FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA SEGURANÇA PÚBLICA. Resposta

Frente parlamentar aponta descaso com a segurança pública

Da assessoria do deputado Major Olímpio

Sob a coordenação do deputado Major Olímpio (PV), foi lançada nesta quinta-feira, 21/6, a Frente Parlamentar em Defesa da Segurança Pública, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
O objetivo da frente é fazer do Parlamento paulista um local para debater o descaso do governo com a segurança pública e receber sugestões para fortalecer os órgãos policiais e penitenciários do Estado, a fim de contribuir com o combate ao crime organizado.
Diversas entidades classistas participaram do evento em apoio à Frente Parlamentar e à atuação do Major Olímpio, como a Associação dos Oficiais da Polícia Militar, a Associação dos Oficiais da Reserva, o Sindicato dos Delegados de Polícia, o Sindicato dos Peritos Criminais, a Associação dos Bombeiros, a Associação dos Agentes Penitenciários, a Associação Paulista de Imprensa e organismos representativos do funcionalismo público.
De acordo com o Major Olímpio, a Frente Parlamentar em Defesa da Segurança Pública, que conta com a adesão de outros 17 deputados, é um instrumento suprapartidário, que vai representar os anseios e as reivindicações da população de São Paulo.
“Vamos discutir a falta de segurança e o aumento da criminalidade, que são as maiores preocupações da sociedade. Eu só lamento que o secretário de Segurança Pública e os altos escalões da polícia não tenham comparecido a este evento para ouvir as associações representativas e a sociedade civil, que muito têm a contribuir na busca de soluções para o grave problema da segurança pública e do sistema prisional do Estado de São Paulo”, afirmou o deputado.
O Major Olímpio também garantiu que a frente parlamentar não se intimidará com pressões por parte do governo estadual e vai ser combativa diante da ação das organizações criminosas e dos escândalos em função de atos ilícitos praticados por agentes públicos.

AS PROPINAS DO DIA 15 E DO DIA 30. Resposta

FORUM ADPESP

por *robertocguerra* em 11/03/2007 às 17:48Os policiais do DF e da PF,
não contam com a folha de pagamento paralela tal qual neste Estado,
aquela do 15º e 30º dia útil. Só não vê quem não quer. Nós seremos
valorizados se e quando eliminarmos tal prática. A corrupção é que nos
mantém subvalorizados, o resto é papo furado. Se é para sofrer enquanto
gente inescrupulosa enriquece ilicitamente, melhor que o MP presida
inquéritos, que Oficial PM lavre flagrantes , soldados elaborem TCs.
Colegas Diretores e Seccionais são muito valentes quando se trata de
prejudicar um subalterno, alguns beirando a grosseria , violência moral
e, por pouco física. Todavia, diante de um Juiz de um Promotor, até
mesmo de um político, se revelam efeminados, tal as mesuras e
delicadezas com as quais os distinguem.

por *robertocguerra* em 11/03/2007 às 17:56E tal fraqueza diante de
autoridades externas é fruto da falta de compromisso com a Carreira,
apenas com a cadeira que lhe confere os benefícios ilícitos. Pelos
vencimentos seriam todos plantonistas, não se matariam pelos cargos
elevados. O Governo sabe e os agradece.

