O CORONEL FOI MORTO PELA MÁFIA DOS CAÇA-NÍQUEIS..CONTANDO COM A OMISSÃO DAS POLÍCIAIS CIVIL E MILITAR Resposta

A segunda linha de investigação é em relação a donos de bingos e de máquinas caça-níqueis da Zona Norte, e de PMs que fazem bico (serviço extra), nessas casas de aposta.

O coronel Rodrigues prometeu impor linha dura nos estabelecimentos de jogos de azar e punir os PMs que trabalham nessa atividade. ( uma das possibilidades investigadas pelo DHPP).

Coronel disse que corria risco
Policial combateu chacinas e máfia dos caça-níqueis
Marcelo Godoy

O combate às chacinas e à máfia do jogo e a retomada das mãos do crime organizado da região do Jardim Elisa Maria, na zona norte de São Paulo, levaram o coronel José Hermínio Rodrigues a se preocupar com o que lhe poderia acontecer.

O assunto foi tratado ontem durante reunião do Conselho da Polícia Civil, e as preocupações do coronel foram relatadas por um diretor de departamento.
Segundo quatro delegados ouvidos pelo Estado, o coronel, que tinha boas relações com alguns integrantes da Polícia Civil, disse que sabia que corria risco, pois estava incomodando grupos criminosos perigosos.
Hermínio foi um dos oficiais responsáveis por cumprir a determinação do comando da corporação para investigar a possível participação de PMs em chacinas na zona norte.
Foram os homens comandados pelo coronel os responsáveis pela apreensão, com o advogado Jamil Chokr, da lista de propinas que a máfia dos caça-níqueis supostamente pagava a 84 delegacias de polícia.
“Conversamos sobre isso, pois eram crimes que nos preocupavam.
Ele vinha acompanhando o desenrolar dessas investigações para poder identificar os criminosos e tomar medidas para prevenir esses crimes”, afirmou o comandante-geral da PM, coronel Roberto Antônio Diniz.
Hermínio era responsável ainda pela expulsão dos narcotraficantes que controlavam o Jardim Elisa Maria.
No lugar, a Secretaria da Segurança Pública desenvolveu o programa Virada Social, que derrubou os índices de violência em toda a região da Brasilândia por meio do reforço do policiamento, com a prisão de bandidos e apreensão de armas e drogas, além de ações sociais e culturais nos bairros.
O projeto inspirou ações do governo federal para a intervenção em áreas de altos índices de criminalidade e se transformou em menina-dos-olhos da gestão José Serra.
Apesar do enfrentamento com os traficantes, a inteligência da PM considera improvável que o crime tenha sido encomendado pela cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC).
“Ele estava enfrentando os homicídios e o tráfico na zona norte.
É estranho o que houve.
Ninguém daria tantos tiros nele por causa de uma simples bicicleta”, afirmou um tenente-coronel que se formou com Hermínio em 1980 na Academia de Oficiais do Barro Branco da PM.
SÓ NESTE PAÍS, OU NESTE ESTADO, MEMBRO DO ALTO ESCALÃO DA MAIOR INSTITUIÇÃO POLICIAL BRASILEIRA – SOB RISCO POTENCIAL DE SER MORTO EM RAZÃO DAS ATIVIDADES QUE DESENVOLVE NA ÁREA DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DE POLICIAIS CORRUPTOS E VIOLENTOS – É DEIXADO EM PERÍODO DE FÉRIAS SEM SERVIÇO DE SEGURANÇA VELADA.
ENQUANTO AUTORIDADES SEM A MENOR EXPRESSÃO OU SEM SOFRER O MENOR RISCO EM RAZÃO DAS FUNÇÕES CONTA COM SERVIÇO DE SEGURANÇA DO PRÓPRIO ESTADO.
ELE NÃO FOI ASSASSINADO…
DEIXARAM-NO MORRER INDEFESO.
E A CULPA – DEPOIS DO ENTERRO – ACABARÁ SENDO DELE…
DESOBEDEU REGRAS PRIMÁRIAS DE SEGURANÇA PESSOAL.
DIRÃO: ELE DEU MOLEZA PRO AZAR.

CORONEL PODE TER SIDO MORTO POR POLICIAIS CORRUPTOS 1

A Polícia Civil investiga a hipótese de homicídio na morte do comandante do policiamento da Zona Norte de São Paulo, coronel José Hermínio Rodrigues.Ele foi executado com pelo menos seis tiros, a maioria na cabeça, no final da manhã desta quarta-feira (16). Inicialmente, a Polícia Militar (PM) cogitou a possibilidade de uma tentativa de roubo. Mas a Polícia Civil tem entre as várias hipóteses investigadas uma possível execução praticada por um policial militar.

