CONTRAVENÇÃO ISSO POOODE! TRÁFICO ISSO NÃO POOODE! Resposta

Sábado, 6 de outubro de 2007, 19h17

Abadia: afastados 8 policiais suspeitos de extorsão
Oito policiais civis de São Paulo foram afastados neste sábado acusados de extorquir comparsas do traficante colombiano Juan Carlos Ramires Abadia. Até o final das investigações, quatro delegados, três investigadores e um agente policial vão cumprir funções burocráticas na polícia.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o afastamento não tem caráter punitivo. Os policiais foram mudados de função, segundo a secretaria, para dar transparência às investigações feitas pela Corregedoria da Polícia Civil.
Os delegados afastados foram: Pedro Luis Pórrio, Irani Guedes Barros e Roberto Cônsul. Os investigadores Helio Basio dos Santos, André Ramos, Francisco Carlos Vinte e Cinco, Ricardo Moreli e o agente policial Severino da Silva também ficarão fora de suas funções.

O anunciado afastamento das autoridades e dos policiais, salvo melhor entendimento, se mostra, no mínimo, temerário.

O denunciante não merece credibilidade e o doutor Porrio – demonstrando fidedignamente não possuir quaisquer envolvimentos nos fatos – se manifestou publicamente; abrindo mão dos sigilos fiscal e bancário.

Por outro aspecto há casos de notório envolvimento de policais e autoridades com as máfias dos caça-níqueis e bingos, nos quais não se verifica o mesmo rigor.

Será que vale o antigo bordão: contravenção pode, tráfico não pode!

Só na Seccional de Santos!- 4a. classe faz correição em Unidades de 1a. classe 17

Se servir pro teu blog, use, já que é uma vergonha !
Como vc. sabe o Paulinho é assistente e 4a. classe, então, nas correições, como o Arakaki está de licença, o Paulinho se reveza com a Míriam e faz a correção de fato.
Ou seja, ele verifica todos os procedimentos e livros e depois o Brito, Seccional, vem e carimba. A Míriam como 2a. classe pode ser comissionada e chefiar uma unidade, agora ele !
Ora, como um 4a. classe pode correicionar uma unidade policial ?
É a mesma coisa que o cabo fiscalizar o Capitão, só que na PM isso não ocorre, por isso que eles estão mil anos na nossa frente.

A IRREGULARIDADE EM QUESTÃO – TÍPICA DO NEPOTISMO – IMPLICARIA, PELA HIERARQUIA MILITAR, EM 1º tenente supervisionando os trabalhos de diversas companhias e batalhões. Será que ninguém representa em virtude de o Delegado em questão ser filho de vereador e irmão de deputado estadual?

"ONDE ESTÁ A POLÍCIA?" 17

ONDE ESTÁ A POLÍCIA????” Luciano Hulk
PREZADOS AMIGOS, Com esta indagação, o empresário e apresentador, LUCIANO HUCK, da Rede Globo, postou em Jornal de grande circulação em São Paulo, usando (e abusando) de sua influência (pessoal e econômica), um artigo, em que “clama” pela Polícia, exige a “Tropa de Elite”, e pede a presença do “Capitão Nascimento”…Na semana passada, o famoso empresário, teve seu ROLEX roubado, em um sinal de trânsito, por um motociclista, que emparelhou com seu veículo, apontou um revólver 38 para sua cabeça, e exigiu a entrega do relógio. E para meu “espanto”, alega o apresentador, que “está na hora de discutir Segurança Pública”…É engraçada a capacidade de certas pessoas, de só olhar o próprio umbigo. Enquanto “os outros” são roubados em sinais, nas ruas, nos ônibus, tudo bem… Bastou o Sr Huck ser vítima de um crime, que aliás, pelo menos aqui no Rio, acontece a séculos, para ser “hora de discutir Segurança Pública”… SERIA MESMO CASO DE SEGURANÇA PÚBLICA, Sr. HUCK ????Em primeiro lugar, a Polícia no Brasil é POLÍTICA. Seja no âmbito federal ou estadual, é POLÍTICA, e como tal, faz POLÍTICA DE ESTADO !! Então eu pergunto, a questão seria, “ONDE ESTÁ A POLÍCIA”, ou ONDE ESTÃO OS POLÍTICOS, Sr. HUCK ??? É claro que é mais fácil falar mal da Polícia, não é mesmo, Sr. HUCK ??”A Polícia não faz nada”, ou “a Polícia não prende”, é o que estes “babacas” mais falam, quando perdem um reloginho, ou um brinquedinho importado… Esquecem que tal qual a “banana”, a Polícia prende sim !!! Mas tal qual o ”mamão”, quem solta estes vermes na rua, é a JUSTIÇA !! E por que o Sr. HUCK, não questiona o “poder laxativo dos mamões”, em seu artigo ??? Porque falar mal da Polícia, é mais fácil !! E além de ser mais fácil, não dá processo, e nem dor de cabeça.Deveria o Sr. HUCK observar mais seus pares, os ARTISTAS, como o Sr. ANTHONY, por exemplo, o Sr. D2, Dona NARCISA, BONINHO, e tantos outros, que sustentam o tráfico com seu vício… Ou alguém duvida que o aumento da violência esteja ligado as drogas ??? SEGUE…..
Alguém tem dúvidas de que o “brinquedinho” do Sr. HUCK não esteja a esta altura em alguma “boca de fumo”, trocado por pó ??MEUS AMIGOS, não estou aqui para questionar a violência, e o infortúnio porque passou o Sr. HUCK, ou minimizá-la… Até porque, caso o assaltante, num ato de covardia extrema, atirasse, o Sr. HUCK deixaria órfã uma inocente criança, uma jovem viúva, e não veria o nascimento de seu segundo filho. E aí eu pergunto, quantos pais de família, EM SITUAÇÃO FINANCEIRA MUITO PIOR QUE A DO Sr. HUCK, deixam suas famílias órfãs em assaltos, em crimes cometidos que tem a droga como “pano de fundo”, só para que o “playboyzinho”, o “artista”, possa enrolar seu baseado ???Reclama o Sr. HUCK em seu artigo, que Bogotá, na colômbia, melhorou muito, e eu até concordo !! Esquece o Sr. HUCK, que lá não existe uma REDE GLOBO, celeiro de excelentes “figuras humanas”, como diria FAUSTÃO, a endeusar figuras como o Sr. ANTHONY, que pego em uma boca de fumo no Rio Grande do Sul, ganha de presente um papel de destaque na novela das oito, como bonzinho, é claro, o “MAITRE VIRIATO”, e de quebra, ainda o aval do DESEMBARGADOR SIRO DARLAN, no Programa do FAUSTÃO, atestando sua capacidade de pai, em um processo controverso de adoção, conseguido através do poder econômico, e da mídia, leia-se REDE GLOBO.Lá em Bogotá, não existe uma REDE GLOBO, a endeusar MARCELO D2, ou MV BILL, que quando em entrevista em uma favela carioca, sabedor de um sequestro em andamento no local em que estava, não comunicou as autoridades… QUEM DERA O SEQUESTRADO NÃO FOSSE ALGUM EXECUTIVO DA GLOBO !!!!!!!!!Lá em Bogotá, não existe uma REDE GLOBO, a manter um artista trabalhando junto a jovens, mesmo após ter sido pego em flagrante com drogas, e reincidente, o Sr. CHARLES PARAVENTTI. É por essas e outras, Sr, HUCK, que nunca chegaremos a ter a “paz” que reina na prodigiosa Bogotá….