MANDADO DE INTIMIDAÇÃO! Resposta

MANDADO DE NOTIFICAÇÃO

O Doutor WALDOMIRO BUENO FILHO, Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior DEINTER 6 – SANTOS, no uso de suas atribuições e no poder correcional inerente ao seu múnus, reitera ao Senhor Dr. Roberto Conde Guerra, RG e CPF, Delegado de Polícia classificado neste Departamento em exercício na sede da Delegacia Seccional de Polícia de Santos, que se encontra desde o dia 31/05/2007 à sua disposição o Ofício n. 407/2007 que o colocou à disposição da Delegacia Geral de Polícia à vista de sua remoção para o Deinter-9- Piracicaba, Município de Hortolândia?SP. Faz saber ainda ao Delegado notificado QUE APESAR DE SEU ABANDONO DE CARGO( grifo nosso), objeto de comunicação de faltas injustificadas até o presente, o mesmo terá 48(quarenta e oito) horas de prazo (vencimento até às 16:00 horas de 22 do corrente) para que retire junto a Seção de Pessoal o indigitado Ofício n. 407/2007, sob pena de suspensão de seu pagamento até satisfação desta determinação nos precisos termos do artigo 82 da Lei Complementar n. 207/79, parcialmente modificada pela Lei Complementar nº. 922/2003. A presente notificação deverá ser cumprida pessoalmente por Investigadores de Polícia do Corpo de Segurança deste Departamento. HAVENDO RECUSA OU ESCONDENDO-SE O NOTIFICADO, COMO VEM OCORRENDO, PARA EXIMIR-SE DE SUAS OBRIGAÇÕES, DEVERÃO OS EXECUTORES FORNECER CIRCUNSTANCIADO RELATÓRIO A RESPEITO, SERVINDO ESSE COMO PROVA MATERIALIZADA DE CONTUMAZ RECALCITRÂNCIA E DESOBEDIÊNCIA DO DR. ROBERTO CONDE GUERRA(grifo nosso). Dada e passada nesta cidade de Santos/SP, às 15:))(quinze) horas do dia 19(dezenove) de junho do ano de dois mil e sete(2007). Eu, Silvia Luzia Cesarino, Escrivâ do cargo do Senhor Diretor, que o digitei e com ele assino. Cumpra-se.

Sr. DIRETOR eu não imputei ao Sr. recebimento de vantagens ilícitas, ou quaisquer outros crimes. Se o Senhor não teve tempo necessário para verificar as irregularidades nesta região culpa não me cabe. Também, culpa não me cabe se o Sr. Seccional é politicamente mais forte que Vossa Senhoria. As irregularides que dei conta são antecedentes a sua gestão. Se o Senhor tem laços de amizade e se melindrou por outrem, nada posso fazer a respeito. Agora, a sua notificação é intimidativa e não retrata a verdade. Não sei se foi elaboração intelectual de Vossa Senhoria, mas o Senhor subscreveu calúnia, difamação e grosserias a meu respeito.Me dando o direito de retrucar. Eu não abandonei o cargo, tampouco faltei. O Senhor, ou outrem ,me afastou das funções desde o dia 23 de maio. No dia 31 foi publicada a minha remoção. O Senhor deveria conhecer a Lei e a contagem dos prazos. Também, deveria fazer com que a Administração efetivasse a entrega da ajuda de custo que me é devida. Eu não fui removido para a esquina da minha casa. O Senhor conhece a legislação? O Senhor tem estudado Direito Administrativo e Direito Constitucional ? Saiba que de 1988 para cá – quase duas décadas – muita coisa mudou. Não vivemos no seu áureo tempo da Ditadura Militar, quando pessoas como o Senhor ditavam regras conforme melhor lhe aproveitasse. Já foi o tempo em que militar cagava regra; e Delegado corrupto e torturador baixava a cabeça e as calças para não perder os despojos. E o Sr. é notório admirador do “Fleury”, ponha uma foto dele na entrada do Palácio e lhe renda homenagens. Não tem coragem? Se eu o admirasse teria. EU NÃO ESTOU ME ESCONDENDO PARA ME EXIMIR DE OBRIGAÇÕES. Ordens manifestamente ilegais, como a sua notificação, não devem ser cumpridas.

