A CORRUPÇÃO JORNALÍSTICA – vamos recordar e refletir

30/08/00
“A recente morte violenta de uma jornalista choca a todos porque, nesse fato, o assassino foge ao perfil comum de tais tipos, mas certas situações que acabam levando a isso estão aí, nos círculos milionários, meios artísticos, esportivos e de poder. Tudo porque o homem não aprende. Há milênios, gosta de passar aos demais uma imagem de eterna juventude e virilidade, posando com fêmeas muito mais jovens. Fingem acreditar que elas estão ali por amá-los. São poucas vezes atraídas pelo seu intelecto e muitas pela fama, poder e dinheiro. A durabilidade de tais ligações, no geral, termina quando tal fêmea atinge seu objetivo. Pior ainda, quando essa fêmea mostra também intelecto e capacidade de sobrevivência sem seu protetor. Duro, triste, real. Laércio Zanini (Garça, SP)”
“O noticiário sobre o assassinato de Sandra Gomide me transportou aos anos 70, quando do assassinato de Angela Diniz e Eliane de Gramont. Nos dois casos, além de tentar desqualificar as vítimas, a defesa usou o argumento do crime passional. Em homenagem às feministas brasileiras, que desde aquela época aprendi a admirar, vamos gritar todos juntos: quem ama não mata! Impunidade nunca mais! Paulo Tavares Mariante, coordenador de direitos humanos do Identidade – Grupo de Ação Pela Cidadania Homossexual (Campinas, SP)”
Há muito tempo, em virtude da generalizada descrença no Judiciário, parte da imprensa resolveu ser o ‘Poder Judiciário’, acusando, defendendo, julgando, condenando e absolvendo sem ter nenhuma base jurídica para isso. De repente, um jornalista importante, alto funcionário de um jornal importante, comete um crime terrível. E agora? O que fazer com o corporativismo? Como julgar um dos seus da mesma forma que se julgam os outros? Poder Judiciário não-confiável, imprensa distorcendo sua função, corporativismo, poder econômico. Esse caso não envolve somente dois jornalistas. De certa forma, envolve todos nós. Teeve Rabinovici (São Paulo, SP)” .

A imprensa deturpa os fatos para colocar a opinião pública contra instituições do direito. Não estou dizendo contra o Ministério Público, falo contra instituições de direito do ser humano, tal qual o direito de matar aquele que quer lhe fazer mal; especialmente quando o iminente mal é agressão violenta e, quiçá, morte.
O Promotor não matou. O Promotor não confessou ter matado. O promotor não foi capturado em flagrante nos exatos termos do art. 302, IV, do CPP. Também, da leitura do auto de flagrante, nos termos do § 1º do art. 304, do mesmo Código de Processo Penal, não resulta “fundada a suspeita contra o Promotor”. Fundada suspeita de quê? De ter praticado crime. A legítima defesa exclui o crime; não apenas a culpa. Mas, quando se trata da indagação destas questões ninguém se lembra da reforma penal de 1984. Com efeito, submeter uma pessoa ao gravame de um processo criminal para que o Poder Judiciário ou o Tribunal do Júri decida sobre questão de direito é desumano. Muito pior, quando se trata de questão corporativa. Eu fico com Hugo Nigro Mazzili quando defende a posição do não oferecimento da denúncia quando pelos autos se verificam, incontroversamente, excludentes do crime (manual do Promotor). Ele não disse explicitamente que autos – é muito faccioso em relação a tal instituto – mas vou preencher a lacuna: autos do inquérito policial presidido por Delegado de Polícia . Ou seja: o inquérito policial não é mera peça informativa. Pelo menos quando se trata de fundamentar dever tão nobre do Ministério Público. Uma pena tudo ser relativo no mundo jurídico. Os homens, apenas, defendem aquilo que lhe fortalece, ou pelo menos aquilo que não venha a lhe enfraquecer. O Ministério Público, parcela dele, não quer o peso de tal decisão sobre os seus ombros. Melhor lavar as mãos deixando que a turba julgue o inocente. E dessa forma, digo da Imprensa pegajosa, o Promotor jamais terá condições subjetivas de voltar a exercer as funções. Melhor , depois de absolvido pelo Poder Judiciário, deixá-lo, vitaliciamente, em disponibilidade remunerada. Pagarei a minha parcela da remuneração que lhe couber com satisfação.
Afinal: será o justo.(rcguerra)
P.S.: acabei de ver entrevista de uma das supostas vítimas no tal Brasil Urgente – a vítima está mentindo… Em linhas gerais: alegou que o seu depoimento foi extorquido no hospital.
E o apresentador…Lamentável. (18h35)

NOTÍCIA DISTORCIDA = INFORMAÇÃO FALSA

SP: 23,8% das armas apreendidas eram da PM

De 4,2 mil armas apreendidas em São Paulo entre 2003 e 2006, 25% pertenceram ao poder público, sendo que 23,8% apenas à Polícia Militar do Estado.