Engana-se o AMIGO LEITOR, se imagina que eu seja contra os artistas da GLOBO… NADA DISSO !!!! O que eu não gosto, é de “babaquinhas” que acham tudo “moderno”, tudo ‘bonitinho”, tudo “politicamente correto” mas na hora em que a “PICA ENTRA”, fica chorando pelos quatro cantos, colocando a culpa em tudo e em todos…. PRINCIPALMENTE A POLÍCIA, A PRIVADA DA SOCIEDADE !!MEUS AMIGOS, A hora de se discutir Segurança Pública, já passou há muito tempo, Sr. HUCK… SÓ O Sr. QUE NÃO VIU !!!A hora agora, é da MÍDIA, da qual o Sr. HUCK tb faz parte, parar de “endeusar” bandidos, traficantes, e afastar da Mídia, aqueles que tem comprovada ligação com drogas, com o tráfico… senão Sr. HUCK, não haverá “Capitães Nascimentos” suficientes para dar jeito na situação …..Este texto eu li na comunidade “TROPA Do Wagner Montes” e achei relevante citá-lo aqui na comunidade, temos que divulgar aos “quatro cantos” o que está acontecendo com o nosso Brasil!

Resposta do ex-capitão do BOPE Capitão Pimentel:
‘Não há contrato social que permita ter rolex’
Nós estamos todos juntos nessa luta para ter uma polícia mais bem preparada, elucidativa, investigativa e cidadã. Temos certeza disso. Agora, sei que você não defende a polícia do capitão Nascimento, porque essa é a polícia da tortura, do saco plástico, da execução extrajudicial. Você diz, no entanto, que pensa em escolher entre mais e melhores escolas ou a polícia do capitão Nascimento. Eu quero propor um meio termo: as escolas, sim, mais preparadas, as políticas sociais entrando nos morros e áreas carentes, e uma polícia profissional, de dar orgulho ao brasileiro. Todos nós sabemos que não há contrato social no Brasil hoje que possibilite a alguém andar com tranqüilidade com um Rolex. A riqueza virou `crime´. Inverteram os valores, amigo Huck: trabalhar e ganhar dinheiro honestamente te torna alvo do banditismo. Por isso, temos de estar juntos em defesa de uma polícia mais bem paga, mais bem preparada.A gente sabe que não é o caso da polícia do capitão Nascimento e todos sabemos por que ele está se tornando um herói – apesar do José Padilha, de mim, do Mantovani jamais termos pensado em colocar heróis no filme `Tropa de Elite´. Heróis já existem na vida real – são os policiais honestos, que precisam todos os dias enfrentar uma corporação falida e um sistema viciado. Heróis são trabalhadores mal remunerados, que passam fome, mas não aderem ao crime. Meu amigo Huck, tenho certeza de que um dia nós vamos chamar a tropa de elite e vamos ser atendidos. Ou, melhor ainda, nem vamos precisar chamar a tropa de elite. Não estaremos em pânico para tanto. Você é um cara do bem e, tenho certeza, vai saber tirar deste episódio triste (para os dois lados) a força para continuar a fazer o que você já faz, que é dar o melhor para um País que ainda tem futuro.
Ex-capitão do Bope e roteirista de `Tropa de Elite´, em resposta a artigo de Luciano Huck publicado na `Folha de São Paulo.”

CONCLUSÃO: quando o assunto for caça-níqueis e jogatina em geral, os instrumentos hierárquicos não merecem confiança 1