O Senhor é mesmo muito mal informado, eu fui procurado, apenas, no dia 13 pelo Sr. Alan, e no dia 14 falei com a Sra. Lílian, sendo que eu mesmo telefonei para eles. O Senhor não está reiterando coisa alguma, está formulando enredo, após receber no dia 18 p.p., a petição endereçada ao Exmº Delegado-Geral, para me causar maiores prejuízos. O Senhor confirma aquilo que há anos é conhecido por todos…Conselheiros deveriam ser eleitos pela classe, se assim fosse autoridades despreparadas não determinariam o nosso triste destino. Teríamos o respeito de todos…Seriamos bem remunerados…Não necessitaríamos de quinzenas de bicheiros e caterva. CUMPRA AS SUAS FUNÇÕES E ACABE COM A CORRUPÇÃO NO SEU DEPARTAMENTO….NÃO FAÇA COAÇÃO AOS DIRIGENTES SINDICAIS…greve é assunto que não lhe diz respeito, pois o Senhor é muito bem remunerado. Em tempo: como a sua notificação foi passada por várias mãos e deixada na portaria do edifício em que resido, me dou o direito de publicá-la, fazendo os necessários comentários. É ato administrativo, portanto público , além de pertinente a minha pessoa. Também, há o interesse público de saber aquilo que se passa intestinamente. A Polícia pertence aos cidadãos, não nos pertence. A eles devemos contas. Também, os demais funcionários e autoridades devem saber como é que se atropela o Direito neste nosso órgão. O Senhor trabalhou no DOPS? O Senhor já eliminou pessoas? O Senhor já torturou? O Senhor já perseguiu colegas de classes inferiores, por mera vaidade? Eu nunca. E Doutor o seu Departamento está desmoralizado e corrompido, cumpra o seu dever: conserte. E Doutor não esqueça, a fortuna é caprichosa, o Senhor pode perder o cargo antes de mim. Há dezenas cobiçando a sua cadeira…Eu não tenho cadeira…Eu já não tenho mais Carreira.

A DEMOCRÁTICA E LEGALISTA POLÍCIA CIVIL DE SANTOS. Resposta

O teor da petição anteriormente postada, devidamente protocolada no Departamento, visto que o i. titular do 7º DP e da Seccional, entenderem não poder dar-lhe encaminhamento, não possui quaisquer valores. Especialmente pelo fato de ter sido redigida em aramaico – sim aramaico – o Direito é indecifrável para determinadas autoridades policiais. Especialmente aqueles que dominam, apenas, a linha do varal. Lei aqui é o “péssimo” costume administrativo. O costume de se desrespeitar, sistematicamente, a Lei. E, depois, perseguir aqueles que, decorrentemente dos abusos, acabam se colocando contrariamente aos desmandos. A retaliação, mais uma vez, não demorou. Hoje, há poucos minutos, tive a comprovação da falta de compromisso com o Direito.
Recebi uma notificação do ínclito Dr. Waldomiro Bueno Filho, Diretor do Deinter-6, demonstrando desconhecimento legal para o exercício das funções como gestor de recursos humanos e materiais de um grande Departamento Policial. É um “polícia”, apenas “polícia”. Atropela a lei, distorce os fatos e falta com a verdade em documento oficial de cunho intimidativo. Também, não se poderia esperar melhor de um homem que ,internamente, faz elogios rasgados ao Delegado Sérgio Fleury, reputando-lhe como o “maior delegado da polícia civil Paulista” . Que, em preleções durante reuniões de trabalho, afirma “sorrir para os policiais militares”, mas pelas costas “lhes enfia punhal”. Prepotência…Arrogância…Ignorância. Me afastou das funções, promoveu a minha remoção disfarçadamente “no interesse do serviço policial”, não providenciou a devida ajuda de custo, e, agora, afirma que eu venho me escondendo para me eximir das obrigações e pretendendo fazer prova “de contumaz recalcitrância e desobediência do “Dr. Roberto Conde Guerra”. Ainda, ameaça “a pena de suspensão de seu pagamento até satisfação desta determinação”. Viu o meu saldo bancário, pelo que sabe da minha dificuldade e necessidade dos vencimentos. . Todavia, não consignou que, no dia 18/06/2007(2ª feira, por volta das 18h30), eu, pessoalmente, protocolei a petição endereçada ao Exmo Delegado-Geral requerendo a invalidação da remoção. Como não é preparado para o debate jurídico de alto nível, vez que foi formado com as técnicas expeditas de outrora, ou seja, arbitrariedade, leu a petição e se ofendeu.E, claro, ficou com receio fazendo expedir tal notificação com a pretensão de me intimidar e fazer fogo de encontro. E tem receio, talvez, por ter concorrido para a ilegalidade.Doutor Waldomiro eu não estou me escondendo; apenas não estou a sua disposição, não sou seu empregado. Primeiramente, cumpra a Lei, não distorça os fatos. Senhor Diretor os termos do seu mandado de notificação ilustra os motivos de o Delegado não possuir mais o “status” de operador do Direito.Com efeito, aquilo que escrevi, acerca do fisiologismo e nepotismo em Santos, é verdadeiro; veio de fonte fidedigna e estimada por todos deste Departamento. Apenas, por conta própria, eu deveria ter acrescentado que aqui impera, da mesma forma, o despotismo. Eu não sou “adivinho” e não faria ilações. Ouvi de um superior; ouvi muito mais acerca de negociatas envolvendo chefias. Portanto, ainda nascerá gente capaz de me intimidar; e terá que ser muito mais correto que eu. E o Senhor não é; e nunca será mais correto que eu, quando muito igual. Não sou bandido, não tenho o rabo preso e nunca fui parceiro da criminalidade organizada. E não recebo R$ 40.000,00( quarenta mil reais), por mês. Por fim, me lancei em águas revoltas, mas quem me revelou os informes não deveria ter me atirado “uma âncora”. Obrigado, meu anjo.