O comandante era considerado rígido e pode ter sido alvo de vingança.
De acordo com informações da Polícia Militar, Rodrigues foi assassinado após ser abordado na Avenida Engenheiro Caetano Álvares, região do Mandaqui, por homens que estavam em motos.
Segundo a PM, o comandante andava de bicicleta quando foi cercado pelos criminosos.
Rodrigues chegou a ser levado ao hospital da corporação, no Barro Branco, também na Zona Norte, mas não resistiu aos ferimentos.

LUTO NA POLÍCIA MILITAR…CORONEL FOI VÍTIMA DE HOMICÍDIO Resposta

16/01/2008 – 14h25
Comandante da PM na zona norte de São Paulo é assassinado

da Folha Online
O coronel da Polícia Militar José Hermínio Rodrigues, 48, foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira em São Paulo. Ele era chefe do Comando de Policiamento Metropolitano 3, responsável pelos 5º, 9º, 18º e 43º Batalhões da PM, na zona norte da cidade.
O crime ocorreu às 10h50. Segundo a Polícia Militar, o coronel estava de férias e andava de bicicleta na avenida Engenheiro Caetano Álvares, também na zona norte, quando foi abordado na altura do número 7.300, em uma suposta tentativa de assalto.
Rodrigues foi levado ao hospital da Polícia Militar, mas não resistiu. O caso seguiu para o 20ºDP. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, ninguém foi preso.

LIDANDO COM CHEFES "DUAS CARAS" …A QUEBRA DA HIERARQUIA NA POLÍCIA CIVIL 3

Esses colegas mentem deliberadamente, nos enganam, fazem jogo duplo, ludibriam e corrompem.
Para obter o que desejam – seja manter o cargo ou obter maiores postos ou vantagens pessoais – recorrem a todos os meios possíveis para alcançar seus fins e depois justificam para si mesmos as ações clandestinas.
Distorcem situações.
Deliberadamente fazem o subordinado cometer erros; porque o iludem.
Tapeiam-no em asssuntos em que você é inexperiente ou ingênuo.
São indivíduos mentirosos-dissimulados; não querem, necessariamente, lhe fazer mal, todavia se preocupam , primeira e principalmente, com o bem estar deles; nunca com o seu.
Alguns Delegados de Polícia colocam seus princípios em prática dizendo apenas meias-verdades.
Possuem um discurso asséptico ou deliberadamente confuso.
Buscam sempre enganar, iludir ou blefar.
É a persuasão por meio da fraude – uma característica dos covardes.
Atingir o objetivo custe o que custar!
E esse objetivo será sempre aquele que melhor lhe aproveitar; aquele que lhe propiciar maiores vantagens.
Ao longo do processo o subordinado, enganado, será atropelado e sairá ferido.
De alguma forma toda a “culpa será sua”, pois sempre alegarão que você deve tê-los compreendido mal.
E que sempre buscaram lhe preservar e apoiar.
A Polícia Civil padece por sermos forçados a lidar com diretrizes intencionalmente obscuras de gestores medrosos, que não querem – E NUNCA IRÃO – assumir responsabilidades.
Apenas tomarão para si os louros dos eventuais e pontuais sucessos.
Os hipócritas – ou “DUAS CARAS” – iludem de propósito.
Chefes hipócritas são dissimulados; não se pode confiar neles.
Fingem-se “bons amigos”, mas logo você descobrirá que – no jogo dele – você já foi descartado.
É o tipo que, de má-fé, o levará a confiar nele para, depois, usar informação contra você.
Sempre tomam e citam fatos fora do contexto; assim ,pelas conclusões erradas, o aniquilado será você.
Tenham por certo:
CHEFES HIPÓCRITAS SEMPRE FARÃO O OPOSTO DO QUE ESTÃO FINGINDO FAZER.
E quando ele lhe afirmar, após conversa e café, que você está prestigiado; RECOLHA AS GAVETAS.
Pois, dois dias antes, ele já te cortou a cabeça!
E você confuso acaba tirando conclusões erradas.
Nunca saberá em que ponto errou; pior será eleger um colega – normalmente aquele que ficará em seu lugar – como o trapaceiro.
O colega até pode ter concorrido, mas por pura e simples conveniência do seu ex-chefe.
Neste ponto você já foi removido.
E Delegado hipócrita não respeita a hierarquia: O SUBSTITUIRÁ POR PROFISSIONAL DE CLASSE E COMPETÊNCIA INFERIORES.
Primeiro: não gosta de quem lhe faça sombra.
Por segundo: você era compromissado com a Instituição; não com o carreirismo do chefe.
Por terceiro: um profissional de classe inferior àquela exigida legalmente para ocupar determinados cargos estará sempre em condição de maior fragilidade, sujeito à fácil manipulação.
O substituto é sempre mais dócil.
Pensamentos do Hipócrita: NÃO SEI POR QUE O GUERRA ESTÁ TÃO CHATEADO?
ELE NÃO PERDEU NADA.
O SALÁRIO É IGUAL!
APENAS ADEQÜEI O MATERIAL HUMANO ÀS ATUAIS NECESSIDADES DO SERVIÇO PÚBLICO.
E tal vale para todas as carreiras, de se ver que ser Investigador ou Escrivão das classes especiais nada vale para muitos.
Na verdade , uma grande parcela, dos ocupantes das funções de chefia são “apadrinhados”.
Assim, chefias de Cartório e de SIG são – ilegalmente – ocupadas por 4a., 3a. e 2a. classes; com o preterimento, até, de muitos classes especiais.
PO FIM O HIPÓCRITA APESAR DA TOTAL IMPROBIDADE – O PIOR TRAÇO DA SUA PERSONALIDADE – NÃO POSSUI CONDESCENDÊNCIA COM PEQUENAS FALTAS FUNCIONAIS.
PERDOA E ABAFA APENAS GRANDES CRIMES…

