A CORREGEDORIA – GERAL DA POLÍCIA CIVIL (nada confiável segundo o relato abaixo) 2

Bastidores do Crime
Ex-delegada acusa boicote da Polícia Civil
Reclamando de falta de apoio, a mulher que durante dois anos comandou investigação contra policiais deixa o cargo
São José dos Campos
Após oito anos na Polícia Civil, a advogada Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio, 32 anos, pediu exoneração do cargo de delegada-assistente da Corregedoria da Polícia Civil de São José dos Campos na última quinta-feira.Na prática, ela deixou os quadros da Polícia Civil. Durante dois anos, ela comandou um inquérito que culminou com a prisão temporária de sete policiais civis da cidade e um advogado de Pindamonhangaba.Em entrevista ao ValeParaibano, a ex-delegada rompe o silêncio e afirma ter sofrido um “boicote” da própria Polícia Civil durante os dois anos de investigação do caso, que apura o suposto envolvimento de policiais civis em crimes de extorsão mediante sequestro, tortura, tráfico de drogas e concussão. “Saí para manter meus princípios”, declarou.Leia abaixo os principais trechos da entrevista:ValeParaibano – Qual foi o motivo que a levou a pedir exoneração do cargo?Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio – Estava havia dois anos na Corregedoria e, desde sempre, claro, minha função seria fazer investigações de abusos cometidos por policiais, crimes cometidos por policiais. E desde então, sempre sofri uma pressão velada, nunca tive ameaças diretas, nunca.Mas tinha constantemente informações confiáveis, algumas vindas até de integrantes mesmo da polícia com quem eu tenho contato, no sentido que eu tomasse cuidado porque iriam me prejudicar profissionalmente.Por exemplo: me remover da Corregedoria e me colocar subordinada à polícia local, que a própria Corregedoria investiga.E que também, agora, mais ao final dessas investigações, que iriam inclusive atentar contra a minha vida e a do meu marido, que é juiz de Direito da 3ª Vara Criminal aqui (São José).Bom, então não houve um fato isolado, isso veio vindo, nunca dei ouvido a isso, mas começa a tomar um volume.Por exemplo: ano passado, outubro de 2004, oValeParaibano até cobriu uma matéria na qual apreendemos 169 máquinas caça-níqueis aqui em São José.Coincidência ou não, no dia seguinte à apreensão dessas máquinas em São José pela Corregedoria, o delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares em São Paulo [Emerenciano Dini], que é superior direto da Corregedoria Auxiliar daqui, caiu.No dia seguinte, ele foi transferido e se encontra no DAP (Departamento de Administração e Planejamento).Coincidência ou não, algumas semanas, duas semanas depois dessa apreensão de máquinas caça-níqueis, tentaram efetivamente me tirar da Corregedoria.Seria um acordo entre o corregedor-geral em São Paulo [Ruy Estanislau Silveira Mello] e o diretor do Deinter-1, Claudinê Pascoetto, de me “permutarem” com uma delegada aqui de São José, do plantão. Ela viria para o meu lugar e eu iria para o plantão de São José.Isso só não foi consumado, a minha transferência, que seria uma espécie de punição, só posso inferir isso, por conta de eu ter procurado o ouvidor da polícia, na época o dr. Itajiba Cravo, e ele, consciente de tudo que estava acontecendo aqui, até porque ele estava acompanhando pessoalmente, se empenhando para acabar com esse escândalo dos caça-níqueis, ele interviu e isso foi revertido.Então isso não é só alegação, pode ser comprovado com o dr. Itajiba e com o próprio divisionário que caiu, dr. Emerenciano Dini. Ele foi testemunha de toda a pressão que eu sofri e ele, inclusive, sofreu na pele e caiu naquela oportunidade.Era o dr. Emerenciano Dini, em São Paulo, que dava respaldo para nós delegados aqui da Corregedoria Auxiliar atuarmos. Ele nos dava total respaldo, falava: “vá em frente, tem máquina? apreendam, qualquer coisa eu estou por trás de vocês”, e ele caiu, perdemos nosso maior respaldo.Agora, há duas ou três semanas, o dr. Israel Dias Antunes, delegado-assistente da Corregedoria, foi removido pelo titular, dr. Paulo Roberto Galvão, sem qualquer motivação, sem nada, simplesmente transferido, removido de lá.ValeParaibano – Com relação a essa investigação, quais as pressões que a senhora sofreu?Audrey Kanaan – Essa investigação começou em 2003, através de uma denúncia, houve uma investigação paralela do Ministério Público, que eu nem tinha conhecimento.Essa investigação (do MP), mandada para mim, unida com a minha, frutificou. Nós conseguimos ir adiante, ouvimos muitas pessoas e redundou até na prisão em flagrante desses policiais.Bom, eu relatei esses autos no final de maio, dia 30 de maio, 31 de maio eu mandei para Justiça. Saíram as prisões no dia 2 de junho, à noite. Dia 3 de junho, o dr. Paulo recebeu os mandados para cumprimento.Os senhores têm acompanhado que tem até um procedimento do MP para apurar um eventual vazamento na informação com relação às prisões. No dia 3, um policial se apresentou, Marcos Rodolfo [dos Santos], o “Skinhead”.Se apresentou na seccional e qual não foi minha surpresa quando eu fiquei sabendo no final da tarde, que havia uma testemunha na seccional sendo ouvida pela Delegacia Seccional, que imputava, conforme boatos, coação à minha pessoa.Ela (testemunha) teria sido coagida para prejudicar os policiais ou coagida para não mudar o depoimento em que prejudicava policiais, (coagida) por mim.Então isso é um absurdo, é ilógico e pode ser comprovado nos autos. Infelizmente os autos agora estão sob sigilo, decretado pelo juiz e até pelo