O rastreamento foi feito pelo Exército a pedido da Subcomissão de Armas e Munições da Câmara dos Deputados. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

A informação acima – do Jornal – não observou que o percentual de 23,8% , equivale a 249 armas.

Muitas delas subraídas de policiais mortos por assaltantes.

Outras, compradas pelos praças; com a autorização da corporação através de convênios entre os órgãos policiais e fabricantes nacionais, FORAM VENDIDAS PARA SUPRIR AS NECESSIDADES FAMILIARES…

EM RAZÃO DO ACHATAMENTO SALARIAL.

EU VENDI A MINHA PARA PAGAR CONTAS!



DESABAFO DE UM POLICIAL MILITAR – PURA VERDADE.

Dr. Guerra sou assíduo visitante de sua página e gostaria de expressar nela a minha indignação no que diz respeito ao nosso Governo Estadual e nossos Deputados. Sou Soldado da Policia Militar há mais de vinte anos e o que passo a relatar agora aconteceu comigo, acontece com centenas ou até milhares de Policiais Militares de São Paulo. Sofri um acidente onde perdi os movimentos do meu punho esquerdo e fiquei afastado para tratamento de saúde por quase dois anos, recebendo apenas a metade dos meus vencimentos, pois nosso governo retira todos os benefícios, vantagens e gratificações (cala-bocas) quando não estamos trabalhando (somos marionetes, diaristas). Depois do acontecido ficamos completamente esquecidos pelo governo e pela instituição. Perdemos a auto-estima, dignidade e vontade de continuar na profissão que abracei. E às vezes me pergunto, será que valeu a pena 20 anos de sacrifício. Na nossa Instituição escutamos toda hora, se não está contente pede baixa. Nunca pedirei, pois quando ingressei nas fileiras da Corporação em 1986, eu ganhava 10 salários mínimos, o que foi reduzido pelos governos anteriores a três e não recebia as famosas esmolas do governo como hoje (gratificações, etc.). Eu e minha família passamos e continuamos a passar por inúmeras dificuldades financeiras, pois antes de me acidentar, meu nome estava limpo, conseguia pagar minhas contas, ou seja, tinha uma vida normal. Depois do ocorrido, nem preciso relatar o que aconteceu, pois recebendo a metade dos meus vencimentos ou eu alimentava minha família ou pagava as contas. Retornei ao serviço ativo com restrições há quatro meses e qual foi a minha surpresa em estando de férias a partir de 01de setembro, a Administração da Polícia errou novamente sem que haja um culpado e não receberei 1/3 de férias que me é devido (não sei quando receberei). Contava com esse dinheiro a mais para começar a saldar minhas dividas o que será prorrogado até Deus sabe quando. Gostaria se for possível que esse meu desabafo ficasse registrado em sua página, para que todos os que acessam diariamente como eu possam tomar conhecimento do descaso governamental com nós Policiais, e de como mentem ao informar à população que um policial ganha R$1.800,00 (só se for na França). Eu tenho a certeza de que quando as nossas leis forem elaboradas dentro dos alicerces na moral e na justiça, nossa Sociedade ira para frente, mas não como está, com leis que já são previamente elaboradas pelos nossos “queridos” deputados, com a intenção de ajudar a uns poucos afortunados que lhes são úteis, como podemos ver todos os dias na mídia. Fico estarrecido com as falcatruas, corrupções e impunidades que são destacadas na sua abençoada página na Internet. Continue assim, sempre denunciando e pondo a população a par do que acontece entre as quadro paredes do poder público. Agradeço pelo tempo dispensado e fico no aguardo de poder acessar sua página e ler esse desabafo. O Senhor está autorizado a melhorar e aprimorar o texto se assim o desejar.
A manifestação do colega Policial Militar – cujo nome poderá ser posteriormente acrescentado se ele assim desejar e achar conveniente – não necessita de melhorias. Apenas ressalto: não temos sequer o “direito” de sofrer acidentes ou moléstias. Quando afastados por questões de saúde – salvo acidente de trabalho – perdemos a contagem do tempo “de efetivo exercício”, perdemos adicionais e ajudas de custo, as quais para aqueles que menos recebem, por vezes, importam na diminuição de até 60% dos rendimentos. E aqui está a maior farsa da Administração; e a demonstração do total desrespeito ao ser humano. Quando o policial mais necessita é abandonado. Os Superiores – os despreparados de sempre – dão a mesma resposta: “não está contente muda de emprego”. Estão muito preocupados, assim como muitos Delegados, em cuidar da própria barriga e a puxar o saco de Prefeitos e políticos em geral. Assim, garantem “uma secretaria de segurança municipal” quando vão para a reserva. Alguns até merecem; não estou generalizando. Há quem tenha verdadeiro amor pela tropa, mas são poucos. Esses são os Oficiais de verdade, aqueles que trazem as estrelas sobre a cabeça… boa parte só no ombro. A tropa, para os últimos, não passa de mão-de-obra de “mãos-de-obra”, ou seja, “um problema”. São gestores de segurança pública – termo que muitos empregam – de “araque”. Muita conversa fiada; pouco ou nenhum conhecimento para gerir os recursos humanos. E não necessitam de habilidades para liderar… A cadeia lhes garante o controle da disciplina. Nas Polícias não se respeita e não se assegura os direitos dos seus membros e, também, dos dependentes. Se morrer em serviço será herói pelo tempo da solenidade… Baixando ao túmulo, todos dão as costas…Para o herói e para os desamparados do herói . E maior desgraça suportará família. Já se foi o tempo que o polícia, ao morrer, deixava a família com certo amparo assistencial. Pelo caminhar das coisas, em breve, deixaremos “um salário mínimo” como pensão…
Nada mais.
Nossos filhos amaldiçoarão o nosso heroísmo.
Aqueles que quiserem, como o colega, que eu publique neste site quaisquer manifestações pertinentes ao serviço policial, poderão me enviar o texto pelo “email” do blog.