QUANDO TUDO PARECER TER FALHADO…LEMBREM-SE 1

Sabem amigos?
Uma das vantagens e virtudes de um plantão policial, principalmente na alta madrugada, quando aguardamos o inesperado e somos obrigados a introspectar e meditar, é a consciência de nossa pequenez, é o aceitar de nossas tristezas.
Contudo, mesma nesta introspecção, nossas vicissitudes transformam-se na certeza que um dia as coisas mudarão. É impossível que nunca mudem!
O Pai um dia disse que as próprias pedras clamarão!
Num destes dias, chuvoso, frio e enigmático escrevi estas palavras, que até hoje as leio e gostaria de compartilhar com vocês:
“Verdadeiramente, nos momentos de tristeza, quando a angústia e as agruras da vida nos assolam a alma e a madrugada parece infinita; quando nos sentimos sós e a decepção torna-se cruel, apenas as promessas do nosso Deus Maravilhoso, através de sua Palavra, nos dão o conforto necessário e a solução eficaz.
Quando nos falta aquele melhor amigo e a derrota parece iminente, só o Poder Divino para reverter o quadro e indicar o novo caminho, sólido e seguro que nos conduzirá à VITÓRIA. Fizemos prova disto e gostaríamos imensamente que também você a fizesse, pois SOMOS MAIS QUE VENCEDORES”
ABRAÇOS!
(Ruy M.)

O DELEGADO COM PINTA E MUSTANG DE GALÃ DO CINEMA Resposta

Caro Ruy :

Como eu nasci durante uma enchente no bairro Jockey Clube – não falo nasci no Jockey para não tirarem aquela de sempre – e depois morei uns 20 anos no Bitarú; não sei dizer qual foi a maior enchente na região. Foram centenas.

Acredito que foi num Natal.
Eu era criança; caiu um prédio que ficava perto da Ponte Pênsil, bem ao lado do posto da Polícia Rodoviária.

Na minha casa foram abrigadas umas quarenta pessoas durante os temporais que alagaram toda a região.

Lembro que foram abrigadas e saíram todos brigados; era uma parentela unida até o convívio de dias numa mesma casa.

Mas quanto ao assunto, também, tenho boas lembranças do Dr. Maneco, mas acho que a influência dele – e do irmão Zelo – não foi muito boa.

Ele tinha um apartamento em frente ao comércio do meu pai (anos depois esse pequeno apartamento foi comprado por nós), e eu sempre o via estacionando na porta da loja um cara estilo Clint Eastwood, mas com um Mustang igual ao do Steve Mcqueen, em Bullitt.

Eu não saia do Rosário , do Cinemar e do Petrópolis.

Eu entrava sem problemas, mas no Jangada tinha um Senhor que era terrível nas funções de porteiro.

Assim, por uma certa fantasia cinematográfica, quando eu soube que ele era Delegado de Polícia não tive mais dúvidas.

E a minha visão sempre foi de que o Delegado de Polícia era uma espécie de Juiz que trabalhava na Polícia.
Pois São Vicente – ainda era pequena – e qualquer coisa era vou “reclamar para o Delegado”.

E ser advogado que trabalhava na Polícia e andar de Mustang, na visão de um adolescente de 13 ou 14 anos, era um sonho.

Sim, advogado que trabalha na polícia.