Corregedoria e Polícia Civil negam falta de respaldo à ex-delegada
São José dos Campos
O corregedor-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, disse que a Corregedoria-Geral, em todos os momentos em que ex-delegada Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio precisou, foi disponibilizado o “respaldo total” à atuação da então delegada-assistente da Corregedoria da Polícia Civil de São José dos Campos.”Ela (Audrey) sempre teve total respaldo da Corregedoria-Geral, ela teve o respaldo total de São Paulo, através da Corregedoria Auxiliar de São José e do delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares, dr. Francisco Alberto Souza Campos”, afirmou.O corregedor-geral negou represálias após a apreensão de máquinas caça-níqueis em São José.”De tempos em tempos, o diretor faz mudanças, não está contente com alguns trabalhadores dele e resolve trazer outros de confiança. É (saída de Dini) rotineira, se o diretor não concorda com um subordinado, ele troca”, disse Silveira Mello, que negou ter feito um acordo para transferir Audrey após a apreensão das máquinas, em outubro de 2004.Ele confirmou que a sala de reconhecimentos da Corregedoria-Geral não foi disponibilizada para o reconhecimento dos policiais. “Havia uma ordem judicial para que fosse feito na Corregedoria de São José”, declarou.
POLÍCIA CIVIL – O diretor do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), Claudinê Pascoetto, negou que tenha feito um acordo para que Audrey fosse transferida. “Nunca pensei em transferí-la, ela não é minha subordinada”, afirmou.
Segundo o diretor do Deinter-1, ela não poderia ser transferida por ser casada com um funcionário público.Pascoetto afirmou que não haverá tolerância quanto a irregularidades praticadas por policiais civis.”Eu sofri pressão, inclusive doValeParaibano, pela transferência de 14 policiais civis (em janeiro). Eu não transijo e não vou transigir. Quem não seguir na linha, está fora”, declarou.A pressão citada pelo diretor do Deinter-1 se refere ao fato de o jornal ter publicado matérias relatando a decisão da polícia em transferir os policiais.O delegado seccional de São José, Djahy Tucci Júnior, afirmou que foi dado à doutora Audrey o apoio necessário. “Eu dei todo o apoio, tudo que pediram de apoio, foi dado”, afirmou.”Foi uma moça que foi ouvida na seccional e não pelo delegado seccional. Não a conheço, ela foi acompanhada por dois advogados e o expediente foi entregue para a Corregedoria-Geral.”O delegado-corregedor de São José, Paulo Roberto Galvão, declarou que não comentaria o assunto. O ex-delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares de São Paulo Emerenciano Dini e o ex-ouvidor da Polícia do Estado, Itajiba Cravo, não foram localizados para comentar o assunto.

A CORREGEDORIA – GERAL DA POLÍCIA CIVIL (nada confiável segundo o relato abaixo) 2