BLOG AMADOR “versus” DA REDAÇÃO – estilingue contra um tanque de guerra

Blogueiro amador nada vende, apenas manifesta pensamento e opinião pessoal. E, também, colhendo na mídia profissional, reproduz noticiários de diversas fontes.

Não possui deveres com anunciantes, assinantes ou com grupos de poder.

Poderia falsear a informação, mas não faz.

Pois, o leitor blogueiro está acima da média intelectual do consumidor de jornais; não é ludibriado pela versão do editor do blog.

A Imprensa formal, ao contrário, dá ao fato a versão e formato que mais atenda aos seus próprios interesses.

O jornalista profissional jamais poderia falsear o produto que vende: informação.

Entretanto, muitos falseiam.

Especificamente, tenho observado, quando a matéria é de autoria “DA REDAÇÃO”.

“Da redação” me parece equivaler a anônimo.

E anônimo escreve como bem entende. Até classifica “Blog” como mero diário eletrônico, não querendo revelar que os “blogs” revolucionaram a mídia, impondo sérios prejuízos às finanças e credibilidade de grandes Jornais, mundo afora.

Assim, no lugar de escrever “fulano acusou policiais civis”, afirma “acusa Polícia Civil”.

Em vez de esclarecer “foi removido por descrever irregularidades e esquema de corrupção”, afirma: ”com vários anos de atuação na Baixada Santista, disparou as acusações recentemente, após ser transferido para o município de”…

Ou seja, não importa o fato principal.

Importa desqualificar as razões e o denunciante.

Pois, a corrupção lhe deve ser natural; especialmente quando os corruptos são parentes, “irmãos” ou amigos.

O redator poderá ser blogueiro um dia…

Não é dono do Jornal; um dia pode acabar despedido.

Porém, talvez venha lhe faltar credibilidade.

E fico por aqui, pois gosto e respeito o Jornal e a maioria dos seus profissionais, apesar “Da Redação”.

Aliás, não sou louco como pensam e falam…

Seria um estilingue contra um tanque de guerra.

E se acaso eu deixar de ser Delegado de Polícia, serei jornalista…

Não vou fechar uma porta!

O acaso pode me tornar Redator.

O acaso tudo pode; posso até ser Presidente…

Da ADPESP!

PISTOLINHA “versus” PISTOLÃO.

Não tenho muitas dúvidas quanto à excludente de legítima defesa no caso do Promotor de Justiça.

Já vivi situação semelhante; e a maioria dos policiais operacionais civis e militares também passou por situações como a da Riviera de Bertioga.

Também, nenhuma dúvida tenho no sentido de que – em situação idêntica – qualquer policial seria levado ao Júri e, fatalmente, goleado por 7 a 0. E a atuação do Promotor Thales Ferri Schoedl – acusando o réu policial – seria magistral.

Os jurados são corrompidos por lágrimas: tanto dos criminosos, como dos familiares das vítimas.

A família quer justiça…Todos queremos que justiça seja feita.

Mas, dificilmente, pelos apelos emocionais e pela intervenção da imprensa invadindo-lhe a privacidade, o Promotor teria chance de defesa.

De início, salvo melhor entendimento, foi ilegalmente preso em flagrante e depois acusado de “baladeiro”, etc.

Acho que “baladeiro” não cola grau com mérito, tampouco é aprovado em concursos sérios.

A sua exoneração, segundo nossa modesta opinião, é que foi ato corporativista.

Defendeu-se os interesses da Instituição, em prejuízo da pessoa humana Thales.

A coletividade deveria saber que, diuturnamente, jovens inconseqüentes desafiam policiais de 1m90, com 50 cm de bíceps e, por vezes, com metralhadoras.

Não são mortos, praticam suicídio.

Mas, a Polícia Militar perdeu a prerrogativa do julgamento pelo Tribunal Militar.

Perdeu, é certo, pelos abusos.