Uma descrição “portenha” do equivalente ao Inspetor-Geral.

Acho que acabei caindo numa espécie de sonho do vigário; o vigário é o próprio sonhador.

Como você afirmou bons frutos eles deixaram em número suficiente, mas não lhes dão chances e oportunidade de trabalho.

Ruy o nosso tempo praticamente passou; aqui você dá anos da sua vida buscando o melhor para a Instituição e, apenas em um minuto, um parasita apadrinhado rouba-lhe a honra, os sonhos; quase tudo.

Se a administração fosse séria você, o Bergamine e outros, há muito teriam deixado o plantão.

Mas, como nossos velhos velhacos são duas caras mesmo, se promete a alguém e nomeia-se outrem.

E depois reclamam quando o subordinado se afasta em razão da decepção.

O Manecão tinha palavra e o Rosier tem palavra; mesmo que a franqueza possa magoar ela é preferível ao engano.

O resto não tem hombridade, salvo um ou outro.

Eu me decepcionei com quase todos os nossos ” modernos superiores”.

Devo muito ao Dr. Maneco; também sou devedor moral do Rosier.

E nunca esqueci do Dr. Roberto Vinhas, embora ele sempre “pagasse uma” quando eu por ele passava de “cinqüentinha” sem carta.

Também, do Dr. Alfeu Forte e do Dr. Galiazzi.

E destes últimos, lembro, por assistir Delegado pondo cobro a Injustiças.
Era bom ser jovem e puro.

Saúde pra você!

DA IMORALIDADE NA ADMINISTRAÇÃO POLICIAL…O PARAÍSO DOS "DUAS CARAS" 10

PREÂMBULO
O Povo Paulista, invocando a proteção de Deus, e inspirado nos princípios constitucionais da República e no ideal de a todos assegurar justiça e bem-estar, decreta e promulga, por seus representantes, a
CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO
TÍTULO I Dos Fundamentos do Estado
Artigo 1º – O Estado de São Paulo, integrante da República Federativa do Brasil, exerce as competências que não lhe são vedadas pela Constituição Federal.
Artigo 2º – A lei estabelecerá procedimentos judiciários abreviados e de custos reduzidos para as ações cujo objeto principal seja a salvaguarda dos direitos e liberdades fundamentais.
Artigo 3º – O Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que declararem insuficiência de recursos.
Artigo 4º – Nos procedimentos administrativos, qualquer que seja o objeto, observar-se-ão, entre outros requisitos de validade, a igualdade entre os administrados e o devido processo legal, especialmente quanto à exigência da publicidade, do contraditório, da ampla defesa e do despacho ou decisão motivados.
TÍTULO III Da Organização do Estado
CAPÍTULO I Da Administração Pública
SEÇÃO I Disposições Gerais
Artigo 111 – A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes do Estado, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, razoabilidade, finalidade, motivação, interesse público e eficiência. (g. nosso)
Lealdade e boa-fé Administrativa é o agir sincero e franco do agente público, sendo-lhe proibido procedimento astucioso, malicioso; efetuado com a finalidade de confundir, enganar, dificultar ou diminuir o exercício de direitos por parte dos cidadãos ou subordinados.
A moralidade administrativa vai muito além da legalidade; requer mais do que a aparente obediência às formalidades legais.
Não basta parecer honesto, deve ser honesto.
E imoralidade é aquilo que mais se vê na Polícia Civil, posto superiores hierárquicos com fala e gestos assépticos ou discursos bem intencionados(o falso amigo), diariamente, enganarem sorrateiramente os seus subordinados e, também, os próprios superiores.
Tudo com o único propósito de sastisfazer os seus interesses mesquinhos, mas sob o pretexto de manter ou buscar os elevados fins da Instituição.
Um grande exemplo: CONSIDERANDO a falta de recursos humanos para o trabalho ininterrupto do serviço policial; RESOLVE: os DELEGADOS DE POLÍCIA ficarão de plantão a distância, mas devem manter contato com os funcionários plantonistas e fiscalizarem a conduta dos servidores escalados, orientando…(“sic”).
Plantão virtual por telefone audio-conferência!
Modernidade Americana.