Bastidores do Crime
Ex-delegada acusa boicote da Polícia Civil
Reclamando de falta de apoio, a mulher que durante dois anos comandou investigação contra policiais deixa o cargo
São José dos Campos
Após oito anos na Polícia Civil, a advogada Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio, 32 anos, pediu exoneração do cargo de delegada-assistente da Corregedoria da Polícia Civil de São José dos Campos na última quinta-feira.Na prática, ela deixou os quadros da Polícia Civil. Durante dois anos, ela comandou um inquérito que culminou com a prisão temporária de sete policiais civis da cidade e um advogado de Pindamonhangaba.Em entrevista ao ValeParaibano, a ex-delegada rompe o silêncio e afirma ter sofrido um “boicote” da própria Polícia Civil durante os dois anos de investigação do caso, que apura o suposto envolvimento de policiais civis em crimes de extorsão mediante sequestro, tortura, tráfico de drogas e concussão. “Saí para manter meus princípios”, declarou.Leia abaixo os principais trechos da entrevista:ValeParaibano – Qual foi o motivo que a levou a pedir exoneração do cargo?Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio – Estava havia dois anos na Corregedoria e, desde sempre, claro, minha função seria fazer investigações de abusos cometidos por policiais, crimes cometidos por policiais. E desde então, sempre sofri uma pressão velada, nunca tive ameaças diretas, nunca.Mas tinha constantemente informações confiáveis, algumas vindas até de integrantes mesmo da polícia com quem eu tenho contato, no sentido que eu tomasse cuidado porque iriam me prejudicar profissionalmente.Por exemplo: me remover da Corregedoria e me colocar subordinada à polícia local, que a própria Corregedoria investiga.E que também, agora, mais ao final dessas investigações, que iriam inclusive atentar contra a minha vida e a do meu marido, que é juiz de Direito da 3ª Vara Criminal aqui (São José).Bom, então não houve um fato isolado, isso veio vindo, nunca dei ouvido a isso, mas começa a tomar um volume.Por exemplo: ano passado, outubro de 2004, oValeParaibano até cobriu uma matéria na qual apreendemos 169 máquinas caça-níqueis aqui em São José.Coincidência ou não, no dia seguinte à apreensão dessas máquinas em São José pela Corregedoria, o delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares em São Paulo [Emerenciano Dini], que é superior direto da Corregedoria Auxiliar daqui, caiu.No dia seguinte, ele foi transferido e se encontra no DAP (Departamento de Administração e Planejamento).Coincidência ou não, algumas semanas, duas semanas depois dessa apreensão de máquinas caça-níqueis, tentaram efetivamente me tirar da Corregedoria.Seria um acordo entre o corregedor-geral em São Paulo [Ruy Estanislau Silveira Mello] e o diretor do Deinter-1, Claudinê Pascoetto, de me “permutarem” com uma delegada aqui de São José, do plantão. Ela viria para o meu lugar e eu iria para o plantão de São José.Isso só não foi consumado, a minha transferência, que seria uma espécie de punição, só posso inferir isso, por conta de eu ter procurado o ouvidor da polícia, na época o dr. Itajiba Cravo, e ele, consciente de tudo que estava acontecendo aqui, até porque ele estava acompanhando pessoalmente, se empenhando para acabar com esse escândalo dos caça-níqueis, ele interviu e isso foi revertido.Então isso não é só alegação, pode ser comprovado com o dr. Itajiba e com o próprio divisionário que caiu, dr. Emerenciano Dini. Ele foi testemunha de toda a pressão que eu sofri e ele, inclusive, sofreu na pele e caiu naquela oportunidade.Era o dr. Emerenciano Dini, em São Paulo, que dava respaldo para nós delegados aqui da Corregedoria Auxiliar atuarmos. Ele nos dava total respaldo, falava: “vá em frente, tem máquina? apreendam, qualquer coisa eu estou por trás de vocês”, e ele caiu, perdemos nosso maior respaldo.Agora, há duas ou três semanas, o dr. Israel Dias Antunes, delegado-assistente da Corregedoria, foi removido pelo titular, dr. Paulo Roberto Galvão, sem qualquer motivação, sem nada, simplesmente transferido, removido de lá.ValeParaibano – Com relação a essa investigação, quais as pressões que a senhora sofreu?Audrey Kanaan – Essa investigação começou em 2003, através de uma denúncia, houve uma investigação paralela do Ministério Público, que eu nem tinha conhecimento.Essa investigação (do MP), mandada para mim, unida com a minha, frutificou. Nós conseguimos ir adiante, ouvimos muitas pessoas e redundou até na prisão em flagrante desses policiais.Bom, eu relatei esses autos no final de maio, dia 30 de maio, 31 de maio eu mandei para Justiça. Saíram as prisões no dia 2 de junho, à noite. Dia 3 de junho, o dr. Paulo recebeu os mandados para cumprimento.Os senhores têm acompanhado que tem até um procedimento do MP para apurar um eventual vazamento na informação com relação às prisões. No dia 3, um policial se apresentou, Marcos Rodolfo [dos Santos], o “Skinhead”.Se apresentou na seccional e qual não foi minha surpresa quando eu fiquei sabendo no final da tarde, que havia uma testemunha na seccional sendo ouvida pela Delegacia Seccional, que imputava, conforme boatos, coação à minha pessoa.Ela (testemunha) teria sido coagida para prejudicar os policiais ou coagida para não mudar o depoimento em que prejudicava policiais, (coagida) por mim.Então isso é um absurdo, é ilógico e pode ser comprovado nos autos. Infelizmente os autos agora estão sob sigilo, decretado pelo juiz e até pelo meu dever funcional de sigilo, eu não posso revelar.Posteriormente, assim que tiverem acesso aos autos, vocês (imprensa) vão poder confirmar isso.Essa testemunha foi lá (Corregedoria) em um primeiro momento, acusando vários policiais por diversos delitos gravíssimos e, algumas semanas depois, voltou, acompanhada de um advogado retificando tudo que havia dito.Está nos autos, ela foi ouvida novamente, alterando tudo que havia dito antes, falando que havia dito (denúncia) por pressão de um bandido tal. Tranquilo, a ouvi da mesma forma que ouvi da primeira vez.Então isso foi um absurdo, primeiramente porque: de onde surgiu essa testemunha que foi depor na seccional no dia da prisão?Ué, o inquérito não estava correndo sob sigilo? As prisões não deveriam ter sido até então sigilosas, independente do vazamento que houve, ou não? Como que ela (testemunha) surgiu lá? Por quem ela foi levada?A seccional a ouviu lá sem nenhum inquérito, não havia nenhum procedimento instaurado para aquela oitiva. Então, isso já me decepcionou, me desiludiu. Bom, passando adiante. Há duas, três semanas o dr. Israel foi embora.E a gota d’água foi agora esse reconhecimento pessoal. O que aconteceu? Quando os autos voltaram do Fórum já com as prisões decretadas, havia uma determinação judicial a pedido do MP de que todos os policiais fossem presos e submetidos a reconhecimento pessoal por todas as vítimas.Não só os policiais que tiveram decretada sua prisão, como outros que tiveram menção nos autos, suspeitos.Bom, ordem judicial cumpre-se, não se discute. Nós não temos na Corregedoria uma estrutura para diligências desse vulto, eram 13 policiais mais um advogado, mais inúmeras pessoas para compor número para o reconhecimento nas formas da lei, 12 vítimas e testemunhas para fazer o reconhecimento, dentre as quais três presos, que iriam vir com três escoltas diferentes de vários presídios, havia testemunhas fora do município, fora da região.Diante disso, a necessidade de fazer um ato desse vulto, dessa complexidade e da falta de estrutura, eu consultei o meu chefe.Formalmente, está nos autos um ofício, sobre como proceder, para ver se ele me indicava um local apropriado para isso. Ele me respondeu, por ofício, que eu indicasse um local porque ele não tinha.Então, eu contatei a Corregedoria-Geral em São Paulo, fiz um contato lá, explicando todo o caso, expondo as dificuldades e questionando sobre a disponibilização de uma sala lá para esse ato.Nós sabíamos que há uma sala lá própria para reconhecimento, com vidro apropriado, não permite o reconhecedor ser visto…consultei e qual não foi minha surpresa quando ouvi a resposta que cada um deveria se virar com a estrutura que tem. Que desconheciam qualquer sala, mas também que eu tinha que me virar.O que eu fiz? Vou me virar. Comecei a me virar, falei: “bom, vai ser na Corregedoria mesmo, não tinha outro lugar”.Fizemos o reconhecimento das 10h até as 17h30 em um banheiro de dois metros por três no máximo, um cubículo, a testemunha em cima de um banquinho, o vitrô fechado por papelão, um buraquinho no papelão, eu em outro banquinho, ao lado do vaso sanitário, equilibrada o dia inteiro se contorcendo naquele banheiro.O reconhecimento foi acompanhado por 5 promotores e 12 advogados, todos para dar legitimidade ao ato. Tinha mais de 70 pessoas dentro da Corregedoria.Fiz do jeito que dava. Apesar de toda a dificuldade, de toda essa falta de respaldo, isso eu posso adiantar, que o reconhecimento foi um sucesso. Foi de acordo com a prova que estava sendo formada nos autos, só veio a somar com a prova.Apesar de tudo isso, deu tudo certo. Isso graças ao apoio, exclusivo do MP e da Magistratura, da minha instituição, não.O que aconteceu com a minha instituição. Dia 24 (junho), uma sexta-feira, o reconhecimento era na terça, dia 28, o dr. Paulo Galvão, meu titular, vem com um ofício no qual ele determina que eu altere o lugar do reconhecimento para a Delegacia Seccional.Na hora, eu me desesperei. Como é que vou intimar todo mundo? É inviável intimar todo mundo, numa sexta-feira à tarde para a segunda-feira, às 9h, que as testemunhas deveriam reconhecer.Estava tudo preparado (terça-feira na Corregedoria), todo aparato montado, com todas as dificuldades e limitações que a gente tinha e, de repente, o dr. Paulo, após um acordo com o dr. Tucci [Djahy Tucci Júnior, delegado seccional de São José], vem e determina que eu faça na seccional.Além da impossibilidade de intimar todo mundo e prejudicar o ato, não ia dar para intimar, ainda teria o problema de, em sendo na seccional, as vítimas e testemunhas teriam receio de comparecer e, comparecendo, iriam ter receio de reconhecer. Nenhuma testemunha iria se sentir à vontade, não é um local neutro.O reconhecimento, que era a finalização de dois anos de uma investigação árdua, só não foi prejudicado porque eu, recebendo essa determinação do dr. Paulo Galvão, eu oficiei para o juiz da causa, Eduardo Sugino, da 2ª Vara (Criminal) de Taubaté, comunicando que estava sendo determinado por meu superior hierárquico que mudasse o local, sendo que imediatamente o dr. Sugino me mandou, por fax, um ofício determinando, aí com ordem judicial dele, que o local fosse mantido na sede da Corregedoria, porque todo mundo já estava requisitado e intimado.Por isso que falo, que graças à Magistratura e ao MP, o inquérito pôde se encerrar de uma forma lógica e imparcial. Não tivemos em momento algum respaldo de ninguém da instituição, seja o nosso superior direto, seja a Corregedoria em São Paulo.
Alex Brito/28JUN2005