meu dever funcional de sigilo, eu não posso revelar.Posteriormente, assim que tiverem acesso aos autos, vocês (imprensa) vão poder confirmar isso.Essa testemunha foi lá (Corregedoria) em um primeiro momento, acusando vários policiais por diversos delitos gravíssimos e, algumas semanas depois, voltou, acompanhada de um advogado retificando tudo que havia dito.Está nos autos, ela foi ouvida novamente, alterando tudo que havia dito antes, falando que havia dito (denúncia) por pressão de um bandido tal. Tranquilo, a ouvi da mesma forma que ouvi da primeira vez.Então isso foi um absurdo, primeiramente porque: de onde surgiu essa testemunha que foi depor na seccional no dia da prisão?Ué, o inquérito não estava correndo sob sigilo? As prisões não deveriam ter sido até então sigilosas, independente do vazamento que houve, ou não? Como que ela (testemunha) surgiu lá? Por quem ela foi levada?A seccional a ouviu lá sem nenhum inquérito, não havia nenhum procedimento instaurado para aquela oitiva. Então, isso já me decepcionou, me desiludiu. Bom, passando adiante. Há duas, três semanas o dr. Israel foi embora.E a gota d’água foi agora esse reconhecimento pessoal. O que aconteceu? Quando os autos voltaram do Fórum já com as prisões decretadas, havia uma determinação judicial a pedido do MP de que todos os policiais fossem presos e submetidos a reconhecimento pessoal por todas as vítimas.Não só os policiais que tiveram decretada sua prisão, como outros que tiveram menção nos autos, suspeitos.Bom, ordem judicial cumpre-se, não se discute. Nós não temos na Corregedoria uma estrutura para diligências desse vulto, eram 13 policiais mais um advogado, mais inúmeras pessoas para compor número para o reconhecimento nas formas da lei, 12 vítimas e testemunhas para fazer o reconhecimento, dentre as quais três presos, que iriam vir com três escoltas diferentes de vários presídios, havia testemunhas fora do município, fora da região.Diante disso, a necessidade de fazer um ato desse vulto, dessa complexidade e da falta de estrutura, eu consultei o meu chefe.Formalmente, está nos autos um ofício, sobre como proceder, para ver se ele me indicava um local apropriado para isso. Ele me respondeu, por ofício, que eu indicasse um local porque ele não tinha.Então, eu contatei a Corregedoria-Geral em São Paulo, fiz um contato lá, explicando todo o caso, expondo as dificuldades e questionando sobre a disponibilização de uma sala lá para esse ato.Nós sabíamos que há uma sala lá própria para reconhecimento, com vidro apropriado, não permite o reconhecedor ser visto…consultei e qual não foi minha surpresa quando ouvi a resposta que cada um deveria se virar com a estrutura que tem. Que desconheciam qualquer sala, mas também que eu tinha que me virar.O que eu fiz? Vou me virar. Comecei a me virar, falei: “bom, vai ser na Corregedoria mesmo, não tinha outro lugar”.Fizemos o reconhecimento das 10h até as 17h30 em um banheiro de dois metros por três no máximo, um cubículo, a testemunha em cima de um banquinho, o vitrô fechado por papelão, um buraquinho no papelão, eu em outro banquinho, ao lado do vaso sanitário, equilibrada o dia inteiro se contorcendo naquele banheiro.O reconhecimento foi acompanhado por 5 promotores e 12 advogados, todos para dar legitimidade ao ato. Tinha mais de 70 pessoas dentro da Corregedoria.Fiz do jeito que dava. Apesar de toda a dificuldade, de toda essa falta de respaldo, isso eu posso adiantar, que o reconhecimento foi um sucesso. Foi de acordo com a prova que estava sendo formada nos autos, só veio a somar com a prova.Apesar de tudo isso, deu tudo certo. Isso graças ao apoio, exclusivo do MP e da Magistratura, da minha instituição, não.O que aconteceu com a minha instituição. Dia 24 (junho), uma sexta-feira, o reconhecimento era na terça, dia 28, o dr. Paulo Galvão, meu titular, vem com um ofício no qual ele determina que eu altere o lugar do reconhecimento para a Delegacia Seccional.Na hora, eu me desesperei. Como é que vou intimar todo mundo? É inviável intimar todo mundo, numa sexta-feira à tarde para a segunda-feira, às 9h, que as testemunhas deveriam reconhecer.Estava tudo preparado (terça-feira na Corregedoria), todo aparato montado, com todas as dificuldades e limitações que a gente tinha e, de repente, o dr. Paulo, após um acordo com o dr. Tucci [Djahy Tucci Júnior, delegado seccional de São José], vem e determina que eu faça na seccional.Além da impossibilidade de intimar todo mundo e prejudicar o ato, não ia dar para intimar, ainda teria o problema de, em sendo na seccional, as vítimas e testemunhas teriam receio de comparecer e, comparecendo, iriam ter receio de reconhecer. Nenhuma testemunha iria se sentir à vontade, não é um local neutro.O reconhecimento, que era a finalização de dois anos de uma investigação árdua, só não foi prejudicado porque eu, recebendo essa determinação do dr. Paulo Galvão, eu oficiei para o juiz da causa, Eduardo Sugino, da 2ª Vara (Criminal) de Taubaté, comunicando que estava sendo determinado por meu superior hierárquico que mudasse o local, sendo que imediatamente o dr. Sugino me mandou, por fax, um ofício determinando, aí com ordem judicial dele, que o local fosse mantido na sede da Corregedoria, porque todo mundo já estava requisitado e intimado.Por isso que falo, que graças à Magistratura e ao MP, o inquérito pôde se encerrar de uma forma lógica e imparcial. Não tivemos em momento algum respaldo de ninguém da instituição, seja o nosso superior direto, seja a Corregedoria em São Paulo.
Alex Brito/28JUN2005