SER DELEGADO DE POLÍCIA É PRIVILÉGIO DE POUCOS 3

Grande São Paulo recebe mais 204 delegados
Domingo, 13 de Janeiro de 2008 às 10h22
Os moradores da Capital e Grande São Paulo terão à disposição a partir desta segunda-feira, 14, mais 204 novos delegados que estiveram ao longo de oito meses no Curso de Formação Técnico-Profissional na Academia de Polícia (Acadepol) “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”.
Os novos delegados, 145 homens e 59 mulheres, participaram da cerimônia de formatura na sexta-feira, 11, no salão nobre da Faculdade de Direito da USP que contou com a presença de diversas autoridades policiais do Estado, entre elas o delegado geral Maurício Lemos Freire e o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, escolhido como o patrono da turma, e que também representou o governador José Serra.
O curso deste ano marca uma inovação na história da Polícia Civil: pela primeira vez em 102 anos, os formandos tiveram a oportunidade de escolher os lugares onde irão trabalhar, seguindo um critério de classificação (notas) no curso.
Para Marina Cerqueira Correa da Silva, segunda colocada, com 95,95 pontos, a mudança nos métodos de escolha foi muito boa.

“Eu acho um critério muito justo e objetivo porque permitiu a quem realmente se dedicou na Academia que pudesse escolher o lugar que gostaria de trabalhar”. Marina escolheu o 20º DP, na Água Fria, zona norte da Capital, e disse estar muito feliz por este ser um Distrito modelo.
Maria Jurema Brandão Ricci Heib, que já está a 12 anos na carreira policial, foi a 12ª colocada no curso.

Ela ficou feliz por ter conseguido escolher a região em que vai trabalhar, mas lembrou que todas as delegacias tem seus prós e contras.

“Em todas estaremos lidando diretamente com a criminalidade, então não podemos considerar como áreas boas ou ruins, mas sim como áreas que precisam de delegados de polícia atuantes”, afirmou a formanda.
A oradora da turma, Priscila Alferes, comentou em seu discurso o fato de esta ter sido a única turma que teve o privilégio de escolher a unidade onde cada um exercerá suas funções.

“Achei ótimo porque assim todo mundo tem que se dedicar pra conseguir uma posição melhor e ter a chance de trabalhar onde gostaria”, afirmou.

Em cima do púlpito, ela também lembrou “a honra” de ter tido como avaliador na matéria de tiro com pistola o próprio delegado geral, Maurício Freire, que foi o paraninfo desta turma.
O secretário Marzagão também falou e agradeceu aos formandos por ter sido eleito o patrono da turma.

Em seguida, salientou que essa foi uma semana bastante especial para a Segurança Pública do Estado. “Primeiro por recebê-los, senhoras e senhores, no quadro de delegados da Polícia Civil.

Também pelo novo critério de seleção utilizado para definir os locais para onde vocês serão encaminhados.

Além disso, nessa semana, a Polícia Civil de São Paulo mostrou para toda a sociedade o seu importante papel no combate à criminalidade, mostrando eficiência e rapidez na elucidação em um dos crimes de maior repercussão dos últimos tempos, o furto das obras do Museu de Arte de São Paulo. Isso demonstrou, mais uma vez, a incontestável competência da nossa polícia”, declarou, seguido de calorosas palmas do público presente.
Por fim, o secretário citou uma estrofe do hino da Polícia Civil de São Paulo e deixou uma mensagem para os formandos.

“Ser delegado de polícia é privilégio de poucos.

E essa incumbência está nas mãos de quem pode e merece tê-la.

Bem-vindos à Polícia Civil do Estado de São Paulo”, concluiu Marzagão.
Da Secretaria de Segurança Pública

“Ainda há preconceito com a categoria e, com isso, o Estado tenta economizar no pagamento a esses servidores”, Resposta

PMs obtêm direito a adicional com base em salário integral

Um grupo de 30 policiais militares de São Paulo conseguiu na Justiça o direito de receber integralmente o adicional de sexta-parte calculado com base em seus vencimentos integrais, e não apenas com base no salário padrão.A ação foi movida contra a Fazenda do Estado, acusada de não pagar o benefício referente a um sexto do salário que os policiais militares têm direito de receber a partir de 20 anos de serviços prestados na PM (Polícia Militar). O processo tramita na Justiça há quatro anos e a fazenda ainda pode recorrer da decisão.O direito está previsto no artigo 129 da Constituição Estadual, que trata dos funcionários públicos. “Lá consta que os vencimentos integrais correspondem a todo o salário, com adicionais. Já a Fazenda insiste em dizer que incide apenas em cima do valor padrão que eles recebem, esquecendo outras gratificações e adicionais, como o de insalubridade”, diz o advogado que representou os policiais, Fernando Fabiani Capano, sócio do escritório Gregori, Capano Advogados.O relator do acórdão, José Hábice, afirmou em sua decisão que “no mesmo sentido do cálculo da sexta parte, que deve incidir sobre os vencimentos integrais, devem ser considerados os vencimentos e as vantagens e acréscimos incorporados”.“Esta decisão demonstra que o Poder Judiciário vem corrigindo o pagamento do adicional desses servidores de acordo com o que é estabelecido pela Constituição paulista, garantindo assim o devido reconhecimento pelo trabalho prestado há mais de duas décadas na corporação”, afirma Capano.Apesar da vitória, o advogado comenta que litigar contra a Fazenda em casos como este “é sempre complicado porque a classe dos policiais não é bem vista”. “Ainda há preconceito com a categoria e, com isso, o Estado tenta economizar no pagamento a esses servidores”, diz.O advogado acredita que a Fazenda deve recorrer da decisão, mas afirma que a chance de uma ação como essa ir para instância superior (Brasília) é remota, já que se trata da Constituição Estadual.Sábado, 12 de janeiro de 2008