UM HOMEM CORRETO NÃO INTIMIDA OUTREM Resposta

DÉCIO desculpe-me, discordar de você, mas eu , também, “não confio na polícia, raça do caralho”( conforme cantam os rappers). Especialmente em muitos dos nossos pares, Delegados de Polícia. Hoje, há poucos minuntos, tive a comprovação. Recebi uma notificação do ínclito Dr. Waldomiro Bueno Filho, Diretor do Deinter-6, demonstrando despreparo e desequilíbrio para o exercício das funções como gestor de um grande Departamento Policial. Atropela a lei, distorce os fatos e falta com a verdade em documento oficial de cunho intimidativo. Também, não se poderia esperar melhor de um homem que ,internamente, faz elogios rasgados ao Delegado Sérgio Fleury, reputando-lhe como o “maior delegado da polícia civil paulista” . Que, em preleções durante reuniões de trabalho, afirma “sorrir para os policiais militares”, mas pelas costas “lhes enfia punhal”. Para homens como ele eu dedico os meu escrito “GÊNESE DO DELEGADO COVARDE”, essa gente que vive ainda na ditadura…Prepotentes…Arrogantes…Ignaros. Me afastou das funções, promoveu a minha remoção disfarçadamente, não providenciou a devida ajuda de custa, e, agora, afirma que eu venho me escondendo para eximir-me das obrigações e pretendendo fazer prova “de contumaz recalcitrância e desobediência do “Dr. Roberto Conde Guerra”. Todavia, não consignou que, no dia 18/06/2007(2ª feira, por volta das 18h30), eu, pessoalmente, protocolei uma petição endereçada ao Exmº Delegado-Geral requerendo a invalidação da remoção. Como não é preparado para o debate jurídico de alto nível, vez que foi formado com as técnicas expeditas de outrora, ou seja, arbitrariedade, leu a petição e se ofendeu e, também, ficou com receio, fazendo expedir tal notificação com a pretensão de me intimidar. Entretanto, ainda nascerá o colega capaz de me intimidar, terá que ser muito mais correto do eu. Mas, homem correto não intimida outrem.

AUMENTO SALARIAL – 0 SHABAT – E A PC DO SERRÓQUIO Resposta

Re: AUMENTO SALARIAL – O SHABAT – A PC DO SERRÓQUIO.

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— Em delegadosdepolicia@…, DÉCIO
escreveu
>
> ALGUÉM SABE INFORMAR QUAL FOI O AUMENTO SALARIAL?
>
> POIS O PRAZO PEDIDO (IMPOSTO) PELO SECRETÁRIO, VENCEU ONTEM.

Ontem(SHABAT), dia para pensar e crescer, para falar com as pessoas
porque elas são pessoas, de cantar com a família à mesa, de orar, de
elevar o espírito e os ideais, dia de se amar, dia de cultuar a
verdade e a beleza espiritual e, também, a nossa beleza carnal…a
nossa saúde. Shabat para se namorar, para dançar e se impregnar de
Deus. Para se beber com moderação, aqueles que gostam. Dia de se
desarmar…dia de estudar ou ler um livro…ouvir boa
música…saborear boa comida. Dia de se renunciar aos domínios
particulares e se libertar da cadeia do mundo material.
Hoje é domingo… Missa, praia , azul anil e, sangue na avenida
Brasil. Embora, agora, chova; e a praia, ainda, está vazia. Digo, ainda, pois
a noite chegam os “baladeiros” e, mesmo da minha cobertura frente ao
mar, não fico a salvo do PUM…PUM…E de ouvir “vamos subi os
verme”…”chega de pagar estia”…Acho que vou mesmo para
Hortolândia…rss!