AUMENTO! 34

Gente saiu o nosso tão esperado e “incrível” aumento, foram tantas conversações, tantas discussões que parecia que mudaria a vida de todo mundo, mas por incrível que parece, para a nossa “surpresa”, ele foi o que foi.

O “aumento!” será a partir de setembro (retroativo) e ficará na enorme soma de R$ 100,00 a R$ 140,00 (para os policias de segunda classe), investigadores e praças incluídos e de R$ 700,00 a R$ 900,00 (para os policias de primeira classe), delegados e oficiais.
Os aposentados e pensionistas!? Coitados, estes são policias de terceira classe, para eles só o bagaço da laranja.

Dois detalhes não se pode deixar de comentar ainda:

1º – As entidades de classe parecem somente se preocupar com a mensalidade de seus associados, pois nas discussões que se seguiram na Assembléia Legislativa só foi vista por esse que vos fala o pessoal da Baixada Santista, fora eles nem sinal de associações e sindicatos, se com pressão os trabalhos já não são assim tão efetivos, imagine-se sem ela;

2º – Há de se destacar e elogiar a figura do Deputado Major Olímpio, uma voz solitária na defesa ferrenha das condições econômicas da classe policial.

Abraços.

Paulo

E não somos convidados para esse B A N Q U E TE!!!!!!

(ESTÁ NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO)
Observem que muito supermercado não consegue vender este volume de produtos ! Independente da sua preferência política, algumas coisas precisam ser mostradas!!! Está tudo no Diário Oficial da União, com número de licitação e tudo. DESPESAS DO GABINETE PRESIDENCIAL 1995 – FHC – R$ 38,4 milhões. 2003 – Lula – R$ 318,6 milhões. 2004 – Lula – R$ 372,8 milhões (R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho).Quer saber mais? NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO PALÁCIO DO PLANALTO Itamar Franco – 1,8 mil FHC – 1,1 mil Lula – 3,3 mil PS: No Palácio da Alvorada, existem 75 empregados. O ano passado Lula assinou um decreto, de número 5.087, aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos.FOME ZERO No Palácio do Planalto, o programa “Fome Zero” funciona. Fome e sede zero. Todos querem, literalmente, se entupir de comida e bebida. Vejam estes números: O processo de licitação de número 00140.000226/2003-67, publicado no Diário Oficial da União,
previu a compra de 149 itens para o Palácio. Dentre eles constam: – sete toneladas de açúcar; – duas toneladas e meia de arroz; – 400 latas de azeitona; – 600 quilos de bombons; – 800 latas de castanhas de caju; – 900 latas de leite condensado…. Tudo altamente calórico… O pior é que pelo prazo da licitação,tudo isso deverá ser consumido em 120 dias… Mas tem mais. Constam ainda: – dois mil vidros de pimenta; – dois mil e quinhentos rolos de papel alumínio; – quatrocentos vidros de vinagre; – quatrocentos e sessenta pacotes de sal grosso e ainda – seis mil barras de chocolate. Se você, caro leitor, apanhar uma calculadora, vai concluir que a turminha de Lula está consumindo por dia: – 58 quilos de açúcar (ou dona Marisa faz muito bolo ou Lula toma muita caipirinha…); – 22 quilos de arroz; – 50 barras de chocolate; – 15 vidros de pimenta….pimenta??? Como a repercussão dessa compra foi negativa, Lula mandou tirar do site oficial do governo o processo de licitação, que já havia sido publicado na edição número 463do Diário Oficial. Lula é assim: num dia esconde o que faz, no outro camufla o que compra. E a coisa vai mais longe: em outra licitação (00140.000217/2003-36) dá para perceber que Lula gosta de festa. O Gabinete da Presidência comprou um pouco de tudo para beber. Entre os itens: – 129 mil litros de água mineral (consumo:mais de mil litros por dia); – duas mil latas de cerveja; – 35 mil latas de refrigerante; – 1344 garrafas de sucos naturais; – 610 garrafas de vinho (consumo de cinco por dia); – 50 garrafas de licor. A sede dos deslumbrados vai além, mesmo com muita gente morrendo por falta de água no sertão, que Lula diz que conhece bem. Em outra licitação,( 00140.000228/2003-56), o nosso Presidente, que devia ser exemplo, mandou comprar para seu Palácio: – 495 litros de suco de uva; – 390 litros de suco de acerola; – o mesmo tanto de suco de maracujá, laranja, tangerina e manga. Outra compra diz a respeito a 2.250 quilos de pó de café. Numa conta simples, este valor resulta em 2145 cafezinhos por dia. Desse jeito Lula vai acabar perdendo o sono. Mas a farra não termina por aqui. Numa outra compra ( 00140.000126/2003-31) Lula prova que é bom de estômago: – três toneladas e meia de batata: – duas mil dúzias de ovos; – duas toneladas de cebola e – uma tonelada de alho porró. Na mesma compra tem mais: – 2400 abacaxis; – uma tonelada e meia de banana; – outro tanto de ameixa e ainda – uma tonelada de caqui. Pelo que se entende de outra compra (00140..000227/2003-10), dona Marisa Letícia anda cozinhando pra fora, servindo marmita. Foram comprados para serem consumidos em 120 dias: – dez botijões de gás de dois quilos; – 170 botijões de 13 quilos; – 20 cilindros de 45 quilos e mais – 45 toneladas de gás a granel. Continha simples: 24 botijões por dia consumidos. Quer mais farra? Então aqui vai: O gabinete da presidência mandou comprar: – dois mil CDs para gravação, com as respectivas caixinhas, e – 20 mil disquetes.. Estaria Lula montando uma gravadora pirata? E alguém tem idéia de quanto se paga de roupa lavada no Palácio, em 120 dias? – 54 toneladas – ou 13 toneladas e meia por mês, ou ainda, 450 quilos de roupa por dia. Lula torna feliz qualquer tintureiro. Talvez a justificativa para a lavanderia seja uma outra compra, a de número 00140.000143/2003-78: – 300 colchas; – 330 lençóis; – 300 fronhas; – 50 travesseiros; – 66 cobertores (cobertor em Brasília é grave, hein?); – 15 roupões; – 20 jogos de toalha; – 20 toalhas de banho e – 120 colchões… 120 colchões!!! Quando Lula pra lá se mudou, também tratou de providenciar todo conforto possível. A presidência comprou: – dois fogões; – duas cafeteiras; – quarto fornos de microondas; – quatro geladeiras; – oito ventiladores; – seis aparelhos de ar condicionado; – dois bebedouros; – sete televisores; – dois aparelhos de CDs; – três liquidificadores; – uma sanduicheira; – um frigobar. E AGORA: se você quiser se omitir, APAGUE ESTE E-MAIL e TUDO CONTINUARÁ COMO ESTÁ MAS, SE VOCÊ SE SENTE ENVERGONHADO OU REVOLTADO OUAFETADO COM ESSE DESBUNDE E POUCA-VERGONHA, REPASSE A MERNSAGEM; PARA QUE O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL POSSA SABER O QUE O “NOSSO” PRESIDENTE ANDA FAZENDO COM “NOSSO” DINHEIRO QUANDO NÃO ESTÁ VIAJANDO…. Cidadania se faz com informação!!!