EM MONTE MOR O INVESTIGADOR-CHEFE FALOU A VERDADE…AGUARDEM ELE SERÁ IMORALMENTE PUNIDO 1

MATERIA PUBLICADA PELO JORNAL TODO DIA 13 DE JANEIRO DE 2008

“Pela Lei quem deveria mandar na Cadeia de Monte Mor e remanejar presas deveriam ser o Diretor da cadeia ou O SECCIONAL
mas veja na matéria quem verdadeiramente se manifesta e que coordena a Cadeia, visto que o Diretor da Cadeia, segundo o Jornal nunca é encontrado e o Seccional , nega os maus tratos e péssimas condições em que vivem as presas de Monte Mor ,ainda mente dizendo que ha visitas de médicos na cadeia,conforme disse em matéria do Jornal Regional de Campinas, agora desmentido pelo Investigador.” obs.: de um colaborador

Início da matéria:

Em Monte Mor, investigador se diz ‘babá de presa’
Ruiz divide a rotina de investigador com as saídas para levar detentas a consultas médicas
Beatriz Costa – Monte Mor
Arquivo/TodoDia

Transferência de presas ocorreu na sexta-feira”Não tem como fazer investigação, a gente virou babá de presa”. O desabafo partiu do investigador-chefe de Monte Mor, Umberto Ruiz, que constantemente interrompe sua rotina para “levar presa no Instituto Butantã, pra ter filho, no médico”. Ele integra a equipe policial da superlotada Cadeia Feminina de Monte Mor.
Em sua mesa, uma pilha de guias médicas com horários dos atendimentos divide espaço com o telefone e outros papéis relacionados com a rotina de investigador. Ruiz aproveita as saídas com as presas para obter o máximo de informações sobre possíveis resgates – “Quando levo uma presa para o médico, estou ali colhendo tudo o que eu posso” – e graças a atitudes como esta foi possível coibir ações programadas pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) durante as festas no final do ano passado. “O papo de resgate é constante. Coibimos porque a gente tem nossas informações”.
O dia-a-dia é duro. Quando chove, diz ele, a água invade as celas e, como há apenas um ralo, poças são inevitáveis. “Até comprei uma vez uma lona de caminhão para a água escorrer pra fora, mas já esfacelou”, lembrou. Três carcereiros estão afastados por licença-saúde e outros três funcionários em licença prêmio ou férias. Apenas um homem e uma mulher fazem a triagem dos visitantes no dia de visita às presas e o resultado… “Você encontra celular dentro de pote de creme de cabelo. A gente não sabe como, mas celular entra”, reconheceu.
O acúmulo de roupas das presas – “Cada uma tem pelo menos três malas” – diminui o escasso espaço. Às vezes, as presas se estranham e formam grupos rivais, transformando o local numa “panela de pressão”. A superlotação torna o ambiente insuportável. “Esta superpopulação faz elas começarem a estrilar pra todo lado. Como está aí, isto não livra de um dia a gente ter uma surpresa”, alertou, temendo resgates e rebeliões.
Há, no entanto, compensações. “Cada dia é um tipo de comida. Elas tinham que agradecer porque não são maltratadas, juiz e promotor sempre vêm aí”. Apesar da lista de condições desfavoráveis, ele e outros policiais se esforçam para manter a unidade sob controle. “A situação é ruim mas a gente tem que ir vivendo com isso e fazer cada vez melhor”.