Décio, vamos aguardar até o próximo 5º dia útil. Ou, até, 1º de Abril.
Afinal, nos denominam a “PC do Serróquio”.

Re: CAMPANHA: "TIRAS" DE GRAVATA NUNCA MAIS! Resposta

Re: CAMPANHA: “TIRAS” DE GRAVATA NUNCA MAIS!

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— Em delegadosdepolicia@…, DÉCIO
escreveu
>
> Caro Guerra, mais uma vez você falando coisas do nosso cotidiano
que quase ninguém percebe.
>
> Estou agora me perguntando: Para que serve o chefe dos tiras, senão
quebrar galho do titu, e intermediário de corrupção.

DÉCIO: a maioria – nem todos vejam bem – para fofocas maldosas em
desfavor dos plantonistas e funcionários que não “se enquadram” para
eles. Para lamber as bolas dos seus colegas em chefias superiores.
Lamber bolas de políticos e “criminosos” ricos, principalmente
dos “banqueiros do zoo”.Também, alguns chefes de seccionais e
departamentos, para vender as chefias das unidades subordinadas. A
maioria “bundões”, na hora do aperto deixam o Delegado na mão; que,
invariavelmente, é melhor “na briga” e “no tiro”. Ainda bem que nós
temos os valorosos Agentes Policiais e as Sras. Escrivãs. Pois, dos
escrivães de hoje em dia esperem, apenas, sempre o pior, salvo um ou
outro. É claro: o chefe serve, acima de tudo, para “banhar” o Titular
e todos os demais, pois metade do que deveria dividir embolsa. Já
percebeu como essa “casta” é rica…folgados…arrogantes e
prepotentes.

CAMPANHA: "TIRAS" DE GRAVATA NUNCA MAIS! 2

DELEGADO DE POLÍCIA É INSTITUIÇÃO; a Polícia Civil um órgão estatal criado e estruturado para auxiliar as atividades da autoridade de polícia judiciária. O Delegado de Polícia não é, ontologicamente, agente policial.É anterior e razão de a Polícia Civil existir.É o único dirigente dos serviços e dos funcionários. Deve pensar e agir, estritamente, como operador do Direito. Chega de investigadores-chefes, muitos servindo, apenas, como intermediários da corrupção.

FORUM ADPESP – DESAGRAVO AO DR. CLÁUDIO XAVIER. Resposta

por *robertocguerra* em 11/03/2007 às 17:48Os policiais do DF e da PF,
não contam com a folha de pagamento paralela tal qual neste Estado,
aquela do 15º e 30º dia útil. Só não vê quem não quer. Nós seremos
valorizados se e quando eliminarmos tal prática. A corrupção é que nos
mantém subvalorizados, o resto é papo furado. Se é para sofrer enquanto
gente inescrupulosa enriquece ilicitamente, melhor que o MP presida
inquéritos, que Oficial PM lavre flagrantes , soldados elaborem TCs.
Colegas Diretores e Seccionais são muito valentes quando se trata de
prejudicar um subalterno, alguns beirando a grosseria , violência moral
e, por pouco física. Todavia, diante de um Juiz de um Promotor, até
mesmo de um político, se revelam efeminados, tal as mesuras e
delicadezas com as quais os distinguem.Além da perseguição funcional.
postado por *robertocguerra* em 11/03/2007 às 17:56. E tal fraqueza diante de
autoridades externas é fruto da falta de compromisso com a Carreira,
apenas com a cadeira que lhe confere os benefícios ilícitos. Pelos
vencimentos seriam todos plantonistas, não se matariam pelos cargos
elevados. O Governo sabe e os agradece.