Para começar bem o dia. 18

Três divisões da polícia são investigadas
Valor pago pelo megatraficante colombiano Juan Carlos Abadía nos 4 casos de extorsão chegariam a R$ 2,5 milhões
Policiais suspeitos são do Denarc, do Detran e da delegacia fazendária; são ao menos dez e todos eles permanecem na ativa
MARIO CESAR CARVALHO – ANDRÉ CARAMANTE
O megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadía foi extorquido ao menos quatro vezes por três divisões da Polícia Civil de São Paulo, segundo investigação sigilosa conduzida por promotores. Para não prendê-lo, os policiais teriam recebido cerca de R$ 2,5 milhões -incluídos nesse valor um jipe Toyota, modelo Land Cruiser Prado, e um jet-ski.Os policiais suspeitos são do Denarc (delegacia de combate aos narcóticos), do Detran (polícia de trânsito) e da delegacia fazendária. São ao menos dez, sendo dois delegados. Todos continuam na ativa.A Folha revelou em agosto último que policiais do Denarc eram suspeitos de extorquir US$ 800 mil do traficante. Depois disso, dois envolvidos prestaram depoimentos revelando outras três extorsões.Os policiais provavelmente não sabiam que o colombiano que extorquiam era Abadía. Só a recompensa que os EUA ofereciam pela prisão do traficante era bem superior ao valor que tomaram dele: US$ 5 milhões. Também não deviam conhecer a informação do DEA (a agência antidrogas dos EUA) de que o colombiano tinha uma fortuna de US$ 1,8 bilhão (cerca de R$ 3,42 bilhões).Os casos mais graves têm como protagonistas delegados e investigadores do Denarc, a delegacia encarregada de combater o tráfico: foram duas extorsões mediante seqüestro, segundo os depoimentos.No primeiro caso, os policiais teriam seqüestrado Pacho, apelido do colombiano Henry Edval Lagos, um dos integrantes do grupo que acompanhava Abadía no Brasil. Pacho foi seqüestrado numa pista de kart em Aldeia da Serra, onde Abadía vivia num condomínio de luxo até ser preso pela Polícia Federal em 7 de agosto.O empresário Daniel Maróstica, dono de uma loja de jet-ski na zona sul e que ajudava Abadía a comprar bens, afirmou a promotores que o delegado Irani Guedes Barros levou US$ 280 mil para soltar Pacho.A entrega do resgate é uma cena de cinema à espera de um diretor para filmá-la. O empresário afirma ter deixado os US$ 280 mil em um Peugeot na avenida Vital Brasil, no Butantã (zona oeste de SP), com a chave no contato. Os policiais levaram o carro com o dinheiro; depois de chegarem onde o seqüestrado estava, ele voltou com o veículo já sem os dólares.No segundo seqüestro investigado, os policiais teriam levado Ana Maria Stein, mulher de Maróstica, para o Denarc, no Butantã. O empresário disse aos promotores e aos policiais da PF que esse seqüestro foi conduzido pelo delegado Pedro Pórrio, que foi do Denarc e há uma semana dirige o setor de investigações da 5ª Delegacia Seccional, responsável por parte da zona leste de SP. À Folha Pórrio negou as acusações (leia mais na página C4).Não é a primeira vez que Pórrio é acusado de extorsão. O traficante Ronaldo de Freitas, o Naldinho, disse, em 2005, que deu R$ 300 mil a Pórrio e a mais dois policiais do Denarc. O caso nunca foi investigado.O delegado, segundo depoimento de Maróstica, pediu US$ 1 milhão de resgate. Na negociação, Abadía abaixou o valor para US$ 800 mil, mais um jipe Toyota e um jet-ski. O Land Cruiser foi vendido pelos policiais por R$ 120 mil, segundo relato dos que estiveram envolvidos no episódio.Abadía ironizou o fato de ter sofrido dois ataques do Denarc. Ao depor à PF após a prisão, disse ao superintendente em São Paulo, Jaber Makul Hanna Saad: “Quer acabar com o tráfico em São Paulo? Basta acabar com o Denarc”.O custo dos laranjasAs outras duas extorsões que o traficante diz ter sofrido têm um motivo comum: o uso de laranjas para esconder o patrimônio que acumulava no Brasil. A delegacia fazendária da Polícia Civil descobriu que ele comprara uma lancha de R$ 2 milhões e a colocara em nome de um funcionário da empresa de Maróstica. Abadía contou que pagou R$ 400 mil para que os policiais não fizessem uma devassa em seu patrimônio.O colombiano também contou informalmente a delegados da PF que pagou propina a policiais do Detran quando eles souberam que carros de R$ 200 mil estavam em nome de laranja. Os valores pagos, porém, não foram apurados nem se sabe o nome dos envolvidos.As primeiras revelações sobre as extorsões foram feitas informalmente por Abadía à PF. Como os supostos crimes a serem investigados são de caráter estadual (corrupção passiva e extorsão, entre outros), o caso está com o Gaeco, o grupo do Ministério Público que investiga o crime organizado. Os promotores não se manifestam. Alegam que a investigação está na fase de busca de provas.
Polícia
Quarta, 3 de outubro de 2007, 04h01
Jornal: Polícia Civil é suspeita de extorquir Abadia
De
acordo com investigação sigilosa conduzida por promotores, três divisões da Polícia Civil de São Paulo teriam extorquido o megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadia ao menos quatro vezes, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo.
Para que o traficante não fosse preso, os policiais teriam recebido cerca de R$ 2,5 milhões. Neste valor estariam incluídos um jipe Toyota, modelo Land Cruiser Prado, e um jet-ski.
Conforme a Folha de S.Paulo, seriam ao menos dez policiais suspeitos, sendo dois deles delegados. Alguns seriam do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e do Departamento estadual de Trânsito (Detran).
Fatos como os noticiados, ainda que dependentes de provas, são nefastos às nossas justas reivindicações. Essa parcela de desleais – se bem ivestigada – possui patrimônio incompatível com os vencimentos. São eles os maiores entraves para a nossa qualificação funcional, salarial e credibilidade.
Olho e cadeia neles.
Eles não têm pena de você; tampouco dos nossos filhos!