Todavia, é o momento de se buscar reconquistar a prerrogativa para todos os policiais civis e militares.

Pois, ao contrário dos magistrados e promotores, diariamente ,estamos sujeitos a situações de risco e conflito.

E nós brasileiros não pedimos carteira de identidade para bandido, mas exigimos – por mera provocação – que os nossos policiais se identifiquem.

Também, rotineiramente, policiais são obrigados a engolir dos “folgados”: “tu só se garante na arma!”

E naquele dia, quando tudo dá errado, o polícia – QUE NÃO TEM O DEVER DE SER GELADO – baixa o braço no bom moço e, por vezes, o dedo no gatilho.

Se o bom moço for rico, pelo tapa, será o fim da carreira.

Se matar, “após as injustas provocações da vítima”, 19(dezenove) anos de reclusão.

Também, para muitos , tamanho do cano é documento – pode até não funcionar – mas impressiona…

Querer parar a turba com pistolinha nunca deu certo; ainda mais com pistolinha de plástico nacional…

Se ainda fosse a austríaca os “rapazes” poderiam ter reconhecido como “de verdade”.

Em qualquer filme e novela se vê “a famosa pistola de plástico estrangeira”.

Assim, quem não tem “pistolão” deve andar desarmado.

É melhor engolir “sapo gordo” do que mofar na cadeia, enquanto a família passa fome.

Na ordem do dia, nós policiais, somos pistolinhas nacionais…

Ninguém põe muita fé, mas funciona.


PRESERVADO PELA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Ação da PM contra invasão da faculdade foi legítima

Relembremos os fatos ocorridos em 21 de agosto último no largo de São Francisco. Inopinadamente, já em curso as aulas do período noturno na Faculdade de Direito da USP, entram nela dezenas e dezenas de simpatizantes da Educafro, com suas bandeiras e tambores, seguidos por numerosos membros do MST, com seus colchões, víveres e insígnias, escudados em cerca de 25 crianças, além de outros movimentos ainda em busca de maior expressão. Corredores estratégicos são bloqueados com móveis e passam a ser controlados; funcionários, professores e alunos são, temporariamente, retidos; e portas são lacradas com correntes e cadeados pelos invasores.

Nada a ver com o 23 de junho de 1968, quando os estudantes da própria faculdade a ocuparam por 26 dias. Reivindicavam a reestruturação do curso, ao mesmo tempo em que protestavam contra a ditadura militar. Durante a ocupação, realizaram inúmeras atividades didáticas e contaram com o apoio de vários professores, entre eles Goffredo da Silva Telles Júnior e Dalmo Dallari. Saíram quando a Tropa de Choque invadiu o prédio e prendeu cerca de 40.

Agora, nenhum grupo estudantil reivindicou o protagonismo da invasão. Malogrado o intento, simpatizantes da UNE e a atual diretoria do Centro Acadêmico XI de Agosto — que chegara a se oferecer para mediar acordo entre a diretoria da faculdade e os ocupantes, o que, “per se”, implica não ser parte — passaram a brandir o argumento da presença estudantil.

A oferta de negociação constituía-se em eufemismo para a imposição de inaceitável fato consumado. Justamente por isso não houve, em nenhum momento, acordo que possibilitasse a permanência dos invasores nas dependências da faculdade.

Até porque bens públicos estão adstritos a regramento legal que não permite ao administrador usá-los a seu bel-prazer. Por outro lado, a faculdade tem objetivos-meios e objetivos-fins cuja busca não pode ser interrompida, sob pena de responsabilização civil e penal de seu diretor, a quem cabe, ademais, velar pela integridade de alunos, funcionários e professores.

Ante o esbulho possessório e o risco que corriam pessoas e o imóvel tombado, o pedido para que a Polícia Militar retirasse, com as cautelas devidas, os invasores foi não somente legal como também legítimo. Se, de um lado, não é usual nem desejável a entrada de polícia nas dependências da faculdade, de outro, não se tem notícia de uma invasão concertada de movimentos sociais nas centenárias arcadas. Daí soar falsa a invocação da democracia feita pelos porta-vozes de tais agrupamentos, quando os atos perpetrados no sagrado solo de são Francisco a desmentem cabalmente.

O território livre de são Francisco existe, sim, e continua preservado.

fonte: João Grandino Rodas
Artigo integralmente publicado, no domingo (26/8), pela Folha de S. Paulo.

Ressaltando:PRESERVADO PELA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO.