A POLÍCIA CIENTÍFICA ATESTA A BENEFICÊNCIA DOS CAÇA-NÍQUEIS. Resposta

SP: caça-níquel pagaria até 118% das apostas

O Instituto de Criminalística de São Paulo emitiu em setembro e outubro de 2006 laudos periciais nos quais afirma que as máquinas de caça-níqueis no Estado pagariam até 118,3% das apostas feitas. Isso significa que, em todas as realizadas em alguns aparelhos, o apostador sairia vencedor. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
Os caça-níqueis investigados pelos peritos estavam em bingos da capital e faziam parte de quatro inquéritos do Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado sobre crimes de sonegação fiscal, crime contra a economia popular e jogo de azar.

Ao todo, os peritos analisaram nos quatro bingos investigados, por amostragem, 55 máquinas. Dessas, a que menos retornava aos jogadores, segundo a perícia, estava no Bingo Formosa e pagava 78,7%. Todas as outras 54 retornavam aos jogadores mais do que esse índice, sendo que outra, também do Formosa, pagava 118,3% das apostas feitas.

Redação Terra

APENAS 27! ESQUEMA DE PROPINA NA POLÍCIA PAULISTA Resposta

13/06/2007 – 17h55 – Atualizado em 13/06/2007 – 17h58

27 policiais civis de SP são suspeitos de ligação com caça-níqueis
Corregedoria anunciou quebra de sigilo bancário e telefônico para agentes investigados.
Ministério Público vai requisitar cópia de escutas telefônicas feitas pela PF.
Do G1, em São Paulo, com informações TV Globo
entre em contato
Saiba mais

» Caça-níqueis: policiais são ouvidos

» Grampos da PF indicam esquema de propina na polícia de SP

» PM é preso por fraudar lista de propinas em SP

» Polícia investiga suposto esquema de propina em delegacias de SP

A Corregedoria da Polícia Civil anunciou na tarde desta quarta-feira (13) ter identificado 27 policiais civis de São Paulo suspeitos de receber propinas de empresários ligados à máfia dos caça-níqueis investigados pela Polícia Federal na Operação Xeque-Mate. De acordo com o diretor da Corregedoria, Francisco Alberto de Souza Campos, os policiais terão os sigilos bancários e telefônicos quebrados.

Segundo Campos, os policiais serão ouvidos no inquérito comandado pela delegada Cinthia Maria Quaggio a partir desta semana. Também nesta quarta-feira, o Ministério Público Estadual anunciou que vai requisitar cópias das escutas realizadas pela Polícia Federal da Operação Xeque-Mate.

De acordo com o promotor Luiz Antônio Nusdeo, do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep), as escutas apontam fortes indícios de que policiais receberam propinas provindos de empresários que exploram os jogos caça-níqueis em São Paulo.

Investigação
A Polícia Federal gravou conversas que indicam que o advogado Jamil Chokr levava dinheiro para pagar propina a policiais civis de São Paulo quando sofreu um acidente na Marginal Tietê, no dia 25, possibilidade que já vinha sendo investigada pela corregedoria da Polícia Civil.

As conversas foram gravadas pelos agentes durante as investigações que resultaram na Operação Xeque-Mate, no dia 4, e flagraram advogados e empresários de São Paulo que estariam ligados à máfia dos caça-níqueis comentando a descoberta de dinheiro e documentos no carro de Chokr. Entre os papéis havia uma lista com indicações de pagamentos para “DPs”, que, para os investigadores, seria uma relação de pagamento de propina para Distritos Policiais de São Paulo.

Antes das escutas feitas pela PF, a apreensão de documentos no escritório e na casa do advogado já tinham reforçado os indícios de que a lista era uma relação de propinas. Na investigação aberta, a Corregedoria da Polícia Civil, responsável pelas investigações, só ouviu quatro pessoas até agora no inquérito aberto sobre o caso – justamente os PMs e a delegada que apreenderam o material com Chokr.

No dia 25, um motociclista tentou roubar o advogado. Ao fugir, Chokr bateu seu Vectra blindado. Quando o socorreram, PMs acharam a lista de propina e R$ 27 mil em envelopes endereçados a 29 endereços diferentes que os investigadores acreditam ser de distritos e delegacias seccionais de São Paulo. Recuperado do acidente de carro, o advogado deixou o hospital na quarta-feira (6). Durante seu tratamento, ele recebeu escolta policial.

