posso garantir é que dentro da minha secretaria não tem essa situação de funcionário disponibilizado para delegacia”, afirmou.O prefeito de Saquarema, Antonio Peres, garantiu que vai apurar o caso, pois na lista de suspeitos consta o nome de um ex-motorista dele que estaria dirigindo viaturas e portando armas. “Eu tenho que abrir inquérito para chamá-lo aqui para saber se isto está acontecendo. Eu vou apurar isso. Ele é motorista e não pode estar andando armando, se passando por policial”, disse.O prefeito de Niterói, Godofredo Pinto, também prometeu fazer um levantamento sobre possíveis problemas. Já os representantes das prefeituras de Araruama, São Gonçalo e Rio Bonito, assim como do governo do Estado, ainda não comentaram a denúncia de que servidores públicos estariam ocupando vagas de policiais.Um relatório da Divisão de Recursos Humanos da Polícia Civil com data do dia 31 de janeiro de 2008 aponta que, atualmente, a instituição tem 10.077 profissionais em atividade e 12.706 vagas disponíveis. Cerca de 230 alunos formados pela Academia de Polícia (Acadepol) aguardam efetivação. Eles foram aprovados em concurso público, há dois anos. Fizeram o curso de agente, inclusive com manuseio de armas, mas ainda não foram contratados.
Redação Terra
OS CRIMES ACIMA SÃO PRATICAMENTE IRRELEVANTES QUANDO COMPARADOS AOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS. Por exemplo: Hortolândia, Montemor, etc.
A DIFERENÇA É QUE NESTE ESTADO A CORREGEDORIA – através dos seus delegados corregedores- auxiliares “ad hoc” – COONESTA A USURPAÇÃO DE FUNÇÕES.

AS FRESCAS DA HORTA

ola DR continuam mandando e-mail em nome do SR…..não estou mais abrindo nenhum, recebi um que a pessoa supostamente escreveu em espanhol… começava , veja.só: Chequeia….

MAS O ASSUNTO QUE ME TRAZ DE VOLTA É:
CIRETRAN x NEPOTISMO

PRIMEIRO LEIA A MATÉRIA:EDITORIAL DO CORREIO POPULAR EM 15/03/2008(só Hortolândia não apura nepotismo?, e o cunhado do homem( rei), e a esposa do outro homi ( dpm de horto)…..

Editorial Nepotismo: um mau exemplo que aborrece
A pressão de setores da sociedade, principalmente da imprensa, tem sido importante para que uma velha e imoral tradição brasileira (e não só brasileira) aos poucos passe a ser encarada como o que de fato é e, conseqüentemente, comece a ser extirpada da vida pública. Trata-se do nepotismo, a prática de autoridades empregarem parentes no serviço público — que muitas vezes nem trabalham — como forma de aumentar a renda familiar. Embora esteja muitas vezes legalizada — quando ela não é proibida explicitamente não pode ser reprimida legalmente, já que não há crime quando lei anterior não prevê — o fato é que o nepotismo se espalhou feito praga pelo Brasil e é responsável por desvios de consideráveis somas de dinheiro público para um único caixa, fazendo enriquecer famílias pelo simples fato de um dos seus membros ter sido eleito ou nomeado para um cargo importante no governo. Num País onde a corrupção nos brinda diariamente com novos casos, o nepotismo havia mesmo de proliferar como erva daninha — a semana foi recheada com a prisão de membros ligados ao PC do B que, num conselho federal, faziam fortuna com certificados arranjados para que empresas passassem a ser consideradas entidades beneficentes e não pagassem impostos. Assim, o cenário propício fez vicejar incólume no Brasil a prática por décadas e décadas. Só agora, quando a sociedade tem mais acesso às informações, quando a cobrança começa realmente a ser feita por grupos interessados na honestidade dos políticos, a pressão está fazendo autoridades recuarem e o Judiciário, através do Conselho Nacional de Justiça, iniciar uma espécie de cruzada contra o nepotismo. Cidades da região têm tomado atitudes dignas dessa nova era e exterminado casos notórios de verdadeiros grupos familiares que se instalaram no poder. Na região de Campinas, várias cidades estão arregaçando as mangas para combater o nepotismo, seja forçada pela Justiça ou Ministério Público, seja por iniciativa de projetos de lei, como vem informando o Correio Popular nas últimas edições. Vinhedo, Indaiatuba, Valinhos, Paulínia, Americana, Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste e Jaguariúna vivem situações diferentes no combate, mas oriundas do mesmo problema: a nefasta prática do emprego a parentes de autoridades públicas. E em todas elas parece haver mais alguma coisa em comum: a resistência dos empregadores que só deixam de engordar a renda familiar demitindo os parentes quando a pressão aumenta. E assim mesmo há casos como o da vereadora Dalva Berto, do PSDB de Valinhos, que continuará empregando um genro com a velha e esfarrapada desculpa de que, no caso, não há parentesco. Por essas e outras, é que a sociedade precisa se mobilizar mais ainda e exigir do Ministério Público ações que levem a um termo essas situações. Todos devem mesmo exigir dos governantes, sob pena de jamais votarem neles novamente, que encerrem essa prática. A começar, aliás, por Campinas, onde há fartos exemplos no Legislativo (parentes de vereadores ocupam cargos de comissionados) e também no Executivo. Ali, o prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) emprega a própria esposa, Rosely, no mais alto cargo do secretariado.
( ACHO QUE EM HORTOCITY NÃO TEM NEPOTISMO?)