PROPOSTAS E COMPROMISSOS PARA FORMAÇÃO DE CHAPA PARA DISPUTAR AS ELEIÇÕES DA ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE SÃO PAULO – ADPESP

Reforma do estatuto (presidente subsidiado para futuras gestões).
Contratação e manutenção de especializada Banca, para defesa dos interesses da classe e defesa dos consortes individualmente, sem prejuízo da manutenção dos atuais conveniados.
Criação de comissão de assuntos jurídicos para receber proposições e consultas do consorte em defesa dos direitos da classe e do associado no exercício das funções, com a obrigação estatutária de desagravar quaisquer colegas, associado ou não, cujos direitos e prerrogativas forem lesados por atos de quaisquer autoridades ou particulares (do Exmº Governador, inclusive), com a incumbência de empregar todos os meios jurídicos para o desagravo e reparação dos direitos , sem quaisquer ônus para o colega vitimado.
Propositura, de imediato, ao Exmº Governador de representação no sentido de que a promoção para classe especial se dê pelos critérios de antiguidade e merecimento; cujos requisitos deverão ser transparentes e objetivos, tal como na Magistratura para os tribunais superiores. Sem prejuízo de, concomitantemente, ajuizar medida com o fim de suspender e declarar a inconstitucionalidade das promoções apenas por merecimento para a classe especial.
Defesa intransigente da inamovibilidade relativa prevista na Constituição Estadual; acabando-se com o “nefasto bonde” dentro do mesmo Departamento e municípios. Prerrogativa da Carreira que não pode ser tergiversada.
Defesa intransigente dos direitos assegurados aos aposentados.
Empenho no sentido do aprimoramento e transparência dos concursos de ingresso na Carreira.
Estudos e proposituras no âmbito administrativo e político no sentido de que a nomeação do Delegado-Geral seja precedida da escolha de três nomes por órgão colegiado ou votação pelos membros da Carreira (pela complexidade, ainda que a médio prazo).
Empenho no sentido de que toda a classe seja conscientizada da necessidade de emprestar apoio a membro(s) com potencial eleitoral, com o fim de que tenhamos permanentemente Delegado nas casas legislativas.
Campanha sistemática através dos meios de comunicação para a defesa e conquista de prerrogativas funcionais e melhoria substancial dos vencimentos.
Estreitamento dos laços com as associações das demais carreiras jurídicas do Estado, buscando o nosso aprimoramento jurídico e melhor cooperação entre as instituições.
Convênio com organização prestadora de serviços de saúde, de qualidade, por valores pagáveis.
Desenvolvimento de um site digno de cultores do Direito.
A ADPESP é uma ONG reconhecida como de utilidade pública, possuindo deveres para com a sociedade; não é apenas uma entidade recreativa e assistencial.
Tem o dever de fiscalizar e intervir junto ao Governo em defesa da Sociedade, dispondo de legitimidade jurídica e patrimônio para tanto.

DO DEIC, DENARC E DETRAN

Os três Departamentos foram aquinhoados com excelentes Delegados e operacionais, donos de brilhantes carreiras nas diversas cidades do litoral(Deinter-6 – Santos).

Naquilo que depender desses profissionais, em breve, a Polícia Civil demonstrará todo o seu potencial e verdadeiro amor pela Instituição.

Auguro a todos sucesso; e no futuro que retornem aos maiores cargos da baixada santista.

GARRA FECHA MAIS UM CASSINO NA CAPITAL.

Polícia fecha cassino e prende 30 pessoas em SP
A polícia fechou na madrugada desta terça-feira, 28 de agosto, um cassino no bairro do Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo.
De acordo com a rádio Jovem Pan, pelo menos 30 pessoas foram detidas e levadas ao 15º Distrito Policial.
A ação foi realizada pelo Grupo Armado de Repressão e Roubos e Assaltos (Garra).
O cassino ficava na rua Bento de Andrade.

MANDAR EMBORA OS LÍDERES DO CRIME ORGANIZADO, DENTRO DA PRÓPRIA POLÍCIA

03/01/2007 08:50h

FORÇA É PAPO. PROBLEMA É CORRUPÇÃO DA POLÍCIA

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 63

. O Governador Sérgio Cabral pede a Força Nacional de Segurança.

. Os governadores do Rio, São Paulo, Minas e Espírito Santo querem integração.

. O Presidente Lula quer tornar a lei penal mais dura.

. E a corrupção da Polícia ?

. O problema central da criminalidade no Brasil está no Rio e em São Paulo, onde a ligação de policiais com o crime organizado é notória.

. A Policia Federal evita avisar as polícias do Rio e de São Paulo, antes, quando vai agir. Porque, senão, não consegue agir.

. No Rio, a Policia Federal indiciou um jornalista que avisava o crime organizado quando a Policia ia agir…

. O Secretário de Segurança do Rio e comandantes da Policia Militar são acusados de conluio com o crime organizado.

. Não há nenhuma operação da Polícia Federal no Rio que não encontre um policial envolvido num crime.

. A segurança na gestão tucana de São Paulo – Mario Covas e Geraldo Alckmin – foi um desastre de proporções siderúrgicas.

. Muito mais importante do que falar em Força Nacional de Segurança – que, no Espírito Santo e em Mato Grosso do Sul – ajudou a vigiar terminais de ônibus e cadeias depois de rebeliões – é saber o que os governadores do Rio e de São Paulo vão fazer ou já fizeram para acabar com a corrupção e a incompetência de suas forças.