LIGEIRINHO JOGADOR DE BASQUETE ME ENSINOU Resposta

Primeiro “papel”, após “algema”, outro “papel” e “cana”.
Trabalho feito.
Depois “dinheirinho no bolso”.
Cerol – assunto de “estado” – só prá quem quem passar cerol em nós.
Varal e cerol em “Zé” jamais.
Aliás, “varal” e “cerol” NUNCA MAIS.
LIGEIRINHO – 0 JOGADOR DE BASQUETE – ERA SÁBIO ; só usava “browning 9mm”.
Ter 15 é mais e melhor que 7 ou 8.
Foi milico, “novinho”, antes da dita.
Da dita muito dura com os Zé.
Ensinou, também, em varal não se pindura nenhum “Zé”.
Muito menos se passa “cerol” em “Zé”.
Varal e cerol em Zé é pecado.
Salvo o Zé querer passar o cerol em nóis.
E quem sem motivo passa cerol no Zé da Silva, passa no Zé dos Santos, no Zé Ribeiro, no Zé Agostinho, no Zé Guerra, no Zé Vinicius e no Zé Dirceu.
Tudo vira Zé.
Depois vem um Zé que não usa cerol…
Passa a Serra em nóis!
O LIGEIRINHO – jogador de basquete da 9mm – era um sábio.
Só falava baseado…
Baseado na visão de quem tem olho e vê…
Sem fazer parte de confrarias …sem quaisquer outras “ias”…ou “pontinhos”…
Ligeirinho sábio diria: CUIDADO!
Há um morcego na coluna principal…
O nome dele também é “ZÉ”.
Há morcego que se alimenta de frutos, outros de sangue…
E nóis nunca sabe a diferença.
Qual dos morcegos merece varal ou cerol?
Nóis sabe?
Ligeirinho amigo sempre me disse…
Não faça maldade com nenhum “Zé”…
Policial não foi “Criado” para fazer maldades…
Criados por “Ele”; que também criou os Zés e os morcegos.

MAIS UMA AÇÃO DO DR. CASSIO CONSERINO…E DUAS BOAS AÇÕES DO PSDB 1

11/01/2008 – 22h11
Justiça afasta cinco funcionários de cadeia de São Vicente (SP)
MARIANA CAMPOS
da Agência Folha, em Santos
A Justiça de São Vicente, no litoral paulista, concedeu liminar afastando do cargo cinco funcionários públicos que trabalharam no CDP (Centro de Detenção Provisória) da cidade acusados de facilitar a entrada de drogas e celulares na prisão.
A decisão foi tomada pelo juiz Fabrício Henrique Canelas, da Vara da Fazenda Pública de São Vicente. A autoria da ação civil pública de improbidade administrativa é dos promotores Cássio Conserino e Flávia Maria Gonçalves.
No texto, o juiz afirma que “a permanência dos réus no exercício da função pública, além de prejudicar o serviço público (pela suspeita de improbidade), pode efetivamente prejudicar a instrução, na exata medida em que facilitará a ameaça de testemunhas e o acesso a informações existentes no serviço público do qual fazem parte.”
Na ação do Ministério Público, testemunhas relatam irregularidades praticadas pelos funcionários, entre elas corrupção. Há também relatos de que funcionárias mantinham relações com detentos.
Ainda na ação, os promotores afirmam que há “indiscutíveis indícios” de que os funcionários do CDP praticaram ato proibido por lei, ou seja, “facilitaram a introdução de entorpecentes e aparelhos de telefonia celular no presídio, além de auferir –uma delas– benefício patrimonial ilícito, conforme comprovante bancário acostado aos autos”.
De acordo com Conserino, os funcionários foram afastados do CDP de São Vicente, mas continuam trabalhando no sistema prisional.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária confirma que os servidores foram transferidos para outras unidades prisionais e diz que eles respondem a processos administrativos disciplinares. Durante o andamento desses processos, a secretaria não pode se manifestar.
Com a decisão provisória da Justiça, os funcionários devem ficar afastados de seus cargos até o fim da investigação. Durante este período, continuarão recebendo salários.
A Folha não conseguiu falar com eles nem com advogados dos acusados.
Há um Policial do Deinter-6, que denomina o combativo Promotor de “Cassio Cancerígeno” ; deve ter empregado o jocoso apelido em virtude de o Promotor ter debilitado as gordas propinas que recebia.
Neste sentido até podemos falar que o Doutor Conserino é câncer para a “bandalha oficial”.
Câncer para eles corruptos; remédio para os dignos.
Remédio para a Coletividade.
Triste é saber que ainda há Delegado de Polícia aceitando a condição de pigmeu.
E não pode reclamar: nos últimos tempos se deixou dirigir por PECULATÁRIOS e QUADRILHEIROS; escolhidos ou indicados por colegiados de politiqueiros corruptos.
Talvez a independência funcional como princípio institucional ; contida na proposta de reestruturação da Polícia Civil, venha – em breve – colocar fim nesta nefasta submissão a uma hierarquia despreparada e descomprometida com a Carreira.
Nisto a primeira boa ação do PSDB, resta aguardar a aprovação.
Contudo; para nossa esperança – pela primeira vez em dez anos – o Governador nomeou um Delegado Geral reconhecidamente comprometido com o interesse público e com o engrandecimento da Polícia Civil.
Notória e resplandecentemente: HONESTO.
Quem vê a cara, também vê coração.
Corruptos e prostitutas trazem placas na testa, ocultam apenas o preço dos valores dos seus serviços…
Sempre a combinar!
O Doutor Maurício Freire – sem falsidades e interesses pessoais – está acima de quaisquer suspeitas.
Só cometeu uma espécie de irregularidade durante a sua Carreira: aturou professores que apareciam na Academia apenas para tomar café e contar vantagens para os alunos.
Se é que se pode denominar a paciência e urbanidade do atual Delegado- Geral, irregularidade.
Esta a segunda boa ação do Governo José Serra.