APENAS 27! Resposta

13/06/2007 – 17h55 – Atualizado em 13/06/2007 – 17h58

27 policiais civis de SP são suspeitos de ligação com caça-níqueis
Corregedoria anunciou quebra de sigilo bancário e telefônico para agentes investigados.
Ministério Público vai requisitar cópia de escutas telefônicas feitas pela PF.
Do G1, em São Paulo, com informações TV Globo
entre em contato
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» Caça-níqueis: policiais são ouvidos

» Grampos da PF indicam esquema de propina na polícia de SP

» PM é preso por fraudar lista de propinas em SP

» Polícia investiga suposto esquema de propina em delegacias de SP

A Corregedoria da Polícia Civil anunciou na tarde desta quarta-feira (13) ter identificado 27 policiais civis de São Paulo suspeitos de receber propinas de empresários ligados à máfia dos caça-níqueis investigados pela Polícia Federal na Operação Xeque-Mate. De acordo com o diretor da Corregedoria, Francisco Alberto de Souza Campos, os policiais terão os sigilos bancários e telefônicos quebrados.

Segundo Campos, os policiais serão ouvidos no inquérito comandado pela delegada Cinthia Maria Quaggio a partir desta semana. Também nesta quarta-feira, o Ministério Público Estadual anunciou que vai requisitar cópias das escutas realizadas pela Polícia Federal da Operação Xeque-Mate.

De acordo com o promotor Luiz Antônio Nusdeo, do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep), as escutas apontam fortes indícios de que policiais receberam propinas provindos de empresários que exploram os jogos caça-níqueis em São Paulo.

Investigação
A Polícia Federal gravou conversas que indicam que o advogado Jamil Chokr levava dinheiro para pagar propina a policiais civis de São Paulo quando sofreu um acidente na Marginal Tietê, no dia 25, possibilidade que já vinha sendo investigada pela corregedoria da Polícia Civil.

As conversas foram gravadas pelos agentes durante as investigações que resultaram na Operação Xeque-Mate, no dia 4, e flagraram advogados e empresários de São Paulo que estariam ligados à máfia dos caça-níqueis comentando a descoberta de dinheiro e documentos no carro de Chokr. Entre os papéis havia uma lista com indicações de pagamentos para “DPs”, que, para os investigadores, seria uma relação de pagamento de propina para Distritos Policiais de São Paulo.

Antes das escutas feitas pela PF, a apreensão de documentos no escritório e na casa do advogado já tinham reforçado os indícios de que a lista era uma relação de propinas. Na investigação aberta, a Corregedoria da Polícia Civil, responsável pelas investigações, só ouviu quatro pessoas até agora no inquérito aberto sobre o caso – justamente os PMs e a delegada que apreenderam o material com Chokr.

No dia 25, um motociclista tentou roubar o advogado. Ao fugir, Chokr bateu seu Vectra blindado. Quando o socorreram, PMs acharam a lista de propina e R$ 27 mil em envelopes endereçados a 29 endereços diferentes que os investigadores acreditam ser de distritos e delegacias seccionais de São Paulo. Recuperado do acidente de carro, o advogado deixou o hospital na quarta-feira (6). Durante seu tratamento, ele recebeu escolta policial.

NOME AOS BOIS Resposta

13 de junho de 2007 – 21:36
Advogado ligado a jogos teve empresa ligada à propina

Investigações apontam esquema que rendia R$ 600 mil mensais a policiais
Bruno Paes Manso

SÃO PAULO – O advogado Jamil Chokr, suspeito de pagar propinas da máfia do jogo a equipes de delegacias da cidade de São Paulo, já foi investigado por subornar policiais. Chokr foi sócio-gerente da empresa de máquinas caça-níqueis Reel Token, envolvida em um esquema de corrupção que, segundo investigações do Ministério Público Estadual (MPE), rendia R$ 600 mil mensais em propinas a policiais civis de São José dos Campos.

O envolvimento da empresa de Chokr com pagamento de propinas a policiais foi investigado por promotores do Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção ao Crime (Gaerco) do Vale do Paraíba, entre os anos de 2002 e 2003. Um dos sócios da Reel Token, o empresário português Aires Simões Correa, e o gerente da empresa, Rafael Tepedino Filho, foram denunciados pelo MPE por corrupção ativa.