. Não adianta chamar a Força Nacional se a polícia estadual – civil e militar – está minada de corrupção.

. E é parte do crime organizado.

. E antes de falar em endurecer as penas, o Presidente Lula poderia apressar a troca do Ministro da Justiça.

. Que, como advogado, foi sempre advogado e muito pouco Ministro.

. E sempre foi um infatigável inimigo de tudo o que pudesse significar endurecimento da lei – da lei penal ou de execução penal.

. A lei brasileira é frouxa, gosta de criminoso.

. E a execução penal, em São Paulo, por exemplo, foi, na multi-gestão tucana, uma tragédia.

. É bom não esquecer que foi nesta gestão que o PCC mandou entregar tevê colorida na cadeia para assistir à Copa e se recusou a usar o uniforme laranja.

. Só no Brasil. Ou, só em São Paulo.

. No Rio, segundo a polícia, as últimas operações de queima de ônibus foram resultado de uma batalha entre traficantes antigos e traficantes novos, ou seja, ex-funcionários da polícia travestidos de milícias “vigilantes”

. E o que a Força de Segurança pode fazer para impedir isso?

. Como diria o prefeito Cesar Maia, um especialista na matéria, os governadores do Rio e de São Paulo poderiam poupar a população de “factoídes” e usar a força da caneta nova para fazer o que Rudy Giuliani fez quando assumiu a polícia de Nova York: mandou embora os líderes do crime organizado, dentro da Polícia.

O PROBLEMA DO TRÁFICO É O DENARC?

22/08/2007 10:32h
O PROBLEMA DO TRÁFICO É O DENARC

Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 629
. O Conversa Afiada teve acesso a brasileiros ligados ao esquema de defesa dos presos na Operação Farrapos.
. Operação Farrapos foi aquela em que a Polícia (Republicana) Federal prendeu um dos maiores narcotraficantes do mundo, o colombiano Ramirez Abadía, em São Paulo.
. Como se sabe, Abadía viveu no bem-bom num condomínio de luxo na Grande São Paulo por dois anos.
. Como já foi divulgado, Abadía deu uma modesta contribuição aos policiais da Delegacia de Combate ao Tráfico de São Paulo, o Denarc, no valor de US$ 800 mil.
. Pessoas que tiveram contato com o grupo de Abadía contaram ao Conversa Afiada que num dos depoimentos informais, Abadía, que canta mais do que sabiá, revelou que no processo de lavagem de dinheiro na compra de uma casa em Angra dos Reis, vai aparecer, mais cedo ou mais tarde, o nome de um deputado federal que tem destaque numa CPI.
. Essas mesmas pessoas revelaram ao Conversa Afiada que, numa operação no interior de São Paulo, policiais do Denarc ficaram com medo de que a Polícia (Republicana) Federal quisesse botá-los em cana.
. E houve uma fuga em massa de policiais do Denarc para hotéis da Grande São Paulo.
. Se o presidente eleito José Serra quiser moralizar a polícia de São Paulo, uma boa pista é ver que policiais do Denarc recentemente preferiram pernoitar em hotéis e não em suas casas…
. Segundo esta fonte do Conversa Afiada, “para acabar com o tráfico em São Paulo, basta fechar o Denarc”.

Por dever me cabe defender o DENARC – não faz muito tempo o nosso Departamento dava “um verdadeiro banho” de eficiência em operações que resultavam em apreensões de toneladas de entorpecentes e prisões de traficantes. Enquanto a Polícia Federal, por sua vez, executava meras apreensões de “cocaína” destinada ao exterior; como serviço auxiliar dos órgãos de inteligência internacionais. Algo se perdeu no DENARC, talvez seus melhores Delegados e policiais. Cabe ao seu Diretor responder demonstrando toda a força e capacidade profissional do departamento.

O PROBLEMA DO TRÁFICO É O DENARC? Resposta

O PROBLEMA DO TRÁFICO É O DENARC
Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 629
. O Conversa Afiada teve acesso a brasileiros ligados ao esquema de defesa dos presos na Operação Farrapos.
. Operação Farrapos foi aquela em que a Polícia (Republicana) Federal prendeu um dos maiores narcotraficantes do mundo, o colombiano Ramirez Abadía, em São Paulo.
. Como se sabe, Abadía viveu no bem-bom num condomínio de luxo na Grande São Paulo por dois anos.
. Como já foi divulgado, Abadía deu uma modesta contribuição aos policiais da Delegacia de Combate ao Tráfico de São Paulo, o Denarc, no valor de US$ 800 mil.
. Pessoas que tiveram contato com o grupo de Abadía contaram ao Conversa Afiada que num dos depoimentos informais, Abadía, que canta mais do que sabiá, revelou que no processo de lavagem de dinheiro na compra de uma casa em Angra dos Reis, vai aparecer, mais cedo ou mais tarde, o nome de um deputado federal que tem destaque numa CPI.
. Essas mesmas pessoas revelaram ao Conversa Afiada que, numa operação no interior de São Paulo, policiais do Denarc ficaram com medo de que a Polícia (Republicana) Federal quisesse botá-los em cana.
. E houve uma fuga em massa de policiais do Denarc para hotéis da Grande São Paulo.
. Se o presidente eleito José Serra quiser moralizar a polícia de São Paulo, uma boa pista é ver que policiais do Denarc recentemente preferiram pernoitar em hotéis e não em suas casas…
. Segundo esta fonte do Conversa Afiada, “para acabar com o tráfico em São Paulo, basta fechar o Denarc”.