AUMENTO! 34

Gente saiu o nosso tão esperado e “incrível” aumento, foram tantas conversações, tantas discussões que parecia que mudaria a vida de todo mundo, mas por incrível que parece, para a nossa “surpresa”, ele foi o que foi.

O “aumento!” será a partir de setembro (retroativo) e ficará na enorme soma de R$ 100,00 a R$ 140,00 (para os policias de segunda classe), investigadores e praças incluídos e de R$ 700,00 a R$ 900,00 (para os policias de primeira classe), delegados e oficiais.
Os aposentados e pensionistas!? Coitados, estes são policias de terceira classe, para eles só o bagaço da laranja.

Dois detalhes não se pode deixar de comentar ainda:

1º – As entidades de classe parecem somente se preocupar com a mensalidade de seus associados, pois nas discussões que se seguiram na Assembléia Legislativa só foi vista por esse que vos fala o pessoal da Baixada Santista, fora eles nem sinal de associações e sindicatos, se com pressão os trabalhos já não são assim tão efetivos, imagine-se sem ela;

2º – Há de se destacar e elogiar a figura do Deputado Major Olímpio, uma voz solitária na defesa ferrenha das condições econômicas da classe policial.

Abraços.

Paulo

E não somos convidados para esse B A N Q U E TE!!!!!! Resposta

(ESTÁ NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO)
Observem que muito supermercado não consegue vender este volume de produtos ! Independente da sua preferência política, algumas coisas precisam ser mostradas!!! Está tudo no Diário Oficial da União, com número de licitação e tudo. DESPESAS DO GABINETE PRESIDENCIAL 1995 – FHC – R$ 38,4 milhões. 2003 – Lula – R$ 318,6 milhões. 2004 – Lula – R$ 372,8 milhões (R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho).Quer saber mais? NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO PALÁCIO DO PLANALTO Itamar Franco – 1,8 mil FHC – 1,1 mil Lula – 3,3 mil PS: No Palácio da Alvorada, existem 75 empregados. O ano passado Lula assinou um decreto, de número 5.087, aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos.FOME ZERO No Palácio do Planalto, o programa “Fome Zero” funciona. Fome e sede zero. Todos querem, literalmente, se entupir de comida e bebida. Vejam estes números: O processo de licitação de número 00140.000226/2003-67, publicado no Diário Oficial da União,
previu a compra de 149 itens para o Palácio. Dentre eles constam: – sete toneladas de açúcar; – duas toneladas e meia de arroz; – 400 latas de azeitona; – 600 quilos de bombons; – 800 latas de castanhas de caju; – 900 latas de leite condensado…. Tudo altamente calórico… O pior é que pelo prazo da licitação,tudo isso deverá ser consumido em 120 dias… Mas tem mais. Constam ainda: – dois mil vidros de pimenta; – dois mil e quinhentos rolos de papel alumínio; – quatrocentos vidros de vinagre; – quatrocentos e sessenta pacotes de sal grosso e ainda – seis mil barras de chocolate. Se você, caro leitor, apanhar uma calculadora, vai concluir que a turminha de Lula está consumindo por dia: – 58 quilos de açúcar (ou dona Marisa faz muito bolo ou Lula toma muita caipirinha…); – 22 quilos de arroz; – 50 barras de chocolate; – 15 vidros de pimenta….pimenta??? Como a repercussão dessa compra foi negativa, Lula mandou tirar do site oficial do governo o processo de licitação, que já havia sido publicado na edição número 463do Diário Oficial. Lula é assim: num dia esconde o que faz, no outro camufla o que compra. E a coisa vai mais longe: em outra licitação (00140.000217/2003-36) dá para perceber que Lula gosta de festa. O Gabinete da Presidência comprou um pouco de tudo para beber. Entre os itens: – 129 mil litros de água mineral (consumo:mais de mil litros por dia); – duas mil latas de cerveja; – 35 mil latas de refrigerante; – 1344 garrafas de sucos naturais; – 610 garrafas de vinho (consumo de cinco por dia); – 50 garrafas de licor. A sede dos deslumbrados vai além, mesmo com muita gente morrendo por falta de água no sertão, que Lula diz que conhece bem. Em outra licitação,( 00140.000228/2003-56), o nosso Presidente, que devia ser exemplo, mandou comprar para seu Palácio: – 495 litros de suco de uva; – 390 litros de suco de acerola; – o mesmo tanto de suco de maracujá, laranja, tangerina e manga. Outra compra diz a respeito a 2.250 quilos de pó de café. Numa conta simples, este valor resulta em 2145 cafezinhos por dia. Desse jeito Lula vai acabar perdendo o sono. Mas a farra não termina por aqui. Numa outra compra ( 00140.000126/2003-31) Lula prova que é bom de estômago: – três toneladas e meia de batata: – duas mil dúzias de ovos; – duas toneladas de cebola e – uma tonelada de alho porró. Na mesma compra tem mais: – 2400 abacaxis; – uma tonelada e meia de banana; – outro tanto de ameixa e ainda – uma tonelada de caqui. Pelo que se entende de outra compra (00140..000227/2003-10), dona Marisa Letícia anda cozinhando pra fora, servindo marmita. Foram comprados para serem consumidos em 120 dias: – dez botijões de gás de dois quilos; – 170 botijões de 13 quilos; – 20 cilindros de 45 quilos e mais – 45 toneladas de gás a granel. Continha simples: 24 botijões por dia consumidos. Quer mais farra? Então aqui vai: O gabinete da presidência mandou comprar: – dois mil CDs para gravação, com as respectivas caixinhas, e – 20 mil disquetes.. Estaria Lula montando uma gravadora pirata? E alguém tem idéia de quanto se paga de roupa lavada no Palácio, em 120 dias? – 54 toneladas – ou 13 toneladas e meia por mês, ou ainda, 450 quilos de roupa por dia. Lula torna feliz qualquer tintureiro. Talvez a justificativa para a lavanderia seja uma outra compra, a de número 00140.000143/2003-78: – 300 colchas; – 330 lençóis; – 300 fronhas; – 50 travesseiros; – 66 cobertores (cobertor em Brasília é grave, hein?); – 15 roupões; – 20 jogos de toalha; – 20 toalhas de banho e – 120 colchões… 120 colchões!!! Quando Lula pra lá se mudou, também tratou de providenciar todo conforto possível. A presidência comprou: – dois fogões; – duas cafeteiras; – quarto fornos de microondas; – quatro geladeiras; – oito ventiladores; – seis aparelhos de ar condicionado; – dois bebedouros; – sete televisores; – dois aparelhos de CDs; – três liquidificadores; – uma sanduicheira; – um frigobar. E AGORA: se você quiser se omitir, APAGUE ESTE E-MAIL e TUDO CONTINUARÁ COMO ESTÁ MAS, SE VOCÊ SE SENTE ENVERGONHADO OU REVOLTADO OUAFETADO COM ESSE DESBUNDE E POUCA-VERGONHA, REPASSE A MERNSAGEM; PARA QUE O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL POSSA SABER O QUE O “NOSSO” PRESIDENTE ANDA FAZENDO COM “NOSSO” DINHEIRO QUANDO NÃO ESTÁ VIAJANDO…. Cidadania se faz com informação!!!