DA DITADURA AMERICANA… FIO DO BIGODE É COISA DO PASSADO Resposta

Falando outras banalidades encontro dificuldades, no momento, para teclar; é que estou usando um velho PC “lentium” emprestado – em face de a “Ditadura Americana” ter devassado os meus arquivos e as minhas pastas do computador instalado no meu gabinete; também tê-lo desconfigurado para impedir acesso à rede.
E, ainda, limpando todo o histórico dos meus dois navegadores.
Não sei se é coisa de veado ou coisa de ladrão?
De homem não foi.
Muito menos não é ato de Caipira, salvo se o Caipira também perdeu a honradez.
O Calunga nunca perdeu.
Parece mesmo coisa de “policincha”.
Com pê e o pinto minúsculos.
Mas foi um ato criminoso; típico de quem não tem moral.
Tão incompetentes que acham que eu não entendo um pouquinho de certas coisas!
Especialmente da falta de hombridade de alguns humanos que encontro pelo caminho da carreira.
Muito pior – além de “fuçarem” o computador; quem fuça é porco e me lembra o leitão na geladeira(postagem de 21/12) – ainda se fez arrecadar todos os documentos que estavam sobre a mesa e nas minhas gavetas para mandar para a Corregedoria do Deinter -9; coisa de amadores. Se bem que demorou, pois os deixei a disposição há mais de mês; não assino termos em nome alheio e colhidos sem a minha presença na Unidade.
Espero que tenha arrecadado e mencionado no auto todos aqueles, a maioria, que há mais de ano estão sem movimentação e sem quaisquer assinaturas da autoridade responsável.
Dúvido; não demonstrará a própria negligência.
Sem falar no fato de assinalar diversas faltas no mês de dezembro, não obstante eu ter trabalhado mais de 200 horas.
Acho que foi o primeiro ato do ano; pena a Escrivã, alegando não possuir cópia, ter negado a exibir o documento.
Mas eu o pedirei judicialmente.
Talvez pretenda se tornar manchete de jornal; do mesmo modo que aquele que causou a minha vinda para cá.
Mas foi sempre assim comigo, tem gente que precisa levar grande tombo para aprender não dar tapa na cara de “outrêm(sic)” e, também, deixar de “se enveredar”(sic) – modo Americano de falar – pela arbitrariedade e desrespeito ao semelhante, especialmente o colega de carreira.
Tais como: pretender negar seguimento a requerimento de licença-prêmio e férias – alegando através da Escrivã – o indevido emprego de ofício para solicitar-lhe o encaminhamento do requerimento instruído com a certidão e, também, confirmação das férias previamente agendadas.
Ora, com quem fala comigo apenas por Portaria só me manifesto por ofício.
Aliás, pensei que fosse o meio empregado para autoridades se comunicarem formalmente.
Como tenho cérebro defeituoso devo estar errado.
E usava o P.C. aqui instalado para não ambular com o meu Vaio de R$ 12.000,00, de casa a Hortolândia.
Nestas bandas , como no Deinter-6, também sobram ladrões e desmanches de veículos.
Mas a culpa não é dos Diretores do deinter-9, criado há pouco.
A fala aqui é que um pessoal da Capital, com aquele papo de moralizar, veio e desmoralizou de vez.
Todavia, eu acho que a culpa, em parte, cabe a algumas autoridades há muito tempo lotadas nesta região.
Agora, dos subalternos, exigem trabalho redobrado.
O resultado roubos e mais roubos… Latrocínio atrás de latrocínio.
Enquanto o pote…
Não posso falar do pote…
Ou melhor; posso afirmar que não estou em Hortolândia para passar pote e ir embora transbordando U$ Money!
Mas existe o pote…
Afinal, aqui também é America!
E veados americanos são muito espertos e machos…
Como todos os veados; de todas as campinas.