ATÉ O SOGRO TÁ NO "ESQUEMINHA" DE HORTOLÂNDIA…UMA HORTA BALDIA

“caro Dr
fico envergonhado que os orgãos responsáveis de Horto, nem se manifestam…
O sogro de batata, veio da capital paulista e participa como sócio ou funcionário de uma auto escola ai em HORTOCITY.
A mulher de batata membro da Jari
Batata chefe da Ciretran.(pra bom entendedor…)
Taxa de cnh dobra para usuários. ( a Matematica no final do mês…..é sò saldo positivo para família)
Cunhado de prefeito exerce cargo de confiança na Prefeitura…
Fora o que desconheço…………….
ninguém apura nepotismo em H. City….pq?
Depois da matéria parte I , que foi encaminha ao Sr,todas as cidades da RMC promovem limpeza do nepotismo, menos Hortocity? acho que tem imunidade….será?

Ou tá faltando vergonha na cara de alguém…..???????”

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AMIGO É QUE PRA ESCUMALHA QUE DITA ORDENS NA REGIÃO ,HORTOLÂNDIA NÃO É CIDADE…
AINDA É QUINTAL…
HORTA SEM DONO.

"DE OMNI RE SCIBILI ET QUIBUSDAM ALIIS"…

Expressão bem a propósito de um prelado do sacro colégio pontifício da Polícia.
Outros a propósito…”a investigadora amante…(do prelado), cujo filho recentemente foi denunciado por envolvimento em extorsões praticadas contra empresários ,por ele e outros investigadores de roubos e extorsões, arrecada total ou parcialmente os salários dos investigadores e agentes policiais lá lotados; interessados em não trabalhar para poder fazer os “bicos”.
Pelo teor da denúncia não sei se o denunciado é filho da amante ou filho do prelado, mas aparentemente a família estorque unida.

BAR BODEGA…UM CRIME DE IMPRENSA? NÃO, APENAS MAIS UM CRIME DE POLICIAIS. 16

O livro de autoria do jornalista Carlos Dorneles, bem mais que “libelo contra os contumazes insufladores do preconceito de classe entre nós: o conjunto dos órgãos de comunicação social… aproveita para ressaltar o comportamento tíbio de certas autoridades em todo o trágico episódio: dois juízes de direito, alguns procuradores de justiça e o então secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo” (Fábio Konder Comparato) – revela como a Carreira de Delegado de Polícia acabou assassinada por alguns de seus membros.
O livro retrata o crime que ganhou as manchetes brasileiras como “BAR BODEGA”.

Todavia o pano de fundo para o cometimento das torturas e fabricação de “provas” contra inocentes, não foi tocado pelo escritor.

As autoridades e agentes policiais – muito mais do que a vaidade, competição, pressão da sociedade, da imprensa e da política – construíram a farsa motivados pela corrupção. Pela manutenção das “cadeiras” que lhes proporcionavam vantagens ilícitas ou, na melhor das hipóteses, pelo egoísmo do apego ao cargo de comando, ou seja, “autocorrupção” decorrente de interesse pessoal.