Para começar bem o dia. 18

Três divisões da polícia são investigadas
Valor pago pelo megatraficante colombiano Juan Carlos Abadía nos 4 casos de extorsão chegariam a R$ 2,5 milhões
Policiais suspeitos são do Denarc, do Detran e da delegacia fazendária; são ao menos dez e todos eles permanecem na ativa
MARIO CESAR CARVALHO – ANDRÉ CARAMANTE
O megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadía foi extorquido ao menos quatro vezes por três divisões da Polícia Civil de São Paulo, segundo investigação sigilosa conduzida por promotores. Para não prendê-lo, os policiais teriam recebido cerca de R$ 2,5 milhões -incluídos nesse valor um jipe Toyota, modelo Land Cruiser Prado, e um jet-ski.Os policiais suspeitos são do Denarc (delegacia de combate aos narcóticos), do Detran (polícia de trânsito) e da delegacia fazendária. São ao menos dez, sendo dois delegados. Todos continuam na ativa.A Folha revelou em agosto último que policiais do Denarc eram suspeitos de extorquir US$ 800 mil do traficante. Depois disso, dois envolvidos prestaram depoimentos revelando outras três extorsões.Os policiais provavelmente não sabiam que o colombiano que extorquiam era Abadía. Só a recompensa que os EUA ofereciam pela prisão do traficante era bem superior ao valor que tomaram dele: US$ 5 milhões. Também não deviam conhecer a informação do DEA (a agência antidrogas dos EUA) de que o colombiano tinha uma fortuna de US$ 1,8 bilhão (cerca de R$ 3,42 bilhões).Os casos mais graves têm como protagonistas delegados e investigadores do Denarc, a delegacia encarregada de combater o tráfico: foram duas extorsões mediante seqüestro, segundo os depoimentos.No primeiro caso, os policiais teriam seqüestrado Pacho, apelido do colombiano Henry Edval Lagos, um dos integrantes do grupo que acompanhava Abadía no Brasil. Pacho foi seqüestrado numa pista de kart em Aldeia da Serra, onde Abadía vivia num condomínio de luxo até ser preso pela Polícia Federal em 7 de agosto.O empresário Daniel Maróstica, dono de uma loja de jet-ski na zona sul e que ajudava Abadía a comprar bens, afirmou a promotores que o delegado Irani Guedes Barros levou US$ 280 mil para soltar Pacho.A entrega do resgate é uma cena de cinema à espera de um diretor para filmá-la. O empresário afirma ter deixado os US$ 280 mil em um Peugeot na avenida Vital Brasil, no Butantã (zona oeste de SP), com a chave no contato. Os policiais levaram o carro com o dinheiro; depois de chegarem onde o seqüestrado estava, ele voltou com o veículo já sem os dólares.No segundo seqüestro investigado, os policiais teriam levado Ana Maria Stein, mulher de Maróstica, para o Denarc, no Butantã. O empresário disse aos promotores e aos policiais da PF que esse seqüestro foi conduzido pelo delegado Pedro Pórrio, que foi do Denarc e há uma semana dirige o setor de investigações da 5ª Delegacia Seccional, responsável por parte da zona leste de SP. À Folha Pórrio negou as acusações (leia mais na página C4).Não é a primeira vez que Pórrio é acusado de extorsão. O traficante Ronaldo de Freitas, o Naldinho, disse, em 2005, que deu R$ 300 mil a Pórrio e a mais dois policiais do Denarc. O caso nunca foi investigado.O delegado, segundo depoimento de Maróstica, pediu US$ 1 milhão de resgate. Na negociação, Abadía abaixou o valor para US$ 800 mil, mais um jipe Toyota e um jet-ski. O Land Cruiser foi vendido pelos policiais por R$ 120 mil, segundo relato dos que estiveram envolvidos no episódio.Abadía ironizou o fato de ter sofrido dois ataques do Denarc. Ao depor à PF após a prisão, disse ao superintendente em São Paulo, Jaber Makul Hanna Saad: “Quer acabar com o tráfico em São Paulo? Basta acabar com o Denarc”.O custo dos laranjasAs outras duas extorsões que o traficante diz ter sofrido têm um motivo comum: o uso de laranjas para esconder o patrimônio que acumulava no Brasil. A delegacia fazendária da Polícia Civil descobriu que ele comprara uma lancha de R$ 2 milhões e a colocara em nome de um funcionário da empresa de Maróstica. Abadía contou que pagou R$ 400 mil para que os policiais não fizessem uma devassa em seu patrimônio.O colombiano também contou informalmente a delegados da PF que pagou propina a policiais do Detran quando eles souberam que carros de R$ 200 mil estavam em nome de laranja. Os valores pagos, porém, não foram apurados nem se sabe o nome dos envolvidos.As primeiras revelações sobre as extorsões foram feitas informalmente por Abadía à PF. Como os supostos crimes a serem investigados são de caráter estadual (corrupção passiva e extorsão, entre outros), o caso está com o Gaeco, o grupo do Ministério Público que investiga o crime organizado. Os promotores não se manifestam. Alegam que a investigação está na fase de busca de provas.
Polícia
Quarta, 3 de outubro de 2007, 04h01
Jornal: Polícia Civil é suspeita de extorquir Abadia
De
acordo com investigação sigilosa conduzida por promotores, três divisões da Polícia Civil de São Paulo teriam extorquido o megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadia ao menos quatro vezes, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo.
Para que o traficante não fosse preso, os policiais teriam recebido cerca de R$ 2,5 milhões. Neste valor estariam incluídos um jipe Toyota, modelo Land Cruiser Prado, e um jet-ski.
Conforme a Folha de S.Paulo, seriam ao menos dez policiais suspeitos, sendo dois deles delegados. Alguns seriam do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e do Departamento estadual de Trânsito (Detran).
Fatos como os noticiados, ainda que dependentes de provas, são nefastos às nossas justas reivindicações. Essa parcela de desleais – se bem ivestigada – possui patrimônio incompatível com os vencimentos. São eles os maiores entraves para a nossa qualificação funcional, salarial e credibilidade.
Olho e cadeia neles.
Eles não têm pena de você; tampouco dos nossos filhos!