AUMENTO PARA QUEM NÃO PRECISA

CCJ aprova aumento salarial para ministros do STF
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, aumento de 3,14% no teto salarial de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), referente à reposição da inflação em 2006.
A decisão, que ainda terá que ser aprovada no Plenário da Câmara, se estende a todo o Judiciário, com forte impacto no orçamento do governo.
O projeto de lei enviado pelo STF em julho de 2006 previa 5% de reposição da inflação sobre o teto salarial dos ministros.
Atualmente, o salário dos ministros é de R$ 24,5 mil. Com a reposição de 3,14% concedida pelos deputados, o salário mensal dos ministros do STF sobe para R$ 25.269.

E PARA POLÍCIA 0%.

PARECE QUE O ANIVERSARIANTE, ESTÁ ESCONDENDO A CABEÇA NO BURACO PARA VER SE O PERIGO PASSA !

Na mitologia popular, o avestruz é famoso por esconder sua cabeça na areia ao primeiro sinal de perigo. O escritor romano Plínio o Velho é notado por suas descrições do avestruz em sua Naturalis Historia, onde ele descreve o suposto hábito dos avestruzes de esconder a cabeça em arbustos. Nunca houve observações registradas deste comportamento e um contra-argumento comum a isto é que uma espécie que exibisse tal comportamento não sobreviveria por muito tempo. O mito pode ter surgido do fato de que, de uma certa distância, quando avestruzes se alimentam eles parecem estar enterrando sua cabeça na areia pois eles deliberadamente engolem areia/pedras para ajudar a esmagar sua comida. Quando deitados ou se escondendo de predadores, eles são conhecidos por deitar sua cabeça e pescoço rente ao chão. Quando ameaçados, avestruzes fogem, mas podem também ferir seriamente seus inimigos através de coices por meio de suas poderosas pernas.

A farsa da avaliação de desempenho Resposta

A farsa da avaliação de desempenho
CARLOS GIANNAZI
O governo precisa é valorizar o magistério, garantindo de fato evolução funcional e salário condizente com a importância do cargo
O ARTIGO publicado neste espaço no último dia 21 pelo secretário de Estado de Gestão Pública de São Paulo, Sidney Beraldo, anuncia a intenção do governador José Serra de implantar no funcionalismo público a alardeada avaliação e remuneração por desempenho, concebida por alguns governos como a grande panacéia que solucionará a crise que há muito vem prejudicando a população usuária dos serviços públicos e de seus servidores no Brasil. Crise representada pela falta de investimento na valorização salarial e na formação continuada, nas precárias condições de trabalho, de infra-estrutura material e humana e, ainda, na constante tentativa de governantes e setores da elite econômica de eleger sempre os servidores públicos como o “bode expiatório” da falência do Estado e da crise fiscal. O secretário, adepto e influenciado por uma visão empresarial, de mercado e neocolonial, tenta justificar a “nova” metodologia pelo receituário neoliberal, até querendo, equivocadamente, comparar a realidade brasileira com a de países anglo-saxões. A cobaia da experimentação será a área da educação, em que os professores recebem salário-base médio de R$ 680 e trabalham em condições extremamente precárias, com superlotação de salas de aula, falta de material pedagógico e humano, excessivas e longas jornadas de trabalho, adoecimento, desgaste emocional e, somando a tudo isso, uma vertiginosa violência a massacrar todos no ambiente escolar que, por princípio, deveria ser o lugar da construção da civilidade. As políticas salariais de bônus e gratificações adotadas nos últimos anos pelo próprio governo tucano não só fracassaram como também destruíram a carreira do magistério paulista, tendo como conseqüência o que revelou a última avaliação do MEC, classificando a rede estadual de São Paulo como uma das seis piores do Brasil. Como exigir melhor desempenho dos professores em condições aviltantes de trabalho? Sabemos muito bem o que está por trás da proposta de remuneração por desempenho: não dar reajuste para os servidores, legitimar o desrespeito à data-base, que já venceu em 1º de março, fortalecer o controle e a punição e ainda culpar os professores pelo fracasso escolar. O governo precisa é valorizar a carreira do magistério, garantindo de fato evolução funcional e salários condizentes com a importância do cargo, a fim de estimular os atuais professores e atrair outros que gostam e querem sobreviver da docência. Para tanto, perdoem-me o necessário trocadilho, é preciso ter decência. Por isso, faz-se necessária, sim, uma avaliação, mas do desempenho deprimente e inócuo das políticas salariais adotadas para os servidores públicos, em especial os da rede estadual de ensino, já que serão eles as primeiras vítimas do experimento tecnocrático que trata os educadores como trabalhadores de uma empresa, de um banco e/ou aqueles que labutam por produção. O trabalho com educação é absolutamente distinto e obedece a outra lógica, muito diferente da empresarial, fabril, de linha de montagem. Educação é um processo contínuo, permanente e interativo, no qual, além de conteúdos, são trabalhados valores éticos, habilidades, visão de mundo, competências, formação da cidadania crítica, respeito ao bem social comum, solidariedade humana etc. Isso não se mede ou se afere com estatísticas lineares, índices mercadológicos ou métodos da “qualidade total”.A sanha avaliativa -representada por avaliações externas, como Saresp, Prova Brasil, Saeb, Enem (o ex-Provão) e as novas Provinha Brasil, criada pelo PED, e a Prova São Paulo, da Prefeitura de São Paulo- fornecerá os critérios para premiar professores e escolas que atingirem as metas requentadas anunciadas recentemente pela Secretaria Estadual de Educação. Uma delas é a implantação do ensino fundamental de nove anos, que não é meta do governo estadual, e sim obrigação constitucional já incorporada pela Lei de Diretrizes e Bases. Só para citar mais uma, a implantação da recuperação, que já existe, é inerente ao processo ensino-aprendizagem e também figura na LDB. Chega de avaliações. A educação já está com overdose delas. O que ela precisa, com os professores, é de mais investimento. Para isso, o governador José Serra poderia oferecer um bom exemplo de desempenho e um interesse em solucionar a grave crise que assola a educação estadual orientando a sua base governista na Assembléia Legislativa para derrubar os vetos do seu próprio partido às emendas que aumentam os recursos para as escolas públicas do Estado de São Paulo.
CARLOS GIANNAZI, 45, mestre em educação pela USP e diretor (licenciado) de escola pública, é deputado estadual (PSOL), membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa de São Paulo.