Chokr não chegou a aparecer nos telefonemas gravados durante as investigações e, por isso, não foi denunciado. Em maio de 2005, contudo, quando Correa foi depor no MPE, Chokr o acompanhou como advogado de defesa. Os promotores levantaram o contrato social da Reel Token e descobriram que, até aquela data, Chokr também era sócio da empresa. “Na época, achamos estranho o advogado de defesa ser sócio do acusado”, afirmou o promotor Flávio Albernaz.

As investigações levaram o MPE a denunciar 15 policiais da Seccional de São José dos Campos, entre eles o delegado titular, Roberto Monteiro de Andrade Júnior. Treze empresários ligados ao jogo e ao esquema de corrupção também foram alvos de denúncia.

Na época, o escândalo derrubou toda a cúpula da Polícia Civil da região, incluindo o seccional e o chefe da polícia no Vale do Paraíba (Deinter-1), Antonio Carlos Gonçalves da Silva.

Passados quatro anos do escândalo, nenhum dos policiais foi punido. O antigo seccional assumiu um posto importante, o de delegado da Divisão Policial de Portos, Aeroportos e Proteção ao Turista (Deatur). Treze policiais continuam trabalhando no Vale do Paraíba e um deles se aposentou.

A Corregedoria da Polícia Civil investigou o caso. Foram ouvidos os policiais e empresários suspeitos, que negaram as acusações. As investigações do MPE não foram levadas em conta e a corregedoria recomendou a absolvição de todos os policiais. Em um dos casos, a corregedoria aguarda a decisão do Judiciário para se pronunciar.

Repercussões
As repercussões do caso não pararam nas denúncias feitas pelo Gaerco e resvalaram no delegado-geral da época, Marco Antônio Desgualdo. Em julho de 2003, Desgualdo foi interceptado em escutas autorizadas pela Justiça conversando com um assessor, o delegado Luiz Carlos Santos, o China.

No diálogo, Desgualdo revelou que o delegado Silva, chefe do Deinter-1 e membro do conselho da instituição, estava “grampeado” pelo MPE. Ele afirmou ainda que a mulher de Silva, Geni, “foi filmada no Novotel (de São José) com bicheiros”. Disse não saber se iriam “estourar ou não” o esquema nem se daria para “contornar” a situação.

Na época, Desgualdo alegou que telefonou para China para cobrar a apuração do caso. Procurado ontem, ele não quis comentar o caso. O mesmo ocorreu com Andrade Junior.

Interdição
Oito bingos foram fechados ontem nas cidades de São José dos Campos, Jacareí e Caraguatatuba, na região do Vale do Paraíba e litoral norte paulista. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal e pela Advocacia Geral da União. Os estabelecimentos podem ser multados em R$ 50 mil por dia, caso descumpram a interdição.

Entenda o caso

25/5 – No carro do advogado de donos de caça-níqueis Jamil Chokr, PMs encontram envelopes com dinheiro e marcação de DPs. Chokr fugia de um assalto em seu Vectra blindado. A Corregedoria investiga o caso

28/5 – Os números nos envelopes coincidem com os de distritos policiais de São Paulo. A numeração vai de 1 a 105. A Corregedoria da Polícia Militar prende um PM que teria confessado a fraude na lista com as iniciais dos DPs e nos 31 envelopes com dinheiro

29/5 – Vazamento da suposta relação de propinas pagas a distritos policiais faz as cúpulas das Polícias Civil e Militar trocarem acusações

1/6 – Um dia depois de ser citado em uma lista de supostos beneficiados com propina para não agir contra pessoas ligadas a jogos de azar, o Departamento de Polícia Judiciária (Decap) faz operação que apreende 2.204 máquinas caça-níqueis e fecha sete bingos em São Paulo

4/6 – Corregedoria da Polícia Civil pede quebra de sigilo telefônico de pelo menos 25 investigadores que chefiam equipes em distritos de São Paulo

13/06 – Grampos da Polícia Federal confirmam que Chokr subornava a polícia de São Paulo. Empresário flagrado na Operação Xeque-Mate diz em gravação que “terá de achar desculpa plausível” para lista achada com advogado

Colaborou Simone Menocchi