AUMENTO PARA QUEM NÃO PRECISA Resposta

CCJ aprova aumento salarial para ministros do STF
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, aumento de 3,14% no teto salarial de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), referente à reposição da inflação em 2006.
A decisão, que ainda terá que ser aprovada no Plenário da Câmara, se estende a todo o Judiciário, com forte impacto no orçamento do governo.
O projeto de lei enviado pelo STF em julho de 2006 previa 5% de reposição da inflação sobre o teto salarial dos ministros.
Atualmente, o salário dos ministros é de R$ 24,5 mil. Com a reposição de 3,14% concedida pelos deputados, o salário mensal dos ministros do STF sobe para R$ 25.269.

E PARA POLÍCIA 0%.

PARECE QUE O ANIVERSARIANTE, ESTÁ ESCONDENDO A CABEÇA NO BURACO PARA VER SE O PERIGO PASSA ! Resposta

Na mitologia popular, o avestruz é famoso por esconder sua cabeça na areia ao primeiro sinal de perigo. O escritor romano Plínio o Velho é notado por suas descrições do avestruz em sua Naturalis Historia, onde ele descreve o suposto hábito dos avestruzes de esconder a cabeça em arbustos. Nunca houve observações registradas deste comportamento e um contra-argumento comum a isto é que uma espécie que exibisse tal comportamento não sobreviveria por muito tempo. O mito pode ter surgido do fato de que, de uma certa distância, quando avestruzes se alimentam eles parecem estar enterrando sua cabeça na areia pois eles deliberadamente engolem areia/pedras para ajudar a esmagar sua comida. Quando deitados ou se escondendo de predadores, eles são conhecidos por deitar sua cabeça e pescoço rente ao chão. Quando ameaçados, avestruzes fogem, mas podem também ferir seriamente seus inimigos através de coices por meio de suas poderosas pernas.