isso tudo não vai dar nada???? ". 17

Boa tarde Delegado Roberto,

Realmente não duvidamos nada de que estejam tentando passar esta imagem, principalmente o delegado (aniversariante do mês) que por se julgar TODO PODEROSO, e imexível (como diria o ex-ministro Magri) não percebe o quão complicada é a sua situação e de sua filha – sem falarmos dos demais envolvidos. Esperamos que as medidas a serem adotadas pelo ilustre membro do MP se dêem rapidamente – apesar de compreendermos perfeitamente que a demora é necessária para robustecer o bojo probatório da peça inquisitorial. As chefias para nossa surpresa em conjunto com os delegados que compõem o ESQUEMA DE CORRUPÇÃO, aproveitaram todo este “terror” para (acredite se quiser) aumentar o valor da PROPINA arrecada da quadrilha dos maquineiros. O “negócio” realmente é muito rentoso, para vossa senhoria ter uma idéia, todos os estabelecimentos que estão fechados (onde funcionavam os bingos e as máquinas), apesar de estarem vázios (sem movimentação), continuam tendo seus aluguéis pagos pelos inquilinos – aluguéis estes que em alguns imóveis chegam a 40.000,00 mil reais por mês – de tanta certeza têm de que voltarão a funcionar. Seus proprietários, ganhando volumosas quantias de dinheiro, em DETRIMENTO DA POPULAÇÃO, pois as máquinas caça-niquéis são programadas para roubarem os apostadores e nunca estão programadas 50% a 50% como deveriam. Os laudos do Instituto de Criminalística somente dizem isto APÓS RECEBEREM UMA MODESTA QUANTIA POR CADA LAUDO. Neste momento entre no jogo o perito que também avolumou grande capital nos últimos meses. Acreditamos como dissemos acima, que quando novas medidas forem tomadas e a opinião pública disto ficar sabendo por intermédio da imprensa aí sim acreditamos em mudança para melhor. Pois a polícia civil da região está literalmente SEM COMANDO – ninguém mais faz nada, também para que vão trabalhar, para atender a população, arriscar a vida, enquanto um pequeno grupo de LADRÕES COM DISTINTIVO ganham quantias equivalentes de 600.000 a 1.200.000,00 atrás de uma mesa? Achamos uma pena a retirada da foto do apartamento do corrupto Ravengar, mas acreditamos que deve ter tido um motivo para excluí-la. Estamos avidos aguardando novidades, por favor queira nos manter informados.
Saudações.

GRÃO DE AREIA

Um pequenino grão de areia
Que era um pobre sonhador
Olhando o céu viu uma estrela
Imaginou coisas de amor.
Passaram anos, muitos anos

Ela no céu, ele no mar
Dizem que nunca o pobrezinho
Pôde com ela se encontrar
Se houve ou se não houve alguma coisa entre eles dois

Ninguém soube até hoje explicar
O que há de verdade é que depois, muito depois,
Apareceu uma estrela no mar

EU DEVERIA TER ACREDITADO EM VOCÊ: ELES SÃO UNIDOS.

Caro Guerra, Não nos conhecemos e pode até acontecer de nos conhecermos e não gostarmos um do outro ( coisas da natureza humana). Porém, embora não tenha me manifestado mais no forum, acompanho a leitura do que está sendo escrito pelos colegas e, francamente, o universo dos descontentes é muito baixo e dá para contar nos dedos de uma mão os comentários consistentes que não cheiram a basófia. É desanimador em uma categoria elevada CONSTITUCIONALMENTE à condição de AUTORIDADE PÚBLICA com tamanhos poderes que nós temos e não sabemos utilizá-los e ainda utilizamos mal quando o exercemos. As exceções são tão poucas que não aparecem, não são,por assim dizer, creditadas. Só aparecem os débitos. E como são grandes. Mas retornando ao ponto inicial, tenho percebido,com certo receio, o rumo de seus comentários no forum ,que embora, atinjam com precisão o núcleo da célula,( CANCERÍGENA ) da corrupção institucionalizada na corporação,possa atingir também algum corrupto, que acredite(com muita fé) que ninguém saiba que ele é corrupto, ou que tenha certeza que ninguém provará que ele(a) é corrupto(a) e resolva em um segundo de sandice, provocar ação adm ou judicial( nessa não acredito muito pela exceção da verdade) pelo que se está sendo dito no forum. Talvez não seja difícil provar, pela inexistência de conduta positiva na coerção de delitos dos quais decreveu(ex: bicho,caça níquel,etc), praticados a céu aberto ( esqueci dos desmanches),que o que se afirma no forum é verdade. Mas, sandice é sandice. E se algum insano,ou talvez até algum honesto ingênuo( quero dizer besta) resolver interpelá-lo é bom que se prepare e organize boa defesa,pois a lei e seus aplicadores costumam ser implacáveis com os desafiadores de sistemas instalados( como é o nosso). Nossa Instituição é, de certo modo, voltada para o crime, quase uma organização criminosa,tem estrutura de organização criminosa,cujas condutas vc descreveu corajosamente( compra de cargo,compra de promoção,compra,compra,compra de qualquer coisa que valha dinheiro. E o pior venda de colegas,não digo de amigos,pois venais não têm amigos, mas se tivessem venderiam. Caro guerra, pela experiência que demosnstra possuir, creio estar próximo da aposentadoria, já deve ter comido pão amassado pelo cão das trevas, preterido por idiotas em favor de idiotas(são unidos) e provalelmente o martírio prosseguirá enquanto persistir na luta inglória por esta instituição, que sinceramente, se desaparecer, ninguém perceberá. Não fazemos diferença há muito tempo. Nosso cargo não tem seido representado aa altura (CONSTITUCIONAL) que foi elevado em 1988. Não soubemos valorizà-lo e definitivamente o perdemos. Há menos que algum abalo institucional ocorra daqui prara a frente, nós sucumbimos e mesmo que ganhemos alguma sobrevida, sinceramente, não dá para contiuar. Percebemos revolta por baixos salários por parte de alguns,mas a revolta contra os pecados da instituição só vc está tendo coregem de bater o martelo. Nosso patrono é só uma lembrança. Se cuide, não vale a pena ser mártir pela instituição. Ela não quer ( se expor). Abraço, se cuide e proteja os seus. (e-mail: CAUTELA, de um colega-amigo datado de 2 de abril 2007)