Delegados de Polícia não perdem o emprego por não lograrem êxito na elucidação de crimes. Podem perder o emprego pela omissão do dever de empenhar todo o esforço e diligência na busca da demonstração de todas as circunstâncias e autoria.

Mas podem perder a “cadeira”, ou seja, a titularidade de determinado órgão.

Na prática, em termos salariais, sem maiores prejuízos; salvo o sentimento interior, resultante da forma, nestes casos, em que acabam removidos.

Sob o estigma da incompetência.

E o ponto chave intocado pelo escritor: pelo medo de perder a cadeira – sob a pressão direta da hierarquia policial – acabam rasgando o Direito; atropelando todos e quaisquer princípios.

Perdem a “humanidade”; mostrando a sua essência.

Mercenários, nada além de mercenários.

O Relatório do Delegado, de fls. 223/234, datado de 23 de outubro de 1996, foi o nosso atestado de óbito.

O Doutor João Lopes Filho matou a Carreira; não fosse toda a empulhação “fabricada” para pronta satisfação aos superiores – a sociedade pouco importa; é tão periférica quanto os nove investigados transformados em autores do crime – apenas uma pequena frase em seu relatório já demonstraria o total desprezo pelas funções.

 
A egocentria o levou afirmar: “além desta autoridade, atuaram diretamente no caso o ilustre delegado de polícia assistente deste D.P. Dr. José Eduardo Jorge, o qual digitou, sob a presidência desta autoridade que subscreve todas as oitivas e interrogatórios…”.A egocentria o fez transformar outro Delegado num mero digitador.

Se ele – absolvido que foi – não torturou os inocentes, torturou o Direito; torturou o vernáculo, torturou o respeito que deveria guardar pela sua Carreira (digo o conjunto de Delegados de todo este Estado).

O relatório deve ser lido por todos os colegas que guardem amor ao próprio nome; mesmo aqueles que não tenham o mesmo sentimento pela Carreira. 

Deve ser lido e jamais imitado.
 
É uma peça que atesta total falta de profissionalismo; isto para dizer pouco.
As conseqüências objetivas do hediondo inquérito “retombado” (“sic”), ao referido Delegado:I. Uma Lei reprimindo a tortura aprovada de afogadilho;

II. A criação da Superintendência da Polícia Científica(Decreto nº 42.847/98);

III. A posterior assunção do Diretor do DHPP como Delegado Geral.

As conseqüências subjetivas indiretas: quem ler o livro fará a comparação entre o Delegado de Polícia, o Promotor de Justiça e o Juiz.

A conclusão dos leitores: Delegado de Polícia não é; nunca foi e não merece ser considerado “Operador do Direito”.

E o relatório, conseqüentemente todo o inquérito, deve ter passado pelo crivo do Dr. ALBERTO ANGERAMI – na ocasião Diretor do DECAP.

E o insigne PHD deve tê-lo aprovado; com todo o saber jurídico que lhe é próprio.

Tanto que o autor da peça foi, naquela ocasião, promovido por merecimento.

Afinal, o seu trabalho representava – e representa até hoje – o estilo de prelados do sacro colégio pontifício da Polícia Civil.

O estilo típico dos empulhadores do Direito e dos direitos; cuja máxima é traduzida nesta formula:

NÃO HÁ DIREITOS E GARANTIAS ABSOLUTOS…

Não há garantia individual absoluta; exceção à garantia ao absolutismo por eles defendido…

Ninguém possui direito a vida, a integridade física, à prole, ao pensamento e livre manifestação; portanto torturar ou matar –pobre, puta, veados e pretos – é natural.

 
Tão natural quanto afirmação de que em Embu e Taboão da Serra “prospera é apenas a pobreza e a super população, fatos que por si só endereçam as pessoas para a marginalidade e as drogas” (“sic”, fl. 224)…Enquanto na Polícia Civil, aparentemente, prosperam apenas a pobreza de princípios e a superpopulação de corruptos.

Enquanto Promotores de Justiça retombam inquéritos e mais inquéritos como o do Caso Bodega, os últimos Delegados de Polícia ainda compromissados com a Justiça…Tombam indefesos.

(foto: Cassio Gabus Mendes – um dos donos do Bar Bodega – interpretando o famigerado bate-pau  engravatado denominado PAPA).