A farsa da avaliação de desempenho Resposta

A farsa da avaliação de desempenho
CARLOS GIANNAZI
O governo precisa é valorizar o magistério, garantindo de fato evolução funcional e salário condizente com a importância do cargo
O ARTIGO publicado neste espaço no último dia 21 pelo secretário de Estado de Gestão Pública de São Paulo, Sidney Beraldo, anuncia a intenção do governador José Serra de implantar no funcionalismo público a alardeada avaliação e remuneração por desempenho, concebida por alguns governos como a grande panacéia que solucionará a crise que há muito vem prejudicando a população usuária dos serviços públicos e de seus servidores no Brasil. Crise representada pela falta de investimento na valorização salarial e na formação continuada, nas precárias condições de trabalho, de infra-estrutura material e humana e, ainda, na constante tentativa de governantes e setores da elite econômica de eleger sempre os servidores públicos como o “bode expiatório” da falência do Estado e da crise fiscal. O secretário, adepto e influenciado por uma visão empresarial, de mercado e neocolonial, tenta justificar a “nova” metodologia pelo receituário neoliberal, até querendo, equivocadamente, comparar a realidade brasileira com a de países anglo-saxões. A cobaia da experimentação será a área da educação, em que os professores recebem salário-base médio de R$ 680 e trabalham em condições extremamente precárias, com superlotação de salas de aula, falta de material pedagógico e humano, excessivas e longas jornadas de trabalho, adoecimento, desgaste emocional e, somando a tudo isso, uma vertiginosa violência a massacrar todos no ambiente escolar que, por princípio, deveria ser o lugar da construção da civilidade. As políticas salariais de bônus e gratificações adotadas nos últimos anos pelo próprio governo tucano não só fracassaram como também destruíram a carreira do magistério paulista, tendo como conseqüência o que revelou a última avaliação do MEC, classificando a rede estadual de São Paulo como uma das seis piores do Brasil. Como exigir melhor desempenho dos professores em condições aviltantes de trabalho? Sabemos muito bem o que está por trás da proposta de remuneração por desempenho: não dar reajuste para os servidores, legitimar o desrespeito à data-base, que já venceu em 1º de março, fortalecer o controle e a punição e ainda culpar os professores pelo fracasso escolar. O governo precisa é valorizar a carreira do magistério, garantindo de fato evolução funcional e salários condizentes com a importância do cargo, a fim de estimular os atuais professores e atrair outros que gostam e querem sobreviver da docência. Para tanto, perdoem-me o necessário trocadilho, é preciso ter decência. Por isso, faz-se necessária, sim, uma avaliação, mas do desempenho deprimente e inócuo das políticas salariais adotadas para os servidores públicos, em especial os da rede estadual de ensino, já que serão eles as primeiras vítimas do experimento tecnocrático que trata os educadores como trabalhadores de uma empresa, de um banco e/ou aqueles que labutam por produção. O trabalho com educação é absolutamente distinto e obedece a outra lógica, muito diferente da empresarial, fabril, de linha de montagem. Educação é um processo contínuo, permanente e interativo, no qual, além de conteúdos, são trabalhados valores éticos, habilidades, visão de mundo, competências, formação da cidadania crítica, respeito ao bem social comum, solidariedade humana etc. Isso não se mede ou se afere com estatísticas lineares, índices mercadológicos ou métodos da “qualidade total”.A sanha avaliativa -representada por avaliações externas, como Saresp, Prova Brasil, Saeb, Enem (o ex-Provão) e as novas Provinha Brasil, criada pelo PED, e a Prova São Paulo, da Prefeitura de São Paulo- fornecerá os critérios para premiar professores e escolas que atingirem as metas requentadas anunciadas recentemente pela Secretaria Estadual de Educação. Uma delas é a implantação do ensino fundamental de nove anos, que não é meta do governo estadual, e sim obrigação constitucional já incorporada pela Lei de Diretrizes e Bases. Só para citar mais uma, a implantação da recuperação, que já existe, é inerente ao processo ensino-aprendizagem e também figura na LDB. Chega de avaliações. A educação já está com overdose delas. O que ela precisa, com os professores, é de mais investimento. Para isso, o governador José Serra poderia oferecer um bom exemplo de desempenho e um interesse em solucionar a grave crise que assola a educação estadual orientando a sua base governista na Assembléia Legislativa para derrubar os vetos do seu próprio partido às emendas que aumentam os recursos para as escolas públicas do Estado de São Paulo.
CARLOS GIANNAZI, 45, mestre em educação pela USP e diretor (licenciado) de escola pública, é deputado estadual (PSOL), membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa de São Paulo.

isso tudo não vai dar nada???? ". 17

Boa tarde Delegado Roberto,

Realmente não duvidamos nada de que estejam tentando passar esta imagem, principalmente o delegado (aniversariante do mês) que por se julgar TODO PODEROSO, e imexível (como diria o ex-ministro Magri) não percebe o quão complicada é a sua situação e de sua filha – sem falarmos dos demais envolvidos. Esperamos que as medidas a serem adotadas pelo ilustre membro do MP se dêem rapidamente – apesar de compreendermos perfeitamente que a demora é necessária para robustecer o bojo probatório da peça inquisitorial. As chefias para nossa surpresa em conjunto com os delegados que compõem o ESQUEMA DE CORRUPÇÃO, aproveitaram todo este “terror” para (acredite se quiser) aumentar o valor da PROPINA arrecada da quadrilha dos maquineiros. O “negócio” realmente é muito rentoso, para vossa senhoria ter uma idéia, todos os estabelecimentos que estão fechados (onde funcionavam os bingos e as máquinas), apesar de estarem vázios (sem movimentação), continuam tendo seus aluguéis pagos pelos inquilinos – aluguéis estes que em alguns imóveis chegam a 40.000,00 mil reais por mês – de tanta certeza têm de que voltarão a funcionar. Seus proprietários, ganhando volumosas quantias de dinheiro, em DETRIMENTO DA POPULAÇÃO, pois as máquinas caça-niquéis são programadas para roubarem os apostadores e nunca estão programadas 50% a 50% como deveriam. Os laudos do Instituto de Criminalística somente dizem isto APÓS RECEBEREM UMA MODESTA QUANTIA POR CADA LAUDO. Neste momento entre no jogo o perito que também avolumou grande capital nos últimos meses. Acreditamos como dissemos acima, que quando novas medidas forem tomadas e a opinião pública disto ficar sabendo por intermédio da imprensa aí sim acreditamos em mudança para melhor. Pois a polícia civil da região está literalmente SEM COMANDO – ninguém mais faz nada, também para que vão trabalhar, para atender a população, arriscar a vida, enquanto um pequeno grupo de LADRÕES COM DISTINTIVO ganham quantias equivalentes de 600.000 a 1.200.000,00 atrás de uma mesa? Achamos uma pena a retirada da foto do apartamento do corrupto Ravengar, mas acreditamos que deve ter tido um motivo para excluí-la. Estamos avidos aguardando novidades, por favor queira nos manter informados.
Saudações.

GRÃO DE AREIA Resposta

Um pequenino grão de areia
Que era um pobre sonhador
Olhando o céu viu uma estrela
Imaginou coisas de amor.
Passaram anos, muitos anos

Ela no céu, ele no mar
Dizem que nunca o pobrezinho
Pôde com ela se encontrar
Se houve ou se não houve alguma coisa entre eles dois

Ninguém soube até hoje explicar
O que há de verdade é que depois, muito depois,
Apareceu uma estrela no mar