O MINISTÉRIO PÚBLICO NOS QUER ETERNAMENTE SOB A DITADURA DA CORRUPÇÃO?

Ministério Público e polícia disputam poder.
Procurador ameaça com ação no STF; delegado diz existir casta intocável.
Fausto Macedo

“Se a PEC da polícia passar, no dia seguinte vai ser alvo de ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal”, avisou ontem o procurador de Justiça José Carlos Cosenzo, presidente da Associação dos Ministérios Públicos (Conamp). Segundo ele, “a PEC vai criar um trem da alegria inimaginável, porque outras carreiras policiais, civis e militares terão reajustes automáticos de vencimentos e isso vai criar um grande problema para todos os governadores”.”Isonomia de salários é a meta”, bradou Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal em São Paulo. “A PEC restabelece um regime jurídico que, na década de 1990, igualava salários de delegados federais e procuradores da República”, afirmou.Segundo Portugal, “embora os delegados exerçam funções típicas das carreiras jurídicas (juízes e promotores), não são reconhecidos por essa qualidade, o que reflete no seu regime salarial”. Ele assinala que um procurador da República “ganha no ápice da carreira cerca de R$ 25 mil, mais adicionais e gratificações”.Delegado da PF em final de carreira, explica Portugal, ganha R$ 15 mil. “Todas as gratificações, adicionais de periculosidade e ganhos por sentença judicial, além de outras verbas dos delegados, foram suprimidas pela implantação do subsídio como forma de salário cheio”, argumenta o presidente do sindicato federal. “A diária de um policial federal é vergonhosa, R$ 120, e nunca é paga adiantadamente como manda a lei. O governo é o que mais burla a lei e não cumpre seus compromissos.”O líder dos delegados federais acusa promotores e procuradores de quererem “formar uma casta intocável, com os privilégios de carreira jurídica e altos salários”. “Não aceitamos essa postura do Ministério Público, como também somos manifestamente contra a sua ingerência na investigação criminal, que é prerrogativa do delegado”, ataca.Cosenzo rebate: “A PEC 549 é um contra-senso porque os delegados reconhecem o poder de investigação do Ministério Público.” De acordo com o procurador, “eles sustentam que não podem ganhar menos que os promotores porque atuam nas mesmas circunstâncias ou sob os mesmos parâmetros”. “A inconstitucionalidade é clara até pelo fato de que, se conquistarem a equiparação, quem vai conseguir aumento de vencimentos para eles será o procurador-geral. Terão de se submeter ao regime remuneratório do MP, que prevê que eventuais reajustes só podem ser pleiteados por meio de projeto de lei de iniciativa exclusiva do procurador-geral.””Os governadores vão ter que resolver um problema de graves conseqüências e proporções”, alerta Cosenzo. “Em São Paulo, por exemplo, se o governo tiver que dar aumento para os 2 mil promotores de Justiça, vai ter que estender a 150 mil policiais. Os delegados vão ter que carregar junto os oficiais da Polícia Militar bacharéis em Direito”, diz. O procurador diz ver razão na luta dos delegados por bons salários, pois “eles são merecedores de condição melhor” e “a polícia é muito mal remunerada”. “Mas a vinculação é inconstitucional. O Supremo tem inúmeras decisões nesse sentido”, ressalva.

CONCLUSÃO: POUCO IMPORTA 150 MIL POLICIAIS( famílias de políciais), SOFRENDO PRIVAÇÕES .
IMPORTA, APENAS, QUE 2000 PROMOTORES JAMAIS SEJAM AFETADOS FINANCEIRAMENTE.
PROBLEMA É O GENOCÍDIO DE PARCELA DO POVO.
E GRAVE É UMA POLÍCIA CORRUPTA E VIOLENTA – DIRIGIDA HÁ VINTE ANOS POR PROMOTORES DE JUSTIÇA – FAZENDO REPASSE DOS LUCROS PARA GRUPOS DE PODER.

OS PLANTONISTAS DO DECAP "QUE SE VENDEM"

De: “Andreza ” Data: Sat, 29 Sep 2007 02:44:33 -0300
Local: Sab 29 set 2007 02:44
Assunto: Re: [DELEGADOS] Re: MAÇANETA

Rodrigo, a Portaria está totalmente em vigor…. alguns distritos não a estão observando pois os plantonistas não se importam em trabalhar além do que devem ou se “vendem” (com medo de bonde ou outro tipo qualquer de represália!). Desde que a Portaria “saiu”, eu não trabalhei um só dia em 04 equipes, mesmo com os colegas tirando férias ou licenças….
Andreza


[DELEGADOS] Re: MAÇANETA
A PORTARIA NÃO FOI REVOGADA, ELA ESTÁ ENGAVETADA ATÉ COMENTAREM NOVAMENTE, OCASIÃO EM QUE, ALGUEM IRÁ PEDIR O SEU DESARQUIVAMENTO….RSSS
DÉCIO SUPLICY. —–

Original Message Sent: Tuesday, September 25, 2007 3:46 PM Subject: [DELEGADOS] MAÇANETA
Ainda com relação à entrevista do assistente do Decap, eu pergunto:
E aquela portaria, tão alardeada pela Adpesp, feita pelo diretor do Decap, a qual inclusive elogiei, onde colocava os assistentes para tirar plantão para formar 5 equipes? Foi revogada?