O EXMº GOVERNADOR JOSÉ SERRA CRIARÁ OUVIDORIA PARA SOLUÇÃO DE CONFLITOS INTERNOS NA POLÍCIA 1

A OUVIDORIA DA POLÍCIA NÃO É UM S.A.C. (serviço de atendimento ao cliente), um departamento burocratizado distante dos problemas, do cidadão, das soluções e, principalmente, dos policiais. Não deveria funcionar voltada quase que exclusivamente como serviço de expediente de denúncias contra policiais.

E se a cultura, na Polícia Civil e Polícia Militar ,de tratar as pessoas como coisas for mantida, seremos todos, certamente, engrenagens de uma única “matrix”, e, como ferramentas, seremos conhecidos pelo que fazemos e não pelo que verdadeiramente somos.


Absurdo pior, em pleno século XXI, é ver os conflitos internos sendo tratados como defeitos, insubordinações, que devem ser consertados mediante remoções e punições.

Com efeito: conflito pode ser definido como uma situação gerada, quando não há entendimento e acordo das partes interessadas, sendo este acordo necessário. A maior parte dos conflitos ocorre pela famosa “invasão” do espaço alheio.


Muitas pessoas ainda não entenderam que há um lugar ao sol para todos e muitos profissionais não se contentam com o “seu” lugar ao “seu” sol, querem também o lugar e o sol de outros.

Os conflitos podem ser classificados em três níveis: conceitual, ideológico e pessoal. Este último é o mais complicado de ser solucionado, pois envolve com mais intensidade o ego e as emoções pessoais. O papel do líder na resolução de conflitos é de fundamental importância para as organizações, pois dependendo da sua habilidade de negociação, a situação conflitante pode converter-se em fatores positivos ou se transformar em grandes problemas, comprometendo os objetivos e as metas da equipe. Todo conflito “empurrado com a barriga” ou tratado repressivamente, acaba se transformando em bomba de efeitos prolongados. Toda a corporação será atingida. Conflitos endêmicos como os apresentados nas polícias, certamente, estão entre as grandes causas da ineficiência do sistema de segurança pública. Pois, geralmente, os conflitos, mesmo aqueles que são resolvidos imediatamente através de medidas repressivas, podem gerar resquícios que talvez se manifestem posteriormente através de mágoa, rejeição, indisposição, descrédito, “violências internas” e outros fatores desmotivacionais, principalmente quando uma das partes considera-se aviltada por membros da Instituição ou lesada pela Administração.

O conflito faz parte da complexidade humana. Entretanto, sua freqüência é um forte sintoma de que o órgão não possui “comando”, ou seja, “liderança competente” e comprometida com a melhoria da Instituição. Conflitos não são resolvidos por si só. O tempo não cura, apenas faz aumentar.

Por tal, há organizações que adotam uma nova estratégia: a contratação de um ombudsman interno, para a condução e solução de conflitos internos. Ele pode ajudar a resgatar a auto-estima dos funcionários e melhorar o clima organizacional.

O bom clima organizacional é por demais importante. O Ombudsman deve ter a habilidade e a liberdade para operar nas entranhas da organização, permitindo respostas rápidas, criativas e definitivas para os problemas. Devo lembrar que ele atua no campo do sigilo, discrição, rapidez e ação efetiva, para não perder a credibilidade juntos à organização e aos próprios colaboradores.

A função do ombudsman é de, efetivamente, dar essas respostas ou soluções às pessoas. Com o público interno, o ombudsman ajuda a “azeitar” a máquina na resolução dos problemas interpessoais. Extirpando da Polícia a rotineira prática de “assédio moral”.

O ombudsman será procurado quando um funcionário não se sentir à vontade para manifestar uma insatisfação e prefira alguém isento. Sim, porque caixas de sugestões, e-mails da Intranet, reuniões, obrigam muitas vezes a identificação ou colocam os colaboradores cara a cara com o motivo de sua reclamação, da sua insatisfação: colegas de Carreira e, quase sempre, superiores arbitrários. Com a informação na mão, o ombudsman irá buscar uma solução, evitando qualquer tipo de retaliação contra quem fez uma denúncia, por exemplo.

Confiança e respeito. Essas são as duas principais palavras-chave para essa relação. Receber uma reclamação ou denúncia de um funcionário não significa menosprezar a hierarquia. Os superiores hierárquicos dos interessados serão sempre municiados com a informação. Adotando-se as devidas providências, em sigilo absoluto, e manterá o ombudsman informado para que ele possa dar o retorno ao funcionário.