Como se vê do primeiro comentário, conforme a ilustre colega entusiasta e membro da chapa FÊNIX , os Delegados de Polícia submetidos ao regime de plantão composto por 4(quatro) equipes : “não se importam em trabalhar além do que devem ou se “vendem” (com medo de bonde ou outro tipo qualquer de represália!)”.

Mas , segundo ela: a Portaria está totalmente em vigor… vige, mas é desrespeitada pelos “vendidos” . Assim, na esteira das afirmações da colega, os plantonistas que trabalham “além do que devem” , deverão ser submetidos ao regulamento disciplinar; suportando penalidade por descumprimento dos deveres e das normas elencadas na referida Portaria do Diretor do DECAP.

Com efeito, com todo o respeito a manifestação da douta colega, vislumbro mais um caso em que se busca simplificar questões argumentando falaciosamente.

Diga-se a propósito: “transformando-se vítimas(plantonistas), em bandidos”.
Por fim: antiético – além de denominar “vendido” o colega submetido, nos distritos mais carentes é claro, ao regime de 4(quatro) equipes – foi me chamar de “anti-ético”.
Os demais colegas que façam o julgamento.

FIDELIDADE E COMPROMETIMENTO – ATRIBUTOS DOS CORAJOSOS E TRANSPARENTES Resposta

RODRIGO:
A denominação fidelidade e comprometimento, antes de um slogan, surgiu como definição do pequeno grupo de amigos formado no Fórum da Associação dos Delegados. Você é grande exemplo de fidelidade, comprometimento e atitude. A razão maior para eu me candidatar, isoladamente, é representar “o nosso pequeno grupo” – sei que tais palavras poderão ser distorcidas – demonstrando que os nossos ideais não se acham apenas do plano virtual, ou melhor, “cibernético” como fala o colega Lew. Quando eu fizer a nossa retrospectiva – do nosso grupo formado no Fórum, verdadeiramente o grupo mais revolucionário desta Carreira, possivelmente o único – demonstrarei, com maior propriedade, o “porquê” do surgimento do Delpol-PC e do Delegados-Delegados. Um grupo que, buscando aproximação pessoal, se reuniu na Adpesp sem direito a recepção e participação dos membros daquela diretoria. Em virtude do pouco caso da Associação em relação aos colegas do interior, mas muita atenção e reverência para os fiéis convivas do restaurante da Adpesp. Do diretor presidente da Adpesp sequer recebemos pequena resposta. Para os quais nunca passamos de um “bando de inimputáveis”. Eu não compareci, mas vocês compareceram fazendo história. É muito fácil formar chapa para concorrer a Adpesp por aqueles que, diuturnamente, lá estão. Debater, sobre as mesas, também é muito mais fácil e prazeroso. Muito mais fácil quando se tem a colaboração de agentes políticos com livre trânsito na administração policial e na própria Associação. Difícil é congregar colegas dispersos neste Estado gigantesco. Também, “coragem e transparência” são atributos apenas dos participantes do Fórum. Coragem de expressamente externar opiniões e críticas em desfavor do governo, da administração policial e de autoridades. Transparência ao colocar as manifestações e objetivos às claras. O discurso oral logo é esquecido. Os excessos verbais facilmente explicáveis e perdoados pelos ofendidos. Acabam na conta do copo. Não me lembro de nenhuma manifestação dos colegas Paulo Lew, Emanuel, Teresinha ou do suscitado candidato da situação, no espaço destinado a congregar os consortes da Adpesp. Não me lembro de subscreverem a convocação da assembléia extraordinária. E não lembro que tenham eles reivindicado da Adpesp a reativação do Fórum. Sequer buscaram explicações. Talvez não avaliassem a importância daquele espaço para os colegas do DEINTER. Dos colegas do DECAP lembro, apenas, da contundente manifestação do colega Brito – se não me falta memória – manifestando-se em desfavor do Doutor Roque pela maneira que ele tomou para si a conquista dos plantões de 5 equipes; além de relatar suposto superfaturamento das reformas da colônia de férias. Estas as últimas manifestações do Fórum, posto dia seguinte ser violentamente suprimido. Coragem e transparência é mostrar aquilo que se pretende fazer. Sem quaisquer medos de perseguições ou da apropriação das idéias. Coragem e transparência não cabe àqueles que escamoteiam os objetivos e, principalmente, se apropriam das idéias e criações alheias. O esboço para reforma do estatuto da Adpesp ou eventual constituição de uma nova associação – por mim elaborada em Santos há cerca de um ano, foi publicado no Fórum. O Blog Flit Paralisante não foi criado oportunisticamente. Foi criado, experimentalmente, no mês de março de 2007, posto vislumbrar ou intuir o iminente fim do Fórum. Não foi o pioneiro da blogosfera policial, mas foi o primeiro criado por Delegado de Polícia deste Estado para tratar de assuntos da Carreira. Não estou cobrando créditos, apenas estou demonstrando que oportunismo e apropriação de idéias são próprios de quem não possui coragem para inovar e transparência para mostrar aquilo que pensa. A denominação FLIT PARALISANTE – ao contrário do que se pensa – em quase nada se relaciona com o poeta Cazuza. Tem o significado de instrumento neutralizador das condutas que nos são nefastas. Eu disse quase nada, pois do poema apenas serviriam as estrofes: “meu mundo que você não vê… meus sonhos que você não crê”. Servindo em relação àqueles que acham que nos escondemos; que nos julgam meros falastrões sem ações. Para quem, ainda, não viu e avaliou o impacto que o grupo remanescente do Fórum causou na Instituição.