Deve ser um profissional com garra, que goste de se relacionar com o público, ser dinâmico, saber ouvir as pessoas com respeito. Quero lembrar que não existe no Brasil qualquer curso específico para a área de ouvidor ou ombudsman. Existem médicos, advogados, jornalistas, pedagogos, psicólogos, todos trabalhando como ombudsman. O importante, nesse caso, é que o profissional tenha noções mínimas de marketing, comunicação, psicologia, relações interpessoais, legislação, cidadania, mediação, entre outras que são necessárias para que o trabalho de ombudsman seja muito bem realizado. O verdadeiro ombudsman interno olha a empresa como um todo, age orientado como cliente e tem a autonomia para cobrar os resultados. O ombudsman não é gerente, diretor, não tem cargo operacional.

Como se trata de lidar com informações extremamente sensíveis, deve ter o bom senso para avaliar o que ocorreu; fazer uma investigação e buscar junto aos líderes do órgão policial, uma solução.

Em relação à “rádio-peão” na Polícia, o ombudsman interno deve desestimular sua reiterada prática, empregando a transparência e a ética nas relações. A “rádio-peão” é igual ao relâmpago: funciona na fração da luz, deixa todo mundo inquieto e pode fazer muito estrago, em função da rapidez e da fofoca que ela dissemina na Polícia. Agindo em conjunto com os órgãos superiores da administração policial e a área de comunicações, deverá monitorar e ser o consultor para preparar a contra-ofensiva positiva da informação.

Sem dúvida, o ombudsman contribui muito com sua sensibilidade e percepção, facilitando a solução dos conflitos corporativos. Pode ajudar, por exemplo, a resgatar a auto-estima dos funcionários; melhorar o clima organizacional. E tudo isso se traduz no crescimento dos índices de eficiência num curto espaço de tempo. O ombudsman deve se reportar diretamente ao Delegado-Geral. Subordiná-lo a uma diretoria ou divisão policial tiraria a liberdade de ação e o poder de influência, indispensáveis para que ele interfira nos processos, de modo a contribuir para a transformação a instituição. Os benefícios aparecerão, com certeza. Apenas uma modesta contribuição e sugestão para aperfeiçoamento da Instituição.

Fontes de pesquisa:

Paulo César T. Ribeiro é psicólogo, consultor de empresas, “coach” e “headhunter”, conceituado entre os melhores apresentadores por sua reconhecida experiência em treinamentos voltados ao comportamento gerencial e ao desenvolvimento de líderes, equipes e outros diversos temas. Diretor da CONSENSOrh.

Edson Lobo, jornalista e especialista em comunicação empresarial integrada.

LIÇÃO DE ECONOMIA DOMÉSTICA.

Eu não deveria ser Delegado de Polícia, pois meu talento para poupar e investir me qualificariam como potencial executivo do Safra.
Em 15 anos de serviço público recebendo em média o equivalente a U$ 1. 500,00(mil e quinhentos dólares) – e com a ajuda do plano real ao mascarar a inflação de 94 a 98 – comprei, em outubro de 99, minha sonhada cobertura no Gonzaga com 365, 1670 m2.
E, ainda, obtive desconto. Pois, do valor venal de Cr$ 212.056,73 – pelo abatimento – paguei Cr$ 200.000,00, ou seja, o equivalente a U$ 115.000,00(cento e quinze mil dólares).
Uma verdadeira “galinha-morta” (pechincha).
A minha receita é muito simples: “poupava todo mês metade do salário”. Com a outra metade mantinha as despesas pessoais, carro, moradia, esposa e filhos.
E, logo depois, com promoção e 6 a. parte – mesmo sem reajustes dos vencimentos pelos índices inflacionários – comprei terreno, casa de praia e carros de luxo.

Por isso eu não concordo e não permito que policiais façam greve.

Essa gente tem que aprender a economizar o salário como eu faço.
E se eu mantivesse os R$200.000,00, parcela em fundos e parcela na caderneta de poupança – já que sou investidor conservador – teria, na mão, R$ 500.000,00(quinhentos mil reais), sem falar nos quase R$ 150.000,00 poupados com os encargos de manutenção da cobertura (imposto, condomínio, luz, etc.,) do imóvel.
Mas, como deve valer pelo menos R$ 630.000,00, foi um ótimo negócio. Entretanto, estou vendendo para comprar uma “zero”, pois vai começar a depreciar pelo tempo da construção.
Os meus colegas, também Delegados de Polícia, não são mal remunerados, são esbanjadores!
Por isso não progridem na vida.
E como são invejosos me chamam de ladrão… bicha…maconheiro.
Mas o tempo não pára…não pára…não…não pára.
Nota do autor: é pura ficção; quaisquer semelhanças com fatos reais será mera coincidência.